quinta-feira, julho 16, 2026

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Precipitação na lavoura de soja? Prepare-se para as chuvas!



A previsão para o final de novembro e início de dezembro aponta para um cenário favorável ao desenvolvimento das lavouras de soja no Brasil. Durante a segunda quinzena de novembro, as chuvas devem se intensificar em várias regiões produtoras, o que beneficia o crescimento das lavouras e a umidade do solo, essencial para a safra de 2024/25.

Chuvas em diversas regiões

Nos próximos dias, o clima se mantém instável, com chuvas previstas para o Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Norte do Brasil. Na Região Sul, por exemplo, o Paraná pode receber acumulados superiores a 175 mm, o que garante boas condições para as lavouras.

No Centro-Oeste, especialmente em Mato Grosso e Goiás, as reservas hídricas estão em níveis adequados, favorecendo o desenvolvimento da soja. Contudo, a porção sul de Mato Grosso do Sul ainda precisa de mais precipitações para otimizar o crescimento das lavouras.

Dezembro: chuvas no Paraná

O começo de dezembro deve trazer mais chuvas para o Sul, com bons volumes no Paraná e em outras áreas do Sul do Brasil, o que é crucial para o desenvolvimento das lavouras, que já estão em estágios avançados de crescimento. Essas chuvas devem contribuir para a manutenção da umidade do solo, beneficiando diretamente a safra de soja.

Além disso, Mato Grosso, Goiás e Minas Gerais, as condições são bastante favoráveis. A umidade do solo é adequada, o que está ajudando na implantação da safra. No entanto, no Matopiba, as chuvas têm sido constantes, o que beneficia as lavouras de soja, com volumes acumulados de até 80 mm em algumas regiões. As boas previsões para as próximas semanas indicam que a soja seguirá em bom desenvolvimento nessas áreas.

Chuvas no Pará e Norte do Brasil

No Pará, as chuvas devem se intensificar nos próximos dias, especialmente no sul do estado, com volumes entre 30 e 40 mm. Na próxima semana, o norte do estado, incluindo Santarém e Paragominas, deverá receber chuvas mais fortes, com acumulados de 50 a 80 mm. Esses volumes de precipitação são extremamente benéficos para as lavouras de soja da região.



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ABCZ e frente de associações defendem pecuária brasileira após Carrefour criticar carne do Mercosul


Duas importantes entidades do setor pecuário brasileiro, a Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ) e a Frente das Associações de Bovinos do Brasil (Fabb), emitiram notas de repúdio contra a declaração do CEO da rede Carrefour na França, Alexandre Bompard. Em publicação nas redes sociais, o executivo afirmou que a empresa deixará de comercializar carne oriunda dos países do Mercosul, citando critérios de sustentabilidade e qualidade.

A ABCZ, que representa mais de 25 mil associados, defendeu que o Brasil é o maior exportador de carne bovina do mundo, posição sustentada por uma rigorosa legislação ambiental e um sistema de Defesa Agropecuária completo e moderno, administrado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

A associação destacou que o país mantém relações comerciais com cerca de 160 países e cumpre os mais altos padrões de exigência, incluindo os estabelecidos pela União Europeia, que atesta a qualidade alimentar e sanitária da carne brasileira há mais de quatro décadas.

Em nota, a ABCZ declarou: “O posicionamento afirmado pelo representante da rede Carrefour necessita ser reconsiderado de maneira urgente, uma vez que não possui qualquer respaldo científico ou técnico que o justifique”, diz a nota da ABCZ.

A Fabb reforçou argumentos semelhantes, destacando a relevância da carne brasileira no cenário internacional e sua produção em conformidade com padrões de qualidade e sustentabilidade. A entidade também afirmou que declarações como a do CEO do Carrefour contrariam os princípios do comércio internacional e desconsideram o impacto social e econômico da pecuária brasileira.

