domingo, julho 26, 2026

Agro

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B20: Inclusão e sustentabilidade como centro do debate


Com o lema “Crescimento Inclusivo para um Futuro Sustentável”, o Business 20 (B20), grupo composto por  líderes empresariais e governamentais, se reúne em São Paulo para debater as recomendações a serem propostas ao G20. 

O encontro de dois dias, que acontece até esta sexta-feira, conta com cerca de 1.500 pessoas de diversos países e setores da economia. O B20 tem entre seus objetivos encontrar soluções que também incentivem a produção e a produtividade, com ações que diminuam o desperdício e garantam a segurança alimentar.

“A gente espera que boa parte das nossas recomendações sejam consideradas pelo G20 para que a gente possa ajudar no impulsionamento do desenvolvimento socioeconômico a partir da perspectiva do mundo dos negócios”, destacou Dan Ioschpe, chair do B20 Brasil 2024. 

“Óbvio que essa experiência, essa inteligência adquirida, esse conhecimento absorvido com o B20 vai ser muito útil para esse passo seguinte”,  afirmou Ricardo Alban, presidente da Confederação Nacional das Indústrias (CNI), órgão coordenador do encontro.

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G20 no Brasil

O G20, grupo composto pelas 19 maiores economias do mundo, além da União Europeia, e agora da União Africana, responde por cerca de 85% do PIB mundial e 75% do comércio internacional. Pela primeira vez, a cúpula de líderes do G20 é presidida pelo Brasil. O evento deve acontecer entre os dias 18 e 19 de novembro, no Rio de Janeiro.

Pequeno produtor para o mundo

Décio Lima está sorrindo. Usa óculos de grau, terno azul escuro, camisa azul claro e gravata listrada.Décio Lima está sorrindo. Usa óculos de grau, terno azul escuro, camisa azul claro e gravata listrada.
Décio Lima, presidente do Sebrae, no B20 Summit. Foto: Fábio Eufrázio.

O Sebrae também esteve presente no B20 Summit, com exposição e degustação de produtos feitos por pequenos empreendedores rurais das cinco regiões do Brasil, como café, doce de leite, bolo de rolo e artesanato. 

Para Décio Lima, presidente do Sebrae, alguns conceitos são fundamentais para a inclusão do pequeno empreendedor no comércio mundial. “Primeiro o conceito da economia globalizada, temos que nos abraçar e interagir. Segundo, uma economia sustentável, que não agrida e não violente o planeta e a natureza. E também do processo da inteligência artificial e da inovação”, ressaltou. 

“Que a gente possa trazer agricultura sustentável e regenerativa em escala, mas também olhando o pequeno produtor, para que a gente possa trazer sempre segurança alimentar, segurança energética e sucesso profissional para as pessoas”, disse Grazielle Parenti, head de Sustentabilidade na Syngenta.



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Suínos: cai poder de compra frente ao milho



Após avançar por oito meses consecutivos, o poder de compra de suinocultores paulistas caiu frente ao milho em outubro, conforme apontam levantamentos do Cepea

Segundo este Centro de Pesquisas, a mudança de cenário se deve às recentes e intensas valorizações do cereal no mercado doméstico.

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Na parcial deste mês (até o dia 22), o suíno vivo é negociado à média de R$ 8,97/kg na região SP-5 (Bragança Paulista, Campinas, Piracicaba, São Paulo e Sorocaba), tímido aumento de 0,3% em relação a setembro, indicando um equilíbrio entre oferta e demanda. 

No mercado de milho, segundo explica a Equipe Grãos/Cepea, mesmo diante do avanço da semeadura da safra verão e de previsões indicando chuvas na maior parte das regiões produtoras, os preços sobem impulsionados pela retração vendedora e pela necessidade de parte dos compradores recompor os estoques.

O Indicador Esalq/BM&FBovespa (Campinas – SP) registra média de R$ 67,40/saca de 60 kg na parcial de outubro, forte alta de 7,7% frente a setembro.



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competitividade cresce frente à bovina, mas cai para suína



Levantamento do Cepea mostra que os preços médios da carne de frango estão avançando neste mês frente ao anterior, enquanto os valores da bovina seguem em forte valorização e os da suína, firmes. 

Com isso, pesquisadores do Cepea indicam que a competitividade da carne de frango tem crescido frente à de boi, mas diminuído em relação à proteína suinícola. 

