domingo, abril 12, 2026

Agro

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Efapi expõe potência econômica e cultural de SC



A Efapi do Brasil 2025, em Chapecó, Santa Catarina, espera um público de 500 mil pessoas de 10 a 19 de outubro. A organizadora da feira multissetorial, a prefeitura da cidade, estima movimentar R$ 800 milhões em negócios fechados e prospectados.

O evento também registrou um crescimento de expositores de 25% este ano, totalizando 625 unidades em 45 mil metros quadrados. Entre as atrações estão o Salão do Imóvel, Salão do Automóvel, Feira do Comércio, Artesanato, Exposição de Máquinas Pesadas e Máquinas Agrícolas, Parque de Diversões, Rodeio Country, Exposição Nacional da Raça Angus, Etapa Nacional do Gado Jersey, Etapa Nacional do Gado Holandês, Pavilhão da Piscicultura e 22 shows musicais nacionais.  

Autoridades locais, estaduais e nacionais prestigiaram a abertura da Efapi do Brasil, realizada no dia 10 de outubro. Na ocasião o prefeito de Chapecó, João Rodrigues, lembrou dos pioneiros que criaram a Efapi, entre eles Valmor Lunardi, que dá nome ao Parque de Exposições. “Nunca deixem de sonhar e empreender. Este parque foi sonhado pelos pioneiros. Eles e muitos que nos sucederam ajudaram a transformar essa cidade na capital do turismo de negócios. Tivemos um crescimento de 130% no turismo no último ano. Somos o maior polo mundial da indústria da transformação. Mesmo com dificuldades em logística, como da BR-282, exportamos para o mundo. Aqui geramos emprego que atraem migrantes e imigrantes”, disse Rodrigues.

O presidente da Aurora, Neivor Canton, falou em nome dos patrocinadores. “A Efapi tornou-se um patrimônio imaterial de Chapecó e região. Ela exibe nossas potencialidades e cultura. Em seu caráter multissetorial permite a integração de vários atores da economia. Ela é referência para o Brasil e países do Mercosul”, disse Canton.
O presidente da Assembleia Legislativa, Júlio Garcia, falou em nome do legislativo estadual: “O Oeste é muito bem representado. E se somos um estado desenvolvimento devemos muito ao Oeste se Santa Catarina. É um momento de reconhecer tudo o que o Oeste representa para o nosso estado”, disse Garcia. Também esteve presente o governador do estado, Jorginho Mello, entre outras autoridades.

Serviço: 
Efapi do Brasil 2025
Parque de Exposições Valmor Ernesto Lunardi - Chapecó – SC
10 a 19 de outubro



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Soja reage e apresenta estabilidade nesta terça-feira; saiba as cotações no Brasil



O mercado brasileiro de soja registrou melhores momentos nos preços nesta terça-feira (14), impulsionado pela volatilidade cambial e pelo avanço do plantio da safra. De acordo com o analista da consultoria Safras & Mercado, Rafael Silveira, no mercado interno os movimentos permanecem limitados para a indústria, sem grandes volumes de negociação.

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Segundo Silveira, a Bolsa de Chicago (CBOT) recuou durante a sessão, no entanto, fechou com leves perdas, enquanto os prêmios mudaram. O analista resumiu o dia como “um cenário de pequenas melhoras, mas ainda sem grandes volumes, especialmente para a safra nova”.

Ele destacou ainda que, no Centro-Oeste, o retorno das chuvas tem concentrado a atenção dos produtores, que seguem focados nas atividades de campo.

Preços de soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): manteve em 133,00
  • Santa Rosa (RS): manteve em 134,00
  • Cascavel (PR): manteve em 134,00
  • Rondonópolis (MT): manteve em 126,00
  • Dourados (MS): manteve em 126,00
  • Rio Verde (GO): manteve em 126,00
  • Paranaguá (PR): manteve em 138,00
  • Rio Grande (RS): manteve em 139,00

Soja em Chicago

Na Bolsa de Chicago, os contratos futuros da soja fecharam em leve baixa nesta terça-feira, pressionados pelo cenário fundamental e pela indefinição nas negociações comerciais entre China e Estados Unidos. Durante a parte final do pregão, o mercado reduziu perdas e chegou a operar em leve alta, apoiado por compras técnicas e pela baixa do dólar.

