sábado, junho 13, 2026

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Aprovação da PL da renegociação de dívidas rurais é celebrada pelo agro


Foto: Agência FPA

A aprovação do Projeto de Lei 5.122/2023 pelo Senado Federal nesta quarta-feira (10) foi recebida com entusiasmo por entidades do agronegócio e parlamentares ligados ao setor, mas gerou preocupação dentro do governo federal.

Enquanto produtores e representantes da agropecuária comemoram o avanço da proposta que cria mecanismos para renegociar dívidas rurais, o Ministério da Fazenda avalia que a medida pode gerar um impacto de até R$ 140 bilhões aos cofres públicos nos próximos anos.

O texto, que agora retorna para análise da Câmara dos Deputados, prevê a criação de uma linha especial de financiamento com recursos do Fundo Social do Pré-Sal para permitir a quitação e o alongamento de débitos de produtores rurais afetados por eventos climáticos adversos ou por impactos econômicos decorrentes de crises internacionais.

Entre as condições previstas estão juros subsidiados entre 3,5% e 7,5% ao ano, prazo de pagamento de até 10 anos, com três anos de carência, além de limite de até R$ 10 milhões por produtor e R$ 50 milhões para cooperativas e associações.

Agro comemora avanço da proposta

A aprovação foi celebrada por entidades representativas do setor. O presidente do Sistema Faep ( Federação da Agricultura do Estado do Paraná), Ágide Meneguette, classificou o projeto como “uma luz no fim do túnel” para produtores que enfrentam dificuldades financeiras após sucessivas perdas climáticas.

“O PL trará fôlego e condições para a continuidade da produção de alimento. Por isso, precisa avançar”, afirmou. Segundo a entidade, o Paraná registrava R$ 10,8 bilhões em endividamento rural no início deste ano, enquanto os saldos problemáticos de crédito rural no país somavam R$ 153,6 bilhões.

A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) também comemorou a aprovação. O presidente da bancada, deputado Pedro Lupion (Republicanos-PR), afirmou que a proposta representa uma vitória importante para os produtores.

“Uma vitória extremamente importante da possibilidade de renegociar as dívidas dos produtores rurais. São 10 anos para pagar e mais três anos de carência”, declarou.

Durante a votação, a senadora Tereza Cristina (PP-MS) argumentou que a agricultura enfrenta um cenário desafiador, marcado por preços mais baixos das commodities, juros elevados, valorização do real frente ao dólar e perdas provocadas por eventos climáticos, especialmente no Rio Grande do Sul.

O governador gaúcho Eduardo Leite (PSD) também elogiou o texto aprovado. Segundo ele, o relatório incorporou demandas tanto dos produtores quanto do Ministério da Fazenda, ao estabelecer critérios mais restritivos para acesso ao benefício, como a comprovação de perdas em duas safras e o limite de enquadramento de até R$ 10 milhões por produtor.

Fazenda vê risco fiscal

Do lado do governo, porém, o clima é de cautela. O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que uma análise preliminar da equipe econômica aponta potencial impacto de aproximadamente R$ 140 bilhões ao Tesouro Nacional.

Segundo Durigan, a estimativa considera um universo de cerca de R$ 200 bilhões em operações passíveis de enquadramento na proposta, com custo equivalente a 70% desse valor para os cofres públicos. O secretário ressaltou, entretanto, que o cálculo foi realizado antes da análise detalhada da versão final aprovada pelos senadores.

A equipe econômica defendia uma solução mais focalizada, direcionada apenas a produtores com perdas comprovadas e efetiva incapacidade de pagamento, especialmente em decorrência de eventos climáticos extremos.

Mesmo após negociações entre representantes da Fazenda, integrantes da Frente Parlamentar da Agropecuária e o relator da proposta, senador Renan Calheiros (MDB-AL), não houve consenso sobre o texto final.

