sábado, abril 11, 2026

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Açúcar fecha semana em queda apesar de recuperação nesta 6ª feira


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Os preços do açúcar encerraram a semana em baixa nas bolsas de Nova Iorque e Londres, acumulando perdas expressivas após uma série de quedas consecutivas. Apesar da recuperação observada nesta sexta-feira (19), o movimento não foi suficiente para reverter o recuo semanal, que superou 2% nos contratos mais negociados em NY e 1% em Londres.

Em Nova Iorque, o outubro/25 avançou 0,08 cent (+0,52%), cotado a 15,46 cents/lbp. O março/26 subiu 0,04 cent (+0,25%), negociado a 16,14 cents/lbp. O maio/26 teve ganho de 0,01 cent (+0,06%), a 15,72 cents/lbp, enquanto o julho/26 recuou 0,02 cent (-0,13%), encerrando a 15,58 cents/lbp.

Em Londres, o dezembro/25 registrou alta de US$ 1,10 (+0,24%), a US$ 455,70 por tonelada. O março/26 subiu US$ 2,80 (+0,63%), cotado a US$ 448,90 por tonelada. O maio/26 também ganhou US$ 2,80 (+0,63%), encerrando a US$ 448,70 por tonelada, enquanto o agosto/26 teve valorização de US$ 2,70 (+0,61%), a US$ 448,50 por tonelada.

Na comparação semanal, os preços ficaram em território negativo. Em Nova Iorque, o outubro/25, que havia fechado a 15,79 cents/lbp na sexta-feira anterior (12), acumulou perda de 2,09%. O março/26 caiu 2,30% frente aos 16,52 cents/lbp da semana passada. O maio/26 recuou 2,54% em relação aos 16,13 cents/lbp, e o julho/26 encerrou com queda de 2,38% frente aos 15,96 cents/lbp anteriores.

Em Londres, o dezembro/25 caiu 1,45% frente aos US$ 462,40 por tonelada registrados na semana anterior. O março/26 perdeu 1,36% em comparação com os US$ 455,10 por tonelada. O maio/26 recuou 1,21% em relação aos US$ 454,20 por tonelada do fechamento passado.

As quedas da semana foram intensificadas após a divulgação do relatório da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), relativo à segunda quinzena de agosto no Centro-Sul do Brasil, que mostrou aumento na produção de açúcar frente ao mesmo período do ano passado. Além disso, o mercado segue pressionado pelas expectativas de incremento das exportações da Índia, o segundo maior produtor global do adoçante.





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Semana teve altas expressivas na arroba do boi gordo em 7 estados



O Indicador Boi Datagro, adotado pela B3 como referência para a liquidação dos contratos futuros de pecuária no mercado brasileiro, mostra que a semana foi de altas para a arroba do boi gordo nas principais praças de comercialização do país.

Tal movimento se justifica pelo apetite dos frigoríficos de menor porte, que ainda operam com escalas de abate encurtadas, além da demanda interna estar prestes ao período de maior aquecimento, haja visto a entrada do 13º na economia, as festas de fim de ano e a chegada das vagas de emprego temporárias.

Com isso, os negócios seguiram em uma crescente entre segunda-feira (13) e esta sexta (17) nos seguintes estados:

  • São Paulo: começou com média de R$ 307,80 e encerrou com R$ 310,73
  • Goiás: de R$ 294,90 para R$ 297,59
  • Minas Gerais: 293,68 para R$ 298,31
  • Mato Grosso do Sul: de R$ 317,44 para R$ 318,05
  • Pará: de R$ 288,15 para R$ 296,61
  • Rondônia: de R$ 279,69 para R$ 285,84
  • Tocantins: de R$ 291,53 para R$ 295,57

Quanto às exportações de carne bovina fresca, congelada ou refrigerada do Brasil em outubro até o momento (8 dias úteis), renderam US$ 621,334 milhões, com média diária de US$ 77,666 milhões, conforme dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

A quantidade total exportada pelo país chegou a 111,919 mil toneladas, com média diária de 13,990 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 5.551,70.