Dados da Nopa

A Associação Norte-Americana dos Processadores de Óleos Vegetais (Nopa) divulga nesta quarta-feira (15) o resultado do esmagamento nos EUA referente a setembro, com expectativa de 186,340 milhões de bushels, ante 189,810 milhões em agosto. As inspeções de exportação norte-americana de soja somaram 994.008 toneladas na semana encerrada em 9 de outubro, ante 783.495 toneladas na semana anterior.

Contratos futuros de soja

Nos contratos da soja em grão, a posição novembro fechou a US$ 10,07 3/4 por bushel, baixa de 0,12%, e a posição janeiro a US$ 10,24 1/4, recuo de 0,09%. No farelo, dezembro fechou a US$ 274,30 por tonelada, alta de 0,07%, e no óleo, dezembro encerrou a 50,57 centavos de dólar, baixa de 0,05%.

Dólar

O dólar comercial terminou a sessão com alta de 0,19%, cotado a R$ 5,4701 para venda e R$ 5,4681 para compra, oscilando entre R$ 5,4575 e R$ 5,5190 durante o dia



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Planta proporciona 11 vezes mais rentabilidade que a soja, aponta estudo



O cânhamo, planta da variedade Cannabis sativa com menos de 0,3% de THC (sem efeito psicoativo), pode gerar um retorno líquido até 11 vezes maior que o da soja, conforme estudo da empresa de inteligência Kaya Mind.

De acordo com o levantamento, no cultivo para flores (CBD), o retorno chega a R$ 23.306,80 por hectare, enquanto a oleaginosa entrega R$ 2.053,34 por hectare na média Brasil e o milho R$ 3.398,34 por hectare.

A Kaya Mind reforça que a produção do cânhamo pode ser integrada aos sistemas já existentes, desde que o produtor utilize maquinário adaptável e promova rotação de culturas e recuperação do solo.

“Além da lucratividade, o cânhamo também se destaca pela capacidade de gerar empregos no campo. Na Colômbia, estima-se a criação de 17,3 empregos por hectare cultivado, reforçando o potencial da cultura como ferramenta de desenvolvimento rural e diversificação da produção agrícola”, diz a empresa, em nota.

Em março deste ano, durante audiência pública organizada pela Frente Parlamentar da Cannabis Medicinal e do Cânhamo Industrial, a pesquisadora Daniela Bittencourt, da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, ressaltou que o cânhamo pode ser usado em mais de 25 mil produtos – de fibras têxteis a bioplásticos, cosméticos e materiais de construção.

Atualmente, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) trabalha para atender à decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que reconheceu o direito de importar sementes da planta, bem como de semear, cultivar e comercializar o cânhamo industrial para fins medicinais e farmacêuticos.

Segundo o diretor-relator do tema, Thiago Campos, a discussão sobre o limite percentual de THC é um dos pontos centrais que devem ser analisados no processo regulatório, de forma que não se torne um obstáculo à pesquisa e ao desenvolvimento de novos medicamentos.



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Soja está entre os principais produtos exportados do agro paulista em setembro



O agronegócio paulista registrou superávit de US$ 16,81 bilhões entre janeiro e setembro de 2025, resultado de exportações que somaram US$ 21,15 bilhões e importações de US$ 4,34 bilhões.

O setor respondeu por 40,3% do total exportado pelo estado e por 6,6% das importações no período, segundo levantamento da Diretoria de Pesquisa dos Agronegócios (Apta), vinculada à Secretaria de Agricultura e Abastecimento.

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Soja como destaque

Entre os principais grupos exportadores, o complexo soja teve participação de 9,9% nas vendas externas do agro paulista, movimentando US$ 2,10 bilhões, sendo 80,8% referentes à soja em grão e 14% ao farelo.

Apesar da relevância, o grupo apresentou leve queda de 0,8% em relação ao mesmo período de 2024, reflexo das oscilações de preços e volumes no mercado internacional.

Liderança do setor sucroalcooleiro

O complexo sucroalcooleiro segue como líder da pauta, responsável por 29,9% das exportações do agro paulista, com destaque para o açúcar, que representou 92,1% do total do grupo, e o etanol, com 7,9%.

Carnes

Na sequência aparecem as carnes, que responderam por 14,9% das vendas externas, totalizando US$ 3,15 bilhões, com a carne bovina representando 84,9% desse montante.

Produtos florestais

Os produtos florestais somaram 10,5% das exportações, alcançando US$ 2,21 bilhões, dos quais 54,5% foram de celulose e 36,4% de papel. Já o setor de sucos respondeu por 10,2%, totalizando US$ 2,15 bilhões, sendo 97,7% referentes ao suco de laranja.

