domingo, março 29, 2026

Agro

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Tornado e ciclone expõem avanço do risco climático no Brasil, aponta relatório da Aon



Os temporais que atingiram a região Sul nos últimos dias, incluindo tornados com ventos de acima dos 300 km/h no Paraná, que provocaram 7 mortes e deixaram mais de 700 feridos, e um ciclone que provocou danos em ao menos 80 cidades no Sul e no Sudeste, voltaram a expor o crescimento da vulnerabilidade climática no Brasil.

O alerta consta no relatório Global Catastrophe Recap – 3º trimestre de 2025, divulgado pela Aon, empresa global de gestão de riscos e resseguros. Segundo o estudo, apesar de uma desaceleração na atividade global de desastres entre julho e setembro, as perdas econômicas mundiais já somam US$ 203 bilhões em 2025, sendo US$ 114 bilhões cobertos por seguros.

A diferença entre o total de prejuízos e o volume efetivamente segurado, chamada de lacuna de proteção, ficou em 44%, a menor já registrada para o período. Segundo a Aon, o resultado se deve principalmente à alta participação de eventos nos Estados Unidos, onde a cobertura securitária é mais ampla.

América do Sul tem perdas de US$ 6,7 bilhões

Na América do Sul, os desastres naturais causaram US$ 6,7 bilhões em perdas econômicas entre janeiro e setembro, impulsionadas por secas prolongadas, incêndios e tempestades severas. O Brasil aparece entre os países mais afetados.

A seca persistente, sobretudo no Centro-Sul, foi responsável por US$ 4,8 bilhões em prejuízos apenas no Brasil. Desse total, cerca de 10% tinham cobertura de seguro, segundo o relatório. O impacto atingiu diretamente o agronegócio e a geração de energia, com reservatórios e lavouras pressionados pela falta de chuvas.

Brasil registra recorde histórico recente de prejuízos

Os novos dados reforçam o diagnóstico de outro estudo da Aon, o Climate and Catastrophe Insight 2024, que apontou que os desastres naturais causaram mais de US$ 12 bilhões em prejuízos no Brasil no último ano, o maior valor já registrado.

As enchentes no Rio Grande do Sul lideraram o ranking dos eventos mais custosos em perdas seguradas da história do país.

Aumento da frequência exige avanço na gestão de risco

Para especialistas, a combinação de mais eventos extremos com baixa cobertura securitária expõe governos, empresas e produtores a riscos elevados.

“Enfrentamos perdas bilionárias associadas à seca e eventos extremos recorrentes, com cobertura ainda muito limitada. Investir em dados e modelagem catastrófica é essencial para reduzir o impacto econômico e social desses desastres”, afirma Beatriz Protásio, CEO de Resseguros para o Brasil na Aon.



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Brasil deve exportar até 4,2 milhões de toneladas de soja em novembro, aponta Anec



O Brasil deve embarcar até 4,26 milhões de toneladas de soja em grão ao longo de novembro, segundo a atualização semanal da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec). Apenas para o grão, a entidade estima 3,77 milhões de toneladas, número bem acima das 2,23 milhões de toneladas registradas em novembro de 2024.

O ritmo dos embarques vem em desaceleração em relação a outubro, quando o país exportou 6,39 milhões de toneladas. Na semana encerrada em 8 de novembro, os portos brasileiros movimentaram 942,5 mil toneladas. Para a semana entre 9 e 15 de novembro, a projeção é de 1,36 milhão de toneladas.

Farelo de soja também ganha ritmo

No caso do farelo de soja, a expectativa é de exportações de 2,46 milhões de toneladas ao longo de novembro. No mesmo período do ano passado, o país embarcou 1,72 milhão de toneladas.

Em outubro, os embarques haviam somado 1,72 milhão de toneladas. Apenas na semana passada, foram 483,1 mil toneladas, e para esta semana, a ANEC projeta 594,4 mil toneladas destinadas ao mercado externo.



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Exportações de ovos acumulam alta de 180% em receita no ano



As exportações brasileiras de ovos cresceram 13,6% em outubro, alcançando 2,3 mil toneladas embarcadas, segundo dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O desempenho confirma a recuperação do setor e o avanço das vendas externas, tanto em volume quanto em valor.

A receita mensal somou US$ 6 milhões, alta de 43,4% em relação a outubro de 2024. No acumulado de janeiro a outubro, as exportações atingiram 36,7 mil toneladas, um salto de 151% frente ao mesmo período do ano passado. Em valor, o crescimento foi ainda maior: 180%, com US$ 86,8 milhões obtidos em dez meses.

