terça-feira, abril 28, 2026

Agro

News

Preço do etanol despenca no mês de abril, aponta Cepea


Posto de combustível - etanol
Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

O mercado de etanol no spot de São Paulo recuou significativamente na última semana. Os preços registraram quedas superiores a 7%. As cotações ficaram abaixo de R$ 3,00 nos dois tipos, movimento que não era observado para o anidro desde agosto de 2025.

Segundo o indicador Cepea/Esalq, valores do etanol hidratado entre as datas de 13 a 17 de abril, fecharam em R$ 2,5920/litro (sem PIS/Cofins), recuo de 7,01% em relação ao período anterior. No caso do tipo anidro a baixa foi ainda maior, registrando uma queda de 7,43%, o que deixou os preços em R$ 2,9575/litro (líquido de PIS/Cofins).

Segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), negociações avançaram nos últimos dias, porém com volumes ainda menores. A postergação por parte dos distribuidores se seguem, enquanto compradores continuam mais retraídos.

De acordo com o centro de estudos, o vendedor do combustível é quem tem a postura mais agressiva no mercado, visto a chegada de novas unidades produtoras.

Agentes seguem cautelosos

Pesquisadores do Cepea relatam que agentes do mercado doméstico têm incertezas em relação ao mercado, tanto internamente quanto externamente. A preocupação é principalmente relacionada ao aumento da oferta do etanol de milho e aos preços do açúcar internacional.

*Sob supervisão de Hildeberto Jr.

O post Preço do etanol despenca no mês de abril, aponta Cepea apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Pulverizador autônomo e colhedora de cana: lançamentos da Jacto na Agrishow reduzem perdas e ampliam produtividade


pulverizador autônomo Arbus 4000 JAV,, da Jacto
Foto: Jacto

A automação e a mecanização avançada ganham espaço na Agrishow 2026. A Jacto apresenta na feira de tecnologia de Ribeirão Preto (SP) dois novos equipamentos que ampliam sua atuação no campo: o pulverizador autônomo Arbus 4000 JAV, agora disponível para venda, e a colhedora Hover 500, que marca a entrada da empresa em colheita de cana.

Os lançamentos refletem o avanço de tecnologias voltadas ao aumento de produtividade, redução de custos operacionais e maior eficiência nas operações agrícolas.

Pulverização autônoma e operação 24 horas

O Arbus 4000 JAV chega ao mercado após um período de validação em condições reais. Segundo a empresa, o equipamento acumulou mais de 16 mil horas de trabalho em quase 60 mil hectares antes de ser lançado comercialmente.

O modelo atua sem operador a bordo, com supervisão remota, o que reduz a exposição a riscos no campo.

Outro diferencial é o sistema de “comboio”, que permite que um único operador controle até quatro máquinas simultaneamente. Com isso, o ganho de produtividade pode chegar a 300% por operador.

A possibilidade de operação contínua, 24 horas por dia, também contribui para aumentar a eficiência. Nessa condição, o desempenho pode ser até 30% superior ao de pulverizadores convencionais.

Cada equipamento tem capacidade de aplicações em mais de 1.000 hectares por mês, dependendo do ajuste da operação.

pulverizador autônomo Arbus 4000 JAV, da Jacto
O pulverizador autônomo Arbus 4000 JAV pode ter operação contínua 24h por dia. Foto: Jacto

Aplicação inteligente com sensores e IA

O pulverizador conta com sensores a laser que escaneiam as plantas em tempo real. A tecnologia permite ajustar automaticamente a aplicação conforme o porte e a posição da vegetação.

Com apoio de inteligência artificial (IA), o sistema cria um modelo virtual da lavoura, estimando tamanho das copas e espaçamento entre plantas para otimizar a operação.

A telemetria embarcada coleta dados continuamente e envia as informações para o aplicativo Jacto Connect, permitindo o acompanhamento e a tomada de decisão em tempo real.

Além disso, o equipamento possui até seis ventiladores na torre de pulverização, o que possibilita aplicação variável e maior eficiência no uso de insumos.

Colheita em duas linhas de cana simultaneamente

A colhedora Hover 500 pode dobrar a produtividade por hora de trabalho. Foto: Jacto

Outra novidade é a Hover 500, colhedora de cana que marca a entrada da Jacto no segmento.

