sexta-feira, julho 24, 2026

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Chicago recua após eleições nos EUA, acompanhando valorização do dólar



Os contratos do trigo operam com preços significativamente mais baixos nas negociações da sessão eletrônica da Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). O mercado é pressionado pela alta expressiva do dólar em relação a outras moedas, atingindo seu maior patamar em quatro meses, reflexo do resultado das eleições presidenciais dos Estados Unidos.

A moeda norte-americana dispara, impulsionada pelo nacionalismo econômico promovido pelo novo presidente. Com o fortalecimento do dólar, os grãos dos EUA perdem competitividade no mercado internacional, e as tarifas propostas pelo republicano Donald Trump podem impactar o comércio agrícola do país.

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Analistas internacionais acreditam que o impacto sobre o grão dos EUA devido as eleições pode ser temporário, especialmente com o trigo ainda relativamente barato.

Os contratos com vencimento em dezembro operam cotados a US$ 5,65 1/4 por bushel, baixa de 7,25 centavos de dólar, ou 1,26%, em relação ao fechamento anterior.

Ontem (05), o trigo encerrou com preços mais altos. O mercado foi sustentado pelas condições das lavouras nos Estados Unidos, que, embora tenham melhorado em relação à semana passada, ainda apresentam o segundo pior desempenho desde o início dos registros, em 1986.

Um movimento de recuperação técnica sobre as perdas acumuladas, aliado ao bom desempenho do petróleo em Nova York e à desvalorização do dólar frente a outras moedas, também contribui para o avanço dos preços.

No fechamento, os contratos com entrega em dezembro de 2024 eram cotados a US$ 5,72 1/2 por bushel, alta de 3,75 centavos de dólar, ou 0,65% em relação ao fechamento anterior. Os contratos com entrega em março de 2025 eram negociados a US$ 5,91 por bushel, ganho de 3,50 centavos, ou 0,59% em relação ao fechamento anterior.



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refletindo resultado das eleições presidenciais dos EUA, Chicago opera no vermelho



Os contratos do milho operam com preços mais baixos nas negociações da sessão eletrônica da Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). O mercado reage aos resultados das eleições presidenciais dos Estados Unidos, com a vitória do republicano Donald Trump.

Em resposta, o dólar dispara frente a outras moedas, atingindo seu maior nível em quatro meses, impulsionado pelo nacionalismo econômico defendido pelo novo presidente. A possibilidade de novas barreiras comerciais com a China também reduz as perspectivas de exportação e exerce pressão sobre os preços.

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Com o dólar mais forte, o grão norte-americano perde competitividade no mercado internacional, e as tarifas propostas por Trump podem afetar o comércio agrícola dos EUA. Analistas ainda alertam para o risco de prejuízos nas relações comerciais com o México, um dos principais compradores do milho estadunidense.

Os contratos com vencimento em dezembro operam cotados a US$ 4,17 1/4 por bushel, baixa de 1,25 centavo de dólar, ou 0,29%, em relação ao fechamento anterior.

Ontem (05), o milho fechou com alta nos preços. O mercado foi sustentado pelos sinais de um aumento na demanda pelo cereal dos Estados Unidos. Além disso, os investidores aguardaram o resultado das eleições estadunidenses, avaliando também o momento de fraqueza do dólar frente a outras moedas correntes, a alta dos preços do petróleo em Nova York e o foco na definição da taxa de juros norte-americana.

Os contratos com entrega em dezembro de 2024 fecharam com alta de 2,00 centavos, ou 0,48%, cotados a US$ 4,18 1/2 por bushel. Os contratos com entrega em março de 2025 fecharam com avanço de 2,00 centavos, ou 0,46%, cotados a US$ 4,32 por bushel.



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AgroNewsPolítica & Agro

Inmet emite alerta para chuvas intensas no Sul do Brasil



Chuvas devem vir acompanhadas de ventos de 40 a 60 km/h




Foto: Pixabay

Nesta terça-feira (05.11), o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) emitiu um alerta de Perigo Potencial para chuvas intensas em diversas regiões do Sul do Brasil. O aviso é válido até às 23h59, abrangendo áreas de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná.

Conforme o Inmet, as precipitações podem variar entre 20 e 30 mm por hora ou até 50 mm ao longo do dia, acompanhadas por ventos de 40 a 60 km/h. Em caso de rajadas de vento, o instituto orienta que a população evite se abrigar debaixo de árvores, dado o risco de queda de galhos e descargas elétricas, e que não estacione veículos próximos a torres de transmissão ou placas de propaganda. O uso de aparelhos eletrônicos conectados à tomada também deve ser evitado.

