sábado, junho 27, 2026

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Comissão da Câmara debate concessão da BR-364 entre Mato Grosso e Rondônia


Ministro cita R$ 240 bilhões contratados em obras rodoviárias em três anos

A Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados realiza, nesta terça-feira (26), às 10 horas, uma audiência para discutir questões relacionadas à concessão da BR-364, no trecho que liga Mato Grosso a Rondônia. O debate será interativo e deve tratar da cobrança de pedágio, do plano de obras e das obrigações previstas no contrato firmado após a conclusão do processo de concessão em 2025.

O requerimento para a audiência foi apresentado pelo deputado Rafael Fera (Pode-RO). Segundo o parlamentar, a BR-364 integra um eixo logístico relevante para Rondônia, com ligação à região Centro-Oeste, por onde passa parte da produção do estado.

Entre os pontos levantados pelo deputado está a cobrança antecipada de pedágio antes da execução de obras de infraestrutura no trecho concedido. Ele afirma que o processo deveria ter sido antecedido por procedimentos técnicos e por ampla discussão com a sociedade local.

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A audiência também deve abordar o acesso ao plano de execução das obras, aos documentos que embasaram os valores das tarifas autorizadas em contrato e à autorização da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) para a cobrança antecipada, já com valores corrigidos. O material com a lista de convidados e eventuais documentos técnicos complementares não foi detalhado no conteúdo disponível.

Outro foco do debate são as obrigações da concessão, como duplicação, implantação de faixas adicionais, acostamentos, passarelas, pontos de parada de ônibus e áreas de descanso para caminhoneiros. Em corredores usados para transporte de grãos, proteína animal, insumos e combustíveis, a execução ou o atraso dessas etapas pode alterar tempo de viagem, previsibilidade operacional e custo logístico.

O resultado da discussão pode indicar o nível de transparência sobre o contrato e o andamento das intervenções previstas, tema acompanhado por transportadores, embarcadores e agentes das cadeias produtivas da região.

Até o momento, o conteúdo divulgado informa a realização da audiência, mas não apresenta cronograma atualizado de obras, valores detalhados das tarifas nem manifestação técnica da concessionária ou da ANTT. Esses pontos tendem a orientar os próximos desdobramentos regulatórios e operacionais da concessão.

Fonte: camara.leg.br

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China amplia compras dos EUA, mas demanda por soja brasileira segue alta, avalia Cepea


grãos - soja
Foto: R.R. Rufino/Embrapa

Os preços futuros da soja negociados nos Estados Unidos seguem em recuperação, impulsionados pelo avanço dos acordos comerciais entre os governos norte-americano e chinês. A China, principal compradora global da oleaginosa, comprometeu-se a adquirir dos Estados Unidos cerca de US$ 17 bilhões por ano em produtos agrícolas, incluindo 25 milhões de toneladas de soja.

Outro fator que reforça a competitividade norte-americana é a queda do dólar abaixo de R$ 5,00, cenário que tende a favorecer as exportações dos Estados Unidos no mercado internacional.

Apesar disso, pesquisadores do Cepea avaliam que a demanda chinesa pela soja brasileira deve permanecer elevada. Segundo o centro de pesquisas, o menor prêmio de exportação praticado no Brasil continua sendo um diferencial competitivo importante para o mercado nacional.

Demanda externa sustenta valorização no Brasil

De acordo com o Cepea, a valorização doméstica da soja em grão observada na última semana esteve atrelada à firme demanda, principalmente do mercado externo, pela oleaginosa brasileira.

Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) mostram que a média diária de exportações de soja neste mês, considerando 10 dias úteis, supera em 18,5% o volume registrado no mês anterior.

O desempenho reforça o ritmo aquecido dos embarques brasileiros após o recorde exportado em abril, mantendo o Brasil em posição estratégica no abastecimento global da commodity.

