sexta-feira, março 27, 2026

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EUA registram 332 mil toneladas de soja vendidas à China desde outubro



Exportadores dos Estados Unidos reportaram 332 mil toneladas de soja vendidas à China entre 1º de outubro e 13 de novembro. Os dados foram divulgados pelo Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), na última sexta-feira (14), após a retomada das publicações, interrompidas durante a paralisação do governo norte-americano.

As vendas comunicadas incluem duas operações acima do limite obrigatório de reporte: cem mil toneladas em 30 de outubro e duzentas e trinta e duas mil toneladas em 3 de novembro. Essas datas ocorreram próximas ao encontro entre os presidentes Donald Trump e Xi Jinping, realizado no fim de outubro na Coreia do Sul.

Normas de reporte do USDA

Pelas regras do USDA, exportadores dos Estados Unidos devem informar qualquer venda diária igual ou superior a cem mil toneladas de uma commodity. Também devem ser reportadas operações de duzentas mil toneladas ou mais destinadas a um único comprador, sempre até o dia seguinte.

Vendas para destinos não identificados

No mesmo período, houve ainda vendas avulsas de soja para destinos não especificados, somando seiscentas e dezesseis mil toneladas. Essas operações podem ou não ter como destino a China. Apesar disso, o volume permanece muito inferior ao compromisso chinês de adquirir doze milhões de toneladas até o fim do ano.



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Disparidade entre preços limita negócios da soja



As negociações envolvendo a soja em grão estão mais lentas no Brasil, como apontam os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

De acordo com o instituto, esse cenário está atrelado à disparidade entre os valores ofertados pelos compradores e os pedidos por vendedores. De um lado, pesquisadores do Cepea apontam que os sojicultores se mostram capitalizados e afastados das negociações. Esses agentes têm a atenção voltada à valorização externa. 

Já boa parte dos consumidores está cautelosa, atenta ao alto estoque remanescente da safra 2024/25, às expectativas de safra recorde na temporada 2025/26, à desvalorização cambial (US$/R$) e à queda nos prêmios de exportação no Brasil.

Deste modo, os preços da soja em grão registraram apenas pequenas oscilações ao longo da última semana nas praças acompanhadas pelo Cepea.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Mercado reduz previsão da inflação para 4,46%



Após a divulgação da inflação de outubro, a menor para o mês em quase 30 anos, a previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – passou de 4,55% para 4,46% este ano. Com isso, a estimativa alcançou o intervalo da meta de inflação que deve ser perseguida pelo Banco Central (BC).

Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%.

A estimativa está no boletim Focus desta segunda-feira (17), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC), em Brasília, com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.

Para 2026, a projeção da inflação permaneceu em 4,2%. Para 2027 e 2028, as previsões são de 3,8% e 3,5%, respectivamente.

A redução na conta de luz puxou a inflação oficial para baixo e fez o IPCA fechar outubro em 0,09%, o menor para o mês desde 1998, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE). Em setembro, o índice havia marcado 0,48%. Em outubro de 2024, a variação havia sido de 0,56%.

Com esse resultado, a inflação acumulada em 12 meses é 4,68%, a primeira vez, em oito meses, que o patamar fica abaixo da casa de 5%. No entanto, ainda acima do teto da meta do CMN.

Juros básicos

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros – a Selic – definida em 15% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. O recuo da inflação e a desaceleração da economia levaram à manutenção da Selic pela terceira vez seguida, na última reunião, no início deste mês.

No entanto, o colegiado não descarta a possibilidade de voltar a elevar os juros “caso julgue apropriado”.

Em nota, o BC informou que o ambiente externo se mantém incerto por causa da conjuntura e da política econômica nos Estados Unidos, com reflexos nas condições financeiras globais.

Já no Brasil, a autarquia destacou que a inflação continua acima da meta, apesar da desaceleração da atividade econômica, o que indica que os juros continuarão alto por bastante tempo.

A estimativa dos analistas de mercado é que a taxa básica encerre 2025 nesses 15% ao ano. Para o fim de 2026, a expectativa é que a Selic caia para 12,25% ao ano. Para 2027 e 2028, a previsão é que ela seja reduzida novamente para 10,5% ao ano e 10% ao ano, respectivamente.

Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida; e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Os bancos ainda consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.

Quando a taxa Selic é reduzida, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.