O alerta inclui municípios nas regiões Serrana, Oeste e Norte de Santa Catarina, Grande Florianópolis, Noroeste e Nordeste do Rio Grande do Sul, Metropolitana de Porto Alegre e diversas regiões do Paraná, incluindo as áreas metropolitanas de Curitiba e regiões Oeste e Sudoeste do estado.


 





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vitória de Trump nas eleiçõs presidenciais derruba preços em Chicago



Os contratos da soja em grão registram preços acentuadamente mais baixos nas negociações da sessão eletrônica na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). O mercado é pressionado pela vitória do republicano Donald Trump nas eleições presidenciais dos Estados Unidos. Como resultado, o dólar dispara frente a outras moedas, atingindo uma máxima de quatro meses, impulsionado pelo nacionalismo econômico defendido pelo novo presidente. A possibilidade de novas barreiras comerciais com a China também prejudica as perspectivas de exportação e derruba os preços.

Um dólar mais forte torna o grão dos EUA mais caro no mercado externo, enquanto as tarifas propostas por Trump podem afetar o comércio agrícola do país. A soja, em particular, é sensível a esse cenário, pois depende das vendas para a China, seu maior importador.

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Além disso, os investidores aguardam a decisão sobre a taxa de juros norte-americana desta quinta-feira (06) e as previsões de safra do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) na sexta-feira (08).

Os contratos com vencimento em janeiro de 2025 operam cotados a US$ 9,85 3/4 por bushel, baixa de 16,00 centavos de dólar, ou 1,59%, em relação ao fechamento anterior.

Ontem (05), a soja fechou em alta para o grão e o farelo, e mais baixos para o óleo. O mercado operava em compasso de espera pelas eleições presidenciais nos Estados Unidos.

A boa demanda pelo produto do país e a fraqueza do dólar frente a outras moedas atuaram como fatores de suporte. Além disso, os investidores se posicionam frente ao relatório de oferta de demanda do Departamento de Agricultura norte-americano, que sai na sexta-feira.

Os contratos da soja em grão com entrega em janeiro de 2025 fecharam com alta de 4,50 centavos ou 0,45% a US$ 10,01 3/4 por bushel. A posição março/25 teve cotação de US$ 10,14 3/4 por bushel, com ganho de 3,00 centavos ou 0,29%.



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Mercados em alta com vitória de Donald Trump nos EUA



Os índices futuros de Nova York registraram forte alta após a eleição de Donald Trump como o 47º presidente dos Estados Unidos. No início da manhã de hoje (6), os contratos futuros do Dow Jones subiam 2,87%, enquanto o S&P 500 avançava 2,21% e o Nasdaq 1,66%.

A possível maioria republicana no Senado e na Câmara dos Deputados reforça o otimismo do mercado, visto que uma base de apoio legislativa pode facilitar a implementação de políticas de redução de impostos corporativos, estimulando ainda mais o ambiente de negócios.

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Outro ponto que impulsiona a confiança dos investidores é a conclusão rápida do processo eleitoral. Diferente das disputas anteriores, a eleição de 2024 trouxe uma resposta imediata, afastando as incertezas que haviam gerado volatilidade nos mercados em 2020.

Com um cenário político mais previsível, as expectativas apontam para um ciclo econômico favorável à recuperação e ao crescimento, fortalecendo a confiança no mercado de ações e atraindo novos investimentos nos setores corporativo e tecnológico.



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Líderes globais parabenizam Trump por retorno à presidência dos EUA



Após a confirmação de Donald Trump como vencedor nas eleições presidenciais dos Estados Unidos, líderes de várias partes do mundo expressaram congratulações ao republicano. A vitória, consolidada com a projeção de Wisconsin e garantindo os votos necessários no Colégio Eleitoral, marcou o retorno de Trump à Casa Branca.

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O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, parabenizou Trump pelo “maior retorno da história” e celebrou a retomada da “grande aliança entre Israel e os Estados Unidos”. Viktor Orbán, da Hungria, também exaltou a vitória, chamando-a de uma “recuperação histórica”.

