quarta-feira, julho 29, 2026

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policiais apreendem defensivos agrícolas vindos do Paraguai



Uma ação conjunta de policiais militares do Departamento de Operações de Fronteira (DOF) e do Batalhão de Choque de Campo Grande, Mato Grosso do Sul, apreendeu veículos carregados com produtos contrabandeados do Paraguai na última sexta-feira (11).

O grupo criminoso havia chegado à capital sul-matogrossense com itens adquiridos na cidade de Pedro Juan Caballero, região nordeste do país vizinho, próxima à fronteira com o Brasil.

Na ocasião, a equipe do Choque realizava o patrulhamento pelo bairro Santa Mônica após ser avisada pelos oficiais do DOF sobre a presença suspeita dos contrabandistas. Avistou três homens ao lado de uma Fiat Strada prata que, ao notarem a presença policial, correram em direção a uma residência das imediações.

Os policiais se aproximaram do imóvel, onde estavam os veículos com os porta-malas abertos e carregados de 50 galões (20 litros) de defensivos agrícolas; 595 kg de defensivos agrícolas em granulado; 25 pneus; 2.809 unidades de óculos; e 2.142 pacotes de cigarros de origem estrangeira.

Os homens foram presos e disseram ter sido contratados para levar os produtos até Campo Grande. De acordo com os policiais, a carga é estimada em R$ 1,715 milhão.

Ação aconteceu dentro do Programa Protetor das Fronteiras e Divisas, parceria da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) com o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) em parceria com a Operação Ágata Fronteira Oeste, do Ministério da Defesa.



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Como o milho encerrou a semana?


O mercado de milho do estado do Rio Grande do Sul segue em ritmo lento, assim como em toda a semana passada, segundo informações da TF Agroeconômica. “Nas indicações, manutenção: Santa Rosa a R$ 69,00; Não-Me-Toque a R$ 69,00; Marau e Gaurama R$ 70;00 Arroio do Meio, Lajeado e Frederico Westphalen a R$ 71,00 e Montenegro a R$ 72,00. Vendedores a partir de R$ 70,00 no FOB interior e R$ 72,00 CIF fábricas. Não ouvimos sobre negócios nesta quarta-feira”, comenta.

Em Santa Catarina as pedidas de venda sobem. “Produtores com pedidas ao menos R$ 2,00 acima, em que compradores hoje indicam a partir de R$ 68,00 no interior e R$ 70,00/72,00 CIF fábricas. Negócios a R$ 70,00/71,00 no CIF meio oeste, em pelo menos 2 mil tons. Nas indicações, Chapecó a R$ 70,00; Campos Novos R$ 71,00; Rio do Sul a R$ 72,00; Videira R$ 70,00. Porto indicando R$ 66 outubro/R$ 68 novembro. Pedidas concentradas a R$ 70 FOB interior/73 posto fábricas”, completa.

No Paraná, o balcão sobe, indicações sobem, mas nada parece tirar o milho da mão do produtor. “Mercado sem negócios. No porto, indicações a R$ 63,00 set/65,00 nov/64,00 dez. No norte, indicações a R$ 64,00 (+1,00); Cascavel a R$ 61,00; Campos Gerais R$ 69,00; Guarapuava a R$ 67,00; Londrina R$ 65,00 (+1,00). Preços balcão no sudoeste e oeste a R$ 54,00, e norte a R$ 57,00. Produtores com pedidas a partir de R$ 67,00 no norte e oeste; e R$ 69,00 Campos Gerais. Maior parte dos lotes concentrados a R$ 70,00 FOB interior”, indica.

A criação de polo de agricultura irrigada deve impulsionar a produção de milho no Mato Grosso do Sul. “Em Maracaju, indicações de R$ 53,00 (+1,00); Dourados a R$ 54,00 (+R$ 1,00); Naviraí R$ 54,00 (-R$ 1,00) e São Gabriel a R$ 49,00. Produtores iniciam ofertas FOB a R$ 52,00 com maior parte das pedidas concentradas em R$ 55,00, base interior. Negócios em ritmo lento, com produtores iniciando pedidas a R$ 55,00 no FOB, e indicações nos portos a partir de R$ 70,00”, conclui.
 