“A Amazônia e outros biomas são amplamente protegidos pela legislação nacional, e os critérios de produção respeitam as exigências globais”, diz a nota.

Ambas as entidades expressaram preocupação com o impacto das declarações para os produtores brasileiros, além de questionarem o uso de argumentos sem fundamentação científica ou técnica que justifiquem restrições à carne bovina do Mercosul.

As críticas reforçam a importância de um debate baseado em dados técnicos e nas práticas sustentáveis do setor pecuário brasileiro, cuja produção é reconhecida por contribuir significativamente para o abastecimento global de alimentos.

Veja as notas de repúdio das duas entidades:

Posicionamento do Carrefour

O Carrefour do Brasil divulgou o posicionamento da companhia na França. O informe de dois parágrafos afirma que a medida anunciada pelo CEO local se aplica apenas às lojas daquele país. “Em nenhuma momento ela se refere à qualidade do produto do Mercosul, mas somente a uma demanda do setor agrícola francês, atualmente em um contexto de crise”, diz a nota.

A empresa também informa que as unidades dos demais países onde o Grupo Carrefour opera, incluindo Brasil e Argentina, não sofrerão alterações quanto às aquisições de carne do Mercosul.

Leia a nota na íntegra:

Posicionamento do Carrefour França

O Carrefour França informa que a medida anunciada ontem, 20/11, se aplica apenas às lojas na França. Em nenhum momento ela se refere à qualidade do produto do Mercosul, mas somente a uma demanda do setor agrícola francês, atualmente em um contexto de crise.

Todos os outros países onde o Grupo Carrefour opera, incluindo Brasil e Argentina, continuam a operar sem qualquer alteração e podem continuar adquirindo carne do Mercosul. Nos outros países, onde há o modelo de franquia, também não há mudanças.



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Inmet emite alerta laranja para chuva de até 100 mm; veja áreas em risco


O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta laranja para ampla área do país que está em risco por conta de chuva intensa.

O alerta de perigo tem início às 14h desta quinta-feira (21) e vai até as 10h da sexta (22). Pode chover até 100 mm em 24 horas, com ventos intensos de até 100 km/h.

O Inmet também avalia risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e raios.

Confira a área do país em perigo por chuva intensa

Fonte: Inmet

Estão incluídas no alerta do Inmet áreas das regiões Sul (Paraná), Sudeste (São Paulo, Minas Gerais e Espírito Santo), Centro-Oeste (Mato Grosso do Sul, Goiás, Mato Grosso e Distrito Federal) e Norte (Amazonas, Rondônia, Acre, Pará e Tocantins):

Centro goiano, Triângulo Mineiro/Alto Paranaíba, leste goiano, central mineira, Zona da Mata, centro-sul mato-grossense, Vale do Acre, sul goiano, Vale do Rio Doce, Presidente Prudente, central espírito-santense, nordeste mato-grossense, leste de Mato Grosso do Sul, noroeste espírito-santense, oeste de Minas, centro-norte de Mato Grosso do Sul, sul espírito-santense, sul/sudoeste de Minas, norte mato-grossense, leste rondoniense, São José do Rio Preto, sudoeste paraense, centro-ocidental paranaense, Ribeirão Preto, sudeste mato-grossense, norte goiano, noroeste paranaense, centro amazonense, região Metropolitana de Belo Horizonte, ocidental do Tocantins, sudoeste de Mato Grosso do Sul, sudoeste amazonense, peste paranaense, Pantanais sul mato-grossense, Araçatuba, Jequitinhonha, norte central paranaense, sul amazonense, noroeste goiano, sudoeste mato-grossense, noroeste de Minas, Vale do Mucuri, norte de Minas, Distrito Federal, Madeira-Guaporé, sudeste paraense, Vale do Juruá, Campo das Vertentes, norte amazonense.

Recomendações para episódios de chuva intensa

Em caso de rajadas de vento, o Inmet recomenda não se abrigar sob árvores, pois há risco de queda e descargas elétricas. Também não se deve estacionar veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda (“outdoors”). Se possível, convém desligar aparelhos elétricos e quadro geral de energia.