O principal diferencial do equipamento é a capacidade de colher duas linhas simultaneamente, mantendo a mesma velocidade de máquinas convencionais de uma linha.

Na prática, isso pode dobrar a produtividade por hora de trabalho.

Menos perdas e maior preservação do canavial

A Hover 500 foi projetada para acompanhar as irregularidades do solo, reduzindo danos à soqueira — fator importante para a longevidade do canavial.

A máquina possui bitola de 2,7 metros, dimensionada para trafegar nas entrelinhas dos plantios convencionais, coincidindo com os rastros de tratores e transbordos.

Esse padrão reduz o pisoteio e pode diminuir em até 60% a área compactada em comparação com colhedoras de uma linha.

Outro destaque é o sistema de limpeza por sopro, que reduz perdas por estilhaçamento e melhora a eficiência da colheita.

Eficiência operacional e menor consumo

A colhedora também traz ganhos no consumo de combustível, com acionamentos mecânicos mais eficientes e sistema de limpeza otimizado.

Com isso, a proposta é aumentar a eficiência operacional ao mesmo tempo em que reduz custos no campo.

Avanço da tecnologia no agro

Os lançamentos apresentados na Agrishow indicam um movimento de ampliação da automação e da mecanização inteligente no campo.

De um lado, o pulverizador autônomo reforça a tendência de operações com menor dependência de mão de obra direta. De outro, a entrada no segmento de colheita de cana amplia o portfólio da empresa em uma das principais cadeias produtivas do país.

A combinação de sensores, inteligência artificial e engenharia aplicada aponta para um cenário de operações mais precisas, conectadas e eficientes no agronegócio brasileiro.

O post Pulverizador autônomo e colhedora de cana: lançamentos da Jacto na Agrishow reduzem perdas e ampliam produtividade apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Geopolítica e energia vão nortear preços dos grãos na safra 2026/27


Grãos
Foto: CNA

O mercado de grãos para a safra 2026/27, especialmente soja e milho, será influenciado por fatores externos como geopolítica, energia e fluxos financeiros, que podem manter os preços acima do ponto de equilíbrio.

Segundo análise da Biond Agro, o setor transita para um ambiente menos previsível, no qual o desalinhamento entre a oferta elevada e a demanda moderada abre espaço para novas variáveis na formação de preços.

Em nota, a analista de inteligência e estratégia da consultoria, Yedda Monteiro, explicou que o cenário global é de ampla oferta, com crescimento consistente da produção na América do Sul e avanço moderado da demanda, especialmente na China. “Esse desalinhamento gradual entre oferta e demanda abre espaço para novas variáveis que passam a ganhar relevância na formação de preços”, afirmou Monteiro.

Para ela, o clima aparece como o principal fator de incerteza diante da transição do fenômeno climático La Niña para a neutralidade, com possibilidade de ocorrência do fenômeno climático El Niño no segundo semestre de 2026. “O movimento pode alterar a distribuição de risco entre as regiões produtoras, mas sem consolidar um cenário extremo até o momento.”

Nos Estados Unidos, a competição por área entre milho e soja deve favorecer o cereal em cenários de estoques elevados, o que limita o espaço da oleaginosa. Essa interação regula o sistema agrícola global, com oscilações de preços que redefinem a distribuição de áreas entre as duas culturas.

No início de 2026, as cotações da soja em Chicago avançaram de níveis próximos a US$ 10/bushel para patamares acima de US$ 11/bushel.

O movimento foi sustentado por atrasos pontuais na colheita no Brasil, expectativa de compras chinesas nos Estados Unidos e tensões geopolíticas que elevaram o petróleo e o biodiesel. Segundo Yedda, o suporte veio mais de riscos e energia do que de fundamentos do campo.

Para o ciclo 2026/27, a Biond Agro não projeta um ciclo sustentado de alta, uma vez que não há sinais de redução significativa da oferta global liderada pelo Brasil. A orientação para o setor é dar prioridade à gestão de custos em detrimento da tentativa de prever preços dos grãos.

“A recomendação é focar na gestão de custos, aproveitar oportunidades e construir uma média consistente”, concluiu Yedda.

