quinta-feira, julho 16, 2026

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Vaca nelore bate recorde e se torna a mais valorizada do mundo: R$ 24 milhões



A vaca nelore Carina FIV do Kado, de quase três anos de idade, bateu um novo recorde de valorização da raça nesta sexta-feira (22). No leilão Cataratas Collection, realizado em Foz do Iguaçu (PR), a matriz teve 25% de sua propriedade vendida à Nelore Syagri por R$ 6,015 milhões, alcançando assim a valorização total de mais de R$ 24 milhões, um recorde mundial.

O leilão Cataratas Collection foi promovido por Roberto Bavaresco, da RS Agropecuária e pela família Paulo Marques e Fabiana Marques, da Casa Branca Agropastoril.

O lance final da venda da porcentagem de Carina chegou a R$ 200.500 de parcela, com um total de 30 parcelas, cinco duplas e vinte iguais mensais.

A Nelore Syagri adquirindo a matriz por um valor que surpreendeu até os mais experientes do mercado. Além disso, essa aquisição demonstra a crescente valorização das matrizes no mercado de genética, com foco na obtenção de animais com alto valor genético, que são capazes de passar características superiores para as próximas gerações, garantindo maior produtividade e qualidade na carne produzida.

O leilão Cataratas Collection tem mais uma etapa neste sábado (23), a partir das 18h, com transmissão pelo Lance Rural e Canal do Criador.



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Você viu? Área de exploração mineral na Bahia será leiloada



O Serviço Geológico do Brasil (SGB) anunciou que realizará o leilão de uma área mineral na Bahia, com um volume estimado de 245 milhões de toneladas de minério diamantífero. Localizado no município de Gentio do Ouro, na Chapada Diamantina, o espaço possui um depósito de diamantes com um total de 1,8 milhão de quilates. O projeto, denominado Diamante de Santo Inácio, abrange cinco áreas de mineração e cobre 2.400 hectares – o equivalente a 3.429 campos de futebol.

Segundo o SGB, os estudos recentes apontam que o teor de diamantes na região é de 0,58 cpht. A oferta será realizada no dia 27 de novembro, a partir das 9h, em Brasília, na sala Plenária da ANM, com o apoio do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) da Presidência da República. Empresas brasileiras e estrangeiras, entidades de previdência complementar e fundos de investimento podem participar individualmente ou em consórcio do leilão.

Valdir Silveira, diretor de Geologia e Recursos Minerais do SGB, destacou que o leilão representa uma oportunidade de negócio promissora, principalmente devido ao histórico de produção diamantífera da região. O leilão da área mineral na Bahia será formalizado por meio de um contrato de Promessa de Cessão de Direitos Minerários, que será assinado após o evento pelos representantes da entidade vencedora.



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pesquisa desativa genes causadores de desconforto


Tão presente no dia a dia dos brasileiros, o feijão é a leguminosa mais consumida. No entanto, quem exagera na dose costuma ter aquela sensação de inchaço característica. Aliás, não é segredo para ninguém que o prato costuma causar flatulências. No entanto, se depender da ciência, esse incômodo está com os dias contados.

Uma equipe de pesquisadores da Embrapa realizou, pela primeira vez, a edição gênica em feijão para o desenvolvimento de uma nova variedade com menos fatores antinutricionais, ligados a um grupo de substâncias chamado rafinose, um tipo de composto conhecido por causar desconforto digestivo e gases em humanos.

Os cientistas conseguiram eliminar genes relacionados à produção de oligossacarídeos (carboidratos) da família rafinose, a partir do conhecimento do genoma do feijão e do domínio de ferramentas de engenharia genética de sistemas CRISPR (sigla em inglês para Repetições Palindrômicas Curtas Agrupadas e Regularmente Interespaçadas).

Dois genes do genoma da planta foram desativados, de acordo com os pesquisadores da Embrapa Arroz e Feijão (GO) em Biologia Molecular Josias Correa e Rosana Vianello, coordenadores do estudo inédito.

Vianello conta que a pesquisa analisou os teores de oligossacarídeos do grupo rafinose em diferentes tecidos e fases de desenvolvimento da planta de feijão. Essas informações foram avaliadas em relação ao conhecimento já produzido pelo estudo do genoma do feijão, sequenciado há quase dez anos.

