sábado, março 28, 2026

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Fim de semana tem alerta para tornados e temporais; Paraná pode ser atingido novamente



Segundo Arthur Müller, meteorologista do Canal Rural, o fim de semana deve ser marcado por novos episódios de tempo severo, com risco de tempestades fortes, microexplosões e até formação de tornados.

Durante participação no Mercado & Cia, Müller explicou que o Paraná volta a entrar na rota dos temporais. Ele destacou que, embora a sexta-feira (14) apresente chuva mais intensa em Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina e interior de São Paulo, a tendência é de que o quadro se agrave a partir de sábado (15).

A atuação de um cavado deve provocar tempestades mais violentas no Mato Grosso do Sul e no interior do Paraná, com possibilidade de granizo e rajadas de vento que podem superar 100 km/h. Segundo o meteorologista, esse tipo de sistema também favorece alagamentos pontuais, danos em estruturas e interrupções no fornecimento de energia.

A maior preocupação, no entanto, está concentrada no domingo (16), quando uma nova frente fria começa a avançar pelo Sul do país. Müller afirmou que há condições para a formação de microexplosões e até de tornados, especialmente no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina até o meio-dia, e no oeste do Paraná durante a tarde e noite. Ele reforçou que o alerta não significa que o fenômeno irá ocorrer em uma cidade específica, mas que toda a região estará sujeita ao risco.

De acordo com o especialista, o sistema deve avançar rapidamente entre a noite de domingo e a madrugada de segunda-feira (17), alcançando áreas do Paraná, Mato Grosso do Sul, interior de São Paulo, especialmente a região de Presidente Prudente, e partes do Sudeste. Como muitos temporais podem ocorrer durante a madrugada, há risco adicional por pegar moradores de surpresa.

Apesar do risco de fenômenos severos, Müller destacou que a chuva será importante para áreas agrícolas. A projeção indica mais de 100 milímetros em Mato Grosso, Minas Gerais e Matopiba nos próximos dias, impulsionada pela formação da Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS). O meteorologista afirmou que o período entre os dias 20 e 29 de novembro pode registrar acumulados entre 150 e 200 milímetros, volumes considerados positivos para as lavouras de soja que aguardam regularização da umidade.

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Cooxupé destaca força da agricultura familiar na COP30



A Cooxupé, maior cooperativa de café do mundo, levou à COP30 uma mensagem clara: o futuro da cafeicultura passa pela união entre produtividade, sustentabilidade e inclusão social. Durante participação em painel do Fórum Planeta Campo, realizado em Belém (PA), a superintendente de ESG da cooperativa, Natália Carr, detalhou os avanços da entidade em rastreabilidade, sucessão familiar e projetos de agricultura regenerativa.

Fundada em 1932, a Cooxupé reúne 21 mil cooperados, dos quais 96,7% são pequenos produtores. Segundo Natália, essa estrutura mostra que, embora a cooperativa seja líder global, sua força vem da base. “São famílias que respondem por 60% do café que entra na Cooxupé”, afirmou. Hoje, a cooperativa exporta aproximadamente 80% do café produzido, atendendo mais de 50 países.

Rastreabilidade e as ‘quatro ondas’ da cafeicultura

Natália lembrou que a rastreabilidade já é uma realidade consolidada na cafeicultura brasileira, impulsionada tanto por exigências legais quanto pela organização cooperativista. Segundo ela, o setor passou por quatro grandes fases — ou “ondas” — na sua evolução:

  1. Produtividade: ganhos obtidos com pesquisa, manejo e novas tecnologias.
  2. Qualidade: busca por cafés especiais e reconhecimento internacional.
  3. Sustentabilidade ambiental: adequação às legislações e certificações.
  4. Inclusão social: geração de renda, sucessão familiar e valorização das comunidades rurais.

É nessa quarta etapa que se concentram os esforços atuais da Cooxupé.