O post Geopolítica e energia vão nortear preços dos grãos na safra 2026/27 apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Colheita de soja chega a 88,1% de área colhida no Brasil, aponta Conab


Fazenda Brasnorte - Colheita de soja
Foto: Jorge Pires Júnior

A colheita de soja no Brasil alcançou 88,1% da área plantada, conforme o mais recente levantamento da Companhia Nacional do Abastecimento (Conab). Na semana anterior, os trabalhos estavam em 85,7%, o que representa um avanço de aproximadamente 2,8% no período.

Apesar da evolução, o ritmo segue abaixo do registrado no mesmo período do ano passado, quando a colheita atingia 92,7% da área, uma queda de cerca de 5,0% na comparação anual. Em relação à média dos últimos cinco anos, de 88,7%, o índice atual também apresenta leve recuo, de aproximadamente 0,7%.

Progresso de safra por região

O andamento da colheita varia entre as regiões produtoras do país. Os estados do Centro-Oeste e parte do Sudeste já praticamente concluíram os trabalhos, com destaque para Mato Grosso e São Paulo, que atingiram 100% das áreas colhidas, além de Mato Grosso do Sul e Goiás, com 99%. No Sul, o Paraná também avança com 98%. O estado de Minas Gerais registra 96% e Tocantins, 95%.

Já o Piauí soma 89% da área colhida, a Bahia chega a 78%, enquanto Santa Catarina registra 63%. Maranhão, com 58%, e Rio Grande do Sul, com 51%, apresentam os menores índices até o momento.

O post Colheita de soja chega a 88,1% de área colhida no Brasil, aponta Conab apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Guerra no Oriente Médio faz ureia disparar e segue pressionando preços dos fertilizantes


ureia
Imagem gerada por IA para o Canal Rural

O mercado global de fertilizantes segue pressionado entre março e início de abril, impulsionado pela escalada do conflito no Oriente Médio, segundo análise do Itaú BBA. A combinação de oferta restrita, custos mais altos de energia e incertezas logísticas tem sustentado a alta dos preços, com destaque para os nitrogenados.

De acordo com consultoria, os fertilizantes nitrogenados lideram o movimento de valorização. No Brasil, a ureia registrou forte alta no período, chegando a cerca de US$ 760 por tonelada CFR em 10 de abril.

A elevação reflete o impacto direto do aumento nos preços do petróleo e do gás natural, além da maior aversão ao risco no cenário internacional. Países do Golfo Pérsico, importantes produtores, enfrentam restrições que afetam a oferta global.

No curto prazo, a tendência é de um mercado ainda ajustado e volátil, diante das incertezas sobre a duração do conflito e a normalização das rotas logísticas.

Os fertilizantes fosfatados também registraram pressão recente. A alta do enxofre, insumo essencial na produção, elevou os custos e impactou o mercado. No Brasil, os preços do produto acumulam forte valorização desde fevereiro.

Com isso, os fosfatados avançaram cerca de 7% no mercado doméstico. O MAP atingiu aproximadamente US$ 890 por tonelada CFR. Apesar da demanda agrícola ainda gradual, o cenário de oferta mais restrita e custos elevados tende a sustentar os preços.

Já o mercado de potássicos apresenta maior estabilidade em relação aos demais nutrientes. Ainda assim, o segmento também é afetado pelas incertezas globais e pelos custos logísticos. A oferta segue mais equilibrada, com Rússia e Belarus mantendo papel relevante no comércio internacional.

Para os próximos meses, a expectativa é de aumento gradual da demanda, com preços sustentados, embora com menor volatilidade em comparação aos nitrogenados e fosfatados.

O post Guerra no Oriente Médio faz ureia disparar e segue pressionando preços dos fertilizantes apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Consumo de farinha nos EUA atinge mínima em décadas


O consumo de farinha dos Estados Unidos voltou a perder força e atingiu em 2025 o menor nível em décadas, em um movimento que reforça a trajetória de enfraquecimento observada nos últimos anos. Depois de uma alta modesta em 2024, o indicador recuou novamente, sinalizando um ambiente de demanda mais contida no mercado de alimentos derivados de trigo.