Nesta parcial de outubro (até o dia 23), a carcaça casada bovina está 13,13 reais/kg mais cara que o frango inteiro resfriado, aumento de 20,3% frente à diferença registrada em setembro.

Vale lembrar que a ampliação na diferença entre os preços desses produtos favorece a competitividade da carne avícola.

Ainda segundo dados do Cepea, o quilo do frango inteiro resfriado é negociado a 5,80 reais/kg abaixo do valor da carcaça especial suína, reduzindo em 3,6% a diferença que era verificada em setembro – neste caso, a competitividade da carne avícola diminui frente à suína à medida que o preço da proteína de frango se aproxima do da suinícola.



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‘Cuidado com o umbigo do bezerro é essencial para evitar infecções’, alerta especialista



O manejo adequado de maternidade em bovinos de corte é um ponto crucial para a saúde dos bezerros e para a produtividade das fazendas, tema que tem levado muitos pecuaristas a buscarem treinamentos especializados com foco nos cuidados durante o parto. Durante o programa Raio-X da Pecuária, a coordenadora do grupo de cria do Instituto Desenvolve Pecuária, Elisia Corrêa, destacou a importância desse tipo de capacitação para os produtores e seus colaboradores.

Segundo Corrêa, o Instituto Desenvolve Pecuária, localizado no Rio Grande do Sul, desempenha um papel essencial para os produtores associados, com um grupo que promove troca de informações e suporte técnico. “Nosso grupo auxilia em situações que vão desde a indicação de um técnico até o apoio imediato em casos específicos na fazenda”, explicou Elisia, mencionando que o instituto conecta os pecuaristas com profissionais experientes e técnicos capacitados.

Entre os problemas recorrentes, Corrêa cita a distocia, condição em que o bezerro enfrenta dificuldades durante o parto, o que exige manejo cuidadoso. “Quando isso ocorre, é necessário um acesso técnico cuidadoso e, em alguns casos, o uso de ferramentas específicas. O tratamento do umbigo com iodo é essencial para evitar infecções que podem comprometer a saúde do bezerro”, explicou a coordenadora.

A demanda por treinamentos surgiu após uma pesquisa com associados do grupo de cria, destacando o interesse em capacitação. “Organizamos treinamentos em Pelotas e São Gabriel, onde os colaboradores dos associados puderam participar e aprender técnicas de manejo importantes para o parto,” detalhou.

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Para produtores interessados, Corrêa informou que o instituto está aberto a novos participantes e já planeja ampliar os cursos em 2025 com treinamentos mensais sobre diversos temas. “Esses treinamentos valorizam a mão de obra e qualificam o trabalho nas propriedades. Esse investimento fez muitos colaboradores sentirem-se valorizados, um ponto crucial para a eficiência nas fazendas,” concluiu.



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a sanção da lei que impacta o acordo



O governador do estado de Mato Grosso, Mauro Mendes (União Brasil/MT), sancionou, nesta quinta-feira (24), o projeto de lei estadual nº 2256/2023 que elimina incentivos fiscais para empresas signatárias da Moratória da Soja. A nova medida reforça o debate sobre a validade e os efeitos dessa moratória, que tem gerado controvérsias entre produtores rurais.

Assunto em discussão

No último trimestre do ano, a discussão sobre a Moratória da Soja se intensificou, com agricultores que questionam sua legalidade. Eles argumentam que o acordo impede a comercialização de grãos de áreas desmatadas legalmente, o que, segundo eles, contraria o Código Florestal brasileiro e provoca tensões no setor agrícola.

Além das questões legais, surgem preocupações com os impactos socioambientais da moratória. A falta de clareza nas diretrizes levanta dúvidas sobre a sustentabilidade das práticas agrícolas e os efeitos sobre a economia local.

Um novo passo

A Aprosoja MT anuncia a sanção da nova lei, que transforma a aplicação da Moratória da Soja em Mato Grosso. Para a associação, o corte de incentivos fiscais a empresas que abusam de sua posição no mercado é um passo em direção à extinção de um acordo que, segundo eles, afeta negativamente muitas famílias de agricultores.

