quarta-feira, abril 29, 2026

Agro

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Frio intenso avança no Sul com risco de geada nas serras


Uma intensa onda de frio deve atingir a região Sul do Brasil, com temperaturas previstas para despencar no início da próxima semana. O fenômeno traz risco de geada, especialmente nas serras catarinense e gaúcha.

Previsão do tempo

De acordo com meteorologistas, a mínima nas regiões afetadas pode ficar abaixo dos 10ºC, com destaque para a terça-feira, quando áreas do Rio Grande do Sul, próximas à fronteira com o Uruguai, podem registrar temperaturas mínimas abaixo dos 5ºC.

Impactos nas lavouras

A previsão de geada é preocupante para os agricultores, pois pode afetar a produtividade das lavouras. Os principais pontos a serem destacados incluem:

  • Risco de geada na Serra Gaúcha e na Serra Catarinense.
  • Temperaturas mínimas em Dom Pedrito, com amanhecer de 7ºC na segunda-feira.
  • Geada prevista para a terça-feira, afetando a colheita de grãos.

Condições climáticas nos EUA

Além do Sul do Brasil, a previsão do tempo também aponta para impactos negativos na safra de grãos nos Estados Unidos devido à chegada do fenômeno El Niño. As temperaturas devem ficar acima da média, com chuvas irregulares, o que pode prejudicar a produção de milho e algodão.

A partir de quarta-feira, as temperaturas na região Sul do Brasil devem começar a subir novamente, trazendo alívio após o frio intenso.

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CNA solicita suspensão das importações de pescados do Vietnã


A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) solicitou ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) a suspensão das importações de pescados provenientes do Vietnã. A entidade argumenta que há evidências científicas da presença de enfermidades relevantes nesses produtos, sem a devida notificação à Organização Mundial de Saúde Animal.

Solicitação de restrições

Além do pedido de suspensão das importações do Vietnã, a CNA também defende que as limitações impostas às importações do Equador sejam mantidas. A entidade ressalta a importância de proteger a saúde animal e a segurança alimentar no Brasil.

Contexto das importações

A CNA, que representa os interesses dos produtores rurais e do setor agropecuário brasileiro, destaca a necessidade de medidas rigorosas para garantir a qualidade dos produtos que entram no país. A falta de notificação sobre as enfermidades pode representar riscos significativos para a saúde pública e a economia agrícola.

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Banco do Brasil projeta R$ 3 bilhões em financiamentos ao produtor durante Agrishow


carteira agro Banco do Brasil
Foto: Divulgação

O Banco do Brasil estima acolher R$ 3 bilhões em propostas de financiamento durante a 31ª edição da Agrishow, feira de agronegócios que será realizada entre os dias 26 de abril e 1º de maio em Ribeirão Preto, São Paulo.

Na edição passada, a instituição bateu o recorde em participação de crédito ao produtor, com R$ 4,75 bilhões.

A estimativa atual contempla propostas de investimento de diversos tipos, como máquinas, armazenagem, irrigação e tecnologia, entre outros.

Durante a feira, a instituição promete oferecer condições ajustadas ao perfil de cada cliente, com foco em investimentos que ampliem produtividade e segurança no campo, como irrigação, armazenagem e adoção de tecnologias. Para a aquisição de máquinas e implementos, destacam-se linhas de investimento do crédito rural, como Moderfrota, Pronamp Investimento e Pronaf Mais Alimentos.

Segundo o comunicado do banco, também serão disponibilizados recursos para a construção e ampliação de silos e armazéns por meio do Programa de Construção e Ampliação de Armazéns (PCA), além de linhas como Inovagro e RenovAgro, voltadas a investimentos em tecnologia, eficiência produtiva, implantação de plantio direto, recuperação de pastagens degradadas e outras iniciativas.

Em complemento às linhas de investimento, e em alinhamento com o período de tomada de decisão para o pré-custeio da safra 2026/27, o Banco do Brasil também informa que disponibilizará linhas de custeio com taxas do Plano Safra para a agricultura familiar, taxas a partir de 8% ao ano para médios produtores e a partir de 11% ao ano para a agricultura empresarial.

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AgroNewsPolítica & AgroSafra

Apesar de forte queda do petróleo por Ormuz, soja e milho fecham 6ª feira…


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Após o movimento intenso e dramático das commodities agrícolas logo na sequência da notícia da reabertura do estreito de Ormuz pelo Irã, os ânimos se acalmaram e os futuros da soja e do milho fecharam o pregão desta sexta-feira (17) com estabilidade na Bolsa de Chicago. Farelo e óleo terminaram o dia no vermelho, porém, com perdas também menos intensas do que aquelas registradas mais cedo. 

