terça-feira, março 31, 2026

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Banco Central decide nesta quarta se mantém Taxa Selic em 15%



Com a inflação desacelerando, mas alguns preços, como o da energia, pressionados, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) faz nesta quarta-feira (4) a penúltima reunião do ano. Os analistas de mercado acreditam na manutenção da taxa no maior nível em quase 20 anos.

Atualmente em 15% ao ano, a Selic está no maior nível desde julho de 2006, quando estava em 15,25% ao ano. Desde setembro do ano passado, a taxa foi elevada sete vezes seguidas. Nas reuniões de julho e de setembro, o Copom não mexeu na taxa.

A decisão sobre a Taxa Selic será anunciada no início da noite desta quarta. Na ata da última reunião, em setembro, o Copom informou que a Selic será mantida em 15% ao ano por tempo prolongado.

Segundo a ata do Copom, a conjuntura econômica dos Estados Unidos e as tarifas impostas pelo país têm tido “maior impacto” do que temas estruturalmente desafiadores para a formação dos preços de mercado. No cenário interno, alguns preços, como o da energia, continuam a pressionar a inflação, apesar da desaceleração da economia.

Segundo a edição mais recente do boletim Focus, pesquisa semanal com analistas de mercado, a taxa básica deve ser mantida em 15% ao ano até o fim de 2025 ou início de 2026. A divergência agora está no momento do próximo ano em que os juros começarão a cair.

Inflação

O comportamento da inflação continua uma incógnita. Prévia do indicador oficial, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) ficou em apenas 0,18% em outubro e acumula 4,94% em 12 meses. O preço médio dos alimentos recuou pelo quinto mês consecutivo. O IPCA referente aos 31 dias de outubro só será divulgado no próximo dia 11.

Segundo o último boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras feita pelo BC, a estimativa de inflação para 2025 caiu para 4,55%, contra 4,8% há quatro semanas. Isso representa inflação levemente acima do teto da meta contínua estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), de 3%, podendo chegar a 4,5% por causa do intervalo de tolerância de 1,5 ponto.

Taxa Selic

A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos emitidos pelo Tesouro Nacional no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas da economia. Ela é o principal instrumento do Banco Central para manter a inflação sob controle. O BC atua diariamente por meio de operações de mercado aberto – comprando e vendendo títulos públicos federais – para manter a taxa de juros próxima do valor definido na reunião.

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, pretende conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

Ao reduzir a Selic, a tendência é de que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.

O Copom reúne-se a cada 45 dias. No primeiro dia do encontro, são feitas apresentações técnicas sobre a evolução e as perspectivas das economias brasileira e mundial e o comportamento do mercado financeiro. No segundo dia, os membros do Copom, formado pela diretoria do BC, analisam as possibilidades e definem a Selic.

Pelo novo sistema de meta contínua, em vigor desde janeiro deste ano, a meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5%, e o superior é 4,5%.

Nesse modelo de aferição, a meta passa ser apurada mês a mês, considerando a inflação acumulada em 12 meses. Em novembro de 2025, a inflação desde dezembro de 2024 é comparada com a meta e o intervalo de tolerância. Em dezembro, o procedimento se repete, com apuração a partir de janeiro de 2025. Dessa forma, a verificação se desloca ao longo do tempo, não ficando mais restrita ao índice fechado de dezembro de cada ano.

No último Relatório de Política Monetária, divulgado no fim de setembro pelo Banco Central, a autoridade monetária manteve a previsão de que o IPCA termine 2025 em 4,8%, mas a estimativa pode ser revista, dependendo do comportamento do dólar e da inflação. A próxima edição do documento, que substituiu o Relatório de Inflação, será divulgada no fim de dezembro.



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Avanço de frente fria provoca chuva forte em quatro estados; veja a previsão do tempo



A quarta-feira (5) será marcada por instabilidades em várias regiões do país. O aprofundamento de uma área de baixa pressão sobre o Paraguai e o avanço de uma frente fria pelo litoral do Sul provocam chuva forte, rajadas de vento e risco de temporais em estados como Paraná, São Paulo, Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Sul, segundo a Climatempo. Nas demais regiões, o calor e a umidade seguem influenciando as condições de tempo.

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.

