sábado, março 14, 2026

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Cotações do açúcar ampliam queda com sinalização de novas exportações pela Índia


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Os contratos futuros do açúcar aprofundaram as perdas nesta quinta-feira (8) e ampliaram o movimento baixista observado ao longo da semana. As baixas ganharam mais força após o secretário de alimentação da Índia, Sanjeev Chopra, afirmar que o governo pode autorizar novas exportações de açúcar para reduzir o excesso de oferta interna.

Em Nova Iorque, as quedas foram fortes. O março/26 recuou 0,28 cent (-1,90%) e fechou a 14,48 cents/lbp. O maio/26 perdeu 0,26 cent (-1,84%), negociado a 14,10 cents/lbp. O julho/26 caiu 0,24 cent (-1,67%) para 14,13 cents/lbp, enquanto o outubro/26 cedeu 0,22 cent (-1,49%) e encerrou a 14,48 cents/lbp.

Em Londres, o movimento foi semelhante. O março/26 reduziu US$ 6,40 (-1,51%) e terminou o dia a US$ 415,90 por tonelada. O maio/26 recuou US$ 6,40 (-1,53%), cotado a US$ 412,50 por tonelada. O agosto/26 perdeu US$ 6,10 (-1,47%) e fechou a US$ 409,10 por tonelada, enquanto o outubro/26 caiu US$ 5,80 (-1,40%) e finalizou o pregão em US$ 409,30 por tonelada.

Segundo a Reuters, o governo indiano avalia liberar excedentes para aliviar o mercado doméstico e proteger os produtores de cana de perdas financeiras. Chopra afirmou que o país precisa conter estoques elevados por meio de exportações e de uma maior destinação de açúcar à produção de etanol.

“O excedente vai prejudicar os agricultores, e isso não podemos permitir. Portanto, no interesse deles e também de todos os envolvidos, é preciso garantir que os estoques excedentes sejam contidos”, declarou o secretário, de acordo com a Reuters.

As projeções são de que a produção indiana no ciclo 2025/26, iniciado em 1º de outubro, deve crescer 18% e alcançar 30,9 milhões de toneladas. A demanda anual do mercado doméstico gira em torno de 29 milhões de toneladas, o que deixa sobra a ser manejada.

Chopra acredita que o setor deve enfrentar preços mais baixos até meados de janeiro, quando o excesso de oferta tende a se acentuar. O governo, segundo ele, deve anunciar medidas nesse período para garantir fluxo financeiro e pagamento aos produtores. Outra alternativa que etá em estudo é a elevação do preço mínimo para vendas de açúcar no mercado interno indiano.





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Déficit de armazenagem redefine mercado grãos no Brasil em meio a safra recorde


A safra brasileira de grãos continua avançando em ritmo acelerado e já ultrapassa 320 milhões de toneladas, com expectativa de um novo recorde no ciclo 2025/26. Esse crescimento, porém, não vem sendo acompanhado na mesma velocidade pela infraestrutura de armazenagem. Segundo a Conab, a capacidade estática do país fica entre 200 e 230 milhões de toneladas, o que permite guardar cerca de 2/3 da produção anual. Esse descompasso acaba influenciando diretamente a dinâmica do mercado físico e a formação de preços.

Para Yedda Monteiro, analista de inteligência e estratégia da Biond Agro, a armazenagem vai além da questão estrutural. “A armazenagem não é apenas infraestrutura física. Ela representa tempo de decisão, e tempo é o ativo mais valioso no mercado de grãos. Quando a oferta entra de forma simultânea no sistema, quem não consegue esperar acaba vendendo sob pressão”, afirma.

Gargalo regional e sazonal pressiona o produtor 

Apesar de os números agregados sugerirem relativa suficiência, a realidade operacional é distinta. A produção brasileira se concentra em janelas curtas, especialmente entre março e junho, quando a colheita da soja se sobrepõe ao avanço do milho. Nesse período, armazéns já ocupados, gargalos logísticos e limitações operacionais reduzem drasticamente a capacidade efetivamente disponível.

“O déficit de armazenagem não se manifesta como ausência absoluta de espaço, mas como incapacidade funcional de absorver volumes no momento crítico. É nesse intervalo que o mercado físico ajusta preços de forma mais agressiva”, explica a analista. 

Esse efeito é ainda mais intenso em regiões altamente produtivas, onde a relação entre capacidade de armazenagem e produção pode cair para 60% ou menos no pico da colheita. Como cerca de 83% da armazenagem brasileira está fora das propriedades rurais – concentrada em cooperativas, tradings e grandes operadores – forma-se uma assimetria estrutural de poder na cadeia .

