sexta-feira, março 27, 2026

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Mercado de milho trava e preços ficam sem rumo


O mercado de milho apresentou comportamento misto ao longo do dia, refletindo um ambiente de incerteza tanto no cenário interno quanto externo. Segundo análise da TF Agroeconômica , os contratos na B3 oscilaram levemente, acompanhando a estabilidade observada no mercado internacional, mas ainda sem direção clara de preços.

Na bolsa brasileira, os vencimentos registraram pequenas variações, com o contrato de maio/26 cotado a R$ 72,05, julho/26 a R$ 71,05 e setembro/26 a R$ 71,50. A leve alta em Chicago e o comportamento do dólar deram algum suporte às cotações, mas o mercado físico travado segue limitando movimentos mais consistentes.

No Rio Grande do Sul, a colheita avança de forma irregular e o mercado permanece com baixa liquidez. As negociações são pontuais, com preços entre R$ 56,00 e R$ 62,00 por saca. A colheita atinge 73% da área, com variações regionais importantes e produtividade impactada pela irregularidade das chuvas, incluindo perdas pontuais em algumas localidades.

Em Santa Catarina, o principal entrave continua sendo o desalinhamento entre compradores e vendedores. Enquanto produtores pedem cerca de R$ 75,00 por saca, a demanda se posiciona próxima de R$ 65,00, mantendo o mercado com pouca fluidez.

No Paraná, o cenário também é de negociações limitadas, com indicações próximas de R$ 70,00 por saca e demanda ao redor de R$ 60,00. O plantio da segunda safra alcança cerca de 90% da área, mas fora da janela ideal em muitos casos, elevando a cautela quanto ao potencial produtivo.

Já em Mato Grosso do Sul, os preços ensaiam recuperação após quedas recentes, com referências entre R$ 55,00 e R$ 57,00 por saca. O setor de bioenergia segue como importante fator de sustentação, embora o mercado ainda opere com baixa liquidez e compradores seletivos.

 





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Soja tem cotações mistas e negócios travados com oscilação em Chicago e no dólar; saiba mais


Reprodução Canal Rural/Soja Brasil

O mercado brasileiro de soja encerrou a semana com cotações mistas, refletindo a volatilidade na Bolsa de Chicago e no câmbio. Segundo o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, os melhores momentos de preços ocorreram pela manhã, acompanhando a alta em Chicago.

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Ao longo do dia, no entanto, o cenário mudou. A Bolsa passou a recuar, junto com o dólar, o que resultou em variações entre altas e baixas no mercado físico. Depois disso, o mercado travou. Os agentes seguem cautelosos e aguardam novos direcionadores, especialmente o relatório de intenção de plantio da nova safra dos Estados Unidos, previsto para o dia 31.

Na semana, houve algum avanço na comercialização, mas ainda em ritmo moderado, sem grande intensidade.

  • Passo Fundo (RS): recuou de R$ 125,00 para R$ 124,00
  • Santa Rosa (RS): recuou de R$ 126,00 para R$ 125,00
  • Cascavel (PR): recuou de R$ 121,00 para R$ 120,00
  • Rondonópolis (MT): recuou de R$ 110,00 para R$ 109,00
  • Dourados (MS): subiu de R$ 113,00 para R$ 114,00
  • Rio Verde (GO): subiu de R$ 110,50 para R$ 111,00

Soja em Chicago

No mercado internacional, os contratos futuros da soja fecharam em baixa na Bolsa de Chicago, praticamente zerando os ganhos da semana. O movimento foi de realização de lucros, com os agentes avaliando novas regras para a produção de biodiesel nos Estados Unidos e se posicionando antes do relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos.

A Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos definiu metas mais altas para a mistura de biocombustíveis em 2026 e 2027, o que foi visto como positivo para a demanda agrícola. Ao mesmo tempo, a expectativa é de aumento na área plantada com soja no país, impulsionada pelos altos custos dos fertilizantes, que podem reduzir a área destinada ao milho.