Sul

As chuvas voltam a ganhar intensidade ao longo do dia no Paraná, principalmente nas regiões oeste e norte, com possibilidade de temporais no noroeste. Enquanto no litoral, a chuva ocorre de forma fraca e isolada.

No Rio Grande do Sul, uma frente fria avança pelo litoral, provocando chuva moderada a forte, com chance de raios e rajadas de vento. A instabilidade também pode alcançar áreas do litoral de Santa Catarina. Nas demais áreas do Sul, o tempo permanece firme.

Sudeste

Pancadas de chuva seguem no norte de Minas Gerais durante a madrugada. A partir da manhã, instabilidades avançam pelo oeste de São Paulo e Triângulo Mineiro, com risco de temporais.

Ao longo da tarde, a chuva se espalha por São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo, intercalando períodos de sol. As temperaturas ficam elevadas, especialmente no norte de Minas Gerais.

Centro-Oeste

A baixa pressão também favorece áreas de instabilidade em Mato Grosso do Sul, principalmente no sul, sudoeste e leste, com risco de temporais. A chuva se espalha por Mato Grosso e Goiás ao longo do dia, acompanhada de rajadas de vento e descarga elétrica. As temperaturas seguem altas e o tempo permanece abafado.

Nordeste

As pancadas se concentram no oeste e sul da Bahia e no sul do Maranhão, com chance de chuva isolada no sul maranhense. No restante da região, o tempo fica firme, com predominância de sol e baixa umidade no interior.

Norte

A chuva diminui em boa parte da região, mas ainda ocorre no oeste do Amazonas, Acre, Rondônia, Tocantins e no sudoeste do Pará, devido ao calor e à alta umidade. Já em Roraima, Amapá e grande parte do Pará, o tempo permanece mais firme.



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AgroNewsPolítica & Agro

Milho recua na B3 e em Chicago com realização de lucros



Na B3, os contratos futuros registraram variações negativas


Na B3, os contratos futuros registraram variações negativas
Na B3, os contratos futuros registraram variações negativas – Foto: AgResource

O milho encerrou o pregão desta terça-feira (4) em baixa tanto na B3 quanto na Bolsa de Chicago (CBOT). Segundo a TF Agroeconômica, as cotações brasileiras acompanharam o movimento negativo internacional, com investidores realizando lucros após a valorização recente e observando o avanço do plantio da primeira safra de milho, que segue em linha com o ritmo do ano anterior. O mercado também permanece atento aos relatos de danos causados pelas chuvas no Sul do Brasil, que podem alterar o cenário de oferta e influenciar as próximas decisões de comercialização.

Na B3, os contratos futuros registraram variações negativas no dia, apesar de ganhos acumulados na semana. O vencimento de novembro/25 fechou cotado a R$ 68,04, com baixa de R$ 0,31 no dia e alta semanal de R$ 0,52. O contrato de janeiro/26 terminou a R$ 71,73, queda de R$ 0,36 no dia e avanço semanal de R$ 0,72. Já o vencimento de março/26 encerrou a R$ 73,22, recuando R$ 0,80 no dia, mas ainda 0,33 real acima da semana anterior.

Em Chicago, as cotações também recuaram em um movimento de correção técnica e realização de lucros. O contrato de dezembro caiu 0,63%, fechando a US$ 4,31/bushel, enquanto o de março recuou 0,34%, a US$ 4,44/bushel. A pressão veio do aumento das vendas no mercado físico e das boas condições climáticas no Meio-Oeste dos Estados Unidos, que favorecem a conclusão rápida da colheita já estimada em 83%. A StoneX elevou sua previsão para 425,42 milhões de toneladas, praticamente em linha com a estimativa de 427 milhões do USDA, consolidando expectativas de uma safra recorde.





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Decisão do Copom e ambiente global de risco são os destaques do dia; ouça análise de especialista


No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta que o ambiente global de risco favoreceu o dólar, que subiu 0,77% a R$ 5,39, enquanto o Ibovespa atingiu novo recorde, com a 10ª alta seguida e giro de R$ 25,3 bilhões.

O Nasdaq caiu cerca de 2% diante da aversão ao risco.

O mercado aguarda o Copom, que deve manter a Selic em 15%, e destaca a retração de 0,4% na produção industrial.