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Plantio da safra de soja 2024/25 atinge 8,2%, aponta consultoria



A área estimada para a safra brasileira de soja 2024/25 estava 8,2% plantada até quinta-feira passada (10), em comparação com 4,5% uma semana antes e 17% um ano atrás, de acordo com levantamento da AgRural. O índice de 8,2% é o mais baixo para esta época do ano desde a safra 2020/21, destacou.

Segundo a AgRural, a maior parte do atraso deve-se ao ritmo ainda lento de Mato Grosso, onde os produtores aguardam a confirmação das chuvas mais consistentes previstas para a segunda quinzena de outubro para acelerar os trabalhos.

Na outra ponta, o destaque continua sendo o Paraná, onde o plantio é o mais acelerado desde a safra 2018/19. “A semeadura e o desenvolvimento inicial da safra paranaense são favorecidos por chuvas mais regulares que caem no Estado desde meados de setembro”, explicou a AgRural. Na semana passada, porém, parte dos produtores precisou reduzir o ritmo dos trabalhos por causa do excesso de umidade.

Com exceção de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul, onde também tem chovido bem, a maioria dos produtores dos demais Estados brasileiros aguardam chuvas mais consistentes para dar mais ritmo ao plantio. Em várias áreas, a expectativa é de que as precipitações se tornem mais frequentes e volumosas a partir desta semana.

Milho verão

A semeadura do milho verão 2024/25 alcançava 42% da área estimada para o Centro-Sul do Brasil, até quinta-feira passada, em comparação com 37% uma semana antes e 41% no mesmo período do ano anterior, de acordo com dados da AgRural.

“Os trabalhos avançam nos intervalos das chuvas nos estados do Sul, onde o plantio caminha para a reta final. Nos demais estados, os produtores aguardam maiores acumulados para acelerar as máquinas”, comentou.



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Exportação do agronegócio em setembro atinge recorde



As exportações brasileiras de produtos agropecuários alcançaram em setembro US$ 14,194 bilhões, informou o Ministério da Agricultura, em nota. O valor é recorde e 3,6% superior ao obtido em igual mês do ano passado, o equivalente a um aumento de US$ 495 milhões ante os US$ 13,699 bilhões registrados um ano antes. O setor representou 49,3% dos embarques totais do país no último mês.

“Esse resultado positivo da balança comercial foi impulsionado, em grande parte, pelo aumento do volume exportado”, disse o ministério.

De acordo com nota técnica da Secretaria de Comércio e Relações Internacionais (SCRI) da pasta, o desempenho das exportações do agronegócio de setembro foi puxado pelo aumento nas vendas de carnes, açúcar e celulose, que compensaram resultados negativos de outros setores.

As vendas externas de café verde (+ US$ 496,94 milhões), celulose (+ US$ 392,92 milhões), carne bovina in natura (+ US$ 251,39 milhões), açúcar de cana em bruto (+ US$ 200,48 milhões) e carne de frango in natura (+ 141,41 milhões) aumentaram em US$ 1,48 bilhão na comparação anual. Em contrapartida, houve queda de US$ 1,42 bilhão nos embarques de soja em grão e milho em setembro.

O índice de preço dos produtos exportados pelo agronegócio, por sua vez, subiu 1,3% ante setembro do ano passado, enquanto o volume comercializado ao exterior aumentou 2,3%.

Os principais produtos exportados no último mês foram complexo soja, carnes, complexo sucroalcooleiro, produtos florestais, cereais, farinhas e preparações, além do café. Juntos, representaram 84,6% de tudo o que foi exportado pelo agronegócio brasileiro no último mês.

Entre os destinos, a China se manteve como a principal importadora de produtos do agronegócio brasileiro em setembro, seguida por Estados Unidos e Países Baixos. Os embarques brasileiros à China, contudo, caíram 32,4% em setembro, com as vendas externas recuando para US$ 3,50 bilhões.

“A queda nas vendas reduziu a participação da China para 24,7%, ou cerca de um quarto de todo o valor exportado pelo agronegócio brasileiro. Os dois principais produtos que explicam, em grande parte, a redução das vendas à China foram a soja em grão e o milho”, explicou a secretaria na nota técnica.