Diversificação dos destinos impulsiona resultado

O Chile continua como principal comprador, com 578 toneladas em outubro, apesar da queda de 40% em relação ao mesmo mês de 2024. A diversificação dos destinos, no entanto, compensou a retração. O Japão importou 574 toneladas, um aumento de 214%. O México adquiriu 328 toneladas, alta de 271%, seguido pelo Equador, com 220 toneladas, e pelos Emirados Árabes Unidos, com 206 toneladas, que ampliaram as compras em 372%.

Segundo Ricardo Santin, presidente da ABPA, a ampliação da base de compradores tem contribuído para um fluxo mais estável nas exportações. “Mesmo com a redução nas vendas ao Chile, o avanço em outros mercados reforça a sustentabilidade do setor”, afirmou.



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AgroNewsPolítica & Agro

Milho recua na B3 com pressão de Chicago e do dólar


O mercado futuro de milho encerrou a semana em baixa na B3, pressionado pelo recuo das cotações em Chicago e pela desvalorização do dólar, de acordo com a TF Agroeconômica. A combinação desses fatores aproximou os preços dos contratos futuros do mercado físico, que, por outro lado, apresentou leve valorização. Segundo o Cepea, o valor médio do milho subiu 1,27% na semana, enquanto o contrato de janeiro/26 na B3 manteve-se praticamente estável, refletindo um equilíbrio momentâneo entre oferta e demanda.

O comportamento dos preços mostra um cenário de cautela entre compradores e vendedores. O dólar caiu 0,82% no período, o que reduziu a atratividade das exportações e influenciou diretamente os preços na bolsa brasileira. Os contratos futuros fecharam o dia de forma mista: novembro/25 terminou cotado a R$ 67,72, com baixa diária de R$ 0,50 e leve alta semanal de R$ 0,01; janeiro/26 fechou a R$ 71,11, queda de R$ 0,36 no dia e de R$ 0,01 na semana; e março/26 encerrou a R$ 72,70, recuando R$ 0,24 no dia e R$ 0,13 na semana.

No cenário internacional, o milho também fechou o dia e a semana em leve baixa na Bolsa de Chicago (CBOT). O contrato de dezembro recuou 0,35%, cotado a US$ 4,27 por bushel, e o de março caiu 0,17%, para US$ 4,42. Apesar do recente acordo comercial entre Estados Unidos e China, o milho não foi mencionado nos documentos oficiais, o que limitou o potencial de recuperação das cotações.

Com a colheita americana avançando em ritmo firme e a demanda ainda consistente, o mercado permanece equilibrado entre fatores de alta e de baixa. No acumulado semanal, o milho em Chicago caiu 0,75%, uma redução de US$ 3,25 cents por bushel, refletindo a estabilidade do setor diante da safra recorde e das incertezas externas.





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Agricultura urbana ganha destaque na COP30 como estratégia contra a fome e o clima


O painel sobre agricultura urbana, realizado na tarde de segunda-feira (10) na Arena AgriTalks durante a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), em Belém (PA), destacou a importância das hortas urbanas para a segurança alimentar coletiva e a geração de renda. O evento, que contou com a participação da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), apresentou quatro iniciativas ligadas ao Programa Nacional de Agricultura Urbana e Periurbana.

Moderado pela analista da Embrapa Kelliane Fuscaldi, o painel abordou políticas públicas voltadas para a alimentação adequada. Kelliane informou que a agricultura urbana é uma estratégia fundamental para mitigar e adaptar às mudanças climáticas. “A agricultura urbana está consolidada como política pública”, declarou.

Foto: Francisco Lima

Iniciativas em destaque

Entre as iniciativas apresentadas, três foram desenvolvidas pela Embrapa: o Projeto Tá Na Horta, o Sisteminha e o Projeto Agricultura Urbana com Saneamento Básico. Kelliane também mencionou o “Marco de Referência sobre Sistemas Alimentares e Clima para as Políticas Públicas”, um guia que reforça a agricultura urbana como estratégia essencial.

O Projeto Tá Na Horta, apresentado pelo assessor da Embrapa Henrique Carvalho, foca na criação de hortas comunitárias a partir de parcerias com cooperativas locais. O objetivo é garantir a segurança alimentar e, se houver excedentes, viabilizar a comercialização dos produtos. “A ideia é criar uma modelagem fácil e versátil para a produção comunitária”, afirmou Carvalho.

