segunda-feira, julho 27, 2026

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Infecções urinárias em porcas: impacto e prevenção


A detecção precoce permite tratamentos mais eficazes




A detecção precoce permite tratamentos mais eficazes
A detecção precoce permite tratamentos mais eficazes – Foto: Pixabay

Problemas genito-urinários em fêmeas suínas são um desafio crescente nas granjas quando o manejo não é adequado. Segundo Andréa Silvestrim, gerente técnico comercial Latam da Trouw Nutrition, as infecções urinárias em porcas têm causado significativos problemas reprodutivos, especialmente com o aumento da prolificidade e do número de leitões nascidos vivos. Esses fatores, somados ao manejo inadequado, elevam as taxas de descarte, perdas reprodutivas e mortalidade, gerando custos adicionais de reposição e tratamentos.

Silvestrim alerta que infecções no trato genito-urinário podem levar a cistite severa, resultando em abortos e menor número de leitões nascidos. Uma das causas principais é o baixo consumo de água e sua baixa qualidade. Conforme a Embrapa, porcas devem consumir água de boa qualidade com temperatura abaixo de 20°C, variando entre 18 e 20 litros diários na gestação e até 42 litros no pico de lactação. No entanto, visitas a propriedades revelaram que porcas em lactação consumiam apenas 15 a 18 litros, volume insuficiente para fêmeas com 15 leitões, contribuindo para o problema.

Para identificar e monitorar infecções, Silvestrim recomenda a urinálise, avaliando visualmente a urina e enviando amostras para análise laboratorial quando necessário. A detecção precoce permite tratamentos mais eficazes, reduzindo o uso de antibióticos. A Trouw Nutrition também sugere o uso de ácido orgânico Selko® AlpHa na água para estimular o consumo e prevenir infecções. Além disso, a associação de ácidos orgânicos na ração ajuda a modular a microbiota, melhorando a saúde geral das fêmeas.

Silvestrim reforça a importância de cuidados como garantir ambientes limpos, secos e uma nutrição adequada para as porcas. A análise da água e o monitoramento contínuo são essenciais para prevenir problemas e assegurar a saúde e produtividade do plantel, minimizando perdas e melhorando o bem-estar animal.
 





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saiba as diferenças de cores e sabores da hortaliça



A Embrapa Hortaliças lançou o folder Hortaliça não é só salada – Batata-doce: escolha a sua cor, trazendo questões e abordagens sobre as diferentes colorações de polpa, além das cores branca e creme, mais conhecidas

A publicação faz parte do projeto “Incremento tecnológico e ações de comunicação para o fortalecimento da cadeia produtiva de batata-doce no Distrito Federal”, do Fundo de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF).

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Produzido pelas pesquisadoras Milza Lana, Larissa Vendrame e Lucimeire Pilon, a linha seguida pelas autoras tem como ponto de partida a diversidade de cores, explicada pelos diversos pigmentos naturalmente presentes na planta: a polpa pode ser branca, creme, laranja ou roxa e até mesmo apresentar uma combinação dessas cores, por exemplo, polpas laranja ou branca com manchas roxas.

Nessa paleta de cores, a branca reflete a maior presença do amido, encontrado em todas as variedades, independentemente da cor da polpa; a laranja expõe a presença de carotenoides, pouco expressivos nas de polpa creme; e a cor roxa pela presença de antocianinas, compostos bioativos que também dão o tom da berinjela, amora e açaí, por exemplo.

Já com relação ao preparo dos pratos, levando em consideração o diferencial das cores, todas podem ser consumidas assadas, cozidas ou fritas, ou usadas como ingredientes em receitas. Conforme as autoras, independentemente da cor da polpa, além do amido, todas as variedades são ricas em fibras e fornecem quantidades variáveis de sais minerais, de vitaminas e de compostos bioativos, a depender da sua composição química.

O texto também destaca que consumir somente a batata-doce de polpa laranja porque ela tem mais provitamina A do que as demais, por exemplo, é abrir mão de outros nutrientes e compostos bioativos importantes para a saúde e que estão presentes em maior quantidade nas demais batatas-doces.

