quinta-feira, julho 30, 2026

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Dia será marcado por chuva forte em grandes áreas; veja previsão



Pancadas de chuva, nebulosidade e trovoadas. Esta quinta-feira (10) promete momentos de instabilidade em boa parte do país. Veja a previsão do tempo da parceria entre Canal Rural e Climatempo:

Sul

Ainda chove em grande parte da Região Sul. Tempo firme apenas no leste e sul do Rio Grande do Sul. A chuva vem a qualquer hora e ainda podem ocorrer alguns temporais isolados sobre o Paraná com potencial para ventos fortes.

Sudeste

Condição favorável para pancadas de chuva em todo o litoral e interior de São Paulo, Rio de Janeiro, sul de Minas e Espírito Santo. O dia terá nebulosidade variável, com o sol predominando em alguns momentos.

Centro-Oeste

Tempo instável e com chance de pancadas de chuva moderada a forte em todas as áreas da Região. Mais nuvens em Mato Grosso do Sul e no sul de Mato Grosso e Goiás com pancadas de chuva a qualquer momento do dia. Cuiabá e Brasília podem ter chuva forte com algumas trovoadas.

Nordeste

Nebulosidade aumenta no sul da Bahia, mas sem chuva. A região segue estável e com alerta de baixa umidade do ar, principalmente entre o norte da Bahia, sul do Piauí, Ceará e Maranhão.

Norte

Ainda chove no oeste e sul do Amazonas, no Acre, interior de Rondônia e de Roraima. No Amapá, bastante nebulosidade, mas sem chuva. Nas demais regiões, dia de tempo mais aberto e temperaturas altas.



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Estados Unidos registram queda na qualidade do algodão


Colheita norte-americana de algodão ultrapassa ano anterior





Foto: Canva

De acordo com o Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado pela Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA) e pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) nesta terça-feira (8), a colheita de algodão no país tem apresentado um avanço em relação ao ano passado e à média histórica. Em 6 de outubro, 82% do algodão plantado nos Estados Unidos já apresentava cápsulas abertas, 2 pontos percentuais acima tanto do ano anterior quanto da média dos últimos cinco anos.

O boletim também revelou que 26% da área total de algodão no país já havia sido colhida até a mesma data, 3 pontos percentuais à frente do ritmo observado no ano passado e 4 pontos percentuais à frente da média de cinco anos. Estados como Arizona e Louisiana tiveram progressos significativos, com a colheita avançando 22 e 21 pontos percentuais, respectivamente, ao longo da última semana.

Por outro lado, a classificação de qualidade do algodão apresentou uma leve queda. Em 6 de outubro, 29% da área de algodão foi avaliada como estando em condições boas a excelentes, uma redução de 2 pontos percentuais em comparação à semana anterior e 3 pontos percentuais abaixo do índice registrado no mesmo período do ano passado.





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UE adia prazo para lei antidesmatamento


A EUDR, para muitos, representa uma imposição estrangeira




Apesar dos europeus não serem os maiores compradores, são influentes e exigentes
Apesar dos europeus não serem os maiores compradores, são influentes e exigentes – Foto: Divulgação

Segundo Aline Locks, CEO da Produzindo Certo, produtores, agroindústrias e tradings ganharam mais tempo para se adequarem à legislação antidesmatamento da União Europeia, a EUDR. A UE estendeu o prazo por mais um ano para que todos os envolvidos possam se ajustar às novas regras, aliviando a pressão tanto sobre exportadores quanto importadores, que enfrentavam dificuldades para garantir a conformidade. No entanto, Aline ressalta a importância de aproveitar esse tempo não apenas para cumprir as exigências, mas para refletir sobre o impacto dessa legislação nos negócios.

A EUDR, para muitos, representa uma imposição estrangeira sobre os modelos produtivos e leis ambientais de outros países, como o Brasil, que já possui um moderno código florestal e distingue o desmatamento legal do ilegal. Aline enfatiza que cumprir a legislação brasileira é obrigatório, mas seguir as exigências do mercado europeu é opcional, oferecendo uma oportunidade para quem deseja acessar esse mercado específico.

A CEO destaca ainda que a atenção às práticas internacionais é essencial para quem atua no setor exportador, visto que a EUDR pode impactar cerca de US$ 15 bilhões das exportações brasileiras. Apesar dos europeus não serem os maiores compradores, são influentes e exigentes, o que pode levar outros países ou blocos a adotarem regras semelhantes no futuro.

