domingo, março 29, 2026

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Indicador do Boi Gordo Datagro começa a semana em queda



O Indicador do Boi Gordo Datagro começa a semana em queda. Sete das nove principais praças do país apresentaram nesta segunda-feira (10) variação negativa no preço médio da arroba.

Minas Gerais registrou a maior queda do dia, atingindo R$ 310,91 por arroba, o que representa uma variação de -0,59%. Já Goiás teve a maior variação positiva do dia, chegando a R$ 317,54, o que representa um alta de 0,56%.

São Paulo é a praça com a maior cotação do dia, chegando a R$ 322,73 por arroba. Logo em seguida vem Mato Grosso do Sul, onde o valor atinge R$ 321,69.

Veja abaixo a cotação do boi gordo nas principais praças:

São Paulo: R$ 322,73

Goiás: R$ 317,54

Minas Gerais: R$ 310,91

Mato Grosso: R$ 309,02

Mato Grosso do Sul: R$ 321,69

Pará: R$ 303,34

Rondônia: R$ 287,18

Tocantins: R$ 304,51

Bahia: de 305,97

O Indicador do Boi Gordo Datagro é a referência utilizada pela B3 para a liquidação dos contratos futuros de pecuária no mercado brasileiro.



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Lula afirma que crise climática expõe desigualdades e ameaça futuras gerações



Belém se tornou, nesta segunda-feira (10), o centro mundial das negociações sobre mitigação e adaptação às mudanças climáticas. A capital paraense abriga oficialmente a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática (COP30), que reúne delegações de 194 países e da União Europeia até 21 de novembro.

A cerimônia de abertura contou com a presença do presidente da COP30, André Aranha Corrêa do Lago e do presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva. Na ocasião, foi destacado o compromisso firmado entre Bacu e Belém, que define um “mapa do caminho” para destravar o financiamento climático internacional.

Em seu discurso, Corrêa do Lago ressaltou a importância da cooperação multilateral no enfrentamento da crise climática.

“O combate à mudança do clima, o multilateralismo é definitivamente o caminho. E por mais que eu seja suspeito em falar bem da diplomacia multilateral, eu vou fazê-lo. Lembrar que o Protocolo de Montreal em duas décadas e meia conseguiu eliminar 95% dos gases que provocavam o buraco da camada de ozônio que agora está se reconstituindo”, afirmou.

O embaixador também lembrou que o Acordo de Paris, firmado há 10 anos, reduziu as projeções de aumento da temperatura global, mas destacou que “ainda há muito a ser feito”.

Na sequência, o presidente Lula discursou chamando atenção para o caráter social da crise climática. “A emergência climática é uma crise de desigualdade, há uma dívida aberta com as futuras gerações que não podem perder a chance de sonhar e ter esperança”, declarou.

Próximas semanas

As atividades da COP30 seguem ao longo das próximas semanas, com negociações sobre metas de descarbonização, financiamento verde e políticas globais de mitigação dos impactos climáticos. O Canal Rural acompanha todos os desdobramentos diretamente de Belém do Pará.



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o que fazer para impedir prejuízos na fazenda?



Com o retorno das chuvas, o rebrote do capim é inevitavelmente acompanhado pelo ressurgimento de um elemento indesejável e prejudicial: as plantas daninhas. A ação imediata de controle é crucial para evitar que essas invasoras se alastrem e causem prejuízos no pasto, competindo agressivamente por água, luz e nutrientes.

Segundo o agrônomo Wagner Pires, um erro comum na pecuária é a ansiedade em aplicar o herbicida de imediato, perdendo o momento certo para a máxima eficácia. Uma espera estratégica garante que a dosagem seja menor e o custo, otimizado.

Confira:

Estratégia de manejo: o momento certo por tipo de pasto

O momento ideal e a dosagem do herbicida dependem diretamente do histórico de manejo e da condição da área. A aplicação precisa ser estratégica para “matar” a planta no seu auge de absorção, garantindo o máximo retorno do investimento.

