segunda-feira, abril 13, 2026

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Gigante chinesa inaugura fábrica de R$ 5,5 bilhões e deve gerar 20 mil empregos



A montadora de automóveis chinesa, BYD, inaugurou na quinta-feira (9) sua nova fábrica de veículos elétricos e híbridos , em Camaçari (BA).

O investimento da gigante asiática no complexo é de R$ 5,5 bilhões. Presente no Brasil há mais de uma década, a empresa tem outros investimentos no país, com unidades de produção em Campinas (SP) e Manaus (AM), e projetos de expansão e entrada em outros mercados da América Latina.

A nova planta em Camaçari tem capacidade inicial para produzir 150 mil veículos por ano e 300 mil, em uma segunda etapa. Atualmente, a unidade opera com a montagem de veículos. A partir de 2026, a produção será nacionalizada, com a inclusão de etapas como estamparia, soldagem e pintura, além de um maior índice de componentes fabricados no país.

Na estimativa do governo, quando estiver em pleno funcionamento, o complexo terá potencial de gerar 20 mil empregos, entre diretos e indiretos, incluindo funcionários, prestadores de serviço e fornecedores. A inauguração da fábrica contou a presença do presidente Lula.



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Agentes esperam mais chuvas para uma boa florada dos citros



Citricultores seguem à espera de um retorno mais consistente das chuvas que garanta uma florada uniforme e vigorosa. Isso é o que apontam os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Até o momento, as flores abriram apenas em alguns talhões de sequeiro e em lavouras irrigadas. Assim, segundo o Centro de Pesquisas, muitos produtores estão preocupados com as atuais condições fisiológicas das plantas e também das frutas que têm sido enviadas ao mercado de mesa. O baixo índice pluviométrico tem murchado a laranja.

Para os próximos dias, há previsão de chuva nas principais regiões citrícolas do cinturão de São Paulo, contexto que deve contribuir para a manutenção do potencial produtivo dos pomares, mesmo que um pouco atrasado o desenvolvimento da safra quando comparado a anos anteriores.

Quanto aos preços, de 6 a 9 de outubro, a laranja pera destinada à indústria vem sendo negociada à média de R$ 50,41/caixa de 40,8 kg. O valor representa alta de 0,73% em relação à da semana anterior. Os poucos contratos fechados seguem em torno de R$ 50/cx de 40,8 kg.

Para as laranjas de mesa, a pera na árvore a comercialização vem ocorrendo à média de R$ 60,53/cx de 40,8 kg. aumento de 1,02% sobre a semana anterior. Dessa forma, vendedores reportam ao Cepea que a procura segue boa nos últimos dias.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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ovo branco ou vermelho? Entenda a diferença



Na hora das compras, muita gente ainda fica em dúvida: ovo branco ou vermelho, qual é melhor para a saúde? A diferença entre os dois vai muito além da cor da casca e, segundo especialistas, não há diferença nutricional significativa entre eles. O que muda é a raça da galinha e a alimentação que ela recebe, fatores que podem influenciar apenas o preço e, em alguns casos, o sabor.

De acordo com o Instituto Ovos Brasil, a cor da casca do ovo é determinada geneticamente: galinhas de penas e orelhas brancas botam ovos brancos, enquanto as de penas e orelhas avermelhadas produzem ovos marrons (ou vermelhos). Essa característica é puramente biológica e não tem relação com qualidade, frescor ou teor de nutrientes.

“O ovo branco e o vermelho têm praticamente o mesmo valor nutricional — ambos são excelentes fontes de proteínas de alto valor biológico, vitaminas A, D e E e minerais como ferro, fósforo e zinco”, explica a nutricionista Lúcia Endriukaite, do Instituto Ovos Brasil.

Por que o ovo vermelho costuma ser mais caro

Muita gente acredita que o ovo vermelho é mais saudável, mas o preço mais alto no supermercado tem outro motivo: as galinhas que produzem esses ovos são maiores e consomem mais ração.

Isso encarece a produção, mas não altera o conteúdo nutricional. Por isso, especialistas afirmam que a escolha entre um e outro pode ser feita pelo gosto pessoal ou pelo bolso — sem culpa.

Alimentação da galinha faz diferença no sabor

Embora a cor da casca não interfira na nutrição, a alimentação da galinha influencia no sabor, na coloração da gema e até no valor nutricional final do ovo.

Galinhas criadas com rações naturais ou em sistemas caipiras tendem a botar ovos com gemas mais alaranjadas e sabor mais intenso. Isso acontece por causa da presença de pigmentos naturais (como carotenoides) encontrados em milho, folhas verdes e ervas.

“O que realmente faz diferença é o manejo. Ovos de galinhas bem alimentadas e criadas em boas condições tendem a ter melhor perfil nutricional e antioxidante”, reforça Lúcia.



