sexta-feira, julho 24, 2026

Agro

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‘Prezo pela união das mulheres no campo’, diz a produtora de soja que cresceu no meio rural



Com as mãos sujas de terra e o coração no campo desde pequena, a produtora de soja Anna Paula Nunes, de 55 anos, cresceu em meio à rotina de seu pai nas atividades agrícolas e sabia, desde cedo, que sua trajetória seria no meio rural. Com dois filhos, Anna Paula é filha de pais agricultores e hoje lidera a quarta geração da família à frente da propriedade em Boa Esperança do Sul, no interior de São Paulo. ”Eu nasci na fazenda, então sempre soube que meu lugar seria lá”, afirma.

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Plantando história

Há cerca de 15 anos, Anna Paula começou a escrever sua história com a soja. Natural de Araraquara, ela sempre teve o desejo de plantar soja, mas, inicialmente, a sua região não parecia ser propícia para isso. “Sempre tive vontade de plantar soja, mas a minha região não era ideal para isso. Resolvi arriscar e fui pioneira no plantio de soja aqui em Araraquara”, conta ela, com o orgulho de quem fez do impossível uma realidade.

Antes de embarcar na jornada de empreendedora rural, Anna Paula se dedicou aos estudos e se aprofundou no uso de tecnologias agrícolas. “Eu aprendi muito sobre tecnologia antes de começar. O conhecimento sobre como usar a tecnologia na agricultura foi fundamental para a minha história”, diz.

Negócios da família

A sua trajetória no campo começou há mais de 30 anos, quando ela passou a assumir os negócios da família. “Desde pequena, eu ficava na fazenda com meu pai, mas há uns 25, 30 anos, comecei a realmente estar à frente dos negócios”, revela. E como toda história de sucesso, a caminhada não foi fácil. Como mulher no setor agropecuário, ela enfrentou inúmeros desafios, mas o amor pelo que faz sempre foi mais forte. “Quando a gente faz o que ama, os obstáculos parecem menores. Claro, sempre tem desafios, mas a força para continuar vem dessa paixão. Foi isso que me impulsionou”, reflete.

Anna Paula é uma defensora da união no setor agropecuário, especialmente entre as mulheres. “Eu gosto de compartilhar estratégias e ideias com outras mulheres do agro. Acredito muito na força da união entre os produtores e, como mulher, prezo ainda mais pela união das mulheres no campo”, comenta com entusiasmo.

Hoje, ela é responsável pelo cultivo de cerca de 700 hectares de soja na safra de verão e também planta milho, sorgo e girassol na safrinha. Para ela, o uso de tecnologias avançadas é essencial. “Trabalho com tecnologias de plantio direto, que incluem mapeamento de solo, análise de pulverização e colheita. Tudo isso mapeado e com insumos de alta qualidade, como adubo e sementes adaptados ao clima. É uma maneira de garantir que a produção seja cada vez mais eficiente e sustentável”, explica.

O clima como desafio

Apesar de sua trajetória positiva, o clima tem sido um desafio crescente. “O maior obstáculo que enfrento hoje é o clima. Tivemos um ano muito difícil, com poucas chuvas e temperaturas muito altas, o que fez com que nossa produção caísse significativamente”, relata. No entanto, ela acredita que a tecnologia e a inovação são a chave para minimizar os impactos climáticos. “Para superar os desafios impostos pelo clima, é preciso estar sempre à frente, utilizando as novas tecnologias de maquinários e insumos que ajudam as culturas a resistir melhor ao calor e à seca”, afirma.

Ela tem experimentado novas formas de cultivo, com técnicas de plantio direto com outros métodos de manejo, o que tem mostrado bons resultados. “Temos dois tipos de plantio: o plantio direto, mais tecnológico, e o plantio em áreas que exigem um manejo mais rústico. Essa combinação de tecnologias e técnicas tem nos trazido bons resultados, mesmo com o clima desafiador”, diz.



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AgroNewsPolítica & Agro

Feira mundial de máquinas acontece em Bolonha


A 46ª edição da Exposição Internacional de Máquinas Agrícolas (EIMA) começou em Bolonha, reunindo mais de 1.750 indústrias, com cerca de 700 expositores internacionais de 50 países. O evento, organizado em 14 setores e cinco mostras temáticas, que são “Componentes”, “Digital”, “Energia”, “Verde” e “Hidrotech” e destaca tecnologias inovadoras que tornam a agricultura mais eficiente e sustentável, promovendo avanços em máquinas, veículos e sistemas digitais de ponta. 