Mais informações podem ser obtidas pela população junto à Defesa Civil local (telefone 199) e ao Corpo de Bombeiros (telefone 193).



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AgroNewsPolítica & Agro

Mercado spot do algodão aquece, mas preços recuam



Demanda tem sido impulsionada por compradores




Foto: USDA

O mercado de algodão em pluma iniciou a segunda quinzena de novembro com movimentação no mercado spot. Conforme dados divulgados pelo boletim informativo do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), a demanda tem sido impulsionada por compradores que buscam atender necessidades imediatas ou reforçar os estoques para o final do ano. No entanto, as cotações seguem em queda, influenciadas principalmente pela desvalorização no mercado externo.

Já em relação so cenário de produção, a Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) projeta um novo recorde para a safra 2024/25, com 3,704 milhões de toneladas de algodão em pluma, um aumento de 0,1% em relação à temporada anterior.

Apesar do leve crescimento no consumo interno, pesquisadores do Cepea destacam que o excedente deverá ser destinado ao mercado externo, mantendo as exportações em níveis recordes.





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Soja em Chicago tem manhã estável; leia a análise completa



A sessão eletrônica da Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o complexo soja encerrou o intervalo com preços mistos nesta quinta-feira (21). Enquanto os contratos do grão apresentaram leve queda, o farelo recuou e o óleo teve alta.

Apesar das exportações semanais robustas dos Estados Unidos, o mercado não conseguiu sustentar a recuperação que havia começado mais cedo e perdeu força ao longo da manhã. A expectativa de uma safra recorde no Brasil, que em breve começará a competir com a soja americana no mercado internacional, pesou negativamente sobre os preços.

Exportações

As exportações líquidas de soja dos Estados Unidos, referentes à temporada 2024/25 (iniciada em 1º de setembro), ficaram em 1.860.600 toneladas na semana encerrada em 14 de novembro. A China foi o principal destino, com 1.197.000 toneladas importadas. Analistas previam exportações entre 1 milhão e 1,9 milhão de toneladas, e os números ficaram dentro dessas estimativas. As informações foram divulgadas pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

Contratos futuros da soja

Quanto aos preços, os contratos com vencimento em janeiro de 2025 registraram US$ 9,91 por bushel, com uma queda de 0,50 centavo de dólar por bushel ou 0,05%. A posição para março de 2025, por sua vez, ficou estável, cotada a US$ 9,99 1/4 por bushel.

No mercado de farelo, os contratos de janeiro de 2025 apresentaram um avanço de US$ 1,40 por tonelada, cotados a US$ 289,90, ou um aumento de 0,46%. Já o óleo de soja, com vencimento em dezembro de 2024, teve uma alta de 0,04 centavo de dólar por libra-peso, atingindo 43,40 centavos de dólar por libra-peso, o que representa uma elevação de 0,90%.



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carne ganha competitividade frente à bovina



Pesquisas do Cepea mostram que os preços do suíno vivo e da carne seguem em alta no mercado brasileiro e renovando – em algumas regiões – as máximas nominais das respectivas séries históricas.

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Mesmo com as valorizações, a competitividade da proteína suína frente à concorrente bovina nesta parcial de novembro é a maior desde junho de 2023, uma vez que o mercado de boi tem registrado forte e consistente aumentos nas cotações.

Já no comparativo com a carne de frango, concorrente mais em conta, a suína apresenta redução na competitividade neste mês.

Especificamente no mercado interno suinícola, pesquisadores do Cepea indicam que as aquecidas demandas interna e externa pela carne e a dificuldade em se encontrar novos lotes de animais para abate seguem impulsionando os preços do setor como um todo. 



