terça-feira, março 31, 2026

Agro

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Embrapa e CNPQ abrem seleção para programa de bolsas 2025; veja como participar



A Embrapa Milho e Sorgo, em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), torna pública a chamada nº 2 do edital nº 1, referente à seleção de candidatos para o Programa de Bolsas, no âmbito do convênio Embrapa/CNPq.

O processo visa identificar e selecionar estudantes interessados em atuar em projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação, contribuindo para o fortalecimento da ciência, da tecnologia e da inovação no país.

As inscrições estão abertas a partir desta terça-feira (4) e vão até o dia 14 de novembro, com um total de quatro vagas oficiais e uma para cadastro de reserva. A inscrição deve ser realizada exclusivamente por meio de formulário eletrônico, disponível na chamada n° 2.

O resultado será divulgado em 18 de novembro de 2025.

Detalhes da chamada e oportunidades

O edital completo, que contém todas as informações necessárias, está acessível por meio do link. O setor de gestão de pessoas da Embrapa Milho e Sorgo informa que esta é uma oportunidade para participar de atividades científicas em ambientes de excelência, adquirindo experiência prática e ampliando a formação acadêmica e profissional.

Para mais informações, os interessados podem entrar em contato pelo telefone (31) 3027-1298 ou 3027-1165, ou pelo e-mail [email protected].

Com informações de: embrapa.br.

Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.



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Frente fria provoca chuvas de até 200 mm nos próximos dias, diz Inmet



Uma frente fria avança pelo país nesta semana e deve provocar chuvas volumosas e persistentes em boa parte do Centro-Sul do Brasil, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). O sistema deve favorecer acumulados superiores a 200 milímetros em áreas de São Paulo e Rio de Janeiro, além de temporais no Sul e Centro-Oeste.

Enquanto isso, o Nordeste segue com tempo seco e baixa umidade, e o Norte terá chuvas concentradas especialmente no Amazonas.

Frente fria intensifica chuvas no Sudeste e no Sul

De acordo com o Inmet, a atuação da frente fria e de sistemas frontais associados vai garantir uma semana de chuva intensa em grande parte do Sudeste e do Sul.

Os estados de São Paulo e Rio de Janeiro podem registrar acumulados entre 150 e 200 mm, com risco de alagamentos, deslizamentos e transtornos urbanos.

No Sul, as precipitações devem ocorrer em duas etapas, até o dia 4 de novembro, de forma mais isolada, e depois, entre os dias 6 e 7, com a chegada de um novo sistema frontal que traz volumes entre 100 e 150 mm no Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

Centro-Oeste também terá pancadas fortes

A instabilidade provocada pela frente fria deve alcançar o Centro-Oeste, especialmente Goiás e o Distrito Federal, com chuvas acima de 150 mm em alguns pontos.

Em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, a chuva será bem distribuída, com pancadas fortes em áreas isoladas. A umidade relativa do ar deve se manter acima de 50% em quase toda a região.

Norte e Nordeste terão comportamentos opostos

Na Região Norte, as áreas de instabilidade favorecem chuvas volumosas no Amazonas, com acumulados que podem superar 150 mm, enquanto Amapá, norte do Tocantins e norte e leste do Pará terão pouca chuva, inferior a 10 mm.

Já no Nordeste, a previsão é de tempo seco em praticamente toda a região. Somente o sul e oeste da Bahia, sul do Piauí e Maranhão podem registrar pancadas isoladas, com acumulados próximos de 80 mm no sudoeste baiano.

Os índices de umidade relativa do ar permanecem baixos, podendo cair abaixo de 20% no interior da Bahia e do Piauí.

Com a influência da frente fria, as temperaturas devem cair no Sul e Sudeste a partir da segunda metade da semana, após um breve período de calor. No Centro-Oeste, o aumento da nebulosidade mantém o tempo abafado, mas com trégua do calor extremo.

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Operação contra pesca ilegal apreende 14 toneladas de tubarões e atuns



O Ibama apreendeu 14 toneladas de pescado ilegal durante operação de fiscalização intitulada Makaira em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. A ação, realizada em 23 de outubro, contou com o apoio do Batalhão Ambiental da Brigada Militar do estado.

A iniciativa focava coibir as infrações da pesca de espinhel pelágico, modalidade que utiliza linhas secundárias fixas à linha principal com anzóis e iscas em cada ponta para capturar atuns, espadartes e tubarões, que são as espécies pesqueiras com maior controle ambiental no país.

Durante o período de abordagem às embarcações, os agentes vistoriaram os petrechos utilizados, a rota percorrida e o horário de lançamento dos equipamentos de pesca.

A equipe flagrou o descumprimento da largada noturna, que compreende o período do entardecer ao amanhecer náuticos, com a finalidade de diminuir a captura incidental de aves marinhas por embarcações pesqueiras.

