sábado, julho 18, 2026

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Países questionam subsídios da Índia ao trigo e arroz na OMC



Segundo as regras da OMC, a Índia deve limitar seus subsídios



Segundo as regras da OMC, a Índia deve limitar seus subsídios
Segundo as regras da OMC, a Índia deve limitar seus subsídios – Foto: Divulgação

Estados Unidos, Argentina, Austrália, Canadá e Ucrânia apresentaram uma contranotificação à Organização Mundial do Comércio (OMC) sobre os subsídios da Índia para trigo e arroz. A medida, liderada pelos EUA, aponta a falta de transparência do governo indiano sobre o real nível de apoio dado a esses produtos.

Segundo as regras da OMC, a Índia deve limitar seus subsídios a 10% do valor total da produção agrícola. No entanto, a contranotificação, que cobre os anos de comercialização de 2021-22 e 2022-23, alega, com base nos dados do próprio governo indiano, que o país excedeu esse limite. Programas de apoio ao trigo incentivam a superprodução, desencorajando o cultivo de outras culturas e resultando em grandes estoques públicos. Eventualmente, o governo indiano libera esse excesso no mercado internacional, causando distorções e prejudicando agricultores de países exportadores.

Vince Peterson, presidente da US Wheat Associates, elogiou o trabalho dos EUA e dos outros países em evidenciar essa distorção comercial. Segundo ele, o governo indiano continua fora de conformidade e sua insistência nos níveis altos de subsídios impede avanços nas negociações agrícolas da OMC.

Os agricultores dos Estados Unidos entendem a importância de apoiar os produtores quando necessário. No entanto, a abordagem da Índia está incorreta, e é fundamental que eles honrem seus compromissos”, ressaltou.

Esta é a terceira contra-notificação dos EUA contra os subsídios indianos. A primeira foi em 2018 e a segunda, em 2023, teve apoio de Austrália, Canadá, Paraguai, Tailândia e Ucrânia. Segundo Bobby Hanks, da USA Rice, a pressão de outros países pode levar a um possível processo de resolução de disputas contra a Índia na OMC.

 





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Fundo JBS pela Amazônia destaca crédito a pequenos produtores para recuperação de pastagens



Durante a COP29, em Baku, Azerbaijão, a diretora-executiva do Fundo JBS pela Amazônia, Andrea Azevedo, ressaltou a importância do fortalecimento de compromissos com pequenos produtores para promover a sustentabilidade na Amazônia.

Em painel realizado no Hub Amazônia, ela destacou iniciativas voltadas à recuperação de pastagens e suporte técnico, essenciais para manter a atividade produtiva e preservação ambiental na região.

No evento, intitulado “Recuperação de Pastagens na Amazônia: Mitigação e Adaptação em Sistemas Alimentares”, organizado pelo Consórcio da Amazônia Legal e pela TNC Brasil, especialistas discutiram soluções para restaurar áreas degradadas, visando reforçar o equilíbrio climático, a biodiversidade e a segurança alimentar na Amazônia.

Azevedo apresentou o Programa Escritórios Verdes, que oferece assistência técnica e apoio para a regularização ambiental de pequenos produtores. “Hoje, mais de 13 mil produtores foram atendidos, e estamos avançando com os Escritórios Verdes 2.0, que inclui gestão de propriedades para cerca de 800 produtores”, afirmou.

A executiva destacou também a importância de parcerias público-privadas para viabilizar a assistência técnica e o financiamento rural. “Estamos explorando um fundo público-privado de assistência técnica, pois depender apenas do Estado para atender todos os produtores não é viável. Parcerias são essenciais para reinvestir em programas que aumentem a produtividade e promovam a sustentabilidade”, disse Azevedo.

A rastreabilidade foi apontada como uma vantagem competitiva para atrair compradores que buscam produtos de origem sustentável, embora represente desafios. “Rastrear toda a cadeia seria uma vantagem competitiva para todas as indústrias, mas sabemos que não é tão simples quanto parece. Esse tipo de parceria é crucial”, afirmou, ressaltando o impacto positivo para o mercado.

Outro ponto de destaque foi a necessidade urgente de direcionar crédito agrícola para recuperação de áreas degradadas. Azevedo observou que 50% das pastagens em pequenas propriedades apresentam algum nível de degradação, totalizando 11 milhões de hectares. “A recuperação de pastagens no país é uma oportunidade única”, comentou a executiva, enfatizando o potencial de fundos como o Fundo Amazônia para apoiar a adoção de tecnologias de baixo carbono pelos pequenos produtores.

