Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado do Brasil e do mundo, com a análise de economistas.
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No morning call de hoje, o economista do PicPay, Igor Cadilhac, destaca que o dólar alcançou o maior valor desde 2021, fechando em R$ 5,76. Nos EUA, destaque para o recorde do Nasdaq e o ouro como ativo seguro. Para hoje, olho nos dados de emprego e PIB no radar, além do esperado anúncio de corte de despesas no Brasil.
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Para aumentar a rentabilidade sem expandir a área plantada, os produtores devem adotar tecnologias – Foto: Agrolink
Os extremos climáticos no Brasil impõem desafios significativos aos agricultores na safra 2024/25. Enquanto no Centro-Oeste a semeadura da soja enfrenta atrasos devido à estiagem, no Sul, chuvas excessivas limitam o plantio, especialmente no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina. Além disso, fatores políticos, como a eleição nos Estados Unidos, podem influenciar os preços das commodities brasileiras. Dauto Pivetta Carpes, engenheiro agrônomo da FertiSystem, projeta que os preços da saca de soja devem ficar entre R$ 100 e R$ 140, afastando o cenário de valorização observado entre 2020 e 2022.
Para aumentar a rentabilidade sem expandir a área plantada, os produtores devem adotar tecnologias que minimizem os impactos climáticos e de mercado. O plantio é uma etapa crítica, e a precisão é essencial. Carpes destaca que as sementes modernas têm alto potencial produtivo, mas isso só se concretiza em condições adequadas. A mecanização deve ser eficiente, e a FertiSystem investe em soluções inovadoras, como sistemas de acionamento de dosadores de sementes com motores elétricos.
Esses sistemas permitem o desligamento linha a linha, evitando a sobreposição de sementes, o que reduz custos e melhora a produtividade. Sensores de sementes também desempenham um papel crucial, monitorando a semeadura e alertando os operadores sobre falhas, evitando replantios desnecessários.
Com uma abordagem focada na precisão e na tecnologia, a FertiSystem, fundada em 2002 e presente em 95% das indústrias de máquinas agrícolas do Brasil, tem se destacado em promover eficiência e produtividade no campo.
Áreas de instabilidade provocam chuva em boa parte do Brasil nesta quarta-feira (30). O mês de outubro vai se despedindo com indíces satisfatórios de umidade no solo, com exceção do Nordeste, onde o sol reina na maioria das áreas.
Veja a previsão para o dia de hoje:
Sul
O sol predomina entre poucas nuvens pelo oeste e noroeste do Paraná, assim como no oeste e nas Missões do Rio Grande do Sul. Em toda a faixa leste dos três estados do Sul, existem condições para pancadas de chuva, assim como no oeste catarinense. As temperaturas ficam elevadas durante a tarde no interior da Região, especialmente no norte e oeste paraense, onde faz calor.
Sudeste
Áreas de instabilidade seguem favorecendo pancadas de chuva entre o centro-leste e norte de São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Minas Gerais. Nessas áreas, não se descartam chuva de forte intensidade, principalmente no norte e litoral norte fluminense, sul capixaba e em áreas da faixa central mineira. Tempo firme com predomínio de sol apenas no oeste paulista.
Centro-Oeste
Dia com muitas nuvens e chuva a qualquer momento em áreas do centro-norte de Mato Grosso. Em Goiás, o sol aparece entre nuvens e podem ocorrer pancadas de chuva com trovoadas. Não se descarta chuva forte nos dois estados. Já pelo norte e oeste de Mato Grosso do Sul, pancadas de chuva isolada, enquanto no sul, leste e oeste do estado, o sol predomina ao longo do dia.
Nordeste
Dia de sol com temperaturas elevadas no interior do Nordeste. Pode chover isolado pela costa leste da Região entre a Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte. No litoral e sul da Bahia, pancadas de chuva com até moderada intensidade, enquanto no centro-sul e norte do Maranhão chove isolado.
Norte
O dia será marcado por pancadas de chuva se espalhando por Tocantins e Pará. Também chove em Rondônia com até forte intensidade. Pancadas de chuva previstas para o Acre e Amazonas, enquanto no Amapá, em Roraima e noroeste do Pará, predomínio de tempo firme.
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Os próprios produtores identificam o custo elevado – Foto: Divulgação
Uma pesquisa da Fiesp com 514 produtores agropecuários de todas as regiões do Brasil revela que 66% deles utilizam produtos biológicos, com 74% dos agricultores e 38% dos pecuaristas adotando essa tecnologia. Entre os usuários, 45% aplicam bioinsumos em toda a área cultivada, indicando uma crescente aceitação no setor agrícola.