Apoio tecnológico e penalidades previstas

O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) desenvolveu uma rotina computacional automatizada de análise de cruzeiros de pesca, aplicada na ação.

Dessa forma, a prática permite individualizar com precisão as fases de navegação, lançamento de equipamentos, espera e recolhimento, de forma sucessiva, confrontando os horários de lançamento com os do pôr do sol náutico.

Além disso, a mesma embarcação recebeu uma multa por ter exercido a pesca por mais de 18 horas em horário proibido, expondo as aves marinhas a elevado risco.

O Ibama prendeu em flagrante dois tripulantes, responsáveis pelas operações de pesca, pelas condutas de pesca proibida e falsidade ideológica.

Mais de oito toneladas dos pescados apreendidos já foram doadas ao Programa Sesc Mesa Brasil, que presta assistência a entidades beneficentes que atuam em prol de comunidades em situação de insegurança alimentar.

*Sob supervisão de Victor Faverin



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como maximizar o ganho genético no cruzamento?



A estratégia de utilizar o angus em matrizes boran é uma questão relevante para o pecuarista Paulo Traven, de Juína, Mato Grosso.

Ao programa Giro do Boi, o zootecnista Alexandre Zadra explica que, embora o boran já tenha uma base totalmente adaptada, o uso de uma raça europeia no cruzamento terminal deve ser feito com cautela e foco em complementariedade de porte.

Confira:

O boran é uma raça zebuína/taurina africana, conhecida por sua resistência a parasitas e sua musculosidade. As matrizes boran já são consideradas 100% tropicais, e o criador já obteve um animal F1 tropical com o cruzamento inicial de nelore x boran.

Zadra confirma que o uso de um taurino como o angus (ou outro europeu de menor porte) nesse gado meio-sangue tropical gerará 100% de heterose e manterá o conforto térmico no calor de Juína.

Complementariedade genética

Em vez de focar apenas no angus, o especialista recomenda que o produtor utilize raças europeias de grande porte para garantir uma complementariedade genética ideal. O boran é um animal de pequeno porte. Ao cruzá-lo com um europeu maior, o resultado são carcaças mais pesadas e de bom biotipo.

O criador terá garantida a rusticidade para Juína, pois o cruzamento boran x nelore já estabeleceu uma base totalmente tropical. Ao introduzir o angus ou outra raça europeia, o resultado é um animal meio-sangue tropical que se adapta bem, ao mesmo tempo em que recebe o benefício da heterose e as características de qualidade de carne do europeu.

A chave é escolher a raça que maximize o peso final do animal, dada a base de pequeno porte do boran. Essa escolha pode ter um impacto significativo na qualidade da carne e no desempenho da pecuária local.

Com informações de: girodoboi.canalrural.com.br.

Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.



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Paraná retira carnes de aves cozidas do regime de substituição tributária


O decreto que retira as carnes de aves cozidas do regime de substituição tributária (ST) foi assinado pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior, nesta segunda-feira (3).

A medida era uma demanda do setor produtivo e deve aumentar a competitividade dos produtos do Paraná no mercado nacional, fortalecendo todo o setor.

As carnes de aves cozidas são apenas um dos diversos produtos que fazem parte da cadeia da avicultura do estado e incluem, por exemplo, as embalagens de carne de frango desfiada. Embora o produto seja visto como uma pequena parcela da produção industrial do estado, ela é considerada importante por agregar valor ao setor.

Segundo o decreto, a medida passa a valer a partir de janeiro de 2026. Esse prazo serve justamente para que a indústria se adeque às mudanças, integrando essas carnes ao regime regular do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

Aves; carneAves; carne
Foto: Jonathan Campos/AEN

No regime de substituição tributária (ST), o ICMS é recolhido antecipadamente pela indústria, e não pelo estabelecimento que realiza a venda. Na prática, isso faz com que os comerciantes tenham de pagar o imposto para manter os produtos em estoque, o que reduz a competitividade das carnes do Paraná em relação às de outros estados, onde a tributação ocorre fora da ST. Com a mudança, o pagamento do imposto passará a ser feito apenas no momento da venda efetiva.

Para o secretário da Fazenda, Norberto Ortigara, explica que esse é mais um movimento para potencializar a indústria e a economia do estado.

“Essa mudança é bastante significativa, pois torna as indústrias e as cooperativas do estado mais competitivas em todo o Brasil, ainda mais em um setor em que já somos líderes, que é a produção de aves”, destaca.

Produção no Paraná

De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no último trimestre, o Paraná produziu mais de 558,6 milhões de unidades de aves, o que corresponde a mais de um terço de toda a produção nacional.

Esse é o segundo movimento do gênero adotado pelo Paraná para fortalecer sua agroindústria. Em março, o estado já tinha retirado as carnes temperadas da Substituição Tributária.