PIB e câmbio

Nesta edição do boletim Focus, a estimativa das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano permaneceu em 2,16%.

Para 2026, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país) ficou em 1,78%. Para 2027 e 2028, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 1,88% e 2%, respectivamente.

Puxada pelas expansões dos serviços e da indústria, no segundo trimestre deste ano a economia brasileira cresceu 0,4%. Em 2024, o PIB fechou com alta de 3,4%. O resultado representa o quarto ano seguido de crescimento, sendo a maior expansão desde 2021, quando o PIB alcançou 4,8%.

A previsão da cotação do dólar está em R$ 5,40 para o fim deste ano. No fim de 2026, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,50.



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Pré-emergentes na soja exigem uso combinado no Cerrado



Entre os produtos mais utilizados no Cerrado, destacam-se três princípios ativos


Entre os produtos mais utilizados no Cerrado, destacam-se três princípios ativos
Entre os produtos mais utilizados no Cerrado, destacam-se três princípios ativos – Foto: Nadia Borges

O manejo inicial da lavoura de soja depende cada vez mais do uso eficiente de herbicidas pré-emergentes, segundo Ranuelli Renon Flor, engenheiro agronomo. Em áreas de alta infestação ou com histórico de resistência, o uso correto dessas moléculas garante um início de safra mais limpo e com menor competição por recursos. A combinação entre diferentes grupos químicos é essencial para ampliar o espectro de controle e evitar falhas no manejo.

Entre os produtos mais utilizados no Cerrado, destacam-se três princípios ativos com funções complementares. O S-metolacloro, do grupo 15, tem se mostrado altamente eficaz no controle de gramíneas anuais como capim-arroz, milhã e braquiária. Ensaios indicam desempenho entre 85% e 95% quando aplicado em condições de boa umidade. Seu efeito sobre folhas largas é limitado, sendo comum a associação com outras moléculas para reforçar o controle.

Já o diclosulam, pertencente ao grupo 2, oferece excelente desempenho sobre folhas largas como caruru, picão-preto, corda-de-viola e leiteiro. Pode alcançar até 95% de controle em espécies suscetíveis e mantém residual próximo a 60 dias, dependendo do clima e do solo. No entanto, requer atenção quanto ao risco de efeito residual sobre culturas implantadas na sequência.

A flumioxazina, do grupo 14, é hoje uma das principais alternativas para o manejo de folhas largas resistentes ao glifosato. Estudos mostram eficácia entre 90% e 98% em espécies sensíveis, sendo especialmente útil contra caruru, picão-preto e apaga-fogo. Seu desempenho sobre gramíneas é mais moderado, mas torna-se muito eficiente quando associada a moléculas com residual prolongado.

“Nenhum pré-emergente “faz tudo” sozinho. A escolha deve considerar: banco de sementes do talhão, textura e matéria orgânica do solo, histórico de resistência, necessidade de residual”, conclui.





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Brasil investe R$ 380 milhões em tecnologia para monitorar navios e reforçar segurança portuária



O governo federal vai investir R$ 380 milhões na modernização de alguns dos principais portos públicos do país. O Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) confirmou que o recurso será usado para implantar o Sistema de Gerenciamento e Informação do Tráfego de Embarcações (VTMIS), tecnologia capaz de monitorar, em tempo real, todas as embarcações na área portuária e informar as condições de navegabilidade.

O sistema está sendo instalado em Santos (SP), Paranaguá (PR), Rio de Janeiro (RJ), Rio Grande (RS), Itaguaí (RJ), Itaqui (MA) e Vila do Conde (PA). Juntos, esses portos respondem por 56% de toda a movimentação realizada nos terminais públicos brasileiros.

Segundo o ministro Sílvio Costa Filho, o avanço do VTMIS coloca o Brasil no mesmo padrão tecnológico de grandes portos internacionais.

“Estamos trazendo ao país o que existe de mais moderno em tecnologia portuária. Com recordes sucessivos de movimentação, a modernização é fundamental para garantir eficiência logística”, afirmou.

No Porto de Santos, o maior da América Latina, a implantação já foi licitada e o resultado deve ser divulgado no início de dezembro. O secretário Nacional de Portos, Alex Ávila, destaca que os investimentos seguem critérios técnicos como intensidade do tráfego, riscos à navegação e segurança pública.