Batata-doce: cores e sabores

A publicação também traz informações relevantes sobre as características envolvendo a relação cor e sabor de diferentes cultivares de batata-doce. Assim, algumas cultivares trazem características que influenciam o sabor, o que resulta em variedades mais ou menos doces; com polpa mais enxuta ou mais “aguada”; mais ou menos fibrosa; mais macia ou mais firme depois de cozidas.

A diversidade apontada pelas autoras envolve variedades com polpas de cores diferentes quando comparadas com as da mesma cor. A batata-doce Coquinho de polpa branca, por exemplo, tem o sabor mais doce do que a batata-doce Canadense de polpa creme.

Já as variedades Beauregard, desenvolvida nos EUA, e CIP BRS Nuti, desenvolvida no Brasil, ambas de polpa laranja, diferem quanto à textura, tendo a Nuti a polpa mais enxuta enquanto a Beauregard apresenta a polpa mais aguada.

Para a pesquisadora Milza Lana, idealizadora do programa Hortaliça não é só Salada, o objetivo do folder é informar o público geral sobre a disponibilidade de batata-doce com polpa de diferentes cores; o fato de essas cores serem devidas a presença de pigmentos naturais, próprios da batata-doce; e a possibilidade de utilizar a batata-doce em diferentes tipos de preparo.



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Temporais e granizo podem afetar o trigo na Região Sul


Preços do trigo estabilizam no Brasil





Foto: Canva

A colheita de trigo continua a pressionar os preços do cereal no Brasil. Apesar dessa pressão, houve certa estabilização nos valores ao longo da semana, com as cotações variando entre R$ 67,00 e R$ 68,00 por saca no Rio Grande do Sul e atingindo R$ 77,00 por saca no Paraná, conforme aponta a análise semanal da Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (Ceema).

Segundo a análise, no Paraná, a colheita do trigo já alcança 79% da área semeada, embora 17% das áreas restantes ainda estejam em condições consideradas ruins. No Rio Grande do Sul, até 10 de outubro, cerca de 2% da área havia sido colhida, um índice abaixo da média histórica de 8% para o período. Mesmo com o atraso, o estado ainda espera colher cerca de 4 milhões de toneladas. No entanto, o clima chuvoso, com temporais e granizo em outubro, pode reduzir esse volume, além de comprometer a qualidade de parte das lavouras.

Veja mais informações sobre o clima em Agrotempo

De acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a estimativa oficial para a safra de trigo no Rio Grande do Sul é de 8,26 milhões de toneladas. No entanto, cálculos de analistas privados, considerando perdas já consolidadas no Paraná e em outros estados produtores, sugerem que o volume final pode ficar próximo de 7,5 milhões de toneladas. Esses números não levam em conta a quebra na qualidade do grão que ainda será colhido, conforme a análise do Ceema.





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Preço do milho recua em Chicago


A Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (Ceema) apontou uma retração nas cotações do milho na Bolsa de Chicago nesta semana. O bushel do cereal, com vencimento no primeiro mês cotado, alcançou US$ 4,01 no dia 15 de outubro, mas fechou a quinta-feira (17) em US$ 4,06, uma queda em comparação com os US$ 4,18 da semana anterior. A retração ocorre em meio a um cenário de poucas novidades no relatório de oferta e demanda divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) no dia 11.

Segundo o USDA, a colheita de milho nos EUA para o ciclo 2024/25 foi ligeiramente ajustada para cima, agora estimada em 386,2 milhões de toneladas. Em contrapartida, os estoques finais norte-americanos foram revisados para 50,8 milhões de toneladas, ante os 52,3 milhões projetados em setembro. No cenário global, a produção mundial do grão ficou em 1,217 bilhão de toneladas, com leve redução em relação à estimativa anterior, enquanto os estoques mundiais caíram para 306,5 milhões de toneladas, frente aos 308,4 milhões previstos em setembro, conforme o informado pela Ceema.

A produção brasileira e argentina, no entanto, permaneceram inalteradas, sendo projetadas em 127 milhões e 51 milhões de toneladas, respectivamente.

Nos EUA, a colheita de milho já alcançou 47% da área semeada até 13 de outubro, um avanço em relação à média histórica de 39% para o período. Em termos de qualidade, 64% das áreas ainda não colhidas foram classificadas como boas ou excelentes, 24% regulares e apenas 12% em condições ruins a muito ruins.