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Regulamentação dos bioinsumos exigirá discurso único do setor, diz Abinbio



A união das empresas será fundamental para garantir que a regulamentação dos insumos biológicos reflita os interesses da indústria nacional. O alerta é do diretor jurídico da Associação Brasileira de Indústrias de Bioinsumos (Abinbio), Auro Ruschel.

“Nós estamos num momento histórico. A regra do jogo está sendo discutida agora e será estabelecida, tendo o Mapa [Ministério da Agricultura] como protagonista”, afirma.

Para ele, que possui longa trajetória assessorando empresas de insumos agrícolas, a indústria precisa conciliar interesses para poder participar desse debate público e construir uma regulamentação que seja de interesse de todo o setor.

A Abinbio foi criada em 2024 e, mesmo com apenas um ano de existência, já tem conseguido resolver parte das “dores” do setor. Neste período, o trabalho mais emblemático foi a atuação na aprovação do novo Marco Civil dos Bioinsumos, onde a entidade conseguiu inserções relevantes no texto legal.

Segundo Ruschel, o desafio de agora está na regulamentação da lei através do Grupo Técnico do Ministério da Agricultura, onde a Associação tem assento e voz ativa.

“Vejo um grande ganho nesse sentido. A Abinbio segue a vocação pela qual foi fundada: representar o setor, ser especialista nesse segmento, olhar os desafios e buscar proposições”, destaca.

Agenda ampla

Além da regulamentação, a Abinbio tem expandido sua atuação para outras frentes estratégicas. No âmbito da Receita Federal, a entidade discute questões de classificação de produtos para fins tributários, uma vez que a legislação anterior utilizava as mesmas classificações dos defensivos agrícolas, inadequadas para os bioinsumos.

Já no campo internacional, a associação trabalha para posicionar o Brasil como protagonista global no setor. “A indústria de bioinsumos no Brasil, por conta das características do nosso país, consegue se adequar e vender produtos para todos os biomas. O papel da internacionalização é fundamental para a abertura de novos mercados”, acredita Ruschel.

Mercado promissor

O setor de insumos biológicos no Brasil ainda é tímido, atualmente composto por cerca de 145 empresas que movimentam aproximadamente R$ 20 milhões. Contudo, as projeções indicam uma expansão significativa nos próximos anos, embasadas na tendência mundial de substituição de produtos químicos por biológicos.

O diretor jurídico classifica o segmento como “uma vertical econômica altamente relevante, altamente sustentável e com um caminho de crescimento significativo”. Segundo ele, o crescimento do mercado, naturalmente, ampliará o número de empresas e a necessidade de representação institucional perante stakeholders públicos e privados.

Pensando no agora, Ruschel enfatiza que as empresas do setor precisam compreender que a “regra do jogo” está sendo discutida, sendo imperativo que todas as indústrias de insumos estejam atentas e participem.

“Precisamos construir uma regulamentação que seja de interesse da indústria, sem criar reservas de mercado, sem criar impeditivos, mas que permita que a indústria possa crescer cada vez mais”, resume.

Por fim, o diretor jurídico destaca que a regulamentação que está sendo desenhada hoje definirá o campo de jogo para as próximas décadas de uma indústria que se projeta como pilar da agricultura sustentável brasileira.



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AgroNewsPolítica & Agro

Clima influencia colheita e sanidade do feijão-de-vagem



Feijão-de-vagem tem bom desenvolvimento em Lajeado



Foto: Ibrafe

De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (30), o cultivo de feijão-de-vagem segue em desenvolvimento nas regiões de Vale Real e Feliz, na área administrativa de Lajeado. Em Vale Real, a produção é realizada predominantemente a campo e, segundo o relatório, “a cultura encontra-se em estádio de desenvolvimento vegetativo, mas o tempo frio está atrasando o início da colheita”. Até o momento, não há registros de problemas fitossanitários.

Em Feliz, o cultivo também está em fase de desenvolvimento vegetativo e em início de nova colheita. As lavouras apresentam bom crescimento, com florescimento e frutificação inicial. A Emater/RS-Ascar informou que “a umidade do solo tem favorecido a incidência de antracnose e míldio, exigindo monitoramento”. Ainda assim, a qualidade das vagens colhidas é considerada adequada, e os preços permanecem estáveis.

A expectativa é de aumento na produtividade com o retorno do tempo mais seco. O cultivo no município ocorre de forma escalonada, e parte dos produtores utiliza estufins para o manejo da cultura. O preço do quilo do feijão-de-vagem varia entre R$ 8,00 e R$ 10,00.





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Lula diz que vai telefonar para Trump caso negociações sobre o fim do tarifaço não avancem



O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta terça-feira (4) que voltará a telefonar para o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, caso não haja avanços nas negociações comerciais entre os dois países até o encerramento da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), realizada em Belém (PA).