Nesse contexto, o Monitor de Tendências do Agronegócio Brasileiro aponta que, apesar da difusão dos bioinsumos, sua adoção em larga escala ainda enfrenta desafios significativos. Os próprios produtores identificam o custo elevado, a dificuldade de aplicação e problemas de armazenamento como as principais barreiras para uma maior utilização. Esses obstáculos podem impactar a viabilidade econômica e operacional da adoção de práticas mais sustentáveis.
De acordo com os dados, cerca de 31% dos produtores não utilizam bioinsumos, sendo 59% deles pecuaristas e 24% agricultores. Os motivos incluem a falta de informação, a percepção de eficácia variável e o alto preço dos produtos. Esta lacuna informativa destaca a necessidade de iniciativas que promovam a conscientização sobre os benefícios dos bioinsumos, além de melhorias na acessibilidade.
A pesquisa também revela que qualidade, preço e marca são os fatores mais considerados na hora da compra. Com isso, é fundamental investir em educação e em estratégias que incentivem a adoção de bioinsumos, visando não apenas a produtividade, mas também a sustentabilidade do agronegócio brasileiro. Superar esses entraves pode resultar em um impacto positivo significativo para o setor.
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Foto: Canva
A Embrapa Amazônia Oriental lançou um edital para a aquisição de sementes genéticas das novas variedades de feijão-de-metro, BRS Lauré (vagem roxa) e BRS Raíra (vagem verde-oliva). O edital é voltado para produtores de sementes e viveiristas que estejam inscritos no Registro Nacional de Sementes e Mudas (Renasem). Os interessados devem enviar a documentação necessária para o e-mail [email protected] até as 17h do dia 8 de novembro de 2024.
De acordo com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), as variedades BRS Lauré e BRS Raíra foram desenvolvidas para o plantio no estado do Pará, mas também apresentam potencial para outras regiões de clima quente. Ambas possuem uma arquitetura de planta que facilita o cultivo em tutores (espaldeiras), além de alta produtividade e qualidade de vagens. O edital oferece um total de 42 lotes de sementes genéticas das duas cultivares para propagação, comercialização e/ou beneficiamento. Cada lote de 500 gramas de sementes custa R$ 250,00. Após a compra, os produtores de sementes ou viveiristas tornam-se licenciados pela Embrapa para multiplicar e comercializar o material, sem custos adicionais de royalties após a assinatura do contrato.
O feijão-de-metro é uma subespécie do feijão-caupi (Vigna unguiculata), conhecido por suas longas vagens consumidas cruas ou cozidas, principalmente em saladas. A cultivar BRS Lauré se destaca como a primeira variedade de vagens roxo-avermelhadas desenvolvida para o mercado do Norte do Brasil. Nos testes de campo, a BRS Lauré apresentou produtividade média de 11,6 toneladas de vagens frescas por hectare, superando os 7,6 t/ha de uma cultivar comercial e os 8,6 t/ha de uma variedade crioula tradicionalmente cultivada, conforme o informado pela Embrapa.
De acordo com a Embrapa, a variedade BRS Raíra, por sua vez, é caracterizada por vagens na cor verde-oliva mais claras do que as variedades tradicionais. Em testes de campo, a cultivar obteve produtividade superior a 10 t/ha, enquanto os materiais tradicionais alcançaram médias de 7 t/ha (cultivar comercial) e 8,6 t/ha (variedade crioula).
Ambas as variedades demonstraram desempenho produtivo superior em períodos secos e chuvosos, além de boa tolerância ao estresse hídrico e altas temperaturas.
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Foto: Canva
De acordo com a análise do informativo “Tem Boi na Linha” da Scot Consultoria, a cotação do “boi China” registrou uma alta de R$ 2,00/@ no estado de São Paulo. Apesar da valorização, o impacto nas demais categorias foi limitado, já que alguns frigoríficos ainda não estão ativos nas compras. O cenário nas praças paulistas é marcado por oferta reduzida e escalas de abate menores, com negócios ocorrendo acima da referência média.
No Rio Grande do Sul, a cotação do boi gordo também apresentou elevação, impulsionada pela baixa oferta e forte demanda. Os frigoríficos enfrentam dificuldades para formar suas escalas, que atualmente estão em média em cinco dias. Na região Oeste, o preço do boi gordo subiu R$ 0,10/kg, enquanto a cotação das novilhas aumentou R$ 0,05/kg. O preço da vaca, por sua vez, permaneceu estável. Em Pelotas, a situação é similar, com o boi gordo também apresentando um incremento de R$ 0,10/kg e as fêmeas mantendo seus preços inalterados.
No Espírito Santo, a oferta continua escassa e as escalas de abate estão curtas. O mercado interno sente o reflexo do aumento nos preços, que está dificultando as vendas de carne. Neste cenário, os preços permanecem estáveis, exceto para as novilhas, cuja cotação subiu R$ 5,00/@. Em Santa Catarina, a baixa oferta e a queda no consumo resultaram em uma estabilidade nos preços, que não sofreram alterações nas últimas semanas, conforme apontou o informativo.