Diferencial de base (ou basis) vira termômetro real do mercado e redistribui margem

Enquanto a Bolsa de Chicago (CBOT) reflete expectativas globais, política monetária e fluxo financeiro, é o diferencial de base, também conhecido como basis que traduz a realidade local do mercado físico brasileiro. Volume disponível, logística, necessidade de caixa e capacidade de armazenagem se materializam diretamente no diferencial de preços.

“No Brasil, é o basis que revela onde o mercado realmente acontece. Em momentos de excesso de oferta, a deterioração da base funciona como um mecanismo de ajuste, forçando a saída de volume”, comenta a especialista.

Durante o pico da colheita, essa deterioração pode facilmente superar R$ 15 a R$ 25 por saca, enquanto o custo médio de armazenagem gira entre R$ 2,50 e R$ 4,00 por saca ao mês. A diferença evidencia que a venda forçada transfere margem ao longo da cadeia, penalizando o produtor que não possui estrutura própria.

“Armazenagem não cria preço, mas define quem consegue esperar. Quem tem estrutura transforma um custo fixo em preservação de margem; quem não tem, paga esse custo todos os anos, mesmo sem perceber”, completa. 

Armazenagem é ativo estratégico em cenário de crédito caro e margens pressionadas

Com juros elevados e maior seletividade no crédito, a capacidade de armazenagem ganha também uma dimensão financeira. Ao reduzir a necessidade de vendas imediatas para geração de caixa, o produtor passa a ter mais flexibilidade para planejar a comercialização ao longo do ano, combinando vendas físicas, travas financeiras e operações de hedge.

“A armazenagem permite diluir decisões no tempo e reduzir a dependência de escolhas feitas sob pressão. Ela não elimina os riscos do mercado, mas reduz sua intensidade e torna o resultado menos sensível a choques pontuais”, finaliza Yedda Monteiro. 

Nesse contexto, a estrutura de armazenagem deixa de ser apenas suporte operacional e passa a funcionar como elemento central do gerenciamento de risco. Em um mercado onde a produção segue crescendo mais rápido do que a infraestrutura disponível, quem controla o tempo da venda tende a capturar melhores preços e preservar margem, mesmo em ambientes de maior volatilidade.





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Mercados agrícolas iniciam sessão curta em Chicago



No trigo, os contratos na Bolsa de Chicago apresentam valorização


No trigo, os contratos na Bolsa de Chicago apresentam valorização
No trigo, os contratos na Bolsa de Chicago apresentam valorização – Foto: Divulgação

Os mercados agrícolas iniciam o pregão desta terça-feira em um ambiente de ajustes técnicos e influência do cenário internacional, com sessão encurtada e menor liquidez. As cotações em Chicago operam em alta para os principais grãos, refletindo movimentos de cobertura de posições por parte de fundos e fatores geopolíticos que seguem impactando o complexo de commodities, especialmente por meio do petróleo. No mercado doméstico, os preços físicos mostram variações pontuais, enquanto o câmbio permanece sem referência devido ao fechamento dos mercados no Brasil.

No trigo, os contratos na Bolsa de Chicago apresentam valorização expressiva tanto para março quanto para dezembro de 2026, com preços mais próximos das máximas do dia, indicando impulso consistente de alta. O movimento ocorre em meio à recompra de posições por fundos, após a saída recente do trigo americano. No cenário internacional, o ritmo das exportações russas segue desacelerando, ao mesmo tempo em que os preços internos do cereal na Rússia recuam. 

A soja também opera em elevação em Chicago, sustentada por fatores geopolíticos que influenciam o petróleo, apesar de fundamentos comerciais mais frágeis. As compras chinesas previstas para o ano foram cumpridas apenas parcialmente, em um contexto atribuído a razões políticas, já que a soja americana segue mais cara do que a oferta do Brasil e da Argentina. No mercado interno, os preços no Paraná apresentam estabilidade no dia, com pequenas altas no acumulado do mês, tanto no interior quanto no porto.

No milho, as cotações avançam na CBOT, acompanhando o mesmo ambiente externo observado na soja. No Brasil, os contratos futuros na B3 recuam, enquanto o mercado físico registra leve alta diária e ganho mensal. A ausência de referência cambial limita ajustes mais amplos nos preços domésticos.

 





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Pecuaristas precisam manter DIP em dia para evitar bloqueios na comercialização, alerta analista


abate; pecuária; bovinos
Foto: Wenderson Araujo/Trilux?CNA

A Declaração de Índice de Produtividade (DIP) passa a ganhar ainda mais relevância para os pecuaristas brasileiros a partir de 2026. O documento é um dos critérios exigidos no monitoramento da cadeia socioambiental da pecuária e influencia diretamente o acesso dos produtores ao mercado formal, especialmente na comercialização com frigoríficos.