Em relação a outubro de 2024, houve alta de 35,6% no valor médio diário da exportação, ganho de 13,9% na quantidade média diária exportada e avanço de 19,1% no preço médio.



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veja como as cotações da arroba finalizaram a semana



O mercado físico do boi gordo volta a se deparar com alguns negócios realizados acima da referência média.

O analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias ressalta que os frigoríficos de menor porte ainda operam com escalas de abate encurtadas, o que resulta em um comportamento mais agressivo na compra de gado.

“Os frigoríficos de maior porte ainda apontam para uma situação mais confortável, avaliando a incidência de animais de parceria, oferecendo maior previsibilidade as escalas. A demanda segue aquecida, em especial quando se trata das exportações, com o volume de embarques bastante representativo neste momento”, disse.

  • São Paulo: R$ 312,58 — ontem: R$ 312,17
  • Goiás: R$ 300,71 — R$ 299,82
  • Minas Gerais: R$ 303,24 — R$ 301,76
  • Mato Grosso do Sul: R$ 323,98 — R$ 323,64
  • Mato Grosso: R$ 298,65 — R$ 298,26

Mercado atacadista

O mercado atacadista apresenta preços firmes no decorrer da sexta-feira. De acordo com Iglesias, o ambiente de negócios ainda sugere por alguma elevação dos preços no curto prazo, considerando a demanda doméstica que se aproxima do seu ápice.

“A incidência do décimo terceiro salário, a criação de postos temporários de emprego, além das confraternizações de final de ano são elementos relevantes a se considerar”, assinalou.

  • Quarto traseiro: ainda precificado a R$ 25 por quilo;
  • Ponta de agulha: cotada a R$ 17 por quilo;
  • Quarto dianteiro: segue a R$ 18,20

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,65%, sendo negociado a R$ 5,4060 para venda e a R$ 5,4040 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,4025 e a máxima de R$ 5,4595. Na semana, a moeda teve desvalorização de 1,78%.



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Assembleia Legislativa promoverá audiência pública para debater a crise do leite no Paraná



A Assembleia Legislativa do Paraná promove na próxima terça-feira (21), às 9h, a audiência pública “Crise no Preço do Leite”, que vai discutir mecanismos para valorizar os produtores de leite e a agricultura familiar, além de enfrentar a concorrência injusta no mercado internacional.

O debate reunirá parlamentares, representantes do governo, entidades de classe e produtores de todo o estado.

A principal dificuldade enfrentada pelo setor é a queda do valor pago aos produtores. Isso ocorre, principalmente, devido à concorrência com o leite em pó importado do Mercosul, que é reidratado em território nacional e chega ao mercado com preços menores que o leite in natura produzido no Paraná.

Entre as principais bandeiras defendidas pelo deputado Luis Corti (PSB) está a proibição da reidratação de leite em pó importado para comercialização como leite fluido. A proposta segue agora para análise da Comissão de Indústria, Comércio, Emprego e Renda.

Risco ao pequeno produtor

Para a deputada Luciana Rafagnin, líder do Bloco da Agricultura Familiar, a crise no setor é ainda mais sentida nas pequenas propriedades, especialmente naquelas em que o leite é o principal produto.

“Durante muitos anos, o leite era uma renda extra para as famílias produtoras. Hoje, em muitas propriedades, virou a principal fonte de renda. Mas os produtores estão trabalhando no vermelho. O custo de produção é alto e o preço pago pelo litro de leite, cada vez menor. Além disso, o produtor só sabe quanto vai receber 30 dias depois da entrega” explica.

Ela defende que o governo amplie a compra de leite diretamente dos produtores, para abastecer creches, escolas e hospitais, garantindo assim uma renda mínima às famílias que vivem da produção leiteira.

Os prejuízos causados pela crise também são destacados pelo deputado Wilmar Reichembach, coordenador da Frente Parlamentar de Apoio à Cadeia Produtiva do Leite no Paraná. Ele pede união de esforços para encontrar uma solução definitiva para o problema, que afeta os produtores paranaenses há mais de 20 anos, desde a forte crise do setor em 2003.