Por fim, Aline observa que o adiamento da EUDR também abre espaço para negociações, como mencionado pelo chanceler alemão Olaf Scholz, que busca tornar a legislação mais prática. A UE começou a considerar a qualificação dos países e a extratificação das exigências por porte das empresas, mas Aline alerta que a legislação, ao focar em restrições sem incentivos, funciona mais como um mecanismo de proteção de mercado do que como uma verdadeira lei ambiental.
 





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Furacão Milton pode elevar preços de fertilizantes


Tempestade avança em direção aos laranjais





Foto: Internacional Space Station Image, orbiting Hurricane Milton

O furacão Milton, com potencial de causar danos catastróficos, está se aproximando do Citrus Belt e das principais regiões agrícolas da Flórida. De acordo com informações do Agriculture Dive, a tempestade avança em direção aos laranjais e fábricas de fertilizantes do estado, com previsão de tocar terra na noite de quarta-feira, sendo classificado como um dos furacões mais fortes já registrados no Atlântico.

A tempestade coloca em risco a produção de cítricos, cana-de-açúcar, morangos e viveiros de plantas na região central da Flórida. Jon Davis, meteorologista chefe da Everstream Analytics, destacou que os fortes ventos podem arrancar laranjas das árvores, causando danos que afetariam a produção por anos. Essa preocupação foi reforçada por Matt Joyner, CEO da Florida Citrus Mutual, que alertou sobre os impactos contínuos na indústria cítrica, ainda se recuperando de eventos climáticos anteriores, como o furacão Ian em 2022.

MAIS: Milton pode ser o pior furacão em 100 anos

Além do setor agrícola, a indústria de fertilizantes também pode ser severamente afetada. Segundo Veronica Nigh, economista sênior do The Fertilizer Institute, cerca de 40% da produção de fosfato de amônio dos EUA ocorre na região da Baía de Tampa. Danos à infraestrutura local podem prolongar a alta nos preços dos fertilizantes, impactando agricultores não só da Flórida, mas de outras regiões.

Chuvas intensas, ventos e marés de tempestade são esperados, elevando as preocupações sobre os danos a longo prazo que o furacão pode causar tanto à produção agrícola quanto à indústria de fertilizantes. As autoridades locais e os agricultores estão em alerta máximo, preparando-se para mitigar os impactos dessa tempestade histórica.





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Programa inglês testa nova variedade de trigo


O PROBITY tem como objetivo reunir agricultores, cientistas e fabricantes de alimento




O PROBITY tem como objetivo reunir agricultores, cientistas e fabricantes de alimentos
O PROBITY tem como objetivo reunir agricultores, cientistas e fabricantes de alimentos – Foto: Divulgação

Pesquisadores da Universidade de Nottingham, na Inglaterra, fazem parte de um projeto inovador que recebeu um financiamento de 2,2 milhões de libras (cerca de 2,8 milhões de dólares) para testar uma nova variedade de trigo desenvolvida com técnicas de precisão, visando promover sistemas agrícolas mais sustentáveis. Este projeto, chamado PROBITY (Plataforma para Avaliar Organismos Melhorados com Características e Desempenho), é uma iniciativa da British Farm Innovation Network (BOFIN) e será realizado ao longo de três anos, com recursos do Programa de Inovação Agrícola do Departamento de Meio Ambiente e Recursos Naturais (DEFRA), por meio do Innovate UK.

O PROBITY tem como objetivo reunir agricultores, cientistas e fabricantes de alimentos para testar a produção e o processamento de culturas melhoradas, permitindo uma compreensão mais rápida do seu valor para a alimentação e a agricultura sustentáveis. A Dra. Stacia Stetkiewicz, da Universidade de Nottingham, liderará uma equipe que avaliará o uso e o potencial dessas culturas no Reino Unido. Os cientistas trabalharão em colaboração com a comunidade agrícola para identificar as barreiras à adoção e preparar o caminho para inovações futuras. Para isso, serão realizados workshops, entrevistas e inquéritos, que fornecerão uma visão abrangente das opiniões e desafios atuais.

As culturas melhoradas por edição genética, utilizando técnicas como CRISPR, possibilitam alterações precisas no DNA das plantas, resultando em variedades mais produtivas e nutritivas. O projeto abrange três variedades de cereais: um trigo com propriedades superiores para panificação, uma cevada que reduz as emissões de metano do gado e um trigo com grãos maiores, que promete melhorar significativamente a produtividade. Tom Allen-Stevens, agricultor de Oxfordshire e fundador da BOFIN, destaca a importância desse projeto para garantir a produção de alimentos mais nutritivos, utilizando menos recursos e gerando menor impacto ambiental.
 