Simona Rapastella, Diretora Geral da FederUnacoma, afirmou que a EIMA traz soluções tecnológicas para enfrentar desafios globais, como o crescimento populacional, mudanças climáticas e proteção da biodiversidade. Ela ressaltou que a feira se tornou um espaço de inovação agrícola que busca aliar produtividade à preservação ambiental, oferecendo tecnologias agro-mecânicas avançadas.

“Crescimento populacional, mudanças climáticas, emissões poluentes, bem-estar animal e proteção da biodiversidade são questões cruciais para o futuro do Planeta e só podem ser enfrentadas com tecnologias agro-mecânicas de nova geração”, comenta.

A exposição inclui mais de 60.000 modelos de veículos e equipamentos que ocupam todos os pavilhões e áreas externas do centro de exposições de Bolonha, com demonstrações ao vivo. Neste ano, o evento enfatiza o uso de Inteligência Artificial, Big Data e robótica, permitindo o monitoramento climático, controle de territórios e melhoria na gestão de cadeias agroindustriais.

Rapastella conclui que a mecanização moderna não só atende às necessidades ambientais, mas também integra a agricultura em um sistema colaborativo que envolve consumidores, instituições e o setor educacional, consolidando a EIMA como uma verdadeira “Fábrica de Inovação”.

“A mecanização moderna permite, assim, que as empresas permaneçam competitivas e acompanhem as necessidades ecológicas do Planeta e permite que a agricultura seja incluída em um macro-sistema que envolve todos, desde consumidores até instituições, e até o mundo escolar e de formação”, conclui.

 





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com demanda aquecida, Chicago chega ao intervalo em alta



A sessão eletrônica da Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o complexo soja está registrada com preços mais altos neste início de novembro. O mercado se beneficia da sólida demanda global pela soja dos Estados Unidos, sustentada por exportações semanais robustas. Além disso, a queda do dólar em relação às outras moedas tem impulsionado ainda mais o sentimento positivo entre os investidores.

De acordo com dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), as exportações líquidas norte-americanas de soja para a temporada 2024/25, que começou em 1º de setembro, atingiram 2.037.200 toneladas na semana encerrada em 31 de outubro. A China, maior comprador global da oleaginosa, liderou as importações, adquirindo 1.222.700 toneladas. Os números ficaram dentro das expectativas do mercado, que previam exportações entre 1,2 milhão e 2,2 milhões de toneladas.

A recuperação no câmbio, com a queda consistente do dólar frente a outras divisas, também tem favorecido as transações no mercado internacional, tornando a soja americana mais competitiva no exterior. Com isso, o cenário permanece favorável para a continuidade do fluxo de vendas e a manutenção de preços elevados.

Os investidores estão atentos à divulgação do relatório mensal de oferta e demanda do USDA, previsto para esta sexta-feira (8). As estimativas do mercado indicam uma possível revisão nos números de estoques e produção de soja nos Estados Unidos para a temporada 2024/25. De acordo com analistas, espera-se que os estoques finais de soja no país fiquem em torno de 535 milhões de bushels, ligeiramente abaixo dos 550 milhões estimados no relatório de outubro.

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Produção do grão

Para a produção, a previsão é de uma safra de 4,553 bilhões de bushels, abaixo dos 4,582 bilhões estimados no mês anterior. No cenário global, os estoques finais de soja para a temporada 2024/25 devem somar 134 milhões de toneladas, ligeiramente abaixo dos 134,7 milhões indicados no mês passado.

Contratos futuros da soja

Os contratos futuros de soja com vencimento em janeiro de 2025 estavam cotados a US$ 10,13 3/4 por bushel, marcando uma alta de 10 centavos de dólar por bushel ou 0,99%. A posição para março de 2025 era negociada a US$ 10,24 por bushel, com um ganho de 9,25 centavos de dólar por bushel ou 0,91%.

Farelo

No mercado de farelo de soja, os contratos para dezembro de 2024 subiram para US$ 299,70 por tonelada, um avanço de US$ 1,30 ou 0,43%. Já o óleo de soja para o mesmo mês registrou queda de 1,05%, sendo negociado a 46,83 centavos de dólar por libra-peso, com uma leve elevação de 0,49 centavo de dólar.

As informações são da Safras & Mercado.