Em Paranaguá, a autoridade portuária deve lançar o edital ainda este ano. O sistema será operado inicialmente pelo próprio porto, e depois pela concessionária que venceu o leilão do canal de acesso. A cobertura vai se estender também até a região de Antonina.

No Porto de Rio Grande, um sistema similar, o VTS, está em fase de implantação. Além do monitoramento completo do tráfego, a tecnologia utiliza sensores térmicos e infravermelho para visão noturna e informa dados sobre vento, maré, corrente e salinidade da água. Na Lagoa dos Patos, essas condições impactam diretamente o calado e a capacidade de carga dos navios.

No Rio de Janeiro, o VTMIS avança em três etapas. A primeira já está concluída, com o novo Centro de Controle Operacional e sensores instalados. As próximas fases incluem aquisição de equipamentos, ativação de estações remotas e integração completa dos dados.

Outros portos

Belém, Santarém, Vila do Conde, Salvador, Aratu, São Francisco do Sul, Imbituba, Itajaí, Fortaleza e Manaus estão em fase de estudos para definir necessidades técnicas e possíveis investimentos.

Segurança reforçada

Além de melhorar a eficiência das operações, o VTMIS deve fortalecer o combate a ilícitos como tráfico de drogas, contrabando e movimentações suspeitas. A tecnologia permite integrar radares, câmeras e sensores com sistemas de fiscalização e inteligência.

O VTMIS faz parte do pacote de Inteligência Logística Portuária conduzido pelo governo federal, junto com ferramentas como o VTS e o LPS. A combinação das plataformas posiciona o Brasil mais próximo dos padrões internacionais de segurança e de eficiência na navegação.



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Exportações de madeira para os EUA despencam 55% após tarifaço



As exportações brasileiras de produtos madeireiros para os Estados Unidos sofreram uma queda média de 55% nos primeiros três meses de vigência da tarifa de 50% aplicada pelo governo norte-americano. Os dados constam de uma análise da Associação Brasileira da Indústria de Madeira Processada Mecanicamente (Abimci) com base nos números da Secex/MDIC, divulgados em 6 de novembro.

De agosto a outubro, praticamente todos os segmentos foram afetados, incluindo molduras, compensados, madeira serrada, portas e pisos, produtos para os quais o mercado norte-americano é o principal destino. Segundo a Abimci, o impacto da taxação desencadeou uma reação em cadeia dentro das empresas brasileiras.

Com a perda abrupta do mercado comprador, indústrias passaram a operar abaixo da capacidade instalada, o que levou à adoção de férias coletivas, redução temporária de jornada (layoff) e, em vários casos, demissões. O setor acumula quatro meses consecutivos de retração, tendência que começou em julho, logo após o anúncio da tarifa, e se intensificou ao longo do segundo semestre.

O superintendente da Abimci, Paulo Pupo, alerta que o cenário pode se agravar caso não haja avanço nas negociações entre os governos brasileiro e norte-americano.

“A única solução passa por tratativas efetivas que permitam a readequação das tarifas e a normalização do comércio. Até agora, no entanto, o que se vê é ausência de ações práticas e agendas eficientes”, afirmou.

Além da queda nas vendas, Pupo destaca outro risco: a perda de espaço no mercado dos Estados Unidos.

“Sem sinais de progresso, cresce a chance de substituição dos produtos brasileiros por fornecedores de países com taxas mais baixas. Como hoje temos a maior tarifa nominal do mundo, estamos extremamente expostos. Isso compromete um relacionamento comercial construído ao longo de décadas”, completou.

A Abimci reforça a necessidade de urgência nas negociações bilaterais para evitar perdas ainda maiores e preservar empresas e empregos ligados à cadeia da madeira processada.



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Exigências ambientais externas ampliam disputa jurídica



O tema envolve ainda possíveis efeitos concorrenciais


O tema envolve ainda possíveis efeitos concorrenciais
O tema envolve ainda possíveis efeitos concorrenciais – Foto: Pixabay

A intensificação de exigências externas para comprovar a ausência de dano ambiental na produção reacendeu um debate jurídico sobre limites regulatórios. A avaliação de especialistas aponta que padrões impostos por grandes agentes privados podem criar obrigações que ultrapassam a legislação e interferem na ordem econômica.