Inativação de genes do feijão

Equipe responsável pelo trabalho: pesquisadores Josias Correa e Rosana Vianello e o bolsista Dener Lucas dos Santos. Foto: Rodrigo Peixoto

O objetivo foi conhecer o padrão de expressão dos genes alvo potenciais que estariam por trás da biossíntese de rafinose. Nesse processo, os pesquisadores investigaram o padrão de expressão de genes, e dois deles, rafinose e estaquiose – outro oligossacarídeo de difícil digestão –, foram identificados e inativados. Esses genes tiveram sua expressão bloqueada por meio da adaptação de ferramentas de edição gênica.  

Vianello considera que a técnica CRISPR é revolucionária para edição gênica. “No caso de características relacionadas à qualidade tecnológica e nutricional de grãos, a técnica emerge como uma importante ferramenta para editar genes específicos e, com isso, realizar um melhoramento de precisão, abrindo novas perspectivas para o desenvolvimento de variedades mais atrativas para produtores e consumidores”, afirma.

Gerações de plantas editadas

Segundo a pesquisadora, a próxima etapa desse estudo, já em andamento, é o avanço de gerações de plantas editadas com os genes da rota de rafinose desativados. Isso implica, em ambiente controlado de casa de vegetação, o plantio de sementes, o crescimento de plantas, a colheita e o replantio de sementes.

A intenção, como em todo processo de melhoramento genético, é tornar estável a herdabilidade da nova característica.

“A geração editada T0 está produzindo sementes T1. Vamos plantar T1 e esperamos que a edição seja transmitida para a próxima geração. Somente com o avanço das gerações, de T1 para T2 e de T2 para T3, teremos as edições em homozigose (o que torna a característica editada com herdabilidade estável) e poderemos avaliar o fenótipo das plantas (conjunto de características resultante da interação com o ambiente), além de testar linhagens em diferentes locais que poderão se tornar uma nova variedade”, destaca Vianello.

A partir dos testes de fenotipagem é que também poderá ser determinado o quão significativa foi a redução da presença de teores de rafinose no grão de feijão. Todo esse trabalho pode levar ao lançamento de uma variedade editada geneticamente em um período entre cinco a oito anos.

*Sob supervisão de Victor Faverin



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CNA analisa cenários do agronegócio para 2025 em evento



O diretor técnico da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Bruno Lucchi, participou do MS Agro 2024, promovido pela Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (Famasul), em Campo Grande, nesta semana. Durante a palestra, ele apresentou as projeções para o agronegócio em 2025 e destacou a necessidade de ajustes nos preços, que caíram nos últimos três anos após o aumento registrado em 2020 devido à pandemia.

Lucchi explicou que o PIB do segmento deve fechar no negativo, refletindo uma correção nos preços que haviam disparado durante a crise sanitária. Ele também discutiu o comportamento das principais cadeias produtivas, como soja e milho.

Cenário da soja e milho no agronegócio

Em relação à soja, o Brasil deverá ter uma sobra de cerca de 20% na safra 2024/2025, com preços estáveis no próximo ano. Já para o milho, espera-se uma recuperação da produção tanto no Brasil quanto em países concorrentes, como Argentina e Estados Unidos, com o Brasil recuperando cerca de 4% de sua produção.

Quais as projeções para a carne bovina?

No setor de carne bovina, Lucchi destacou que, apesar da margem apertada de lucro, o Brasil continuará como principal exportador mundial, com a produção estimada em 3,6 milhões de toneladas, superior à Austrália. O diretor ressaltou que as exportações de carne bovina brasileira já atingiram recordes históricos, como o registrado em setembro de 2024, com 170 milhões de toneladas exportadas.

Projeções internacionais

O cenário internacional também foi discutido, com Lucchi abordando os desafios que podem afetar o agronegócio, como a Lei Antidesmatamento da União Europeia, a guerra no Oriente Médio e as eleições nos Estados Unidos. Ele alertou que esses fatores podem impactar a logística e os custos do setor, além de influenciar a competitividade das exportações brasileiras.

Cenário otimista para o agronegócio

As dificuldades enfrentadas pelos produtores rurais devido às altas taxas de juros e ao acesso restrito ao crédito também foram abordadas. A CNA tem buscado alternativas, como o Fundo de Catástrofe e o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural, para mitigar esses desafios. O diretor concluiu sua apresentação com uma mensagem positiva, destacando que 2025 promete ser um ano mais favorável para a produção agropecuária no Brasil.