O relatório da Ceema também destacou que os embarques de milho dos EUA, até 10 de outubro, totalizaram 933.274 toneladas, elevando o acumulado do atual ano comercial para 4,3 milhões de toneladas, superando as 3,4 milhões do mesmo período do ano anterior.

De acordo com a análise, na Argentina, as chuvas retornaram a algumas regiões, mas os agricultores no oeste do cinturão agrícola foram forçados a interromper o plantio devido à baixa precipitação. Ainda assim, espera-se que o plantio de milho no país vizinho atinja 6,3 milhões de hectares, com uma produção final estimada em 47 milhões de toneladas.





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Defesa natural através da água


A produção e a qualidade dos frutos foram semelhantes em todos os grupos




O estudo foi publicado no Journal of Agricultural and Food Chemistry
O estudo foi publicado no Journal of Agricultural and Food Chemistry – Foto: Canva

As mudanças climáticas representam uma ameaça crescente à produção agrícola, com o aumento das temperaturas, padrões irregulares de precipitação e a proliferação de insetos e doenças, afetando negativamente a saúde e o desempenho das plantas. Diante desse cenário, cresce a necessidade de desenvolver estratégias que mitiguem esses impactos sem intensificar o uso de pesticidas químicos. 

Para abordar essa questão, o pesquisador Man-Kun Wang, do Departamento de Ciência e Tecnologia Vegetal da Universidade Agrícola de Huazhong, e sua equipe estudaram como a estimulação mecânica, através da aplicação de gotículas de água em tomateiros, pode influenciar o crescimento e a proteção das plantas contra pragas e infecções fúngicas. O estudo foi publicado no Journal of Agricultural and Food Chemistry.

A pesquisa avaliou o efeito da pulverização de água no crescimento dos tomateiros e na proteção contra a lagarta-do-cartucho (Helicoverpa armigera) e o fungo necrotrófico Botrytis cinerea, causador do mofo cinzento. Os cientistas aplicaram água duas vezes ao dia, utilizando gotículas de diferentes tamanhos: pequenas (200 micrômetros) e grandes (1000 micrômetros), além de um grupo controle sem pulverização. Eles também isolaram o solo para que a quantidade de água recebida pelas raízes não fosse alterada.

Os resultados mostraram que os tomateiros pulverizados com gotículas grandes ficaram mais curtos e compactos, enquanto as diferenças entre os que receberam gotículas pequenas e o grupo controle foram mínimas. A produção e a qualidade dos frutos foram semelhantes em todos os grupos. A análise metabólica revelou que as plantas pulverizadas com gotículas grandes apresentaram aumento nos hormônios de defesa, maior resistência a pragas e níveis mais altos de ácido clorogênico, um composto protetor nas folhas.

Os pesquisadores concluíram que o desenvolvimento de tecnologias de pulverização de água pode ser uma solução promissora para aprimorar práticas agrícolas sustentáveis, promovendo uma defesa natural contra pragas e doenças.
 





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Produção de soja na América do Sul deve crescer 10%, diz consultoria


A área dedicada ao cultivo de soja na América do Sul e a produção do grão devem atingir patamares recordes na safra 2024/25, de acordo com projeções da consultoria Datagro.

A primeira estimativa da empresa, divulgada nesta sexta-feira (18), prevê que a área plantada da oleaginosa no continente deve alcançar 71,4 milhões de hectares, um aumento de 4% em relação ao recorde anterior, que foi de 68,7 milhões de hectares no ciclo passado.

Segundo o relatório da Datagro, a maioria dos países da região deve registrar um aumento na área semeada, com exceção do Uruguai, que deve manter a estabilidade.

Condições favoráveis para o plantio

Apesar de uma leve queda nos preços globais da soja, o relatório destaca que os produtores da região ainda obtêm preços razoáveis. A oferta global aumentou, enquanto a demanda manteve números consistentes, criando um cenário positivo para o plantio.