Em setembro, o país desembolsou US$ 1,64 bilhão com a importação de produtos agropecuários, aumento de 24,7% ante igual mês de 2023. Os principais produtos agropecuários importados pelo Brasil no último mês foram trigo (US$ 149,16 milhões; +30,9%); papel (US$ 90,22 milhões; +15,3%); azeite de oliva (US$ 68,24 milhões; +39,3%); salmões (US$ 67,76 milhões; +19,7%); malte (US$ 58,77 milhões; -10,2%); vinho (US$ 51,81 milhões; +32,7%); arroz (US$ 48,94 milhões; +8,1%); leite em pó (US$ 48,63 milhões; +4,6%), e óleo de palma (US$ 39,96 milhões; +45,2%).

Acumulado do ano

De janeiro a setembro, as exportações do agronegócio brasileiro alcançaram US$ 125,892 bilhões, recuo de 0,2% ante igual período do ano passado. “Esse resultado se deu em função da retração no índice de preços, de 6,7%, que não compensou o aumento na quantidade exportada, de 6,9%”, observou a secretaria.

Juntos, complexo soja (US$ 47,32 bilhões), carnes (US$ 18,87 bilhões), complexo sucroalcooleiro (US$ 14,76 bilhões), produtos florestais (US$ 12,82 bilhões) e café (US$ 8,36 bilhões) representaram 81,1% das vendas externas do agronegócio brasileiro entre janeiro e setembro de 2024. A participação do agronegócio nas exportações brasileiras recuou de 49,8% nos nove meses de 2023 para 49,3% no acumulado até setembro deste ano.

Já as importações de produtos agropecuários cresceram 15,9% nos nove meses do ano em relação a igual período do ano anterior, para US$ 14,472 bilhões, equivalente a 7,4% do total internalizado pelo país no período. O saldo da balança comercial do setor ficou positivo em US$ 111,421 bilhões, abaixo dos US$ 113,697 bilhões de igual período de 2023.



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Trigo: Altas previstas até 2025


Segundo a TF Agroeconômica, os fundamentos altistas para o trigo indicam uma oportunidade de valorização de preços no médio e longo prazo, principalmente entre fevereiro e julho de 2025. Com base nisso, a recomendação para agricultores, cooperativas e cerealistas é de se prepararem para uma possível elevação de preços. 

Caso optem por vender parte da produção antes desse período, sugere-se adquirir contratos futuros para continuar participando das altas previstas, devido às adversidades nas safras de inverno no hemisfério norte e à redução da produção no Brasil. Já para moinhos e exportadores, o alerta é para se anteciparem, aproveitando contratos futuros para garantir custos menores e se manterem competitivos no mercado de farinhas .

Entre os fatores que sustentam essa alta, destacam-se: a menor produção e os estoques reduzidos nos EUA, conforme o USDA revisou sua projeção para 53,65 milhões de toneladas, com estoques finais de 22,09 milhões. Na Europa, a União Europeia diminuiu sua estimativa de exportação de 31,50 para 30 milhões de toneladas, compensada em parte pelas vendas ucranianas, entre 15 e 16 milhões de toneladas. A produção russa também foi ajustada para baixo, com consultorias apontando para uma redução significativa nos rendimentos, principalmente na Sibéria, enquanto o governo russo elevou as tarifas de exportação .

No Brasil, a produção também está abaixo das expectativas. A Stonex e a TF Agroeconômica convergem para uma estimativa de 7,89 milhões de toneladas para a safra 2024/2025, número inferior aos relatórios da Conab e do USDA, o que pode levar a um aumento nas importações e, consequentemente, a preços mais altos. Além disso, os estoques mundiais de trigo estão entre os mais baixos desde 2015/2016, um cenário que, combinado ao crescimento populacional, intensifica a pressão sobre a oferta e sustenta os preços .

Por outro lado, os fatores de baixa incluem a tomada de lucros pelos fundos de investimento e a maior disponibilidade de trigo na Argentina, que conta com estoques iniciais robustos, permitindo exportações significativas. No Brasil, a pressão de colheita momentânea nos estados do Rio Grande do Sul e Paraná também influencia os preços temporariamente, mas a tendência altista permanece sólida para os próximos meses .
 





