sexta-feira, abril 10, 2026

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Etanol é mais competitivo em relação à gasolina em 4 estados



O etanol mostrou-se mais competitivo em relação à gasolina em quatro estados na semana entre os dias 12 a 18 de outubro. Na média dos postos pesquisados no país, o etanol tinha paridade de 69,13% ante a gasolina no período, portanto favorável em comparação com o derivado do petróleo, conforme levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) compilado pelo AE-Taxas.

Executivos do setor observam que o etanol pode ser competitivo mesmo com paridade maior do que 70%, a depender do veículo em que o biocombustível é utilizado.

O etanol é mais competitivo em relação à gasolina nos seguintes estados: Mato Grosso (68,35%); Mato Grosso do Sul (66,27%); Paraná (68,10%), e São Paulo (67,43%).



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StoneX projeta safra e exportações recordes de soja no Brasil



Os últimos meses de 2025 reservam um cenário de safra e exportações recordes para a soja brasileira, segundo a StoneX, empresa global de serviços financeiros. De acordo com Ana Luiza Lodi, especialista de Inteligência de Mercado da empresa, o último trimestre do ano será decisivo, marcado por incertezas geopolíticas, clima na América do Sul e decisões políticas que podem moldar os rumos do mercado global de soja.

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Em sua análise no Relatório Trimestral de Perspectivas para Commodities, a especialista destaca que, no Brasil, a projeção é de produção de 178,7 milhões de toneladas no ciclo 2025/26, impulsionada por crescimento da área plantada para 48,3 milhões de hectares e recuperação da produtividade no Rio Grande do Sul, que alterna com o Paraná como segundo maior produtor nacional.

“O plantio está mais adiantado que no ano passado, com retorno das chuvas sendo monitorado de perto. Eventuais atrasos iniciais não representam necessariamente prejuízos para a soja, mas podem afetar culturas de segunda safra, como milho e algodão”, apontou.

As exportações brasileiras seguem aquecidas e devem atingir um recorde de 107 milhões de toneladas em 2025, segundo a especialista. Esse desempenho tem mantido os basis fortalecidos no país, refletindo a forte demanda externa, especialmente da China. Internamente, o mercado de biocombustíveis também contribui para a demanda, com aumento da mistura obrigatória de biodiesel no diesel, reforçando o consumo de óleo de soja.

De olho no clima

O clima é o principal fator de risco para a safra sul-americana. As condições para ocorrência do fenômeno La Niña estão presentes, com possibilidade de persistência até o início de 2026. O esfriamento das águas do Pacífico equatorial tende a provocar clima mais seco no sul do continente, afetando especialmente Argentina, Uruguai, Paraguai e regiões do Sul do Brasil. No entanto, as previsões indicam que o La Niña deve ser de curta duração e fraca intensidade, o que pode mitigar os impactos negativos.

Além disso, temperaturas mais amenas podem reduzir os efeitos da menor umidade, e outras regiões brasileiras podem registrar chuvas acima da média.

A safra do Rio Grande do Sul, que começa mais tarde, será acompanhada de perto após anos consecutivos de perdas por questões meteorológicas. O desempenho das lavouras no Sul do Brasil será crucial para confirmar ou não o recorde de produção nacional. Caso o clima colabore, o Brasil deverá consolidar sua posição como maior produtor e exportador mundial de soja, influenciando diretamente o balanço global de oferta e demanda.

Safra de soja nos países vizinhos

Na América do Sul, o Paraguai projeta recuperação da produtividade, com produção total, incluindo safra principal e safrinha, superando 10 milhões de toneladas. A Argentina, por sua vez, deve reduzir a área de soja no ciclo 2025/26, com o milho ganhando espaço após condições climáticas mais favoráveis no início do ciclo do cereal. O plantio da soja argentina começa na segunda quinzena de outubro, e o resultado dependerá das chuvas nos próximos meses.

Apesar do crescimento contínuo da demanda, não há atualmente nenhum país puxando o consumo global com a mesma força que a China fez nas décadas anteriores. Os biocombustíveis representam um segmento em expansão, mas dependem fortemente de políticas públicas, que podem ser alteradas por fatores como inflação, mudanças de governo e alinhamento político. Por ora, os EUA devem ampliar os mandatos de diesel renovável, e o Brasil deve continuar elevando a mistura obrigatória de biodiesel.