Com moderação de José Otávio Passos, diretor da TNC Brasil na Amazônia, o painel contou com a participação de Hongyu Guo, do Greenovation Hub e do Institute of Finance and Sustainability (IFS), e de Fernando Sampaio, da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec).

O Hub Amazônia seguirá com debates sobre desenvolvimento econômico e conservação até o fim da COP29, em 22 de novembro, trazendo perspectivas dos estados amazônicos para as discussões globais de sustentabilidade.


A cobertura do Canal Rural na COP29 tem o apoio de Sistema OCB, Portos do Paraná, Itaipu Binacional, ApexBrasil, Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e Governo Federal



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Vice-chair do Fed diz que corte de juros tem como objetivo manter o mercado…


Logotipo Reuters

(Reuters) – O vice-chair do Federal Reserve, Philip Jefferson, disse na terça-feira que o corte de 50 pontos básicos na taxa de juros pelo banco central dos Estados Unidos no mês passado teve como objetivo manter o mercado de trabalho forte, mesmo que a inflação continue a diminuir.

“O Fomc ganhou mais confiança de que a inflação está se movendo de forma sustentável em direção à nossa meta de 2%”, disse Jefferson, referindo-se ao Comitê Federal de Mercado Aberto, do qual ele é membro.

“Para manter a força do mercado de trabalho, meus pares do Fomc e eu recalibramos nossa postura de política monetária no mês passado.”

O corte de 50 pontos-base nos juros na reunião de 17 e 18 de setembro do Fed foi maior do que muitos analistas esperavam. Em comentários preparados para evento do Davidson College, na Carolina do Norte, Jefferson explicou o raciocínio por trás da decisão praticamente nos mesmos termos em que o chair do Fed, Jerome Powell, o fez – como uma tentativa de manter a economia saudável, sem deixar de combater a inflação.

“A atividade econômica continua a crescer em um ritmo sólido. A inflação diminuiu substancialmente. O mercado de trabalho esfriou em relação ao seu estado anteriormente superaquecido”, disse Jefferson.

A inflação segundo a medida visada pelo Fed, a variação anual do índice PCE, foi de 2,2% em agosto, “muito mais próxima” da meta de 2% do Fed do que há dois anos, quando era de 6,5%, disse Jefferson.

“Espero que continuemos a progredir em direção a essa meta.”

Enquanto isso, o desemprego está em 4,1%, um aumento “limitado” em relação aos 3,8% de um ano atrás, disse Jefferson. No entanto, o crescimento do emprego diminuiu. “O esfriamento do mercado de trabalho é perceptível”, disse ele.

Em uma linguagem que ecoou o comunicado pós-reunião do Fed no mês passado, Jefferson disse que observará os dados, as perspectivas e o equilíbrio dos riscos ao considerar novos cortes nos juros.

“Minha abordagem para a formulação da política monetária é tomar decisões reunião a reunião”, disse Jefferson. “À medida que a economia evolui, continuarei a atualizar meu pensamento para melhor promover o emprego máximo e a estabilidade de preços.”

(Reportagem de Ann Saphir)





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Confira como ficaram os preços da saca de soja no Brasil e em Chicago



Com poucos negócios realizados no mercado interno, os preços da soja no Brasil apresentaram valores nominais nesta quarta-feira (13), com uma leve queda nas cotações, seguindo o movimento negativo observado na Bolsa de Chicago. A baixa oferta de soja no país tem mantido as negociações limitadas, com os produtores esperando melhores preços no futuro.

Preços da soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): R$ 135,00
  • Região das Missões (RS): R$ 134,00 por saca
  • Porto de Rio Grande (RS): caiu de R$ 144,00 para R$ 143,50 a saca
  • Cascavel (PR): caiu de R$ 140,00 para R$ 138,00 a saca
  • Porto de Paranaguá (PR): caiu de R$ 145,00 para R$ 144,50 a saca
  • Rondonópolis (MT): caiu de R$ 154,00 para R$ 153,00 a saca
  • Dourados (MS): caiu de R$ 142,00 para R$ 141,00 a saca
  • Rio Verde (GO): R$ 138,00

Chicago

Os contratos futuros de soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam em queda nesta quarta-feira, refletindo a pressão da entrada da safra norte-americana no mercado.