O relatório de intenção de plantio será divulgado na terça-feira, às 13h. A expectativa do mercado é de uma área de 85,55 milhões de acres, acima dos 81,22 milhões do ano passado.

Também será divulgado o relatório de estoques trimestrais, com previsão de 2,077 bilhões de bushels em 1º de março, acima do volume registrado no mesmo período do ano anterior.

Contratos futuros de soja

Na Bolsa de Chicago, os contratos com vencimento em maio fecharam a US$ 11,59 1/4 por bushel, com queda de 1,23%. A posição julho encerrou a US$ 11,75 1/4, com recuo de 1,19%.

Entre os subprodutos, o farelo caiu 2,11%, para US$ 315,30 por tonelada, enquanto o óleo recuou 0,89%, para 67,41 centavos de dólar por libra-peso.

Câmbio

No câmbio, o dólar comercial fechou em queda de 0,33%, cotado a R$ 5,2382 para venda. Durante o dia, a moeda oscilou entre R$ 5,2174 e R$ 5,2789. Na semana, acumulou desvalorização de 1,38%.

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Boi gordo: preços da carne sobem no atacado com baixa disponibilidade


boi gordo pecuária
Foto: Agência IBGE Notícias

O mercado físico do boi gordo encerra a semana apresentando algumas negociações acima da referência média. O movimento de alta no mercado físico está alicerçado em dois vetores básicos, são eles a oferta ainda anêmica em meio à boa condição dos pastos. Essa variável faz com que a indústria frigorífica encontre muitas dificuldades na composição de suas escalas de abate, que hoje está posicionada entre cinco e sete dias úteis na
média nacional.

O segundo alicerce do atual movimento de alta está associado ao forte ritmo de embarques. A demanda chinesa permanece aquecida, tanto importadores da China quanto os exportadores brasileiros aceleram a alta visando preencher o maior volume possível da cota.

Vale destacar que a exportação extracota conta com tarifas adicionais de 55%, totalizando 67% de tarifa, disse o analista da consultoria Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias.

  • Em São Paulo, a referência média para a arroba do boi ficou em R$ 358,25, na modalidade a prazo
  • Em Goiás, a indicação média foi de R$ 340,32 para a arroba do boi gordo
  • Em Minas Gerais, a arroba teve preço médio de R$ 344,71
  • Em Mato Grosso do Sul, a arroba foi indicada em R$ 348,75
  • Em Mato Grosso, a arroba ficou indicada em R$ 353,45

Atacado

O mercado atacadista apresenta alta consistente em seus preços durante a sexta-feira (27). Este movimento está centrado na baixa disponibilidade de produto, que mantém preços em patamares muito elevados, mesmo em um momento de perda de competividade se comparado as proteínas concorrentes, em especial se comparado a carne de frango. Mais uma vez a variável oferta se mostra mais impactante que a variável demanda, assinalou Iglesias.

O quarto traseiro foi precificado a R$ 27,50, por quilo, alta de R$ 0,20. Quarto dianteiro foi
cotado a R$ 21,80, por quilo, alta de R$ 0,80. Ponta de agulha foi precificada a R$ 20,00, por
quilo, alta de R$ 0,50.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,33%, sendo negociado a R$ 5,2382 para venda e a R$ 5,2362 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,2174 e a máxima de R$ 5,2789. Na semana, a moeda teve desvalorização de 1,38%.

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Fávaro é exonerado do cargo de ministro para votar no relatório da CPMI do INSS


Foto: Mapa

O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, foi exonerado do cargo nesta sexta-feira (27). O decreto, assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, foi publicado em edição extra do Diário Oficial da União. Com a saída, Fávaro retorna ao Senado em um momento considerado crucial para o governo federal: a votação do relatório da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Rural (INSS).