Debate e busca por soluções

A crise já havia sido debatida na Assembleia em uma reunião entre deputados, produtores e representantes de prefeituras e câmaras de vereadores de diversos municípios que têm a cadeia leiteira como base da economia. A audiência pública da próxima terça-feira foi convocada para aprofundar o debate e buscar soluções para os problemas apontados nesse encontro.



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RS projeta 3,7 milhões de toneladas de trigo


A cultura do trigo no Rio Grande do Sul apresenta avanço no ciclo produtivo, conforme dados do Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (16) pela Emater/RS-Ascar. O levantamento mostra predomínio das fases de enchimento de grãos (50%) e de maturação (30%) nas lavouras, com boa uniformidade devido à semeadura realizada dentro das janelas recomendadas pelo zoneamento agrícola.

As condições meteorológicas registradas no período — redução das chuvas, boa luminosidade e temperaturas amenas — favoreceram o desenvolvimento vegetativo e reprodutivo da cultura. Também contribuíram para a manutenção da sanidade foliar e do potencial produtivo. “O clima tem ajudado no desenvolvimento das lavouras e na conservação da qualidade fitossanitária”, aponta o informativo.

Os ventos fortes atingiram cultivos no Centro-Oeste do estado, mas os danos foram pontuais. Já nas áreas semeadas no início da safra — sobretudo no Noroeste, Planalto e Fronteira Oeste —, a colheita atingiu 2% da área cultivada. A expectativa é de bons resultados para o fechamento do ciclo. Em contrapartida, chuvas registradas nas fases de floração e início do enchimento de grãos nas regiões Norte e Noroeste causaram prejuízos localizados.

O estado fitossanitário das lavouras permanece satisfatório, segundo a Emater/RS-Ascar, por conta das condições secas que reduziram a pressão de doenças fúngicas. Ainda assim, há atenção especial para a giberela, doença que preocupa em regiões de maior altitude e áreas em plena floração.

Na fase final do ciclo, produtores aplicam dessecantes para uniformizar a maturação e monitoram a umidade do solo, o que possibilita a entrada segura das máquinas. Algumas áreas no Oeste e na Campanha ainda enfrentam restrições operacionais devido ao excesso de umidade, o que pode causar atrasos pontuais na colheita.

A nova estimativa da safra 2025, com base em dados da primeira quinzena de outubro, indica uma área cultivada de 1.141.224 hectares, redução de 14,26% em relação ao ciclo anterior, quando foram registrados 1.331.013 hectares, segundo o IBGE. A produtividade estimada passou de 2.997 kg/ha no início do plantio para 3.261 kg/ha, aumento de 8,81%. Em comparação à safra 2024, houve elevação de 17,26%, com média de 2.781 kg/ha no ciclo passado.

A produção total estimada é de 3.721.653 toneladas, representando alta de 3,63% em relação à previsão inicial de 3.591.330 toneladas e de 0,57% sobre as 3.700.521 toneladas colhidas no ano anterior.

O preço médio da saca de 60 quilos, de acordo com o levantamento semanal da Emater/RS-Ascar, apresentou queda de 1,90% na comparação com a semana anterior, passando de R$ 64,14 para R$ 62,92.





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Brahman bate recorde de qualidade de carcaça no Brasil; saiba mais



Um touro da raça Brahman acaba de fazer história na pecuária nacional, alcançando a maior mensuração de Área de Olho de Lombo (AOL) já registrada no Brasil para animais de até 36 meses. Ao ser avaliado por ultrassonografia de carcaça, o reprodutor Mr SEC Kimme130 atingiu uma impressionante medida de 173,04 centímetros quadrados de AOL.

O índice de 173,04 centímetros quadrados supera o recorde anterior de 171 centímetros quadrados, segundo dados da DGT Brasil. O AOL está diretamente ligado ao tamanho do contrafilé e à capacidade do animal de produzir carne nobre com alto rendimento de carcaça.