Além disso, o fortalecimento do dólar no exterior impactou negativamente as exportações americanas, tornando o produto mais caro para compradores estrangeiros. A expectativa de inflação em alta nos Estados Unidos também contribuiu para o recuo das cotações.

Contratos futuros da soja

Os contratos futuros de soja com vencimento em janeiro de 2025 fecharam a US$ 10,07 3/4 por bushel, com uma queda de 2,75 centavos ou 0,27%. Já os contratos com vencimento em março de 2025 fecharam a US$ 10,18 1/2 por bushel, com uma queda de 4,00 centavos ou 0,39%.

Nos subprodutos, a queda também foi observada, com o farelo de soja (dezembro de 2024) sendo cotado a US$ 291,60 por tonelada, com uma redução de US$ 1,30 ou 0,44%, enquanto o óleo de soja (dezembro de 2024) fechou a 45,18 centavos de dólar por libra-peso, com uma queda de 1,05 centavo ou 2,27%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com alta de 0,33%, cotado a R$ 5,7926 para venda e R$ 5,7905 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7231 e a máxima de R$ 5,8186.



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Brasil vence prêmio internacional de café pela segunda vez consecutiva



A Fazenda Serra do Boné, em Araponga, na Zona da Mata de Minas Gerais, venceu o Best of the Best, a honraria máxima do Prêmio Internacional de Café Ernesto Illy.

A propriedade, de Matheus Lopes Sanglard, se destacou com um grão de café produzido com a chamada técnica do despolpado, que maximiza a quantidade de açúcares e aromas na bebida.

Essa é o segundo ano consecutivo que o Brasil vence o concurso, batizado em memória ao filho do fundador da illycaffè.

Países concorrentes

O prêmio foi atribuído por um júri internacional independente de nove especialistas que escolheram o melhor entre os vencedores das nove origens únicas que compõem o blend exclusivo da illy: Brasil, Costa Rica, El Salvador, Etiópia, Guatemala, Honduras, Índia, Nicarágua e Ruanda.

O SMS Cluster Ecom, da Nicarágua, por outro lado, ganhou o prêmio Coffee Lovers’ Choice, votado pelos consumidores que, nas semanas que antecederam o evento, provaram às cegas as mesmas amostras de cafés illy em todo o mundo.

“Pelo segundo ano consecutivo, uma fazenda brasileira que adota práticas regenerativas nos deu o melhor café no mundo. Na Fazenda Serra do Boné, a saúde do solo, a biodiversidade e as fontes de água são preservadas graças ao uso de fertilizantes orgânicos, ao controle biológico e à reutilização de subprodutos do processamento”, desta o presidente da illycaffè, Andrea Illy.

De acordo com ele, a vitória brasileira é mais um sinal que confirma como a agricultura regenerativa é o caminho certo para uma produção mais resiliente, capaz de garantir produtividade e qualidade superior.

Descrição do juri sobre o café

O júri descreveu o café premiado da Fazenda Serra do Boné como cremoso, doce e encorpado, com um equilíbrio elegante de aromas de frutas frescas, tons de caramelo, notas sutis de açúcar mascavo e um final persistente de chocolate com notas florais de jasmim. “Um café maravilhosamente complexo que personifica perfeitamente sua origem brasileira”.

O corpo de jurados foi composto de chefs de cozinha, provadores profissionais e jornalistas especializados.

Além do reconhecimento, o Prêmio Internacional de Café Ernesto Illy promove discussões globais sobre a sustentabilidade do café.



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Soja registra poucos negócios e leve queda nos preços



Com poucos negócios realizados no mercado interno, os preços da soja no Brasil apresentaram valores nominais nesta quarta-feira (13), com uma leve queda nas cotações, seguindo o movimento negativo observado na Bolsa de Chicago. A baixa oferta de soja no país tem mantido as negociações limitadas, com os produtores esperando melhores preços no futuro.

Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp!

Preços no Brasil:

  • Passo Fundo (RS): R$ 135,00
  • Região das Missões (RS): R$ 134,00 por saca
  • Porto de Rio Grande (RS): caiu de R$ 144,00 para R$ 143,50 a saca
  • Cascavel (PR): caiu de R$ 140,00 para R$ 138,00 a saca
  • Porto de Paranaguá (PR): caiu de R$ 145,00 para R$ 144,50 a saca
  • Rondonópolis (MT): caiu de R$ 154,00 para R$ 153,00 a saca
  • Dourados (MS): caiu de R$ 142,00 para R$ 141,00 a saca
  • Rio Verde (GO): R$ 138,00

Chicago

Os contratos futuros de soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam em queda nesta quarta-feira, refletindo a pressão da entrada da safra norte-americana no mercado.