Esses cinco grupos juntos representaram 75,4% do total exportado pelo agronegócio paulista. O café aparece em seguida, com 6,4% de participação, equivalente a US$ 1,35 bilhão.

Oscilações nas exportações

As variações em relação ao mesmo período do ano passado mostram crescimento das exportações de café (+43,4%), carnes (+26,3%) e sucos (+4,6%), enquanto o complexo sucroalcooleiro (-33,6%), produtos florestais (-5,6%) e o complexo soja (-0,8%) apresentaram retração.

China, UE e EUA como principais destinos

A China segue como principal destino das exportações paulistas, absorvendo 24,2% do total, com destaque para a compra de soja, carnes, açúcar e produtos florestais. Em seguida aparece a União Europeia, com 14,4% de participação, e os Estados Unidos, com 12,7%.

No caso americano, as exportações totalizaram US$ 2,69 bilhões no acumulado até setembro, um crescimento de 13% frente ao mesmo período de 2024.

Impacto do tarifaço nos EUA

O avanço nas vendas ocorreu até julho, mas o tarifaço de 50% imposto em agosto pelos EUA derrubou as exportações em agosto e setembro, com quedas de 14,2% e 32,7%.

O setor de sucos, fora da taxação, manteve a liderança, enquanto carnes, café e produtos florestais sentiram mais os impactos. Parte dos embarques foi redirecionada para China, México e Argentina, segundo a Apta.

São Paulo no cenário nacional

No cenário nacional, São Paulo segue como destaque do agronegócio, responsável por 16,7% das exportações brasileiras do setor, ocupando a segunda posição no ranking, atrás apenas de Mato Grosso, com 17,4%, e à frente de Minas Gerais, que respondeu por 11,5% das vendas externas.



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Agricultura regenerativa cresce no Cerrado e melhora resultados nas lavouras



O Cerrado brasileiro passa a ganhar protagonismo na agricultura regenerativa. O projeto Regenera Cerrado, iniciativa do Fórum do Futuro em parceria com universidades e empresas, concluiu a primeira fase em setembro, abrangendo mais de 8 mil hectares de fazendas no sudoeste de Goiás.

Durante essa etapa, foram validadas práticas que diminuíram o uso de insumos químicos, como fertilizantes (-20%), fungicidas (-30%) e inseticidas (-50%), ao mesmo tempo em que aumentaram o uso de bioinsumos e técnicas de controle biológico, mantendo a produtividade das culturas de soja e milho.

O projeto também monitorou serviços ecossistêmicos, como a preservação de polinizadores, mostrando aumento de produtividade próximo a áreas de mata nativa, e melhorias na estruturação do solo e na mitigação de gases de efeito estufa.

Agora, a segunda fase do Regenera Cerrado, iniciada em outubro, ampliará o estudo para cinco pilares: saúde do solo e da água, práticas agrícolas regenerativas, conservação da biodiversidade, produção de alimentos seguros e sustentáveis e fortalecimento do mercado regenerativo.

O objetivo é coletar dados integrados sobre solo, biodiversidade, polinização, carbono, fitossanidade e qualidade dos grãos, consolidando evidências para ampliar a adoção de práticas regenerativas em todo o país.



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Aprosoja-MT pede revisão na MP que renegocia dívidas rurais



A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) cobrou do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) a revisão dos critérios de acesso ao crédito rural previstos na Medida Provisória nº 1.314/2025, que renegocia dívidas rurais.

A entidade enviou ofício à pasta defendendo que os bancos possam avaliar individualmente os pedidos de produtores, com base em comprovação técnica de perdas, sem restrições territoriais impostas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).

Critérios territoriais e impacto no campo

Publicada em setembro, a MP 1.314/2025 criou linhas de crédito com juros subsidiados entre 2% e 6% ao ano para produtores que tiveram perdas em duas ou mais safras entre 2020 e 2025 por causa de eventos climáticos extremos. As regras do CMN, no entanto, limitam o acesso aos produtores localizados em municípios listados pelo Ministério da Agricultura, de acordo com percentuais médios de perdas apurados pelo IBGE.

Para a Aprosoja-MT, o critério desconsidera casos de perdas comprovadas fora desses recortes estatísticos. A entidade afirma que a medida acaba excluindo agricultores que enfrentaram seca, excesso de chuva e queda nos preços da soja e do milho, comprometendo a viabilidade econômica das propriedades.