Embora o governador tenha vetado parcialmente alguns dispositivos da lei, o principal objetivo foi mantido. O inciso I proíbe a concessão de benefícios a empresas que estabelecem compromissos que limitem a expansão agropecuária em áreas não protegidas por leis ambientais específicas. Esse ponto é crucial, pois abrange políticas globais que podem restringir a livre iniciativa no setor.

Lucas Costa Beber, presidente da Aprosoja MT, enfatizou a vigilância da associação contra quaisquer tentativas de contornar a nova legislação. Ele advertiu as empresas signatárias da Moratória da Soja sobre as consequências de não cumprir os requisitos legais, incluindo a devolução de incentivos fiscais recebidos.

“Não descansaremos enquanto houver um produtor prejudicado pela Moratória da Soja. E enquanto a extinção desse acordo não for alcançada, as tradings também não terão um sono tranquilo. Esse é o nosso compromisso com o setor”, comenta Beber.



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Confira como os preços da soja fecharam nesta quinta-feira



Nesta quinta-feira (24), o mercado brasileiro da soja observou uma leve firmeza nos preços nesta quinta-feira, apesar da baixa movimentação nas transações. Segundo dados da Safras & Mercado, a Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) registrou alta durante boa parte da sessão, mas o mercado interno seguiu um caminho independente da paridade de exportação.

Os preços se mantiveram estáveis, com algumas negociações pontuais de pagamento alongado, com ofertas alcançando R$ 150,00. O basis apresentou elevação, indicando escassez de produto no mercado.

Preços do grão no Brasil

  • Passo Fundo (RS): R$ 136,00
  • Missões (RS): R$ 135,00
  • Porto de Rio Grande (RS): R$ 144,00
  • Cascavel (PR): R$ 141,00
  • Porto de Paranaguá (PR): R$ 146,00
  • Rondonópolis (MT): R$ 143,00
  • Dourados (MS): R$ 142,00
  • Rio Verde (GO): R$ 135,00

Chicago

Os contratos futuros da soja na CBOT fecharam quase estáveis, com quedas no farelo e aumentos no óleo. Após um início de dia com forte alta, impulsionado pela demanda robusta pela soja norte-americana, o mercado começou a perder força, com alguns contratos flertando com o negativo. A ampla oferta global e incertezas relacionadas às eleições nos Estados Unidos, que podem impactar as relações comerciais com a China, também contribuíram para a volatilidade.

As exportações líquidas dos EUA, referentes à temporada 2024/25, totalizaram 2.151.700 toneladas na semana encerrada em 17 de outubro, com a China liderando as importações, totalizando 1.289.200 toneladas. Os analistas esperavam que as exportações variariam entre 1,2 milhão e 2,5 milhões de toneladas, conforme informações do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA). Além disso, foram reportadas vendas de 198.000 toneladas de soja para destinos desconhecidos para entrega na mesma temporada.

Contratos futuros da soja

Os contratos de soja em grão com entrega em novembro de 2024 fecharam com baixa de 1,25 centavos de dólar por bushel (0,12%), cotados a US$ 9,96 1/4. A posição para janeiro de 2025 ficou estável em US$ 10,05 por bushel. Nos subprodutos, o farelo teve uma perda de US$ 4,60 (1,46%), encerrando a US$ 314,40 por tonelada, enquanto o óleo subiu 0,94 centavo (2,16%), fechando a 44,33 centavos de dólar por libra-peso.

Câmbio

O dólar comercial teve uma queda de 0,50%, sendo negociado a R$ 5,6623 para venda e a R$ 5,6603 para compra, oscilando entre uma mínima de R$ 5,6618 e uma máxima de R$ 5,7198 durante o dia.



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Frente fria avança no Sudeste e traz risco de temporais no fim de semana



Saiba como o clima irá se comportar neste final de semana em todas as regiões do Brasil:

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Sábado (26)

Sul

A chuva se concentra na Serra do Rio Grande do Sul, no leste e litoral de Santa Catarina e no litoral do Paraná. Pancadas isoladas podem ocorrer no oeste do Rio Grande do Sul e na região central de Santa Catarina, onde o sol ainda aparece. Nas demais áreas da região, o tempo permanece firme com temperaturas mais baixas, especialmente pela manhã.

Sudeste

Uma frente fria avança, trazendo mudanças e reforço na chuva sobre o litoral norte de São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo. A chuva pode ser intensa e ocorrer a qualquer momento, com potencial para temporais localizados. Em Minas Gerais, o tempo fica instável, com sol entre nuvens e pancadas de chuva fortes.