Próximo passo

Com a aprovação no Senado, o projeto retorna à Câmara dos Deputados para análise das alterações promovidas pelos senadores. A expectativa da bancada ruralista é acelerar a tramitação para que as novas regras possam entrar em vigor ainda em 2026.

O debate, no entanto, deve continuar marcado pela disputa entre a necessidade de socorro financeiro a produtores afetados por sucessivas crises climáticas e a preocupação do governo com os impactos fiscais da medida.

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Plataforma Ater+ Digital amplia conteúdos de fruticultura com uva e melão


Encontro nacional em Brasília debate formação em ATER e inovação no campo

A Plataforma Ater+ Digital passou a contar com conteúdos de fruticultura voltados para uva e melão, conforme informação divulgada em 11/06/26. A iniciativa tem foco no apoio on-line aos serviços de assistência técnica e extensão rural. Segundo o material fornecido, os conteúdos são apresentados em linguagem acessível e em formatos diversos.

A atualização informada amplia o espaço da fruticultura dentro da Plataforma Ater+ Digital, com inclusão de materiais relacionados a duas culturas: uva e melão. O texto original não detalha quais conteúdos específicos foram adicionados, nem informa a quantidade de materiais disponíveis.

De acordo com a descrição fornecida, a proposta da plataforma é apoiar, de forma on-line, os serviços de assistência técnica e extensão rural. Esse modelo concentra informações em linguagem acessível, com uso de formatos diversos, sem detalhamento adicional no material sobre quais mídias estão disponíveis.

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A iniciativa se insere no campo da assistência técnica voltada à produção agropecuária, ao reunir informações para uso em atividades de orientação e extensão no meio rural. No entanto, a fonte não informa quais públicos serão atendidos diretamente, se haverá abrangência nacional, nem quais regiões produtoras de uva e melão serão priorizadas.

Também não há, no material fornecido, detalhes sobre responsáveis pela atualização, metodologia dos conteúdos, cronograma de disponibilização ou indicadores de uso da plataforma. O texto original igualmente não apresenta estimativas de impacto para produtores, técnicos, cooperativas ou demais agentes da cadeia da fruticultura.

A informação disponível confirma a ampliação dos conteúdos de fruticultura da Plataforma Ater+ Digital com foco em uva e melão. O material divulgado não informa prazos adicionais, volume de conteúdo ou efeitos diretos para os serviços de assistência técnica e extensão rural.

Fonte: embrapa.br

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Pesquisas brasileiras apresentadas na Europa apontam caminhos para descarbonização no agro


Pesquisas brasileiras na Europa apresentam alternativas para descarbonização no agro

Pesquisas brasileiras apresentadas na Europa indicaram caminhos para a descarbonização de atividades ligadas ao transporte, à agricultura e à pecuária. Os estudos foram mostrados no SETAC Europe 36th Annual Meeting, realizado em Maastricht, na Holanda, conforme o material divulgado em 11/06/26. O conteúdo disponível, no entanto, não detalha os resultados técnicos, os autores envolvidos nem os indicadores usados nas análises.

De acordo com o material fornecido, os estudos apresentados abordam alternativas de descarbonização em três frentes: transporte, agricultura e pecuária. A referência à agricultura de baixo carbono coloca o tema no campo das práticas produtivas e das estratégias de redução de emissões associadas à atividade agropecuária.

A apresentação ocorreu durante o SETAC Europe 36th Annual Meeting, evento realizado em Maastricht, na Holanda. A fonte informa que as pesquisas são brasileiras e que foram levadas ao encontro europeu, mas não especifica quais instituições assinam os trabalhos, quantos estudos foram apresentados ou quais recortes metodológicos foram adotados.

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Também não há, no material fornecido, detalhamento sobre tecnologias, sistemas de produção, métricas ambientais, volumes de emissões avaliados ou comparação entre cenários produtivos. A fonte original igualmente não informa se os estudos tratam de pastagens, manejo, insumos, transporte de cargas, logística ou integração entre atividades.

