terça-feira, março 10, 2026
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Custo do confinamento recua em SP e GO após quatro meses de alta, aponta levantamento


Vista área do confinamento de bovinos na fazenda Nova Piratinga. Foto: Reprodução/Giro do Boi
Vista área do confinamento de bovinos na fazenda Nova Piratinga. Foto: Reprodução/Giro do Boi

O Índice de Custos de Bovinos Confinados (ICBC) registrou queda no custo da diária do confinamento em São Paulo e Goiás no balanço de fevereiro de 2026. Os dados foram apresentados no programa Giro do Boi, com análise do zootecnista Gustavo Sartorello, coordenador do levantamento.

Após quatro meses consecutivos de alta, a chamada inflação do boi de cocho recuou no período. Em São Paulo, o custo da diária apresentou queda superior a 4% em fevereiro. Em Goiás, a redução foi de 4% no mês, com queda acumulada de 8% nos últimos dois meses.

Confira:

Redução nos insumos influencia resultado

A queda no custo da diária está ligada ao recuo nos preços dos insumos utilizados na alimentação dos animais em confinamento. Entre os componentes da dieta estão milho, farelo e volumoso, itens que impactam o custo de produção.

Com a mudança nos preços, o levantamento aponta que produzir arrobas no confinamento apresenta custo menor em comparação com o mesmo período de 2025.

Custo da arroba e margem no confinamento

Segundo o levantamento da USP/Pirassununga, o custo estimado para produção de arroba no confinamento apresenta diferença entre os estados.

Em São Paulo, o custo da arroba produzida está estimado em R$ 260, com margem aproximada de R$ 80 por arroba. Em Goiás, o custo estimado é de R$ 227, com margem em torno de R$ 89 por arroba.

O ganho médio considerado no confinamento é de nove arrobas por animal no cocho.

Reposição entra no radar do confinador

O levantamento também indica atenção ao valor do boi magro, utilizado na reposição do confinamento. A valorização do animal de reposição passa a influenciar a margem obtida com a redução dos custos da dieta.

A estratégia apontada para o confinamento é ampliar o peso de saída dos animais, com aumento do número de arrobas produzidas. A indicação é entregar animais entre 21 e 23 arrobas, com diluição do custo de aquisição do boi magro.

Durante a apresentação do índice, Sartorello destacou a importância da gestão de custos na atividade pecuária. “Não decida por impulso. Use planilhas e dados reais para saber se o spread entre o boi magro e o boi gordo permite o lucro desejado”.

Com informações de: girodoboi.canalrural.com.br.

Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.

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