Na América Latina, o presidente argentino Javier Milei expressou apoio e desejou sucesso ao presidente eleito. Ele ainda ressaltou que a Argentina estará à disposição dos EUA para futuras cooperações. Nayib Bukele, de El Salvador, enviou bênçãos e o presidente egípcio Al-Sisi reforçou a importância da cooperação entre Egito e Estados Unidos.

Na Europa, Emmanuel Macron, da França, e Olaf Scholz, da Alemanha, demonstraram disposição para continuar colaborando com o governo norte-americano. Macron destacou seu compromisso em trabalhar com Trump “com respeito e ambição”, enquanto Scholz enfatizou a longa parceria transatlântica.

Entre outros líderes, o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky celebrou a abordagem de Trump e afirmou estar confiante no apoio contínuo dos EUA à Ucrânia. No Reino Unido, o primeiro-ministro Keir Starmer classificou a eleição de Trump como uma “vitória histórica” e ressaltou os valores compartilhados entre os países.

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e o primeiro-ministro indiano Narendra Modi também enviaram felicitações, sinalizando o desejo de fortalecer as parcerias em prol da estabilidade e prosperidade globais.



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Donald Trump vence eleições dos EUA



Donald Trump foi eleito o 47º presidente dos Estados Unidos, conquistando um segundo mandato após vencer a candidata democrata Kamala Harris. O resultado marca um retorno à Casa Branca para o ex-presidente, quatro anos após sua derrota para Joe Biden. Trump, agora com 78 anos, se torna o primeiro condenado criminalmente a assumir a presidência e também o mais velho a ser eleito para o cargo.

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Com a vitória assegurada na manhã de hoje (6), quando Wisconsin confirmou seus votos, Trump alcançou 277 votos no colégio eleitoral, ultrapassando o necessário para ganhar. A disputa foi acirrada, refletindo uma divisão intensa no cenário político americano.

A eleição de Trump reacende preocupações globais, especialmente em relação à sua postura assertiva e polêmica sobre política externa. Durante a campanha, ele prometeu medidas rigorosas na política imigratória e adotou um discurso voltado para “retribuição” contra adversários, incluindo possíveis indultos para envolvidos na invasão ao Capitólio em 6 de janeiro de 2021.

Kamala Harris, candidata derrotada e ex-vice-presidente, buscava fazer história como a primeira mulher e a primeira afro-americana a liderar o país. Sua campanha focou em direitos reprodutivos e liberdades civis, mas acabou não sendo suficiente para deter a base de apoio fiel a Trump.

Analistas consideram que o apoio a Trump permaneceu sólido, impulsionado por uma retórica populista e o respaldo de figuras influentes. A vitória de Trump traz à memória a presidência de Grover Cleveland, o único presidente americano a governar em dois mandatos não consecutivos, entre 1885-1889 e 1893-1897.



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Crescimento da soja na argentina enfrenta desafios



Temperaturas médias mais altas que o normal podem reduzir a umidade do solo



Temperaturas médias mais altas que o normal podem reduzir a umidade do soloTemperaturas médias mais altas que o normal podem reduzir a umidade do solo
Temperaturas médias mais altas que o normal podem reduzir a umidade do soloTemperaturas médias mais altas que o normal podem reduzir a umidade do solo – Foto: United Soybean Board

A produção de soja na Argentina deve crescer em 2024-25, mas enfrenta “desafios e oportunidades complexas moldadas pelo clima, pressões econômicas e práticas de cultivo”, conforme relatório do Serviço Agrícola Estrangeiro (FAS) do Departamento de Agricultura dos EUA. A safra é estimada em 52 milhões de toneladas, acima das 49,5 milhões da colheita anterior. Agricultores estão optando por mais soja em detrimento do milho, motivados por preocupações com o nanismo do milho, preços baixos e condições secas previstas, segundo o FAS.

Temperaturas médias mais altas que o normal podem reduzir a umidade do solo e impactar a produtividade, situação agravada por déficits hídricos que atrasaram o plantio inicial em algumas áreas. A escolha pela soja também é incentivada pelos custos de produção, que são significativamente menores em comparação com outras culturas, influenciando a decisão dos produtores.

No entanto, uma recente escassez de sementes de alta qualidade levou os agricultores a diminuir as densidades de plantio, dando mais espaço para cada semente germinar, mas potencialmente limitando os rendimentos totais, segundo o FAS. “A combinação de desafios ambientais, econômicos e técnicos configura um cenário complexo para o setor de soja argentino em 2024-25”, comentou o FAS, acrescentando que, embora o aumento da área plantada e avanços tecnológicos sustentem a produção, o clima adverso e a baixa qualidade das sementes podem restringir os rendimentos ao seu máximo potencial, enquanto a pressão financeira sobre os produtores permanece alta.