Segundo a analista de sustentabilidade dos Escritórios Verdes, Vitória Batista, a DIP é obrigatória e está diretamente vinculada aos compromissos socioambientais firmados pelo setor, como o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), conhecido como “Boi na Linha”.

“A DIP é um documento que descreve o sistema produtivo da fazenda, como cria, recria, engorda, manejo de pastagem e suplementação. Ela não é uma punição, mas uma ferramenta de transparência”, explicou Vitória Batista.

Impactos para quem não atualiza

De acordo com a analista, produtores que deixam de atualizar a declaração podem enfrentar bloqueios e dificuldades para comercializar o gado. Em um mercado cada vez mais exigente em relação à rastreabilidade e à sustentabilidade, manter a DIP em dia garante segurança no planejamento da produção e continuidade dos negócios.

“Quem mantém a DIP atualizada, tem mais acesso ao mercado, continuidade com seus negócios e também garante uma segurança no planejamento da sua produção”, destacou.

Processo simples e apoio técnico

Apesar de ainda gerar dúvidas, o processo de atualização da DIP é considerado simples. O documento reúne informações básicas sobre a atividade produtiva da propriedade e pode ser preenchido com orientação técnica.

De acordo com Vitória Batista, o documento detalha o sistema produtivo da propriedade, incluindo as etapas de cria, recria e engorda, além do manejo das pastagens e da suplementação alimentar.

Nesse sentido, os Escritórios Verdes se colocam à disposição para apoiar os pecuaristas em todas as etapas. “O produtor não está sozinho. Nosso objetivo é trazer tranquilidade, orientar, esclarecer dúvidas e garantir que ele tenha acesso ao mercado, valorizando quem produz de forma responsável”, afirmou Vitória Batista.

Canais de atendimento

Os produtores que precisarem de apoio podem entrar em contato com os Escritórios Verdes pelo telefone 0800 018 0033, pelo WhatsApp (11) 3777-4375 ou por e-mail, disponível nos canais oficiais da iniciativa.

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Linha de crédito impulsiona produção de orgânicos e fortalece agricultores paulistas


sustentabilidade agrícola Brasil Brics
Foto: Secretaria de Agricultura do DF

Impulsionada pela busca crescente por alimentos mais saudáveis e produzidos de forma sustentável, a produção de orgânicos vem conquistando espaço no dia a dia dos consumidores paulistas.

Esse movimento, que reflete mudanças de hábitos e maior conscientização sobre a segurança alimentar, também se traduz em oportunidades no campo, fortalecendo produtores rurais que apostam em práticas sustentáveis e colhem ganhos diretos na produção e na comercialização.

Para apoiar esse crescimento, a Secretaria de Agricultura e Abastecimento oferece suporte aos produtores por meio da linha de crédito Projeto Orgânicos Agro SP, disponibilizada pelo Fundo de Expansão do Agronegócio (Feap).

Criada em 2025, a linha de crédito reconhece a importância do desenvolvimento sustentável e da segurança alimentar, ao mesmo tempo em que beneficia os produtores e contribui para tornar os alimentos orgânicos mais acessíveis à população.

Investimento que faz a diferença, como conta o produtor Samuel Squarize, que conseguiu financiar um novo veículo, facilitando o escoamento e a venda de sua mercadoria. “Graças a este incentivo, estou conseguindo entregar e vender minha mercadoria, além de reduzir a emissão de CO₂”, destacou.

“Hoje, consigo produzir em áreas onde dobrei a produção em relação ao sistema convencional, com manejo orgânico e apenas 15% dos gastos que tinha anteriormente. É uma satisfação enorme, como agricultor, saber que estamos entregando um alimento de alto valor nutritivo”, conta o produtor.

Valores e prazo de pagamento

Os valores financiáveis do projeto são de até R$ 250 mil por produtor e até R$ 800 mil para associações e cooperativas. Em 2025, o valor deliberado para a linha foi de R$ 3 milhões.

O prazo de pagamento pode chegar a 84 meses, com carência de até 12 meses e, nos casos de implantação de componente florestal, até 120 meses, com carência de até 24 meses. Os juros podem variar entre 2% e 4% ao ano.

Auxílio que vai além do crédito

O produtor Gregório Martins, que cultiva frutas e hortaliças, também é um dos agricultores beneficiados pela linha de crédito. Certificado há mais de 15 anos como produtor orgânico, realiza seu cultivo em Nazaré Paulista, com produção destinada a feiras na Capital e na Grande São Paulo.

