terça-feira, maio 26, 2026

Autor: Redação

AgroNewsPolítica & Agro

Safra de grãos em Goiás deve bater recorde em 2025



Soja, milho e feijão puxam alta da produção




Foto: Divulgação

Segundo as informações divulgadas pela Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) sobre a estimativa divulgada na úlitma quarta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), o produção de cereais, leguminosas e oleaginosas em Goiás deve alcançar 38,4 milhões de toneladas na safra de 2025. O número representa um crescimento de 19% em relação à safra de 2024, quando o estado colheu 32,3 milhões de toneladas.

O resultado do levantamento projeta a maior safra da série histórica da pesquisa. “Esse crescimento é reflexo direto da expansão da área plantada e da melhora no rendimento das lavouras”, informou a pasta.

A área colhida no estado passou de 7,8 milhões para 8,1 milhões de hectares entre 2024 e 2025, um aumento de 3,7%. Ao mesmo tempo, o rendimento médio das principais culturas também avançou, influenciado por condições climáticas favoráveis e adoção de tecnologias no campo.

De acordo com o divulgado pela Seapa, entre os cultivos que puxaram a alta estão o milho e o feijão, com crescimento previsto tanto nas safras de verão quanto nas safras de inverno. A soja, principal cultura do estado, tem estimativa de aumento de 17,3% na produção. Mesmo com redução na área plantada de trigo, a produtividade do cereal deve crescer 25%, o que mostra o impacto direto do investimento em manejo e tecnologia.

Ainda segundo o levantamento do IBGE, todas as culturas mencionadas apresentam rendimento superior ao registrado no ciclo anterior.





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Boi gordo: indústria reage e cotações têm queda; confira os preços



O mercado físico do boi gordo se deparou com tentativas de compra abaixo da referência média no decorrer desta quarta-feira (16), com destaque para o posicionamento da indústria frigorífica em São Paulo e Mato Grosso do Sul, informa a consultoria Safras & Mercado.

“Após um dia de intensa alta, as indústrias conseguiram colocar uma quantidade significativa de animais na escala, o que permitiu um rápido recuo dos preços. O fato é que a continuidade ou não do movimento de alta depende do escoamento da carne no feriado prolongado, e de que maneira esse escoamento vai impactar nas estratégias das indústrias”, disse Fernando Henrique Iglesias, analista da empresa.

  • São Paulo: R$ 331,83 – ontem: R$ 333
  • Goiás: R$ 320,36 – na terça: R$ 321,96
  • Minas Gerais: R$ 324,41 –  anteriormente: R$ 320,88
  • Mato Grosso do Sul: R$ 319,77 – ontem: R$ 328,75
  • Mato Grosso: R$ 329,73 – na terça: R$ 331,35

Mercado atacadista

O mercado atacadista segue com preços firmes para a carne bovina, ainda em perspectiva de alta, com projeção de bom escoamento no decorrer da semana em função do feriado prolongado.

“Mais uma vez é importante mencionar que as exportações seguem em altíssimo nível, em um ano em que o Brasil pode estabelecer um novo recorde de embarques na atual temporada”, assinalou Iglesias.

O quarto dianteiro ainda é precificado a R$ 20,00 por quilo, o traseiro é cotado a R$ 26,00 por quilo e a ponta de agulha permanece a R$ 18,00 por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou em queda de 0,41%, sendo negociado a R$ 5,8662 para venda e a R$ 5,8642 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,8518 e a máxima de R$ 5,9158.



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Alerta laranja! Chuvas de até 100 mm podem atingir todos os estados do Sudeste



Áreas de instabilidade devem provocar chuvas fortes, com rajadas de vento de até 100 km/h nos quatro estados da Região Sudeste. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a condição climática (Alerta Laranja) tem grau de severidade considerado perigoso, com riscos potenciais à população.

A chuva pode acumular entre 30 e 60 mm por hora, ou entre 50 e 100 mm ao dia, acompanhada de ventos intensos (60 a 100 km/h). O órgão meteorológico alerta para risco de cortes de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas.