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TJ-GO mantém recuperação judicial da AgroGalaxy após agravo do BB



O desembargador Breno Caiado, do Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO), negou pedido do Banco do Brasil para suspender os efeitos da decisão que deferiu o processamento da recuperação judicial da AgroGalaxy Participações S.A. e outras 12 empresas do mesmo grupo econômico. A companhia enfrenta dívidas de R$ 4,6 bilhões e teve seu pedido de recuperação aceito pela 19ª Vara Cível de Goiânia em setembro.

O Banco do Brasil havia interposto agravo de instrumento alegando que os créditos garantidos por cessão fiduciária não estariam sujeitos à recuperação, conforme o artigo 49, §3º, da lei 11.101/05. Também questionou a mudança da sede da holding AgroGalaxy de São Paulo para Goiânia pouco antes do pedido de recuperação, classificando o ato como uma tentativa de “forum shopping” para obter decisões mais favoráveis.

Em sua decisão, Caiado afirmou que “o exercício do direito creditório ou possessório deve ser postergado em prol do não agravamento da situação dos agravados”, ressaltando a importância de preservar as atividades de um grupo “de grande porte e consolidado no mercado, valendo ressaltar que está em risco a sua própria sobrevivência”. O magistrado também rejeitou o pedido de efeito suspensivo ao agravo, por não ver demonstrados os requisitos de dano grave ou de difícil reparação.

A decisão manteve as tutelas de urgência concedidas em primeira instância, como a suspensão de retenções e cobranças sobre recebíveis considerados essenciais, a proibição de rescindir contratos com base no pedido de recuperação judicial, e a suspensão do vencimento antecipado de dívidas. O desembargador considerou que tais medidas são necessárias para evitar a paralisação das operações durante o ‘stay period’ de 180 dias.

Desde o deferimento do processamento, a AgroGalaxy já obteve na Justiça a liberação de R$ 4,97 milhões retidos pelo Sicoob Ouro Verde, a proibição de cortes de energia elétrica e água por débitos anteriores ao pedido, e a liberação de fertilizantes retidos pela Santa Clara Agrociência. A empresa deve apresentar o plano de recuperação até dezembro e negociar sua aprovação com os credores. Com operação em 14 estados e mais de 30 mil clientes, a AgroGalaxy fechou 95 lojas e demitiu mais de 500 funcionários desde o início do processo.

O desembargador destacou a necessidade de equilibrar os interesses dos credores e a preservação da atividade empresarial. “A concessão de qualquer medida na recuperação judicial deve ser precedida pela manifestação dos administradores judiciais e do Ministério Público em 2º grau, evitando decisões precipitadas que possam comprometer a paridade de tratamento entre credores e o equilíbrio da recuperação judicial”.



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Rodovias têm melhor nível histórico, diz governo, mas CNT aponta dados divergentes



Dois levantamentos divulgados nesta semana sobre as rodovias brasileiras apresentam dados contrastantes. O monitoramento do governo federal diz que o país atingiu a melhor marca histórica da qualidade da estrutura viária federal, com 75% em classificação boa e 25% em classificações regular, ruim ou péssimo. Já a pesquisa da Confederação Nacional do Transporte (CNT) diz que 77,3% da malha federal está em patamar regular, ruim ou péssimo.

O levantamento do governo federal é baseado no Índice de Condição da Manutenção (ICM), ferramenta utilizada pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) desde 2016. Pela metodologia, 75% dos 60 mil quilômetros de estradas avaliadas – sob gestão pública ou concedidas – foram classificadas como boas, quase dez pontos acima dos 67% verificados no ano passado e 23 pontos além dos 52% de 2022.

Conforme os dados do DNIT, o Distrito Federal e 24 estados registraram melhoria de suas estradas. “Vale destacar que Acre, Amazonas, Amapá, Sergipe, Maranhão e Santa Catarina tiveram uma evolução expressiva, uma vez que esses estados estavam com índice bom inferior a 40% em dezembro de 2022 e o levantamento atual revela que estão com 64%, 57,1%, 98,4%, 71,3%, 64,1% e 71,5%, respectivamente”, diz o Ministério dos Transportes.