“Além disso, a redução nos custos de produção, com queda nos preços de defensivos e fertilizantes, está beneficiando os sojicultores. O milho, por outro lado, sofreu uma maior queda de preço, limitando o estímulo ao seu cultivo”, diz trecho do levantamento da Datagro.

Produção recorde de soja

produção de soja na América Latinaprodução de soja na América Latina
Foto: Divulgação Datagro

Com o aumento da área plantada e a melhoria no rendimento geral, a produção de soja na América do Sul deve alcançar 237,9 milhões de toneladas na safra 2024/25, um crescimento de 10% em comparação com as 216,6 milhões de toneladas da safra anterior.

A produtividade média deve superar o recorde anterior de 2019, que foi de 3.251 kg/ha (54,1 sacas), atingindo 3.331 kg/ha (55,5 sacas), um aumento de 6% em comparação com os 3.155 kg/ha da safra 2023/24.

Safra de soja no Brasil

No Brasil, a área dedicada ao cultivo de soja deve crescer 2%, passando de 46,3 milhões para 47 milhões de hectares. Se essa projeção se confirmar, será o 18º ano consecutivo de crescimento da área dedicada à cultura no país.

Com esse aumento, o país poderá atingir uma produção de 167,1 milhões de toneladas de soja na safra 2024/25, um crescimento de 11% em relação à safra anterior, estimada em 150 milhões de toneladas pela Datagro.



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Confira como os preços da arroba do boi gordo encerraram a semana


O mercado físico do boi gordo voltou a se deparar com preços mais altos nesta sexta-feira (18), com destaque para o movimento deflagrado no Centro-Norte brasileiro.

De acordo com a consultoria Safras & Mercado, Minas Gerais, São Paulo, Mato Grosso do Sul e Paraná passam a conviver com movimentação mais tímida de alta.

“O que se evidencia é uma redução do diferencial de base, considerando que os estados citados já operam na faixa dos R$ 300 a arroba a mais tempo. As escalas de abate permanecem encurtadas, em um ambiente ainda pautado por forte demanda, com exportações caminhando a passos largos para um recorde de embarques na atual temporada”, disse o analista da empresa Fernando Henrique Iglesias.

Preços médios da arroba do boi

  • Mato Grosso do Sul: R$ 306,48

Mercado atacadista

carne bovina - exportaçõescarne bovina - exportações
Foto: Wenderson Araujo/CNA

O mercado atacadista ainda se depara com preços firmes. O ambiente de negócios ainda sugere pela continuidade do movimento de alta no curto prazo, mesmo que isso ocorra de maneira moderada.

“Importante mencionar que a carne bovina tende a perder competitividade no mercado doméstico em relação as proteínas concorrentes, em especial se comparado a carne de frango”, disse Iglesias.

O quarto dianteiro ainda é precificado a R$ 18,20 por quilo. Quarto traseiro permanece cotado a R$ 23,20 por quilo. A ponta de agulha segue no patamar de R$ 17,25 por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,72%, sendo negociado a R$ 5,7004 para venda e a R$ 5,6983 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6294 e a máxima de R$ 5,7093. Na semana, a moeda teve valorização de 1,54%.



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Chuvas prejudicam colheita de mandioca


Excesso de umidade prejudica mandioca e eleva risco de podridão nas raízes





Foto: Canva

Segundo o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (17/10) pela Emater/RS, o excesso de chuvas na região administrativa de Santa Rosa está afetando negativamente a colheita das lavouras de mandioca plantadas no ano passado. O clima úmido favorece a ocorrência de podridão nas raízes devido à alta umidade no solo e à falta de luminosidade, prejudicando a qualidade das plantações que estão em produção. Já para as áreas implantadas neste ano, a umidade persistente desde agosto também representa um fator de risco adicional, agravando a situação para os produtores.

Veja mais informações sobre o clima em Agrotempo

Em Lajeado, no município de Cruzeiro do Sul, a cultura da mandioca encontra-se em fase de desenvolvimento vegetativo inicial, com algumas áreas ainda em final de plantio. A colheita das áreas remanescentes da safra passada está praticamente concluída, alcançando 99%. Contudo, a nova safra deverá contar com uma área plantada menor em relação ao ano anterior. Esse recuo está sendo atribuído à falta de mão de obra, aos altos custos de produção e às dificuldades enfrentadas na comercialização do produto.