Espera-se ainda que a moagem aumente levemente, de 41,5 para 42 milhões de toneladas. “A indústria de esmagamento de soja na Argentina teve um crescimento na atividade este ano devido ao aumento da produção nacional e a um fluxo contínuo de importações, principalmente do Paraguai”, afirmou o FAS.

 





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Sol começa a aparecer onde só chovia; veja previsão para hoje



Em grande parte do país, tempo permanece instável, com pancadas de chuva a qualquer hora. Contudo, em parte do Sul e no Sudeste, os raios de sol voltam a dar as caras. Confira:

Sul

O tempo seguirá instável em boa parte do Sul do Brasil, de acordo com a Climatempo. O destaque vai para o leste do Paraná e de Santa Catarina, além de todo o Rio Grande do Sul. Em território gaúcho, há previsão de pancadas de chuva intercaladas com breves aberturas de sol. Já na faixa central e no oeste paranaense, a condição será de muita nebulosidade, mas com possibilidade de precipitações isoladas.

Sudeste

O tempo começa a melhorar em boa parte do Sudeste; a chuva perde intensidade, mas ainda será um dia de muita nebulosidade sobre São Paulo, Minas Gerais e Espírito Santo. Por outro lado, o sol aparece mais no Rio de Janeiro. Destaque para a faixa oeste paulista, onde há previsão de chuva.

Centro-Oeste

O tempo permanece instável sobre Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal e a faixa centro-norte de Mato Grosso do Sul. Segundo a Climatempo, o forte transporte de umidade da faixa norte do Brasil favorece o tempo instável, com poucas aberturas de sol. No sul de Mato Grosso do Sul, o dia será de muita nebulosidade e pancadas isoladas de chuva.

Nordeste

O sol predomina na maior parte da Região. No sul do Maranhão e do Piauí, oeste e sul da Bahia, há previsão de pancadas de chuva forte. Também existe a chance de precipitações pancadas isoladas entre o litoral da Bahia e o Rio Grande do Norte.

Norte

A chuva seguirá presente na faixa norte do Brasil. Destaque para Amazonas, Acre, Rondônia, Tocantins e sul do Pará, onde há previsão de pancadas de chuva com breves aberturas de sol. Nas demais áreas da faixa norte, o sol predomina, sem previsão de chuva.



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AgroNewsPolítica & Agro

Soja e trigo sobem com demanda nos EUA


Os contratos futuros de soja e trigo registraram uma leve alta nas negociações da madrugada nos Estados Unidos, impulsionados pela demanda por suprimentos. O mercado, no entanto, permanece com baixa volatilidade devido à cautela dos investidores antes das eleições americanas que ocorrem hoje.

O milho apresentou pouca variação. Segundo o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), exportadores relataram vendas de 150.000 toneladas de milho para o México, com entrega prevista para o ano comercial de 2024-2025, iniciado em 1º de setembro. O USDA também informou que um país não identificado comprou 120.000 toneladas de milho, e um destino desconhecido adquiriu 132.000 toneladas de soja.

Na última sexta-feira, a agência já havia reportado diversas vendas para o mercado externo, incluindo 132.000 toneladas de soja para a China, 781.322 toneladas de milho para o México, 198.000 toneladas de soja para um comprador não identificado e 30.000 toneladas de óleo de soja para a Índia.

Hoje, os eleitores americanos vão às urnas para escolher o presidente, novos membros do Congresso e do Senado, além de votar em diversas questões locais. A disputa presidencial está acirrada em várias pesquisas, e o resultado influenciará as políticas comerciais e agrícolas nos próximos anos. Durante a madrugada, os contratos de soja para janeiro subiram 2 1/2¢, cotados a $9,99 3/4 por bushel. 

O farelo de soja teve leve alta para 45,58¢ por tonelada curta, e o óleo de soja subiu para 45,57¢ por libra. O trigo para dezembro subiu 1 1/2¢, alcançando US$ 5,70 1/4 por bushel, enquanto o trigo de Kansas City registrou alta de 3¢, atingindo US$ 5,74 por bushel. Já o milho teve uma variação de 1/4¢, cotado a US$ 4,16 3/4 por bushel.

 





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