Com as informações disponíveis, o dado central é a apresentação internacional de pesquisas brasileiras voltadas à descarbonização de segmentos que incluem a agricultura e a pecuária. O texto original não detalha impactos esperados para produtores, custos de adoção, prazos, metas ou efeitos diretos sobre cadeias produtivas.

O material divulgado confirma a apresentação dos estudos no evento europeu, mas não informa resultados completos, valores, metodologia nem desdobramentos práticos para o setor agropecuário.

Fonte: embrapa.br

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AgroNewsPolítica & Agro

Bioinsumos avançam na cafeicultura



O manejo biológico vem ganhando espaço


O manejo biológico vem ganhando espaço
O manejo biológico vem ganhando espaço – Foto: Pixabay

O uso de soluções biológicas tem avançado na cafeicultura como alternativa para ampliar a sustentabilidade, reduzir a dependência de insumos químicos e manter a produtividade diante de desafios fitossanitários e climáticos. No Brasil, maior produtor mundial de café, a Conab estima para a safra 2026 produção de 66,2 milhões de sacas, alta de cerca de 17% sobre o ciclo anterior.

Segundo Renato Costa, gerente de marketing regional da Biotrop, o café é uma cultura de alto valor agregado e exigente no controle de pragas, doenças e estresses abióticos. Nesse contexto, o manejo biológico vem ganhando espaço dentro de estratégias voltadas à produtividade e ao atendimento de exigências ambientais, embora a adoção ainda dependa de mais assistência técnica e informação ao produtor.

Em Guaxupé (MG), a Fazenda Jaboticabeiras, propriedade familiar com mais de um século na produção de café, utiliza há mais de oito anos um manejo integrado que combina práticas tradicionais e soluções biológicas. A estratégia busca melhorar o aproveitamento de nutrientes, aumentar a resiliência das plantas e reduzir gradualmente a necessidade de defensivos químicos, sem comprometer a produção. A fazenda também utiliza plantas de cobertura, com ganhos na estrutura do solo, na matéria orgânica, na retenção de água e no controle de plantas daninhas.

Em Altinópolis (SP), a Fazenda Liberdade iniciou o manejo biológico em 2019 e já aplica a estratégia em 264 hectares, com ações no solo e na parte aérea. A proposta é fazer com que os biológicos atuem de forma preventiva, enquanto os químicos sejam usados de maneira corretiva. Mesmo após secas severas e granizo, análises de solo em parceria com o IBA indicaram melhora na estrutura e na atividade biológica, incluindo avanço de 150% em parâmetros físicos e de 22% em indicador biológico.

 





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Faturamento de cooperativas agropecuárias de Minas cresce 26,7% em 2025


Faturamento de cooperativas agropecuárias de Minas cresce 26,7% em 2025

As cooperativas agropecuárias de Minas Gerais registraram faturamento de R$ 66,8 bilhões em 2025, alta de 26,7% ante o ano anterior, segundo o Anuário do Cooperativismo Mineiro, elaborado pelo Sistema OCEMG e divulgado pela Organização das Cooperativas do Estado de Minas Gerais (OCEMG) nesta quinta-feira (11), após o fechamento dos balanços anuais das cooperativas do Estado. O dado se insere em um cenário de expansão do cooperativismo mineiro e de avanço da agropecuária no Estado.

De acordo com o material, a agropecuária responde por 26,5% do PIB do agronegócio de Minas Gerais. Somados os demais ramos, o cooperativismo no Estado movimentou R$ 184 bilhões no ano passado, com expansão de 16,6% em relação ao ano anterior, equivalente a 15,9% do PIB mineiro.

No mesmo período, o PIB de Minas Gerais avançou 1,4% em termos reais. A agropecuária cresceu 3,2%, enquanto a indústria teve alta de 0,3% e o comércio subiu 1,7%, segundo os dados citados pela OCEMG.