E os pequenos ganhos na soja e no milho se deram mesmo com o petróleo terminando o dia com baixas de mais de 10% no WTI e de 8% no brent, com os barris de ambos abaixo dos US$ 90,00. Depois das informações – que ainda carregam fragilidade e incerteza – o WTI chegou a perder mais de 14% na Bolsa de Nova York. 

O trigo, por sua vez, manteve-se em campo negativo e terminou o dia com perdas de mais de 7 pontos nos principais vencimentos. 

A sexta-feira vai terminando, portanto, com a notícia de que o estreito foi reaberto, porém, ao mesmo tempo com a informação de que os EUA manterão sua força naval na região até que um acordo firme, definitivo e consistente seja alinhado. Do mesmo modo, em uma entrevista ao canal CBS dos EUA, o presidente Donald Trump afirmou que neste final de semana as negociações continuarão entre as duas nações. 

Além disso, o noticiário internacional traz ainda que o Irã já ameaçou fechar novamente o estreito de Ormuz caso os EUA não desfaça o bloqueio e que navios que precisem passar pela rota terão de possuir uma autorização da Guarda Revolucionária do Irã. 

E assim, o mundo vive mais um daqueles momentos em que há mais perguntas do que respostas. Porém, até que elas cheguem, a volatilidade se mantém  e os mercados continuam trabalhando no modo especulativo e gerando impactos generalizados com o observado nesta última sessão da semana. 

As principais bolsas em todo o mundo terminaram o dia em alta, o dólar index cedeu levemente e o dólar comercial frente ao real terminou o dia em queda, com R$ 4,98. Mais cedo, porém, a divisa chegou a testar os R$ 4,96. 

COMPLEXO SOJA

Os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago concluíram o pregão com pequenas altas de 0,50 a 3,50 pontos nos principais vencimentos, levando o maio a US$ 11,67 e o julho a US$ 11,83 por bushel. 

O óleo de soja, que perdeu quase 3% durante a sessão, amenizou o recuo e fechou a sexta-feira com baixas de pouco mais de 1% nos contratos mais negociados. O vencimento julho, assim, fica em 67,84 por libra-peso. Entre os futuros do farel, baixas de pouco mais de 0,3%. 

O complexo soja sentiu forte a pressão do petróleo – motivada pelo cenário externo da geopolítica – porém, também divide a energia com seus fundamentos. No radar, estão o clima nos EUA, o avanço do plantio – que será atualizado pelo USDA na segunda-feira – e as expectativas crescentes para a reunião entre Trump e Xi Jinping que acontece em maio, em Pequim. 

MILHO 

O milho negociado na Bolsa de Chicago também teve um dia de forte volatilidade, mas o fechamento foi de tímidas oscilações, do lado positivo da tabela. Mesmo com a queda do trigo, os futuros do cereal respiraram, também de olho em seus fundamentos. 

Os traders acompanham não só a semeadura do milho nos Estados Unidos – que até aqui se desenvolve bem e conta com condições climáticas favoráveis – mas também à safrinha do Brasil. 

“Falando em clima no Brasil, preocupações com a irregularidade no padrão de chuvas, clima seco e mais quente para os próximos dias começam a ganhar força em relação ao milho safrinha em 2026”, afirma a equipe de análises da Agrinvest Commodities.

Na B3, as cotações recuaram e terminaram o dia em queda nesta sexta-feira. As perdas nos principais vencimentos foram de 0,3% a 0,4% nos principais vencimentos, levando o maio a terminar a semana com R$ 65,70 e o julho com R$ 66,82 por saca. 

“O milho B3 finaliza a sexta-feira com queda de quase 4,5% no acumulado da semana no maio/26. Apesar das preocupações com o clima para a safrinha pelas próximas semanas, a pressão de estoques maiores e a entrada da colheita da safra de verão mantêm os compradores em uma postura de maior pressão”, complementa a Agrinvest Commodities. 

 





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Dois anos da maior enchente da história do Rio Grande do Sul


A maior enchente da história do Rio Grande do Sul completa dois anos, e o governo do estado realiza um balanço das ações tomadas após o fenômeno climático que devastou a região.

Balanço das ações

Em coletiva de imprensa, representantes do governo estadual apresentaram um panorama das medidas adotadas desde a enchente, que atingiu 478 municípios e afetou quase 2,5 milhões de pessoas. O evento resultou em 185 mortes e 23 desaparecidos.

  • Investimentos de R$ 3 bilhões em 227 projetos.
  • Obras em estradas, como a RS348, e estruturas para conter enchentes.
  • Desafios persistem, com muitos produtores abandonando propriedades.