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Abertura Nacional da Colheita da Soja já tem data e local; confira


Na última sexta-feira (11), a Abertura Nacional da Colheita da Soja 2024/25 foi anunciada durante a Abertura Nacional do Plantio da Soja, em Açailândia (MA). Com a data marcada para o dia 4 de fevereiro de 2025, Sinop, no Mato Grosso, será o município anfitrião do evento que celebrará o potencial do agronegócio brasileiro.

De acordo com a Prefeitura Municipal de Sinop, o município se destaca entre os 141 de Mato Grosso, ocupando a quarta posição no ranking de economia, desenvolvimento e prestação de serviços, além de ser a principal cidade do Norte mato-grossense.

A divulgação da abertura ocorreu durante o segundo painel do evento, onde foram discutidos temas importantes para cerca de 1.200 participantes, como a Moratória da Soja e a Lei Antidesmatamento da União Europeia. A discussão teve a presença de Luiz Pedro Bier, vice-presidente da Aprosoja-MT, Maurício Buffon, presidente da Aprosoja Brasil, e Fabrício Rosa.

A soja no Mato Grosso

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Foto: Pedro Silvestre/ Canal Rural MT

O estado se consolidou como um dos principais polos produtores de soja do Brasil, recebendo pela sétima vez o evento. O estado, o maior produtor de soja do país, contribuiu com 26,5% da produção nacional na safra 2023/24, segundo dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea).

Conforme a Confederação Nacional dos Municípios (CNM), o estado é responsável por 24,9% da produção de milho e 27,2% da produção de soja em todo o país. A expectativa é de expansão da área de grãos na próxima década; um estudo aponta que os 58,2 milhões de hectares atualmente utilizados para o plantio devem aumentar para 65,6 milhões em 2026.

Apesar da falta de chuvas que tem afetado a região, as previsões para a safra 2024/25 são otimistas. Dados do Imea apontam que a colheita deve alcançar 44 milhões de toneladas de soja, representando um aumento de aproximadamente 12,8% em relação à safra anterior, que registrou cerca de 39 milhões de toneladas.

O cenário de produtividade também é promissor: nesta safra, os produtores poderão cultivar cerca de 57,9 milhões de hectares, um crescimento em comparação aos 52,1 milhões de hectares cultivados em 2023.



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exportações do Brasil devem aumentar em 2025, diz USDA em Brasília



O Brasil deve se manter como principal exportador global de carne de frango em 2025, com projeção de 5 milhões de toneladas embarcadas no ano, disse em relatório a representação do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) em Brasília. O volume representa aumento de 2% ante o estimado para 2024, de 4,9 milhões de toneladas.

As projeções do USDA não incluem pés de galinha. A agência destacou que o governo brasileiro está trabalhando para abrir novos mercados, aumentar a diversidade de produtos nos mercados existentes e negociando cláusulas de regionalização para evitar o fechamento de mercado em caso de surto de gripe aviária ou da doença de Newcastle em granja comercial.

Quanto à produção, o USDA previu aumento de 1% em 2025, para 15,1 milhões de toneladas, um volume recorde para o Brasil. A projeção se baseia na forte demanda externa, melhor desempenho socioeconômico, assim como melhores custos de produção, segundo a agência.

O escritório estimou que o consumo doméstico em 2025 vai se manter estável ante o ano anterior, em 10,1 milhões de toneladas, com perspectiva de aumento no consumo de outras fontes de proteína animal. Para o USDA, cerca de 67% da produção brasileira de frango será consumida internamente em 2024 e 2025.



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É hora de pensar no futuro do feijão-carioca?


Exportadores estão constantemente se esforçando para encontrar mercados para o feijão




Essa situação, embora comum, levanta questões importantes
Essa situação, embora comum, levanta questões importantes – Foto: Divulgação

De acordo com informações do Instituto Brasileiro de feijão e Pulses (IBRAFE), estamos chegando à metade de outubro e os preços do feijão-carioca ainda estão em torno de R$ 220 a R$ 230. Os produtores têm tentado vender a produção, buscando uma média razoável, mas frequentemente escutamos que há um grande estoque de feijão e que o consumo está em queda. Porém, assim que uma nova onda de compras acontece, o mercado se normaliza, com preços aproximados de US$ 45 por saca de 60 quilos, e essas discussões são rapidamente esquecidas. 