Centro-Oeste

O tempo se mantém firme apenas no sul e sudoeste de Mato Grosso do Sul. Nas demais áreas da região, a umidade continua alta, com possibilidade de pancadas de chuva e risco de temporais em Campo Grande, Goiânia e na capital Cuiabá. No Distrito Federal, o sol predomina durante o dia, mas pode haver pancadas de chuva.

Nordeste

Chove pouco no oeste e sul da Bahia, e nas regiões litorâneas de Alagoas, Rio Grande do Norte e Ceará. O tempo permanece firme nas demais áreas do Nordeste, com muito sol e calor, enquanto o ar seco predomina no centro-leste do Piauí e no interior de Pernambuco.

Norte

A chuva segue concentrada no Amazonas, Rondônia e Acre, com potencial para temporais isolados. Pancadas de chuva também ocorrem no sudoeste do Pará e do Tocantins. Em Belém, Macapá e Boa Vista, o tempo se mantém firme, enquanto em Palmas há possibilidade de chuvas com trovoadas à tarde.

Domingo (27)

Sul

A chuva começa a enfraquecer no Rio Grande do Sul, mas ainda pode ocorrer de forma pontual na Grande Porto Alegre e no extremo norte do estado. Chove intensamente no leste e litoral de Santa Catarina, com pancadas de chuva no litoral do Paraná e no interior, acompanhadas de raios e ventos de intensidade moderada a forte.

Sudeste

A frente fria continua se deslocando pelo oceano na altura do Sudeste, canalizando umidade no norte do Rio de Janeiro, sul do Espírito Santo e em Minas Gerais. Pancadas de chuva moderadas a fortes, com raios e rajadas de vento, são esperadas nessas áreas. No litoral e na cidade de São Paulo, o dia será nublado, com possibilidade de chuva fraca a moderada.

Centro-Oeste

Haverá muitas nuvens e risco de pancadas fortes de chuva em Mato Grosso do Sul, no noroeste, oeste e sul de Mato Grosso, e no sul de Goiás. O sol aparece com dificuldade nessas regiões, e a chuva pode ocorrer a qualquer momento. No Distrito Federal, pancadas de chuva típicas da primavera também são esperadas.

Nordeste

Calor e umidade provocam um pouco de chuva na costa leste da região. O dia será ensolarado e quente, com pancadas rápidas de chuva desde o litoral da Bahia até o litoral do Rio Grande do Norte. O tempo fica firme no Maranhão, Piauí, Ceará, interior da Paraíba e de Pernambuco, com ar seco predominando no agreste.

Norte

O ar quente e úmido estimula a formação de nuvens carregadas em Rondônia, Acre, Amazonas, oeste e norte de Roraima, com possibilidade de pancadas de chuva, raios e ventos de até 70 km/h, além de temporais isolados e trovoadas. O tempo segue firme em Palmas, Belém e Macapá.



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AgroNewsPolítica & Agro

Índia avança no mercado agroquímico brasileiro



Brasil despontou como uma nova fronteira para as empresas indianas



Brasil despontou como uma nova fronteira para as empresas indianas
Brasil despontou como uma nova fronteira para as empresas indianas – Foto: Divulgação

A indústria agroquímica da Índia tem passado por uma transformação notável, firmando-se como um ator global de peso. Em 2022, as exportações do setor chegaram a US$ 5,5 bilhões, colocando o país como o segundo maior exportador mundial de agroquímicos, atrás apenas da China. Esse sucesso se deve à capacidade de oferecer produtos genéricos de alta qualidade a preços competitivos, além de investimentos significativos em pesquisa e desenvolvimento (P&D) para criar soluções inovadoras e sustentáveis.

O crescimento desse setor indiano foi impulsionado por iniciativas governamentais estratégicas e pela inovação das empresas locais. Reformas regulatórias, proteção de direitos de propriedade intelectual e esforços para aumentar a produtividade agrícola ajudaram a consolidar essa evolução. Grandes multinacionais indianas, como a UPL, juntamente com empresas de médio porte, aproveitaram essas condições para expandir sua presença global, atendendo às demandas de diversos mercados internacionais.