Um dos destaques apresentados por Natália é o protocolo de sustentabilidade “Gerações”, iniciativa que integra rastreabilidade, pilar ambiental e gestão econômica das propriedades. O programa incentiva boas práticas e cria níveis de evolução, permitindo que o produtor enxergue sua fazenda como uma empresa.

“Não existe sucessão sem renda. É preciso valorizar o produto do cooperado para que ele consiga investir e permanecer no campo”, reforçou.

Agricultura regenerativa e corredores ecológicos

A Cooxupé também tem avançado em agricultura regenerativa, promovendo biodiversidade no café e implantando corredores ecológicos dentro das lavouras. As ações garantem benefícios ambientais e permitem que os produtores recebam créditos de carbono.

“Falamos muito de biodiversidade acima e abaixo do solo — agora damos mais um passo com árvores implantadas de forma planejada dentro das áreas de produção”, explicou.

A superintendente destacou ainda o trabalho de capacitação e treinamento dos cooperados, aproximando-os da ciência e de novas tecnologias. Segundo ela, o efeito multiplicador vem do exemplo. “Quando um produtor começa a aplicar uma prática nova, o vizinho observa e passa a fazer também”, disse.

A motivação, garante Natália Carr, aumenta quando o cooperado percebe o alcance do próprio produto. “Quando ele entende que o café dele está no Carrefour, que chega à Europa, isso traz pertencimento e entusiasmo”.

Comunicação para além do agro

A superintendente da Cooxupé também reforçou o desafio de comunicar a sustentabilidade do café para públicos fora do setor. Ela destacou a importância da parceria com veículos como Canal Rural e CNN para ampliar o alcance das iniciativas.

“Precisamos mostrar dados e evidências do que fazemos. A cafeicultura e o cooperativismo são parte da solução para as mudanças climáticas”, disse.

Assista ao painel sobre rastreabilidade total da cadeia de alimentos no Fórum Planeta Campo, realizado na COP30, em Belém (PA):



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é preciso gerar valor’, diz superintendente da Fapcen



A agricultura vive uma virada histórica — e o Brasil tem potencial para liderar esse movimento. A avaliação é de Gisela Introvini, superintendente da Fundação de Apoio ao Corredor de Exportação Norte (Fapcen), que participa da COP30, em Belém (PA).

Em entrevista ao Canal Rural, ela destacou que a atividade rural passou por fases marcantes até chegar ao atual conceito de agricultura regenerativa, hoje tratada no mundo como uma das práticas de maior valor agregado.

Segundo ela, essa transformação foi construída ao longo de décadas. A agricultura sustentável abriu caminho para a produção em regiões tropicais. Depois vieram a agricultura de precisão, o avanço da biotecnologia e uma série de práticas que melhoraram eficiência, produtividade e manejo.

Essas etapas, afirma, prepararam o setor para o momento atual, no qual o papel da agricultura vai além de produzir alimentos.

Regenerar solo, pessoas e mentalidades

Para ela, o grande diferencial da agricultura regenerativa é a capacidade de integrar preservação ambiental, inclusão social e mudança de mentalidades.

“Falamos de regeneração do solo, das pessoas e de uma nova forma de pensar a produção”, destacou.

Gisela aponta que agricultores brasileiros já aplicam, na prática, métodos reconhecidos globalmente, como rotação de culturas, uso de palhada, manejo integrado e sequestro de carbono — ações que fortalecem a agenda ESG e ampliam o valor dos alimentos produzidos.

Não basta produzir: é preciso gerar impacto positivo

De acordo com a superintendente da Fapcen, a agricultura moderna exige mais do que produtividade.

“Não basta produzir grãos ou frutas. É preciso entregar valor, seguir critérios ESG e mostrar ao mundo que existe responsabilidade social e ambiental no alimento que chega à mesa”, afirmou.

Ela ressalta que esse modelo reconhece e premia agricultores que investem em sustentabilidade, bem-estar e preservação dos biomas.

“O Brasil é, sim, um grande celeiro de segurança alimentar. Temos condições de preservar nossos biomas, incluir pessoas e produzir com responsabilidade”, concluiu.



