sexta-feira, maio 1, 2026

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‘Não é fácil, mas é possível B16 ainda em 2026’ diz presidente da Aprobio


biodiesel, Abiove
Foto: Abiove

No setor de biocombustíveis, existe a consciência de que não será fácil que o governo federal teste e aprove a elevação da mistura do biodisel no diesel de 15% (B15) para 17% (B17) ainda em 2026. A constatação é do presidente da Associação dos Produtores de Biocombustíveis do Brasil (Aprobio), Jerônimo Goergen.

Ele espera, no entanto, que a disponibilidade do setor ao governo federal para viabilizar a fase de testes da elevação em laboratórios, por meio de articulação institucional e investimento financeiro, seja capaz de validar ao menos um meio termo: a mistura de 16% (B16) aprovada ainda em 2026.

A expectativa do dirigente da associação se dá num momento em que o secretário substituto de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis do Ministério de Minas e Energia (MME), Marlon Arraes, indicou o início dos testes de aumento de mistura de biodiesel ao diesel a partir de maio. O custo dos ensaios deverá ser de R$ 8 milhões.

“O Ministério tem o empenho e conta com o início dos testes em maio. Queremos e precisamos fazer com que os testes sejam iniciados o mais rapidamente possível. Estamos fazendo gestão para que tenhamos o cronograma já iniciado em maio”, afirmou o ministro, durante evento setorial na quinta-feira (23).

Segundo Arraes, os testes vão verificar o comportamento tanto dos motores, quanto do diesel com teores maiores do biocombustível e vão dar segurança para avançar na mistura no Brasil.

Os ensaios testarão as misturas de 20% e de 25% do biodiesel no diesel, como determinado na Lei do Combustível do Futuro. No atual entendimento do Ministério, um aumento da mistura obrigatória para 16% ou 17%, por exemplo, depende da validação dos testes com mistura de 20%.

A indústria de biodiesel já defendeu formas simplificadas de realizar os testes, inclusive ensaios com teores menores de 20%, mas as propostas não foram aceitas pela pasta.

Arraes afirmou que os testes serão concluídos “no menor espaço de tempo possível”. Pelo cronograma, se os ensaios começarem mesmo em maio, a conclusão deverá ocorrer em fevereiro de 2027. Nas contas setoriais, os testes podem ser realizados em cerca de 5 meses.

Se, de fato, começarem em maio, seriam finalizados às vésperas das eleições presidenciais, nas contas do setor. Será um momento político em que, geralmente, colocam-se em destaque pautas mais populistas, como benefícios sociais, e deixam-se de lado debates mais técnicos e setoriais, como a mistura.

Ainda assim, segundo Goergen, o setor segue confiante. “A Aprobio vai trabalhar para isso, mas há um reconhecimento da dificuldade”, afirmou ele ao Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.

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Santa Catarina inicia exportação de maçãs diretamente pelos portos


Santa Catarina deu um passo significativo ao iniciar a exportação de maçãs diretamente pelos portos do estado. Essa medida visa aumentar a agilidade no setor agrícola e contribuir para a sustentabilidade, reduzindo custos e emissões de transporte.

Facilitação do processo de exportação

Com a nova logística, os produtores poderão certificar a fruta dentro do próprio estado, eliminando a necessidade de transporte até o Rio Grande do Sul. Essa mudança traz benefícios como:

  • Redução de custos com transporte e armazenagem
  • Certificação fitossanitária em polos como São Joaquim e Fraiburgo
  • Atendimento a uma demanda antiga do setor por agilidade e menos burocracia

Expectativas de produção

A expectativa é que Santa Catarina exporte cerca de 20.000 toneladas de maçã na safra 2025/26. Atualmente, o estado já responde por mais da metade da produção nacional, com mais de 1 milhão de toneladas por ano, evidenciando a importância da cadeia produtiva para a economia catarinense.

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Como reduzir custos na pecuária sem comprometer a produtividade


Reduzir custos na pecuária sem comprometer a produtividade é um desafio que exige uma gestão eficaz. Para alcançar esse objetivo, é fundamental entender quais centros de custo precisam de atenção e como cada um deles impacta o resultado final da fazenda.

