domingo, julho 5, 2026

Agro

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Senado aprova Semana Nacional de Promoção da Pesca Artesanal


A Comissão de Agricultura do Senado aprovou a criação da Semana Nacional de Promoção da Pesca Artesanal, uma iniciativa que busca valorizar o setor e ampliar o debate sobre políticas públicas voltadas à atividade no Brasil.

Importância da Pesca Artesanal

O projeto prevê a realização de ações de conscientização sobre a importância econômica, social e cultural da pesca artesanal, responsável por grande parte do pescado consumido no mercado interno.

  • Geração de renda e permanência de famílias em comunidades costeiras, ribeirinhas e pantaneiras.
  • Contribuição para a segurança alimentar no país.
  • Proteção da memória e do orgulho identitário do pescador e das populações tradicionais.

Comemorações e Objetivos

As comemorações devem acontecer na semana do dia 29 de junho, data de São Pedro, padroeiro dos pescadores. Segundo o relator da proposta, a medida cria um ambiente favorável para o fortalecimento de políticas públicas com foco na sustentabilidade ambiental e na valorização dos saberes tradicionais.

Marco Institucional

O projeto cria um marco institucional propício para o debate e fomento de políticas públicas estruturantes, servindo como catalisadora para ações governamentais voltadas à extensão pesqueira, organização cooperativa e regularização profissional do pescador e da pescadora.

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AgroNewsPolítica & Agro

Cacau fecha semana em queda moderada



A ausência de uma tendência definida sugere cautela entre os participantes


A ausência de uma tendência definida sugere cautela entre os participantes
A ausência de uma tendência definida sugere cautela entre os participantes – Foto: Pixabay

O mercado internacional de cacau passou por uma semana de ajustes moderados, com os contratos futuros operando sem direção definida e encerrando o período em queda. Segundo análise da StoneX, o movimento entre 20 e 27 de abril indica um cenário de acomodação, no qual os preços encontraram limites para avanços mais consistentes e também para novas baixas.

Em Nova Iorque, o contrato com vencimento em maio de 2026 recuou 2,4% no intervalo analisado, encerrando a 3.218 dólares por tonelada. Em Londres, o contrato equivalente também perdeu força, com queda de 2,1%, fechando a 2.420 libras por tonelada. As variações ocorreram dentro de uma faixa relativamente estreita, reforçando a leitura de que o mercado ainda busca uma direção mais clara no curto prazo.

A ausência de uma tendência definida sugere cautela entre os participantes, que observam tanto os limites para uma recuperação mais forte quanto os fatores que impedem quedas mais acentuadas. Esse comportamento mantém os preços em um período de maior equilíbrio, após fases de volatilidade mais intensa na commodity.

Apesar da acomodação recente, o cenário para a próxima safra segue cercado de atenção. Fragilidades financeiras no Oeste Africano podem gerar riscos produtivos relevantes, considerando a importância da região para a oferta global de cacau. Esse fator adiciona incerteza ao mercado, mesmo em um momento em que as cotações demonstram menor amplitude de oscilação.

Com isso, o desempenho recente dos contratos futuros reflete um ambiente de espera, no qual os agentes acompanham a evolução das condições financeiras e produtivas nos principais países produtores. A combinação entre preços ajustados e possíveis riscos à produção deve seguir no radar do mercado nas próximas semanas.

 





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Enssoja 2026 reúne lideranças da cadeia de sementes de soja em Foz do Iguaçu


Foz do Iguaçu, no Paraná, receberá entre os dias 6 e 8 de maio de 2026 um dos principais eventos da cadeia de sementes de soja do Brasil, o Enssoja 2026. O encontro reunirá lideranças, especialistas e empresas para discutir os rumos do setor, abordando temas que impactam diretamente a produtividade e a competitividade da cultura no campo.

Programação do evento

A programação do Enssoja 2026 incluirá painéis sobre:

  • Perspectivas do mercado da soja para as próximas safras
  • Inovação e tecnologia voltadas à alta produtividade
  • Desafios políticos e institucionais da cadeia de sementes

Desafios do setor

O evento será uma oportunidade para discutir questões econômicas, tanto macro quanto microeconômicas, além de perspectivas mercadológicas. Os participantes também abordarão a realidade da rentabilidade, liquidez e questões creditícias que envolvem o negócio.

Importância do encontro

Considerado um dos mais relevantes do setor, o Enssoja 2026 deve reunir representantes de diferentes regiões produtoras do país. O canal rural acompanhará de perto as discussões e as principais novidades do evento.

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Periquitões-maracanãs resgatados no interior do Acre são recebidos pelo Ibam


Periquitões-maracanãs
Foto: Ibama/AC

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) recebeu quatro aves da espécie periquitão-maracanã (Psittacara leucophthalmus) resgatadas no município de Sena Madureira, no Acre.