“Esses acordos privados transferem ao produtor o ônus de provar continuamente que não causa dano ambiental, invertendo a presunção de legalidade e de boa-fé de quem cumpre o Código Florestal e demais normas”, explica a advogada especialista em Direito Agrário e do Agronegócio, Márcia de Alcântara, do escritório Celso Cândido de Souza Advogados.

O tema envolve ainda possíveis efeitos concorrenciais, já que a coordenação entre tradings reunidas em associações pode resultar na aplicação de critérios mais rígidos que os previstos em lei e na troca de informações sensíveis. Há também relatos de cobranças financeiras e bloqueios comerciais sem respaldo normativo, segundo o contexto apresentado pela especialista.

A controvérsia ganhou dimensão institucional após decisão do Supremo que suspendeu processos relacionados à Moratória da Soja para evitar decisões contraditórias, enquanto a autoridade antitruste aguarda a definição para seguir com apurações. Entidades do setor defendem a continuidade da atuação concorrencial e alertam para indícios de coordenação de compra.

“Esse conjunto garante previsibilidade ao produtor regular e comprova que o país possui um marco ambiental sólido. Por isso, exigências externas precisam respeitar a proporcionalidade, a transparência e o devido processo. Caso contrário, correm o risco de ferir a legislação brasileira e distorcer a concorrência”, conclui.





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Há uma disputa entre EUA e China no debate sobre clima, diz presidente da COP30



O embaixador André Corrêa do Lago vê uma disputa geopolítica entre os Estados Unidos e a China no debate sobre clima.

“Uma coisa muito clara nesta COP é a presença muito forte da China e essa situação curiosa em que nós temos a China como a grande apoiadora dessa nova economia e o governo norte-americano defendendo um retorno a uma economia antiga”, afirmou Corrêa do Lago, em entrevista ao programa Brasil no Mundo, da TV Brasil, na noite de domingo (16).

“O país para o qual os Estados Unidos estão de olhando é a China e a China está totalmente apoiadora desta agenda de combate à mudança do clima. Então tornou-se quase um embate geopolítico dentro desta negociação de qual direção o mundo deve tomar”, afirma o embaixador, que é o atual presidente da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30).

Ele considera que há uma preocupação entre certos setores econômicos e políticos dos EUA de que, ao abandonar a transição energética, o país perca a liderança tecnológica nesta nova fase da economia global.

“Essa diferença de caminhos é uma coisa muito interessante de se observar nesta COP”, afirma.

Corrêa do Lago alertou também para o que considera um novo negacionismo, o “negacionismo econômico”.

“É muito o que defende o secretário de Energia dos EUA [Chris Wright], que não nega o impacto das atividades humanas sobre a mudança do clima. Ele considera que a mudança do clima é uma consequência de algo que é muito positivo que é o desenvolvimento, portanto, acredita que a solução está mais ligada a se adaptar do que a mitigar”, afirma.

Corrêa do Lago destaca o que considera uma tendência à imposição da agenda também pelo aspecto econômico, já que em muitos setores da economia as tecnologias que usam substitutos dos combustíveis dos fósseis já estão mais baratas. “Fica muito difícil você negar isso”, comenta.

Ao falar da ausência dos Estados Unidos, Corrêa destacou a presença de governadores, como o da Califórnia, que juntos representam 60% do PIB norte-americano.

“A ausência do governo norte-americano faz com que o governo não participe, mas a ausência mais marcante dos EUA é se persistirem em um direcionamento de voltar para os combustíveis fósseis”, avalia. “Isso teria um impacto muito grande pelo peso dos EUA na economia mundial”.

Fundo Florestas para Sempre

Durante a entrevista para os jornalistas Cristina Serra, Jamil Chade e Yan Boechat, o embaixador falou também sobre o novo instrumento de financiamento lançado pelo Brasil, o Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF).

“O fundo apresentado pelo Brasil é muito inovador, ao mesmo tempo lida com a questão essencial que é a preservação de florestas, e lida também com biodiversidade e populações locais”, afirma.

O embaixador acredita que é um fundo que, por estar fora dos mecanismos oficiais da COP, tem mais condições de receber recursos de países em desenvolvimento, como Brasil e China.

“Porque tudo que está dentro da convenção está no princípio que os países desenvolvidos devem fornecer recursos para os países em desenvolvimento”, explica. “Portanto, é inovador em vários sentidos, inclusive ao abrir a porta para que países como a China participem”.