Pasto recém-formado (reforma)

Quando o pasto é reformado (gradeado e plantado), as sementes de plantas daninhas que estavam latentes no solo germinam junto com o capim novo.

  • Ação ideal: esperar a planta daninha crescer um pouco, por cerca de 30 a 40 dias após o início das chuvas.
  • Vantagem: o custo será baixo, com dosagem pequena de herbicida. O pasto agradece e “vai explodir rapidamente na formação”, garantindo um crescimento limpo. Nesses casos, a aplicação é obrigatória se houver histórico de infestação na área.

Pasto antigo (sem reforma)

Se a área já tinha um histórico de infestação no ano passado, o controle exige mais paciência para o herbicida funcionar em massa.

  • Ação ideal: o pecuarista deve dar um tempo para as plantas daninhas se desenvolverem, ganhando corpo e massa foliar.
  • Vantagem: o objetivo é que, ao aplicar o produto, ele consiga eliminar todas as invasoras de uma só vez, matando o maior número possível e esgotando o banco de sementes.

Suporte técnico e otimização de custos

Em ambos os cenários, Pires recomenda que o pecuarista leve um técnico à fazenda para dar o suporte necessário. O profissional será capaz de identificar a espécie de planta daninha presente, determinar a dosagem certa e indicar o produto mais eficiente.

O controle deve ser feito prioritariamente lá pelos 30 a 40 dias após o início das chuvas. Ficar atento ao momento certo de aplicar o produto é a chave para o sucesso, pois isso garante que o pecuarista gaste pouco e resolva o problema da infestação de forma eficaz, protegendo a produtividade do pasto.



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AgroNewsPolítica & Agro

Trigo, soja e milho sobem em Chicago



A soja também abriu a semana em alta


A soja também abriu a semana em alta
A soja também abriu a semana em alta – Foto: Canva

O mercado agrícola iniciou a semana com leve otimismo nas bolsas internacionais, embora mantenha um tom de cautela diante da volatilidade dos últimos dias. Segundo a TF Agroeconômica, o trigo voltou a subir em Chicago, com o contrato de dezembro/25 cotado a US$ 533,25 e o de dezembro/26 a US$ 596,25. No Brasil, o trigo físico foi negociado a R$ 1.197,58 no Paraná e a R$ 1.042,62 no Rio Grande do Sul. A alta externa reflete um movimento de proteção dos fundos após perdas recentes, mas a ampla oferta global e o avanço da colheita no Hemisfério Sul limitam maiores ganhos. Já no mercado interno, o excesso de oferta e a dificuldade de venda de farinhas seguem pressionando os preços.

A soja também abriu a semana em alta, com o contrato de novembro/25 a US$ 1.112,25 e o de maio/26 a US$ 1.139,75. No Paraná, a oleaginosa foi cotada a R$ 133,71 no interior e R$ 138,86 em Paranaguá. O mercado segue atento ao relatório WASDE do USDA, previsto para o dia 14, que trará novas projeções de oferta e demanda global. A expectativa de atualização dos dados de produtividade nos Estados Unidos e o clima favorável ao plantio no Brasil e na Argentina mantêm os investidores em compasso de espera. O anúncio de que exportadoras americanas foram novamente autorizadas a vender soja para a China também trouxe algum suporte às cotações.

No milho, o contrato de novembro fechou em US$ 428,75 e o de julho/26 em US$ 458,75, ambos em leve alta. No Brasil, o cereal foi negociado a R$ 67,08 no físico e R$ 67,72 na B3. O movimento é impulsionado por compras de proteção, enquanto o clima seco no Meio-Oeste dos EUA favorece o avanço da colheita. No cenário interno, a boa demanda da indústria e das exportações sustenta discretas, porém consistentes, altas nos preços.





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Mercado do boi gordo segue com volatilidade em meio a incertezas sobre a China



O mercado físico do boi gordo iniciou a semana em compasso de espera, influenciado pelas dúvidas em relação às exportações para a China. Segundo o analista da Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, muitos frigoríficos ainda seguem fora das compras, o que mantém o ambiente instável e com grande volatilidade nos preços.

