segunda-feira, agosto 3, 2026

Agro

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Em Ponta Grossa (PR), plantio da soja deve iniciar nos próximos dias


O plantio da soja nos municípios que englobam o núcleo de Ponta Grossa do Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria de Agricultura do Paraná está previsto para iniciar no próximo dia 20.

Conforme o economista Luiz Alberto Vantroba, as atividades de plantio devem ser incipientes neste primeiro momento, representando menos de 5% da área até o início de outubro.

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Estratégia dos produtores

produtores rurais sojaprodutores rurais soja
Foto: Marcelo Lara/Canal Rural

Alguns produtores optam por realizar o plantio antecipado para possibilitar a colheita da safrinha do milho posteriormente. O volume maior de plantio deve ocorrer a partir de 10 de outubro. Historicamente, o período de plantio era padronizado entre 15 de outubro e 15 de novembro, mas muitos agricultores têm adiantado suas atividades,

A expectativa é que a área destinada ao cultivo da soja atinja cerca de 500 mil hectares, apresentando um leve aumento em relação ao ano passado. Essa tendência reflete um cenário otimista para a safra, com produtores se adaptando às novas dinâmicas de mercado e clima.



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Em Ponta Grossa (PR), plantio da soja deve iniciar nos próximos dias


O plantio da soja nos municípios que englobam o núcleo de Ponta Grossa do Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria de Agricultura do Paraná está previsto para iniciar no próximo dia 20.

Conforme o economista Luiz Alberto Vantroba, as atividades de plantio devem ser incipientes neste primeiro momento, representando menos de 5% da área até o início de outubro.

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Estratégia dos produtores

produtores rurais sojaprodutores rurais soja
Foto: Marcelo Lara/Canal Rural

Alguns produtores optam por realizar o plantio antecipado para possibilitar a colheita da safrinha do milho posteriormente. O volume maior de plantio deve ocorrer a partir de 10 de outubro. Historicamente, o período de plantio era padronizado entre 15 de outubro e 15 de novembro, mas muitos agricultores têm adiantado suas atividades,

A expectativa é que a área destinada ao cultivo da soja atinja cerca de 500 mil hectares, apresentando um leve aumento em relação ao ano passado. Essa tendência reflete um cenário otimista para a safra, com produtores se adaptando às novas dinâmicas de mercado e clima.



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Governo anuncia R$ 514 milhões para combater incêndios florestais


Até esta quarta-feira (18), o governo liberará um crédito extraordinário de R$ 514 milhões para combater os incêndios florestais que se alastram pelo país. O anúncio foi feito pelo ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa, e pela ministra do Meio Ambiente e Mudanças Climáticas, Marina Silva, em reunião entre representantes dos Três Poderes para discutir as ações de combate às queimadas.

Os recursos, informou Costa, serão distribuídos em diversos ministérios e serão usados para a aquisição de equipamentos e para a execução de medidas no curto prazo. A medida provisória com o crédito extraordinário deve ser editada nas próximas horas.

De acordo com a Casa Civil, uma parte dos recursos será destinada ao Ministério do Meio Ambiente e Mudanças Climáticas para reforçar o monitoramento e enfrentamento às queimadas. Com o dinheiro extra, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) poderão contratar brigadistas e alugar viaturas e aeronaves.

Também receberão o dinheiro a Polícia Federal e a Força Nacional de Segurança Pública, para reforçar as investigações e a repressão ao crime ambiental. A verba também será distribuída às Forças Armadas, para operações de apoio na extinção das chamas. Outra parte dos recursos será empregada na compra de cestas básicas e de alimentos às famílias da Região Norte afetadas pela baixa dos rios.

Segundo o ministro da Casa Civil, o dinheiro será aplicado em parceria com os estados e os municípios. Na próxima quinta-feira (19), o governo federal pretende reunir-se com os 27 governadores para ouvir as demandas e os pedidos de ajuda para traçar um diagnóstico, acrescentou Rui Costa.

O valor já havia sido informado ao Supremo. No domingo (15), o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou um orçamento especial para o enfrentamento às mudanças climáticas. O governo poderá abrir um crédito extraordinário, que por definição está fora das metas fiscais, sem correr o risco de que o dinheiro seja reincluído nelas, caso a medida provisória seja rejeitada ou não seja votada a tempo.

Ainda nesta semana, afirmou Costa, o governo enviará outra medida provisória para simplificar a liberação de recursos do Fundo Amazônia pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Realizado no fim da tarde desta terça-feira (17), no Palácio do Planalto, em Brasília, o encontro teve a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, dos presidentes do STF, Luís Roberto Barroso; do Senado, Rodrigo Pacheco; e da Câmara dos Deputados, Arthur Lira. O encontro também reuniu ministros do governo, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, e representantes da Polícia Federal e do Tribunal de Contas da União (TCU).

Conselho Nacional de Segurança Climática

A ministra Marina Silva informou que o governo avalia propostas de criação de um Conselho Nacional de Segurança Climática e de um Plano de Prevenção de Efeitos Climáticos Extremos.