“Produtores com laudos técnicos e comprovação de prejuízos deveriam ter o mesmo direito ao crédito equalizado. O objetivo é garantir fôlego financeiro para continuar produzindo”, afirmou Diego Bertuol, diretor administrativo da Aprosoja-MT.

Endividamento e burocracia

Dados do Banco Central mostram que cerca de 15% da carteira de crédito rural de Mato Grosso, o equivalente a R$ 14 bilhões, está em atraso ou renegociação. Segundo a Aprosoja, o cenário reforça a necessidade de juros acessíveis e prazos adequados, conforme previsto na MP.

Bertuol também destacou a burocracia e as exigências excessivas como entraves ao crédito rural. “A demora nos processos, a falta de recursos e as altas garantias exigidas impedem o acesso às linhas emergenciais. Em muitos casos, bastaria o alongamento das dívidas com carência e prazos adequados para evitar a falência de produtores”, afirmou.

Pedido de revisão

A entidade solicita que o Mapa reavalie as normas complementares e autorize expressamente as instituições financeiras a realizarem a análise individualizada dos pedidos de crédito, conforme a comprovação técnica das perdas. Para a Aprosoja-MT, o foco da MP deve permanecer em atender produtores em situação de vulnerabilidade, independentemente da localização geográfica.

Caso os critérios não sejam revistos, produtores afetados por secas, chuvas intensas e incêndios podem ser obrigados a renegociar suas dívidas em linhas de mercado, com juros superiores a 16% ao ano, o que, segundo a entidade, aumentaria o risco de insolvência no campo.



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AgroNewsPolítica & Agro

Milho volta a superar R$ 65 por saca com demanda aquecida e clima instável



Comportamento dos vendedores e ritmo das exportações sustentam valorização



Foto: Divulgação

Os preços do milho mantiveram trajetória de alta na primeira semana de outubro, com o Indicador ESALQ/BM&FBovespa (Campinas – SP) retomando o patamar de R$ 65 por saca de 60 kg. Segundo análise do Cepea, o movimento foi impulsionado pela retração vendedora e pela demanda pontualmente aquecida no mercado spot.

No campo, produtores têm adotado cautela diante do retorno das chuvas em importantes regiões produtoras do Sul e Centro-Oeste. Embora o alívio hídrico favoreça o início da semeadura da safra de verão, a intensidade das precipitações também dificulta o avanço das atividades em campo. Esse cenário climático contribui para limitar a oferta no mercado físico.

Outro fator de sustentação vem do front externo. As exportações brasileiras de milho seguiram em bom ritmo em setembro, o que deu suporte aos preços tanto nos portos quanto no interior do país. A movimentação comercial ajuda a escoar parte dos estoques da safrinha, reduzindo a pressão de baixa típica do período.

Do lado da demanda, compradores voltam a atuar no spot visando à recomposição de estoques. No entanto, muitos ainda relatam ter volumes suficientes para o curto prazo, o que limita uma valorização ainda mais expressiva.

O comportamento do mercado nas próximas semanas deve seguir sensível às condições climáticas para a nova safra e à competitividade do milho brasileiro no mercado internacional. A combinação entre oferta ajustada, exportações firmes e incertezas no campo mantém o cenário de atenção para produtores e compradores.

 





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Congresso de Agronomia: produtividade com sustentabilidade



A engenharia agrônoma e toda a cadeira produtiva do agro brasileiro volta o foco para Maceió, Alagoas, a partir deste dia 14 de outubro, para difundir conhecimento, inovação e experiências que pretendem moldar o futuro da agronomia no Brasil. Em sua trigésima quarta edição, o Congresso Brasileiro de Agronomia – CBA 2025 – tem como tema Produtividade com Sustentabilidade.

Confederação dos Engenheiros Agrônomos do Brasil (Confaeab), através da Sociedade dos Engenheiros Agrônomos de Alagoas (Seagra) realiza o evento com 6 salas temáticas simultâneas, mais de 65 palestras e painéis, mais de 300 trabalhos científicos apresentados, 130 palestrantes especialistas entre eles, Roberto Rodrigues, ex-ministro da agricultura e embaixador da FAO para o cooperativismo, falando sobre o tema: O Engenheiro Agrônomo do Futuro, e Aldo Rebelo, ex-ministro, que falará sobre “A Importância do Engenheiro Agrônomo para a Segurança Alimentar”.