A suplente Margareth Buzetti, que ocupava a vaga no colegiado, afirmou que a exoneração seria uma estratégia do Palácio do Planalto para garantir o voto de Fávaro. “O governo deve estar com muito medo do relatório”, declarou.

Segundo a senadora, ela votaria a favor dos indiciamentos propostos pelo relator, o deputado Alfredo Gaspar. Entre os nomes citados está Fábio Luís Lula da Silva.

Margareth afirmou ainda que deixa a função “de cabeça erguida” e defendeu a apuração dos fatos independentemente de governos. Ela criticou possíveis desvios de recursos públicos, destacando o impacto direto sobre aposentados e a população.

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Mapa cria grupo de trabalho para fortalecer sustentabilidade da carne bovina


Pecuária
Foto: reprodução/Planeta Campo

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) criou um grupo de trabalho com o objetivo de avançar na sustentabilidade da cadeia da carne bovina no Brasil. A iniciativa pretende ampliar o controle da produção, melhorar a gestão das informações e tornar o sistema mais confiável.

A proposta é ampliar o controle e a eficiência de toda a cadeia produtiva da carne bovina, alinhando sustentabilidade e competitividade.

O grupo reúne representantes de diferentes áreas do ministério, além de instituições como a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), a Federação dos Bancos (Febraban) e a Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo).

Entre as principais ações previstas estão a definição de critérios e prazos para a rastreabilidade do rebanho, a harmonização de políticas públicas e o fortalecimento do diálogo entre governo, produtores e agentes do mercado.

O desenvolvimento de soluções que incentivem práticas mais sustentáveis também está entre as prioridades, assim como o fortalecimento da cadeia da carne bovina e a ampliação do acesso a mercados.

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Onda de calor chega ao Brasil e eleva termômetros aos 40°C


Imagem de Stefan Schweihofer por Pixabay

A primeira onda de calor de 2026 já liga o sinal de alerta nas lavouras de soja, especialmente no interior da região Sul e em Mato Grosso do Sul. As temperaturas máximas devem ficar acima dos 35°C, podendo alcançar os 40°C em algumas áreas.

O cenário preocupa principalmente os produtores que ainda estão no plantio do milho segunda safra, já que o calor excessivo eleva a temperatura do solo e compromete a germinação. A recomendação, neste momento, é aguardar a passagem desse período mais crítico antes de avançar com a semeadura.

Enquanto o calor domina parte do Centro-Sul, a chuva ganha força no Norte do país. Nos próximos dias, os maiores volumes devem se concentrar no Acre, norte do Pará e centro-norte do Maranhão, com acumulados entre 50 e 70 mm em apenas cinco dias. Esse padrão reforça o contraste climático entre as regiões e mantém o produtor atento às janelas ideais de manejo.

Como fica o tempo?

A mudança começa a aparecer na próxima semana. Com o enfraquecimento da onda de calor, a chuva volta gradualmente para a região Sul a partir de quarta e quinta-feira, com volumes entre 40 e 45 mm. Esse retorno também deve alcançar áreas de São Paulo e o centro-sul de Minas Gerais, ajudando na recomposição da umidade do solo e criando melhores condições para o avanço das atividades no campo.

7 a 11 de abril

Já no período entre 7 e 11 de abril, a tendência é de intensificação das chuvas no Norte e no Matopiba, com volumes mais expressivos. Os acumulados podem ultrapassar os 70 mm em cinco dias no norte de Minas Gerais e no norte de Mato Grosso, reforçando um cenário de maior regularidade hídrica nessas regiões e exigindo atenção redobrada dos produtores quanto ao manejo e ao planejamento da safra.

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Reservatório se rompe em fazenda e água se espalha rapidamente em área de soja; veja vídeo


barragem se rompe em fazenda no Piauí
Foto: reprodução

Um reservatório de água utilizado para irrigação se rompeu nesta quinta-feira (26) em uma fazenda no interior do Piauí. Imagens que circulam nas redes sociais mostram o momento em que a estrutura cede e a água avança rapidamente sobre uma área de soja.