A Pesquisa CNT de Rodovias, divulgada nesta terça-feira (19), analisou 67 mil quilômetros de rodovias federais. No quadro geral deste ano, 22,7% da malha foi classificada como bom ou ótimo, contra 62,2% como regular (43,4%), ruim (15,4%) e péssimo (3,4%). Os índices indicam um patamar similar ao da pesquisa do ano passado, quando regular, ruim e péssimo somaram 62,9%.

O quadro mais abrangente da pesquisa CNT, quando também se considera as rodovias estaduais, apresenta uma melhora igualmente tímida. Neste ano, 33% da malha foi classificada como bom ou ótimo, contra 67% como regular (40,4%), ruim (20,8%) e péssimo (5,8%). No ano passado, regular, ruim e péssimo somaram 67,5% e, em 2022, 66%.

Na segmentação por tipo de gestão, as rodovias públicas, que correspondem a 74,8% da extensão avaliada, foram classificadas como ótimo (2,7%); bom (20,0%); regular (43,7%); ruim (25,9%) ou péssimo (7,7%). Já entre as rodovias concedidas, 63,1% ficou com classificações ótimo (21,4%); bom (41,7%) e regular (30,8%) – ruim ou péssimo somaram 6,1%.

Metodologias

As informações da Pesquisa CNT foram obtidas a partir de levantamento de campo realizado por 24 equipes ao longo de 30 dias, entre junho e julho deste ano. A coleta foi realizada de forma 100% digital, com o uso de novas tecnologias e de inteligência artificial.

O levantamento conduzido pelo DNIT envolve a filmagem in loco dos segmentos rodoviários com câmeras de alta precisão. Já a análise dos dados tem suporte do software DNIT-ICM que, por meio de inteligência artificial (IA), apresenta resultados matemáticos, excluindo interferências pessoais. O DNIT-ICM foi desenvolvido pela equipe do Labtrans da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Cabe destacar que, desde quando o DNIT passou a aferir os dados, em 2016, sempre houve discrepância na comparação de seus resultados com os dados da CNT. Em 2016, por exemplo, 68% da malha federal era classificada como boa pelo DNIT, contra 48,8% apontados pela CNT.

Investimentos em estradas

Embora os números sejam discrepantes, ambos os levantamentos concordam sobre o aumento de investimentos do poder público na infraestrutura rodoviária. Entre janeiro de 2023 e outubro de 2024 foram destinados mais de R$ 26 bilhões para ações de manutenção, conservação e construção das estradas do país.

“A CNT reconhece os esforços que vêm sendo realizados para transformar o cenário rodoviário nacional e afirma que ainda é necessário ampliar os recursos e o orçamento destinados às rodovias brasileiras. A melhoria da infraestrutura de transporte é um processo de longo prazo que requer constância e comprometimento”, considera a entidade em um dos materiais de divulgação da pesquisa.



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ABPA critica protecionismo após fala de CEO do Carrefour



A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) reagiu a declarações do CEO do Carrefour, Alexandre Bompard, sobre carnes produzidas nos países-membros do Mercosul. Em nota divulgada nas redes sociais, Bompard afirmou que as carnes desses países não respeitam os critérios e normas exigidos pelo mercado francês.

A ABPA classificou a declaração como infundada e argumentou que os produtos brasileiros atendem rigorosamente às exigências sanitárias dos países importadores. Segundo a entidade, as exportações brasileiras garantem alta qualidade e seguem as determinações das autoridades dos mercados de destino.

Confira a declaração do presidente da ABPA, Ricardo Santin, sobre a fala do CEO do Carrefour França

Para a associação, a manifestação do executivo reflete uma tentativa protecionista que prejudica o equilíbrio de mercado francês, impactando consumidores com preços mais altos e restringindo o acesso de classes menos favorecidas. “O protecionismo, além de injustificado, contraria princípios de sustentabilidade, promovendo maior emissão de gases e pressão inflacionária”, destacou a ABPA.