“Há pouco, nós conversávamos, e o senhor [presidente Lula] teve uma ideia de que, do mesmo jeito que o senhor criou o Conselho Nacional de Segurança Alimentar, o senhor gostaria de que estudássemos a possibilidade, de caráter de urgência, celebrando essa reunião com os Poderes, o Conselho Nacional de Segurança Climática”, disse.

Para Marina, o conselho terá papel importante ao articular diferentes setores da sociedade.
“Acho que isso é uma grande sacada que o senhor teve, porque nós temos o pacto com os Poderes, nós vamos poder reunir o Superior Tribunal de Justiça, a Câmara dos Deputados, o Congresso, a sociedade, o setor empresarial, e poder apresentar recomendações para que mais que mitigar, mais que adaptar e nos preparar, nós possamos transformar o nosso país”, acrescentou. O plano de prevenção, informou a ministra, está sob análise da Casa Civil.



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AgroNewsPolítica & Agro

Mercado de algodão em pluma segue lento


Dificuldade na negociação está relacionada a qualidade do produto





Foto: Canva

O mercado de algodão em pluma no Brasil continua com um ritmo de negócios lento, impactado pela falta de sintonia entre a qualidade dos lotes e os preços praticados. Enquanto os agentes do setor priorizam o cumprimento de contratos já firmados, muitos comerciantes enfrentam dificuldades para encontrar algodão que atenda às especificações de qualidade desejadas, mesmo com a disposição de pagar valores mais altos.

Segundo informações do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), a dificuldade na negociação está relacionada tanto à qualidade do produto disponível quanto à disparidade entre os valores ofertados e pedidos. Alguns vendedores mostram flexibilidade nos preços, mas muitos compradores ainda oferecem valores abaixo do esperado.

De acordo com estimativas da Conab, a produção brasileira de algodão deve crescer 15,1%, alcançando 3,654 milhões de toneladas. Globalmente, o USDA prevê um aumento de 2,5% na safra 2024/25, com o Brasil se mantendo na liderança das exportações, com um market share de 29%.





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Brasil agora pode exportar feno e fibra de coco para o Canadá



O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) anunciou a abertura de mercados no Canadá para exportações de feno e fibra de coco do Brasil. Em nota publicada nesta quarta-feira (18), o ministério afirma “que recebeu com satisfação o anúncio, pelas autoridades sanitárias canadenses”.

Com a aprovação, a importação de feno para alimentação animal e de fibra de coco do Brasil não exigirá necessidade de certificação fitossanitária.

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Essa não é a primeira vez no ano em que ocorre uma abertura de mercado entre os dois países. Ainda em 2024, o Canadá autorizou a entrada de grãos secos de destilaria (DDG ou DDGS), gelatina e colágeno de origem suína, e mastigáveis de origem aviária, caprina e bovina de origens brasileiras para o país.

Segundo o Mapa, nos primeiros sete meses deste ano, o Brasil exportou mais de US$ 604 milhões em produtos agrícolas para o Canadá.

O ministério também comemorou a 112ª abertura de mercado em 2024. “Com essas novas autorizações, o agronegócio brasileiro atinge a sua 112ª abertura de mercado em 2024, totalizando 190 aberturas em 58 destinos desde o início de 2023”.



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Força Nacional combaterá incêndios florestais em seis estados


O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, autorizou, nesta quarta-feira (18) o uso da Força Nacional de Segurança Pública em municípios dos estados do Amazonas, do Pará, de Rondônia, de Mato Grosso, de Roraima e do Acre para atuar no combate a incêndios florestais, por 90 dias.

A medida foi publicada no Diário Oficial da União (DOU).

O texto explica que os profissionais da Força Nacional vão trabalhar em articulação com os órgãos de segurança pública e defesa social destes seis estados e da União, bem como com os órgãos e entidades públicas responsáveis pela proteção do meio ambiente, nestas localidades.

Especificamente, os efetivos de polícia judiciária e de polícia técnico-científica da Força Nacional de Segurança Pública atuarão em apoio às polícias civis dos estados e à Polícia Federal na investigação e combate das causas de surgimento de incêndios por ação humana.

Os municípios que contarão com o emprego da Força Nacional são:

  • Amazonas: Apuí, Boca do Acre, Humaitá, Lábrea, Manicoré e Novo Aripuanã;
  • Pará: Altamira, Itaituba, Jacareacanga, Novo Progresso, Ourilândia do Norte e São Félix do Xingu;
  • Rondônia: Candeias do Jamari, Nova Mamoré e Porto Velho;
  • Mato Grosso: Aripuanã, Colniza e Nova Maringá;
  • Roraima: Caracaraí; 
  • Acre: Feijó.

A quantidade de agentes ainda será definida pela Secretaria Nacional de Segurança Pública, do Ministério da Justiça e Segurança Pública.



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preço sobe 100% e robusta opera na casa dos R$ 1.500



Os preços do café robusta seguem renovando os recordes reais e, pela primeira vez, vêm fechando acima de R$ 1.500 por saca de 60 kg desde o final da semana passada.