De acordo com dados divulgados em 13 de abril pelo Serviço de Pesquisa Econômica do Departamento de Agricultura dos EUA, o consumo per capita de farinha ficou em 126,6 libras em 2025, queda de 1,8% na comparação com as 128,9 libras registradas em 2024. O volume foi o menor em 39 anos, desde as 125,6 libras anotadas em 1986.

A nova retração mantém uma sequência observada desde 2018, com altas em anos pares e quedas em anos ímpares. No período, o consumo per capita acumulou perda de 6,2 libras. Em relação ao pico mais recente, de 146,8 libras em 1997, o recuo chega a 20,2 libras, ou 14%. O dado projetado para 2025 também ficou mais próximo da mínima histórica de 1971, de 110,5 libras, do que do auge registrado no fim dos anos 1990.

Após relativa estabilidade durante boa parte da década de 2010, o consumo passou a mostrar tendência mais clara de queda a partir de 2018, quando alcançou 132,9 libras. Na média, os primeiros seis anos da década de 2020 ficaram em 129,4 libras, abaixo das 133,5 libras da década passada, das 137,5 libras dos anos 2000 e das 141,4 libras dos anos 1990.

Agentes do setor já vinham relatando pressão sobre as vendas de produtos à base de farinha. Esse cenário foi acompanhado por queda de 1,4% na produção de farinha no quarto trimestre e por recuo de 1,3% tanto na oferta total quanto no consumo interno em 2025. No comércio exterior, as importações ficaram praticamente estáveis, enquanto as exportações de farinha avançaram 3,4%. Ainda assim, a forte baixa nos embarques de sêmola, massa, bulgur e cuscuz mais do que compensou esse avanço.

 





Source link

News

Falta de animais para reposição preocupa pecuaristas no norte de Mato Grosso, aponta Acrinorte


Foto: Reprodução/Giro do Boi.
Foto: Reprodução/Giro do Boi.

O presidente da Associação dos Criadores do Norte de Mato Grosso (Acrinorte), Moisés Debastiani, afirmou, durante a Norte Show 2026, em Sinop (MT), que a pecuária vinha apresentando melhora nos últimos meses. No entanto, a escassez de animais de reposição tem gerado preocupação na região.

Outro fator de atenção, segundo ele, é a decisão de alguns frigoríficos de suspender temporariamente os abates e conceder férias coletivas aos funcionários.

De acordo com Debastiani, a medida pode ser interpretada como uma estratégia comercial para conter a alta da arroba, que vinha em recuperação. “Saímos de um cenário em que os preços estavam abaixo ou próximos de R$ 200 para níveis em torno de R$ 300 ou um pouco acima”, avaliou.

Debastiani destacou que o movimento dos frigoríficos pode trazer impactos nos próximos meses, exigindo maior atenção dos pecuaristas, principalmente em relação à comercialização futura. Segundo ele, o planejamento será essencial ao longo do ano.

Outro ponto de preocupação é a antecipação das compras de carne bovina pela China para preencher a cota destinada ao Brasil, de 1,106 milhão de toneladas. Para Debastiani, esse movimento pode pressionar o mercado no segundo semestre, especialmente para confinadores, que precisarão ajustar a estratégia para evitar vender animais prontos em um cenário de queda nos preços.

O post Falta de animais para reposição preocupa pecuaristas no norte de Mato Grosso, aponta Acrinorte apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Negociações em ritmo lento faz preço do boi gordo recuar


boi
Foto: Fabiano Marques/Embrapa

O mercado do boi gordo iniciou a semana em ritmo lento, com aumento da pressão baixista por parte dos frigoríficos e redução na liquidez. Na segunda-feira (20), véspera do feriado, vendedores se afastaram das negociações, à espera de novos movimentos nos preços. A expectativa é de retomada das negociações a partir desta quarta-feira (22).

No Norte de Minas, a arroba registrou queda de R$ 5, refletindo o consumo mais fraco de carne e o aumento da oferta de animais. As negociações ficaram entre R$ 340 e R$ 345, com escalas de abate em torno de uma semana.