Identificação dos centros de custo

A gestão deve incluir um quadro detalhado dos perfis de centro de custo, considerando:

  • Insumos do rebanho
  • Mão de obra
  • Administração
  • Parque de máquinas

É essencial monitorar os gastos gerais e o valor por cabeça, permitindo uma análise mais precisa da situação financeira da propriedade.

Benchmarking e comparação

Utilizar benchmarks, como os fornecidos pelo Instituto Integra, pode ajudar a calcular os gastos da fazenda em comparação com as mais rentáveis. Isso permite identificar:

  • Excesso de insumos utilizados
  • Necessidade de suplementação para ganho de peso

Essas informações são cruciais para ajustar a gestão e melhorar a eficiência dos gastos.

Gestão e planejamento

Uma gestão bem estruturada e um planejamento adequado são fundamentais para equilibrar os desembolsos pecuários. Isso inclui:

  • Identificar onde os gastos estão elevados
  • Definir áreas que precisam de aceleração ou contenção de custos

Com um balancete claro, é possível entregar melhores margens no final, o que é decisivo para o sucesso na pecuária de corte.

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Coperitaipu celebra 57 anos com espetáculo teatral em Santa Catarina


No oeste de Santa Catarina, a cooperativa Coperitaipu decidiu celebrar seus 57 anos de uma maneira inovadora, apresentando um espetáculo teatral que retrata sua história e a importância do cooperativismo na vida das comunidades locais.

Um espetáculo único

O evento, que combina teatro, música e elementos circenses, visa conectar produtores e a comunidade de forma mais próxima e envolvente. A peça foi levada a diferentes cidades onde a cooperativa atua, permitindo que os espectadores conheçam mais sobre a Coperitaipu e o conceito de cooperativismo.

Objetivos da apresentação

  • Contar a história da cooperativa de forma acessível e divertida.
  • Relembrar os princípios e propósitos do cooperativismo.
  • Engajar jovens e adultos na discussão sobre a importância da cooperação.

Impacto na comunidade

O espetáculo não apenas celebra a trajetória da Coperitaipu, mas também destaca como o cooperativismo é parte integrante do cotidiano das comunidades. A apresentação foi descrita como uma experiência sensacional, que envolveu todos os presentes e os fez se reconhecer na história da cooperativa.

Agradecimentos e reconhecimento

Os organizadores expressaram sua satisfação em contar a história da Coperitaipu em 50 minutos de circo, teatro e dança, ressaltando a emoção e a diversão que a peça proporcionou. A participação do grupo Sou Arte foi um destaque, trazendo sucesso e alegria ao evento.

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Augusto Cury apresenta propostas para o agronegócio em encontro da FAESP


O pré-candidato à presidência da República, Augusto Cury, apresentou suas propostas para o agronegócio durante um encontro promovido pela FAESP em São Paulo. Cury defendeu a necessidade de mais crédito, inovação e um plano de longo prazo para garantir a segurança alimentar no Brasil.

Propostas principais

  • Criação de um ministério para captação de recursos internacionais com juros mais baixos para produtores rurais.
  • Objetivo de trazer entre 100 a 200 bilhões de dólares com seguros em dólar.
  • Apoio à agricultura familiar e desenvolvimento do semiárido com tecnologia e parcerias internacionais.
  • Investimentos em horticultura e fruticultura para quase 4 milhões de agricultores familiares.
  • Ampliação da produção de etanol de milho e fortalecimento da cadeia de proteína animal.

Desafios do agronegócio

Cury destacou que, segundo a FAO, será necessário aumentar em 70% a produção de alimentos até 2050. Ele enfatizou que, sem um aumento significativo na produção, o Brasil não conseguirá garantir uma humanidade sustentável.

Reação da FAESP

O presidente da FAESP elogiou as propostas de Cury, ressaltando o foco em planejamento e segurança jurídica, além de sua preocupação com a gestão da água e os altos juros relacionados à irrigação.

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STF valida restrições à compra de terras por empresas estrangeiras


O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, por unanimidade, que a aquisição de imóveis rurais por empresas brasileiras controladas por estrangeiros depende de prévia autorização da União. A decisão encerra um impasse jurídico que perdurava por anos.

Decisão do STF

Os ministros analisaram duas ações apresentadas pela Sociedade Rural Brasileira, além da União e do INCRA. Com a decisão, prevalece o entendimento de que as regras para a compra de terras rurais por empresas controladas por estrangeiros permanecem restritas e válidas.