Segundo pesquisadores do Cepea, o movimento de alta nas cotações da variedade é observado desde o último trimestre de 2023, quando o Indicador Cepea/Esalq do robusta operava na casa dos R$ 740/sc – ou seja, de lá para cá, a valorização do café é de 100%.

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Pesquisadores do Cepea relembram que o impulso aos preços do robusta vem do clima adverso, que atrapalhou a safra brasileira e deve derrubar também a produção do Vietnã (maior produtor mundial da variedade).

Além disso, foram verificados problemas com o fluxo de mercadorias através do globo, que encarece o frete e atrapalha os envios da Ásia para a Europa. Ainda de acordo com pesquisadores do Cepea, por usa vez, o início da safra 25/26 brasileira preocupa, tendo em vista o clima seco e quente, tanto nas áreas de arábica quanto de robusta.



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Chuva impulsiona o início do plantio da soja na área da Coopavel (PR)


Após período de seca, a área de abrangência da Cooperativa Coopavel, que atua no oeste e sudoeste do Paraná, recebeu chuvas volumosas no último final de semana, garantindo o início da semeadura da soja.

As precipitações começaram no sábado (14) pela manhã, com 20 milímetros. Durante a noite, a chuva apareceu novamente e no domingo se estendeu ao longo do dia. No acumulado, foram 76 milímetros.

Até o momento, a área plantada chega a 1% e pode chegar a 2% ou 3%. Para este ano, a expectativa é que sejam cultivados 411 mil hectares, ante 405 mil hectares em 2023.

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Situação no Paraná

Foto: Pedro Silvestre

No Paraná, a região que inclui o Norte, Noroeste, Oeste e Centro-Oeste do estado, pôde iniciar o plantio da soja a partir do dia 1º de setembro. Embora o plantio tivesse sinal verde para iniciar, a escassez tem atrasado o início da semeadura.

O presidente da Aprosoja-PR, Eduardo Cassiano, comenta que um número reduzido de produtores começou o plantio na última quinta-feira. Essa decisão foi influenciada pela previsão de chuva, que acabou se confirmando em algumas áreas espalhadas pelo estado. Mesmo assim, a maioria dos produtores segue no aguardo de mais chuvas para garantir condições mais favoráveis para o plantio.

Confira o fim do vazio sanitário nas outras áreas do estado:

  • Paraná:
    • Região 1: 21 de junho a 19 de setembro
    • Região 2: 02 de junho a 31 de agosto
    • Região 3: 22 de junho a 20 de setembro



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disparidade entre preços reduz liquidez



A liquidez no mercado do arroz em casca no Rio Grande do Sul está bastante fraca – as exceções são os negócios com destino às exportações. De acordo com pesquisadores do Cepea, esse cenário se deve à maior disparidade entre os preços de compra e de venda.

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No campo, chuvas intensas que ocorreram em todo o estado na semana passada prejudicaram o transporte do grão e dificultaram a preparação do solo para as atividades de pré-plantio que, em algumas microrregiões sul-rio-grandenses, tende a se iniciar nos próximos dias.

Segundo pesquisadores do Cepea, isso tem gerado preocupações entre os produtores de arroz, devido aos possíveis atrasos no início do cultivo da nova safra.



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Pela 1ª vez o mundo precisa da América Latina, por alimentos e transição energética



O presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e ex-presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, afirmou nesta quarta-feira (18) que, pela primeira vez, o mundo precisa da América Latina (AL), por alimentos e transição energética.

“Toda essa posição de investimento em relação à energia não vai subir sem a América Latina. Os minerais estão aqui e a capacidade de gerar energia limpa precisa dos países da América Latina”, frisou, em participação via videoconferência no seminário organizado pelo Lide, em São Paulo.

Goldfajn também salientou a necessidade de mais inovações ligadas à energia e biodiversidade, como estratégia para impulsionar o crescimento e a produtividade. O presidente do BID ainda afirmou que a América Latina é favorecida por ser uma região mais democrática que outras presentes no G20. “Tem menos conflitos e, se tem algo que mudou nos últimos anos, é um pouco mais de estabilidade”, disse. Ele pondera que há exceções, e destaca que a região não tem mais tantos problemas hiperinflacionários.

A percepção da América Latina, disse, é que é uma região em que é possível ter as cadeias de crescimento, que hoje estão muito fragmentadas. Ele destacou que o Brasil está bem posicionado “num ponto muito relevante”, de investimentos climáticos e salientou o papel do setor privado nos investimentos, mas que precisam da atuação do governo para “garantir as regras do jogo e ambiente fértil”.

Goldfajn ainda disse que o Produto Interno Bruto (PIB) da América Latina seria quatro vezes maior se tivesse o mesmo nível de produtividade da Ásia. “A produtividade cresceu 1,4% nas economias avançadas e 2,3% na Ásia emergente”, afirmou. “O que a gente cresceu de 1,6% do PIB de 1960 para cá foi porque acumulou outros fatores, mas não gerou produtividade”.



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