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Aprosoja MT promove consumo de bebida de soja entre crianças em vulnerabilidade social



Com o fornecimento de bebida de soja, o Programa Agrosolidário, promovido pela Aprosoja Mato Grosso, tem colaborado para o bem-estar de crianças e famílias em situação de vulnerabilidade social. Entre as instituições beneficiadas, a Obras Sociais Seara de Luz, que acolhe 400 famílias, é um exemplo de impacto positivo. Com o apoio da associação, a qualidade de vida e a alimentação das crianças que fazem parte do programa têm se fortalecido.

A bebida de soja fornecida pelo programa se destaca tanto por seu valor nutricional quanto pelo alívio no orçamento das famílias, permitindo que o dinheiro economizado seja redirecionado para outras necessidades. Na creche Filantrópica Nina Zaque, que atende 80 crianças, há melhorias na saúde infantil e aumento na disposição, como observa a presidente da Seara de Luz, Elione Fátima de Almeida Santos.

Além disso, a bebida de soja tem aberto novas possibilidades para a alimentação das famílias, que aprendem a utilizá-la em receitas como bolos e batidas, o que amplia as opções alimentares e ajuda na economia doméstica.

Muito além da bebida de soja

A parceria com a Aprosoja MT também inclui oficinas que ensinam as famílias a aproveitarem melhor o alimento, promovendo autonomia e fortalecendo a economia familiar. Jorge Diego Giacomelli, 2º diretor administrativo da Aprosoja MT, destaca a importância de acompanhar de perto esses projetos e de garantir a continuidade do apoio, que inclui a entrega mensal de 200 cestas de alimentos às famílias atendidas pela Seara de Luz.

Este mês, ao comemorar os 15 anos do Programa Agrosolidário, a Aprosoja MT relembra o impacto dessas ações e reafirma seu compromisso com a solidariedade e o apoio a famílias em situação de vulnerabilidade, com a expectativa de que o programa continue a gerar benefícios por muitos anos.



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AgroNewsPolítica & Agro

Contratos de milho em queda na B3


De acordo com a TF Agroeconômica, os principais contratos de milho na B3 encerraram a quinta-feira (21) em queda, refletindo o baixo ritmo de exportações. Este cenário vem trazendo alívio ao mercado interno, que já está finalizando as compras para o final de ano, com foco no milho da primeira safra. Enquanto isso, o dólar registrou alta, alcançando uma máxima de R$ 5,834 durante o dia e fechando a R$ 5,811, um aumento de 0,75%.  

Os pregões de milho na B3 vêm mostrando desvalorização consecutiva. No fechamento de quinta-feira, o contrato para novembro/24 caiu R$ 0,54 no dia, encerrando a R$ 72,38, acumulando queda semanal de R$ 1,80. O contrato de janeiro/25 fechou a R$ 73,35, com redução de R$ 0,48 no dia e R$ 1,26 na semana. Já o vencimento de março/25 registrou queda de R$ 0,27 no dia, fechando a R$ 71,95, acumulando perda de R$ 2,97 na semana.  

A alta do dólar, que poderia impulsionar as exportações, não foi suficiente para reverter o cenário de baixa nos contratos futuros. O ritmo lento das exportações reflete a falta de competitividade do milho brasileiro frente aos concorrentes no mercado internacional, enquanto o mercado doméstico segue confortável com os estoques disponíveis.  

Os contratos futuros de milho em Chicago encerraram esta quinta-feira (21) em baixa, seguindo a tendência observada na soja e no trigo. O vencimento para dezembro/24, referência para a safra de inverno, caiu 0,81%, ou 3,50 cents/bushel, fechando a US$ 426,75. Já o contrato de março/25 recuou 0,85%, ou 3,75 cents/bushel, terminando o dia a US$ 436,25.

O ritmo de colheita nos Estados Unidos, já concluído, aliado ao avanço do plantio na América Latina, tem pressionado os preços. Apesar de um aumento de 13,65% nas vendas semanais para exportação, segundo o USDA, o volume de 1.494.600 toneladas, embora robusto, ficou próximo ao piso das expectativas do mercado.