Além disso, o fortalecimento do dólar no exterior impactou negativamente as exportações americanas, tornando o produto mais caro para compradores estrangeiros. A expectativa de inflação em alta nos Estados Unidos também contribuiu para o recuo das cotações.

Contratos futuros da soja

Os contratos futuros de soja com vencimento em janeiro de 2025 fecharam a US$ 10,07 3/4 por bushel, com uma queda de 2,75 centavos ou 0,27%. Já os contratos com vencimento em março de 2025 fecharam a US$ 10,18 1/2 por bushel, com uma queda de 4,00 centavos ou 0,39%.

Nos subprodutos, a queda também foi observada, com o farelo de soja (dezembro de 2024) sendo cotado a US$ 291,60 por tonelada, com uma redução de US$ 1,30 ou 0,44%, enquanto o óleo de soja (dezembro de 2024) fechou a 45,18 centavos de dólar por libra-peso, com uma queda de 1,05 centavo ou 2,27%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com alta de 0,33%, cotado a R$ 5,7926 para venda e R$ 5,7905 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7231 e a máxima de R$ 5,8186.



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Próximo seguro agrícola será muito maior, diz Apex Brasil



A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex Brasil) participa da Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2024 (COP29) em Baku, no Azerbaijão.

A intenção é fortalecer os produtos brasileiros no exterior, com especial foco no agronegócio. Desde o início de 2023, o Ministério da Agricultura e Pecuária realizou 274 aberturas de mercado em 61 países.

“Os produtos brasileiros são esperança de segurança alimentar para muitos países do mundo”, diz o presidente da Apex, Jorge Viana.

No entanto, ele destaca que o combate às mudanças climáticas é fundamental para a continuidade do agronegócio nacional, bem como de diversas outras atividades. “Vamos ter que mexer no seguro agrícola, por exemplo, porque o próximo Plano Safra precisará ter um seguru agrícola muito maior. Já estamos vivendo as consequências das mudanças climáticas”.


A cobertura do Canal Rural na COP29 tem o apoio de Sistema OCB, Portos do Paraná, Itaipu Binacional, ApexBrasil, Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e Governo Federal



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Soja: pressão de oferta e dólar forte derrubam Chicago



Os contratos futuros de soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) encerraram esta quarta-feira (13) em baixa, impactados por uma combinação de fatores econômicos que pressionaram o mercado da oleaginosa. A entrada da nova safra norte-americana, o fortalecimento do dólar frente a outras moedas e as expectativas de inflação crescente nos Estados Unidos influenciaram negativamente os preços.

Além do impacto da colheita nos Estados Unidos, que aumenta a oferta disponível no mercado, o dólar forte tem dificultado a competitividade da soja americana no mercado internacional. O fortalecimento da moeda estadunidense torna o produto mais caro para compradores estrangeiros, o que limita as exportações e pressiona os preços para baixo.

As especulações sobre a inflação nos EUA também têm gerado incertezas no mercado, com a expectativa de que os preços possam continuar elevados, o que pode levar o Federal Reserve (Fed) a revisar sua política de juros, impactando o apetite por risco e a demanda por commodities.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) dos Estados Unidos, que apresentou resultados em linha com as expectativas, não foi suficiente para desviar a atenção do mercado para os efeitos potenciais de um possível endurecimento da política monetária.

As medidas protecionistas previstas pelo presidente eleito Donald Trump, com foco no setor industrial, podem alterar a estratégia do Federal Reserve (Fed) em 2025, adiando ou até revertendo o ciclo de cortes de juros, caso a inflação nos EUA não desacelere. Além disso, a nomeação do ex-congressista Lee Zeldin para comandar a Agência de Proteção Ambiental (EPA) pode trazer desafios ao setor de biocombustíveis, um dos principais demandantes do farelo de soja.

Contratos futuros da soja

Os contratos futuros da soja em grão com entrega em janeiro de 2025 fecharam com recuo de 2,75 centavos, ou 0,27%, cotados a US$ 10,07 3/4 por bushel. A posição de março de 2025 também apresentou queda, de 4,00 centavos, ou 0,39%, fechando a US$ 10,18 1/2 por bushel.

