quinta-feira, julho 16, 2026

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o papel da commodity no desenvolvimento de Balsas



A Expedição Soja Brasil chega hoje ao município de Balsas, no sul do Maranhão, região que tem se destacado por sua evolução nos últimos anos. A cidade, que historicamente apresentava um Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) abaixo da média do estado, hoje ocupa a segunda posição entre os 218 municípios maranhenses. O avanço está relacionado ao crescimento da produção de soja, um dos principais motores da economia local.

A evolução

Na década de 1990, o IDH de Balsas era um dos mais baixos do Maranhão, mas com o avanço da agricultura, o quadro começou a mudar. Hoje, a cidade é referência no estado, com a soja impulsionando o desenvolvimento econômico e social, gerando milhares de empregos e retirando cerca de 800 mil pessoas da pobreza. A produção de soja se expandiu significativamente, e atualmente, Balsas responde por 75% da produção do estado, com mais de 900 mil hectares cultivados.

A média de produtividade da região é de aproximadamente 55 sacos por hectare, o que coloca Balsas como o maior produtor de soja do Maranhão. Na última safra, o estado produziu 4,5 milhões de toneladas de soja, e cerca de 3,7 milhões dessas toneladas saíram da região sul do estado. Para a próxima safra, a expectativa é de um aumento de 3 a 5% na área plantada.

O produtor local é otimista quanto aos resultados futuros. “Este ano, conseguimos melhorar a palha e construir mais solo, o que nos dá confiança de que a próxima safra será ainda mais produtiva”, afirma. Além de focar na produtividade, ele tem investido na verticalização da produção, o que tem gerado mais empregos e renda para a região. “Com o controle de mais etapas da cadeia produtiva, desde a plantação até a exportação, conseguimos agregar valor ao nosso produto e beneficiar toda a comunidade”, destaca o produtor.

Inovação e diversificação na soja

A inovação e a diversificação têm impulsionado o crescimento local. Em sua propriedade, o produtor colhe três safras por ano (soja, milho e feijão), com tecnologias de irrigação e investimentos em genética de sementes para aumentar a rentabilidade e sustentabilidade. Outro exemplo de sucesso é a integração lavoura-pecuária, adotada há 12 anos em Tasso Fragoso, que tem melhorado a produtividade do solo, seja pelo esterco do gado ou pela profundidade das raízes da braquiária, que traz nutrientes para as plantas.



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Mais de 1.500 aves traficadas são encontradas em micro-ônibus



Um micro-ônibus branco foi interceptado pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) no dia 12 de novembro, em Planaltina, no Distrito Federal, após denúncia anônima. Na carga, 28 gaiolas com mais de 1.500 aves silvestres retiradas da natureza.

Os pássaros foram recebidos pelo Centro de Triagem de Animais Silvestres do Distrito Federal (Cetas-DF) do Ibama, onde estão sendo contabilizados, triados e tratados. Entre eles, estavam exemplares de canário-da-terra (Sicalis flaveola), baiano (Sporophila nigricollis) e coleirinho (Sporophila caerulescens).

O motorista, um homem de 36 anos, foi detido em flagrante. Ele confessou que transportava os animais de São Simão, em Minas Gerais, para Caruaru, em Pernambuco.

Aves em estado crítico

“Os animais chegaram desidratados, estressados e em estado crítico devido ao confinamento inadequado. Infelizmente, alguns óbitos já foram registrados, evidenciando o impacto cruel do tráfico de animais”, descreve Rayane Silva Leal, chefe do Cetas-DF.

O motorista foi autuado por crime ambiental, com base no artigo 29 da Lei de Crimes Ambientais (Lei nº 9.605/98). Segundo as autoridades, as condições de transporte das aves eram precárias, o que resultou em sofrimento e possível alto índice de mortalidade.

Alerta à sociedade

O Ibama destaca, em nota, que a operação evidencia a relevância do combate ao tráfico de animais e a necessidade de ações integradas entre os entes de fiscalização, como a PRF, o Ibama e a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF).