Por meio do auxílio, Gregório conta que conseguiu financiar um novo veículo, que o auxilia na venda dos produtos nas feiras.

“Quando surgiu essa oportunidade de apoio pelo FEAP, fui atrás desse benefício, em razão da minha participação nas feiras. Com esse investimento, pude adquirir um veículo mais adequado. Sem dúvida, essa ajuda é muito importante”, contou.

Os interessados podem buscar mais informações nas Casas de Agricultura do município ou nos escritórios do Itesp.

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Vencedores e finalistas do Prêmio Planeta Campo mostram a força da sustentabilidade no agro


produtores da Fazenda Caruru levam prêmio Planeta Campo
Foto: divulgação

Em 2025, o 4º Prêmio Planeta Campo mostrou que o agro brasileiro não para de se reinventar. Produtores de diferentes tamanhos e grandes empresas provaram que produtividade, inovação e sustentabilidade podem andar lado a lado. Mais do que números e metas, o prêmio destacou histórias de quem transforma o campo em exemplo de gestão eficiente, tecnologia aplicada e cuidado com o meio ambiente.

De pequenas propriedades familiares a grandes grupos agroindustriais, cada finalista apresentou soluções que respeitam o solo, a água, os animais e as pessoas. O resultado é uma fotografia do agro brasileiro moderno, onde práticas responsáveis se tornam rotina e os impactos positivos se multiplicam em diversas regiões do país.

A seguir, um panorama das iniciativas que se destacaram em cada categoria.

AGRICULTURA FAMILIAR

Estância Futurama – 1º lugar

Localizada em Holambra (SP), atua no melhoramento genético da raça Bonsmara, unindo seleção criteriosa à metodologia Igas, que avalia 16 variáveis ambientais para medir a performance dos animais. O sistema prioriza eficiência produtiva com menor custo e se consolida como modelo replicável para outros produtores do município, fortalecendo a sustentabilidade na pecuária de pequeno porte.

Fazenda Bom Jesus – 2º lugar

A Fazenda Bom Jesus de Ponte Alta do Bom Jesus (TO), desenvolve pecuária de corte integrada a práticas regenerativas, com foco em manejo responsável e gestão organizada. Participa do Gaas, da Mesa Brasileira da Pecuária Sustentável e de projetos da Embrapa. Adota os cinco domínios de bem-estar animal e foi reconhecida como Fazenda Nota 10, mostrando que a agricultura familiar pode ser protagonista na agenda ambiental.

PEQUENO PRODUTOR

Fazenda Caruru – 1º lugar

Com pecuária 100% a pasto e gestão disciplinada, a propriedade de Nova Monte Verde (MT) atua na cria, recria e engorda de bovinos Brahman e cruzamentos industriais. A sustentabilidade vai além da porteira: o programa “Adote uma Nascente” promove ações de plantio de árvores, conservação ambiental e cidadania, envolvendo cerca de 200 alunos de uma escola estadual e fortalecendo a conexão entre produção e responsabilidade socioambiental.

Estância Rio Verde – 2º lugar

Com sede em Paranavaí (PR), a propriedade atua na pecuária de corte com foco em sistemas regenerativos. O manejo segue a metodologia Super Cria Regenerativa (SCR), que reorganiza a produção para ampliar o ganho por área. A fazenda investe em genética, protocolos sanitários e práticas voltadas ao bem-estar animal, além de adotar plantio direto, bioinsumos e sistemas integrados na entressafra.

Beggio Lorenzo Agropecuária – 3º lugar

Localizada em Matão (SP), atua na produção de cana-de-açúcar nas Fazendas Elite e Germinal, com manejo baseado em sustentabilidade e governança. Entre as ações de destaque estão o plantio de mais de 160 mil árvores, preservação de 27% da área, apicultura integrada às lavouras e uso de energia fotovoltaica. A gestão inclui manejo integrado de biológicos e capacitação contínua da equipe.

MÉDIO PRODUTOR

Fazenda Saltinho – 1º lugar

Referência em gestão, a propriedade em Camapuã (MS) desenvolve pecuária de corte integrada à agricultura. O sistema alterna dois anos de pecuária e um de soja, estratégia que reduz riscos em solos arenosos e em períodos de veranico. O bem-estar animal é prioridade, com sombra, água de qualidade, cochos higienizados regularmente e ração produzida na própria fazenda.

Agropecuária Rio da Prata – 2º lugar

Localizada em Jardim (MS), atua com pecuária de corte, produção de leite e turismo rural. O sistema envolve gado PO para melhoramento genético, rebanhos Gir Leiteiro e Girolando PO e a comercialização de novilhas. O turismo ligado ao Rio Formoso complementa a renda e reforça o uso responsável dos recursos naturais, com apoio de projetos da Embrapa e gestão certificada para ecoturismo.