Áreas atingidas pela chuva

  • Minas Gerais: Zona Central, Zona da Mata, Oeste, Sul, Sudoeste, Região Metropolitana de Belo Horizonte, Triângulo Mineiro/Alto Paranaíba, Campo das Vertentes, Jequitinhonha e Norte do estado.
  • Espírito Santo: Vale do Rio Doce, regiões Central, Sul e Noroeste do estado.
  • São Paulo: Campinas, Ribeirão Preto, Araraquara, Vale do Paraíba, Piracicaba e Região Metropolitana de São Paulo.
  • Rio de Janeiro: Regiões Noroeste, Norte e Sul Fluminense.

Alerta Amarelo

Outra grande área do território brasileiro também segue em estado de atenção por causa da chuva, porém com menor intensidade. Todos os estados do Centro-Oeste — incluindo o Distrito Federal —, parte de São Paulo, Acre, Amazonas e Rondônia estão sob essa condição.

Instruções

O Inmet orienta que, em caso de rajadas de vento, as pessoas não se abriguem debaixo de árvores, devido ao risco de quedas e descargas elétricas, e que evitem estacionar veículos próximos a torres de transmissão ou placas de propaganda.

“Se possível, desligue aparelhos elétricos e o quadro geral de energia. Obtenha mais informações junto à Defesa Civil (telefone 199) e ao Corpo de Bombeiros (telefone 193)”, informa o comunicado.



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Mesmo sem grandes movimentos, preços da soja sobem nesta quarta-feira; saiba onde



O mercado brasileiro de soja não teve grandes movimentos nesta quarta-feira. Os preços operaram de forma mista, com Chicago e o dólar em direções opostas, enquanto os prêmios ficaram entre estáveis e levemente mais fracos. Segundo o consultor da Safras & Mercado, Rafael Silveira, apesar dos preços atuais ainda serem considerados atrativos, o spread pedido pelo vendedor aumentou.

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“O produtor, atento ao conflito comercial, tem adotado uma postura mais cautelosa. Após ter aproveitado boas oportunidades de venda nas últimas semanas, agora prefere segurar esperando preços mais firmes”, aponta.

Preços da soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): estabilizou em R$ 132,00
  • Santa Rosa (RS): estabilizou em R$ 133,00
  • Porto de Rio Grande (RS): caiu de R$ 139,50 para R$ 138,00
  • Cascavel (PR): estabilizou em R$ 131,00
  • Porto de Paranaguá (PR): estabilizou em R$ 137,00
  • Rondonópolis (MT): subiu de R$ 118,00 para R$ 119,00
  • Dourados (MS): subiu de R$ 122,00 para R$ 123,00
  • Rio Verde (GO): subiu de R$ 118,00 para R$ 119,00

Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a quarta-feira em leve alta. A queda do dólar frente a outras moedas – dando competitividade aos produtos de exportação dos Estados Unidos, sinais de que a China estaria pronta para negociar tarifas com o governo Trump e o excesso de chuvas sobre parte do cinturão produtor, atrasando o plantio, garantiram a moderada elevação.

Mas qualquer movimento de alta segue limitado pelas incertezas sobre os próximos passos da guerra comercial entre China e Estados Unidos, apesar do otimismo de hoje entre os investidores. A ampla safra sul-americana e a fraca demanda chinesa pelo produto americano completam a lista de fatores limitantes à recuperação.

Contratos futuros da soja

Os contratos da soja em grão com entrega em maio fecharam com alta de 2,75 centavos de dólar ou 0,26% a US$ 10,38 3/4 por bushel. A posição julho teve cotação de US$ 10,50 1/4 por bushel, ganho de 3,75 centavos ou 0,35%.

Nos subprodutos, a posição julho do farelo fechou com alta de US$ 3,20 ou 0,79% a US$ 304,20 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em julho fecharam a 48,00 centavos de dólar, com alta de 0,16 centavo ou 0,33%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou em queda de 0,41%, negociado a R$ 5,8662 para venda e a R$ 5,8642 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,8518 e a máxima de R$ 5,9158.



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Buffon fala sobre os desafios logísticos para a soja durante o ‘tarifaço’



O presidente da Aprosoja Brasil, Mauricio Buffon, chamou a atenção para os desafios logísticos que o país enfrenta, mesmo em um momento favorável para as exportações. Em um vídeo gravado em Estreito, na divisa entre Tocantins e Maranhão, Buffon mostrou as dificuldades enfrentadas na região, destacando a queda da ponte JK sobre o rio Tocantins, um ponto crítico para o escoamento da produção agrícola.