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AgroNewsPolítica & Agro

Análise aponta urgência climática para o agronegócio



“O Brasil registrou avanços recentes”


"O Brasil registrou avanços recentes"
“O Brasil registrou avanços recentes” – Foto: Divulgação

A preparação para a COP30 reforça a expectativa de que o agronegócio brasileiro avance de intenções para ações concretas na agenda climática. A análise do professor Ricardo Harbs, do Instituto Pecege, aponta que programas só ganham relevância quando há mecanismos capazes de transformar restauração de solo, redução de emissões e inclusão regional em investimentos duradouros.

Iniciativas como a RAIZ e programas nacionais de recuperação mostram que o país possui estrutura técnica para converter áreas degradadas em ativos produtivos de baixo carbono. Lançada pelo Ministério da Agricultura, a RAIZ busca acelerar financiamento e tecnologia para recuperar terras agrícolas, alinhando segurança alimentar, mitigação e geração de renda em projetos sustentados por métricas claras e governança.

“Ao mesmo tempo é preciso enfrentar as contradições que minam a credibilidade do setor. O Brasil registrou avanços recentes no combate ao desmatamento, o que é positivo, mas vigilância e coerência de políticas são condicionantes para que esses avanços se consolidem”, comenta.

O estudo indica que avanços no combate ao desmatamento dependem de políticas coerentes, transparência nas cadeias e inclusão dos produtores familiares. Sem essas bases, a agenda ambiental segue vulnerável a contestação e perde força em mercados que exigem garantias de integridade socioambiental.

“O agronegócio brasileiro deve reivindicar protagonismo, mas assumir compromissos verificáveis, como planos de restauração com metas, mecanismos financeiros que remunerem remoções e práticas regenerativas, e governança que garanta participação da Amazônia e dos pequenos produtores. Sem isso, corremos o risco de transformar um momento simbólico em uma oportunidade perdida. A hora é de transformar promessas em projetos que realmente reduzam emissões e recuperem terras, com retorno social e econômico mensurável”, conclui.

 





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Protesto bloqueia entrada oficial da COP30 e causa atrasos no acesso



A manhã desta sexta-feira (14) foi marcada por protestos na entrada oficial da COP30, após lideranças indígenas bloquearem o acesso de delegações, voluntários, funcionários e também da imprensa. Apesar de pacífica, a manifestação impediu a entrada de credenciados e provocou atrasos na programação do evento.

A diretora de conteúdo do Canal Rural, Jaqueline Silva, que tentava acessar o espaço no momento do bloqueio, relatou as dificuldades. Ela e o diretor do Canal Rural Sul, Giovani Ferreira, precisaram utilizar uma segunda entrada aberta emergencialmente pela organização, já que o acesso principal só foi liberado por volta das 9h50, após o presidente da COP30, André Corrêa do Lago, sair para conversar diretamente com os manifestantes.

Segundo Jaqueline, a alternativa criada para a entrada das equipes foi montada com segurança reforçada. “Tinha muito exército e policiamento no entorno. Todos foram revistados e precisaram mostrar bolsas e credenciais”, afirmou.

Desafios operacionais

De acordo com Ferreira, manifestações desse tipo são comuns e se repetem em praticamente todas as edições da COP. “Em todas as COPs, o ativismo está presente. Isso acaba, de certa forma atrapalhando, atrasando, limitando e dificultando o acesso da sociedade civil, assim como dos negociadores aos locais da COP”, conta.

O diretor também destaca que desafios operacionais costumam marcar grandes conferências climáticas. Ele citou exemplos de edições anteriores, como Glasgow (2021), quando mais de 40 mil participantes precisavam realizar testes diários de Covid-19, e Sharm el-Sheikh (2022), que enfrentou falta d’água nas instalações.

“Os problemas existem em todas as COPs. O segredo está em agir rápido, identificar e se preparar para resolvê-los para que a conferência ocorra dentro da normalidade”, concluiu.

O acesso foi normalizado ao longo da manhã, e a programação da COP30 seguiu com ajustes pontuais.