Fazenda Lages – 3º lugar

Com foco na pecuária de leite, a Fazenda Lages em Cristalina (GO) estruturou um sistema produtivo baseado no uso eficiente de energia, água e resíduos. A propriedade utiliza energia fotovoltaica, geração complementar por biodigestor, reuso de água na limpeza das instalações e reaproveitamento de resíduos por meio de fertirrigação e produção de adubo orgânico.

GRANDE PRODUTOR

Sementes Produtiva – 1º lugar

Com unidades produtivas em Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais e Rio Grande do Sul, o grupo trabalha com produção de sementes de soja, milho, trigo, algodão, canola, carinata e outras culturas. Investe em agricultura regenerativa, correção de perfil de solo e agricultura de precisão. Mantém certificações como ABRBCI, 3S da Cargill e RTRS para soja e milho. As áreas preservadas somam mais de 18 mil hectares, com fauna monitorada por câmeras.

Fazenda Santa Cruz da Vargem Grande – 2º lugar

Em Vargem Grande do Sul (SP), a Fazenda Santa Cruz da Vargem Grande é a matriz da Agro Beloni e atua na produção de batata, café, hortifruticultura e grãos. A operação envolve 325 colaboradores e reúne certificações como Rainforest Alliance, Regenagri® e Global G.A.P., com investimentos contínuos em capacitação e adoção de boas práticas.

Fazenda Farroupilha I – 3º lugar

Em Sidrolândia (MS), a Fazenda Farroupilha I, integrante do Grupo Farroupilha, atua na produção de grãos com foco em conservação do solo e gestão responsável. A propriedade adota manejo racional das áreas produtivas e desenvolve o programa Renova Farroupilha, que estrutura ações ambientais e sociais, reforçando o compromisso do grupo com práticas sustentáveis no campo.

AGROINDÚSTRIA

Nestlé Brasil – 1º lugar

Com atuação nacional e compra de leite em diversas bacias produtivas, a Nestlé desenvolve programas de agricultura regenerativa, reduz emissões na cadeia e promove biodiversidade. A empresa já alcançou 21% de redução de emissões até 2024. Entre as práticas estimuladas estão solo coberto, diversidade de espécies e aumento da matéria orgânica. Mais de 15 mil produtores são acompanhados com avaliações técnicas e apoio direto.

Elanco Saúde Animal – 2º lugar

Com sede brasileira em São Paulo (SP) e presença em todo o país, a Elanco atua no desenvolvimento de tecnologias para saúde e desempenho animal. O Zimprova™, voltado para bovinos de corte a pasto, aumenta a eficiência alimentar e reduz o metano entérico entre 10,6% e 34%. Reconhecido pelo Mapa e certificado pela Fair Food, o produto demonstra como inovação e sustentabilidade podem caminhar juntas.

Laborsan Agro Brasil – 3º lugar

Instalada em São Carlos (SP), a empresa atua na produção de insumos agropecuários e integra ESG ao seu modelo de negócios. Reduziu cerca de 19% das emissões de GEE e quase 17% dos resíduos classe I. Lançou o polímero biodegradável Labfix G5 Eco, ampliou ações de diversidade e publicou Relatório de Sustentabilidade seguindo padrões GRI.

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Calor e chuvas irregulares marcam verão no campo em 2026


A previsão climática para o trimestre de janeiro a março de 2026 indica um cenário de calor acima da média e chuvas irregulares em parte do país, com potencial impacto sobre culturas como o milho safrinha e o arroz irrigado. A análise foi divulgada pelo Meteored Brasil com base em nota técnica de previsão sazonal elaborada em cooperação entre o Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (CPTEC/INPE), o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) e a Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme).

Segundo o documento, o período de verão é decisivo para o resultado da safra, uma vez que concentra etapas críticas de manejo, como definição de janelas de plantio, controle de pragas, uso da água e decisões de custo. A nota destaca que, entre janeiro e março, a variabilidade do tempo pode ser elevada, e a alternância entre semanas chuvosas e períodos secos tende a influenciar diretamente a produtividade e a qualidade das lavouras.

O cenário climático considera a atuação de um resfriamento no Oceano Pacífico associado a uma La Niña de fraca intensidade, além de sinais no Atlântico Tropical, fatores que condicionam a distribuição das chuvas no território nacional. De acordo com as informações, há maior chance de precipitações acima da média histórica em grande parte da Região Norte, no norte do Maranhão e do Piauí e no Rio Grande do Sul. Em contrapartida, a previsão indica maior probabilidade de volumes abaixo do normal em áreas do Nordeste e em uma faixa que abrange Tocantins, Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro e o nordeste de São Paulo.