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AGU cobra R$ 89 milhões de acusados de causar queimadas na Amazônia



A Advocacia-Geral da União (AGU) informou nesta quarta-feira (9) que ajuizou cinco ações na Justiça para cobrar R$ 89 milhões de pessoas físicas e jurídicas acusadas de destruir vegetações nativas com queimadas na Amazônia.

A atuação dos infratores ambientais foi investigada pelos fiscais do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) nos municípios de Boca do Acre (AM), Lábrea (AM), Altamira (PA) e São Felix do Xingu (PA). Cerca de 5 mil hectares foram desmatados.

Nas ações, a AGU pede o bloqueio dos bens dos acusados, a obrigação de reparar as áreas desmatadas e a proibição de explorar comercialmente as localidades. A suspensão de benefícios fiscais também foi solicitada à Justiça.

A propositura das ações foi coordenada pelo AGU Recupera, comitê responsável pela adoção de medidas jurídicas para proteção do meio ambiente e do patrimônio cultural do país.



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Furacão Milton é reduzido para categoria 3, mas ainda deve causar destruição em massa



Considerado um dos mais poderosos e devastadores dos últimos 100 anos, o Furacão Milton estava classificado como tempestade de nível 5, a mais intensa, enquanto estava mais longe da costa da Flórida. Contudo, a Agência Espacial Norte-Americana (Nasa) o reduziu para a categoria 3 na tarde desta quarta-feira (9).

Ainda assim, continua a caminho da Flórida, nos Estados Unidos, e deve atingir em cheio a zona de Tampa Bay, que possui cerca de 3 milhões de habitantes. O local está em alerta máximo para o impacto da tempestade e já conta com mais de 300 mil residências sem energia elétrica.

De acordo com o meteorologista do Canal Rural, Arthur Müller, as imagens de satélite permitem afirmar que o furacão deve chegar ainda esta noite do estado norte-americano.

“O que chama a atenção neste furacão é o seu rápido desenvolvimento. Normalmente, um sistema de baixa pressão demora de dois a três dias para atingir a categoria de nível 5, mas o Milton saiu de categoria 2 para 5 em menos de três horas, ou seja, uma ciclogenese explosiva devido às águas muito aquecidas na região”.

Müller lembra que na Escala Saffir-Simpson de furacões, amplamente adotada em diversos países, as categorias de furacões são medidas de acordo com a velocidade dos ventos:

  • Categoria 1: 119-153 km/h
  • Categoria 2: 154-177 km/h
  • Categoria 3: 178-208 km/h
  • Categoria 4: 209-251 km/h
  • Categoria 5: maior que 252 km/h

Além disso, o meteorologista lembra que quando o assunto é o diâmetro dos furacões, o Milton é um dos mais compactos e, exatamente por isso, é mais destrutivo.



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Brasil está pronto para assinar o acordo Mercosul-União Europeia, afirma ministro


O ministro da Casa Civil, Rui Costa, afirmou nesta quarta-feira (9) que o Brasil está preparado para assinar o acordo entre o Mercosul e a União Europeia.

Durante sua participação no Fórum Empresarial Itália-Brasil, em São Paulo, com representantes de governo e lideranças empresariais, o ministro destacou que o país aguarda apenas a confirmação da Europa para formalizar o acordo.

Sinergia entre Brasil e Itália

Rui Costa ressaltou a importância das relações entre o Brasil, a Itália e a Europa, apontando que as sinergias entre os países são amplas. “Estamos prontos. O presidente Lula já manifestou isso de forma enfática. Entendemos que todos os pontos mais relevantes foram superados”, declarou o ministro.

A abertura do fórum contou com a presença de importantes autoridades, como o vice primeiro-ministro e ministro das Relações Exteriores e de Cooperação Internacional da Itália, Antonio Tajani, o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Josué Gomes da Silva, e o vice-governador de São Paulo, Felicio Ramuth.

Investimentos e descarbonização

Durante o evento, Rui Costa apresentou as oportunidades de investimentos no Brasil, destacando projetos de descarbonização e eletrificação da frota de ônibus, com apoio do Novo PAC.