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é preciso gerar valor’, diz superintendente da Fapecen



A agricultura vive uma virada histórica — e o Brasil tem potencial para liderar esse movimento. A avaliação é de Gisela Introvini, superintendente da Fundação de Apoio ao Corredor de Exportação Norte (Fapcen), que participa da COP30, em Belém (PA).

Em entrevista ao Canal Rural, ela destacou que a atividade rural passou por fases marcantes até chegar ao atual conceito de agricultura regenerativa, hoje tratada no mundo como uma das práticas de maior valor agregado.

Segundo ela, essa transformação foi construída ao longo de décadas. A agricultura sustentável abriu caminho para a produção em regiões tropicais. Depois vieram a agricultura de precisão, o avanço da biotecnologia e uma série de práticas que melhoraram eficiência, produtividade e manejo.

Essas etapas, afirma, prepararam o setor para o momento atual, no qual o papel da agricultura vai além de produzir alimentos.

Regenerar solo, pessoas e mentalidades

Para ela, o grande diferencial da agricultura regenerativa é a capacidade de integrar preservação ambiental, inclusão social e mudança de mentalidades.

“Falamos de regeneração do solo, das pessoas e de uma nova forma de pensar a produção”, destacou.

Gisela aponta que agricultores brasileiros já aplicam, na prática, métodos reconhecidos globalmente, como rotação de culturas, uso de palhada, manejo integrado e sequestro de carbono — ações que fortalecem a agenda ESG e ampliam o valor dos alimentos produzidos.

Não basta produzir: é preciso gerar impacto positivo

De acordo com a superintendente da Fapcen, a agricultura moderna exige mais do que produtividade.

“Não basta produzir grãos ou frutas. É preciso entregar valor, seguir critérios ESG e mostrar ao mundo que existe responsabilidade social e ambiental no alimento que chega à mesa”, afirmou.

Ela ressalta que esse modelo reconhece e premia agricultores que investem em sustentabilidade, bem-estar e preservação dos biomas.

“O Brasil é, sim, um grande celeiro de segurança alimentar. Temos condições de preservar nossos biomas, incluir pessoas e produzir com responsabilidade”, concluiu.



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Frente fria avança e provoca temporais com chuva intensa e ventos fortes


A Defesa Civil de Santa Catarina emitiu alerta de temporais acompanhados por raios, rajadas de vento, chuva intensa e queda de granizo, entre domingo (16) e segunda-feira (17). As condições previstas resultam da chegada de uma frente fria, que está a associada a um ciclone que atua sobre o Oceano Atlântico, entre o Uruguai e o centro da Argentina. 

A Defesa Civil destaca que, apesar de ser influência de um ciclone, as condições meteorológicas são bem diferentes do tempo severo registrado na última sexta-feira (7), em que o processo de formação do ciclone ocorreu sobre a região Sul do Brasil. Na última semana, sete mortes foram registradas no Paraná e no Rio Grande do Sul após a passagem de três ciclones.  

De acordo com a Defesa Civil, os temporais previstos para este final de semana oferecem risco moderado a alto para destelhamentos, danos na rede elétrica, queda árvores, alagamentos e enxurradas. 

O órgão informa que eles devem ter início na tarde de domingo (16) em áreas do grande oeste e planaltos de Santa Catarina, devido ao calor e à umidade, antes de a frente fria se aproximar.  

“Entre o final da tarde e a noite, com a aproximação da frente fria, os temporais ganham força no oeste e sul catarinense, na divisa com o Rio Grande do Sul. Entre a noite de domingo e a madrugada de segunda-feira (17), os temporais se espalham para as demais regiões do estado”, informa a Defesa Civil em nota.  

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boletim climático traz novas previsões para o tempo



O boletim climático divulgado pela NOAA divulgado nesta semana aponta a continuidade do fenômeno La Niña até o final do ano, porém em fraca intensidade. Esse cenário tende a favorecer o aumento das chuvas principalmente em áreas produtoras de soja do Sudeste, Centro-Oeste e Matopiba, com destaque para a segunda quinzena de novembro, período crucial para o plantio da soja.