Em relação à temperatura, a nota técnica aponta predominância de valores acima da média em grande parte do país. Para o setor agropecuário, esse padrão tende a elevar a evapotranspiração e acelerar a perda de umidade do solo em períodos de menor chuva, além de influenciar o ciclo das culturas e o manejo fitossanitário.

No caso do milho safrinha, o Meteored Brasil destaca que a combinação entre calor persistente e chuvas irregulares aumenta o risco de estresse hídrico, especialmente em regiões do Sudeste e do Centro do país. A análise ressalta que o risco não está associado à ausência total de precipitações, mas à sua distribuição irregular ao longo do ciclo, o que pode comprometer fases sensíveis da cultura. A recomendação técnica é que decisões de plantio e manejo considerem a necessidade de ajustes constantes, acompanhando atualizações semanais da previsão e as condições observadas no campo.

Para o arroz irrigado, o relatório indica um cenário mais favorável no Rio Grande do Sul, que aparece entre as áreas com maior probabilidade de chuva acima da média no trimestre. De acordo com a análise, esse padrão pode contribuir para a reposição hídrica e reduzir a pressão sobre reservatórios, fator considerado estratégico para a estabilidade da produção. No entanto, o documento alerta que volumes elevados de chuva também podem provocar dificuldades operacionais, como restrições de tráfego nas áreas cultivadas e maior ocorrência de eventos climáticos intensos.

A nota técnica do CPTEC/INPE e os materiais do INMET lembram que, durante o verão, sistemas atmosféricos como a Zona de Convergência do Atlântico Sul podem organizar períodos prolongados de chuva, com grande variabilidade espacial e episódios pontuais de intensidade elevada. Nesse contexto, a orientação é que a previsão climática seja utilizada como instrumento de apoio ao planejamento, com revisão contínua das estratégias de manejo conforme a atualização dos boletins meteorológicos.





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Novo salário mínimo impactará 62 milhões de brasileiros e movimentará R$ 81,7 bi


novo salário mínimo
Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

Previsto para entrar em vigor em 1º de janeiro e começar a ser pago em fevereiro, o novo salário mínimo de R$ 1.621 injetará R$ 81,7 bilhões na economia, estima o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

O cálculo considera os efeitos sobre a renda, o consumo e a arrecadação, ainda que em um cenário de restrições fiscais mais rígidas.

Segundo o Dieese, cerca de 61,9 milhões de brasileiros terão rendimentos diretamente influenciados pelo piso salarial. Desse total, 29,3 milhões são aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS); 17,7 milhões, empregados, 10,7 milhões, trabalhadores autônomos; 3,9 milhões, empregados domésticos; e 383 mil empregadores.

O novo valor representa um reajuste nominal de 6,79% em relação ao mínimo atual, conforme as regras estabelecidas pela política permanente de valorização do salário mínimo.

Contas do governo

Segundo o Dieese, o reajuste do mínimo afeta diretamente benefícios e despesas indexados ao piso nacional, com reflexos relevantes sobre o orçamento público.

Veja os principais impactos:

  • R$ 39,1 bilhões de aumento estimado nas despesas da Previdência Social em 2026;
  • R$ 380,5 milhões de custo adicional para cada R$ 1 de aumento no salário mínimo;
  • 46% dos gastos previdenciários são impactados diretamente pelo reajuste;
  • 70,8% dos beneficiários da Previdência recebem benefícios atrelados ao salário mínimo.

O desafio do governo será equilibrar os efeitos positivos do aumento do salário mínimo sobre a renda da população com o controle das despesas obrigatórias, especialmente em um contexto de busca pelo cumprimento das metas fiscais.

Como foi calculado o reajuste

O reajuste do salário mínimo segue a Lei 14.663, de agosto de 2023, que define a correção anual com base em dois fatores:

  • a variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do ano anterior;
  • o crescimento do PIB de dois anos antes.

No entanto, o cálculo para 2026 será parcialmente limitado pelo novo arcabouço fiscal, definido pela Lei Complementar 200/2023, que impõe um teto para o crescimento real das despesas da União.

Com isso, será considerada integralmente a inflação medida pelo INPC, de 4,18% (acumulado de dezembro do ano passado a novembro deste ano);

  • o crescimento do PIB, de 3,4%, será limitado a 2,5%, percentual máximo permitido pelo novo regime fiscal.
  • A combinação desses fatores resulta em um aumento nominal de R$ 103 no salário mínimo.