“Enquanto não houver uma posição oficial por parte das autoridades chinesas, o cenário segue de indefinição. Em estados como Goiás e Mato Grosso ainda vemos algumas negociações pontuais acima das referências médias”, afirma.

Números do boi gordo no fechamento

  • São Paulo: R$ 324,25
  • Goiás: R$ 319,46
  • Minas Gerais: R$ 311,76
  • Mato Grosso do Sul: R$ 326,59
  • Mato Grosso: R$ 307,36

Mercado atacadista

No atacado, os preços seguem sustentados, favorecidos pelo período de maior consumo interno no fim de ano, marcado pelo pagamento do 13º salário, criação de vagas temporárias e confraternizações.

  • Quarto traseiro: R$ 25,00
  • Quarto dianteiro: R$ 18,75
  • Ponta de agulha: R$ 17,75

Câmbio

O dólar comercial encerrou o dia em queda de 0,53%, negociado a R$ 5,3068 para venda e a R$ 5,3048 para compra.



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Mercado de soja inicia semana lento, com negociações pontuais e spread elevado



O mercado brasileiro de soja começou a semana com pouca movimentação e volumes reduzidos. Segundo o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, as negociações foram pontuais, com maior interesse apenas em lotes para pagamento em janeiro.

De acordo com Silveira, os preços seguiram com oscilações mistas, com algumas praças registrando recuo. “O comprador segue sem disposição para manter ofertas firmes, enquanto o produtor mantém um spread elevado”, explica.

Em Rio Verde (GO), por exemplo, o comprador indica R$ 129,00 a R$ 130,00 para janeiro, enquanto o vendedor não aceita menos que R$ 135,00, segundo o analista.

Silveira destaca que o mercado spot permanece travado, tanto no porto quanto na indústria. Na safra nova, as fixações seguem escassas.

“Chicago voltou a subir, mas o movimento é especulativo e sem volume real, o que mostra exaustão na alta. Os prêmios seguem nominais e com viés de baixa, enquanto o dólar recuou, limitando os ganhos no físico”, afirma.

Preços da soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS) manteve R$ 135,00
  • Santa Rosa (RS) manteve R$ 136,00
  • Cascavel (PR) caiu de R$ 134,00 para R$ 133,00
  • Rondonópolis (MT) manteve em R$ 125,00
  • Dourados (MS)manteve em R$ 126,00
  • Rio Verde (GO) subiu de R$ 125,00 para R$ 126,00

Portos

  • Paranaguá (PR): passou de R$ 141,00 para R$ 140,50
  • Rio Grande (RS): manteve R$ 140,50

Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam em alta na Bolsa de Chicago nesta segunda-feira. O mercado foi influenciado por expectativas de retomada das compras chinesas de soja norte-americana e pelo avanço das negociações para encerrar a paralisação do governo dos Estados Unidos.

O clima mais positivo no mercado global reduziu a aversão ao risco e apoiou as commodities agrícolas.

As inspeções de exportação dos EUA somaram 1.088.577 toneladas na semana encerrada em 10 de novembro, acima das 984.875 toneladas da semana anterior, segundo o USDA.

  • Jan/25: +13,00 cents → US$ 11,30/bushel
  • Mar/25: +13,50 cents (1,19%) → US$ 11,39¼/bushel



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Embrapa inaugura Agrizone na COP30 para destacar agricultura sustentável



A 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30) começou oficialmente em Belém do Pará com a inauguração da Agrizone, espaço promovido pela Embrapa e considerado o primeiro dentro de uma COP dedicado exclusivamente à agricultura sustentável.

A Agrizone é uma vitrine do potencial do agronegócio brasileiro e global para enfrentar os desafios climáticos, conciliando produção, conservação e inclusão social. O espaço propõe um ambiente de cooperação entre governos, empresas, pesquisadores e produtores rurais, com o objetivo de fortalecer políticas e tecnologias voltadas a uma economia de baixo carbono.