“Além disso, reforça o alerta para que a sociedade não compactue com essa prática criminosa. O Ibama reafirma seu compromisso com a proteção da fauna brasileira e destaca a importância de denúncias anônimas para desarticular redes de tráfico de animais, um crime que continua ameaçando o patrimônio natural do Brasil”.



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AgroNewsPolítica & Agro

Futuros de trigo e milho sobem nos EUA



No mercado de grãos, os futuros do trigo para entrega em dezembro subiram 3 centavos



No mercado de grãos, os futuros do trigo para entrega em dezembro subiram 3 centavos
No mercado de grãos, os futuros do trigo para entrega em dezembro subiram 3 centavos – Foto: Canva

Os contratos futuros de trigo e milho dos Estados Unidos registraram alta nas negociações da madrugada, impulsionados pela intensificação da guerra entre a Rússia e a Ucrânia. A Ucrânia teria disparado mísseis fabricados no Reino Unido contra a Rússia, um dia após realizar ataques semelhantes com mísseis dos Estados Unidos. A escalada do conflito gerou incertezas sobre o impacto no comércio global de grãos, o que impulsionou os preços no pregão noturno.

O presidente russo Vladimir Putin afirmou que o uso de armamentos ocidentais pela Ucrânia seria equivalente à entrada da OTAN na guerra, iniciada em fevereiro de 2022 com a invasão russa. No entanto, autoridades ocidentais rejeitaram essas alegações como ameaças vazias. A escalada do conflito, no entanto, pode dificultar o transporte de grãos de ambos os países, grandes produtores e exportadores, o que afeta diretamente o abastecimento global e gera pressões nos preços.

No mercado de grãos, os futuros do trigo para entrega em dezembro subiram 3 centavos, alcançando US$ 5,75 1/4 por bushel na Chicago Board of Trade, enquanto os contratos de Kansas City avançaram 3 3/4 centavos, para US$ 5,76 1/2. Já os futuros de milho para dezembro subiram 2 centavos, atingindo US$ 4,42 por bushel. O aumento nos preços reflete a preocupação com a oferta, exacerbada pela guerra.

Além disso, os futuros de soja também apresentaram alta, com o contrato de janeiro subindo 3 1/4 centavos, indo para US$ 9,93 3/4 por bushel. O farelo de soja caiu 40 centavos, para US$ 290,90 por tonelada curta, enquanto o óleo de soja subiu 0,36 centavos, atingindo 43,72 centavos por libra. As compras técnicas e a expectativa de boas safras na América do Sul também ajudaram a impulsionar os preços. O cenário global reflete a volatilidade dos mercados agrícolas, que reagem a fatores geopolíticos e climáticos.

 





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Florestas restauradas elevam produtividade em até 10 sacas de soja por hectare



O Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam) apresentou nesta quinta-feira (21), durante a COP29, em Baku, um estudo inédito que avalia os impactos da restauração florestal para a agricultura e o meio ambiente. De acordo com a pesquisa, a recuperação de 2% a 10% da paisagem local ajuda a prevenir quebras de safra e eleva a produtividade. No caso da soja, o aumento pode chegar a 10 sacas por hectare em áreas restauradas.

A pesquisa faz parte do projeto Galo – sigla em inglês para Avaliação Global a partir de Observações Locais -, que investiga a relação entre a agricultura e a preservação da vegetação natural nos biomas Amazônia e Cerrado.

O estudo analisou dados desde 1985 e constatou que, mesmo em áreas recompostas com floresta secundária, não ocorre a total recuperação de serviços como evapotranspiração – o que significa dizer ser incapaz de manter o ciclo da água.

Segundo Ludmila Rattis, pesquisadora do Ipam e do Centro de Pesquisa Climática Woodwell, a regulação climática, especialmente da temperatura, também não é totalmente restabelecida.

No entanto, os pesquisadores destacaram que florestas restauradas têm papel relevante na melhoria da eficiência agrícola, como no caso da soja, demonstrado pelo estudo.

“Mais floresta é mais produtividade. No caso da soja, atinge-se em área restaurada um aumento de aproximadamente 10 sacas, ou 600 quilos, por hectare”, afima Rattis.

