sábado, maio 16, 2026

Autor: Redação

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Menor área plantada nos EUA em 2025/26 acende alerta no mercado global de soja


A safra de soja 2025/26 nos Estados Unidos começa sob forte impacto da redução de área cultivada. A queda reflete um ambiente de incerteza econômica e desestímulo do produtor americano diante dos baixos preços acumulados na Bolsa de Chicago e das crescentes incertezas comerciais com a China.

De acordo com o USDA, a nova área plantada foi estimada em 83,4 milhões de acres (cerca de 33,8 milhões de hectares), abaixo dos 86,9 milhões de acres registrados no ciclo anterior. Com isso, a perspectiva de produção recuou abaixo dos 120 milhões de toneladas na temporada.

O rendimento estimado segue em 52,5 bushels por acre, o que, em condições normais de clima, ainda pode garantir uma colheita próxima de 118 milhões de toneladas. Tudo dependerá da regularidade das chuvas nas fases críticas do desenvolvimento da lavoura.

Reeleição de Trump reaquece debate sobre tarifas e temores de retaliação

O retorno de Donald Trump à presidência dos EUA reabre discussões sobre política comercial externa, especialmente com a China. A possibilidade de reintrodução de tarifas sobre produtos chineses e consequentes retaliações no comércio de soja voltam ao radar do mercado.

A China é o principal destino da soja americana e qualquer incerteza sobre as compras chinesas da nova safra pode aumentar os estoques internos e gerar pressão sobre as cotações em Chicago.

Diante desse cenário, o mercado se mantém em compasso de espera: se Pequim desacelerar suas aquisições, os preços podem recuar independentemente do comportamento climático nos campos americanos.

Demanda por biodiesel sustenta o óleo, enquanto farelo sente efeito colateral

No mercado interno dos EUA, o programa de biocombustíveis continua impulsionando o consumo de óleo de soja. O aumento da mistura obrigatória no diesel reforça a demanda e dá sustentação aos preços do óleo.

Por outro lado, o farelo enfrenta uma pressão maior, já que a produção elevada decorrente do esmagamento não encontra o mesmo equilíbrio entre oferta e demanda. Caso as exportações para a China sejam afetadas, o excedente de farelo pode aumentar, adicionando uma camada extra de pressão sobre os contratos futuros da commodity.

Brasil: benefícios de curto prazo podem vir acompanhados de desafios estruturais

O Brasil surge como potencial ganhador em meio às incertezas globais. Uma eventual retração das compras chinesas nos EUA abriria espaço para a soja brasileira, que já se destaca em competitividade e volume. Os prêmios nos portos seguem firmes e, com o dólar volátil, os preços internos têm encontrado sustentação.

No entanto, há um ponto de atenção: a expectativa de mais uma safra recorde em 2026, com possível área plantada superior à do ciclo atual. Caso não haja incremento proporcional da demanda global, o risco de superoferta e consequente pressão baixista nos preços se torna real. O Brasil pode conquistar mercados, mas precisará equilibrar oferta e demanda para manter a rentabilidade do setor.

A retração na área plantada nos EUA reflete um produtor mais cauteloso frente ao cenário internacional adverso. Clima e política comercial seguem como os dois vetores centrais para definição do rumo dos preços.

O Brasil aparece como alternativa sólida de abastecimento global, mas enfrenta o desafio de administrar sua própria abundância. Em um mercado global cada vez mais sensível a variáveis políticas e climáticas, planejamento e gestão de risco se tornam essenciais.

Rafael SIlveira, analista de soja da Safras & Mercado

*Rafael Silveira é economista com pós-graduação em Finanças, Investimento e Banking pela PUC-RS. É especialista em mercados agrícolas na consultoria Safras & Mercado, com ênfase em estratégias de investimento e gestão de risco em commodities


Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.



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Mercado de soja deve seguir travado ao longo do dia, aponta consultoria



O mercado brasileiro de soja deve manter o ritmo lento nesta sexta-feira (1º), diante da forte queda do dólar e da fraqueza nas cotações da Bolsa de Chicago. Segundo a consultoria Safras & Mercado, o cenário externo segue desfavorável à oleaginosa, com dados econômicos dos Estados Unidos abaixo do esperado e pouca demanda internacional. A expectativa é de um dia travado nos negócios, tanto no interior quanto nos portos.

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Na última quinta-feira (31), o dólar ainda sustentava parte dos preços no Brasil, mas com a reversão da moeda nesta manhã, a tendência é de maior cautela por parte dos compradores. Mesmo com prêmios firmes nos terminais de exportação, a queda da moeda norte-americana deve pesar no sentimento do mercado. Em Chicago, os contratos seguem pressionados por um quadro fundamental negativo, com clima favorável nos EUA e fraca demanda chinesa.