Com esse cenário de ascensão, o Brasil despontou como uma nova fronteira para as empresas indianas de agroquímicos. Como um dos maiores produtores agrícolas do mundo, o país representa um mercado promissor, atraindo companhias como Willowood, GSP Crop Science e SML Group, que têm consolidado suas operações no Brasil. Essas empresas estão aproveitando suas capacidades produtivas e portfólios inovadores, mas enfrentam desafios no processo.

Um dos principais obstáculos é o rigoroso ambiente regulatório brasileiro. Saket Sinha, diretor da Willowood no Brasil, explica que o mercado local exige registros complexos e avaliações ambientais rigorosas. Para superar essas barreiras, a Willowood investiu em compreender o mercado e estabelecer relações com os principais stakeholders locais.

 





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saiba o que mexe com o mercado hoje



Ouça o Diário Econômico, o podcast que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado do Brasil e do mundo, com a análise de economistas do Pic Pay.

No morning call de hoje, o economista do PicPay, Igor Cadilhac, destaca que o IPCA-15 surpreendeu negativamente em outubro. Juntando uma combinação de ajustes sazonais e choques pontuais, a prévia da inflação avançou 0,54%. Do ponto de política monetária, já é praticamente dado uma aceleração no ritmo de alta dos juros.



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Inpasa anuncia 40 vagas de emprego em Luís Eduardo Magalhães


Na mesma semana em que lançou a pedra fundamental, a Inpasa anunciou as primeiras 40 vagas efetivas para os colaboradores que farão parte da equipe da biorrefinaria em Luís Eduardo Magalhães, no Oeste da Bahia.

A companhia oferece benefícios que incluem vale-alimentação, plano de saúde (Unimed), plano odontológico, vale-transporte, refeição na empresa, Gympass, Orienteme e Edupass.

De acordo com a empresa, as primeiras oportunidades divulgadas são para os seguintes cargos:

  • Analista de Administração de Pessoal;
  • Analista de Materiais;
  • Analista de Recrutamento e Seleção;
  • Controlador de Acesso;
  • Encarregado de Almoxarifado;
  • Encarregado de Planejamento de Obras;
  • Líder de Segurança Patrimonial;
  • Operador de Empilhadeira;
  • Operador de Munck;
  • Supervisor de Segurança do Trabalho;
  • Técnico de Enfermagem do Trabalho;
  • Técnico de Materiais;
  • Técnico de Segurança do Trabalho.

As obras da nova planta do grupo estão previstas para começarem em dezembro de 2024, no entanto, depende da liberação de licenças.

Segundo a companhia, o começo das operações está previsto para o primeiro trimestre de 2026 (também dependendo da liberação das licenças).

Os profissionais que farão parte desses setores já serão contratados, efetivados e passarão por treinamento para integrar a equipe.

Como se candidatar

Além das vagas já disponíveis, os interessados também poderão registrar seu currículo no banco de talentos da companhia.

Essas informações ficarão armazenadas de forma permanente e facilitarão o recrutamento para as oportunidades que forem surgindo.

As especificações de cada vaga na Inpasa, estão disponíveis no site da empresa na plataforma Gupy. Para se candidatar, clique aqui.

Inpasa em Luís Eduardo Magalhães

A Inpasa é a maior biorrefinaria de etanol de grãos da América Latina e vai investir R$ 1,3 bilhão em uma nova planta em Luís Eduardo Magalhães (BA).

A planta utilizará milho e sorgo como matérias-primas de seus produtos, além de diversas biomassas como fonte de energia na geração de vapor e de bioeletricidade. 

Inpasa anuncia biorefinaria de etanol em Luís Eduardo Magalhães, investimento de R$ 1,2 bilhão, oeste da bahiaInpasa anuncia biorefinaria de etanol em Luís Eduardo Magalhães, investimento de R$ 1,2 bilhão, oeste da bahia
Foto: Reprodução/ Inpasa Brasil

Durante a fase de construção, a unidade deverá gerar cerca de 2.500 postos de trabalho. Após o início das operações, previsto para o primeiro trimestre de 2026, serão originados mais de 450 empregos diretos e 1.500 indiretos. 

A nova planta terá capacidade de processamento anual de 1 milhão de toneladas de grãos, prevendo a produção de 460 milhões de litros de etanol, 230 mil toneladas de DDGS, 23 mil toneladas de óleo vegetal e 200 GWh de energia elétrica por ano.


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