Os animais foram encaminhados pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente da cidade, que acionou o Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) do Ibama para garantir o atendimento adequado.

As aves foram encontradas na região do ramal Cassiriam, no município de Sena Madureira e, após o resgate, passaram a integrar o grupo de outros dois indivíduos da mesma espécie que já estavam em recuperação no Cetas.

No local, os animais recebem cuidados especializados voltados à reabilitação física e comportamental, etapa fundamental para o retorno seguro à natureza.

Expectativa

Com a evolução do quadro clínico, a expectativa é de que os seis periquitões-maracanãs possam ser devolvidos ao habitat em breve, retomando a vida livre.

O Ibama destaca que o período atual corresponde à época de reprodução de diversas espécies de psitacídeos, como papagaios e maracanãs.

Cuidados

Nesses casos, ao encontrar filhotes, é importante observar se os pais estão nas proximidades antes de qualquer intervenção. Na ausência dos responsáveis, a orientação é acionar os órgãos ambientais para o encaminhamento adequado ao Cetas.

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Mistura de etanol na gasolina deve subir para 32% a partir de maio


O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, anunciou que a mistura de etanol na gasolina deve ser elevada para 32% a partir de maio. Essa medida visa zerar a dependência externa do Brasil em relação à importação de combustíveis, colocando o país em condição de autossuficiência.

Detalhes da proposta

A proposta de aumento da mistura de etanol será submetida ao Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) na próxima reunião, prevista para maio. Se aprovada, a medida terá caráter temporário, com vigência inicial de 180 dias, podendo ser prorrogada.

Impactos esperados

  • Redução de cerca de 500 milhões de litros de combustíveis importados por mês.
  • Possibilidade de autossuficiência do Brasil em combustíveis pela primeira vez.
  • A mudança foi viabilizada pela Lei do Combustível do Futuro, sancionada em 2024.

Próximos passos

A decisão final sobre a proposta será tomada na reunião do CNPE, onde o governo federal apresentará os detalhes da nova mistura obrigatória de etanol na gasolina.

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Acordo Mercosul e União Europeia: o Brasil encara a realidade do mercado global


Bandeira do Mercosul
Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

A entrada em vigor do acordo entre o Mercosul e a União Europeia não é apenas um ajuste de tarifas; é um choque de realidade.

De um lado, temos o agronegócio, moderno, competitivo e pronto para conquistar as gôndolas europeias. Do outro, uma indústria nacional que, por décadas, se acostumou com o conforto de muros tarifários e que agora se vê diante do espelho da eficiência global.

O grande protagonista deste novo capítulo é, sem dúvida, o produtor rural brasileiro. Com tarifa zero imediata para 82% das nossas exportações, o agro rompe as últimas correntes que o impediam de dominar o mercado europeu.

Frutas frescas, café solúvel, farelo de soja e óleos vegetais agora entram na Europa sem o peso dos impostos que antes encareciam o produto brasileiro frente aos concorrentes.

Para setores como a carne bovina e o açúcar, que operam sob cotas, o acesso privilegiado representa uma entrada de capital bilionária. O agronegócio prova que, quando há investimento em tecnologia e gestão, o Brasil não deve nada a ninguém.

Devemos questionar: por que o resto do país não seguiu o mesmo exemplo? Enquanto o campo celebra, o setor industrial brasileiro encara um cenário de urgência.

Durante anos, o discurso de “proteger a indústria nacional” serviu de pretexto para manter impostos de importação astronômicos. O resultado foi a manutenção de fábricas, muitas vezes, obsoletas e produtos caros para o consumidor final.

Com a redução gradual das tarifas para bens europeus, que incluem desde vinhos e queijos finos até máquinas industriais e produtos químicos de alta tecnologia, a “redoma” acabou.

A indústria brasileira terá de aprender, na marra, a competir com a precisão alemã e o design italiano. Não há mais espaço para ineficiência. Ou as fábricas brasileiras se modernizam, aproveitando justamente a importação mais barata de bens de capital europeus, ou serão engolidas pela qualidade e preço do mercado externo.

Para quem está na ponta final, o consumidor, o acordo é uma vitória inquestionável. A médio prazo, a queda de preços em itens que antes eram considerados “de luxo” e a modernização da base produtiva interna devem aliviar o bolso do brasileiro.

Mais do que isso, a exigência europeia por padrões ambientais rigorosos obriga o Brasil a subir o nível de sua governança, o que é benéfico para todos.

Importância

O acordo Mercosul-UE é o xeque-mate no isolacionismo. Ele premia a competência do agronegócio e expõe as feridas de uma indústria que parou no tempo. O Brasil agora joga a Champions League do comércio mundial.