EUA e o cenário geopolítico

Nos Estados Unidos, a colheita da safra 2025/26 avança com produtividade recorde, embora a produção total tenha sido limitada pela redução da área plantada, redirecionada em parte para o milho. O consumo interno segue firme, sustentando o equilíbrio entre oferta e demanda, enquanto o esmagamento da soja se mantém aquecido, graças às boas margens e à demanda por farelo e óleo. As perspectivas para o uso do óleo de soja em biocombustíveis são positivas, mas ainda dependem de definições políticas.

No mercado externo, as exportações americanas enfrentam dificuldades com a ausência da China, que tem priorizado a soja brasileira e ampliado compras na Argentina, Paraguai e Uruguai. A relação comercial entre os dois países continua tensa, e o mercado aguarda com cautela um encontro entre seus líderes previsto para outubro.

Baixe o relatório completo de Perspectivas para Commodities da StoneX aqui.



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AgroNewsPolítica & Agro

SSP assume protagonismo no mercado de fertilizantes em 2025



No ano passado, os produtores já adquiriam KCl para a safra 2025/26


No ano passado, os produtores já adquiriam KCl para a safra 2025/26
No ano passado, os produtores já adquiriam KCl para a safra 2025/26 – Foto: Divulgação

O mercado de fertilizantes inicia 2025 com mudanças significativas no comportamento dos produtores brasileiros. Segundo Jeferson Souza, analista de inteligência de mercado, o superfosfato simples (SSP) é o destaque do momento, enquanto o Cloreto de potássio (KCl), que dominou 2024, perdeu relevância.

No ano passado, os produtores já adquiriam KCl para a safra 2025/26 com quase um ano de antecedência, atraídos por preços competitivos e relação de troca favorável. Atualmente, porém, a situação se inverteu: poucas operações com cloreto são registradas, enquanto o SSP ganhou força, com volumes expressivos negociados nas últimas quatro semanas e movimentações que chamam atenção no mercado.

De acordo com o especialista, embora a procura pelo KCl tenha diminuído, seus preços seguem estáveis, cerca de US$ 80 por tonelada acima do mesmo período de 2024. Esse aumento impacta diretamente a relação de troca, tornando menos vantajosa a antecipação de compras e fazendo com que os produtores adotem uma postura mais cautelosa na gestão de insumos.

O comportamento observado demonstra uma estratégia conservadora do agricultor, que busca otimizar o manejo e garantir eficiência nas lavouras. Com o SSP assumindo o protagonismo, o mercado seguirá atento às negociações, consolidando o superfosfato simples como o fertilizante mais relevante da temporada, refletindo uma mudança clara no padrão de compras do setor.

A expectativa para o restante de 2025 é que o superfosfato simples continue ditando o ritmo do mercado, enquanto o cloreto de potássio mantém uma demanda mais contida. Essa mudança evidencia a adaptação dos produtores às condições de preços e à relação de troca, reforçando a importância de acompanhamento constante das tendências de fertilizantes para decisões estratégicas mais assertivas.

 





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Petrobras anuncia redução de 4,9% no preço da gasolina



A Petrobras vai reduzir, a partir desta terça-feira (21), o preço de venda da gasolina A para distribuidoras em 4,9%, o que representa uma queda de R$ 0,14 por litro. Com o ajuste, o valor médio passará a ser de R$ 2,71 por litro. Esta é a segunda redução do ano e segue uma tendência de queda nos preços da gasolina praticados pela estatal.

No acumulado de 2025, a redução chega a R$ 0,31 por litro, ou 10,3%. Desde dezembro de 2022, o corte no preço para distribuidoras soma R$ 0,36 por litro, equivalente a 22,4% quando ajustado pela inflação.

Diesel segue sem mudanças

Enquanto a gasolina sofre nova redução, o preço do diesel permanece estável. Desde março deste ano, a Petrobras já realizou três cortes no valor do combustível. Desde dezembro de 2022, a queda acumulada no diesel, considerando a inflação, alcança 35,9%.



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PF apreende 3,5 t de maconha escondida em carga de defensivo agrícola



A Polícia Federal apreendeu neste domingo (19) cerca de 3,5 toneladas de maconha que eram transportadas em um caminhão na cidade de Pacaembu (SP).