Objetivo da Legislação

A discussão envolve uma lei da década de 70, que visa proteger a soberania do país ao limitar o domínio internacional sobre áreas agrícolas. Segundo os ministros, a legislação é compatível com a Constituição Federal.

Limites e Regras

  • Limite de até 50 módulos fiscais por comprador estrangeiro.
  • Necessidade de autorização do INCRA para aquisições acima de três módulos fiscais.

Impacto na Legislação

A decisão do STF pode influenciar a tramitação de um projeto de lei em discussão no Congresso Nacional, que já foi aprovado pelos senadores e aguarda avanço na Câmara dos Deputados.

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Mais de 1 tonelada de camarão é apreendida no Aeroporto Internacional de São Paulo


Camarão
Foto: Ibama

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) apreendeu aproximadamente 1.250 quilos de camarão congelado transportado de forma irregular no Terminal de Cargas do Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos (SP). A ação foi realizada no último domingo (19), pela Unidade Técnica do Ibama Guarulhos.

A carga, proveniente de Santa Catarina e com destino final a Manaus (AM), estava sendo comercializada e transportada sem a devida comprovação de origem legal.

Durante a fiscalização, os agentes identificaram inconsistências na documentação apresentada, que não informava o nome científico das espécies e não correspondia à carga física transportada.

Segundo o Ibama, parte do produto apreendido é composta por camarões de espécies nativas cuja pesca é proibida, o que agrava a irregularidade.

Autuação

O responsável pela carga recebeu dois autos de infração, que somam R$ 61.600,00 em multas. As sanções foram aplicadas com base no Decreto nº 6.514/2008 e incluem infrações por transporte e comercialização de produto pesqueiro sem comprovação de origem legal, além da comercialização de espécies provenientes de pesca proibida.

Destino

A carga apreendida foi avaliada em cerca de R$ 60 mil e estava acondicionada em 50 caixas de isopor, contendo pacotes de 5 quilos de “camarão colinha eviscerado”.

A ausência de comprovação de origem legal compromete o controle ambiental e sanitário, colocando em risco a sustentabilidade dos estoques pesqueiros e a saúde da população.

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AgroNewsPolítica & Agro

Colheita do feijão avança e confirma estimativas


A colheita do feijão da primeira safra no Rio Grande do Sul está em fase de encerramento, sem maiores restrições operacionais, conforme o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (23). Na maior parte das regiões produtoras, os rendimentos ficaram próximos das expectativas iniciais, embora haja variações conforme o sistema de cultivo e as condições hídricas.

Na região dos Campos de Cima da Serra, onde se concentra a maior produção estadual, os trabalhos estão praticamente concluídos, restando apenas áreas pontuais com cultivares tardias. A produtividade média regional não deve ultrapassar 1.200 kg por hectare, abaixo do esperado. Em áreas irrigadas, os rendimentos chegaram a 2.800 kg por hectare, enquanto nas lavouras de sequeiro variaram entre 900 e 1.200 kg por hectare, evidenciando o impacto das condições de umidade sobre o resultado final. A estimativa estadual de produtividade é de 1.781 kg por hectare, segundo a Emater. A área cultivada com feijão de primeira safra no estado está estimada em 23.029 hectares.

Para a segunda safra, as lavouras se encontram majoritariamente em fase reprodutiva avançada, com enchimento de grãos e início de maturação, e apenas uma pequena parcela já foi colhida. O desenvolvimento da cultura tem sido favorecido pela disponibilidade de água no solo e pelas temperaturas amenas, o que mantém o potencial produtivo.

De acordo com a Emater/RS-Ascar, “As plantas apresentam desenvolvimento vegetativo e reprodutivo satisfatórios, além de formação de vagens e enchimento de grãos ideais, mantendo o bom potencial produtivo”. A colheita ocorre de forma gradual, acompanhando a distribuição das fases das lavouras, sem variações expressivas de produtividade entre as áreas.

No aspecto fitossanitário, as lavouras apresentam condições adequadas na maior parte das regiões, com baixa incidência de pragas e doenças. Ainda assim, a elevada umidade relativa do ar aumenta o risco de doenças fúngicas, o que exige monitoramento contínuo. A projeção para a segunda safra é de área de 11.690 hectares e produtividade média de 1.401 kg por hectare.