Se soubermos usar a força do campo para financiar a modernização das cidades e das fábricas, estaremos trilhando o caminho definitivo para o desenvolvimento.

O tempo de se esconder atrás de tarifas acabou; agora, o que vale é a competência.

Miguel Daoud

*Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural


Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.

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AgroNewsPolítica & Agro

Colheita argentina avança com ritmos distintos


A colheita de grãos na Argentina avança em ritmo desigual, com ganhos de produtividade em algumas regiões e atrasos ainda relevantes frente à média histórica em parte das lavouras. Segundo a Bolsa de Cereais de Buenos Aires, a melhora nos rendimentos do girassol elevou a projeção de produção da cultura para 6,6 milhões de toneladas.

No caso da soja, a colheita alcança 18,3% dos 17,2 milhões de hectares, após avanço semanal de 8 pontos percentuais. O rendimento médio nacional está em 37 sacas por hectare. Embora os trabalhos tenham ganhado ritmo e estejam quase 4 pontos percentuais à frente da campanha anterior, ainda há atraso de 11 pontos em relação à média das últimas cinco safras.

A soja de primeira avança com fluidez nos dois núcleos produtivos. No Núcleo Norte, os rendimentos médios chegam a 39,6 sacas por hectare, enquanto no Núcleo Sul alcançam 40,5 sacas por hectare, ambos acima dos registros históricos. No Norte de La Pampa e Oeste de Buenos Aires, apesar das dificuldades de colheita por falta de piso, os resultados médios chegam a 41,4 sacas por hectare, favorecidos pelas chuvas acumuladas ao longo do ciclo. A soja de segunda tem 1,3% da área apta colhida, com 84% da superfície ainda em pé em condição normal a excelente. A projeção de produção foi mantida em 48,6 milhões de toneladas.

No milho, a colheita chegou a 28% da área apta, com avanço semanal de 1,5 ponto percentual e rendimento médio de 86,8 sacas por hectare. A melhora do clima permite a retomada gradual dos trabalhos, embora a prioridade dada à soja de primeira limite o ritmo. Os rendimentos estão em 100,5 sacas por hectare no Núcleo Norte e 95,4 no Núcleo Sul. A projeção segue em 61 milhões de toneladas.

Já o girassol atingiu 97% da área apta colhida, após avanço semanal de 5,7 pontos. Mesmo com grande variação nos rendimentos, os resultados médios ficaram acima dos observados anteriormente e também das expectativas informadas por produtores, especialmente no Sudeste de Buenos Aires, que reúne 19% da área semeada.

 





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AgroNewsPolítica & AgroSafra

Petróleo cai 9% após o Irã declarar aberto o Estreito de Ormuz


Logotipo Reuters

Por Georgina McCartney

HOUSTON, 17 Abr (Reuters) – Os preços do petróleo caíram cerca de 9% nesta sexta-feira, depois que o Irã disse que a passagem de todos os navios comerciais pelo Estreito de Ormuz estava aberta durante o período restante do cessar-fogo e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que o Irã concordou em nunca mais fechar o estreito.

Os contratos futuros do petróleo Brent fecharam em queda de US$9,01, ou 9,07%, a US$90,38 por barril, depois de atingir uma mínima da sessão de US$86,09. Os contratos futuros do petróleo West Texas Intermediate  dos Estados Unidos fecharam em queda de US$10,48, ou 11,45%, a US$83,85 por barril, depois de registrar uma mínima de US$80,56.

Ambos os contratos registraram suas maiores quedas diárias desde 8 de abril.

Todos os navios podem navegar pelo Estreito de Ormuz, mas isso precisa ser coordenado com o Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã, disse uma autoridade de alto escalão iraniano à Reuters, acrescentando que o descongelamento dos fundos iranianos fazia parte do acordo.

“Com o mercado agora desfazendo rapidamente o prêmio de risco extremo criado nas últimas duas semanas, o petróleo está voltando a precificar a normalização do fluxo real em vez do risco de interrupção”, disseram analistas da Gelber & Associates em uma nota.

Cerca de 20 navios foram vistos se deslocando do Golfo em direção à saída pelo Estreito de Ormuz, de acordo com dados de rastreamento de navios.

(Reportagem de Georgina McCartney em Houston, Robert Harvey, Ahmad Ghaddar, Shadia Nasralla e Seher Dareen em Londres, Helen Clark em Perth; edição de Louise Heavens, Kirsten Donovan, Nia Williams e Bill Berkrot)





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Leilões da 91ª ExpoZebu já somam mais de R$ 200 milhões em faturamento


Zebuíno
Foto: Ascom/Seagro

A agenda de leilões e shoppings da 91ª ExpoZebu segue impulsionando o mercado da pecuária zebuína e já alcançou R$ 200.148.286,00 em faturamento. Nesta quinta-feira (30), foram realizados sete remates oficiais. A programação comercial da feira continua até o dia 4 de maio.