Sem risco de geada tardia no Sul

Para o Sul do Brasil, não há indicativos de geadas tardias. A previsão, no entanto, mostra que as temperaturas devem ficar um pouco mais baixas em estados como Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, além de São Paulo e Mato Grosso do Sul.

Ao contrário de outros anos marcados pela La Niña, não há projeção de seca ou estiagem severa no Sul durante o próximo ciclo. As tendências apontam para uma condição de neutralidade climática entre o fim do verão e o início do outono. Já para a safra 2026/27, o boletim indica possibilidade de retorno do El Niño.

Chuva ganha força nos próximos dias

Nos próximos 5 dias, a chuva deve se concentrar no sul de Mato Grosso do Sul e sul de Minas Gerais. A partir de domingo, uma nova frente fria avança pelo país, provocando temporais no Sul, em São Paulo e no Mato Grosso do Sul, com risco de rajadas de vento forte e queda de granizo.

O sistema também deve impulsionar volumes expressivos de precipitação, podendo chegar a 100 mm, sobre Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso e áreas do Matopiba.

Corredor de umidade e possível ZCAS

Entre os dias 25 e 29 de novembro, os modelos indicam a formação de um corredor de umidade, mantendo acumulados entre 80 e 90 mm em áreas centrais e sudeste do país. Há também sinais da formação de uma Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS), fenômeno associado a períodos prolongados de chuva.

Para o produtor rural, a presença da ZCAS costuma ser favorável, mantendo os solos bem abastecidos tanto no Centro-Oeste quanto no Sudeste.



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AgroNewsPolítica & Agro

incertezas nos EUA e oferta chinesa freiam demanda



As cotações da soja na Bolsa de Chicago voltaram a subir



Foto: United Soybean Board

As cotações da soja na Bolsa de Chicago voltaram a subir, atingindo US$ 11,32 por bushel em 13 de novembro, conforme dados da CEEMA. O avanço foi puxado pela expectativa de corte na estimativa da produção norte-americana e possível retomada das compras chinesas.

Contudo, analistas alertam para o excesso de estoques na China, que chegaram a 10,3 milhões de toneladas — um novo recorde — devido ao alto volume importado do Brasil e da Argentina. Em outubro, a China comprou 9,5 milhões de toneladas, sendo 6,7 milhões do Brasil.

Apesar das apostas de que Pequim voltaria ao mercado dos EUA, a diferença de preços continua desfavorável ao produto norte-americano. A margem de esmagamento na China está baixa e os preços do farelo de soja caíram mais de 20% desde abril.

Com isso, mesmo com as incertezas produtivas nos EUA, há pouca expectativa de forte reação na demanda internacional. Os estoques finais americanos devem ficar entre 5,09 e 13,44 milhões de toneladas, segundo estimativas do mercado.

O relatório do USDA, previsto para 14 de novembro, será decisivo. A depender do conteúdo, as cotações podem voltar a recuar abaixo de US$ 11,00 por bushel nas próximas semanas.

 





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chamada para fundos inovação/descarbonização atraiu R$ 73,7 bilhões



O presidente do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Aloizio Mercadante, informou nesta sexta-feira (14) que houve uma grande demanda pela chamada feita pelo banco para a criação de fundos de investimento voltados à inovação e descarbonização. “Todos os grandes fundos internacionais demonstraram muito interesse”, afirmou.

Segundo ele, foram recebidas 45 propostas, no total de R$ 73,7 bilhões, mas que o BNDES vai destinar R$ 5 bilhões para esses fundos, além de fiscalizar e acompanhar. “Saímos de setores tradicionais consolidados, como a agropecuária, então a perspectiva é de grandes fundos de descarbonização e economia verde, de energia limpa e inovação”, explicou Mercadante.

“Nossa disposição é ter no máximo 25% dentro de cada fundo e o mercado, 75%. Esse é o modelo que queremos escalar no mercado de capitais”, acrescentou, estimando que devem ser formados entre cinco a seis fundos.



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