Apesar dos benefícios, ela alerta que a restauração não substitui a preservação de florestas primárias. “Primordialmente, precisamos proteger as florestas primárias, que são insubstituíveis”, afirmou.

O estudo foi assinado pelos pesquisadores André Andrade, Bianca Rebelato e Elisângela Rocha, além de Ludmila Rattis.


A cobertura do Canal Rural na COP29 tem o apoio de Sistema OCB, Portos do Paraná, Itaipu Binacional, ApexBrasil, Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e Governo Federal



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Bahia inicia plantio da safra 2024/25 de algodão



O plantio da safra 2024/25 de algodão foi iniciado nesta quinta-feira (21), no Oeste da Bahia pelos cotonicultores. De acordo com a Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), foi respeitado o período do vazio sanitário, essencial para eliminar restos de cultura e plantas daninhas, além de permitir a recomposição do solo, após colheita da safra 2023/2024.

Outra região produtora do estado, a Sudoeste, teve o calendário antecipado, com os trabalhos iniciados em 1º de novembro.

De acordo com a Abapa, a colheita da safra 2023/2024, obteve resultados expressivos.

Na safra anterior, a Bahia cultivou uma área total de 345.431 hectares, com uma produção de 691,4 mil toneladas de pluma.

Desse total, 247.609 hectares (71,68%) foram destinados à área de sequeiro, enquanto 97.821 hectares (28%) foram irrigados.

A produtividade média foi de 325,45 arrobas de algodão em caroço por hectare, resultando em 2.001 kg de pluma por hectare, informou a Abapa.

Para a nova safra, que deve ser encerrada até 10 de fevereiro de 2025, a expectativa é positiva.

“Este ano, as chuvas estão dentro da normalidade, o que é um fator determinante para o sucesso da safra. Considerando os preços baixos do algodão no mercado, alcançar boa produtividade é essencial para que a cultura continue viável. Nesse cenário, o clima favorável é determinante para garantir margem ao produtor”, destaca o presidente da Abapa, Luiz Carlos Bergamaschi.

Segundo ele, o trabalho que os produtores vêm realizando ao longo dos anos também é um fator a ser considerado para uma entrega de qualidade.

“Os produtores baianos vêm demonstrando um alto nível de profissionalização, com investimentos consistentes em tecnologia, pesquisa e práticas sustentáveis. Esse comprometimento tem sido fundamental para entregar um algodão de alta qualidade, atendendo às exigências do mercado nacional e internacional. Esse esforço, aliado ao clima favorável, até o momento, nos traz uma expectativa promissora para esta safra”, conclui Bergamaschi.

Quanto à área destinada ao cultivo nesta safra, ainda há expectativa de crescimento, mas os números exatos serão definidos conforme a evolução do plantio.


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Fiscalização apreende partes de animais em exposição ilegal



Partes de animais silvestres foram apreendidas em uma exposição ilegal em Mato Grosso do Sul pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

Os agentes receberam uma denúncia e encontraram diversos produtos da fauna dispostos para venda: cabeças de onças pintadas (Panthera onca) e pardas (Puma concolor), de queixadas (Tayassu pecari) e de jacarés (Alligatoridae).

Além disso, também foram encontradas arcadas dentárias de tubarão; chifres de cervo-do-pantanal (Blastocerus dichotomus); e “troféus” de cabeças dos peixes pintado (Pseudoplatystoma corruscans) e dourado (Salminus brasiliensis).

Multa aos infratores

Os produtos do crime foram apreendidos e o empreendimento autuado, conforme previsto na Lei Federal de Crimes Ambientais (n.º 9.605/98) e no Decreto 6.514/08.

As multas aplicadas foram de R$ 500 e de R$ 5 mil, no caso dos animais ameaçados de extinção, totalizando R$ 24 mil. Contudo, posteriormente, os suspeitos também responderão pelo crime na esfera judicial.

O Ibama esclarece que a legislação brasileira proíbe o uso de partes desses animais em exposição para fins de comercialização, sendo enquadrada na Lei de Crimes Ambientais.