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Frente fria aumenta risco de temporais em diversas regiões



Saiba como o clima irá se comportar em todas as regiões do Brasil nesta sexta-feira (8):

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Sul

O tempo fica firme no noroeste e oeste do Rio Grande do Sul, com pancadas mais irregulares no centro-leste e parte do litoral gaúcho. O tempo fica mais instável entre Santa Catarina e o Paraná, com pancadas fortes de chuva na metade norte paranaense.

Sudeste

O deslocamento de uma frente fria reforça a condição de chuva no Sudeste. São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais correm o risco de chuvas fortes e temporais; a temperatura continua mais amena na cidade de São Paulo. O sol aparece mais entre o Rio Grande do Sul, o nordeste e o norte de Minas Gerais, e as pancadas devem se concentrar entre a tarde e a noite.

Centro-Oeste

O tempo está instável na região. O deslocamento de uma nova frente fria do Sul em direção ao Sudeste reforça a umidade. Pancadas de chuva podem ocorrer a qualquer momento, com risco de temporais em Mato Grosso do Sul, Goiás e no sul de Mato Grosso. As pancadas continuam no Distrito Federal e a sensação é de tempo abafado.

Nordeste

A semana termina ainda com bastante sol e calor na maior parte do Nordeste; a nebulosidade começa a aumentar mais no sul do Maranhão, Piauí, oeste e sul da Bahia e em Salvador. A sexta-feira tem previsão de pancadas de chuva que podem ocorrer com moderada a forte intensidade. Não chove no sertão nordestino e entre o interior de Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte e sul do Ceará. Demais áreas e capitais do litoral têm chance de chuva moderada.

Norte

O tempo continua bem instável entre Tocantins, Pará, Amazonas, Acre, Rondônia e Roraima; há condição de chuva a qualquer momento, com predomínio de muitas nuvens no céu ao longo da sexta-feira e alto risco de temporais. O sol aparece mais no noroeste e litoral do Pará e no Amapá, podendo chover de maneira mais irregular entre a tarde e a noite.



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Federação de agricultores dos EUA parabeniza Trump e pede nova lei agrícola



A American Farm Bureau Federation (AFBF), maior organização de produtores rurais dos Estados Unidos, parabenizou Donald Trump e os senadores eleitos pelas vitórias no pleito realizado na terça-feira (5). Por nota, o presidente da federação, Zippy Duvall, destacou o compromisso de trabalhar com os líderes do país para fortalecer a agricultura e as comunidades rurais, e cobrou uma nova lei agrícola.

“Agora que o povo norte-americano fez sua escolha, é hora de deixar a política de lado e começar o trabalho para garantir que as famílias em todo o país possam prosperar. Entre os temas mais urgentes nas áreas rurais dos Estados Unidos está a necessidade de uma nova e modernizada Farm Bill (Lei Agrícola)”, disse Duvall, destacando que o atraso de dois anos na formulação e aprovação de uma nova lei agrícola é inaceitável.

O presidente da AFBF também ressaltou que a nova administração precisa lidar com “os aumentos iminentes de impostos, que prejudicariam muitos agricultores e pecuaristas americanos quando somados à inflação, aos altos custos de insumos e à instabilidade do mercado”, disse ele.

Além disso, a escassez de mão de obra e os custos crescentes seriam outros problemas enfrentados.



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Boi: negócios já chegam à marca dos R$ 330/arroba



Levantamentos do Cepea já apontam negócios na marca de R$ 330,00/arroba no estado de São Paulo, com o Indicador do Boi Gordo Cepea/B3, que representa negócios no mercado spot paulista com bois a partir de 16 arrobas, fechando a R$ 320,90 nessa terça-feira (5) – valor à vista e livre de Funrural. 

Ao longo de outubro, o Indicador Cepea/B3 acumulou ganho de 16%, à média de R$ 301,13, valor elevado na série deflacionada, mas ainda abaixo das cotações prevalecentes entre meados de 2020 e de 2022. 

Em novembro/20, foi alcançada a máxima da série deflacionada do Indicador Cepea/B3, de R$ 354,54. Segundo pesquisadores do Cepea, com a volta do período das chuvas, a oferta para abate deve se recuperar à medida que as pastagens também se recuperam e os animais ganham peso. 

No atacado da Grande SP, a carne com osso continua em alta, ainda conforme pesquisas do Cepea. No acumulado de outubro, o aumento da carcaça casada de boi foi de 17%. Neste começo de novembro, a média do “boi casado” opera na casa dos R$ 22,00/quilo.



