terça-feira, março 31, 2026

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Lula sanciona lei que transfere capital para Belém temporariamente  



O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta terça-feira (4) a lei que transfere, temporariamente, a capital brasileira de Brasília para Belém (PA).

A mudança tem validade durante o período de realização da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças do Clima (COP30), entre 11 e 21 de novembro de 2025. A proposta foi aprovada pelo Congresso Nacional. A Lei 15.251 foi publicada hoje no Diário Oficial da União.

De acordo com o governo, a transferência temporária tem caráter simbólico e político e “reforça a relevância da Amazônia na agenda ambiental internacional”, além de evidenciar o compromisso do país com as questões globais do clima.

Todos os atos e despachos expedidos nesse intervalo, inclusive os do presidente da República e dos ministros, terão o registro da capital paraense. Durante o período, os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário poderão se instalar na cidade de Belém para a condução de suas atividades institucionais e governamentais.

Caso semelhante já ocorreu em 1992, quando a capital federal foi transferida para o Rio de Janeiro, durante a realização da Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente e Desenvolvimento, a Rio-92.



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Preço da arroba do boi em Mato Grosso do Sul se aproxima de São Paulo



O Indicador Boi Datagro, adotado pela B3 como referência para a liquidação dos contratos futuros de pecuária no mercado brasileiro, mostra os preços da arroba em elevação nesta terça-feira (4).

Mato Grosso do Sul se aproxima da praça-base São Paulo nas cotações. No estado do Centro-Oeste, a indicação média ficou em R$ 321,11, enquanto em território paulista foi precificada em R$ 322,98.

De acordo com a analista de mercado da Datagro, Beatriz Bianchi, esse movimento é reflexo da maior competição das indústrias e também do reposicionamento das escalas de abate que seguem apresentando quedas cadenciadas.

“A oferta de boi gordo começa a apresentar sinais de retração, com queda na disponibilidade de fêmeas, fator já esperado pelo período do ano com a chegada da estação de monta”, detalha.

Já do lado da demanda, Beatriz ressalta que o mercado interno segue aquecido com o baixo nível de desemprego. “Mesmo com o poder de compra um pouco mais apertado, ainda há fôlego com a chegada do final do ano, com o 13º [salário] e bonificações que tendem a aquecer o consumo.”

Quanto aos embarques de carne bovina, a analista enfatiza que os resultados parciais de outubro seguem positivos, mas o câmbio se mostra um desafio para as margens da indústria exportadora.



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Na COP, o consenso é o verdadeiro protagonista das decisões sobre o clima, diz especialista



A Conferência do Clima, conhecida como COP, pode parecer à primeira vista uma grande feira internacional sobre meio ambiente, mas na prática funciona como uma engrenagem diplomática complexa.

Segundo o Head of Agribusiness, Renato Rodrigues, a COP é um processo contínuo de negociação global, onde cada palavra e vírgula são discutidas para construir acordos que transformem ciência em política e política em ação.

A COP, explica Rodrigues, não é apenas um evento anual, mas um processo de consenso entre os países que integram a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima.

“O consenso é a sua maior fragilidade, mas também é a sua maior força, porque é com base no sistema multilateral que esse processo de discussão, de debate, de diálogo, ganha muita força e consegue construir uma posição em comum com todos os países que são signatários da convenção”, destaca.

O especialista detalha que o funcionamento da conferência é coordenado por um secretariado sediado em Bonn, na Alemanha, e presidido de forma rotativa pelo país anfitrião. No caso da COP30, que será realizada no Brasil, o país assume também a presidência das negociações até o próximo ano.

Dentro da estrutura, dois órgãos técnicos são responsáveis por apoiar o trabalho diplomático: o SBSTA (do inglês Subsidiary Body for Scientific and Technological Advice), que trata das bases científicas e tecnológicas, e o SBI (do inglês Subsidiary Body for Implementation), voltado à implementação e transparência.

Durante as duas semanas de conferência, plenárias, reuniões e grupos de contato ocorrem simultaneamente para buscar acordos em torno de cada trecho dos textos oficiais.”Diferente de outros fóruns internacionais, a COP não vota. Cada decisão é adotada apenas quando há consenso, ou seja, quando ninguém se opõe explicitamente”, explica Rodrigues.

Equilíbrio de interesses globais

Cada decisão aprovada na Conferência do Clima é fruto de um delicado equilíbrio entre interesses nacionais e globais. Durante as negociações, cada bloco representa dezenas de países, o que exige diálogo constante e muita diplomacia para alcançar um consenso.