De acordo com o órgão, com esse tipo de operação, busca-se evitar o aquecimento do mercado de oferta e demanda, que também ocorre com o tráfico da fauna.

“Quanto mais raro é um animal, maiores são o interesse e o preço que pagam por ele”, afirma a superintendente do Ibama em Mato Grosso do Sul, Joanice Lube Battilani.

“Essa prática está aliada ao fato de que algumas pessoas, de forma equivocada, acreditam que esses tipos de objetos feitos com partes de animais silvestres servem como amuletos, trazendo proteção e prosperidade”, acrescenta.



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Qual o cenário atual do plantio da soja em Mato Grosso?



A Aprosoja Mato Grosso está em seu terceiro episódio da série Clima e Mercado 2024, programa que percorre as principais regiões agrícolas do estado. O objetivo da iniciativa é dialogar diretamente com os produtores da soja sobre os desafios climáticos e de mercado que afetam a produção de soja e milho.

No último episódio a equipe visitou os municípios de Terra Nova do Norte, Nova Canaã do Norte e Paranaíta, a fim de conhecer de perto as realidades do plantio nessas regiões. Em Terra Nova do Norte, um produtor local destacou que, apesar de um bom clima, houve um atraso no início da safra, o que impacta os planos para a próxima temporada de milho.

Já em Nova Canaã, a produção tem sido uma das melhores nos últimos anos, mas os preços baixos têm afetado a rentabilidade, deixando os produtores apreensivos sobre os próximos ciclos. Em Paranaíta, o plantio iniciou conforme o esperado, mas as chuvas cessaram rapidamente, com incertezas para o avanço da lavoura.

Aprosoja MT ao lado do produtor de soja

A série Clima e Mercado é um programa para que os produtores possam relatar seus desafios, como variações climáticas, secas prolongadas e chuvas intensas, além de discutir as perspectivas de mercado. Atualmente, a safra, que remete ao ciclo produtivo de 2020/21, gera apreensão entre os produtores, especialmente com relação à logística da colheita.

O presidente da Aprosoja MT, Lucas Costa Beber, enfatiza a importância dessa série para fornecer dados mais próximos da realidade do campo, ajustando as projeções de safra e evitando problemas como a escassez de soja no mercado interno.

O vice-presidente, Luiz Pedro Bier, também ressalta que a série contribui para a troca de experiências e o acompanhamento detalhado da lavoura, garantindo que os produtores tenham uma visão clara dos impactos climáticos e econômicos.

A série terá duração de quatro semanas e continuará a percorrer diferentes municípios do estado, promovendo uma troca constante entre os produtores, delegados e especialistas da área.



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AgroNewsPolítica & Agro

cotação retorna aos níveis de maio, aponta Cepea



Resistência inicial dos vendedores foi superada pela pressão compradora




Foto: Arquivo Agrolink

Os preços do arroz em casca registraram a maior queda semanal desde junho, retornando aos níveis nominais observados em maio deste ano. Segundo dados do boletim mais recente do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), a retração no mercado spot é devido a saída de compradores e a oferta de valores mais baixos por parte dos poucos que permaneceram ativos.

Segundo pesquisadores do Cepea, a resistência inicial dos vendedores foi superada pela pressão compradora, em um cenário de disputas acirradas no mercado. Outro fator que contribuiu para a desvalorização foi o avanço no cultivo da nova safra, combinado com o anúncio de leilões de opções de venda do governo federal, com preços inferiores aos atuais.

 





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BB lança fundo garantidor FGO no crédito rural em apoio ao Rio Grande do Sul



O Banco do Brasil (BB) disponibilizou nesta semana o Fundo de Garantia de Operações (FGO) para acobertar em até 100% as contratações das linhas Pronaf Mais Alimentos e Pronamp Investimento de produtores que tiveram perdas materiais decorrentes das enchentes de maio de 2024.

A vinculação, inédita até então, pode ser utilizada por produtores situados em municípios do Rio Grande do Sul com estado de calamidade e de emergência reconhecidos pelo Poder Executivo Federal, tendo por base a medida provisória 1.216 e a lei 14.981 e portarias correlatas.