Desafios na recuperação

Dois anos após a enchente, a recuperação ainda enfrenta dificuldades. Dados do programa Terraforte indicam que 80% das 5.000 propriedades visitadas apresentam problemas de erosão, e apenas 30% têm cobertura vegetal durante todo o ano.

  • Problemas de compactação e acidez do solo.
  • Dificuldades de sucessão e perda de renda entre os produtores.
  • Necessidade de renegociação das dívidas dos agricultores.

Previsões para o futuro

As autoridades destacam a previsão de um inverno chuvoso e a importância de estar preparado para possíveis novas enchentes. O estado está reforçando sua estrutura de proteção, embora não haja motivos para alarme excessivo, segundo especialistas.

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Exportações brasileiras de frutas crescem 25% no primeiro semestre de 2026


As exportações brasileiras de frutas registraram um crescimento significativo de 25% no primeiro semestre de 2026, totalizando uma receita superior a 350 milhões de dólares. Este aumento é impulsionado principalmente pela demanda internacional por produtos como manga e maçã.

Desempenho do setor

De acordo com dados da Abrafutas, o setor movimentou 351 milhões de dólares e embarcou 330 milhões de quilos de frutas, representando um aumento de 25% em valor e 13% em volume em comparação ao mesmo período do ano anterior.

Destaques das exportações

  • A manga teve um aumento de 69% em valor e 40% em volume.
  • A maçã apresentou um crescimento histórico de 215% em valor e 228% em volume de embarques.
  • Outras frutas que também cresceram incluem abacate, melão e melancia.
  • A única exceção foi a uva, que enfrentou uma redução devido a questões climáticas.

Expectativas futuras

O desempenho positivo do setor é atribuído à qualidade dos produtos, regularidade de oferta e diversificação de destinos. A expectativa é que novos acordos comerciais sejam firmados em breve, aumentando a competitividade das frutas brasileiras no mercado internacional.

Uma comitiva de produtores brasileiros tem participado de feiras internacionais para intensificar a agenda comercial e buscar novas oportunidades de negócios.

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AgroNewsPolítica & Agro

Crise no agro exige reação urgente e nova securitização


A crise no agro brasileiro, marcada por custos elevados, eventos climáticos extremos e juros altos, tem pressionado produtores e ampliado o risco de inadimplência no setor. O cenário, analisado por Maurício Buffon, presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Soja – Aprosoja Brasil, reacende o debate sobre a necessidade de uma nova securitização para garantir a continuidade da produção e evitar impactos na economia nacional.

O agronegócio brasileiro atravessa um dos momentos mais delicados das últimas décadas. No artigo “O Agro Brasileiro no limiar de uma nova securitização”, Buffon avalia que o setor vive uma “tempestade perfeita”, formada pela combinação de fatores econômicos e climáticos.

Segundo ele, a pandemia de Covid-19 e os conflitos geopolíticos elevaram significativamente os custos de produção, especialmente dos fertilizantes — insumo no qual o Brasil depende mais de 90% de importações. Ao mesmo tempo, secas e inundações em regiões como Rio Grande do Sul e Centro-Oeste comprometeram safras e reduziram margens de lucro.

O reflexo direto desse cenário é o avanço do endividamento rural. Com juros reais em níveis elevados e inflação de custos persistente, muitos produtores passaram a enfrentar dificuldades para honrar compromissos financeiros. Buffon destaca que os pedidos de Recuperação Judicial (RJ) no campo cresceram mais de 500% em 2023 em relação ao ano anterior. Para o dirigente, esse avanço da inadimplência deixou de ser um risco pontual e passou a representar uma ameaça sistêmica ao agronegócio e à economia brasileira.

Outro ponto crítico está na estrutura atual de crédito rural. Na avaliação de Buffon, o modelo vigente prioriza garantias para as instituições financeiras, em detrimento da proteção ao produtor. Sem mudanças estruturais, o financiamento da próxima safra já apresenta sinais de desaceleração, o que pode comprometer o setor responsável por grande parte da geração de riqueza e divisas do país.

Nova securitização ganha força no debate

Diante desse cenário, ganha força a defesa de uma solução mais ampla. A proposta vai além de prorrogações pontuais e aponta para um programa estruturado de renegociação de dívidas. Buffon observa que a mobilização da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e do Instituto Pensar Agro (IPA) indica que o tema deve ganhar prioridade legislativa em 2026.

O Projeto de Lei 5122 aparece como peça central dessa estratégia, com potencial de criar uma nova arquitetura de crédito e seguro rural, ampliando a segurança jurídica para os produtores.

A crise atual coloca em xeque a capacidade do Brasil de manter sua posição como protagonista global na produção de alimentos e energia limpa. Na análise de Buffon, a aprovação de medidas estruturantes pode não apenas aliviar o endividamento, mas também permitir que produtores retomem investimentos em produtividade e inovação.