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Suínos: preços atingem máximas nominais


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Foto: Governo Federal

Os preços do suíno vivo e da carne vêm subindo com mais força neste começo de novembro, atingindo as máximas nominais das séries históricas do Cepea, iniciadas em 2022 para o animal e em 2009 para a carcaça. 

Segundo pesquisadores do Cepea, o impulso vem sobretudo da maior demanda doméstica típica desse período do mês (pagamento dos salários). 

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Além disso, a procura externa pela carne suína também segue aquecida, levando agentes da indústria a intensificar a busca por novos lotes de animais em peso ideal para abate.

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AgroNewsPolítica & Agro

Mercado de leite desacelera, mas cenário segue positivo



Mercado de leite e derivados apresentou comportamento distinto ao longo do mês




Foto: Pixabay

O mercado de leite e derivados apresentou comportamento distinto ao longo do mês de outubro. O leite UHT foi o derivado mais afetado, com maior pressão de vendas na indústria. Para o consumidor final, a alta de preços do UHT em 12 meses foi de12,9%, enfraquecendo a demanda. Queijo muçarela também desacelerou de preços, ainda que em ritmo inferior.

O mercado de leite em pó fracionado seguiu mais firme, já que vários laticínios reduziram sua participação no mix de fabricação, em função da concorrência com o produto importado. Naturalmente, com o retorno do período chuvoso e crescimento da safra, os preços tendem a desacelerar nos próximos meses.

As sinalizações dos Conseleites para o pagamento do leite entregue em outubro indicaram movimentos distintos, com alta no RS e em SC e recuo no PR e MG. Apesar deste movimento contraditório, as cotações mostraram enfraquecimento na comparação com os indicadores do mês anterior. 





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Brasil abre mercado em Singapura para exportação de lagostas vivas



O governo brasileiro anunciou com satisfação a recente aprovação sanitária pelo governo de Singapura, permitindo a exportação de lagostas vivas do Brasil para o país. Esta nova autorização representa um marco importante para o agronegócio brasileiro, que alcança sua 195ª abertura de mercado em 2024, totalizando 273 aberturas em 61 destinos desde o início do ano.

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A autorização para as lagostas vivas complementa a abertura anterior, em fevereiro, do mercado de Singapura para carnes e produtos derivados de ovinos, além de extrato de carne bovina. Nos primeiros nove meses de 2024, Singapura já importou aproximadamente US$ 540 milhões em produtos agrícolas do Brasil, evidenciando o potencial do mercado brasileiro na área de exportação.



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AgroNewsPolítica & Agro

Federarroz vê cenário de oportunidades e desafios para o arroz brasileiro com eleição de Donald Trump nos EUA



Federarroz destaca o potencial para o arroz brasileiro




Foto: Pixabay

A Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz) avaliou o impacto da reeleição de Donald Trump para o agronegócio, especialmente para o mercado de arroz. Com a expectativa de um fortalecimento das políticas de apoio aos agricultores norte-americanos, como maior acesso a crédito e seguros agrícolas, o setor agropecuário dos EUA deve ganhar mais competitividade global, o que pode representar desafios ao arroz brasileiro, que já enfrenta altos custos de produção e restrições impostas por políticas internas e pressões externas.

No entanto, o novo cenário pode trazer oportunidades, especialmente na América Central e Caribe. A possibilidade de manutenção ou ampliação de embargos comerciais dos EUA contra países como Cuba e Nicarágua abre uma janela para o Brasil expandir sua presença nessas regiões. A Federarroz destaca o potencial para o arroz brasileiro consolidar-se em mercados como o México, que tem sido pouco expressivo na balança comercial brasileira do arroz. Essa abertura pode impulsionar as exportações brasileiras e auxiliar na recuperação de mercados essenciais para o setor.

Outro fator importante é o fortalecimento do dólar frente ao real, que pode alcançar valores acima de R$ 6,00. Isso favoreceria as exportações brasileiras de arroz, tornando o produto nacional mais competitivo em relação ao norte-americano. Atualmente, com o arroz dos EUA recém-colhido e o Brasil na entressafra, a diferença de preço entre os produtos dos dois países é de apenas US$ 1,00 por saca de 50 kg. Para o primeiro semestre de 2025, a Federarroz projeta um cenário de ampla oferta no Mercosul, com a colheita estimada em cerca de 16 milhões de toneladas, o que pode contribuir para fortalecer as exportações brasileiras.

Além disso, a intensificação da guerra comercial entre EUA e China, caso continue no novo mandato de Trump, pode beneficiar o Brasil, com a China ampliando suas importações de commodities brasileiras, inclusive arroz.


 





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