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Semana começa com chuva e alerta de temporais em algumas regiões do país


temporais na previsão do tempo
Foto: Pixabay

A segunda-feira (25) começa com redução gradual da instabilidade em parte do país, mas ainda há alerta para temporais em áreas do Sul e chuva persistente no litoral do Sudeste. Segundo a previsão da Climatempo, a massa de ar frio perde intensidade aos poucos, embora as manhãs continuem com temperaturas amenas em várias regiões.

Sul

No Rio Grande do Sul, o tempo firme predomina durante a manhã, mas a nebulosidade continua elevada ao longo do dia. Entre a tarde e a noite, há risco de pancadas de chuva moderadas a fortes no noroeste, nordeste, Serra, litoral norte, Grande Porto Alegre e Costa Doce.

O avanço da umidade em baixos níveis e a atuação de um cavado meteorológico favorecem a formação de temporais, especialmente no extremo norte gaúcho, com destaque para Erechim e Passo Fundo. Durante a madrugada, as chuvas também avançam para áreas do centro-sul do estado, embora com intensidade mais fraca.

Em Santa Catarina e no Paraná, a instabilidade diminui em relação ao fim de semana, mas a circulação marítima ainda mantém muitas nuvens e chuva fraca a moderada entre o litoral, Serra e leste catarinense. Já no oeste catarinense e no interior paranaense, as pancadas podem ganhar força ao longo da tarde, acompanhadas de trovoadas.

Sudeste

A atuação de um cavado em médios níveis da atmosfera e a circulação de umidade mantêm o tempo instável, principalmente no leste paulista. Em São Paulo, a previsão ainda é de céu encoberto e chuva em vários momentos do dia, especialmente no litoral, Vale do Paraíba e Grande São Paulo. Apesar disso, a tendência é de diminuição gradual da intensidade das precipitações em relação ao fim de semana.

No interior paulista, o tempo fica mais aberto, com possibilidade apenas de chuvas rápidas e isoladas em cidades como Franca e Presidente Prudente.

Minas Gerais também terá maior presença de nuvens no sul do estado, Zona da Mata e Triângulo Mineiro, onde podem ocorrer pancadas fracas a moderadas com trovoadas. No Rio de Janeiro, a chuva deve persistir principalmente no litoral, Costa Verde e sul fluminense. Já no sul do Espírito Santo, a circulação marítima mantém o risco de chuva ao longo do dia.

As temperaturas seguem mais baixas no centro-sul paulista, sul mineiro e parte do território fluminense devido ao tempo fechado e à infiltração marítima.

Centro-Oeste

No Centro-Oeste, o tempo firme predomina em grande parte da região. Mato Grosso e Goiás terão sol entre poucas nuvens e temperaturas elevadas durante a tarde, aumentando a sensação de calor e tempo seco.

Em Mato Grosso do Sul, especialmente nas regiões sul e sudeste, a combinação de umidade e cavado meteorológico favorece pancadas isoladas de chuva ao longo do dia, com possibilidade de maior intensidade durante a noite.

Nordeste

A circulação marítima continua favorecendo chuva em parte da faixa leste do Nordeste. Entre o litoral da Bahia, Sergipe, Alagoas e Pernambuco, há previsão de chuva fraca a moderada em vários momentos do dia, principalmente nas áreas costeiras. Em Salvador, as pancadas podem ocorrer com maior intensidade.

Já no Maranhão e norte do Piauí, a atuação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) mantém o risco de temporais isolados. Enquanto isso, o interior nordestino segue com predomínio de tempo seco e baixa umidade relativa do ar, principalmente no oeste da Bahia, sul do Maranhão e sul do Piauí.

Norte

Na região Norte, o calor e a alta umidade mantêm a atmosfera instável. Capitais como Belém, Manaus, Boa Vista e Macapá começam o dia com muitas nuvens e pancadas de chuva. Ao longo da tarde e da noite, os temporais se espalham pelo Amapá, Roraima, norte do Amazonas e litoral do Pará.