 





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Análise sobre verbas para catástrofes climáticas no Brasil


O Brasil enfrenta um desafio significativo na alocação de verbas para catástrofes climáticas, conforme análise de Miguel Daúd. Ele destaca que o orçamento da União de 2025 prevê apenas R$ 1,7 bilhões para um fundo de catástrofes, enquanto as emendas parlamentares deste ano somam R$ 64 bilhões, evidenciando uma discrepância alarmante na destinação de recursos.

Desigualdade na destinação de recursos

Daúd ressalta que a diferença entre os valores destinados às emendas parlamentares e ao fundo de catástrofes é quase 40 vezes maior. Ele menciona que, até o momento, foram investidos cerca de R$ 14 bilhões na reconstrução do Rio Grande do Sul, que ainda necessita de mais recursos para ajudar a população e os produtores rurais endividados.

Crítica à gestão de recursos

  • 94% da arrecadação do Brasil é destinada a despesas obrigatórias.
  • Os parlamentares frequentemente priorizam emendas que atendem a interesses eleitorais.
  • A falta de um seguro agrícola agrava a situação dos produtores rurais.

Consequências das mudanças climáticas

O especialista alerta que o Brasil está cada vez mais sujeito a eventos climáticos extremos, como secas e chuvas intensas, especialmente no Rio Grande do Sul. Ele enfatiza a necessidade de um compromisso mais sério dos parlamentares com a destinação de recursos que realmente atendam às necessidades da população afetada.

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Fabi no Japão: nutricionista revela curiosidades sobre a culinária japonesa


A nutricionista Fabiana Borrego compartilhou suas experiências e curiosidades sobre a culinária japonesa após passar um mês imersa na cultura do Japão. Durante sua estadia, Fabi destacou a importância do cuidado e da valorização que os japoneses têm com a comida, além de apresentar pratos típicos e hábitos alimentares locais.

Experiências gastronômicas no Japão

Fabi mencionou que o Japão é conhecido pela sua hospitalidade, chamada de “omotenashi”, que se reflete no cuidado desde o atendimento até o momento de consumir a refeição. Ela observou que a experiência de comer no Japão envolve ritualísticas, como tirar os sapatos antes de se sentar à mesa, o que promove uma conexão maior com a comida.

Pratos típicos e ingredientes

Durante sua viagem, a nutricionista experimentou diversos pratos que refletem a presença de aves e suínos na dieta japonesa. Entre os pratos destacados estão:

  • Tom Katsu: um prato clássico que utiliza carne de porco.
  • Bentôs: refeições prontas que frequentemente incluem frango e carne suína.
  • Ovos: um ingrediente comum em várias preparações.

Qualidade e frescor dos alimentos

Fabi também comentou sobre a qualidade dos alimentos vendidos nas lojas de conveniência, que são conhecidas por oferecer produtos frescos. Ela explicou que a logística de entrega no Japão permite que os alimentos sejam repostos várias vezes ao dia, garantindo frescor e qualidade.

Reflexões sobre a alimentação no Brasil

A nutricionista fez uma comparação entre os hábitos alimentares japoneses e brasileiros, sugerindo que o Brasil poderia se beneficiar de práticas como a oferta de refeições prontas e equilibradas, que são comuns no Japão. Fabi enfatizou a importância de uma alimentação que considere não apenas a saciedade, mas também o prazer e a conexão emocional com a comida.

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Presidente da Câmara cria comissão especial para analisar fim da escala 6×1


carteira de trabalho
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, criou uma comissão especial para analisar duas propostas de emenda à Constituição (PECs) que reduzem a jornada de trabalho no país (PEC 221/19 e PEC 8/25).

Na prática, as iniciativas acabam com a escala de seis dias de trabalho por um de descanso (6×1). A comissão será composta de 38 membros titulares e outros 38 suplentes.

De acordo com o regimento da Casa, uma das vagas será destinada a uma das bancadas que não atingem o coeficiente partidário para poder participar do colegiado.

As propostas tiveram sua admissibilidade aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania na última quarta-feira (22). Na ocasião, Motta afirmou que o tema é a matéria mais importante da Câmara em 2026.

A escala 6×1 é adotada, em sua maioria, em indústrias, comércio, hospitais, farmácias, restaurantes, hotéis e em outros serviços considerados essenciais.

Enquanto apoiadores da medida pregam que o fim do modelo visa preservar a saúde física e mental dos trabalhadores, além de aumentar o tempo de lazer e o convívio familiar dos funcionários, os críticos avaliam que haverá aumento de custos para as empresas, risco de desemprego e informalidade e dificuldade operacional para se manter serviços contínuos.

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