Corrêa do Lago afirma que o foco do TFFF são fundos soberanos – fundos de investimentos geridos por países – que buscam rendimentos fixos e deve ter novos anúncios de investimentos após a COP. Segundo ele, o fato de ser um fundo inovador faz com que os países levem um tempo a entender o modelo.



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Inflação, IBC-Br e Fed no foco do mercado no início da semana; ouça análise


No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca que a ata do Copom reforçou postura conservadora, enquanto o IPCA de outubro desacelerou a 0,09% e reavivou apostas de corte de juros em janeiro.

O Ibovespa tocou 158 mil pontos, acumulando a quinta alta semanal seguida, com destaque para Petrobras, bancos e varejo. O real seguiu abaixo de R$ 5,30 pelo quarto pregão; dólar cai 1,54% em novembro.

Hoje, atenção ao IPC-S, IBC-Br e estimativa da inflação na Zona do Euro.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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Nova frente fria chega na semana e aumenta risco de temporais; saiba onde



O avanço de uma nova frente fria sobre o Sudeste deve elevar o risco de temporais ao longo desta semana, segundo previsão da meteorologista Josélia Pegorim, da Climatempo. O sistema começa a influenciar o tempo já nesta segunda-feira (17), especialmente em São Paulo, Triângulo Mineiro, centro-sul de Minas Gerais e centro-sul do Rio de Janeiro.

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Na terça-feira (18), a frente fria permanece quase estacionária entre São Paulo e Rio de Janeiro, mantendo a atmosfera instável.

Na quarta (19), o sistema volta a se deslocar, avançando para o Espírito Santo e para o centro-leste e norte de Minas Gerais.

Segunda-feira tem alerta para temporais em SP e MG

A chegada da frente fria torna o dia ainda mais instável em São Paulo. O estado terá muitas nuvens, sensação de abafamento e pancadas de chuva com raios entre a tarde e a noite. A Climatempo alerta para risco de chuva moderada a forte em todas as regiões paulistas, incluindo Grande São Paulo, além de temporais no norte e nordeste do estado, com destaque para Ribeirão Preto, Franca, São Carlos e Presidente Prudente.

Em Minas Gerais, o alerta também vale para o Triângulo Mineiro e o Sul de Minas, onde a combinação de calor, umidade e aproximação da frente fria favorece chuvas intensas com trovoadas. No Rio de Janeiro e no centro-sul mineiro, o dia será marcado por sol entre nuvens, abafamento e pancadas de chuva principalmente à tarde e à noite.

No Espírito Santo, a segunda-feira será de sol pela manhã e chuva isolada a partir do fim da tarde no centro-sul do estado. Já o norte capixaba e o norte mineiro seguem com predomínio de sol e baixa chance de chuva.

Instabilidade persiste na terça-feira

Com a frente fria quase parada entre SP e RJ, a chuva se mantém concentrada nesses dois estados e também no centro, oeste e sul de Minas Gerais. O padrão segue com muitas nuvens, tempo abafado e pancadas de chuva ao longo do dia.

Quarta-feira: sistema avança para ES e norte de MG

Na quarta, a frente fria avança para o Espírito Santo e o norte e leste de Minas Gerais, aumentando as condições para pancadas de chuva nessas regiões. Capitais como Vitória, Belo Horizonte e Rio de Janeiro também terão instabilidade ao longo do dia.

Em São Paulo, a situação muda: o risco de chuva intensa diminui bastante, e o sol volta a predominar na Grande São Paulo.

Fim da semana com chuva mais concentrada

Entre quinta (20) e sexta-feira (21), a chuva se concentra sobre o norte e leste de Minas Gerais e sobre o Espírito Santo. Nas demais áreas do Sudeste, o sol aparece com mais força e o tempo tende a ficar mais firme.

Frio atípico não deve avançar

Mesmo com a chegada da frente fria, o ar frio associado ao sistema não é forte. Não há previsão de queda intensa e prolongada de temperatura no Sul e Sudeste. As madrugadas podem até ficar mais amenas, mas as tardes voltam a esquentar já no meio da semana.

Temperaturas próximas de 10 °C ainda poderão ser registradas nesta segunda (17) e terça (18) em áreas mais elevadas das serras gaúcha e catarinense e na fronteira do Rio Grande do Sul com o Uruguai.



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