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Bolsas da Europa sobem com avanço de negociações entre EUA e Irã


EUA prorrogam isenção temporária para petróleo russo retido no mar

As bolsas europeias operaram em alta na manhã desta segunda-feira (25), em meio ao avanço das negociações entre Estados Unidos e Irã e à queda das cotações do petróleo. Por volta das 6h25, no horário de Brasília, o índice pan-europeu Stoxx 600 subia 0,78%, aos 629,97 pontos. O movimento ocorreu após declarações de autoridades e do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre tratativas em andamento com Teerã.

Segundo informações divulgadas pela CNBC, o mercado reagiu à avaliação de que um possível acordo pode reduzir o risco geopolítico no Oriente Médio e reabrir o Estreito de Ormuz, rota por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial. A redução dessa incerteza pressionou para baixo os preços da energia e melhorou o apetite por ativos de risco na Europa.

No início da manhã, o petróleo Brent caía mais de 5%, para cerca de US$ 95 por barril, voltando a ficar abaixo de US$ 100. Entre os setores europeus, os destaques de alta eram viagem e lazer, com avanço de 1,8%, e bancos, com 1,4%.

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Às 6h41, a Bolsa de Paris subia 1,44%, Frankfurt avançava 1,39% e Milão ganhava 0,99%. Madri e Lisboa registravam altas de 1,72% e 0,59%, respectivamente. A liquidez, porém, tendia a ser mais restrita, em razão de feriados no Reino Unido e nos Estados Unidos.

No domingo (24), Trump afirmou, em publicação na Truth Social, que as negociações com o Irã avançavam de forma “ordeira e construtiva”. Autoridades regionais também indicaram que os dois países estariam próximos de um entendimento para encerrar a guerra.

Para o setor agropecuário, o comportamento do petróleo é um indicador relevante porque influencia combustíveis, fretes e parte dos custos operacionais ao longo das cadeias produtivas. Ainda assim, o conteúdo disponível não detalha efeitos imediatos sobre preços internos de diesel, fertilizantes ou logística rural.

O mercado seguirá monitorando os desdobramentos diplomáticos no Oriente Médio e o comportamento do Brent nos próximos dias. Sem novos detalhes oficiais sobre o acordo e seus prazos, ainda não há base suficiente para projetar efeitos mais amplos sobre custos do setor produtivo.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Bolsas da Europa sobem com avanço de negociações entre EUA e Irã


Juros abrem pressionados com alta do petróleo e avanço dos rendimentos globais

As bolsas europeias operavam em alta na manhã desta segunda-feira (25), após sinais de avanço nas negociações entre Estados Unidos e Irã. O movimento foi acompanhado por queda de mais de 5% no petróleo Brent, que recuava para cerca de US$ 95 por barril e voltava a ficar abaixo de US$ 100. O cenário reduziu preocupações com a economia global e favoreceu ativos de risco na Europa.

Por volta de 6h25, no horário de Brasília, o índice pan-europeu Stoxx 600 subia 0,78%, a 629,97 pontos, segundo dados citados pela CNBC. Entre os setores, viagem e lazer avançava 1,8%, enquanto o segmento bancário ganhava 1,4%.

Nas principais praças, às 6h41, a Bolsa de Paris registrava alta de 1,44%, Frankfurt subia 1,39%, Milão avançava 0,99%, Madri ganhava 1,72% e Lisboa tinha valorização de 0,59%.

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O movimento ocorreu após declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de que as negociações com o Irã estavam “prosseguindo de maneira ordeira e construtiva”. Autoridades regionais também indicaram a possibilidade de um acordo para encerrar a guerra e reabrir o Estreito de Ormuz, rota por onde transita cerca de 20% do petróleo mundial.

A queda do petróleo ajudou a aliviar parte da pressão sobre a perspectiva econômica internacional. Para o agronegócio, esse tipo de movimento é acompanhado de perto porque o petróleo influencia custos de combustíveis, transporte e parte do ambiente de preços da economia global. O texto de origem, porém, não apresenta estimativas específicas sobre repasses para diesel, frete ou insumos ligados ao setor agropecuário.