Por isso, antes de levar suas propostas à COP, os governos consultam cientistas e especialistas de diferentes áreas, construindo uma posição oficial que reflete suas prioridades e responsabilidades.

A conferência se torna, assim, um verdadeiro exercício de convivência, onde nações com realidades distintas buscam um objetivo comum, preservar o clima e garantir o futuro do planeta.

COP no Brasil

Para o especialista, presidir uma COP representa muito mais do que organizar um grande evento internacional, é liderar o diálogo global sobre o futuro do planeta. “O Brasil tem uma longa trajetória na diplomacia do clima. Foi protagonista na Rio 92, teve papel-chave em Kyoto e no Acordo de Paris. Agora, com a presidência da COP, tem a missão de restaurar a confiança no processo multilateral e conduzir o mundo à etapa da implementação”, destaca.

As negociações da conferência são, acima de tudo, um exercício de humanidade, a demonstração de que, mesmo com interesses diferentes, os países ainda são capazes de dialogar em busca de soluções para o clima global.



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AgroNewsPolítica & Agro

Mercado do boi gordo inicia novembro com cotações estáveis



Boi gordo mantém firmeza nas cotações



Foto: Canva

De acordo com análise divulgada nesta segunda-feira (3) no informativo Tem Boi na Linha, da Scot Consultoria, o mercado do boi gordo iniciou a semana com estabilidade nas praças paulistas. “O primeiro dia útil do mês começou com poucos negócios. A oferta contida e a expectativa de melhora no escoamento da carne neste período têm mantido o mercado firme”, informa o boletim.

As escalas de abate nas indústrias paulistas seguem, em média, programadas para sete dias.

No Rio de Janeiro, o cenário é semelhante. A análise aponta que há “pouca oferta e escalas curtas, em média, para cinco dias”. Após as altas observadas nos últimos dias, os preços permaneceram estáveis na comparação diária.

No atacado da carne com osso, o informativo registrou movimentação positiva nas cotações, apesar da desaceleração nas vendas do varejo e do menor giro de estoques. Segundo a Scot Consultoria, “a alta na arroba do boi gordo e a redução na oferta de bovinos reduziram os estoques, o que favoreceu a cotação das carcaças casadas”.

A cotação da carcaça casada do boi capão teve alta de 2,6%, equivalente a R$ 0,55 por quilo. Para o boi inteiro, o aumento foi de 2,7%, também R$ 0,55 por quilo. Entre as fêmeas, a carcaça casada da vaca subiu 2,6%, ou R$ 0,50 por quilo, enquanto a da novilha registrou avanço de 3,3%, o que corresponde a R$ 0,65 por quilo.





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Brasil e Uruguai firmam acordo para cooperação em bioinsumos



Brasil e Uruguai firmaram um acordo de cooperação em bioinsumos. O memorando de entendimento foi assinado pelo ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, e pelo ministro da Agricultura, Pecuária e Pesca do Uruguai, Luis Alfredo Fratti Silveira, durante a Conferência de Ministros da Agricultura das Américas 2025, realizada em Brasília.

Em nota, o ministério informou que o acordo objetiva fortalecer a cooperação entre os dois países para o desenvolvimento de políticas, produtos, processos e tecnologias de origem biológica voltadas à melhoria da produção agrícola e pecuária.

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De acordo com o ministério, o acordo prevê um marco legal de referência para que os países desenvolvam atividades de cooperação voltadas ao fortalecimento de políticas, produtos e ações conjuntas no segmento de bioinsumos.

O acordo inclui o intercâmbio de conhecimento técnico e científico e fomento à inovação. “A cooperação entre países vizinhos é essencial para desenvolvermos soluções que unam produtividade, inovação e respeito ao meio ambiente”, disse Fávaro.



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Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura elege novo diretor-geral



O Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA) elegeu Muhammad Ibrahim, da Guiana, como diretor-geral para o mandato de 2026-2030.

O pleito foi realizado por maioria de votos dos Ministros da Agricultura das Américas durante a 23ª Reunião Ordinária da Junta Interamericana de Agricultura (JIA), órgão máximo de governo do IICA.

A reunião está sendo realizada em Brasília e organizada pelo governo brasileiro em conjunto com a organização hemisférica.

O vencedor concorreu com Fernando Mattos, candidato do Uruguai, que imediatamente parabenizou o eleito.

“Trabalharemos com todas as nações das Américas para forjar um futuro de cooperação. Estou honrado e grato por ter sido eleito para liderar esta grande instituição. Reconheço o notável trabalho realizado pelo Diretor-Geral Manuel Otero”, declarou Ibrahim ao assumir o cargo.