A entidade também criticou a posição do Carrefour, afirmando que, como uma organização global com forte presença no Brasil, a empresa deveria atuar com base nos princípios de competitividade e respeito ao livre mercado.

Posicionamento do Carrefour

Atendendo a pedido da reportagem, a companhia no Brasil retornou uma nota com o posicionamento do Carrefour França. O informe de dois parágrafos afirma que a medida anunciada pelo CEO local se aplica apenas às lojas daquele país. “Em nenhuma momento ela se refere à qualidade do produto do Mercosul, mas somente a uma demanda do setor agrícola francês, atualmente em um contexto de crise”, diz a nota.

A empresa também informa que as unidades dos demais países onde o Grupo Carrefour opera, incluindo Brasil e Argentina, não sofrerão alterações quanto às aquisições de carne do Mercosul.

Leia a nota na íntegra:

Posicionamento do Carrefour França

O Carrefour França informa que a medida anunciada ontem, 20/11, se aplica apenas às lojas na França. Em nenhum momento ela se refere à qualidade do produto do Mercosul, mas somente a uma demanda do setor agrícola francês, atualmente em um contexto de crise.

Todos os outros países onde o Grupo Carrefour opera, incluindo Brasil e Argentina, continuam a operar sem qualquer alteração e podem continuar adquirindo carne do Mercosul. Nos outros países, onde há o modelo de franquia, também não há mudanças.



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ABPA critica protecionismo após fala de CEO do Carrefour



A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) reagiu a declarações do CEO do Carrefour, Alexandre Bompard, sobre carnes produzidas nos países-membros do Mercosul. Em nota divulgada nas redes sociais, Bompard afirmou que as carnes desses países não respeitam os critérios e normas exigidos pelo mercado francês.

A ABPA classificou a declaração como infundada e argumentou que os produtos brasileiros atendem rigorosamente às exigências sanitárias dos países importadores. Segundo a entidade, as exportações brasileiras garantem alta qualidade e seguem as determinações das autoridades dos mercados de destino.

Para a associação, a manifestação do executivo reflete uma tentativa protecionista que prejudica o equilíbrio de mercado francês, impactando consumidores com preços mais altos e restringindo o acesso de classes menos favorecidas. “O protecionismo, além de injustificado, contraria princípios de sustentabilidade, promovendo maior emissão de gases e pressão inflacionária”, destacou a ABPA.

A entidade também criticou a posição do Carrefour, afirmando que, como uma organização global com forte presença no Brasil, a empresa deveria atuar com base nos princípios de competitividade e respeito ao livre mercado.

Posicionamento do Carrefour

Atendendo a pedido da reportagem, a companhia no Brasil retornou uma nota com o posicionamento do Carrefour França. O informe de dois parágrafos afirma que a medida anunciada pelo CEO local se aplica apenas às lojas daquele país. “Em nenhuma momento ela se refere à qualidade do produto do Mercosul, mas somente a uma demanda do setor agrícola francês, atualmente em um contexto de crise”, diz a nota.

A empresa também informa que as unidades dos demais países onde o Grupo Carrefour opera, incluindo Brasil e Argentina, não sofrerão alterações quanto às aquisições de carne do Mercosul.

Leia a nota na íntegra:

Posicionamento do Carrefour França

O Carrefour França informa que a medida anunciada ontem, 20/11, se aplica apenas às lojas na França. Em nenhum momento ela se refere à qualidade do produto do Mercosul, mas somente a uma demanda do setor agrícola francês, atualmente em um contexto de crise.

Todos os outros países onde o Grupo Carrefour opera, incluindo Brasil e Argentina, continuam a operar sem qualquer alteração e podem continuar adquirindo carne do Mercosul. Nos outros países, onde há o modelo de franquia, também não há mudanças.



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