De acordo com o analista Rafael Silveira, o mesmo com melhora nas ofertas de compra no interior do país, o avanço nas pedidas dos produtores mantém o spread desfavorável às negociações. “Há um impasse. A indústria precisa da soja, mas os produtores estão reticentes em vender neste patamar de preços”, afirma.

A expectativa, segundo Silveira, é que agosto siga com poucos negócios, já que as melhores condições de comercialização devem se concentrar a partir de setembro. A janela de exportação para o mês já está mais estreita, com muitas cargas antecipadas. Nos portos, os preços ainda apresentam sustentação pontual, como em Rio Grande (RS), onde a saca subiu para R$ 139,00.

Enquanto isso, o dólar comercial recua 1,08%, a R$ 5,5394, e o contrato novembro/25 em Chicago cede 0,15%, cotado a US$ 9,87 ¾ por bushel. Os agentes do mercado devem acompanhar com atenção a divulgação dos dados de evolução das lavouras do Mato Grosso pelo Imea, prevista para às 16h, além dos indicadores financeiros internacionais.



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Produtores de tilápia do Paraná temem consequências do tarifaço nas exportações



Produtores de tilápia do Paraná manifestam preocupação com a tarifa extra imposta por Donald Trump às exportações brasileiras. O estado é um dos principais produtores dessa espécie de peixe do país.

Os Estados Unidos é o principal destino do pescado e o Paraná foi o maior exportador brasileiro de tilapia em 2024, com receita de 35,7 milhões de dólares, representando uma fatia de 64% do total nacional

“Nós temos a cadeia produtiva dos pescados aqui no Paraná. Ela é ainda está em construção e vem recebendo eh incentivos nos últimos anos e os produtores vêm investindo isso nos últimos anos e e aí essa tarifa acaba que quase que inviabiliza essa exportação desses pescados, principalmente a tilápia, né? Nós temos aí uma produção bem significativa e o que nós exportamos também representa bastante, né, em relação ao que o Brasil exporta de tilápias para os Estados Unidos”, diz Anderson Sartorelli, técnico da Federação da Agricultura do Estado do Paraná

A Associação Brasileira de Pisicultura (Peixe Br) defende que o país negocie a inclusão da tilápia na lista de exceções do tarifaço.

“Os pescados e, em especial, a tilápia, não foram incluídos na lista dos produtos que ficaram excluídos da taxa de 50%. A entrada em vigor da nova taxação será dia 6 de agosto e até lá nós continuaremos a embarcar filé fresco de tilápia via aérea. Nós continuamos conversando com os parceiros americanos para inclusão da tilápia, mas acreditamos ser fundamental o início das negociações do presidente Lula com o presidente Trump. Os Estados Unidos são o maior importador de filé de tilápia do mundo e, neste momento, não tem outro país para suprir a demanda de filé fresco. O maior fornecedor de filé congelado para os Estados Unidos é a China, assim, a negociação do governo americano com a China será crucial para o nosso negócio”, diz a nota da associação.



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AgroNewsPolítica & Agro

China lidera compras do Brasil em 2025



Brasil exporta 305 mil toneladas de couro no 1º semestre




Foto: Pixabay

Segundo o Boletim de Conjuntura Agropecuária divulgado na quinta-feira (31) pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), o Brasil exportou 305 mil toneladas de couro no primeiro semestre de 2025. As vendas externas geraram US$ 559 milhões em receita, com preço médio de US$ 1,83 por quilo.

De acordo com o Deral, a China foi o principal destino do couro brasileiro, respondendo por aproximadamente 30% do total exportado. Os Estados Unidos aparecem na sequência, com 14% das compras. Na comparação com o mesmo período de 2024, houve aumento de 3% no volume exportado, mas a receita caiu 14,5%.

O Paraná, conforme dados do boletim, exportou 54,2 mil toneladas entre janeiro e junho de 2025, resultado inferior ao registrado no mesmo período de 2024, quando o estado embarcou 58,8 mil toneladas.





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EUA impõem tarifas, mas Sebrae vê chance de crescimento no Brasil


O aumento das tarifas anunciado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre produtos brasileiros pode ser uma oportunidade para o país buscar novas oportunidades em outros países.

“O tarifaço dos EUA não é uma tragédia para o Brasil — é um despertar. O Brasil é gigante, tem riqueza, povo empreendedor e vocação global. Chegou a hora de agir com patriotismo e coragem. Vamos crescer com essa situação, não tenha a menor dúvida, incluindo as nossas cadeias produtivas. Tenho certeza de que vamos ainda ter a abertura de novos mercados nesta economia globalizada e vamos entrar em outros territórios nos quais nunca pisamos”, apontou Décio.