Quem é Muhammad Ibrahim

Ibrahim é engenheiro agrônomo com vasta experiência em gestão internacional e dedicou 35 anos à construção de redes para aumentar a produtividade e a resiliência do setor agrícola nas Américas. Ele foi indicado para liderar o IICA pelo governo da República Cooperativa da Guiana.

O novo diretor-geral assumirá o cargo em 15 de janeiro de 2026, durante uma cerimônia que será realizada na sede do IICA em San José, na Costa Rica. Ele sucederá o veterinário argentino Manuel Otero, que liderou a organização desde 2018, tendo sido reeleito em 2021.



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Embrapa sequencia genomas de capim-elefante em colaboração internacional; saiba mais



Uma colaboração científica internacional, com a participação da Embrapa Gado de Leite, sequenciou os genomas de 450 genótipos de capim-elefante coletados em dezoito países. A descoberta promete um novo impulso para o melhoramento genético da forrageira, consolidando seu potencial para a pecuária tropical e a produção de bioenergia.

O capim-elefante, originário da África e adaptado ao Brasil desde o início do século XX, é fundamental para cultivares como o Capiaçu (silagem) e o Curumi (pastejo).

Em entrevista ao Giro do Boi, a doutora em genética e melhoramento Ana Luísa Souza Azevedo, pesquisadora da Embrapa, destacou a relevância do estudo: “Ele é baseado para entender a diversidade, mas além disso, começou um estudo paralelo de associação”.

Confira a entrevista completa:

Benefícios da pesquisa

O estudo, resultado de uma parceria com o International Livestock Research Institute (ILRI), avaliou o material genético por cinco anos, permitindo mapear genes ligados à produtividade, valor nutritivo e potencial energético.

Ana Luísa informou que o grande benefício para o produtor é o desenvolvimento acelerado de novas cultivares. “Utilizando ferramentas genômicas, você reduz o tempo médio necessário para desenvolver uma cultivar (que normalmente leva de dez a quinze anos) para sete, oito anos”, revelou.

A aceleração possibilitará o lançamento de cultivares mais específicas, adaptadas a desafios como o estresse hídrico. A pesquisa também foca no potencial do capim-elefante para a produção de bioenergia, devido à sua alta eficiência fotossintética.

Próximos passos na pesquisa

O próximo passo inclui explorar a edição gênica e o sequenciamento para tornar as plantas mais resistentes. “A gente vai desmembrar todos esses estudos agora de associação para as características de maior interesse, por exemplo, associar com resistência a cigarrinha”, explicou a pesquisadora.

O objetivo é gerar marcadores que aumentem a resistência das plantas a pragas, doenças e, principalmente, ao estresse hídrico.

Com informações de: girodoboi.canalrural.com.br.

Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.



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demanda aquecida segue elevando preços



O mercado físico do boi gordo volta a se deparar com a alta das cotações no decorrer desta terça-feira (4).

Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, o ambiente de negócios ainda sugere pela continuidade deste movimento no curto prazo, em linha com o atual posicionamento das escalas de abate, em especial entre os frigoríficos de menor porte.

“No geral a demanda permanece aquecida, as exportações ainda são o grande destaque de 2025, com um ritmo acelerado de embarques. A demanda doméstica também conta com seus predicados no último bimestre, garantindo fôlego aos preços da carne no atacado”, disse.

Preços médios do boi gordo

  • São Paulo: R$ 324,75 — ontem: R$ 323,83
  • Goiás: R$ 315,54 — R$ 314,64
  • Minas Gerais: R$ 310,29 — R$ 309,41
  • Mato Grosso do Sul: R$ 331,14 — R$ 331,02
  • Mato Grosso: R$ 305,88 — R$ 305,07

Mercado atacadista

O mercado atacadista segue com preços firmes no decorrer da semana, ainda em perspectiva de alta no curto prazo.

De acordo com Iglesias, esse movimento é graças ao auge do consumo no mercado doméstico durante o último bimestre, com a incidência do 13º salário, a criação de postos temporários de emprego e as confraternizações de final de ano.

  • Quarto dianteiro: segue a R$ 18,50 por quilo;
  • Ponta de agulha: ainda é cotada a R$ 17,50 por quilo;
  • Quarto traseiro: se mantém a R$ 25 por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,77%, sendo negociado a R$ 5,3987 para venda e a R$ 5,3967 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,3791 e a máxima de R$ 5,4021.



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Negociações lentas e preços em queda: confira as cotações da soja no Brasil



O mercado brasileiro de soja teve um dia de baixa liquidez e preços pressionados. Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado, Rafael Silveira, as ofertas foram escassas e o vendedor manteve spreads elevados, enquanto compradores atuaram de forma contida.