Ele relatou que precisou esperar cerca de duas horas para conseguir atravessar de balsa, o que exemplifica os gargalos logísticos que afetam o agronegócio brasileiro. Segundo ele, o Brasil poderia estar aproveitando melhor as oportunidades no mercado internacional, especialmente diante dos ‘tarifaços’ globais que têm afetado outros exportadores.

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No entanto, os entraves na infraestrutura, como estradas em más condições, portos operando acima do limite e a falta de novos investimentos, comprometem a capacidade do país de atender à crescente demanda externa. Buffon reforça que, enquanto essas barreiras persistirem, o país continuará perdendo espaço e competitividade em um cenário global que poderia ser muito mais vantajoso para o produtor brasileiro.

Guerra comercial e o mercado da soja

Com a intensificação da guerra comercial entre China e Estados Unidos, o Brasil tem se consolidado ainda mais como fornecedor estratégico de soja, com a China importando mais de 70 milhões de toneladas por ano. A soja brasileira é reconhecida pela sua alta qualidade, o que fortalece as exportações. No entanto, apesar do crescimento, os efeitos sobre outros setores ainda são limitados no curto prazo.

O dólar elevado e o custo maior da soja impactam a indústria de processamento, tornando derivados mais caros. No médio e longo prazo, espera-se um fluxo maior de dólares e uma relação comercial mais estreita com a China, o que pode trazer ganhos em tecnologia e desenvolvimento.



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Operação apreende 54 mil litros de bebidas e fecha produção de vinagre



Conhecida como a capital estadual do vinho, Bituruna, sul paranaense, foi palco de ação do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) para combater a circulação de produtos agropecuários irregulares e clandestinos, especialmente no setor de bebidas, vinhos e vinagres.

A Operação Sangria III foi conduzida pela pasta por meio do Vigifronteiras e do Serviço Regional de Operações Avançadas de Fiscalização e Combate a Fraudes do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal.

Durante a empreitada, mais de 54 mil litros de bebidas foram apreendidas de forma cautelar. Além disso, os órgãos fecharam a produção de vinagres em um dos estabelecimentos fiscalizados. O valor dos produtos apreendidos é de R$ 1.086.042,17.

Durante a fiscalização do Mapa, foram identificados aditivos não permitidos para as bebidas e vinagres registrados pelo estabelecimento, como corantes, extratos e aromatizantes, o que configura infrações às normas sanitárias e de qualidade vigentes.

Segundo os fiscais, também foram encontradas irregularidades na rotulagem dos produtos, com potencial para induzir o consumidor ao erro, caracterizando violação às regras de comercialização e transparência.

Em nota, o Mapa alerta que o uso de substâncias não autorizadas pode trazer sérios riscos à saúde dos consumidores, como reações alérgicas, intoxicações, problemas digestivos e efeitos tóxicos cumulativos a longo prazo.

“Além disso, rotulagens enganosas dificultam o reconhecimento de ingredientes e origem dos produtos, comprometendo escolhas conscientes e seguras por parte do consumidor”, diz a pasta, em nota.



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AgroNewsPolítica & Agro

Brasil pode se beneficiar de tensões comerciais



No campo das commodities, o café brasileiro mantém sua competitividade



No campo das commodities, o café brasileiro mantém sua competitividade
No campo das commodities, o café brasileiro mantém sua competitividade – Foto: Pixabay

Segundo relatório do Itaú BBA, publicado nesta semana, a crescente intenção dos Estados Unidos de aplicar tarifas recíprocas em resposta a medidas adotadas por outras potências globais trouxe incertezas aos mercados e aumentou o risco de desaceleração econômica mundial. Esse cenário pode impactar diretamente a demanda global por commodities como café, suco de laranja e algodão, pressionando seus preços e afetando, principalmente, exportadores como o Brasil.