O touro recordista, que nasceu na Estância Santa Clara, em Descalvado (SP), foi avaliado pelo software norte-americano Beef Image Analysis (BIA), uma tecnologia de ponta utilizada para mapear a qualidade de carcaça em animais vivos. Com apenas 36 meses, Mr SEC Kimme comprovou sua genética superior, registrando índices de qualidade acima da média:

  • AOL: 173,04 centímetros quadrados (recorde nacional)
  • Marmoreio: 5,69% (a gordura entremeada que garante sabor e suculência)
  • Espessura de gordura subcutânea: 13,33 milímetros

Selo “all profit”: a excelência em carcaça precoce e alto marmoreio

Com esses índices de excelência, Mr SEC Kimme entra para a história da pecuária brasileira como o primeiro animal a receber o selo “All Profit” do Índice US Beef.

O selo é uma distinção rara, concedida apenas a bovinos que são positivos para todas as características de carcaça na avaliação de ultrassonografia, somando mais de 30 pontos percentuais. Matheus Zacarias, diretor da Selection Beef, destaca a importância desse reconhecimento para o potencial de ganho de peso e qualidade da carne.

O presidente do Conselho Técnico da Associação dos Criadores de Brahman do Brasil (ACBB), Fernando Pereira, afirma que o feito é inédito para a raça e para o zebu brasileiro. Ele confirma o alto potencial genético da raça Brahman não apenas para ganho de peso, mas principalmente para a produção de carne de qualidade, com acabamento de carcaça precoce e alto marmoreio.

O touro recordista é filho de uma linhagem de alto desempenho: o touro americano JDH Mr Echo Manso 237/1 e a matriz brasileira Ms SEC PO 54.

Seleção por dentro: investimento em genética e tecnologia

O proprietário do touro, Luiz Carlos Vianna, escolheu a raça Brahman por seu temperamento dócil e pelo potencial de carne de qualidade. A seleção do plantel na Estância Santa Clara é realizada pela AH Assessoria, que utiliza a tecnologia de ultrassonografia de carcaça para mapear os animais “por dentro”.

Essa tecnologia permite identificar e selecionar indivíduos com alto grau de marmoreio e rendimento de carcaça, ou seja, com o biotipo funcional que o mercado exige. Todo o rebanho da Santa Clara também é avaliado pelo programa de melhoramento genético PMGZ da ABCZ.

A conquista inédita é a prova de que os investimentos em genética estão colocando o Brahman no patamar mais alto da pecuária mundial, garantindo que mais carne macia e saborosa esteja disponível em breve para o consumidor brasileiro.



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Proposta que compara tilápia a javali preocupa o setor; entenda



A Associação Brasileira da Piscicultura (Peixe BR) divulgou nota nesta sexta-feira (17) em que manifesta preocupação frente ao comunicado oficial do Ministério do Meio Ambiente (MMA), feito em reunião na Comissão Nacional da Biodiversidade (Conabio) em 3 de outubro.

O órgão inclui a tilápia e os peixes nativos fora de suas bacias hidrográficas de origem, além de espécies híbridas e de camarões na lista de espécies exóticas invasoras.

De acordo com a entidade representativa do setor, caso a proposta seja aprovada na próxima reunião da Conabio, em 8 de novembro deste ano, tal classificação coloca tais espécies no mesmo patamar de alerta e controle do javali, animal cuja estratégia de controle apresentada pela Secretária de Biodiversidade do MMA é a erradicação.

“A Peixe BR vê com extrema preocupação essa proposta, uma vez que sua fundamentação carece de debate técnico amplo e de estudos atualizados e imparciais. Decisões dessa magnitude não podem desconsiderar o impacto socioeconômico para milhares de famílias que vivem da piscicultura”, destaca.

Na nota, a Associação reforça que a ciência deve andar junto com a realidade social e econômica brasileira, assegurando a sustentabilidade ambiental sem comprometer o desenvolvimento produtivo. “E, neste momento, diversas parcerias estão sendo realizadas para demonstrar que esse caminho não representa o equilíbrio necessário.”

A Peixe BR também argumenta que a minuta apresentada não oferece prazo adequado para defesa do setor, haja vista que o MMA realiza esses estudos desde 2009.