A empresa destacou que “continua comprando soja brasileira em conformidade com as regulamentações locais e internacionais” e que sua aquisição passa por processos de verificação de origem e rastreabilidade, assegurando que o insumo não venha de áreas desmatadas.
Com a repercussão do tema e antes da publicação do posicionamento da companhia, a Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja) se manifestou, acusando a multinacional de discriminação e desconhecimento das práticas agrícolas do país.
Ligação da Danone à Aprosoja
O presidente da entidade, Maurício Buffon, conta que recebeu ligação da direção da Danone Brasil para esclarecer o tema. Segundo ele, o contato da empresa transmitiu um verdadeiro arrependimento pela declaração dada e, também, medo de boicote aos produtos da marca no país.
“Eles ou qualquer outra empresa têm o direito de não comprar o nosso produto, mas dizer que a nossa soja não tem sustentabilidade ambiental nos obriga a reagir de forma dura”.
De acordo com ele, o mercado brasileiro é muito importante para a Danone e para qualquer outra empresa que busque se estabelecer no país.
“Uma multinacional que quer ser uma multinacional de verdade tem de estar em um país do tamanho do Brasil, com o nosso comércio. Isso [a fala da empresa] repercutiu muito mal. Ele [o diretor da empresa no Brasil] nos falou que [a fala foi] específica a um produto que é feito na Europa, o leite de soja de lá, que não implica nas compras e nos negócios de soja da Danone no Brasil. […] não muda nada no comércio de soja entre o Brasil e a Danone, o que era antes, vai continuar sendo”, diz Buffon.
Para ele, a soja que a empresa pode querer adquirir em outro país tem muito menos sustentabilidade do que o produto brasileiro, já que não é produzida com plantio direto, não possui Áreas de Preservação Permancente (APPs), Reserva Legal inserida na propriedade. “Se alguém tem força para falar de sustentabilidade hoje é o produtor e a agricultura brasileira”.
De acordo com as informações divulgadas pela União Nacional da Bioenergia (Udop), os contratos futuros do açúcar iniciaram a semana em baixa nas bolsas internacionais. Na segunda-feira (28), todos os lotes do açúcar bruto listados na ICE Futures de Nova York apresentaram desvalorização. O vencimento para março de 2025 foi contratado a 21,96 centavos de dólar por libra-peso, representando uma queda de 18 pontos, ou 0,8%, em relação à sessão anterior. A tela de maio de 2025 recuou 14 pontos, fechando a 20,31 centavos/lb, enquanto os demais contratos caíram entre 8 e 13 pontos.
Na ICE Futures Europe, em Londres, o açúcar branco também encerrou o dia em queda. O lote para dezembro de 2024 foi negociado a US$ 560,20 por tonelada, com um recuo de 6 dólares, ou 1,1%, comparado à sessão anterior. A tela para março de 2025 caiu 6,40 dólares, fechando a US$ 568,40 por tonelada, com os demais contratos apresentando recuos que variaram entre 2,80 e 5,30 dólares, conforme apontou a Udop.
De acordo com as informações divulgadas pela Udop, no mercado interno, o açúcar cristal registrou baixa nas cotações, conforme medido pelo Indicador Cepea/Esalq da USP. A saca de 50 quilos foi negociada pelas usinas a R$ 157,58, uma desvalorização de 0,43% em comparação aos R$ 158,26 praticados na sexta-feira. Por outro lado, o etanol hidratado continua sua trajetória de valorização, fechando em alta pelo quinto dia consecutivo, de acordo com o Indicador Diário Paulínia. O biocombustível foi negociado a R$ 2.708,00 por metro cúbico, em comparação aos R$ 2.703,50 do dia anterior, representando uma valorização de 0,17%.
O mercado físico do boi gordo volta a apresentar elevação em seus preços. De acordo com a consultoria Safras & Mercado, o movimento acontece de maneira uniforme nos principais estados produtores do Brasil.
“A expectativa ainda é de continuidade, considerando a demanda extremamente aquecida, em especial para as exportações, somado ao atual posicionamento das escalas de abate, que permanecem encurtadas”, disse o analista da empresa Fernando Henrique Iglesias.
Segundo ele, os frigoríficos que atuam apenas no mercado interno seguem acusando problemas de margem. “Neste sentido é evidenciado aumento da capacidade ociosa, com abates mais irregulares durante o mês de outubro”.
Preços médios da arroba do boi
São Paulo: R$ 318,58
Goiás: R$ 314,29
Minas Gerais: R$ 314,41
Mato Grosso do Sul: R$ 314,55
Mato Grosso: R$ 307,03
Mercado atacadista
Foto: Freepik
O mercado atacadista apresenta alta em seus preços no decorrer da semana. O ambiente de negócios ainda sugere pela continuidade do movimento de alta no curto prazo, em linha com a entrada dos salários na economia durante a primeira quinzena do mês.