A liquidez dos mercados europeus também tende a ficar mais restrita nesta segunda-feira (25), em razão de feriados no Reino Unido e nos Estados Unidos, com bolsas locais fechadas.

No curto prazo, o foco do mercado permanece nas negociações geopolíticas e no comportamento do petróleo. Sem novos dados sobre combustíveis ou custos setoriais, ainda não há base técnica suficiente para medir o efeito direto sobre produtores rurais, mas a trajetória da energia segue como variável relevante para a economia e para as cadeias agroindustriais.

Fonte: Estadão Conteúdo

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AgroNewsPolítica & Agro

Fim de semana será de chuva em várias regiões


O fim de semana será marcado por instabilidade em diversas regiões do país, com previsão de temporais no Sul e no Sudeste e possibilidade de formação de ciclone na segunda-feira (25), segundo análise do Instituto Nacional de Meteorologia. O órgão aponta que as pancadas de chuva e trovoadas devem ganhar intensidade entre sábado (23) e segunda-feira (25), principalmente em áreas de São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

No sábado (23), os maiores acumulados de chuva devem se concentrar em áreas do Sudeste e do Sul do país. Em São Paulo e no litoral de Santa Catarina, há previsão de chuva persistente. Já no Nordeste, os volumes mais expressivos devem atingir o sul da Bahia, enquanto na Região Norte as instabilidades continuam espalhadas por diversos estados.

Para domingo (24), o Instituto Nacional de Meteorologia prevê pancadas de chuva em todo o litoral paulista e na região de Itapetininga, além de chuvas isoladas no sul de Minas Gerais. No Sul, a instabilidade segue no Paraná e em Santa Catarina, enquanto o Rio Grande do Sul deve ter tempo mais estável. No Norte, há previsão de pancadas com trovoadas em praticamente toda a região, com exceção de Acre, Rondônia e Tocantins.

A segunda-feira (25) deve ser o dia de maior atenção. Segundo o Inmet, a formação de um ciclone favorecerá temporais em toda a Região Sul, especialmente no noroeste do Rio Grande do Sul, onde há possibilidade de queda de granizo. No Sudeste, as chuvas devem atingir o sul e oeste de São Paulo, além de áreas do Rio de Janeiro, Espírito Santo e leste de Minas Gerais. No Centro-Oeste, a chuva avança sobre o centro-sul de Mato Grosso do Sul e o noroeste de Mato Grosso.

Na Região Norte, a atuação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) continuará favorecendo pancadas de chuva com trovoadas no norte do Amazonas, Roraima e Amapá ao longo do sábado. O Amapá pode registrar acumulados de até 80 milímetros no domingo. Na segunda-feira, as chuvas devem ganhar força em áreas do Amazonas e da Ilha de Marajó, no Pará.

No Nordeste, o Inmet alerta para condições mais severas no sul da Bahia, litoral de Sergipe e Alagoas e no noroeste do Maranhão durante o sábado. O interior da região deve permanecer com tempo mais estável. As temperaturas máximas podem chegar a 36°C entre Ceará e Rio Grande do Norte, enquanto as mínimas devem atingir cerca de 14°C no centro-sul baiano na segunda-feira.

No Centro-Oeste, há previsão de tempestades isoladas no sul de Mato Grosso do Sul e em áreas do sul de Goiás e sudeste de Mato Grosso. As temperaturas seguem elevadas no norte mato-grossense, podendo alcançar 36°C, enquanto as mínimas ficam próximas de 14°C no sudoeste sul-mato-grossense.

Na Região Sudeste, o sábado terá previsão de chuva forte em grande parte de São Paulo, no Triângulo Mineiro e no sul de Minas Gerais e do Rio de Janeiro, áreas que estão sob aviso do Instituto Nacional de Meteorologia para tempestades. As temperaturas máximas devem atingir 32°C no noroeste paulista, enquanto as mínimas ficam em torno de 10°C na Serra da Mantiqueira.