“O Brasil é um país de todos os seus cidadãos e todas as ações devem ser no sentido de atender às demandas da sociedade brasileira, e o combate à fome se dá produzindo alimentos de qualidade e em abundância”, diz o texto da entidade.

Controle de espécies

Procurado pela reportagem, o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) reforçou que a lista de espécies exóticas e invasoras ainda tramita em instância consultiva. “Eventuais medidas e salvaguardas serão definidas em norma futura, a ser publicada pelo MMA. E somente após isso haverá entrada em vigor da nova lista”, diz trecho.

A pasta ainda destaca que a inclusão de uma espécie na lista tem caráter técnico e preventivo e não implica em qualquer ação automática de banimento e de proibição de uso ou cultivo.

“Cabe destacar que a tilápia é reconhecida pela relevância econômica no país e pelo cultivo amplamente consolidado no território nacional, e por isso ressalta-se que não há qualquer proposta ou planejamento para interromper essa atividade”, reforça.

De acordo com o MMA, o objetivo da lista é reconhecer a existência de espécies exóticas que apresentam potencial de impacto sobre a biodiversidade nativa, servindo como referência para políticas públicas e ações de prevenção e controle.

Confira a resposta do MMA na íntegra:

O Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) informa que está em andamento o reconhecimento da Lista Nacional de Espécies Exóticas Invasoras, na qual a tilápia (Oreochromis niloticus) está incluída. A lista foi submetida à análise da Comissão Nacional de Biodiversidade (Conabio) após um estudo de longo prazo conduzido pelo MMA, com base em evidências científicas e consultas a especialistas.

A recomendação da lista pela Conabio (instância consultiva) é uma das etapas e visa ampliar o debate e dar mais transparência à sociedade sobre as políticas do poder público direcionadas à prevenção e controle dessas espécies. Eventuais medidas e salvaguardas serão definidas em norma futura, a ser publicada pelo MMA. E somente após isso haverá entrada em vigor da nova lista.

É importante destacar que a inclusão de uma espécie na lista tem caráter técnico e preventivo e não implica em qualquer ação automática de banimento e de proibição de uso ou cultivo. Cabe destacar que a tilápia é reconhecida pela relevância econômica no país e pelo cultivo amplamente consolidado no território nacional, e por isso ressalta-se que não há qualquer proposta ou planejamento para interromper essa atividade.

O objetivo da lista é reconhecer a existência de espécies exóticas que apresentam potencial de impacto sobre a biodiversidade nativa, servindo como referência para políticas públicas e ações de prevenção e controle.



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Frente fria derruba temperaturas em 6 estados; saiba quando e onde



Uma nova frente fria avança pelo Brasil neste fim de semana e vai mudar completamente o padrão do tempo em grande parte do país.

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.

De acordo com a Climatempo, o sistema traz chuva, ventos fortes e uma queda significativa das temperaturas, especialmente nas regiões Sul e Sudeste, onde o frio volta a aparecer já a partir de domingo (19).

Segundo a empresa, a virada de tempo marca o retorno da influência de uma massa de ar polar, que chega logo após a passagem da frente fria e garante dias mais frios e úmidos.

Frio no Sul

No Sul do país, o domingo será marcado por temperaturas mais baixas e sensação de frio intenso, com mínimas abaixo de 10°C em diversos municípios do interior do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina e do Paraná.

Durante a tarde, o sol até aparece entre algumas nuvens, mas a baixa dos termômetros continua predominando em boa parte da região. No litoral catarinense e paranaense, a entrada de ventos do oceano mantém o céu mais carregado, podendo provocar pancadas isoladas de chuva fraca, sem afastar a sensação de frio.

Baixas temperaturas no Sudeste

No Sudeste, o avanço da frente fria também muda o tempo. Segundo a Climatempo, em São Paulo, o sábado (18) começa abafado, com temperatura em torno dos 25°C, mas a chegada do sistema provoca uma queda gradual nos termômetros ao longo do dia. Assim, à noite, a mínima deve ser de cerca de 17°C, com ventos que podem chegar a 90 km/h.