“Importante destacar que a carne de frango ainda conta com a preferência de importante parcela da população brasileira, ainda mais em um momento de elevação dos preços da carne bovina no varejo”, ponderou Iglesias.
O quarto traseiro foi precificado a R$ 23,40 por quilo, alta de R$ 0,10. O quarto dianteiro ainda é cotado a R$ 18,20 por quilo. A ponta de agulha está no patamar de R$ 17,50 por quilo, alta de R$ 0,20.
Câmbio
O dólar comercial encerrou em alta de 0,95%, sendo negociado a R$ 5,7622 para venda e a R$ 5,7602 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6979 e a máxima de R$ 5,7669.
A região central do Brasil deve receber grandes acumulados de chuva nesta semana e no início da próxima, de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Segundo o órgão, os volumes podem ultrapassar os 100 mm em algumas localidades do Amazonas, Mato Grosso, centro-sul de Mato Grosso do Sul e oeste de São Paulo (tons de vermelho e rosa no mapa abaixo):
Previsão de chuva (29 de outubro a 04 de novembro de 2024). Foto: Reprodução Inmet
Confira a previsão do tempo para as cinco regiões entre esta terça-feira (29) e a próxima segunda (4 de novembro):
Sul
A semana começa com tempo firme em grande parte da Região Sul. Porém, entre quarta (30) e quinta (31), podem ocorrer chuvas isoladas no Paraná e leste de Santa Catarina.
Já a partir do dia 3 de novembro, áreas de instabilidade se intensificam no Paraná e, posteriormente, em Santa Catarina, favorecendo pancadas de chuva com precipitação entre 20 e 70 mm. Contudo, a tendência é de tempo firme em grande parte do Rio Grande do Sul nos próximos dias.
Centro-Oeste e Sudeste
Um canal de umidade associado à Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS) provocará acumulados significativos na faixa que vai de Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais e Espírito Santo, com acumulados entre 30 e 80 mm.
Segundo o Inmet, a partir do dia 2 de novembro, áreas de instabilidade se intensificam e devem provocar pancadas de chuva em Mato Grosso do Sul e centro-oeste de São Paulo, com volumes que devem ultrapassar os 80 mm (tons de vermelho e rosa).
Já no leste de São Paulo e Rio de Janeiro, áreas de instabilidade podem provocar chuvas de até 40 mm.
Norte
Os acumulados de chuva são esperados principalmente na porção oeste e sul do Amazonas, sul do Tocantins e Rondônia, com volumes entre 30 e 80 mm (tons de verde e amarelo no mapa).
De acordo com o Inmet, em algumas localidades, os acumulados podem ultrapassar 80 mm (tons de vermelho). As áreas mais ao norte, como o Amapá, centro-norte do Pará e partes de Roraima, mostram acumulados menores, abaixo de 10 mm (tons de azul).
Nordeste
A previsão é de tempo quente e seco em grande parte da Região Nordeste, conforme o boletim do Inmet. No entanto, na quinta-feira (31), há tendência de aumento da nebulosidade, especialmente no oeste e sul da Bahia, sul do Piauí e Maranhão, o que pode gerar instabilidades, resultando em pancadas de chuva isoladas.
Além disso, há condições de pancadas de chuva isoladas no litoral da faixa leste do Nordeste, com acumulados que podem superar 20 mm, principalmente no sul da Bahia.
Temperaturas mínimas e máximas
O boletim do Inmet prevê, ainda, temperaturas elevadas em grande parte do Norte e Nordeste do país nos próximos dias. Assim, as máximas podem superar os 38°C em algumas localidades do interior das duas Regiões.
Segundo o órgão, a convergência de umidade entre as Regiões Sudeste e Centro-Oeste do Brasil mantém as temperaturas máximas entre 22°C e 28°C ao longo da semana. Em Mato Grosso do Sul, norte de Mato Grosso e Goiás, os termômetros podem registrar valores acima de 30°C, enquanto na Região Sul são previstas máximas entre 22°C e 34°C.
Em áreas do Norte e Nordeste, as máximas podem variar entre 30°C e 38°C, podendo ultrapassar os 38°C em algumas localidades do norte da Região Norte e interior do Nordeste.
No Sul, o Inmet aponta que as temperaturas podem ultrapassar os 30°C na faixa oeste e podem variar entre 22°C e 28°C na faixa leste.
As temperaturas mínimas poderão superar 26°C em áreas da Região Norte, Piauí e Maranhão. Nas Regiões Sul e Sudeste, as mínimas podem variar entre 8°C e 18°C, enquanto no Centro-Oeste as temperaturas mínimas ficarão entre 20°C e 26°C em algumas localidades.