Durante a abertura, a presidente da Embrapa, Silvia Massruhá, destacou o papel estratégico da agricultura na agenda climática global. Segundo ela, o projeto foi desenvolvido ao longo de um ano e meio, com foco em mostrar que o setor agropecuário, além de ser vulnerável às mudanças climáticas, também pode ser parte da solução.

“A agropecuária é essencial para a produção de alimentos, fibras e energia. Se queremos um planeta mais sustentável, precisamos trabalhar com uma agricultura sustentável não só do ponto de vista econômico, mas também ambiental e social”, afirmou Massruhá.

A presidente ressaltou ainda que o Brasil vem consolidando uma agricultura multifuncional e resiliente, capaz de integrar produção, nutrição, saúde, turismo e gastronomia, sempre com base científica e tecnológica. Entre as inovações apresentadas na Agrizone estão biotecnologia, edição gênica, bioinsumos e tecnologias digitais aplicadas ao campo.

A Embrapa também lançou durante o evento um roadmap para a agricultura de baixo carbono, com diretrizes sobre como tornar os sistemas produtivos mais sustentáveis em diferentes biomas brasileiros.

Representando o setor produtivo, a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) também inaugurou seu espaço dentro da Agrizone nesta manhã. A entidade destacou a importância de integrar produtores rurais às discussões climáticas e de valorizar as práticas já adotadas no campo para reduzir emissões e conservar recursos naturais.



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Brasil, Argentina e Paraguai criticam regras ambientais da União Europeia contra desmatamento



Entidades do agronegócio do Brasil, Argentina e Paraguai divulgaram uma nota conjunta para criticar o Regulamento da União Europeia contra o Desmatamento (EUDR). O posicionamento foi feito no âmbito do Espaço Parlamentar Agroindustrial Sul-Americano (EPAS).

De acordo com o documento, o EUDR foi aprovado sem consulta prévia aos países exportadores e teria efeito de barreira comercial sob justificativa ambiental. As entidades afirmam que a regra fere princípios do direito internacional ao impor exigências unilaterais que impactam diretamente cadeias produtivas agrícolas da América do Sul.

O grupo também questiona a classificação de risco padrão atribuída pela União Europeia aos países da região, que define níveis de controle e rastreabilidade mais rígidos. As entidades argumentam que o critério carece de base científica e desconsidera avanços alcançados em áreas como legislação florestal, rastreabilidade e sustentabilidade.

O EUDR deve entrar em vigor em 2025 e exigirá que produtos como carne, café, soja e madeira tenham comprovação de que não estão associados ao desmatamento, por meio de geolocalização das áreas de origem e cadeia produtiva rastreada.



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Canal Rural apresenta ‘Ruralize-se’ e abre celebração dos 30 anos com novas frentes de negócio para 2026



O Canal Rural anuncia o novo posicionamento que guiará a companhia em 2026, quando completará 30 anos. A marca apresenta ao mercado o conceito “Ruralize-se”, um convite para ampliar o significado do rural e reconhecer o seu protagonismo como o maior público consumidor do Brasil. As novidades foram apresentadas ao mercado na última sexta-feira (7), em evento que reuniu parceiros e grandes anunciantes em São Paulo.

O conceito parte do entendimento de que o mundo rural extrapola a porteira e está presente nas capitais e nas pequenas cidades, reunindo pessoas com alto poder de compra e aspirações sofisticadas. Também reforça a vocação do Canal Rural como a plataforma que conhece profundamente o agro e conecta marcas a esse universo, unindo relevância, engajamento e relacionamento para gerar negócios em diferentes janelas.

“Somos a principal plataforma de comunicação do agronegócio brasileiro, presente em todas as telas e formatos. Nos últimos anos, investimos muito em conteúdo e tecnologia para estreitar cada vez mais nossa relação com o mercado e criar novas oportunidades de negócios”, afirma Julio Cargnino, CEO do Canal Rural.