Em Cassilândia (MS), o cenário também foi de baixa liquidez. Os preços do boi gordo variaram entre R$ 350 e R$ 360 por arroba, com recuo de R$ 5. As escalas de abate estão mais alongadas, em média de 12 dias.

Já em Três Lagoas (MS), frigoríficos ofertaram valores menores, mas encontraram resistência dos pecuaristas. A oferta de animais segue restrita, o que sustentou os preços da arroba. As escalas de abate variam entre 7 e 10 dias.

No estado de São Paulo, a liquidez também foi reduzida. O indicador do boi gordo Cepea/Esalq teve média à vista de R$ 366 por arroba.

No atacado, o mercado de carne com osso apresentou estabilidade. A carcaça casada bovina foi negociada a R$ 25,41 por quilo, equivalente a um boi de R$ 381,15 por arroba.

O post Negociações em ritmo lento faz preço do boi gordo recuar apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

O novo plano da China e o alerta para exportadores


A política agrícola chinesa dá sinais mais claros de mudança ao combinar aumento de produtividade com redução gradual da dependência de importações, em um movimento que reforça a segurança alimentar e reposiciona o país no mercado global. Segundo informações de Maria Flávia Tavares, economista e doutora em Agronegócios, com base no relatório Perspectivas Agrícolas da China 2026–2035, divulgado em 20 de abril de 2026 pelo Ministério da Agricultura e Assuntos Rurais da China e publicado pelo China Daily, o país vem consolidando um ajuste consistente em sua estratégia para o setor.

A diretriz está alinhada ao Plano Quinquenal e se traduz em metas de produção que sustentam a oferta interna. Para 2026, a estimativa é de que a produção de grãos alcance 716 milhões de toneladas, com alta de 0,2%, enquanto as oleaginosas devem avançar 2,6%. A produtividade média, próxima de 6 toneladas por hectare, aparece como um dos pilares desse processo, ainda que o ganho projetado seja moderado.

Esse avanço já se reflete no comércio exterior. As importações de soja devem recuar 6,1%, interrompendo pelo menos três anos consecutivos de crescimento. O mesmo movimento é observado em outros segmentos, como carne suína, com queda de 8,2%, e laticínios, com retração de 4,1%. A tendência não elimina a participação do mercado internacional, mas reforça seu papel complementar, inclusive com previsão de aumento em itens como aves.

Ao mesmo tempo, a China amplia sua presença exportadora em cadeias específicas. As vendas externas de frutas devem crescer 5%, enquanto as de hortaliças avançam 6,4%, sinalizando ganho de competitividade nesses produtos.

Em um cenário marcado por instabilidade geopolítica e pressão sobre custos de energia, fertilizantes e logística, a estratégia chinesa também busca reduzir a exposição externa. No horizonte mais longo, a produção segue em expansão, enquanto o consumo desacelera e as importações perdem peso relativo, com possíveis impactos sobre o mercado global e sobre países exportadores como o Brasil.

 





Source link

News

Trump estende cessar-fogo com Irã, mas Estreito de Ormuz permanece fechado


Foto: World Economic Forum/Benedikt von Loebell

Trump anunciou nesta terça-feira (21) que vai estender o cessar-fogo com o Irã e continuar negociando um acordo de paz com o país do Oriente Médio. No entanto, o Estreito de Ormuz permanece fechado, mantendo pressão sobre os mercados globais.

Em publicação nas redes sociais, o presidente dos Estados Unidos afirmou que a reabertura da rota neste momento poderia comprometer um possível acordo com o Irã.

Segundo Trump, o bloqueio do estreito foi imposto pelos próprios Estados Unidos, e não pelo Irã. Ele afirmou que Teerã apenas sinaliza interesse em fechar a passagem para “preservar a imagem”, já que a rota estaria sob controle americano.

O presidente também destacou que o Irã sofre perdas financeiras significativas com a interrupção, estimadas em cerca de US$ 500 milhões por dia.

O Irã, por sua vez, não confirmou a extensão do cessar-fogo. Segundo a agência de notícias iraniana Tasnim, o país se recusou a participar de conversas com negociadores dos EUA no Paquistão, por considerar que as reuniões seriam perda de tempo.

O post Trump estende cessar-fogo com Irã, mas Estreito de Ormuz permanece fechado apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link