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Em crédito, as cooperativas repassaram R$ 14,4 bilhões a pequenos e médios produtores rurais em 2025, aumento de 5,8% na comparação anual. O presidente do Sistema OCEMG, Ronaldo Scucato, afirmou que a meta para 2026 é manter o crescimento, sustentado principalmente pelo aumento do volume de produção agropecuária e pela expansão das cooperativas de crédito.

No café, as cooperativas concentram 63,6% da produção de Minas Gerais. Do total produzido no Brasil, 29% passam por uma cooperativa do Estado. O faturamento desse segmento avançou 36%. Scucato disse que fatores operacionais, logísticos e geopolíticos tendem a reduzir o volume embarcado, embora a demanda externa siga forte, segundo ele, apesar dos gargalos logísticos. O dirigente informou ainda que o setor trabalha com diversificação de portos e rotas, uso de hedge e travas de preço, além de reforço de infraestrutura com armazéns e centros logísticos.

Na cadeia do leite, as cooperativas responderam por 18,3% da produção mineira e por 5,1% da produção nacional. O material informa que o segmento enfrenta concorrência de produtos importados do Mercosul e que o número de cooperados no setor caiu 0,6% em Minas Gerais.

Sobre o Plano Safra 2026/27, Scucato afirmou que a tendência é de aumento da demanda por crédito rural por parte das cooperativas. Segundo ele, o setor opera em um ambiente de custos financeiros elevados e mantém a necessidade de investir em produtividade, eficiência e competitividade. O material divulgado não informa valores projetados para essa demanda.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Reunião de Soja apresenta panorama territorial da cultura no Brasil


Reunião de Soja apresenta panorama territorial da cultura no Brasil

A Reunião de Soja apresentou um panorama territorial da cultura no Brasil, com foco na trajetória de adaptação da oleaginosa em diferentes condições de clima, solo e sistemas produtivos. Segundo o conteúdo fornecido, a avaliação foi destacada por um analista. O material, no entanto, não informa o local do encontro nem detalha os dados técnicos apresentados.

De acordo com o conteúdo de entrada, a trajetória da soja demonstra a capacidade de adaptação da cultura às diversas condições encontradas no território nacional. A informação indica que o tema central da reunião foi justamente esse panorama territorial da produção.

O material também registra que essa leitura foi feita por um analista, mas não informa o nome da fonte, a instituição à qual ela está vinculada nem o cargo exercido. Também não há, no conteúdo fornecido, dados numéricos sobre área cultivada, produtividade, produção, regiões analisadas ou recorte temporal da avaliação.

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A menção a clima, solo e sistemas produtivos indica que a abordagem envolveu fatores técnicos ligados ao desenvolvimento da cultura. Ainda assim, o texto original não detalha quais condições foram destacadas, quais estados ou regiões foram citados, nem quais indicadores foram usados para sustentar o panorama apresentado.

A soja tem relevância direta para a agricultura brasileira, e a referência à adaptação territorial da cultura aponta para um debate técnico sobre produção em diferentes ambientes. No entanto, o material fornecido não especifica impactos práticos para produtores, cooperativas, mercado ou cadeia logística.

O conteúdo divulgado resume que a Reunião de Soja tratou da adaptação da cultura em diferentes condições do território nacional. O material original não informa números, metodologia, local do evento ou desdobramentos diretos para o setor.

Fonte: embrapa.br

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Reunião de Pesquisa de Soja destaca fronteiras da biotecnologia em Londrina


Reunião de Pesquisa de Soja destaca fronteiras da biotecnologia em Londrina

A Reunião de Pesquisa de Soja, iniciada no dia 10 de junho em Londrina (PR), teve como um dos destaques o painel sobre fronteiras da biotecnologia na soja. A apresentação foi feita por Giuvan Lenz, da Greenlight, com foco na perspectiva inovadora do uso da biotecnologia na agricultura. O encontro é promovido pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Soja (Embrapa Soja).

O painel integrou a programação da Reunião de Pesquisa de Soja e tratou do tema biotecnologia e biossegurança, conforme o material fornecido. A abordagem apresentada por Giuvan Lenz esteve centrada nas fronteiras da biotecnologia aplicadas à soja, dentro de uma discussão voltada à inovação no setor agrícola.