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Exportações de ovos caem, mas ainda são recordes no 3º tri



As exportações brasileiras de ovos, que vinham crescentes desde o início do ano, caíram no terceiro trimestre de 2025, conforme dados da Secex analisados pelo Cepea.

Segundo pesquisadores, o movimento reflete a menor demanda dos Estados Unidos, que lideraram as importações até julho. 

Apesar da redução, o desempenho dos embarques entre julho e setembro foi recorde para o período, considerando-se a série histórica da Secretaria, iniciada em 1997. 

Foram 9,46 mil toneladas exportadas nos últimos três meses, volume 42% abaixo do enviado no trimestre anterior, mas expressivos 99,8% superior ao do mesmo intervalo do ano passado.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Maior demanda por frango sustenta alta de preços



Os preços do frango vivo e da carne registram novos aumentos na maioria das regiões. Isso é o que indicam os dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Segundo o instituto, o impulso vem da maior demanda típica de início de mês. Pesquisadores ressaltam que o movimento de alta tem se sustentado desde o início de setembro, atravessando inclusive a segunda quinzena, período em que o consumo tradicionalmente recua devido ao menor poder de compra da população.

No mercado de pintinhos de corte, levantamentos do Cepea mostram que o animal completou o segundo mês consecutivo de valorização (agosto e setembro).

De acordo com agentes consultados pelo centro de pesquisas, o comportamento é resultado de uma oferta reduzida e de uma demanda firme pelo produto.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Comer ovo todos os dias pode prolongar os anos de vida, diz instituto



O ovo, alimento simples e acessível, tem se mostrado um importante aliado da saúde e da longevidade, especialmente entre os idosos. Pesquisas destacadas pelo Instituto Ovos Brasil indicam que o consumo regular pode prolongar a vida, melhorar a qualidade nutricional da dieta e contribuir para a prevenção de doenças associadas ao envelhecimento.

A instituição reforça a importância de incluir o alimento na rotina alimentar de pessoas com mais de 60 anos. O Brasil já conta com mais de 30 milhões de idosos, segundo o IBGE, número que cresce rapidamente e exige atenção a hábitos alimentares que favoreçam o envelhecimento saudável.

Reconhecido por seu alto valor nutricional, o ovo é fonte de proteínas de alta qualidade, vitaminas A, D e E e minerais como cálcio e magnésio, nutrientes frequentemente deficientes nessa faixa etária.

“O ovo é uma opção completa, acessível e fácil de preparar, que pode estar presente em várias refeições do dia”, explica a nutricionista Lúcia Endriukaite, do Instituto Ovos Brasil.

Aliado contra deficiências e perda muscular

Deficiências de micronutrientes como vitamina D, vitamina E e cálcio são comuns entre idosos e podem comprometer imunidade, saúde óssea e bem-estar geral. O consumo frequente de ovos ajuda a reduzir essas lacunas nutricionais de forma simples e eficaz.

Além disso, a proteína do ovo atua na manutenção da massa muscular, ajudando a prevenir a sarcopenia, condição que causa perda de força e mobilidade com o avanço da idade. A combinação entre ingestão adequada de proteína e prática de exercícios é apontada como essencial para preservar a autonomia.

Proteção da visão e envelhecimento saudável

Os ovos também oferecem benefícios à visão. A gema é rica em luteína e zeaxantina, antioxidantes que protegem os olhos contra danos da luz nociva e retardam o envelhecimento ocular.

“Estudos mostram que o consumo regular de ovos aumenta os níveis desses compostos no sangue sem elevar o colesterol. Idosos que consomem um ovo por dia apresentam melhora na saúde dos olhos”, afirma Lúcia.



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Exportações de suco de laranja caem 17% no início da safra 2025/26, aponta CitrusBR



As exportações brasileiras de suco de laranja começaram a safra 2025/26 em queda. Entre julho e setembro, período que marca o primeiro trimestre do ciclo, o país faturou US$ 713,6 milhões, o que representa uma redução de 17,6% em relação ao mesmo período da safra anterior, segundo levantamento da Associação Nacional dos Exportadores de Sucos Cítricos (CitrusBR).

Em volume, os embarques somaram 189,2 mil toneladas de FCOJ equivalente (suco concentrado congelado a 66º Brix), queda de 4,4% na comparação anual.

Segundo o diretor-executivo da CitrusBR, Ibiapaba Netto, o desempenho reflete um início de safra atípico, marcado por colheita atrasada e exigência de maior qualidade da fruta. Dados do Fundecitrus mostram que, até meados de agosto, apenas 25% da safra havia sido colhida, contra cerca de 50% no mesmo período do ano passado. “O clima mais frio atrasou a maturação dos frutos e retardou o início da colheita”, explica Netto.