Modelo de transferência de tecnologia

O Sisteminha Embrapa será implantado em áreas a partir de cem metros quadrados, com a meta de instalar 300 unidades. Guilhermina Cayres, chefe-adjunta de Transferência de Tecnologia da Embrapa Cocais (MA), destacou que a iniciativa busca a autonomia alimentar e a redução de impactos ambientais. O pesquisador Wilson Tadeu enfatizou a simplicidade do sistema, que inclui o reuso de efluentes tratados para fertilização do solo.

O projeto, que começará em Biguaçu (SC), visa criar um modelo replicável para outras regiões do Brasil. “Queremos que essa experiência possa ser reproducível em outras localidades”, concluiu Tadeu.

Contribuições para o futuro

Kelliane Fuscaldi também apresentou dados sobre as emissões de gases de efeito estufa nas cidades, que consomem cerca de oitenta por cento dos alimentos produzidos. A aproximação da produção com o consumo, aliada a práticas sustentáveis, pode contribuir para o fortalecimento da resiliência alimentar. “A agricultura urbana pode ter um papel importante para o cumprimento das Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs)”, informou.

As políticas públicas voltadas para a agricultura urbana, estabelecidas em 2018 e atualizadas em 2023, visam promover a transição agroecológica e fortalecer a economia comunitária. A parceria entre Embrapa, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) e a Prefeitura de Curitiba é um exemplo de como a agricultura urbana pode ser implementada de forma colaborativa.

Com informações de: embrapa.br.

Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.



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Atrasos em portos agravam prejuízo de exportadores de café, alerta Cecafé



A entrada da nova safra de café coincidiu com um agravamento dos atrasos em portos brasileiros e aumento dos custos logísticos. Em setembro, cerca de 939 mil sacas deixaram de ser embarcadas, o que representa 2.848 contêineres. O prejuízo direto aos exportadores foi de R$ 8,9 milhões, segundo o Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé).

Esse foi o terceiro maior impacto financeiro da série histórica da entidade, atrás apenas dos meses de novembro e dezembro de 2024. A impossibilidade de embarque também impediu que o país recebesse US$ 348 milhões em receitas cambiais no período.

Logística travada e cobrança por investimentos

Para Eduardo Heron, diretor técnico do Cecafé, a situação expõe o esgotamento da infraestrutura portuária e reforça a urgência de investimentos. Ele defende a ampliação da capacidade de carga, a diversificação de modais e mais agilidade em processos burocráticos, especialmente no leilão do Tecon Santos 10 — terminal de contêineres no Porto de Santos.

Segundo Heron, a demora na realização do certame amplia os prejuízos e compromete o fluxo de exportações não só do café, mas também de outras cadeias do agronegócio, como açúcar, algodão e celulose. O Cecafé e a Associação Logística Brasil emitiram, em outubro, um comunicado público pedindo que o processo ocorra com ampla concorrência e sem restrições de participação.

Debate sobre o leilão do Tecon Santos 10

O tema é acompanhado pelo Tribunal de Contas da União (TCU), cuja área técnica apontou que limitar a participação de empresas seria ilegal e contrária aos princípios da concorrência. O parecer recomenda que o leilão seja realizado em fase única e sem restrições, para evitar judicialização e novos atrasos.

Heron questiona o motivo de se restringir a entrada de operadores experientes em um momento em que o país busca aumentar a arrecadação e destravar gargalos logísticos. Ele defende que a decisão final do Ministério de Portos e Aeroportos e da Antaq seja técnica e priorize o interesse público.

Índices de atraso nos portos

O levantamento do Cecafé e da startup ElloX Digital mostra que 57% dos navios tiveram atrasos ou alterações de escala em setembro. No Porto de Santos, principal saída do café brasileiro, o índice chegou a 75%, com esperas que chegaram a 35 dias.

No Rio de Janeiro, segundo maior polo exportador, 44% das embarcações registraram atrasos, com casos de até 63 dias de intervalo entre os prazos de embarque.

Heron conclui que, enquanto a oferta de capacidade portuária não for ampliada, o Brasil seguirá perdendo eficiência e receita no comércio exterior, mesmo com o potencial crescente de exportação do agronegócio.