O entorpecente estava oculto em meio a embalagens de defensivo agrícola, o que dificultava sua identificação durante a fiscalização.

O condutor do veículo foi preso em flagrante e encaminhado à Delegacia de Polícia Federal em Presidente Prudente, onde foi autuado por tráfico de drogas. O nome do motorista não foi divulgado.



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Alimentação mais barata reduz custos de produção do leite em setembro



Produzir leite ficou mais barato em setembro, conforme o índice da Embrapa que mede os custos da atividade, divulgado nesta segunda-feira (20). O ICPLeite aponta que o trimestre encerrado em setembro fechou com redução de 1,5% no custo de produção, o que representa o segundo mês seguido de queda.

Menos custo com alimentação

Segundo o levantamento da Embrapa, o recuo em setembro foi resultado de variações negativas na alimentação do rebanho. Enquanto o grupo Volumosos registrou queda de 2,2%, os custos referentes ao Concentrado caíram 1,4%.

Além disso, quatro dos sete grupos de custos que compõem o ICPLeite não registraram variação em setembro. São eles: Mão de obra, Energia e combustível, Qualidade do leite e Minerais. Por outro lado, o grupo Sanidade e reprodução teve elevação de 0,5% no mês passado.

Cenário anual e em 12 meses

Porém, o cenário no acumulado dos nove meses do ano é de inflação de custos de 2,3%. Em doze meses, o acúmulo no índice é de 4%.

Considerando o acumulado entre janeiro e setembro de 2025, os custos de produção aumentaram 2,3%, com destaque em Minerais (15,8%), Energia e combustível (12,7%) e Qualidade do leite (8,8%). Já Concentrado (-0,2%) e Volumosos (-1,3%) ajudaram a conter a alta acumulada no ano, com variações negativas.

Em 12 meses, a inflação dos custos foi maior, de 4%. A maior elevação veio de Minerais (17,4%). Na sequência aparecem Energia e combustível (8%), Qualidade do leite (6,5%), Mão de obra (6,3%), e Sanidade e reprodução (5,1%). Por outro lado, Concentrado e Volumosos, grupos que juntos explicam a maior parte da inflação, registraram aumentos modestos de 2,6% e 0,1%, respectivamente.



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Plantio da safra de soja 2025/26 atinge 24%, aponta AgRural



O plantio da soja 2025/26 avança em bom ritmo no Brasil, impulsionado pelas chuvas que voltaram a atingir áreas do Centro-Oeste, segundo a consultoria AgRural. Até a última quinta-feira (16), cerca de 24% da área estimada para a cultura estava semeada. O número representa um avanço de 10 pontos percentuais em relação à semana anterior (14%) e supera os 18% registrados no mesmo período do ano passado.

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A AgRural atribui o desempenho ao retorno das precipitações em regiões-chave. Com o aumento da umidade, a semeadura ganhou força principalmente em Mato Grosso, que ultrapassou o Paraná e assumiu a dianteira entre os Estados produtores nesta safra.

Para o milho verão 2025/26, o levantamento da AgRural aponta que o plantio alcançou 51% da área estimada no Centro-Sul, ante 45% na semana anterior e 48% no mesmo período do ano passado. Com os trabalhos praticamente encerrados no Sul, a atenção agora se volta para São Paulo, Minas Gerais e Goiás, onde a semeadura está em fase inicial.

Pátria Agronegócios alerta para chuvas irregulares 

Segundo a consultoria Pátria Agronegócios, o plantio chegou a 23,27% da área total de soja até a última sexta-feira (17). De acordo com o analista Matheus Pereira, o avanço mais expressivo ocorreu no norte do Mato Grosso, sul do Mato Grosso do Sul e Paraná.

Pontos de atenção na safra 25/26

Segundo Pereira, as chuvas continuam irregulares e o mercado segue atento à distribuição das precipitações, principalmente na região central do país. No norte do Paraná e em parte de São Paulo, ainda há áreas que enfrentam falta de umidade suficiente para o desenvolvimento inicial das lavouras.

Pereira afirma que o calendário de plantio da soja ainda está dentro da normalidade e que, por ora, não há motivo para preocupação com o potencial produtivo da safra. O principal risco, segundo ele, é o encurtamento da janela de plantio do milho safrinha, caso as chuvas fiquem mais atrasadas no fim de outubro e começo de novembro. 