Com isso, o domingo será de tempo instável e temperaturas ainda mais baixas: a máxima não deve passar dos 16°C, e as mínimas ocorrem no fim do dia, chegando a 12°C. Mesmo sem chuva forte, os ventos continuam atuando e podem superar 60 km/h, mantendo a sensação de frio.

Queda de 14°C

No Rio de Janeiro, a mudança de tempo também será expressiva: o calor de até 36°C registrado no sábado dará lugar a uma máxima de apenas 22°C no domingo, com sensação de frio acentuada devido à nebulosidade e aos ventos.

Conforme a Climatempo, na segunda-feira (20), o frio segue presente sobre São Paulo. O amanhecer terá mínima de 11°C, e o céu continua encoberto, impedindo a elevação das temperaturas, que devem chegar a no máximo 17°C durante a tarde. À noite, os termômetros voltam a cair, e o frio mais intenso retorna.

Já na terça-feira (21), o tempo abre sobre a capital paulista e a região metropolitana, mas a massa de ar polar mantém as manhãs frias, com mínimas em torno de 10°C e máximas que não passam de 20°C.

Em outras áreas do Sudeste, a frente fria ainda provoca instabilidades. No Rio de Janeiro, em Minas Gerais e no Espírito Santo, a chuva persiste e o céu fica carregado, o que também ajuda a reduzir as temperaturas. No entanto, a queda mais acentuada é esperada mesmo para São Paulo, Rio de Janeiro e o sul de Minas Gerais, onde a influência da massa de ar frio é mais direta.

Mudança também no Centro-Oeste

No Centro-Oeste, a frente fria também atua, mas de forma menos intensa. De acordo com a empresa de meteorologia, a chuva e a maior presença de nebulosidade garantem um alívio para o calor, especialmente em Mato Grosso do Sul, onde o ar polar ajuda a conter a elevação das temperaturas. Ainda assim, não há expectativa de frio significativo.

No Nordeste, o sistema provoca aumento da chuva apenas no litoral da Bahia, enquanto as demais áreas seguem com sol e calor.

Já no Norte, a frente fria não avança com força suficiente, e as temperaturas permanecem elevadas, com chuva concentrada em Roraima e no norte do Amazonas.



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Soja tem preços mais firmes no fim da semana; confira cotações por região



O mercado brasileiro de soja encerrou a semana com poucos negócios e leve firmeza nas cotações, segundo o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira. “Hoje até surgiram algumas ofertas, mas com poucas variações de preços”, observou.

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Segundo Silveira, o produtor segue concentrado no plantio, que tem avançado bem nas principais regiões. Apesar da alta na Bolsa de Chicago, o recuo do dólar limitou ganhos no mercado físico. “Na safra nova, saíram alguns negócios, mas o ritmo geral continua bem travado”, completou o analista.

Cotações de soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): subiu de 133,00 para 134,00
  • Santa Rosa (RS): subiu de 134,00 para 135,00
  • Cascavel (PR): manteve em 134,00
  • Rondonópolis (MT): manteve em 126,00
  • Dourados (MS): manteve em 126,00
  • Rio Verde (GO): manteve em 125,00
  • Paranaguá (PR): subiu de 139,00 para 140,00
  • Rio Grande (RS): subiu de 139,50 para 140,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja na Bolsa de Chicago (CBOT) encerraram a sexta-feira (17) em alta, no terceiro pregão consecutivo de ganhos. O movimento foi sustentado pela demanda doméstica aquecida e pela sinalização de diálogo entre Estados Unidos e China, após semanas de tensão comercial.

O presidente Donald Trump afirmou que uma tarifa de 100% sobre produtos chineses “não é sustentável”, o que ajudou a aliviar os mercados. Ainda assim, as negociações seguem delicadas após a China ampliar o controle sobre exportações de minerais raros.

Contratos futuros

Na semana, a posição novembro/25 da soja acumulou alta de 1,26%, encerrando a US$ 10,19 1/2 por bushel. O contrato de janeiro/26 foi cotado a US$ 10,36 3/4, avanço de 0,80%. Nos subprodutos, o farelo (dez/25) subiu 1,48%, a US$ 281,00 por tonelada, enquanto o óleo (dez/25) fechou a 51,13 centavos de dólar por libra-peso, alta de 0,51%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,65%, negociado a R$ 5,4060 para venda e R$ 5,4040 para compra. Na semana, acumulou desvalorização de 1,78%.