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Onda de calor: Inmet emite alerta de perigo para 8 estados; veja quais


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Foto: Pixabay

Um bloqueio atmosférico é a causa da forte onda de calor que afeta vários estados do Brasil neste fim de ano. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de perigo para todo o estado de São Paulo, Rio de Janeiro e partes de Minas Gerais, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Paraná e Santa Catarina.

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.

O fenômeno faz com que as temperaturas fiquem até cinco graus acima do normal para esta época do ano em todas essas áreas.

Fonte: Inmet

Veja as previsões de calor para cada estado afetado

São Paulo: todo o estado está sob alerta de grande perigo. A capital paulista, o interior e o litoral devem ter temperaturas entre os 34 ºC e 35 ºC. À tarde, a capital tem muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas.

Rio de Janeiro: todo o estado também está sob alerta de grande perigo. A onda de calor atinge a capital do estado, toda a região metropolitana, litoral e interior. A temperatura deve chegar aos 39 ºC. Há possibilidade de pancadas de chuva e trovoadas isoladas à tarde.

Espírito Santo: a parte sul do estado está sob alerta vermelho. Temperatura em Cachoeiro do Itapemirim chega aos 34 ºC. Sem possibilidade de chuva.

Goiás: o sul do estado nas proximidades das fronteiras de Minas e de Mato Grosso do Sul tem forte calor. Itumbiara terá calor de 34 ºC. Sem possibilidade de chuva.

Minas Gerais: calor intenso na região do Triângulo Mineiro. Temperatura em Uberlândia chega a 33 ºC. Sem chuva.

Mato Grosso do Sul: calor atinge o leste do estado. Temperatura em Três Lagoas chega aos 36 ºC. Sem possibilidade de chuva.

Paraná: as áreas noroeste e central do estado recebem forte calor. A temperatura em Curitiba, capital, chega aos 31 ºC. Há possibilidade de chuva isolada na parte da tarde. Londrina terá 34 ºC e possibilidade de chuva e trovoadas.

Santa Catarina: o alerta de grande perigo do Inmet também vale para o norte de Santa Catarina, atingindo a cidade de Joinville, onde a temperatura pode chegar a 32 ºC.

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Algodão brasileiro reafirma seu protagonismo global


Em 2025, o trabalho da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), em conjunto com as 11 associações estaduais, reforçou o posicionamento do algodão como uma cultura responsável e estratégica para o agronegócio brasileiro.

De acordo com o Presidente da Abrapa, Gustavo Piccoli, o sucesso do algodão brasileiro em 2025 está baseado nos 4 pilares que norteiam o trabalho da Abrapa. “Através da implementação estruturada de práticas voltadas à sustentabilidade, à rastreabilidade, à qualidade e à promoção, conduzidas de forma organizada por meio dos programas da Abrapa, a cadeia consolidou um posicionamento sólido e articulado, capaz de avançar de maneira consistente em conquistas e em agendas socioambientais estratégicas para o país”, avalia o presidente.

No encerramento do ano, apresentamos um balanço das principais conquistas dos últimos 12 meses nos quatro pilares estratégicos do algodão brasileiro e das perspectivas que se desenham para 2026.

Sustentabilidade: renovação com a BCI e participação na COP 30 foram destaque

Desde sua criação, em 2012, o programa Algodão Brasileiro Responsável (ABR) orienta os cotonicultores a produzirem de acordo com rigorosos parâmetros de sustentabilidade socioambiental. Na safra 2024/2025, o ABR assegurou que 83% do algodão brasileiro fosse certificado segundo padrões internacionais de produção responsável, fortalecendo o posicionamento e o reconhecimento no mercado global.

Para dar continuidade a esse sucesso, o programa começou 2025 renovando a sua parceria com o Better Cotton Institute (BCI), benchmark que garante que o certificado BCI chegue às fazendas brasileiras e leve o algodão nacional para os clientes mais exigentes da indústria.

A participação da Abrapa na COP30 também contribuiu para projetar o algodão brasileiro no cenário internacional. O gerente de Sustentabilidade da entidade, Fábio Carneiro, destacou o alcance das práticas responsáveis adotadas no país e apresentou o algodão como uma alternativa natural às fibras sintéticas na indústria têxtil, hoje entre as maiores fontes de poluição por microplásticos.

Qualidade: atuação em conjunto com as associações estaduais

Em 2025, a Abrapa realizou seis workshops de qualidade em municípios de Goiás, Bahia e Mato Grosso, capacitando 1.440 profissionais envolvidos em toda a cadeia a produtiva. A entidade também realizou treinamentos nos estados produtores para inspetores de Unidade de Beneficiamento de Algodão (UBA) e de algodão em pluma, que atuam nos laboratórios de análise de todo o Brasil, uma prerrogativa do terceiro pilar do Standard Brasileiro HVI (SBHRVI), focado em capacitação e difusão de conhecimento.