Já na Região Sul, as instabilidades devem provocar chuva intensa, descargas elétricas e rajadas de vento de até 100 km/h no oeste e centro-norte do Paraná no sábado. Em Santa Catarina, especialmente na Grande Florianópolis e no Vale do Itajaí, a previsão é de chuva persistente. A partir da madrugada de segunda-feira, os temporais avançam pela região com possibilidade de granizo, ventos fortes e chuva intensa.





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PIB decide o futuro da Selic; saiba o que esperar dos mercados


PODCAST Diário Econômico

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca que o PIB do primeiro trimestre será o teste definitivo para a trajetória da Selic em 2026. Além do dado de atividade na sexta-feira (29), a semana traz IPCA-15 e Caged.

No exterior, petróleo acima de US$ 100 e Fed sem sinal de cortes mantêm pressão sobre juros globais.

Ibovespa fechou em queda de 0,81% aos 176 mil pontos e dólar avançou a R$ 5,02.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação

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Bolsas da Ásia sobem com avanço nas negociações entre EUA e Irã


Petróleo sobe com impasse entre EUA e Irã e repercussão de cúpula entre Xi e Trump

As bolsas da Ásia fecharam em alta nesta segunda-feira (25), em meio à sinalização de avanço nas negociações entre Estados Unidos e Irã e à possibilidade de reabertura do Estreito de Ormuz. O movimento ajudou a reduzir a tensão no mercado internacional de energia e levou o petróleo Brent a cair mais de 4% no fim da madrugada, para cerca de US$ 96 por barril. Em Tóquio, o índice Nikkei renovou recorde ao encerrar o pregão em 65.158,19 pontos.

O principal destaque do dia foi o mercado japonês. O Nikkei avançou 2,87%, impulsionado também por ações do setor de tecnologia, como Kioxia Holdings, que subiu 14%, e Lasertec, com alta de 13%. Na China continental, o índice Xangai Composto ganhou 0,96%, aos 4.152,57 pontos, enquanto o Shenzhen Composto teve variação semelhante, de 0,94%, aos 2.889,55 pontos. Em Taiwan, o Taiex saltou 3,26%, para 43.644,40 pontos.

Na Coreia do Sul e em Hong Kong, não houve negócios por feriado. Na Oceania, o S&P/ASX 200, da bolsa de Sydney, subiu 0,40%, aos 8.692,00 pontos.

Acompanhe os preços das principais commodities do agro, como soja, milho e boi, com atualização direta das principais praças do Brasil: acesse a página de cotações do Canal Rural!

O mercado reagiu às declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de que as negociações com o Irã estão "prosseguindo de maneira ordenada e construtiva". Autoridades regionais citadas no noticiário internacional informaram que os dois países estariam próximos de um entendimento que pode encerrar o conflito e permitir a reabertura do Estreito de Ormuz.

A rota é estratégica para o comércio global de petróleo. O fechamento do estreito vinha limitando a saída de navios do Golfo Pérsico e pressionando a oferta internacional. Com a perspectiva de normalização do fluxo, o Brent voltou a ficar abaixo de US$ 100 por barril.

Para o agronegócio, o petróleo é um indicador relevante por influenciar diesel, logística, armazenagem refrigerada e parte dos custos de insumos industriais. O conteúdo disponível, porém, não traz estimativas setoriais específicas sobre repasses para o campo ou sobre o mercado brasileiro nesta segunda-feira (25).

A evolução das negociações entre Estados Unidos e Irã e a efetiva reabertura do Estreito de Ormuz devem seguir no radar dos mercados. Sem confirmação formal do acordo e sem dados setoriais adicionais, ainda não há base técnica suficiente para medir o efeito sobre custos do agro no curto prazo.