O incidente ocorreu na Fazenda Ribeirão, localizada no município de Baixa Grande do Ribeiro, no sul do estado. A ocorrência foi confirmada pelo Centro de Gerenciamento de Riscos e Desastres Naturais do Piauí e pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente.

De acordo com a Defesa Civil, não houve registro de feridos ou de danos a comunidades próximas. Apesar do impacto visual das imagens, o rompimento ficou restrito à área da propriedade rural.

Ainda não há informações sobre a capacidade do reservatório, o volume de água armazenado no momento do incidente nem as causas que levaram ao rompimento da estrutura.

O secretário de Meio Ambiente de Baixa Grande do Ribeiro, José Martins, informou que o caso será apurado para identificar possíveis impactos ambientais e responsabilidades.

As autoridades seguem monitorando a área e devem divulgar novas informações após a conclusão das análises técnicas.

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Mercado de trigo mostra reação no Sul



No Rio Grande do Sul, os moinhos voltaram a pagar entre R$ 1.250 e R$ 1.300 por ton


No Rio Grande do Sul, os moinhos voltaram a pagar entre R$ 1.250 e R$ 1.300 por tonelada CIF
No Rio Grande do Sul, os moinhos voltaram a pagar entre R$ 1.250 e R$ 1.300 por tonelada CIF – Foto: Paulo kurtz/ Embrapa

O mercado de trigo na Região Sul apresenta movimentos de reação nos preços, com negociações ainda pontuais e foco dos compradores em garantir abastecimento futuro. De acordo com a TF Agroeconômica, há sinais de firmeza nas cotações, sustentados principalmente pela oferta restrita de produto de melhor qualidade.

No Rio Grande do Sul, os moinhos voltaram a pagar entre R$ 1.250 e R$ 1.300 por tonelada CIF, com indicações mais elevadas para entregas a partir de maio. A avaliação predominante é de que os níveis mais baixos dificilmente retornarão, diante da escassez de trigo de qualidade, agravada por problemas na safra argentina. Nesse cenário, lotes superiores disponíveis no estado tendem a alcançar maior valorização. O preço ao produtor também avançou, chegando a R$ 57,00 por saca em Panambi.

Em Santa Catarina, o mercado segue dependente do trigo gaúcho, com aumento recente nos preços impulsionado principalmente pelo custo do frete, que elevou os valores CIF para a faixa de R$ 1.310 a R$ 1.315 por tonelada. Também há oferta de produto local em níveis semelhantes. O encarecimento logístico levou moinhos a reajustarem os preços da farinha em cerca de 3%, movimento que encontrou pouca resistência. Apesar da boa qualidade geral, há limitações técnicas em parte dos lotes, enquanto o trigo branqueador segue escasso e com prêmios elevados.

No Paraná, o mercado permanece firme, porém com negociações lentas e disputa entre compradores e vendedores. As cotações variam entre R$ 1.300 e R$ 1.380 CIF, com maior interesse por contratos de entrega futura. A menor movimentação também reflete a prioridade dos produtores na colheita de outras culturas. No segmento importado, a demanda segue voltada a produtos de maior qualidade, com trigo argentino e paraguaio mantendo presença nas ofertas.

 





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Fiscais apreendem cargas de gado avaliadas em mais de R$ 580 mil


Gado
Foto: divulgação/Sefa

Fiscais de receitas estaduais apreenderam 180 cabeças de gado bovino avaliadas em mais de R$ 580 mil, nesta quinta-feira (26), durante fiscalizações realizadas no Pará. As cargas apresentavam irregularidades fiscais e divergências de rota, o que levou à retenção dos animais e à aplicação de multas.

Na primeira ocorrência, 75 cabeças de gado, avaliadas em R$ 293 mil, foram apreendidas em Dom Eliseu, no nordeste do estado. Os animais tinham origem em Formosa do Rio Preto (BA) e destino declarado a Rondon do Pará, no sudeste paraense, e foram interceptados na Coordenação de Controle de Mercadorias em Trânsito do Itinga, da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefa).