Nos subprodutos, o farelo de soja também sofreu perdas, com a posição de dezembro recuando US$ 1,30, ou 0,44%, para US$ 291,60 por tonelada. O óleo de soja, por sua vez, registrou uma queda de 1,05 centavo, ou 2,27%, com contratos para dezembro fechando a 45,18 centavos por libra-peso.



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AgroNewsPolítica & Agro

Mercado de açúcar inicia semana em queda


De acordo com os dados da União Nacional da Bioenergia (Udop), os contratos futuros do açúcar abriram a semana em queda nas bolsas internacionais, com investidores aguardando o balanço da safra da segunda quinzena de outubro. A União da Indústria de Cana-de-açúcar e Bioenergia (Unica) divulgará os dados ao final da manhã desta terça-feira, o que deve trazer mais clareza ao mercado sobre os impactos recentes no setor.

A estimativa da S&P Global Commodity Insights sugere uma possível queda de 28,3% na produção de açúcar durante o período, devido às chuvas intensas na região Centro-Sul do Brasil, responsável por mais de 90% da produção nacional.

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Segundo a UDOP, na ICE Futures, de Nova York, o contrato de açúcar bruto para março de 2025 encerrou o dia a 21,36 centavos de dólar por libra-peso, uma queda de 2,1% ou 46 pontos em relação ao fechamento anterior. O contrato para maio de 2025 recuou 44 pontos, cotado a 19,95 cts/lb, com demais contratos oscilando entre 21 e 42 pontos negativos. Já na ICE Futures Europe, de Londres, o açúcar branco também registrou queda em todos os contratos, com o lote de dezembro de 2024 cotado a US$ 551,80 por tonelada, recuo de 4,80 dólares (0,9%) frente aos valores de sexta-feira. O contrato para março de 2025 caiu 7,90 dólares, fechando a US$ 561,30.

Por outro lado, o mercado interno apresentou leve alta. O Indicador Cepea/Esalq para o açúcar cristal registrou uma valorização de 0,18% na segunda-feira (11), com a saca de 50 quilos negociada a R$ 166,76, acumulando alta de 1,81% em novembro, conforme divulgou a Udop.





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Veja previsão do tempo para o feriadão da República; vem frente fria por aí



Nesta sexta-feira (15), o Brasil celebra o feriado da Proclamação da República. De acordo com a análise da Climatempo, as condições vão ficar instáveis em boa parte do país durante o período do “feriadão”, que se estende para sábado e domingo.

Confira os detalhes da previsão do tempo para o feriado de 15 de novembro em todo o Brasil.

Sul

O sol vai predominar na região durante o feriado. A  temperatura fica um pouco baixa para esta época do ano, por causa da presença de ar frio de origem polar.

O tempo fica firme na Grande Porto Alegre. Já no leste do Paraná e no leste de Santa Catarina, incluindo a região das capitais Curitiba e Florianópolis, o dia será de muita nebulosidade, com o sol podendo aparecer de vez em quando. Há possibilidade de chuva fraca, principalmente no litoral paranaense.

Para o fim de semana, a previsão é de sol e tempo firme em quase toda o Sul. O leste do Paraná, o Vale do Itajaí e o litoral norte de Santa Catarina ainda terão bastante nebulosidade e pode ocorrer alguma chuva leve.

No domingo (17), com aproximação de uma nova frente fria, pancadas de chuva começam a ocorrer a partir da tarde na fronteira do Rio Grande do Sul com Uruguai.

Sudeste

As condições de chuva são altas durante o feriado prolongado. Na sexta-feira, o sol deve aparecer pela manhã em grande parte da região, sempre junto de algumas nuvens. 

A temperatura sobe rapidamente e a tarde será com calor. Mas a nebulosidade vai aumentando ao longo do dia e as pancadas de chuva voltam a ocorrer à tarde e à noite em quase todas as áreas. 

As chuvas mais fortes devem ocorrer em São Paulo e no centro-oeste e sul de Minas Gerais. Na região do Triângulo e no oeste mineiro, pode chover também na madrugada e pela manhã.

As capitais do Sudeste devem ter períodos de sol pela manhã e pancadas a partir da tarde. Há risco de chuva forte em São Paulo e entre moderada e forte no Rio e em Belo Horizonte, a partir da tarde. Para a região de Vitória, a previsão é de chuva com intensidade entre fraca e moderada.