 





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Frigoríficos brasileiros deixam de entregar carne bovina ao Carrefour no país



Os principais frigoríficos brasileiros deixaram de abastecer as unidades da rede de supermercados Carrefour no país, em resposta às declarações do CEO do grupo na França. Nesta semana, Alexandre Bompard afirmou, em suas redes sociais, que a varejista francesa não iria mais vender carnes do Mercosul.

Na verdade, a rede já não oferecia produto dessa procedência no país, mas a declaração foi feita para agradar os produtores rurais da França, que se opõem ao acordo Mercosul-União Europeia, em vias de ser fechado.

O Canal Rural confirmou junto à Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) que houve paralisação em massa no abastecimento de carne bovina nas lojas da rede no Brasil.

Na última quinta-feira (21), seis entidades do agronegócio se manifestaram em nota repudiando a decisão do Carrefour, afirmando que se o grupo “entende que o Mercosul não é fornecedor à altura do mercado francês – que não é diferente do espanhol, belga, árabe, turco, italiano -, as entidades assinadas consideram que, se não serve para abastecer o Carrefour no mercado francês, não serve para abastecer o Carrefour em nenhum outro país”.

Agora, as indústrias de carne bovina levaram a cabo a ameaça, e estão deixando de entregar a proteína à rede Carrefour. O processo teria tido início já nesta sexta-feira (22), e deve se ampliar nos próximos dias.

Com a estratégia, o setor aguarda por uma retratação do CEO global da França, para então retomar as entregas de carne às lojas do grupo no Brasil.



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Queijo paranaense feito com maracujá recebe prêmio mundial



Um queijo fino autoral produzido no oeste do Paraná alcançou o título de melhor da América Latina e entrou para a lista dos 15 melhores do mundo, ocupando a nona colocação.

O feito foi conquistado no dia 15 de novembro durante o World Cheese Awards, em Portugal. Entre os 4.784 queijos concorrentes de 47 países, o Passionata, fabricado no Biopark em Toledo, ganhou o super ouro.

O produto é feito com leite de vaca pasteurizado e pasta dura, cuja coalhada é lavada com infusão de maracujá, com sementes na parte superior da casca e flores abaixo.

Outras criações do grupo também foram premiadas: o Láurea conquistou a prata (com outros 693), enquanto o Entardecer d’Oeste ficou com o bronze (juntamente com mais 893).

Projeto de queijos finos

O projeto de queijos finos do Biopark, realizado em parceria com o Biopark Educação, existe há cinco anos e foi criado para agregar valor ao leite de pequenos e médios produtores.

“A transferência da tecnologia é totalmente gratuita e essa premiação comprova que podemos produzir queijos finos de alta qualidade aqui em Toledo”, destaca Carmen Donaduzzi, uma das fundadoras.

Para o pesquisador Kennidy Bortoli, responsável pelo Laboratório de Queijos Finos do Biopark, os queijos premiados são reconhecidos por suas cores vibrantes, sabores marcantes e inovações no processo produtivo.

“Saber que estamos entre os melhores do mundo e como o melhor da América Latina mostra que estamos no caminho certo”, comemora.

Geração de renda

O projeto beneficia 22 pequenos e médios produtores do oeste paranaense, que fabricam 26 especialidades de queijos finos, com suporte integral do Biopark e instituições parceiras, como Sebrae, IDRPR e Sistema Faep/Senar.

Além de assessoria gratuita, o projeto oferece capacitação técnica para os produtores. Somente em 2024, 98 pessoas participaram dos cursos organizados.

Neste ano, cinco novas especialidades foram introduzidas: Bel Paese, Cheddar Inglês, Emmental, Abondance e Jack Joss. O único custo para os produtores é a adaptação ou construção do espaço de produção, quando necessário.

A qualidade do leite é analisada no laboratório do Biopark, que sugere tecnologias de fabricação específicas com base nas características do leite. Assim, o produtor escolhe a opção que mais se adequa ao seu perfil para iniciar a produção.

Os queijos premiados, desenvolvidos no Laboratório de Queijos Finos, serão fabricados e comercializados pela Queijaria Flor da Terra, localizada no Biopark.