Na região de Ijuí, a cultura se aproxima da maturação, com predominância da fase de enchimento de grãos, representando 64% das lavouras. Cerca de 14% das áreas estão maduras e 5% já foram colhidas. Em Santa Maria, a colheita atinge aproximadamente 30% da área, com produtividade confirmando o potencial projetado.

Na região de Soledade, as lavouras apresentam desenvolvimento dentro do esperado, embora a alta umidade tenha aumentado a pressão de doenças, com destaque para a antracnose. As áreas se distribuem entre fases de enchimento de grãos, florescimento, maturação e vegetativa, mantendo o potencial produtivo ao longo do ciclo.





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Supremo Tribunal Federal mantém restrições à compra de terras por estrangeiros


A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de manter as restrições à compra de terras por empresas brasileiras controladas por estrangeiros é considerada uma questão de soberania nacional. O comentarista Miguel Daúd destacou que o Brasil reconhece a terra como um ativo estratégico que não deve estar sob controle indireto de capital estrangeiro.

Importância da terra no agronegócio

Segundo Daúd, a principal segurança no agronegócio é a terra, que é um insumo vital para a produção. Ele argumenta que o interesse de investidores estrangeiros em terras brasileiras é, em grande parte, especulativo, e não voltado para a produção agrícola.

Desafios enfrentados pelos produtores

Os produtores rurais enfrentam diversos desafios, como:

  • Variáveis climáticas que afetam a produção
  • Altas taxas de juros
  • Falta de infraestrutura adequada
  • Instrumentos de políticas agrícolas ineficazes
  • Ausência de seguros agrícolas

Esses fatores contribuem para a relutância de investidores em adquirir terras no Brasil.

Financiamento e soberania

Daúd também ressaltou que, embora o financiamento agropecuário possa incluir capital estrangeiro, a garantia exigida pelos bancos é a terra. A impossibilidade de assumir a propriedade da terra pode restringir o financiamento, impactando o agronegócio.

A decisão do STF, segundo o comentarista, não prejudica o agronegócio, mas reflete a necessidade de um projeto macroeconômico que estabilize a situação do país e promova um ambiente favorável para investimentos.

Apelo aos líderes políticos

Por fim, Daúd fez um apelo aos líderes políticos para que abandonem ideologias que possam prejudicar o desenvolvimento do Brasil e busquem soluções que beneficiem todos os brasileiros, especialmente os produtores rurais.

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Missão brasileira na China pode gerar US$ 110 milhões em cafés especiais


Uma missão brasileira na China ampliou o espaço para cafés especiais e pode gerar mais de 100 milhões de dólares em negócios. A participação de empresários brasileiros no país reforçou o avanço dos cafés especiais no mercado asiático.

Resultados da missão

A missão reuniu 19 representantes do setor e consultou mais de 400 contatos comerciais com potencial de quase 110 milhões de dólares em negócios nos próximos 12 meses.

Projeto Brasil de Coffee Nation

A iniciativa faz parte do projeto Brasil de Coffee Nation, desenvolvido pela Associação Brasileira de Cafés Especiais em parceria com a Apex Brasil. Além da feira internacional em Shangai, a agenda incluiu visitas técnicas em Kindal, cidade estratégica para logística e distribuição de café na Ásia.

Crescimento do mercado chinês

O mercado chinês tem mostrado crescimento e maior interesse por produtos de qualidade e maior valor agregado, o que abre novas oportunidades para o Brasil. O país vem crescendo fortemente no consumo de cafés especiais, algo que foi confirmado durante a visita.

Diversidade sensorial dos cafés brasileiros

O Brasil se destaca pela diversidade sensorial de seus cafés especiais, oferecendo uma experiência rica ao consumidor chinês. Com esse objetivo, a BSA, com o apoio da Apex Brasil, levou empresários brasileiros, produtores e cooperativas a uma missão comercial na província de Tindal.

Prospecção e contatos realizados

  • Mais de 400 contatos realizados
  • Prospecção de 100 milhões em negócios para os próximos 12 meses
  • Aproximação de empresários brasileiros do mercado chinês

O principal resultado foi permitir que os empresários brasileiros entendessem as oportunidades e preparassem uma oferta mais adequada para o mercado.

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