O lançamento do fundo vem se somar a outras iniciativas do BB para fomentar a recuperação do Rio Grande do Sul – como atendimento às pessoas impactadas, apoio financeiro à população em geral, empresas e produtores rurais, mediante prorrogação de dívidas e contratação de empréstimos.

O Banco do Brasil também destaca a concessão de R$ 1,1 bilhão em crédito emergencial com subvenção do governo federal, abrangendo mais de 9 mil agricultores familiares e médios produtores, reforçando parceria histórica com o estado. O BB informa que, no âmbito da execução do Plano Safra, já desembolsou mais de R$ 11 bilhões em crédito (incluídas linhas da cadeia de valor do agro e títulos) aos produtores gaúchos.

Aporte ao fundo garantidor

Segundo a instituição, a novidade quanto à vinculação do FGO nas contratações de financiamentos para esse público foi viabilizada por meio do aporte pelo governo federal de R$ 600 milhões no fundo garantidor. Isso teria possibilitado mais facilidade na constituição de garantias e a ampliação do acesso ao crédito aos produtores familiares e médios que têm enfrentado dificuldades em oferecer garantias para as operações.

“O Banco do Brasil, mais uma vez, reforçando o compromisso para fortalecimento do agro no RS, saiu na frente disponibilizando essa solução inovadora de crédito rural amparado no fundo garantidor, já tendo sido contratadas as primeiras operações nesta modalidade, gerando ótima receptividade e satisfação pelos clientes”, afirma o vice-presidente de agronegócios e agricultura familiar do banco, Luiz Gustavo Braz Lage.

De acordo com o executivo, o FGO impulsiona o crédito e a atuação do BB no âmbito das ações governamentais de apoio, atendendo às demandas dos produtores rurais para dar continuidade à atividade.

Para mais informações sobre as condições de crédito e o uso do FGO, os produtores rurais podem procurar as agências do Banco do Brasil no Rio Grande do Sul.



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Precipitação na lavoura de soja? Prepare-se para as chuvas!



A previsão para o final de novembro e início de dezembro aponta para um cenário favorável ao desenvolvimento das lavouras de soja no Brasil. Durante a segunda quinzena de novembro, as chuvas devem se intensificar em várias regiões produtoras, o que beneficia o crescimento das lavouras e a umidade do solo, essencial para a safra de 2024/25.

Chuvas em diversas regiões

Nos próximos dias, o clima se mantém instável, com chuvas previstas para o Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Norte do Brasil. Na Região Sul, por exemplo, o Paraná pode receber acumulados superiores a 175 mm, o que garante boas condições para as lavouras.

No Centro-Oeste, especialmente em Mato Grosso e Goiás, as reservas hídricas estão em níveis adequados, favorecendo o desenvolvimento da soja. Contudo, a porção sul de Mato Grosso do Sul ainda precisa de mais precipitações para otimizar o crescimento das lavouras.

Dezembro: chuvas no Paraná

O começo de dezembro deve trazer mais chuvas para o Sul, com bons volumes no Paraná e em outras áreas do Sul do Brasil, o que é crucial para o desenvolvimento das lavouras, que já estão em estágios avançados de crescimento. Essas chuvas devem contribuir para a manutenção da umidade do solo, beneficiando diretamente a safra de soja.

Além disso, Mato Grosso, Goiás e Minas Gerais, as condições são bastante favoráveis. A umidade do solo é adequada, o que está ajudando na implantação da safra. No entanto, no Matopiba, as chuvas têm sido constantes, o que beneficia as lavouras de soja, com volumes acumulados de até 80 mm em algumas regiões. As boas previsões para as próximas semanas indicam que a soja seguirá em bom desenvolvimento nessas áreas.

Chuvas no Pará e Norte do Brasil

No Pará, as chuvas devem se intensificar nos próximos dias, especialmente no sul do estado, com volumes entre 30 e 40 mm. Na próxima semana, o norte do estado, incluindo Santarém e Paragominas, deverá receber chuvas mais fortes, com acumulados de 50 a 80 mm. Esses volumes de precipitação são extremamente benéficos para as lavouras de soja da região.



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