Hoje, atenção ao comunicado do Copom, PMI no Brasil e dados de emprego nos EUA.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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AgroNewsPolítica & AgroSafra

Soja tem 3ª feira de realização de lucros em Chicago; BR se atenta aos…


Logotipo Notícias Agrícolas

A soja fechou o pregão desta terça-feira (4) com baixas de mais de 10 pontos nos principais vencimentos. As perdas oscilaram de 12 a 12,75 pontos, levando o janeiro a US$ 11,21 e o maio a US$ 11,37 por bushel. Os futuros do óleo e do farelo de soja também caíram, liderados pelo farelo, que cedeu mais de 1% nas posições mais negociadas. 

O mercado passou por um movimento técnico de correção e realização de  lucros, após os ganhos acumulados dos últimos dias, os quais refletiram, principalmente, as boas expectativas sobre o comércio de soja entre China e Estados Unidos. No entanto, um acordo efeitvo, oficial e na prática ainda não foi informado, o que acaba deixando a movimentação dos preços um pouco mais fragilizada. 

“O Brasil segue mais competitivo no CFR China, atraindo parte da demanda. O dólar mais forte também adicionou pressão sobre as commodities, enquanto a cautela global aumenta com sinais divergentes do Fed sobre os juros nos EUA”, analisou a Agrinvest Commodities. 

Além disso, os traders também estão ansiosos pelo novo reporte mensal de oferta e demanda do USDA, que foi agendado para o dia 14 de novembro, mesmo com o governo americano ainda em shutdown. 

“O tão esperado acordo entre Donald Trump e Xi Jinping não saiu do papel. Não houve assinatura oficial, nem cerimônia, nem comunicado da China. Tudo o que existe são postagens e declarações dos Estados Unidos. Na prática, nada obriga Pequim a comprar soja americana’, explica o diretor da Royal Rural, Ronaldo Fernandes. “Quando os EUA anunciaram o suposto acordo, Chicago reagiu forte. Entre os dias 27 de outubro e 3 de novembro, o contrato novembro subiu 7,41%, saltando de US$ 10,41 pra US$ 11,19 por bushel. Foi uma disparada, mas com um efeito colateral claro: a soja americana ficou cara demais”.

Assim, com alguns caminhos que os preços têm ainda a definir, o mercado permanece em alerta, mas não entrou em uma trajetória de baixa, ainda como pondera Fernandes. “Pra Chicago, essa queda ainda não é uma virada definitiva. O mercado agora espera o relatório de oferta e demanda do USDA, no dia 14 de novembro. A aposta é que ele venha altista, mas mesmo se vier, Chicago perto de US$ 11 já mostrou que, nesse nível, a China não compra dos EUA. E quando isso acontece, quem volta a ser o destino natural das compras é o Brasil”.

O clima para a safra 2025/26 do Brasil – e logo mais da Argentina também – é mais um ponto de atenção no radar dos players. O plantio avança bem, porém, as condições ainda precisam melhor em algumas regiões-chave de produção. 

MERCADO NACIONAL

No Brasil, a semana tem sido mais contida de novos negócios, com os preços sentindo um impacto mais limitado das movimentações na Bolsa de Chicago. Os prêmios, que vinham sendo um dos principais pontos de suporte para as cotações no mercado nacional, passaram a ser um dos pontos de pressão. Para a safra nova, como explica o analista de mercado da Safras & Mercado, Rafael Silveira, os prêmios chegaram a bater nos 40 cents negativos para abril nesta terça-feira.





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AgroNewsPolítica & Agro

A tecnologia por trás dos pneus que movem o agro brasileiro



O campo avança com inovação em contato direto com o solo


Foto: Divulgação

O futuro do agronegócio brasileiro não está apenas nos drones ou nos sistemas conduzidos por inteligência artificial, ele também está sob os nossos pés.

Segundo o Cepea/Esalq-USP, o agro deve representar cerca de 30% do PIB nacional em 2025, consolidando-se como a força que mantém o país em movimento. E nesse contexto de mobilidade agrícola, há um protagonista quase que invisível quando falamos em produção: o pneu.

Com máquinas mais potentes, jornadas mais longas e solos cada vez mais desafiadores, os pneus precisam acompanhar o ritmo acelerado do setor que alimenta um país com mais de 200 milhões de habitantes – e outros milhões mundo a fora. No campo, não há tempo a perder.