Ele mencionou o desafio global da transição energética e a necessidade de investimentos. “Enquanto não temos escala de produção, os custos ainda são mais altos, como é o caso dos ônibus elétricos em comparação com os a combustão”, explicou o ministro.

Fundo Amazônia

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Foto: Guilherme Noronha/Embrapa

O ministro também lembrou que o Brasil conta com o Fundo Amazônia e o Fundo Nacional sobre Mudança do Clima, que contribuem para o avanço de projetos sustentáveis no país, alinhados com as metas globais de combate às mudanças climáticas.

Rui Costa destacou as medidas institucionais implementadas pelo Governo Federal para modernizar o marco regulatório, especialmente na área de energia. Ele afirmou que as empresas italianas já reconhecem a segurança jurídica e econômica proporcionada por essas atualizações, o que oferece previsibilidade para os investidores.

Novas leis para PPPs

Além disso, o governo trabalha para aprovar no Congresso Nacional uma nova lei de parcerias público-privadas (PPPs) e um novo processo de licenciamento no país.

O ministro também mencionou os projetos na área de infraestrutura, como a Nova Indústria Brasil, que visa fortalecer a indústria nacional até 2033, e iniciativas no modal ferroviário para melhorar a integração do Brasil com os países do Mercosul.



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escalas de abate e demanda extremamente aquecida colocam os preços em alta


O mercado físico do boi gordo volta a se deparar com preços em alta. O ambiente de negócios sugere pela continuidade deste movimento no curto prazo, considerando a atual posição das escalas de abate, que seguem na pior posição na atual temporada.

“Somado a isso, o cenário é pautado por uma demanda extremamente aquecida, em especial quando se trata de demanda internacional. Como se sabe, a dinâmica das exportações globais coloca o Brasil em uma posição de amplo destaque, com grande potencial para fornecimento do produto”, disse o analista da consultoria Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias.

Preços da arroba do boi

  • Mato Grosso do Sul: R$ 288,52

Mercado atacadista

carne bovina - exportaçõescarne bovina - exportações
Foto: Wenderson Araujo/CNA

O mercado atacadista apresenta forte alta dos preços para a carne bovina. De acordo com Iglesias, além da demanda aquecida, precisa ser mencionado que as indústrias se deparam com algum aperto em seus estoques, algo natural diante de uma oferta mais restrita de animais para o abate.

“Por outro lado, a carne bovina tende a perder competitividade no curto prazo, em especial para proteínas de menor valor agregado, a exemplo do ovo, embutidos e da carne de frango”, assinalou o analista.

O quarto traseiro foi precificado a R$ 22,00 por quilo, alta de R$ 0,50. O quarto dianteiro foi cotado a R$ 18,00 por quilo, alta de R$ 1,50. A ponta de agulha foi precificada a R$ 17,00 por quilo, alta de R$ 1,50.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,97%, sendo negociado a R$ 5,5865 para venda e a R$ 5,5844 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,5320 e a máxima de R$ 5,5988.



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Seca severa ameaça safras de inverno na Rússia e Ucrânia


Clima extremo acelera colheita, mas dificulta novo plantio





Foto: Divulgação

De acordo com o boletim Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado na terça-feira (8) pela Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA) e pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), um bloqueio atmosférico sobre o oeste da Rússia manteve um padrão climático estável na região, com calor e secura persistentes, registrando temperaturas de 3 a 7°C acima da média. Esse cenário climático acelerou a colheita das safras de verão, mas agravou a seca em áreas centrais da Ucrânia e no oeste da Rússia, prejudicando o plantio e o desenvolvimento das safras de inverno. Em algumas localidades, a precipitação dos últimos 90 dias foi inferior a 25% do normal, com o menor volume de chuvas dos últimos 30 anos.

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No entanto, chuvas provenientes do oeste melhoraram as condições de umidade do solo em algumas áreas, como na Moldávia (10-30 mm), oeste da Ucrânia (25-65 mm) e Bielorrússia (10-25 mm), beneficiando o plantio das safras de inverno, especialmente no norte dessas regiões.

Ao final da semana, o Índice de Saúde da Vegetação (VHI), obtido via satélite, apontou um estado de vigor fraco a crítico para as lavouras na maior parte da Ucrânia e da Rússia. Em contraste, a Moldávia e o oeste da Ucrânia apresentaram melhora no índice, resultado das recentes chuvas que ajudaram a aliviar a seca.





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