O evento começou em Londrina, no Paraná, e é organizado pela Embrapa Soja, unidade de pesquisa ligada à cultura da oleaginosa. Pelo conteúdo informado, a palestra abordou uma perspectiva inovadora para o uso da biotecnologia na agricultura, sem detalhamento, no entanto, sobre tecnologias específicas, aplicações práticas, cronograma de adoção ou resultados de pesquisa apresentados no painel.

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A fonte também não informa o volume de participantes, a duração da programação, nem quais temas adicionais de biossegurança foram debatidos no encontro. Não há, no material fornecido, dados sobre cultivares, produtividade, investimentos, protocolos regulatórios ou impactos diretos para produtores.

Ainda assim, o destaque dado ao tema dentro da Reunião de Pesquisa de Soja indica que a biotecnologia esteve entre os assuntos centrais da programação técnica do evento neste início de atividades em Londrina.

O material divulgado registra a realização do painel e a participação de Giuvan Lenz, da Greenlight, mas não detalha os conteúdos técnicos apresentados nem informa desdobramentos práticos para a cadeia da soja.

Fonte: embrapa.br

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Novo ciclone se forma, derruba temperaturas e provoca chuva forte em parte do país


Imagens geradas por IA para o Canal Rural

A formação de um ciclone extratropical na costa da região Sul e o avanço de uma frente fria devem manter o tempo instável em boa parte do país entre quinta-feira (11) e sexta-feira (12). O sistema é resultado do aprofundamento de uma área de baixa pressão atmosférica que atua sobre o Paraguai e o Sul do Brasil, favorecendo chuva forte, temporais, ventania e acumulados elevados, principalmente nos estados do Sul, Sudeste e Centro-Oeste.

Além da chuva, a chegada de uma massa de ar mais frio na retaguarda da frente fria começa a provocar queda nas temperaturas, especialmente no Sul e em áreas do Sudeste.

Sul

A quinta-feira será marcada por chuva frequente nos três estados da região. Os maiores volumes são esperados para o oeste e norte do Paraná e para o oeste de Santa Catarina, onde há risco de temporais com trovoadas e rajadas de vento. Também chove no interior do Rio Grande do Sul.

Na sexta-feira, a formação do ciclone extratropical sobre o Atlântico Sul mantém as instabilidades. O Paraná segue em alerta para acumulados elevados, principalmente no norte, oeste e interior do estado. Em Santa Catarina, a chuva ocorre em diversos momentos do dia, enquanto no Rio Grande do Sul a instabilidade diminui na metade sul, mas persiste no norte e no litoral.

Sudeste

São Paulo concentra as condições mais severas de chuva. Nesta quinta-feira, o estado terá muitas nuvens, chuva moderada a forte e possibilidade de temporais isolados, especialmente no sudoeste paulista. Na capital, o tempo permanece fechado, com períodos de chuva ao longo do dia.

Na sexta-feira, a frente fria e o ciclone mantêm o tempo instável. Há previsão de chuva forte em diversas regiões paulistas e também no Triângulo Mineiro, sul de Minas Gerais, Rio de Janeiro e centro-sul do Espírito Santo. A entrada gradual de ar frio ajuda a derrubar as temperaturas.

Centro-Oeste

A atuação da baixa pressão e o transporte de umidade da Amazônia favorecem temporais em Mato Grosso do Sul nesta quinta-feira, principalmente nas regiões sul, sudeste e leste do estado. As instabilidades também avançam para o sul de Goiás e de Mato Grosso.

Na sexta-feira, a chuva continua sobre Mato Grosso do Sul, com possibilidade de elevados acumulados e temporais localizados. Também há previsão de chuva moderada a forte no sul de Goiás e no sul de Mato Grosso. Nas demais áreas, o tempo permanece mais firme.

