segunda-feira, março 30, 2026

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Mercado do boi gordo mantém estabilidade após alta



Arroba permanece estável em vários estados



Foto: Divulgação

De acordo com a análise desta quinta-feira (6) do informativo “Tem Boi na Linha”, divulgado pela Scot Consultoria, o mercado do boi gordo em São Paulo permaneceu estável. Segundo o levantamento, “as cotações permaneceram firmes, sem mudanças” após a alta registrada no dia 5 de novembro. A oferta de boiadas continuou enxuta, embora com sinais de melhora em relação à semana anterior, e as escalas de abate atenderam, em média, a oito dias.

No Mato Grosso do Sul, o informativo registrou diminuição na oferta de boiadas e escoamento fraco da carne no varejo. As escalas de abate apresentaram comportamentos distintos: frigoríficos de grande porte operaram com escalas longas, enquanto os de menor porte mantiveram escalas curtas, negociando maior volume de fêmeas.

No Espírito Santo, a Scot Consultoria informou que “a cotação da arroba não mudou na comparação diária”, mantendo o quadro de estabilidade.

No Acre, o levantamento reiterou que “a cotação não mudou na comparação feita dia a dia”. A escala de abate no estado esteve, em média, em 13 dias, mantendo o ritmo observado na semana.





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Meteorologista alerta para possibilidade de tornados com a chegada de ciclone


Por Gabriel Rodrigues com colaboração de Aline Merladete

O risco de microexplosões e de tornados não estão descartados durante a ocorrência do ciclone extratropical, principalmente entre os dias 07 e 09 de novembro de 2025, com passagem pelo Sul e avanço ao Sudeste do país. A ameaça é reforçada não somente pelas condições atmosféricas previstas—com baixa pressão intensa, grandes volumes de chuva, formação de nuvens do tipo cumulonimbus e contraste térmico acentuado—mas também pelo histórico recente de fenômenos severos na região.

A Defesa Civil do Rio Grande do Sul emitiu alertas para o risco de tornados nas regiões Noroeste, Norte e Nordeste do estado nesta sexta-feira (07). As tempestades associadas ao ciclone podem causar ventos acima de 100 km/h, granizo e destruição localizada.

No Paraná, o Simepar reforçou a importância do monitoramento constante para diferenciar rajadas lineares, micro/macroexplosões e tornados. Esses fenômenos são característicos da primavera e tendem a ser potencializados sob influência de sistemas como o atual. Santa Catarina já registrou 12 tornados apenas em 2025. Um dos episódios mais recentes foi o tornado confirmado em Itaiópolis, no Planalto Norte catarinense, no último dia 3 de novembro. O evento provocou queda de árvores, danos a propriedades e deixou um rastro de destruição.

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Segundo Gabriel Rodrigues, meteorologista do Portal Agrolink, a ameaça se justifica não apenas pelas condições atmosféricas projetadas, mas também pelo histórico recente de eventos extremos. “Estamos diante de um cenário de baixa pressão intensa, com volumes expressivos de chuva, nuvens do tipo cumulonimbus e contrastes térmicos acentuados. Esse ambiente é propício à formação de tornados e microexplosões, especialmente nesta época do ano”, pontuou.

O meteorologista ainda salienta que, de acordo com os eventos recentes, como o tornado que foi confirmado em Itaiópolis, no Planalto Norte catarinense em 3 de novembro de 2025, provocou destruição significativa, quedas de árvores e danos em propriedades. Santa Catarina, registrou pelo menos 12 tornados só em 2025, ilustrando uma tendência de maior frequência desses fenômenos extremos na região Sul. Além disso, durante episódios ciclônicos recentes, a Defesa Civil identificou sinais de microexplosões, com ventos intensos, granizo e danos concentrados típicos desse tipo de evento convectivo.

Com base nos modelos meteorológicos e nos registros recentes, a recomendação é de máxima atenção aos alertas. “É fundamental que os produtores acompanhem as informações oficiais, busquem abrigo seguro em caso de tempestades e adotem medidas de proteção preventiva, como o reforço em estruturas e o isolamento de áreas vulneráveis”, orienta o meteorologista.