Além disso, ele ressalta: “O Brasil e a nossa economia são muito maiores do que isso. Essa é uma narrativa de taxação contra o Brasil e não podemos entrar numa onda perversa de pessimismo.”

Em sua análise, Lima avaliou que os mais impactados com a medida serão os próprios americanos. Do outro lado, no Brasil, a taxação vai fortalecer o sentimento de patriotismo na população.

“Toda essa situação vai mostrar para nós aquilo que historicamente a gente não conseguia enxergar, que é a grandeza do nosso país”, afirmou.

“Não precisamos ser submissos e vamos mostrar para o mundo o tamanho que nós temos. Não somos mais um território de subserviência, de gente pequena, um país de terceiro mundo”, completou.

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O bom momento da economia brasileira que possibilita esta avaliação tem sido perceptível, segundo Décio Lima, no processo de inclusão realizado no país, com a geração de empregos pelos pequenos negócios – que representam mais de 60% das vagas geradas – e com a abertura de novas empresas: já são mais de 2,6 milhões CNPJs abertos neste ano nesse segmento.

“Eu não posso imaginar que essas taxações, fronteiras econômicas, podem levar qualquer um de nós a voltar ao campo da subserviência, da humilhação e da resignação, de baixar a cabeça. O Brasil é dos brasileiros. Não será uma porcentagem da taxa que querem impor ao modelo econômico brasileiro que irá nos limitar.”

O presidente do Sebrae ainda exaltou a criatividade do povo brasileiro e os biomas do país como diferenciais da economia brasileira para superar a medida do governo dos Estados Unidos.

“Lá, eles [americanos] não têm a criatividade que tem no Brasil. Por isso, estou muito convencido que isso tudo aí é para nos despertar. O que está faltando é acreditarmos em nós, acreditar inclusive, nessa produção extraordinária da pulverização econômica e nesse espírito empreendedor do povo brasileiro”, concluiu Lima.

Avaliação

Atualmente, 68% das exportações dos pequenos negócios são feitas para as Américas (28% América do Sul, 24% América do Norte e 7% América Central e Caribe). O presidente Décio Lima lembra que, nos últimos anos, houve um crescimento significativo no acesso dos pequenos negócios ao mercado internacional.

O número de empreendedores que estão vendendo produtos e serviços para outros países cresceu 120% nos últimos 10 anos, enquanto as médias e grandes empresas cresceram 29% no mesmo período. Os pequenos negócios representam 41% do total de empresas exportadoras, apesar de movimentarem apenas cerca de 0,9% do montante de recursos.

De acordo com levantamento do Sebrae, em 10 anos foi registrado um crescimento de 152% nos valores comercializados por pequenos negócios. Em 2023, esse segmento foi responsável por movimentar US$ 2,8 bilhões, o melhor resultado registrado em todos os anos anteriores a 2020, sendo menor apenas que as exportações feitas em 2021 e 2022.

Porteira Aberta Empreender

Quer saber mais? Assista ao programa Porteira Aberta Empreender, uma parceria entre o Sebrae e o Canal Rural, que traz dicas, orientações e mostra histórias reais de micro e pequenos produtores de todo o país.

Arte com os horários do programa Porteira Aberta Empreender
Às quintas-feiras, às 17h45, no Canal Rural. Foto: Arte Divulgação | Canal Rural



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ABPA defende pragmatismo na negociação com os EUA sobre tarifas para carnes, ovos e peixes



A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) defende a continuidade das negociações com os Estados Unidos para evitar o aumento de tarifas sobre produtos brasileiros exportados ao país norte-americano.

A entidade afirmou, em nota, esperar que o “pragmatismo permaneça” nas tratativas conduzidas pelo governo federal. De janeiro a julho, o Brasil embarcou 14,9 mil toneladas de carne suína, 15,2 mil toneladas de ovos e 6,6 mil toneladas de tilápia para o mercado norte-americano, o que resultou em mais de US$ 90 milhões em receita.

“As relações entre Brasil e Estados Unidos sempre foram pautadas pela diplomacia, em linha com os propósitos de duas nações voltadas para o desenvolvimento e o comércio próspero”, disse a ABPA, destacando a importância do diálogo contínuo entre os países.

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Segundo a entidade, os produtores brasileiros “esperam e acreditam no total empenho do governo brasileiro pela continuidade das negociações” visando preservar o acesso ao mercado norte-americano, considerado estratégico para o setor.