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Nesta segunda-feira (4), a indústria seguiu com ritmo reduzido com o fim da temporada, e os portos registraram indicações mistas ao longo do dia. Ontem (3), a comercialização apresentou maior firmeza, mas os volumes voltaram a diminuir nesta terça-feira.

Na safra nova, apenas fixações pontuais foram registradas, sem avanço consistente. Os prêmios continuam em baixa, enquanto a queda em Chicago e a alta do dólar mantiveram as cotações irregulares no mercado interno.

Acordo EUA-China

Sobre o acordo entre Estados Unidos e China, a consultoria diz que, apesar do entendimento político entre os dois países ter contribuído para realização de lucros em Chicago, o mercado segue aguardando confirmações oficiais de novas compras chinesas de produtos americanos. Sem anúncios concretos, o movimento acabou sendo limitante para os preços.

Preços de soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): caiu de 136,00 para 135,00
  • Santa Rosa (RS): caiu de 137,00 para 136,00
  • Cascavel (PR): subiu de 134,00 para 135,00
  • Rondonópolis (MT): caiu de 127,00 para 125,00
  • Dourados (MS): caiu de 127,00 para 126,00
  • Rio Verde (GO): caiu de 125,00 para 124,00
  • Paranaguá (PR): caiu de 142,00 para 141,00
  • Rio Grande (RS): caiu de 142,00 para 141,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) encerraram o dia em baixa, com realização de lucros após as altas recentes. O acordo entre Estados Unidos e China trouxe expectativa de novas vendas aos chineses, mas sem confirmações oficiais o mercado perdeu força. A valorização do dólar frente a outras moedas também pesou sobre as cotações.

Contratos futuros

O contrato janeiro/2026 caiu 12,75 centavos (1,12%), para US$ 11,21 1/2 por bushel. Março/2026 recuou 12,50 centavos (1,09%), para US$ 11,27 3/4 por bushel.
No farelo, dezembro recuou US$ 3,40 (1,05%), a US$ 317,40 por tonelada. O óleo dezembro fechou a 49,53 centavos de dólar, queda de 0,31 centavo (0,62%).

Câmbio

O dólar comercial fechou em alta de 0,77%, negociado a R$ 5,3987 para venda e R$ 5,3967 para compra, com variação entre R$ 5,3791 e R$ 5,4021 ao longo do dia.



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Produção brasileira de grãos aumenta 63% em 10 anos



O Brasil vai registrar recorde na produção de grãos este ano e colher uma safra 63% maior que há dez anos, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em uma década, a área plantada e a produtividade também cresceram. Os grãos ocupam hoje no país uma área 41% maior em relação a 2015 e a produtividade subiu 15,6% na comparação entre 2015 e 2025. Em relação a 2024, o ciclo deste ano será 16,8% maior.

Conforme dados do Instituto, há dez anos, a produção brasileira de grãos atingiu 209,5 milhões de toneladas em uma área plantada de 57,6 milhões de hectares, com produtividade média de 3,64 toneladas por hectare.

Este ano, a estimativa do IBGE aponta que serão colhidas 341,9 milhões de toneladas em uma área de 81,3 milhões de hectares, e a produtividade média será de 4,21 toneladas por hectare.

Exportações em alta

A demanda aquecida é uma das justificativas para o aumento da produção de grãos no Brasil. Balanço da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) mostra que os embarques de soja devem atingir 102,2 milhões de toneladas até o final de outubro, superando os volumes anuais de 2024 e 2023.

A safra recorde de grãos deste ano reforça a força do agro brasileiro e seu papel essencial no crescimento econômico do país. Além de garantir o abastecimento interno, a alta produtividade coloca o Brasil em posição ainda mais estratégica no comércio global de alimentos.

Para o country director da Ascenza Brasil, Renato Francischelli, tal desempenho só é possível graças ao investimento contínuo em tecnologia, sustentabilidade e eficiência dentro da porteira, que assegura competitividade aos produtores e gera desenvolvimento para toda a cadeia do agronegócio.

Ele lembra que relatório do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) apontou que a área para soja deve crescer 40% no período entre 2023/24 e 2033/34. “As expectativas são de que
o setor de grãos continue se consolidando como um forte motor da agricultura e da economia
nacional”, disse.

De acordo com Francischelli, o uso de tecnologias, melhores sementes, insumos e práticas de manejo melhoradas são os condutores dos ganhos em produtividade. “O manejo adequado e as boas práticas agrícolas são fundamentais para melhorar os resultados da produção e para enfrentar eventuais reveses do clima”, afirma.



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