Idealizado em parceria estratégica, “Ruralize-se” traduz desejo, paixão e pertencimento. Para o publicitário Sérgio Valente, que desenvolveu o novo conceito, “‘Ruralize-se’ é gostar do agro e vontade de pertencer. “Quem é do agro viaja para a Europa, compra marcas, carros e roupas de grife. Precisamos contar para o mundo que esse público compra e tem dinheiro. E ninguém entende mais do maior público consumidor do Brasil e sabe chegar até ele do que o Canal Rural”.

Novidades em 2026

Ao longo de 2026, o Canal Rural dará sequência ao ciclo de inovação nas frentes editoriais, comerciais e de distribuição. Entre os destaques, a expansão do calendário de eventos com a criação da BR IN Eventos; a estreia do Celeiro de Ideias, unidade dedicada de branded content para co-criação com agências e anunciantes, e o Celeiro de Insights, que vai traduzir dados em oportunidades reais de negócios.

Outro anúncio é a evolução da parceria estratégica Canal Rural + CNN, que amplifica a presença cotidiana do agro nas telas e plataformas de ambas as marcas, com alcance potencial de dezenas de milhões de pessoas. A parceria, que já existia no digital, agora será ampliada também para a TV, com a criação de uma vertical agro na CNN, operado em conjunto com o Canal Rural.

A estratégia contempla também o crescimento consistente nas plataformas digitais — com avanços expressivos em visualizações e seguidores nos últimos dois anos — e o fortalecimento de plataformas transversais como Planeta Campo e A Protagonista. O próximo ano também reforçará o jornalismo diário do Canal Rural voltado ao produtor, de serviços como meteorologia e cotações, e da cobertura dos diferentes elos que compõem 100% do agro.



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Brasil habilita exportação de DDG e sorgo para a China e abre novo mercado para etanol de milho



O Brasil conquistou a habilitação dos primeiros cinco estabelecimentos para exportar DDG/DDGs (grãos secos de destilaria, coproduto da produção de etanol de milho) e de dez unidades para exportar sorgo para a China. O anúncio reforça a parceria comercial com o principal destino do agronegócio brasileiro e amplia oportunidades tanto para o setor de sorgo quanto para a indústria de etanol de milho.

A autorização ocorre após a assinatura de dois acordos bilaterais: o Protocolo Fitossanitário do Sorgo, firmado em novembro de 2024, e o Protocolo de Proteínas e Grãos Derivados da Indústria do Etanol de Milho, concluído em maio de 2025. Também foram finalizados os modelos de certificados fitossanitários que regulamentam o comércio entre os dois países.

No caso do sorgo, o Centro-Oeste concentra mais de 60% da produção brasileira. Em 2024, o país colheu mais de 4 milhões de toneladas, das quais apenas 4% foram exportadas. Agora, foram habilitadas quatro unidades no Mato Grosso, quatro em Minas Gerais, uma na Bahia e uma em Rondônia. A China é o maior importador global do grão, respondendo por mais de 80% das compras mundiais.

Já o DDG é utilizado principalmente na fabricação de ração animal. O Brasil, terceiro maior produtor de milho do mundo, exportou cerca de 791 mil toneladas desse insumo em 2024. A habilitação inicial contempla quatro plantas no Mato Grosso e uma no Mato Grosso do Sul. No último ano, a China importou mais de US$ 66 milhões em DDG.

Com as novas autorizações, o Brasil passa a ter um canal regular de embarque desses produtos para o mercado chinês, o que deve aumentar a previsibilidade dos contratos e abrir espaço para ampliar volumes nas próximas safras.

O resultado é fruto de uma ação conjunta entre o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), a Embaixada do Brasil em Pequim, o Ministério das Relações Exteriores e o setor privado, seguindo as exigências técnicas estabelecidas pela autoridade sanitária chinesa.

A China segue como principal destino das exportações agropecuárias do Brasil: em 2024, o país comprou mais de US$ 49,6 bilhões em produtos do agro nacional.

Além do impacto econômico, a medida reforça a agenda de sustentabilidade do setor. A exportação de coprodutos, como o DDG, estimula a economia circular, ao transformar resíduos industriais em insumos valorizados pela indústria global de alimentação animal.



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