“Eu saí da reunião com o presidente Trump certo de que a gente vai estabelecer um acordo. Disse a ele que era muito importante que nossos negociadores começassem a negociar logo”, afirmou Lula, na capital paraense, em entrevista a repórteres da imprensa internacional.

“Quando terminar a COP, se não tiver marcada a reunião entre os meus negociadores e os dele, eu vou ligar para Trump outra vez”, acrescentou o presidente, de acordo com informações da Reuters.

Malásia

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reuniu no dia 26 de outubro com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em Kuala Lumpur, na Malásia. O encontro durou cerca de 50 minutos e ocorreu durante a realização da 47ª Cúpula da Associação de Nações do Sudeste Asiático (Asean).

Durante a reunião, Lula disse que não há razão para desavenças com os Estados Unidos e pediu a Trump a suspensão imediata do tarifaço contra as exportações brasileiras, enquanto os dois países estiverem em negociação.

Em julho deste ano, Trump anunciou um tarifaço de 50% sobre todos os produtos brasileiros que são exportados para os Estados Unidos. Em seguida, ministros do governo brasileiro e do Supremo Tribunal Federal (STF) também foram alvo da revogação de vistos de viagem e outras sanções pela administração norte-americana.

“O Brasil tem interesse de ter uma relação extraordinária com os Estados Unidos. Não há nenhuma razão para que haja qualquer desavença entre Brasil e Estados Unidos, porque nós temos certeza que, na hora em que dois presidentes sentam em uma mesa, cada um coloca seu ponto de vista, cada um coloca seus problemas, a tendencia natural é encaminhar para um acordo”, afirmou o presidente.

Além dos presidentes, também participaram do encontro o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, e o secretario de Estado norte-americano, Marco Rubio.



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mais duas pessoas morrem em função da doença em SP



Duas pessoas morreram, na cidade de Leme (interior de São Paulo), na semana passada, devido à febre maculosa. A informação foi confirmada pela Secretaria de Saúde do município. Não foram divulgados os nomes, gênero ou idade das vítimas.

Segundo a secretaria, equipes técnicas da prefeitura adotaram todas as medidas de controle e vigilância assim que os casos foram notificados. As ações de contenção têm sido realizadas pelo Setor de Vigilância Epidemiológica e Zoonoses.

O interior do estado de São Paulo vem sofrendo com casos da doença, que é transmitida pelo carrapato. A cidade de Salto, distante cerca de 90 quilômetros de Leme, registrou três mortes por febre maculosa em 2025. Um parque local foi interditado pela prefeitura, já que duas dessas vítimas frequentaram o local.

Neste ano, 36 casos da doença haviam sido registrados em todo o estado, com 18 óbitos contabilizados até outubro. Agora, já são 20. Em todo o ano passado, foram 72 casos, com 26 mortes.

Febre maculosa

A febre maculosa, também conhecida como doença do carrapato, é uma infecção febril de gravidade variável, com elevada taxa de letalidade. Causada por uma bactéria do gênero Rickettsia, a doença é transmitida pela picada de carrapato encontrado em ambientes com animais domésticos, como cães e gatos, gado e áreas de vegetação alta.

Segundo a Secretaria de Estado de Saúde (SES) de São Paulo, menos de 1% dos carrapatos-estrela estão contaminados com a bactéria que causa a doença, portanto, apenas o contato com carrapato não significa uma infecção no indivíduo.

Sintomas

Os principais sintomas da febre maculosa são: febre súbita, dores de cabeça e nas articulações, fraqueza extrema, cansaço ou falta de energia. Entre o terceiro e o quinto dia de infecção, aparecem erupções cutâneas nos punhos e tornozelos, eventualmente espalhando-se por todo o corpo.

Prevenção

A prevenção é essencial e inclui evitar áreas infestadas por carrapatos, usar calças compridas e botas ao circular em regiões de risco. Se for encontrado algum carrapato na pele, é preciso removê-lo imediatamente, sem esmagá-lo com as unhas.



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Line-up projeta embarques de 3,772 milhões de toneladas de soja pelo Brasil



O line-up, programação de embarques nos portos brasileiros, projeta a exportação de 6,398 milhões de toneladas de soja em grão para outubro, segundo levantamento da consultoria Safras & Mercado. No mesmo período de 2024, os embarques totalizaram 4,443 milhões de toneladas.

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Em setembro, os portos brasileiros registraram 6,964 milhões de toneladas embarcadas. Para novembro, a previsão é de 3,772 milhões de toneladas.

Janeiro a novembro

No acumulado de janeiro a novembro de 2025, o line-up estima 105,404 milhões de toneladas exportadas, ante 95,590 milhões de toneladas no mesmo período de 2024, refletindo o crescimento contínuo das exportações brasileiras de soja.



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