Essa situação, embora comum, levanta questões importantes. Com o aumento das áreas irrigadas a cada ano, não tem sido observado um acompanhamento adequado por parte da CONAB ou do IBGE em relação à produção dessas áreas. O Brasil ainda apresenta um déficit anual na produção de feijão-carioca, mas com os preços da soja atingindo novos patamares, é possível que mais produtores retornem a essa atividade. Contudo, o feijão-carioca ainda não possui um mercado internacional consolidado, e se houver um excedente, isso pode se tornar um problema significativo para muitos produtores.

Exportadores estão constantemente se esforçando para encontrar mercados para o feijão-carioca, especialmente quando os preços estão baixos, como é o caso atualmente. O projeto APEX/IBRAFE Brazil Superfoods tem promovido o feijão-carioca como uma das opções da produção brasileira. No entanto, será necessário um empenho maior para desenvolver esse mercado. O momento para iniciar essas ações é agora, antes que enfrentemos uma emergência com produtores incertos sobre como proceder. Embora essa situação não deva ocorrer este ano, a preocupação deve ser mantida desde já, visando garantir um futuro mais estável para o feijão-carioca e seus produtores.
 





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IBC-Br cresce 2,91% em 2024, até agosto, e 2,49% no acumulado de 12 meses



A economia brasileira cresceu 2,91% este ano, até agosto, na comparação com o mesmo período de 2023, segundo o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br). No acumulado de 12 meses, também até agosto, a atividade avançou 2,49%.

O índice acumula alta de 3,96% no trimestre móvel encerrado em agosto, frente ao mesmo trimestre do ano anterior. Na série com ajuste sazonal, o crescimento é de 1,45% nesses três meses, frente ao trimestre móvel imediatamente anterior.

Em agosto, o IBC-Br cresceu 0,23%, na comparação com julho, segundo a série com ajuste sazonal. Em pontos, o índice passou de 151,7 para 152,0.

O BC revisou os resultados de julho (-0,41% para -0,59%) e maio (0,36% para 0,39%), enquanto a taxa de junho continuou em 1,36%. Revisões na série com ajuste sazonal são comuns.

Na comparação com agosto de 2023, o IBC-Br cresceu 3,12%, considerando a série sem ajuste sazonal. O índice chegou aos 156,3 pontos, o terceiro maior da série histórica, atrás apenas de março de 2023 (158,3) e de julho de 2024 (158,4).

Conhecido como uma espécie de “prévia do BC para o Produto Interno Bruto (PIB), o IBC-Br serve mais precisamente como parâmetro para avaliar o ritmo da economia brasileira ao longo dos meses.



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Chuvas devem trazer umidade do solo de volta em algumas regiões do país; confira a previsão



Nesta semana, a umidade do solo deve retornar em várias áreas produtoras da soja em todo o Brasil, especialmente no Sudeste e Centro-Oeste. Regiões como o leste de Mato Grosso e o norte de Mato Grosso do Sul ainda necessitam de mais chuvas, assim como boa parte do Matopiba.

Nos próximos cinco dias, a previsão é de chuvas entre 20 a 50 mm, o que deve beneficiar as áreas que precisam de umidade e permitir o início da semeadura da safra 2024/25 em praticamente todas as regiões.

Entre os dias 20 e 24, a chuva continuará a impactar o sul, com volumes superiores a 50 mm no norte do Paraná. O estado de Minas Gerais pode registrar chuvas que ultrapassam os 100 mm, enquanto o Triângulo Mineiro e o interior de São Paulo também serão beneficiados.

Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp!

O norte de Mato Grosso do Sul e o leste de Mato Grosso devem receber cerca de 50 mm de chuvas, com volumes mais expressivos no centro-sul de Goiás. No Matopiba, a expectativa é de chuvas na faixa de 50 mm, contribuindo para a reposição hídrica essencial para o cultivo.

Além disso, chuvas no centro-sul do Pará estão previstas, embora possam ser mal distribuídas. No entanto, espera-se que os temporais se tornem mais recorrentes, ajudando na umidade do solo.



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