Segundo o coordenador Rafael Brasil, o veículo foi inicialmente abordado pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) e encaminhado à fiscalização estadual. A carga estava fora da rota prevista, com indícios de que seria destinada ao município de Barcarena (PA). “A entrega em local diverso descaracteriza a operação de transferência isenta, tornando o documento fiscal inidôneo para acobertar o trânsito”, explicou.

Diante das irregularidades, foi lavrado um Termo de Apreensão e Depósito (TAD) no valor de R$ 36.968,40, referente à cobrança de imposto e multa.

Segunda ocorrência

Na segunda ocorrência, também registrada na quinta-feira (26), fiscais apreenderam 105 cabeças de gado avaliadas em R$ 288.999,90. A carga tinha origem no município de Tuntum (MA) e destino declarado a Jacundá (PA).

Gado
Foto: divulgação/Sefa

De acordo com o coordenador Gustavo Bozola, o veículo trafegava fora do percurso esperado, o que implicaria um trajeto cerca de 1.200 quilômetros maior do que o necessário. Durante a análise, foi identificado que se tratava de uma operação de transferência entre estabelecimentos do mesmo contribuinte.

Os fiscais também constataram inconsistências no tempo de deslocamento informado na nota fiscal. O documento foi emitido às 12h43 do dia 23 de março de 2026, e o veículo chegou ao posto fiscal às 16h21 do mesmo dia – intervalo considerado incompatível com a distância entre a origem e o local da fiscalização, que exigiria mais de nove horas de viagem.

Neste caso, também foi lavrado um Termo de Apreensão e Depósito (TAD), no valor de R$ 36.413,98, referente à cobrança de imposto e multa.

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Conflito no Oriente Médio pressiona trigo e acende alerta para alta na farinha


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Foto: Embrapa

O avanço do conflito no Irã já começa a impactar a cadeia do trigo no Brasil e preocupa a indústria de moagem. Segundo a Associação Brasileira da Indústria do Trigo (Abitrigo), o cenário internacional tem provocado uma rápida elevação dos custos, com potencial de reflexos sobre o preço da farinha.

Por meio de nota, a entidade destacou que a alta do petróleo tem puxado o aumento do diesel e dos fretes, tanto no mercado interno quanto no externo. Ao mesmo tempo, as cotações do trigo avançam no Brasil e no exterior, enquanto insumos, embalagens e seguros internacionais também ficam mais caros.

Esse movimento, de acordo com a Abitrigo, cria um ambiente de forte pressão para toda a cadeia produtiva e eleva o risco de repasses ao longo dos próximos meses.

Pressão interna agrava cenário

Além do impacto externo, mudanças tributárias no Brasil têm ampliado a preocupação do setor. A incidência de PIS/Cofins sobre o trigo importado, somada à redução de benefícios fiscais, elevou a carga sobre itens essenciais como a farinha de trigo.

Na avaliação da entidade, esse cenário reduz a capacidade da indústria de absorver custos e aumenta a possibilidade de repasse ao consumidor.

Indústria busca conter efeitos

Mesmo diante do ambiente adverso, a Abitrigo afirma que as empresas têm adotado medidas para mitigar os impactos. Entre as estratégias estão a otimização de estoques, a diversificação de origens do trigo e fornecedores, além da revisão de rotas logísticas e ganhos de eficiência operacional.

O setor também recorre, quando possível, a instrumentos de gestão de risco de preços e mantém diálogo com autoridades para defender medidas que garantam a competitividade e o abastecimento.

“Nosso compromisso é garantir a estabilidade do abastecimento de farinha de trigo, produto essencial na mesa dos brasileiros, mesmo em um ambiente de forte instabilidade global”, afirmou o presidente-executivo da Abitrigo, Rubens Barbosa.

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