Nesse cenário, a Speedmax tem apostado em materiais de alta resistência e projetos desenvolvidos exclusivamente para o solo brasileiro, entendendo como essencial o papel da inovação dentro de processos que impulsionam a produtividade. Cada composto, cada desenho de banda, cada estrutura interna é pensada para entregar durabilidade, tração e economia a quem vive do campo.

E há ciência por trás disso. Pneus radiais modernos podem reduzir em até 35% a compactação do solo, melhorando o rendimento das lavouras e prolongando a vida útil das máquinas. É tecnologia que respeita a terra e transforma o solo em aliado da produtividade.

No fim das contas, inovação no agro não é apenas sobre o que está acima das plantações. É entender que o futuro do campo brasileiro começa pelo chão.

 





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La Niña impõe desafios e exige estratégia no plantio



Plantios tardios, no entanto, podem florescer quando os dias já começam a encurtar


Plantios tardios, no entanto, podem florescer quando os dias já começam a encurtar
Plantios tardios, no entanto, podem florescer quando os dias já começam a encurtar – Foto: USDA

A safra de soja 2025/26 no Centro-Oeste brasileiro apresenta desafios marcantes devido à influência do fenômeno La Niña, que altera os padrões de chuva e temperatura, exigindo planejamento redobrado por parte dos produtores. Segundo Fernando Batista, coordenador comercial, o cenário requer integração entre fatores climáticos, fisiológicos e de manejo para que a lavoura expresse seu máximo potencial produtivo.

Com o plantio atrasado e uma janela de semeadura mais curta, compreender o impacto do fotoperíodo torna-se essencial. A soja, planta de dia curto, depende da quantidade de luz para florescer e completar seu ciclo. O solstício de verão, em 21 de dezembro, marca o auge da luminosidade, cerca de 13 horas diárias, período em que a cultura pode atingir seu máximo desempenho vegetativo, desde que encontre no solo condições adequadas para converter essa energia em produtividade.

Plantios tardios, no entanto, podem florescer quando os dias já começam a encurtar, acelerando o ciclo e reduzindo o enchimento de grãos. Além disso, nenhum manejo técnico substitui a importância de um solo equilibrado. A fertilidade é a base que sustenta uma lavoura produtiva, especialmente em momentos de alta radiação solar, quando a demanda nutricional aumenta significativamente.

“O sucesso virá daqueles que entenderem que produtividade e rentabilidade não são frutos do acaso, mas do alinhamento entre janela de plantio, radiação solar, fertilidade do solo e gestão agronômica inteligente. Quando essas variáveis se encontram sob uma orientação técnica precisa, o resultado é uma lavoura bem implantada, equilibrada, produtiva e, acima de tudo, rentável”, conclui.

 





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AgroNewsPolítica & Agro

Portal Agrolink lança aplicativo e aproxima ainda mais o produtor rural da informação



App do Agrolink leva credibilidade e agilidade do campo para o seu celular



Foto: Divulgação

O Portal Agrolink lançou seu novo aplicativo, uma plataforma moderna que coloca o agronegócio na palma da mão do produtor rural. Com uma navegação intuitiva e conteúdo atualizado em tempo real, o app reúne as principais notícias do setor, informações sobre o clima, produtos biológicos, ferramentas como o AgrolinkFito, além da cobertura dos grandes eventos do agronegócio.

Segundo Nadia Borges, diretora do Portal Agrolink, o aplicativo reflete o compromisso do Portal em unir tecnologia, agilidade e credibilidade. “O principal objetivo do Agrolink é a credibilidade. Nosso foco é divulgar informação checada, com agilidade e responsabilidade. Queremos que o Agrolink seja aquele amigo fiel do produtor rural, presente todos os dias, sempre pronto para ajudar nas decisões do campo. Nossa missão é conectar o agro, encurtar distâncias e levar inovação diretamente para a palma da mão do agricultor”, destacou Nadia Borges.

O novo app traz uma experiência completa e personalizada, com conteúdo diversificado sobre economia, política, tecnologia, pecuária, meio ambiente e clima, garantindo que o usuário acompanhe tudo o que impacta o agronegócio brasileiro.

O aplicativo está disponível gratuitamente nas principais lojas virtuais:

– Para Android: Clique aqui ou acesse a Google Play Store, procure por “Agrolink” e clique em “Instalar”.

– Para iOS: Clique aqui ou acesse a App Store, busque por “Agrolink” e clique em “Obter”. 

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