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setor respira aliviado com suco de laranja fora do tarifaço



A decisão do governo dos Estados Unidos de isentar o suco de laranja brasileiro da tarifa adicional de 40%, trouxe alívio imediato ao setor. Essa é a avaliação dos pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

A medida, mantém o produto sujeito à sobretaxa de 10% mais a tarifa fixa de US$ 415/t. Segundo o instituto, a decisão pode ser atribuída a dependência estrutural do mercado norte-americano em relação ao suco importado do Brasil. Este representa aproximadamente 60% de todo o volume de suco consumido nos EUA. 

Para o Brasil, pesquisadores do Cepea afirmam que a isenção representa a preservação da competitividade em seu principal mercado externo e evita perdas de receita. 

Reforçam, ainda, que esse cenário deve proporcionar a retomada de novos contratos de venda de laranja fruta da safra 25/26, trazendo mais clareza e liquidez ao mercado, que praticamente andou “de lado” nas últimas semanas.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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lentidão no mercado reduz o poder de compra do avicultor



O poder de compra do avicultor de postura paulista frente aos principais insumos consumidos na atividade (milho e farelo de soja) diminuiu em julho. É isso o que apontam os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). 

Segundo o Centro de Pesquisas, esse cenário se deve à queda mais acentuada nos preços dos ovos em comparação aos do cereal e do derivado da oleaginosa. 

Pesquisadores explicam que a retração na demanda pela proteína observada ao longo do mês, típica do período de férias escolares, pressionou fortemente as cotações.

Em Bastos (SP), o preço médio dos ovos brancos tipo extra, a retirar (FOB) foi de R$ 149,48/caixa com 30 dúzias em julho (até o dia 30). A redução é de  9,1% no comparativo com o mês de junho. 

Para os ovos vermelhos, a média de R$ 165,76/cx na região paulista caiu expressivos 10,3%, ainda conforme levantamentos do Cepea.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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cotações caem, mas ainda superam o comparativo anual



Os preços médios da carne de frango caíram em julho pelo terceiro mês consecutivo. É isso o que apontam os levantamentos do Centro de Estudos Avançados de Economia Aplicada (Cepea). 

Apesar disso, o movimento de baixa foi o menos intenso desde a desde as restrições impostas após a detecção do caso de Influenza Aviária  em maio.

Além disso, o centro de pesquisas aponta que as cotações da carne no último mês superaram as registradas em julho/24, em termos reais. Para o vivo, houve aumentos de preços tanto no comparativo mensal quanto anual. 

De acordo com colaboradores consultados pelo Cepea, essa valorização está atrelada à retomada gradual das exportações por parte de importantes parceiros comerciais do Brasil, como África do Sul, Emirados Árabes Unidos, Filipinas, Hong Kong e Vietnã.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Trump anuncia taxas de 35% para Canadá e de 39% para Suíça



Segundo esse documento, foi listada uma elevação nas tarifas de importação, variando de 10% a 41%, para 69 parceiros comerciais, com início em sete dias. Alguns países conseguiram negociar acordos para reduzir tarifas, mas outros não tiveram oportunidade de negociar com a administração Trump.

Produtos de todos os outros países que não constam na lista serão taxados com uma tarifa de importação de 10% pelos EUA, embora Trump já tenha sugerido anteriormente que essa alíquota poderia ser ainda maior. O governo americano também afirmou que mais acordos comerciais estão em negociação, numa tentativa de fechar déficits comerciais e fortalecer a indústria nacional.

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Segundo o texto da ordem executiva, alguns parceiros negociaram, mas apresentaram propostas insuficientes para corrigir os desequilíbrios na relação comercial ou para se alinharem aos interesses dos EUA em temas econômicos e de segurança nacional.

Outros detalhes ainda serão anunciados, como os critérios relacionados às “regras de origem” que determinarão quais produtos podem ser alvo de tarifas ainda mais elevadas.

O primeiro-ministro canadense, Mark Carney, manifestou desapontamento com a decisão de Trump e prometeu tomar medidas para proteger os empregos no Canadá e diversificar os mercados de exportação do país. Ele afirmou, em publicação na rede social X (antigo Twitter), que o governo canadense permanece disposto a negociar com os EUA, mas está focado em fortalecer o Canadá a partir do que está sob seu controle.

O México conseguiu uma prorrogação de seu acordo comercial vigente enquanto as negociações continuam, evitando, por ora, uma tarifa de 30% sobre a maioria dos produtos mexicanos não automotivos e não metálicos que estejam em conformidade com o Acordo Estados Unidos-México-Canadá (USMCA).

Já as mercadorias da Índia tendem a ser taxadas em 25%, pois as negociações travaram em razão do acesso dos EUA ao setor agrícola indiano, o que levou Trump a ameaçar taxar ainda mais, inclusive sugerindo uma penalidade não especificada relacionada às compras de petróleo russo pela Índia. Embora as conversas continuem, o governo indiano prometeu defender seu setor agrícola, intensivo em mão de obra.



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