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Mercado de milho segue lento


O mercado de milho do estado do Rio Grande do Sul segue lento, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Nas indicações, manutenção: Santa Rosa a R$ 73,00; Não-Me-Toque a R$ 74,00; Marau e Gaurama R$ 74;00 Arroio do Meio, Lajeado e Frederico Westphalen a R$ 75,00 e Montenegro a R$ 77,00. Vendedores a partir de R$ 80,00 no FOB interior e R$ 82,00 CIF fábricas. Negócios pontuais em Palmeira das Missões e Erechim, onde 300 toneladas foram negociadas a R$ 75,00, e 500 toneladas rodaram a R$ 75,50, respectivamente, na entrega imediata”, comenta.

Em Santa Catarina, o produtor não vem à mesa de negócios e o milho diferido está praticamente finalizado. “Produtores com pedidas ao menos R$ 2,00 acima, em que compradores hoje indicam a partir de R$ 72,00 no interior e R$ 73,00/75,00 CIF fábricas. Negócios aR$ 75,00/76,00 no CIF meio oeste, em pelo menos 2 mil tons. Nas indicações, Chapecó a R$ 74,00; Campos Novos R$ 75,00; Rio do Sul a R$ 76,00; Videira R$ 73,00. Porto indicando R$ 67 outubro/R$ 69 novembro. Sem negócios neste retorno de feriado”, completa.

No Paraná as tradings miram em vencimentos mais longos e praticamente não trabalham mais o dez/24. “No porto, indicações a R$ 68,00 nov/69,00 dez.No norte, indicações a R$ 67,00 (+1,00); Cascavel a R$ 68,00; Campos Gerais R$ 69,00; Guarapuava a R$ 70,00; Londrina R$ 71,00 (+1,00). Preços balcão no sudoeste e oeste a R$ 58,00, e norte a R$ 57,00. Produtores com pedidas a partir de R$ 77,00 no norte e oeste; e R$ 79,00 Campos Gerais. Negócios ao oeste, onde se pagou R$ 73,00 FOB por 2 mil toneladas, retirada imediata e pagamento em 30 dias”, indica.

Enquanto isso, os negócios se arrastam no estado do Mato Grosso do Sul. “Em Maracaju, indicações de R$53,00 (+1,00);Dourados aR$ 54,00 (+R$1,00); Naviraí R$ 54,00 (-R$ 1,00) e São Gabriel a R$ 49,00. Produtores iniciam ofertas FOB a R$ 52,00 com maior parte das pedidas concentradas em R$ 55,00, base interior. Negócios em ritmo lento, com produtores iniciando pedidas a R$ 58,00 no FOB, e indicações nos portos a partir de R$ 60,00”, conclui.

 





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AgroNewsPolítica & Agro

Oscilações nos preços de milho no Brasil e no mercado global



Na Argentina, os preços do milho também sofreram oscilações



Na Argentina, os preços do milho também sofreram oscilações
Na Argentina, os preços do milho também sofreram oscilações – Foto: USDA

De acordo com informações da TF Agroeconômica, o mercado de milho no Brasil tem registrado ajustes nos preços e nas cotações, com os vendedores novamente reduzindo suas ofertas. Em Paranaguá, os prêmios de milho para o mês de novembro sofreram uma queda de 4 pontos, passando de 135 para 131, enquanto os prêmios de dezembro também foram ajustados, apresentando uma redução de 3 pontos, com o valor chegando a 124. Esse movimento reflete uma tendência de readequação do mercado, com os compradores voltando a cotar o produto para o mês de dezembro.

No cenário internacional, a China registrou uma leve valorização nas cotações do milho, com alta de 7 CNY/t para janeiro e 2 CNY/t para março. No entanto, o amido de milho teve uma queda nas cotações, com uma redução de 4 CNY/t para janeiro e 6 CNY/t para março. Por outro lado, os preços de ovos e suínos mostraram comportamentos opostos: os ovos subiram, com alta de 14 CNY/500kg para novembro e 38 CNY/500kg para dezembro, enquanto o preço do suíno caiu, com redução de 200 CNY/t para novembro e 5 CNY/t para janeiro.

Na Argentina, os preços do milho também sofreram oscilações. A oferta para entrega disponível foi ajustada para A$ 183 mil/t, apresentando um aumento de A$ 1 mil/t em relação à rodada anterior. No entanto, as negociações futuras mostraram uma leve estabilidade. Para entregas entre dezembro e janeiro de 2025, os preços subiram para A$ 183 mil/t, enquanto no mercado MATBA, o preço do milho para abril variou para US$ 187,20/t, levemente inferior aos US$ 187,50 da rodada anterior.

 





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