Nordeste

A chuva continua concentrada na faixa litorânea. Nesta quinta e sexta-feira, os maiores volumes devem ocorrer entre o litoral de Sergipe e o Rio Grande do Norte, com momentos de chuva moderada a forte.

Na costa norte, a atuação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) mantém condições para chuva no Maranhão, Piauí e Ceará. Já no interior da região, o predomínio segue sendo de tempo seco, calor e baixa umidade do ar.

Norte

O calor e a elevada umidade continuam favorecendo pancadas de chuva típicas da região. Nesta quinta-feira, os maiores volumes são esperados entre Roraima, Amapá, norte do Amazonas e norte do Pará, com possibilidade de temporais isolados.

Na sexta-feira, a chuva continua concentrada principalmente no Amazonas, Acre, Roraima, Amapá e norte do Pará. Em Tocantins, Rondônia e no sul do Pará, o tempo segue mais firme, com predomínio de sol e baixa umidade em algumas áreas.

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Senado aprova projeto de renegociação de dívidas rurais e texto volta à Câmara


Tereza Cristina diz que PL das dívidas rurais trata de R$ 170 bilhões

O Senado aprovou, em votação simbólica na quarta-feira (10), um projeto de renegociação de dívidas rurais. Como o texto foi modificado pelos senadores, a proposta terá de retornar à Câmara dos Deputados. Segundo o material informado, o projeto envolve R$ 180 bilhões em dívidas do setor agropecuário e prevê o uso de recursos do Fundo Social do Pré-Sal e de fontes supervisionadas pelo Ministério da Fazenda.

A proposta teve apoio da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e foi levada à votação sob pressão do presidente do Senado, Davi Alcolumbre. O projeto aprovado originalmente pela Câmara, em agosto do ano passado, previa socorro a produtores do Rio Grande do Sul afetados pelas enchentes. No Senado, o relator Renan Calheiros, na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), ampliou a abrangência da medida.

De acordo com o texto fornecido, a equipe econômica calculava, antes da aprovação, que o custo da proposta à União poderia chegar a R$ 800 bilhões em 13 anos. Na quarta-feira (10), o ministro Dario Durigan afirmou que, após mudanças no texto em discussão no Senado, a estimativa passou a ser de R$ 140 bilhões de desembolso pelo Tesouro Nacional, dentro de uma operação de R$ 200 bilhões.

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Durigan declarou que esse valor “não é suportado pelas contas públicas” e disse que parte do projeto poderá ser revista na Câmara. Segundo ele, também existe a possibilidade de veto presidencial, além de eventual questionamento judicial caso haja entendimento de descumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal.

A Fazenda defendia uma versão mais focalizada, com menor abrangência das dívidas elegíveis, redução dos limites de renegociação por produtor e ajustes em taxas de juros e prazos. Já a senadora Tereza Cristina afirmou que a proposta busca ajudar o agronegócio em um cenário de juros altos e guerras no mundo.

O material também informa que a edição de uma medida provisória (MP) para criar uma linha de crédito específica para renegociação continua em análise pelo Ministério da Fazenda. A fonte não detalha, porém, os critérios finais de adesão, os prazos operacionais nem os impactos diretos por perfil de produtor.

Com as alterações feitas no Senado, o projeto seguirá para nova análise da Câmara. Até o momento, o texto informado indica divergência entre Congresso e equipe econômica sobre alcance, custo fiscal e formato da renegociação, sem detalhar a versão final que poderá ser votada pelos deputados.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Petróleo dispara e bolsas recuam com risco geopolítico


PODCAST Diário Econômico

No morning call desta quinta-feira (11), a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca que Trump escalou o conflito com o Irã e o Brent saltou a US$ 93, mas o núcleo do CPI americano abaixo do esperado ancorou o dólar a R$ 5,17.

O Ibovespa caiu 0,70% aos 168 mil pontos, pressionado por fluxo global direcionado ao IPO da SpaceX. Hoje, foco na decisão do BCE e no PPI dos EUA.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação

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