Ele acrescenta que a busca por frutas com maturação ideal também tem reduzido o ritmo de processamento e, consequentemente, das exportações.

Estados Unidos ampliam importações e lideram compras

Mesmo com o recuo geral, os Estados Unidos ampliaram as compras de suco de laranja brasileiro. No primeiro trimestre da safra 2025/26, o país importou 92,7 mil toneladas, um aumento de 37,7% em relação ao mesmo período anterior, somando US$ 310,2 milhões (+17,3%).

As vendas aos EUA, isentas da tarifa adicional de 40%, responderam por 49% de todas as exportações brasileiras, consolidando o país como principal destino do produto.

Europa reduz consumo e preocupa setor

A Europa manteve-se como o segundo principal mercado, com 47,8% de participação, mas registrou queda de 22,8% em volume e 31% em receita. O bloco importou 88,9 mil toneladas, totalizando US$ 363,4 milhões no período.

De acordo com Netto, o mercado europeu segue como o maior desafio. “Os altos preços da safra passada e os problemas de qualidade decorrentes do clima impactaram o consumo, e muitos consumidores migraram para outros produtos”, diz.

O executivo participou do Juice Summit, realizado na Bélgica, onde destacou a necessidade de reconquistar parte dos consumidores europeus.

Queda nas vendas para China e Japão

Na Ásia, o desempenho também foi negativo. A China adquiriu 3,4 mil toneladas (–44%) e US$ 18,9 milhões (–33,7%), enquanto o Japão reduziu suas compras para 1,6 mil toneladas (–68,7%) e US$ 9,4 milhões (–62,5%).

Outros mercados, reunidos na categoria “Outros”, somaram 2,6 mil toneladas e US$ 11,7 milhões, representando retração de 36,6% em volume e 43,8% em valor.



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Retomada da produção de fertilizantes pela Petrobras é passo importante para o agro


O Brasil está muito perto de alcançar o posto de maior produtor de alimentos do mundo. Nossas lavouras de soja, milho, algodão e café abastecem mais de 170 países, e nossas carnes estão nas mesas das principais potências globais.

Mas há uma contradição incômoda: produzimos alimentos em escala global, usando insumos importados em escala igualmente global.

Mais de 85% dos fertilizantes nitrogenados usados no país vêm de fora, e essa dependência é um dos pontos mais sensíveis da cadeia produtiva. Basta uma guerra, uma sanção ou um bloqueio logístico internacional para desorganizar todo o custo de produção no campo.

O Brasil já sentiu isso em 2022, quando a guerra entre Rússia e Ucrânia disparou o preço da ureia e do cloreto de potássio. O produtor pagou caro, e o custo chegou ao prato do consumidor.

Por isso, o anúncio da presidente da Petrobras, Magda Chambriard, de que a estatal poderá entregar até 35% da demanda de fertilizantes nitrogenados do Brasil, merece ser visto como um movimento estratégico.

A estatal está retomando fábricas no Paraná, em Sergipe e na Bahia, e estuda reativar a unidade de Três Lagoas (MS), abandonada há mais de uma década.

Se o plano avançar, o país poderá reduzir parte da vulnerabilidade externa e equilibrar o custo de produção agrícola, o que é essencial para garantir previsibilidade, competitividade e segurança alimentar

Por que isso importa

  • Soberania agrícola: quem depende de insumos estrangeiros não tem pleno controle sobre o próprio alimento.
  • Estabilidade econômica: a volatilidade dos preços internacionais de fertilizantes é um dos principais riscos de custo para o produtor.
  • Previsibilidade para o campo: garantir insumo nacional é proteger o planejamento das próximas safras.
  • Desenvolvimento regional: reabrir fábricas significa gerar empregos e renda em polos como Camaçari, Laranjeiras e Três Lagoas.

A meta de 35% é ousada, mas depende de execução técnica e de um ambiente econômico estável. Plantas paradas há anos exigem altos investimentos em tecnologia e gás natural a preço competitivo.

Além disso, é preciso garantir gestão profissional e livre de interferência política para que a Petrobras não transforme uma meta industrial em promessa de palanque.

Outro ponto essencial é o equilíbrio ambiental. O mundo caminha para o uso crescente de biofertilizantes e insumos de baixa emissão. O Brasil precisa olhar para essa transição tecnológica desde já, e a Petrobras pode ser o motor dessa virada verde.

O Brasil não pode se conformar em ser apenas o “celeiro do mundo”.Precisamos ser também autossuficientes na base que sustenta o agro.

Se queremos continuar alimentando o planeta, não podemos depender da vontade, ou da política, de outros países para plantar a próxima safra.

A retomada dos fertilizantes é mais do que um projeto industrial. É um ato de soberania nacional.

Miguel DaoudMiguel Daoud

*Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural


Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.