Fonte: Estadão Conteúdo

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AgroNewsPolítica & Agro

Melancia ganha espaço pelo sabor no país


A preferência do consumidor por frutas mais doces, firmes, visualmente atrativas e com boa conservação tem influenciado as escolhas no cultivo de melancia em diferentes regiões do Brasil. Nesse cenário, produtores buscam materiais que combinem desempenho no campo e atributos valorizados no ponto de venda, especialmente em feiras, supermercados e vendas diretas.

Entre as cultivares citadas no setor está a melancia Rochedo F1, da Topseed Premium. Segundo o especialista em Cucurbitáceas Rafael Zamboni, o material se destaca pela coloração vermelha intensa da polpa, característica que favorece a exposição nas gôndolas, principalmente na venda fatiada. Ele também aponta sementes menores, cavidade interna curta e rasa, bom aproveitamento da polpa, firmeza, crocância e pós-colheita como diferenciais.

Em Rio Pardo, no Rio Grande do Sul, a cultivar tem sido adotada por produtores que buscam diferenciação. Na localidade de Passo da Taquara, a família de Otomar Rodrigues atua com a cultura há mais de cinco décadas. Ele relata que passou a plantar a Rochedo há cerca de seis anos e associa a escolha ao bom desempenho, peso dos frutos e padrão de fechamento.

A nova geração também relaciona a cultivar à fidelização. Gabriel Rodrigues destaca que, como há venda direta, sabor e aparência influenciam a decisão do consumidor e estimulam a recompra. Com a maior procura, a área plantada vem sendo ampliada gradualmente.

No campo, Zamboni afirma que a melancia apresenta boa sanidade, uniformidade e pegamento, com colheita aos 75 dias após o transplante e frutos acima de 14 a 15 quilos já na primeira apanha.

“De forma geral, os pontos que mais chamam a atenção dos produtores do Tocantins em relação à Rochedo são: boa adaptabilidade de clima, altitude e manejo, produtividade na região, precocidade, bom teor de brix, coloração vermelha intensa e textura de polpa. Sem contar a facilidade de vendas ao consumidor final, graças a todas essas características”, conclui Lima. 


 





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AgroNewsPolítica & Agro

Austrália avança em combustível de baixo carbono



A proposta busca incentivar a adoção de combustíveis mais limpos


A proposta busca incentivar a adoção de combustíveis mais limpos
A proposta busca incentivar a adoção de combustíveis mais limpos – Foto: Divulgação

A Austrália avança na construção de uma indústria doméstica de combustíveis líquidos de baixo carbono, com foco em ampliar a oferta local, reduzir a dependência externa e criar oportunidades para transporte, energia e campo. O tema ganhou impulso no orçamento federal de 2026-27, que incluiu proposta pelo lado da demanda para estimular o uso desses combustíveis, em complemento ao Cleaner Fuels Program, de A$ 1,1 bilhão.

A GrainCorp, grupo global integrado de grãos e óleos, avaliou que a decisão do governo é um passo importante para fortalecer a segurança de abastecimento e a capacidade de manufatura doméstica. Segundo a empresa, a política pode dar mais previsibilidade aos investimentos para uma rota de produção local, incluindo combustível sustentável de aviação e diesel renovável.

A proposta busca incentivar a adoção de combustíveis mais limpos no transporte. Para a GrainCorp, mecanismos combinados de oferta e demanda podem acelerar o desenvolvimento da indústria e apoiar metas de descarbonização.

O diretor-gerente e CEO da GrainCorp, Robert Spurway, afirmou que cerca de 80% da safra australiana de canola é exportada sem processamento, sendo parte usada por outros países na fabricação de combustíveis renováveis. Ele contextualizou que, com políticas adequadas, a Austrália poderia reter mais valor ao processar suas próprias matérias-primas e apoiar uma indústria nacional.

O Cleaner Fuels Program, com prazo de dez anos, foi apresentado em setembro de 2025 na refinaria Lytton, da Ampol, e prevê incentivos à produção e ao refino. GrainCorp, Ampol e IFM Investors também avaliam uma cadeia integrada de combustíveis renováveis, conforme memorando de julho de 2024.

 





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