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Milho tem 3ª feira negativa na Bolsa de Chicago e na B3; preços permanecem…


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O milho acompanhou as baixas da soja e fechou a terça-feira (4) no vermelho na Bolsa de Chicago. Os preços do cereal concluíram o dia com baixas que ficaram entre 1,75 e 2,75 pontos nos principais contratos, levando o dezembro a US$ 4,31 e o março a US$ 4,44 por por bushel. 

O mercado sentiu o recuo da oleaginosa, mas também as estimativas da colheita norte-americana que, de acordo com uma projeção da safra da agência internacional Reuters, já estaria concluída em 83%. Há, porém, ainda a ausência dos dados do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) sendo sentida pelos traders. 

No entanto, o novo boletim mensal de oferta e demanda do departamento norte-americano foi agendado para o próximo dia 14 e já causa alguma ansiedade entre o mercado. “As expectativas apontam para ajustes negativos nas projeções de produtividade e produção da safra americana, refletindo os impactos do clima e de doenças nas lavouras, o que ajuda a limitar o movimento de queda”, explicam os analistas da Agrinvest Commodities. 

BRASIL: B3 E MERCADO DISPONÍVEL

Na B3, as cotações também fecharam o dia no vermelho, com as posições mais alongadas sentindo uma pressão mais agressiva, com perdas de mais d de 1%. Enquanto o novembro terminou o dia com R$ 68,13 por saca, o maio/26 concluiu os negócios com R$ 72,27 e perda de 1,3%.

Além da pressão vinda de Chicago, o mercado também sente o avanço do plantio da safra de verão, e monitora o clima para o seu desenvolvimento no Brasil. Ainda segundo a Agrinvest, a semeadura do milho verão chega a 42,8% da área, contra 42,1% de 2024 e frente aos 44,5% da média dos últimos cinco anos. 

“E os investidores também aguardam a avaliação dos impactos das fortes chuvas no Paraná”, complementa a consultoria. 

No mercado físico, os preços do milho permaneceram estáveis no interior do Brasil e ainda variam de R$ 46,00 a R$ 62,00 por saca, a depender da praça. Nos portos, o movimento foi semelhante, terminando o dia com R$ 67,00 no disponível em Paranaguá e R$ 68,00 em Santos. 





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Brasil exporta quantidade recorde de carne bovina e arroba volta a subir



O Indicador do Boi Datagro segue indicando preços firmes e elevados para a arroba do boi gordo, sinalizada na média de R$ 322,73 nesta quinta-feira (6) em São Paulo.

De acordo com a analista de mercado da consultoria Datagro Isabela Ingracia, as escalas de abate também se mantém confortáveis, próximas aos 10 dias corridos na praça base paulista.

A novidade do dia foi a divulgação dos dados de embarque de carne bovina em outubro pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex): o Brasil vendeu ao exterior mais de 448 mil toneladas equivalentes de carcaça, um recorde histórico.

“Nunca foi embarcada tanta quantidade de carne bovina pelo Brasil, fruto de uma maior diversificação de destinos e também dos mercados cada vez mais voltarem ao Brasil como principal fornecedor da proteína”, contextualiza Isabela.

Entre os principais destinos do produto nacional, a China segue como a principal compradora, seguida pelo Chile, pelas Filipinas, pelos Estados Unidos e também pelo México. “No acumulado do ano, a China já tem mais de 53% de tudo que foi exportado pelo Brasil e segue com compras volumosas nesse final de ano.”

A analista ainda destaca que um ponto de atenção ao mercado são as margens mais pressionadas devido à baixa do dólar, o que tem levado a preços de exportação mais retraídos nos últimos meses, mas ainda assim em alta frente a 2024.



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Marca apresentará projeto inédito de cultivo de algodão agroflorestal brasileiro na COP30



As Lojas Renner anunciaram um projeto pioneiro no país que une produção têxtil e preservação ambiental, o cultivo de algodão agroflorestal.