Apesar dos riscos, o relatório também aponta oportunidades comerciais para o Brasil em um cenário intermediário — sem recessão e com tarifas moderadas. Nessa hipótese, o país poderia ampliar sua competitividade em mercados estratégicos como México, Canadá, China e União Europeia, aproveitando as barreiras comerciais impostas aos produtos americanos. Essa mudança no equilíbrio global pode favorecer as exportações brasileiras, especialmente em setores já consolidados.

No campo das commodities, o café brasileiro mantém sua competitividade frente a concorrentes asiáticos mais afetados pelas tarifas dos EUA. No entanto, o suco de laranja pode enfrentar dificuldades para manter seu espaço no mercado norte-americano. Já as carnes brasileiras, segundo o Itaú BBA, têm espaço para crescer em destinos hoje dominados pelos EUA. A soja e o algodão também aparecem como destaques: com a escalada das tensões entre Washington e Pequim, o Brasil pode expandir suas vendas à China, ainda que a demanda chinesa por algodão esteja mais fraca este ano.

O cenário, no entanto, permanece indefinido. Um eventual acordo comercial entre EUA e China, como o da “fase um” em 2020 — que não foi plenamente cumprido por Pequim —, pode limitar os ganhos brasileiros. O desfecho dependerá da evolução das tensões geopolíticas e dos termos dos próximos acordos comerciais, sobretudo envolvendo o mercado chinês.

 





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Agende a troca da parabólica com a Siga Antenado


Siga Antenado é o nome fantasia da Entidade Administradora da Faixa de 3,5 GHz (EAF), uma entidade não governamental e sem fins lucrativos criada por determinação da Anatel.

A Siga Antenado é a responsável por apoiar a população de menor renda na troca da parabólica tradicional pela nova parabólica digital de forma totalmente gratuita.

Já está disponível em todas as cidades do Brasil, e já foram realizadas mais de 4 milhões de trocas gratuitas.

Quem não fizer a substituição dos equipamentos pode ter instabilidade no sinal de TV, pois a tecnologia 5G gera interferência e pode até interromper o sinal transmitido para as parabólicas tradicionais.

parabólica tradicionalparabólica tradicional
Foto: Siga Antenado

Para ter direito a troca gratuita oferecida pela Siga Antenado é necessário estar dentro dos seguintes requisitos:

  • Ser beneficiário de programa social do governo federal
  • Ter a parabólica tradicional instalada e funcionando

Para quem se encaixa nesses requisitos a Siga Antenado cuida de tudo! É só entrar em contato pelo telefone 0800 729 2404 ou acessar o site sigaantenado.com.br e informar os seus dados para saber se tem direito.

Se você tiver direito, é muito fácil! É só escolher o dia da instalação, e o técnico da Siga Antenado vai até a sua casa para realizar é troca. É tudo 100% gratuito, nada deve ser cobrado.

O técnico levará até a sua casa o kit completo disponibilizado pela Siga Antenado, com a antena parabólica digital, receptor, controle remoto e até as pilhas.

A nova parabólica digital cria uma nova experiência de assistir TV. Aqui estão os 8 principais benefícios para você trocar seus equipamentos agora mesmo:

  • Imagem perfeita, sem sombras e sem chuvisco
  • Som de qualidade, sem chiados
  • Mais de 80 canais, incluindo os regionais
  • Equipamentos modernos e tecnológicos
  • Antena de tamanho menor
  • A programação continua gratuita
  • Nomes e números de canais passam a ser padronizados
  • Novos canais sintonizados automaticamente
Siga AntenadoSiga Antenado

Quem possui em casa uma antena espinha de peixe, antena digital interna ou TV por assinatura, não necessita realizar a troca, pois o sinal já é digital e não sofrerá com as interferências. Só é preciso realizar a troca quem assiste TV por meio das parabólicas tradicionais, aquelas grandonas e todas furadinhas.

Mas quem possui uma parabólica tradicional em funcionamento e não é beneficiário
de programa social do governo federal, ou seja, não tem direito à troca gratuita, pode adquirir a nova parabólica digital em qualquer lugar do Brasil, é só procurar um antenista da região para realizar a instalação.