Mesmo com os desafios climáticos, a estimativa de produtividade para a nova safra está em torno de 14 toneladas por hectare, considerada normal, apesar da decepção com a última colheita, que foi impactada por bacteriose e resultou em uma média de apenas 7.500 kg/ha. No município de Cruzeiro do Sul, a caixa de 20 quilos de mandioca está sendo comercializada a R$ 20,00, conforme o informativo.





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Presos suspeitos de desviar recursos destinados a vítimas de enchentes



A Polícia Federal (PF) prendeu nesta sexta-feira (18) duas pessoas suspeitas de envolvimento em fraudes bancárias relacionadas ao desvio de recursos de programas do governo federal que seriam usados para ajudar os afetados pelas enchentes ocorridas no Rio Grande do Sul.

Com o apoio da Caixa Econômica Federal foram identificados saques em terminais de autoatendimento localizados em Praia Grande, litoral sul de São Paulo.

Segundo as informações da PF, após a contestação das vítimas correntistas, que residiam em outros estados, foram identificadas fraudes de auxílios que teriam sido concedidos nos meses da calamidade.

Durante as investigações, que culminaram na Operação Dilúvio, a Polícia Federal descobriu que as fraudes ocorreram por meio do aplicativo Caixa Tem e que o autor era funcionário da instituição bancária.

A Justiça Federal em Santos determinou a suspensão da função na Caixa Econômica Federal e medida de restrição patrimonial.



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Bahia tem 8 municípios entre os 100 mais ricos do agronegócio brasileiro



Mapeados pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), a Bahia mantém 8 municípios entre os 100 mais ricos do Brasil no agronegócio. Entre eles, somente da região Oeste, 7 aparecem no ranking.

A análise se baseia nos dados da pesquisa anual do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre a Produção Agrícola Municipal (PAM) de 2023.

Entre os 10 primeiros do Brasil está São Desidério na segunda colocação e primeira do estado com R$ 7,789 bilhões, atrás de Sorriso, em Mato Grosso, que ocupou o topo da lista brasileira, com uma produção de R$ 8,3 bilhões.

Em sétimo lugar entre os mais ricos do Brasil e a segunda da Bahia está Formosa do Rio Preto, com R$ 5,789 bilhões, seguida por Barreiras, em terceiro no estado e 25ª do país com R$ 3,166.

Na sequência, aparecem no Top 8 da Bahia os municípios de Correntina, Luís Eduardo Magalhães, Riachãos das Neves, Jaborandi e Juazeiro.

Mais ricos do agro baiano (em bilhões)

  • 1ª. São Desidério – R$ 7,789 | 2ª BR
  • 2ª. Formosa do Rio Preto – R$ 5,789 | 7ª BR
  • 3ª. Barreiras – R$ 3,116 | 25ª BR
  • 4ª. Correntina – R$ 3,027 | 28ª BR
  • 5ª. Luís Eduardo Magalhães – R$ 2,705 | 32ª BR
  • 6ª. Riachão das Neves – R$ 2,096 | 48ª BR
  • 7ª. Jaborandi – R$ 1,678 | 62ª BR
  • 8ª. Juazeiro – R$ 1,595 | 65ª BR

Matopiba

Além disso, importantes municípios do Matopiba também aparecem no ranking dos 100 mais ricos do Brasil.

  • Baixa Grande do Ribeiro (PI) – R$ 3,221 bi – 22ª BR
  • Uruçuí (PI) – R$ 2,435 bi – 38ª BR
  • Balsas (MA) – R$ 1,959 bi – 55ª BR
  • Tasso Fragoso (MA) – R$ 1,820 bi – 56ª BR
  • Lagoa da Confusão (TO) – R$ 1,275 bi – 94ª BR

De acordo com o Mapa, em 2023, esse índice alcançou um valor total de R$ 814,5 bilhões, sendo que a centena mais produtiva contribuiu com 31,9% desse montante, totalizando R$ 260 bilhões.

Ao todo, a lista é integrada com por municípios localizados em 14 estados brasileiros: BahiaDistrito Federal, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Sul, São Paulo e Tocantis.


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