Desenvolvido em parceria com a startup Farfarm e a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), o projeto integra o cultivo do algodão a espécies nativas de floresta, com o objetivo de regenerar o solo e capturar carbono da atmosfera.

Segundo o diretor de sustentabilidade da Renner, Eduardo Ferlauto, a iniciativa faz parte da estratégia de regeneração da companhia e já resultou em uma coleção lançada recentemente com algodão produzido nesse sistema. “É o primeiro projeto brasileiro que coloca essa disponibilidade do algodão florestal em peças”, destacou.

A técnica permite que o carbono seja retido no solo, contribuindo para o equilíbrio climático e a melhoria da fertilidade natural da terra.

Ferlauto reforçou que o projeto é parte central das metas da Renner de neutralizar suas emissões até 2050, com redução de 90% dos gases de efeito estufa até 2030, metas já validadas por organismos científicos internacionais.

Apresentação do projeto na COP30

Ferlauto destacou que a Renner vê a COP30 como uma oportunidade estratégica para reforçar o protagonismo do setor privado brasileiro nas ações climáticas. “Temos muito orgulho de participar de uma COP sediada no Brasil, especialmente no ano em que celebramos 60 anos de história”, afirmou.

Ele lembrou ainda que a companhia possui metas ambiciosas de sustentabilidade, reconhecidas internacionalmente e validadas pela ciência, incluindo a redução de 90% das emissões até 2050.

Para o diretor, o diálogo promovido pela conferência é essencial para fortalecer parcerias, ampliando a consciência sobre os desafios climáticos e acelerando a transição para modelos produtivos mais regenerativos.



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Preço do boi gordo sobe mesmo com problema com a China à vista



O mercado físico do boi gordo apresenta mais um dia conturbado. A informação do dia é que estão acontecendo reuniões na China com representantes da agroindústria brasileira por conta da presença de Fluazuron (inibidor de crescimento de carrapatos) acima do permitido em lotes de carne bovina exportadas ao país asiático.

Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, existe a possibilidade de que haja retração das compras chinesas no curtíssimo prazo.

“O mercado futuro precificou esse movimento de maneira contundente. O mercado também aguarda o resultado da investigação que vem sendo conduzida pela China, que pode gerar efeito negativo sobre a exportação de carne bovina”.

De acordo com ele, diante desse ambiente, muitos frigoríficos passaram a se ausentar da compra de gado.

Preços médios da arroba do boi

  • São Paulo: R$ 325,08 — ontem: R$ 325,17
  • Goiás: R$ 316,07 — R$ 315,89
  • Minas Gerais: R$ 311,76 — R$ 310,88
  • Mato Grosso do Sul: R$ 331,14 — R$ 331,36
  • Mato Grosso: R$ 306,86 — R$ 306,23

Mercado atacadista

O mercado atacadista ainda se depara com preços firmes no decorrer da semana, e o ambiente de negócios ainda sugere pela elevação dos preços no curto prazo, considerando o ápice do consumo no mercado doméstico.

  • Quarto traseiro: ainda é precificado a R$ 25,00 por quilo
  • Ponta de agulha: segue no patamar de R$ 17,75 por quilo
  • Quarto dianteiro: permanece cotado a R$ 18,75 por quilo

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,23%, sendo negociado a R$ 5,3480 para venda e a R$ 5,3460 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,3307 e a máxima de R$ 5,3632.



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Cúpula de Líderes marca início da COP30 em Belém



Belém do Pará sedia nesta semana a Cúpula de Líderes, evento que marca o início simbólico da COP30 e reafirma o protagonismo do Brasil nas negociações climáticas globais.

O evento conta com a participação de 57 líderes globais e cerca de 150 delegações foram confirmados para participar das discussões. A abertura ocorreu no Centro de Convenções do Parque da Cidade, espaço que será palco da COP30, uma área equivalente a 200 campos de futebol.