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Safra paulista de trigo deve superar expectativas em 50 mil toneladas


A safra 2025 de trigo em São Paulo tem projeção positiva em volume e em qualidade, indicada entre as melhores dos últimos anos. É o que diz o presidente da Câmara Setorial do Trigo, Nelson Montagna.

Segundo ele, com base nos dados de lavoura obtidos até o momento, espera-se uma colheita próxima de 400 mil toneladas, acima das 350 mil indicadas nas estatísticas preliminares.

Os dados foram anunciados na quinta-feira (16), durante a terceira e última reunião da entidade no ano.

A mudança de cenário ao longo do ano foi atribuída às condições climáticas favoráveis. “Nossa previsão inicial era de uma safra menor. Já havia mencionado, na última reunião da Câmara, que acreditava em uma das melhores safras dos últimos tempos, e isso está se confirmando. O clima foi excelente, o que contribuiu para uma qualidade superior em relação aos últimos anos e impactou positivamente a produtividade”, frisou.

O presidente do Sindustrigo, Max Piermartiri, que também marcou presença no encontro, reforçou a importância da combinação entre tecnologia e clima na performance da safra.

“Tivemos uma coincidência muito positiva: a evolução genética das cultivares coincidiu com condições climáticas extremamente favoráveis para a cultura do trigo. Como resultado, obtivemos produtividade elevada e qualidade muito acima da média nas lavouras paulistas”, considerou.

Para ele, o estado de São Paulo possui uma cadeia de trigo sólida, que envolve produção, suprimentos, moagem, transformação da farinha e produção de alimentos, com raro nível de organização e profissionalização.

“Poucos lugares no mundo reúnem, de forma tão próxima, uma região de produção e de consumo como São Paulo. Isso é uma grande vantagem competitiva para o estado”, ressaltou.

Cenário global

No cenário internacional, o mercado de trigo vive um momento de recuperação. A expectativa é de que a produção mundial atinja 816 milhões de toneladas em 2025, com destaque para o desempenho europeu. Apesar disso, o Brasil caminha em sentido oposto, com colheita menor e maior dependência de importações.

O representante da CJ Internacional, Douglas Araújo, contextualizou que a área plantada no país foi reduzida, o que impactou a produção nacional.

“No Brasil, estamos produzindo menos trigo neste ano, principalmente porque a área semeada foi menor. Em termos de produtividade, o destaque fica para o Centro-Oeste, especialmente Minas Gerais.”

Dependência externa

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Foto: Porto de Paranaguá

Embora o Rio Grande do Sul deva manter um volume expressivo de exportações, o país segue dependente do trigo importado para atender à demanda.

“O Brasil é um gigante adormecido na produção de trigo. Pode produzir muito mais do que produz hoje, especialmente nas safras de inverno”, alertou Araújo, ao citar o avanço do país no cultivo no Cerrado.

“Nessa região, podemos utilizar técnicas como o trigo por sobressemeadura em lavouras de milho, com semeadura a lanço (por máquina ou avião) e até sistemas de inundação. Após a colheita do milho, inicia-se rapidamente a safra do trigo, com um ciclo de aproximadamente 75 dias. O trigo pega carona na cultura anterior e pode gerar rendimentos muito elevados”, afirmou.

O estado de São Paulo, apesar de ser referência em consumo e moagem, ainda possui desequilíbrio entre produção e demanda. A necessidade regional gira em torno de 3 milhões de toneladas por ano, enquanto a moagem atinge cerca de 1,8 milhão de toneladas.

Esse cenário reforça a dependência de importações e a importância da logística regional. “São Paulo tem um consumo expressivo e precisa recorrer ao mercado externo. O Porto de São Sebastião pode ser uma rota complementar importante para garantir o abastecimento do trigo no estado”, ressaltou Araújo.



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