Entre os temas também figuram os debates, trabalhos e exposições do evento a nanotecnologia e robótica para agricultura sustentável, startups e inovação no campo, agronomia como protagonista da transição energética, políticas públicas, e muito mais.  



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o que fazer quando vacas não emprenham



A Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF) é uma ferramenta poderosa na pecuária, mas a falha de prenhez em parte do rebanho exige um plano de ação imediato.

O pecuarista Stuart Albuquerque, que utiliza a Tecnologia Sincrogest para sincronização de cio, constatou que dez de suas cinquenta vacas não emprenharam após trinta dias.

Segundo o veterinário e especialista técnico em reprodução da Ourofino Saúde Animal, Igor Garcia Motta, a resposta é afirmativa: é essencial fazer uma nova aplicação nas fêmeas que não “pegaram barriga”.

O especialista informa que o protocolo de ressincronização deve ser o mesmo utilizado na primeira inseminação. As fêmeas precisam receber novamente o Sincrogest Dispositivo e o Sincrodiol para serem preparadas para um novo serviço.

Embora a ressincronização seja a solução para as fêmeas vazias, o foco principal do pecuarista deve ser em otimizar a taxa de prenhez ao primeiro serviço, minimizando a necessidade de refazer o protocolo.

Estratégias para maximizar a prenhez

Quanto menos fêmeas restarem para a segunda inseminação, maior será a eficiência do manejo reprodutivo. O veterinário sugere algumas estratégias para maximizar a prenhez na primeira aplicação. Ao maximizar o resultado inicial, o produtor economiza tempo, insumos e trabalho.

A Tecnologia Sincrogest oferece o suporte necessário para o manejo reprodutivo, mas o sucesso depende da combinação de um bom protocolo com as estratégias de sanidade e nutrição.

Com informações de: girodoboi.canalrural.com.br.

Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.



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Pará envia primeira remessa de carne bovina rastreada para a China


O Pará iniciou as exportações de carne bovina com a primeira remessa de 108 toneladas, que partiu do município de Xinguara, conhecido como a capital do boi gordo, com destino à China.

O estado, detentor do segundo maior rebanho bovino do país, com 26 milhões de cabeças de gado, iniciou as exportações de carne produzida com o Sistema de Rastreabilidade Bovina Individual do Pará (SRBIPA).

O lote exportado incluía mais de 350 bovinos machos da raça Nelore, com idades entre 13 e 24 meses, transportados em 22 caminhões para um frigorífico com Serviço de Inspeção Federal (SIF) para o município de Água Azul do Norte, no Pará.

Após o nascimento, cada animal recebeu dois brincos de identificação: um amarelo, para leitura visual, e outro azul eletrônico, que permite monitoramento por radiofrequência.

Durante 90 dias, o rebanho foi alimentado com silagem, capim e ração, seguindo manejo sustentável em pasto rotacionado intensivo. Esse processo garante rastreabilidade completa e fortalece a qualidade e a sustentabilidade em toda a cadeia produtiva da carne.

Rastreabilidade como diferencial

A iniciativa garante o controle sanitário do rebanho desde o nascimento até o abate. O primeiro lote de carne produzido com o sistema registrou ganho médio de 592 kg por animal, totalizando 7.212,48 arrobas.

“O sistema de rastreabilidade é pioneiro no Brasil e qualifica a carne para mercados internacionais, oferecendo garantias sanitárias de produção e de origem do produto, permitindo o acompanhamento até chegar ao frigorífico e fortalecendo a confiança do consumidor”, destaca o diretor-geral da Adepará, Jamir Macedo.

Foto: Bruno Cruz/ Agência Pará

Para o zootecnista e gestor de propriedade rural Adriano Silva, a rastreabilidade agrega valor à produção.

“Com o número de identificação de cada animal, é possível acompanhar o ganho de peso individualmente, tornando a produção e a gestão da propriedade mais precisas. Isso impacta diretamente a qualidade do produto final, abre acesso a diferentes mercados e contribui para o desenvolvimento da pecuária no Pará”, afirma.

Rastreamento gratuito

A partir de janeiro de 2027, todo o rebanho estadual deverá estar identificado individualmente. Os brincos de identificação são fornecidos gratuitamente pelo governo do Pará a produtores com até 100 animais, que podem procurar a Adepará em seu município para adquirir os itens e realizar a identificação individual.



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