A plenária geral começou por volta das 10h50 e contou com discursos de nomes importantes do cenário climático mundial. A secretária-geral da Organização Meteorológica Mundial, Celeste Saulo, destacou que “não há como reescrever as leis da física, mas é possível reescrever o nosso caminho”, em referência à urgência de reduzir emissões de gases de efeito estufa.

Na sequência, o secretário-geral da ONU, António Guterres, alertou “Implementação, Implementação, Implementação”. Para ele, o tempo das discussões acabou, é hora de agir e implementar as medidas já acordadas.

Em seu discurso, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva reforçou a importância da Amazônia nas estratégias globais de mitigação climática e defendeu a justiça climática como elemento central do combate à pobreza, à fome e às desigualdades. “Será impossível conter a mudança do clima sem enfrentar as desigualdades dentro das nações e entre elas”, afirmou.



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Fundo para florestas tropicais atinge aporte de US$ 5,5 bilhões



Mais três países se juntaram ao Brasil com investimentos no Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF, na sigla em inglês).

Noruega, Indonésia e França anunciaram, respectivamente, US$ 3 bilhões, US$ 1 bilhão e US$ 500 milhões em investimentos no novo mecanismo de financiamento climático. Com o aporte de US$ 1 bilhão anunciado pelo governo brasileiro, o fundo já conta com US$ 5,5 bilhões.

Os investimentos foram anunciados logo após o lançamento oficial do TFFF, na tarde desta quinta-feira (6) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na Cúpula do Clima, em Belém. Segundo o ministro da Fazenda, Fernado Haddad, a nova ferramenta financeira inova por combinar recursos públicos e privados na forma de investimento, e não de doação.

“Há aporte de capital de investidores, que vão ser remunerados por uma taxa básica. Esses recursos vão ser emprestados e financiar projetos definidos pelo seu comitê. E a diferença da taxa de juros, o spread do que é pago para o investidor e o que é cobrado [de juros] do tomador [do empréstimo], vai servir de lastro para financiar o pagamento desses serviços ambientais”, afirmou Haddad.

De acordo com o ministro, além de trazer uma estrutura que vai assegurar um sistema sustentável financeiro, há regras que também garantem a continuidade das florestas em pé, com penalidades aos países que descumprirem o requisito mínimo de participação no pagamento pelos serviços ambientais.

Além disso, a ministra dos Povos Indígenas, Sonia Guajajara, lembrou que 20% do pagamento desses serviços que garantem a floresta em pé serão destinados aos povos indígenas e comunidades locais. “Os povos indígenas tiveram uma participação ativa na construção desse mecanismo”, destaca.

A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, comemorou o avanço do mecanismo financeiro em tão pouco tempo. “Estou muito feliz de ver chefes de Estado do mundo todo dizendo que essa é a COP da implementação, porque isso aqui [o TFFF] é implementação.

O secretário de Clima, Energia e Meio Ambiente do Ministério das Relações Exteriores, embaixador Maurício Lyrio, destacou que, com os aportes já divulgados e o anúncio da Alemanha previsto para esta sexta-feira (7), um total de 53 países endossou a declaração de apoio ao TFFF apresentada pelo Brasil na Cúpula do Clima.

Entre os países que endossaram a declaração, figuram como potenciais investidores Alemanha, Armênia, Austrália Áustria, Bélgica, Canadá, China Dinamarca, Emirados Árabes Unidos, Finlândia, Irlanda, Japão, Mônaco, Países Baixos, Portugal, Reino Unido, Suécia, além da União Europeia.



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Carne suína sobe 27,5% em um ano no Paraná


O Boletim de Conjuntura Agropecuária divulgado nesta quinta-feira (6) pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, apontou que os preços médios de varejo dos principais cortes de carne suína no Paraná permaneceram estáveis entre janeiro e outubro de 2025. Segundo o relatório, “os valores oscilaram entre R$ 21,78/kg, em fevereiro, e R$ 22,93/kg, em setembro, com média anual de R$ 22,36/kg”, após a forte valorização registrada em 2024.