Não deixe para a última hora e troque agora mesmo a sua parabólica. Entre em contato com a Siga Antenado para quaisquer dúvidas:
0800 729 2404
sigaantenado.com.br



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Alerta laranja! Chuvas de até 100 mm podem atingir todos os estados do Sudeste



Áreas de instabilidade devem provocar chuvas fortes, com rajadas de vento de até 100 km/h nos quatro estados da Região Sudeste. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a condição climática (Alerta Laranja) tem grau de severidade considerado perigoso, com riscos potenciais à população.

A chuva pode acumular entre 30 e 60 mm por hora, ou entre 50 e 100 mm ao dia, acompanhada de ventos intensos (60 a 100 km/h). O órgão meteorológico alerta para risco de cortes de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas.

Áreas atingidas pela chuva

  • Minas Gerais: Zona Central, Zona da Mata, Oeste, Sul, Sudoeste, Região Metropolitana de Belo Horizonte, Triângulo Mineiro/Alto Paranaíba, Campo das Vertentes, Jequitinhonha e Norte do estado.
  • Espírito Santo: Vale do Rio Doce, regiões Central, Sul e Noroeste do estado.
  • São Paulo: Campinas, Ribeirão Preto, Araraquara, Vale do Paraíba, Piracicaba e Região Metropolitana de São Paulo.
  • Rio de Janeiro: Regiões Noroeste, Norte e Sul Fluminense.

Alerta Amarelo

Outra grande área do território brasileiro também segue em estado de atenção por causa da chuva, porém com menor intensidade. Todos os estados do Centro-Oeste — incluindo o Distrito Federal —, parte de São Paulo, Acre, Amazonas e Rondônia estão sob essa condição.

Instruções

O Inmet orienta que, em caso de rajadas de vento, as pessoas não se abriguem debaixo de árvores, devido ao risco de quedas e descargas elétricas, e que evitem estacionar veículos próximos a torres de transmissão ou placas de propaganda.

“Se possível, desligue aparelhos elétricos e o quadro geral de energia. Obtenha mais informações junto à Defesa Civil (telefone 199) e ao Corpo de Bombeiros (telefone 193)”, informa o comunicado.



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Castrolanda anuncia R$ 12 milhões em investimentos



A cooperativa Castrolanda, em Castro, região dos Campos Gerais do Paraná, lançou na terça-feira (15) a nova campanha da Agroleite 2025, que acontece de 5 a 8 de agosto. Os visitantes e produtores rurais que visitarem a feira, vão poder usufruir de uma nova infraestrutura ampliada. O evento deve atrair público de mais de 160 mil pessoas. A cidade, considerada a capital nacional do leite, prepara-se para uma das principais feiras e maior vitrine da cadeia leiteira da América Latina. A feira chega na 25ª edição com a meta de superar R$ 500 milhões em negócios.

Em coletiva de imprensa, os organizadores anunciaram investimentos de R$ 12 milhões no Castrolanda Expo Center, espaço onde ocorre a exposição. Os recursos serão aplicados na construção de 14 casas e sobrados comerciais e institucionais. Do ano passado para este o número ‘imóveis’ dentro do espaço de exposição e negócios passa de 35 para 50.Além de uma nova sede para a organização do evento e um pavilhão que irá centralizar as palestras. As construções serão entregues em julho.

Gustavo Viganó, gerente da Agroleite, explicou que os investimentos no parque vão possibilitar a vinda de novas bases comerciais, enriquecendo o pool de empresas já existente na feira. O Castrolanda Expocenter se preparada para abrigar um parque tecnológico, “um vetor de conexão fundamental, um propulsor e canalizador de tecnologia que traz soluções para o setor”, disse o gerente.  

O presidente da Castrolanda, Willem Berend Bouwman, destacou o papel da cooperativa frente aos desafios e preocupações do setor. Nesse sentido, a feira representa uma oportunidade de acesso a novas tecnologias e um importante palco para o fortalecimento da cadeia produtiva, contribuindo para que o produtor alcance melhores resultados.

“Nós queremos que o produtor possa buscar aqui essa informação e consiga viabilizar o seu negócio, fique na propriedade, trazendo oportunidade para a sua família, gerando riquezas. Hoje o Brasil é um importador de leite e nós temos um grande potencial de sermos exportadores. Para isso nós temos que ser cada vez mais eficientes”, declarou Bouwman.



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