Em 2026, o Centro Brasileiro de Referência em Análise de Algodão (CBRA) completará dez anos de atuação voltada à padronização de laboratórios. Apenas em 2025, mais de 14 milhões de fardos foram analisados pelos laboratórios, gerando dados que passam a integrar as informações no Sistema Abrapa de Identificação, o programa mais antigo de rastreabilidade do algodão brasileiro.

Rastreabilidade: SouABR lança política de adesão ao mercado

Lançado em 2021, o SouABR é o programa de rastreabilidade da Abrapa que assegura transparência em toda a cadeia de custódia do algodão brasileiro. Por meio de um QR Code aplicado às peças, o consumidor final tem acesso a informações completas sobre a origem e a trajetória do produto, da semente ao guarda-roupa.

Em 2025, o programa avançou com o lançamento de sua política de adesão, possibilitando que qualquer marca que atenda aos requisitos estabelecidos ofereça rastreabilidade em suas peças, assegurando o acesso aos dados da cadeia produtiva e ampliando a transparência do setor.

Sou de Algodão: movimento completa 10 anos em 2026

A trajetória do algodão também foi destaque no São Paulo Fashion Week 2025, por meio do movimento Sou de Algodão. O desfile reuniu seis estilistas de renome da moda brasileira para traduzir, nas passarelas, a importância da rastreabilidade e a conexão entre o consumidor e as histórias das milhares de pessoas que trabalham na cadeia produtiva.

“O público da moda está cada vez mais exigente em relação à origem e aos processos de produção do que consome. Nesse cenário, a rastreabilidade confere ainda mais credibilidade ao algodão brasileiro, tanto no mercado interno quanto no exterior”, afirmou a diretora de Relações Institucionais da Abrapa e gestora do movimento Sou de Algodão, Silmara Ferraresi.

Em 2026, o movimento que foi lançado na SPFW para unir a cadeia produtiva e têxtil e estimular o uso do algodão brasileiro completa 10 anos. “O Sou de Algodão mostra como o algodão é importante para o Brasil e o mundo através da comunicação, ações e campanhas. Nesses 10 anos, dialogamos com pessoas cada vez mais preocupada com origem, qualidade e sustentabilidade daquilo que consome”, analisa a diretora.

Cotton Brazil amplia diálogo em defesa da fibra natural

No comércio exterior, 2025 consolidou o Brasil como líder global do algodão ao unir escala, competitividade e sustentabilidade. O país é o terceiro maior produtor mundial e o primeiro exportador desde 2024, respondendo por 33% das exportações globais.

Na safra 2024/2025, foram embarcadas 2,8 milhões de toneladas, gerando US$ 4,8 bilhões em receita. O Brasil ampliou sua participação em todos os principais mercados importadores, com destaque para Índia, Egito e Paquistão.

Esse desempenho é impulsionado pelo projeto setorial Cotton Brazil, responsável por orientar a estratégia internacional do setor. O diretor de relações internacionais da Abrapa, Marcelo Duarte, explicou que o próximo ano será essencial para a manutenção do mercado conquistado. Segundo ele, “Em 2026 e 2027, o Cotton Brazil terá como foco a defesa de mercado, o fortalecimento da imagem e a expansão do consumo frente às fibras sintéticas. Para isso, continuamos priorizando os dez maiores compradores do algodão brasileiro, responsáveis por 96% das importações mundiais, mas expandimos nossas ações voltadas ao varejista e ao consumidor final, que se concentram na Europa e Estados Unidos”.

Congresso Brasileiro de Algodão (CBA) acontece em Belo Horizonte em 2026

A organização do CBA 2026 já está em andamento. O tema da sua próxima edição será “Algodão Brasileiro: Fibra Natural, uma jornada com propósito, qualidade e transparência”. O evento está marcado para setembro de 2026, na cidade de Belo Horizonte, e tem expectativa de público recorde.

Neste ano, a 14ª edição do CBA, que aconteceu em 2024, ganhou o primeiro lugar no Prêmio Caio, na categoria que reconhece os melhores congressos nacionais. O Prêmio Caio é comparado ao “Oscar” dos eventos no Brasil.

Segundo o diretor executivo da Abrapa, Márcio Portocarrero, o reconhecimento concedido ao 14º CBA simboliza um marco na trajetória do Congresso e reflete o protagonismo alcançado pelo algodão brasileiro no cenário internacional. “Além de conquistarmos a liderança nas exportações globais, o CBA registrou o maior público de sua história. Essa premiação consolida esse momento histórico vivido pela Abrapa”, afirmou.

 





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