No fim de semana, a previsão indica períodos com sol e muitas nuvens em grande parte do Sudeste. As pancadas de chuva devem voltar a ocorrer especialmente à tarde e à noite. Há risco de chuva forte no estado de São Paulo, no centro-oeste e no sul de Minas Gerais. A menor possibilidade de chuva durante o fim de semana será para o Espírito Santo, leste de Minas e norte do Rio de Janeiro. 

No litoral, os maiores períodos com sol no fim de semana e a menor possibilidade de chuva se referem ao Espírito Santo, cidade do Rio, região dos lagos e norte fluminense. A área costeira de São Paulo e o sul do Rio de Janeiro, incluindo a região de Angra e de Paraty, terão um fim de semana com muita nebulosidade e risco de chuva forte, embora o sol apareça de vez em quando.

Centro-Oeste

O feriado da República será marcado por muita instabilidade em praticamente todo a região. Na sexta, o sol aparece forte na fronteira de Mato Grosso com a Bolívia.

Mato Grosso do Sul também terá bastante sol, mas há previsão de algumas pancadas de chuva nas áreas próximas a Goiás e a São Paulo. A região de Cuiabá e o sul de Mato Grosso terão sol e pancadas de chuva a partir da tarde.

Para as demais áreas da região Centro-Oeste, a previsão é de tempo instável, com muitas nuvens e pancadas de chuva a qualquer hora, que podem ser entre moderadas e fortes.

Durante o sábado (16), Mato Grosso, Goiás e Distrito Federal continuam com pancadas de chuva frequentes, intercaladas com períodos de sol. Há risco de chuva de forte intensidade, inclusive em Goiânia,  Brasília e Cuiabá.

Mato Grosso do Sul terá bastante sol, mas, a partir da tarde, as pancadas de chuva se espalham pelo centro, norte e leste do estado. Não deve chover nas áreas de fronteira com o Paraguai. Há possibilidade de pancadas de chuva a partir da tarde também em Campo Grande.

Durante o domingo, as áreas de instabilidade enfraquecem e o Centro-Oeste terá maiores períodos de sol. Porém, com o calor e a umidade do ar elevada, as pancadas de chuva com raios voltam a ocorrer à tarde e à noite em todas as áreas da região, podendo ter até forte intensidade.

Nordeste

Quase toda a região vai enfrentar o feriadão com muito sol,  calor e tempo seco. O sol vai predominar também no litoral, entre o Maranhão e o Rio Grande do Norte.

Na sexta-feira, pancadas de chuva com raios poderão ocorrer de forma isolada no sul do Maranhão e do Piauí, assim como no oeste e sudoeste da Bahia. Toda a faixa litorânea, a Zona da Mata e o Agreste, do sul da Bahia até a Paraíba podem ter pancadas de chuva, com fraca a moderada intensidade, e sempre com a presença do sol.

Durante o fim de semana do feriado, as altas temperaturas e o tempo seco prevalecem no interior da região. As condições para chuva diminuem no sul do Maranhão e do Piauí e no oeste da Bahia.

Toda a faixa litorânea, a Zona da Mata e o Agreste, do sul da Bahia até a Paraíba, vão continuar tendo algumas pancadas de chuva intercaladas com períodos com o sol.

Norte

Quase todas as áreas da região terão períodos com sol e pancadas de chuva frequentes na sexta. O sol deve predominar no Amapá, no centro-norte do Pará e em Roraima. A região de Manaus e as áreas ao leste e norte do Amazonas só devem ter pancadas de chuva a partir da tarde.

Nas capitais, o risco de chuva forte é alto em Rio Branco, Porto Velho e Palmas. Pancadas passageiras a partir da tarde devem ocorrer em Manaus. Em Belém, Boa Vista e Macapá, o sol aparece forte e a possibilidade de chuva é baixa. 

Durante o fim de semana, as pancadas de chuva continuam frequentes no centro-oeste e sul do Amazonas, no Acre, em Rondônia e no sul do Pará. Nas demais áreas do Norte, o sol aparece forte na maior parte do dia. Pancadas de chuva podem acontecer no sul do Tocantins e, a partir da tarde, no norte e leste do Amazonas. A chance de chuva é baixa no centro-norte do Pará, no Amapá e em Roraima.



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