O analista também chama a atenção sobre o câmbio. Segundo ele, o dólar abriu a semana em queda, influenciando diretamente as cotações internas da oleaginosa. Como explicar Pereira, o movimento da moeda americana dita o ritmo do cenário da soja: quando o dólar recua, o preço cai e, quando aumenta, o preço se fortalece. 

 



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Operação da PF em aeroporto de SP apreende 18 pássaros vivos dentro de mala



A Policia Federal (PF) fez uma operação no Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, no último sábado (18), resultando na apreensão de 18 pássaros brasileiros em situação de maus-tratos. As informações foram divulgadas na manhã desta segunda-feira (20).

Usando aparelho de raios X, a PF identificou material biológico dentro de uma mala. Eram 18 pássaros vivos mantidos em condições precárias. O responsável era um homem, da Bélgica, que ia para a França.

Ele não apresentou nenhum documento com algum tipo de autorização para o transporte das aves. O homem foi preso e pode responder por crimes de maus-tratos, receptação e crime contra a fauna silvestre.

Pássaros

A polícia contou com a colaboração do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), que identificou os animais: eram dois tangarazinhos, cinco saíras-sete-cores, sete saíras-douradinhas, dois saíras-militar e dois saíras-da-terra.

Os bichos estavam debilitados e foram encaminhados para tratamento.



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Com oferta ainda baixa, preços da mandioca têm novas altas



Apesar das chuvas na maior parte das regiões produtoras de mandioca, a oferta seguiu limitada na última semana. Isso é o que mostram os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Muitos agentes que dispõem de raízes de 1º ciclo têm avaliado a rentabilidade da matéria-prima como bastante comprometida. Nesse cenário de disponibilidade abaixo do esperado, os preços continuaram em alta, conforme aponta levantamento do centro de pesquisas.

A média nominal a prazo da tonelada de mandioca posta fecularia foi de R$ 569,56 (R$ 0,9905/grama de amido), elevação de 1% no comparativo semanal e de 5% no acumulado das últimas quatro semanas. Já em relação ao mesmo período do ano passado, registra-se desvalorização real de 11,3% (deflacionamento pelo IGP-DI).

Entre os derivados, pesquisas do Cepea mostram que o mercado de fécula seguiu movimentado na semana passada, embora com um menor volume de negócios efetivos. 

Para a farinha, após terem se reposicionado quanto aos estoques, compradores estiveram menos ativos, resultando em queda na quantidade comercializada para atacadistas e varejistas.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Mercado do feijão segue em ritmo lento e preços em queda



O mercado de feijão se manteve em ritmo lento ao longo da semana passada e os valores, pressionados. Isso é o que indicam os dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Segundo pesquisadores do instituto, a postura retraída de compradores e a maior presença de lotes com umidade inadequada à necessidade da indústria foram fatores que influenciaram as baixas de preços. 

Ressalta-se a escassez dos lotes denominados extras, com peneira 12 acima de 90% e, portanto, a maior valorização no mercado. Assim, muitos produtores consultados pelo Cepea que ainda detêm esse grão negociam apenas quando precisam “fazer caixa”, enquanto os vendedores mais capitalizados preferem armazenar esse feijão. 

No campo, a semeadura da safra 2025/26 atinge 21,1% da área estimada para a primeira safra, segundo apontam dados da Conab dia 11. No Sul do país, as atividades de campo seguiram mais lentas devido às chuvas. Já em São Paulo, a semeadura encerrou há algumas semanas e, agora, produtores se preparam para iniciar a colheita no final deste mês. Ressalta-se que, no estado paulista, muitas lavouras utilizam irrigação, o que permite a uma janela de colheita adiantada.

Estimativas divulgadas neste mês pela Conab apontam que a temporada brasileira de feijão de 2025/26 deve somar 3,04 milhões de toneladas, queda de 1% em relação à da safra anterior (2024/25). Essa retração se deve à queda de 0,4% na área, passando para 2,68 milhões de ha, e à diminuição de 0,5% na produtividade, indo para 1.134 kg/ha. A dinâmica da oferta, por sua vez, segue distinta dentre os feijões cores, preto e caupi.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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