O levantamento indicou que, na comparação com o mesmo período do ano anterior, houve um crescimento de 27,5%, equivalente a R$ 4,77/kg. O documento destacou ainda que, “em outubro de 2025, a diferença em relação ao mesmo mês do ano anterior foi de 13,1% (R$ 2,63/kg), a menor variação observada no ano”.

Entre os cortes analisados — lombo sem osso, paleta com osso e pernil com osso — a paleta apresentou a maior variação média, com alta de 28,5%, ou R$ 4,04/kg. O Deral informou que o preço passou de R$ 14,16/kg nos primeiros dez meses de 2024 para R$ 18,20/kg em 2025. O lombo sem osso registrou aumento médio de 27,5% (R$ 6,62/kg), enquanto o pernil com osso subiu 25,2% (R$ 3,66/kg).

Para o fechamento deste ano, o boletim projeta continuidade da elevação nos preços de varejo, “impulsionada pela maior demanda externa e interna dessa época do ano”, ainda que em intensidade inferior à observada em 2024.





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Bolsa de Chicago despenca e impacta preços no Brasil; veja as cotações


O mercado brasileiro de soja teve um dia de pouca movimentação e queda nas cotações. De acordo com o analista de Safras & Mercado Rafael Silveira, o dia praticamente não teve negócios registrados.

Os preços recuaram tanto no disponível quanto na safra nova, acompanhando o movimento de correção na Bolsa de Chicago, que devolveu parte das altas recentes.

“Os prêmios subiram muito pouco e o dólar permaneceu volátil, o que limitou as referências de preço”, observou.

Segundo ele, os melhores momentos ocorreram pela manhã, antes de o mercado perder força. “Hoje houve poucos players ativos, com várias tradings fora e poucas ofertas reais registradas”, acrescentou.

Preço médio da saca de soja

  • Passo Fundo (RS): caiu de R$ 136 para R$ 135
  • Santa Rosa (RS): passou de R$ 137 para R$ 135
  • Cascavel (PR): foram de R$ 135 para R$ 134
  • Rondonópolis (MT): seguiram em R$ 125
  • Dourados (MS): recuaram de R$ 126,50 para R$ 125,50
  • Rio Verde (GO): caiu de R$ 127 para R$ 125
  • Porto de Paranaguá (PR): caiu de R$ 142 para R$ 140
  • Porto de Rio Grande (RS): passou de R$ 142 para R$ 140

Bolsa de Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a sessão de hoje em forte baixa.

O mercado foi pressionado pela falta de compras significativas de soja norte-americana por parte da China. Os chineses têm dado preferência ao produto brasileiro, que tem preço mais competitivo.

A estatal chinesa COFCO realizou uma cerimônia de assinatura para aquisição de soja, anunciou Cao Derong, presidente da Câmara de Comércio de Produtos Agrícolas da China, durante o Fórum de Cooperação Agrícola EUA-China, em Xangai.

O dirigente não revelou o volume negociado nem os vendedores envolvidos, mas afirmou que o comércio entre China e Estados Unidos começa a se normalizar após um período de tensões.

Segundo a Casa Branca, após encontro entre Xi Jinping e Donald Trump, a China deve comprar 12 milhões de toneladas de soja dos EUA até o fim de 2025 e 25 milhões de toneladas anuais nos próximos três anos. Apesar disso, o governo chinês ainda não confirmou os números, e analistas observaram o mercado à espera de grandes compras.

Contratos futuros da soja

soja preço baixo guerra comercialsoja preço baixo guerra comercial
Foto: Pixabay/ Arte Canal Rural

Os contratos da soja em grão com entrega em janeiro de 2026 fecharam com baixa de 26,75 centavos, ou 2,35%, a US$ 11,07 1/2 por bushel. A posição março de 2026 teve cotação de US$ 11,17 1/2 por bushel, queda de 24,50 centavos ou 2,14%.

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com recuo de US$ 12,1 ou 3,72%, a US$ 312,70 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 49,35 centavos de dólar, com perda de 0,34 centavo ou 0,68%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,23%, sendo negociado a R$ 5,3480 para venda e a R$ 5,3460 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,3307 e a máxima de R$ 5,3632.



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