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Replantio e falhas de germinação exigem cautela nas vendas antecipadas da safra de soja 25/26



O mercado de soja encerrou a última semana em queda, com destaque para a desvalorização do Índice Soja FOB Santos, que recuou de R$ 145,91 para R$ 144,78 por saca, uma baixa de 0,77%. A desvalorização dos preços domésticos ocorreu mesmo diante da leve alta observada na Bolsa de Chicago, onde o contrato de novembro/25 subiu 0,18%.

Segundo a plataforma Grão Direito, o principal fator de pressão no Brasil foi o câmbio. O dólar caiu 0,46% na semana, encerrando a R$ 5,33, e, aliado à redução dos prêmios de exportação, exerceu influência negativa superior à leve valorização externa, resultando em preços mais baixos no porto.

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Como o mercado se comportou?

Semana volátil

A soja atravessou uma semana de forte volatilidade. O início foi marcado por otimismo com a melhora no relacionamento entre China e Estados Unidos, mas o movimento perdeu força nos dias seguintes.

Conflito tarifário

A China anunciou a remoção das tarifas sobre uma lista de produtos importados dos Estados Unidos, porém a soja ficou de fora. A decisão interrompeu o otimismo inicial e trouxe instabilidade ao mercado internacional.

Câmbio em queda

A valorização do real frente ao dólar, impulsionada pela decisão do Copom de manter a Selic em 15%, atraiu capital estrangeiro e reduziu o câmbio, pressionando os preços domésticos da soja. Além disso, os prêmios de exportação permaneceram estáveis, mas a queda no farelo de soja também contribuiu para a fraqueza do mercado interno.

Na Bolsa de Chicago, o contrato de novembro/25 encerrou a US$ 11,02 por bushel (+0,18%), e o de março/26, a US$ 11,26 por bushel (+0,27%). No Brasil, o dólar recuou 0,74%, fechando a R$ 5,34, e os preços físicos da soja tiveram leves ajustes, com pequenas quedas em algumas regiões e altas pontuais em outras.

O que esperar do mercado?

Câmbio e volatilidade

O índice do dólar (DXY) manteve a sequência de quedas, refletindo dados mais fracos do mercado de trabalho nos Estados Unidos e aumento nas demissões em outubro. Com a paralisação do governo americano, indicadores privados passaram a ter maior peso nas decisões de mercado.

A fraqueza recente do dólar contrasta com o rali anterior, quando o Federal Reserve reduziu as apostas em cortes de juros.

Atualmente, os contratos futuros de Fed Funds apontam 66% de probabilidade de corte em dezembro, deixando o dólar sensível a novos dados econômicos e sujeito a forte volatilidade nas próximas sessões.

Plantio da safra 2025/26

As chuvas em Mato Grosso ficaram abaixo do esperado, limitando o avanço do plantio, que atingiu 85,68% das áreas, avanço de 9,55 pontos percentuais na semana, mas ainda atrasado em relação ao ritmo da safra anterior.

As regiões Médio-Norte, Noroeste e Norte estão próximas da conclusão da semeadura, enquanto Nordeste e Sudeste enfrentam maiores atrasos devido à escassez de chuva.

Segundo o relatório da NOAA, os volumes previstos entre 35 e 55 mm nos próximos dias devem favorecer a retomada dos trabalhos e melhorar a umidade do solo.

Clima e risco agrícola

Entre 11 a 15 de novembro, as chuvas devem ficar dentro da média em Mato Grosso, Goiás, São Paulo, Mato Grosso do Sul e parte do Paraná, mas abaixo da média em MAPITOBA, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Minas Gerais.

Na semana seguinte, a precipitação deve se concentrar sobre Goiás, Minas, Paraná e São Paulo, enquanto Mato Grosso e Tocantins ainda apresentam déficit hídrico.

O avanço do plantio segue abaixo da média histórica, e a irregularidade das chuvas aumenta o risco de replantio e falhas de germinação, exigindo cautela nas vendas antecipadas da safra 2025/26.

Perspectiva

O mercado deve permanecer cauteloso nos próximos dias. A instabilidade do câmbio, aliada ao ritmo irregular do plantio e à persistência de riscos climáticos, tende a manter os preços da soja sustentados no curto prazo, mesmo diante de incertezas externas.



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PF investiga desvio de verbas em cidades do RS após enchentes



A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (11) a Operação Lamaçal para investigar suposto desvio de verbas públicas destinadas à assistência social em municípios atingidos pelas enchentes de 2024, no Rio Grande do Sul. A apuração conta com o apoio da Controladoria-Geral da União (CGU) e tem como foco contratos da prefeitura de Lajeado firmados com base no estado de calamidade pública.