O Leilão Só Elas – Tulipa Agropecuária Edição ExpoZebu movimentou R$ 5.755.000,00 com a venda de 33 animais. A média por exemplar foi de R$ 174.393,93. O destaque do remate foi Essência, negociada por R$ 1.600.000,00.

Já o Leilão Nação Gir Leiteiro registrou faturamento de R$ 5.205.897,00 com a comercialização de 30 animais. A média por cabeça ficou em R$ 173.529,00. O maior lance foi para 66,66% de Adana FIV Shamrock, comercializada por R$ 479.952,00.

No Leilão Caminho da Índia, foram negociados 30 animais, totalizando R$ 6.726.000,00. A média por exemplar foi de R$ 224.200,00. O destaque foi Cheia de Graça Rib., arrematada por R$ 1.955.000,00.

O 3º Leilão do Condomínio Induberaba & Convidados comercializou 22 animais e movimentou R$ 393.440,00. A média registrada foi de R$ 17.883,64 por cabeça. O maior valor do remate foi para 50% de Diamante, negociado por R$ 90.000,00.

O Leilão ExpoZebu Camparino e Amigos somou R$ 4.239.000,00 com a venda de 30 animais. A média por exemplar foi de R$ 141.300,00. O maior lance foi de 50% de Eleonor FIV RBA, vendida por R$ 705.000,00.

No 5º Leilão de Sêmen da ACBB, foram comercializados 30 lotes, totalizando R$ 198.450,00. A média registrada foi de R$ 6.615,00. Os destaques foram os reprodutores JDH Wellington Manso 527/11 e Mr. MCC Polled Smoke 14/9.

Por fim, o 7º Leilão Pilares da Raça movimentou R$ 2.474.800,00 com a comercialização de 30 animais. A média por cabeça foi de R$ 82.493,33. O maior valor foi do lote 777 (pacote de embriões), negociado por R$ 772.000,00.

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‘2026 não premiará o maior produtor, mas sim o mais bem gerido’, diz pesquisador da Embrapa Gado de Corte


Foto: Reprodução/Giro do Boi.
Foto: Reprodução/Giro do Boi.

O programa Giro do Boi desta semana recebeu Guilherme Malafaia, coordenador do Centro de Inteligência da Carne Bovina (CiCarne) e pesquisador da Embrapa Gado de Corte, para discutir os desafios atuais da pecuária.

Apesar dos preços da arroba estarem em patamares interessantes, Malafaia advertiu que 2026 pode ser um ano de “tempestade perfeita”, pedindo uma transição do empirismo para a gestão profissional por parte dos produtores.

De acordo com a Embrapa, o êxito na pecuária contemporânea requer uma visão estratégica que abarca desde a geopolítica de fertilizantes até o monitoramento rigoroso das margens de lucro. “Produzir bem é apenas o primeiro passo; a sobrevivência financeira exige gestão de custo de capital e de risco”, afirmou Malafaia.

Confira:

Fatores externos afetam a produção

A Embrapa também destacou a necessidade de atenção redobrada devido a fatores externos que podem impactar a próxima safra. Conflitos na Rússia e no Oriente Médio aumentam as incertezas sobre o fornecimento de fertilizantes, especialmente os nitrogenados. Para enfrentar esses desafios, a eficiência no uso de tecnologias e a adoção de alternativas como a Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF) são recomendadas.

Com a cota de exportação para a China já atingindo seu teto de 1,1 milhão de toneladas em maio, o Brasil deverá direcionar esforços para mercados premium, como Japão e Coreia do Sul, que exigem rastreabilidade individual. A intensificação da produção, através de Terminação Intensiva a Pasto (TIP) ou confinamento, deve ser acompanhada de resiliência, conforme orientações da Embrapa.

Abate e investimentos em sustentabilidade

O abate de animais mais jovens (com 18 a 24 meses) é uma estratégia para reduzir a exposição aos riscos climáticos, como o fenômeno El Niño, além de otimizar o giro de capital. Investir nos 100 milhões de hectares degradados no Brasil é considerado uma forma eficiente de aumentar a produção. A Embrapa também apresenta programas como a Carne Carbono Neutro (CCN) como oportunidades para acessar mercados que pagam bônus por iniciativas sustentáveis.

Malafaia enfatizou que “2026 não premiará o maior produtor, mas sim o mais bem gerido”, ressaltando a importância da inteligência de dados e da sustentabilidade na manutenção da rentabilidade na pecuária brasileira.

Com informações de: girodoboi.canalrural.com.br.

Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.

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