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AgroNewsPolítica & Agro

Tecnologia impulsiona agro mediterrâneo



“França, Itália e Espanha representam 60% de todo o mercado mediterrâneo”


“França, Itália e Espanha representam 60% de todo o mercado mediterrâneo”
“França, Itália e Espanha representam 60% de todo o mercado mediterrâneo” – Foto: Divulgação

As economias do Mediterrâneo vêm mostrando forte resiliência diante da instabilidade global, registrando crescimento superior ao mundial e europeu. Esse desempenho positivo reflete-se no mercado de máquinas agrícolas, que aumentou seu valor de 12,3 bilhões de euros em 2019 para 16,4 bilhões em 2024, segundo dados da FederUnacoma, associação italiana que representa fabricantes do setor. Investimentos em tecnologia são apontados como essenciais para explorar o potencial agrícola da região e preservar o equilíbrio ambiental.

Regiões como os Bálcãs, Turquia e Oriente Médio tiveram altas expressivas: 120%, 390% e mais de 90%, respectivamente, entre 2019 e 2024. O Norte da África também cresceu 21% no período, com faturamento de 859 milhões de euros. Previsões indicam que o mercado mediterrâneo de tecnologia agrícola deve atingir cerca de 17 bilhões de euros em 2028, consolidando o papel da região como um polo estratégico, especialmente em produtos agrícolas de alto valor e transporte marítimo eficiente.

“França, Itália e Espanha representam 60% de todo o mercado mediterrâneo”, explicou Mariateresa Maschio, presidente da FederUnacoma (associação italiana que representa fabricantes de máquinas agrícolas). “Mas regiões como os Bálcãs e o Oriente Médio registraram taxas de crescimento extremamente boas”, completa.

A Agrilevante, feira de tecnologias para a agricultura mediterrânea, que abre em Bari no dia 9 de outubro, busca fortalecer essa tendência, oferecendo uma plataforma para inovação e expansão dos mercados locais, alinhada ao aumento da demanda por soluções tecnológicas que maximizem a produtividade agrícola.

“Esses objetivos exigem um salto quântico em equipamentos tecnológicos para explorar plenamente o potencial agrícola da bacia, e essa é precisamente a missão da Agrilevante, feira criada pela FederUnacoma como plataforma para esses novos mercados”, concluiu a presidente da FederUnacoma.

 





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Piscicultor transforma desafios em oportunidades e fortalece o Amapá


Há 25 anos, o farmacêutico recém-formado Wilkens Brito saiu da terra natal, Belém (PA) e desembarcou no Amapá (AP) em busca de novas oportunidades. O que começou como uma missão profissional rapidamente se transformou em um mergulho no empreendedorismo.

“Eu vim pela indústria farmacêutica, mas aos poucos comecei a empreender e até hoje continuo nesse caminho”, conta Brito.

Da farmácia à suinocultura, Brito explorou diferentes áreas até encontrar na piscicultura a chance de unir empreendedorismo, inovação e impacto para o estado. A decisão exigiu coragem.

O resultado é uma estrutura com lâminas d’água de grande porte, todas regulares e produtivas na cidade de Santana (AP). “Ser piscicultor aqui no Amapá ainda é um desafio, mas eu gosto de desafios e vou até o fim”, afirma, ressaltando a resiliência que o move.

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Imagens de drone das lâminas d’água no Estado do AmapáImagens de drone das lâminas d’água no Estado do Amapá
Lâminas d’água da propriedade de Wilkens Brito, no Amapá. Foto: Arquivo pessoal.

Visão empreendedora

Contudo, a dependência de precisar comprar ração fora do Amapá acabou elevando os custos e exigiu de Brito novas estratégias de empreendedorismo.

Foi então, que surgiu a ideia de agregar valor ao negócio: abrir uma unidade em Macapá para vender o peixe fresco e também frito, direto ao consumidor.

“Nós conseguimos atingir o mesmo faturamento vendendo praticamente a metade da quantidade, só que com valor agregado”, explica Brito, mostrando como a criatividade empreendedora transforma obstáculos em conquistas.

Nesse percurso, o Sebrae foi essencial para abrir caminhos e ampliar horizontes. “O Sebrae/AP apareceu quando eu estava me instalando e começou a oferecer consultorias e missões. Isso facilitou bastante e me ajudou a acreditar ainda mais no meu negócio”, finaliza o piscicultor.

Porteira Aberta Empreender

Quer saber mais sobre piscicultura? Assista ao programa Porteira Aberta Empreender, hoje (10), às 18h. O programa é uma parceria entre o Sebrae e o Canal Rural, que traz dicas, orientações e mostra histórias reais de micro e pequenos produtores de todo o país.

Às sextas-feiras, às 18h, no Canal Rural. | Foto: Arte Divulgação



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