Ao todo, foram cumpridos 35 mandados de busca e apreensão em nove cidades gaúchas — entre elas Lajeado, Muçum, Encantado, Garibaldi, Guaporé, Carlos Barbosa, São Leopoldo, Novo Hamburgo e Porto Alegre. O Tribunal Regional Federal da 4ª Região também determinou o bloqueio de quase R$ 4,5 milhões e o sequestro de dez veículos.

Contratos sob suspeita

De acordo com a Polícia Federal, a investigação identificou possíveis irregularidades em contratos emergenciais assinados para a contratação de profissionais terceirizados, como psicólogos, assistentes sociais, educadores e motoristas. A dispensa de licitação foi justificada pela situação de calamidade pública, mas os valores pagos estariam acima dos preços de mercado.

Os dois contratos somam cerca de R$ 120 milhões e teriam sido firmados com uma única empresa, sem comprovação de que a proposta representava a opção mais vantajosa para o município. As suspeitas incluem desvio de verbas públicas, irregularidades em licitações e lavagem de dinheiro.

Governo se manifesta

O governo do Rio Grande do Sul informou que a operação não tem relação com o atual secretário de Desenvolvimento Urbano e Metropolitano, Marcelo Caumo, ex-prefeito de Lajeado entre 2017 e 2023. Segundo nota oficial, os contratos investigados foram assinados antes de sua entrada no governo estadual.

A administração estadual declarou que está à disposição para colaborar com as autoridades e ressaltou a importância do direito de defesa dos envolvidos. A investigação segue sob sigilo judicial.



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AgroNewsPolítica & Agro

Como o milho encerrou a semana?


O mercado de milho no Rio Grande do Sul continua travado e com baixa liquidez, sem alterações notáveis, segundo informações da TF Agroeconômica. “As indicações de compra variam entre R$ 58,00 e R$ 72,00/saca, com média estadual de R$ 62,00, segundo a Emater/RS-Ascar. No porto, o milho futuro para fevereiro/26 permanece em R$ 69,00/saca. Apesar da estabilidade, não há sinais de reação de preços no curto prazo”, comenta.

O mercado de milho em Santa Catarina segue sem reação. “As pedidas permanecem próximas de R$ 80,00/saca, enquanto as ofertas giram em torno de R$ 70,00/saca, mantendo as negociações praticamente paradas. No Planalto Norte, os negócios são pontuais, entre R$ 71,00 e R$ 75,00/saca, sem avanços significativos”, completa a consultoria.

O Paraná registrou leves altas nas cotações, mas o mercado continua lento. “As cotações registraram leves altas na maioria das regiões. Na Metropolitana de Curitiba, o preço ficou em R$ 68,26 (+1,2%); no Oeste Paranaense, R$ 57,46 (+0,91%); no Centro Oriental, R$ 61,79 (+0,56%); e no Norte Central, R$ 59,07 (+0,7%). Entre as principais cidades: Cascavel R$ 57,25 (+0,1%), Guarapuava R$ 62,70 (+6,85%), Ponta Grossa R$ 62,75 (+0,42%), Umuarama R$ 59,02 (-0,59%), Maringá R$ 64,60 (+0,28%) e Londrina R$ 63,54 (-1,64%)”, indica.

O mercado de milho em Mato Grosso do Sul continua com baixa liquidez e ritmo moderado. “As cotações se ajustam com leve estabilidade, variando entre R$ 51,00 e R$ 54,00/saca, com Maracaju agora liderando as referências estaduais e Chapadão do Sul registrando boas altas na semana. Mesmo com os reajustes pontuais, a demanda exportadora segue enfraquecida, limitando o avanço das negociações, enquanto produtores mantêm firmeza nas pedidas”, informa.

 





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Comercialização de soja 25/26 atinge 36,08% em MT, aponta Imea



A comercialização de soja da safra 2025/26 de Mato Grosso chega a 36,08%, segundo dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea).

Em outubro, o índice era de 31,46%, enquanto, no mesmo período do ano passado, o percentual estava em 38,35%.

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Safra 24/25 de soja

Já a comercialização da safra 2024/25 atingiu 97,12% até 10 de novembro, conforme dados do instituto.

Em outubro, o percentual era de 95,70%. No mesmo período do ano passado, o total negociado envolvia 98,54% da safra estimada.

Com informações da Safras & Mercado.



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