quarta-feira, julho 15, 2026

Agro

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Após máxima histórica de R$ 6, dólar termina o dia em R$ 5,99



Moeda norte-americana chegou a alcançar R$6 ao longo do dia




Foto: Pixabay

Nesta quinta-feira (28/11), o dólar comercial fechou cotado a R$ 5,9891, com alta de 1,3% em relação ao fechamento anterior. A moeda norte-americana ultrapassou, durante o pregão, a barreira dos R$ 6, alcançando uma máxima de R$ 6,0029 antes de recuar levemente no fechamento. O desempenho renova o recorde nominal da quarta-feira (27/11), quando havia encerrado a R$ 5,9124.

A alta foi impulsionada pela reação do mercado ao pacote fiscal anunciado pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A proposta gerou preocupações sobre o impacto nas contas públicas, elevando a aversão ao risco e pressionando o câmbio.

A cotação do dólar está em alta há semanas, refletindo a combinação de incertezas fiscais internas e a valorização global da moeda americana. O dólar já acumula 245 dias acima dos R$ 5, nível que se consolidou desde o início de 2020, durante a pandemia de Covid-19. Na época, o câmbio atingiu R$ 5,90, uma marca que, até então, permanecia como referência histórica.

A disparada do dólar tem impacto direto em setores como importação, turismo e insumos agrícolas, encarecendo produtos que dependem de componentes importados. Por outro lado, pode beneficiar exportadores ao aumentar a competitividade dos produtos brasileiros no mercado internacional.

 





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RS conclui 97% da colheita de trigo



Produtividade enfrenta impacto climático




Foto: Canva

O Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (28) pela Emater/RS-Ascar aponta que 97% da área cultivada com trigo já foi colhida no Rio Grande do Sul. A operação está praticamente concluída em grande parte do estado, restando apenas lavouras em fase final de maturação fisiológica, localizadas principalmente nas regiões da Campanha, Sul e Campos de Cima da Serra. Essas áreas possuem características climáticas específicas que resultam em plantio e colheita tardios.

A produtividade e a qualidade dos grãos têm apresentado variações entre as regiões, o que pode impactar negativamente o rendimento estadual. No Noroeste, Planalto Médio, Centro e Metade Sul, os resultados ficaram aquém das expectativas iniciais devido às chuvas prolongadas, que dificultaram o manejo fitossanitário, favoreceram o surgimento de patógenos e interferiram no momento da colheita.

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Por outro lado, a região Nordeste do estado vive um cenário mais favorável, com uma safra considerada bem-sucedida. A área total cultivada com trigo no Rio Grande do Sul alcançou 1.322.167 hectares, e a produtividade estimada é de 3.116 kg/ha. Contudo, essa projeção será revisada ao término da safra.

Em relação à comercialização, o levantamento semanal da Emater/RS-Ascar revelou uma redução de 2,33% no preço médio da saca de 60 quilos com PH 78, que caiu de R$ 68,15 para R$ 66,56.





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Arroba do boi gordo supera R$ 350



Reflexos ainda não são plenamente sentidos pelas redes varejistas




Foto: Canva

O Boletim Semanal de Conjuntura Agropecuária, divulgado nesta quinta-feira (28) pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná, apontou que a arroba do boi gordo alcançou R$ 352,00 no dia 26 de novembro, com base nos dados do Cepea, acumulando uma alta de 10,48% no mês.

Apesar do aumento, os reflexos ainda não são plenamente sentidos pelas redes varejistas, que mantêm os preços controlados devido a estoques disponíveis e à demanda limitada. Contudo, com o avanço das cotações, o consumidor tem buscado opções mais baratas de proteínas, impactado também pela inflação que reduz o poder de compra.

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Por fim, segundo o boletim, com a chegada das festas de fim de ano, especialistas apontam que a demanda sazonal por carne bovina pode gerar um impulso temporário nos custos, afetando ainda mais os orçamentos das famílias.

No mercado atacadista, o boletim registrou que o dianteiro bovino foi comercializado a R$ 18,66, uma alta de 1,48% em relação à semana anterior. Já o traseiro apresentou elevação mais tímida, de 0,51%, sendo negociado a R$ 26,39.





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Petróleo sobe 2% com avanço da guerra entre Rússia e Ucrânia


Logotipo Reuters

Por Arathy Somasekhar

HOUSTON (Reuters) – O petróleo subiu quase 2% nesta quinta-feira, com um rápido aumento das tensões entre Rússia e Ucrânia, gerando preocupações nos mercados sobre a oferta de petróleo caso o conflito se alastre.

O presidente russo, Vladimir Putin, disse nesta quinta-feira que a Rússia lançou um ataque com míssil balístico hipersônico de médio alcance contra uma instalação militar ucraniana e alertou o Ocidente que Moscou poderia atacar instalações militares de qualquer país cujas armas fossem usadas contra a Rússia.

Putin disse que o Ocidente estava intensificando o conflito na Ucrânia ao permitir que Kiev atacasse a Rússia com mísseis de longo alcance, e que a guerra estava se tornando um conflito global.

A Ucrânia disparou mísseis americanos e britânicos contra alvos dentro da Rússia esta semana, apesar dos avisos de Moscou de que veria tal ação como uma grande escalada.

Os futuros do petróleo Brent subiram 1,42 dólar, ou 1,95%, a 74,23 dólares por barril, enquanto os futuros do petróleo West Texas Intermediate dos Estados Unidos subiram 1,35 dólar, ou 2%, a 70,10 dólares.

“O foco do mercado agora mudou para preocupações maiores sobre uma escalada na guerra na Ucrânia”, disse Ole Hvalbye, analista de commodities do SEB.

A Rússia é o segundo maior exportador de petróleo do mundo, depois da Arábia Saudita, então grandes interrupções podem afetar o fornecimento global.

(Reportagem de Arathy Somasekhar em Houston, Paul Carsten em Londres e Siyi Liu em Cingapura)

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Déficit hídrico impacta milho silagem no RS



Potencial produtivo é mantido




Foto: Canva

O Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (28) pela Emater/RS-Ascar trouxe uma avaliação positiva sobre o milho destinado à silagem no Rio Grande do Sul. Apesar do baixo regime hídrico, o potencial produtivo das lavouras tem se mantido elevado, com perdas mais apenas em áreas de sequeiro que enfrentam um longo período sem chuvas, principalmente nas regiões Noroeste e Centro do estado.

Atualmente, 43% das lavouras estão em desenvolvimento vegetativo, enquanto 57% encontram-se em fases reprodutivas: 30% em floração, 25% em enchimento de grãos e 2% em maturação inicial. Para a safra 2024/2025, a Emater/RS-Ascar projeta uma área cultivada de 357.311 hectares, com produtividade média estimada em 39.457 kg/ha.

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Nas regiões administrativas, os resultados variam. Em Erechim, há preparação para o início da colheita, com expectativa de 40 t/ha de massa vegetal ensilada, considerada muito satisfatória. Em Frederico Westphalen, 10% das lavouras estão em desenvolvimento vegetativo, 40% em floração e 50% em enchimento de grãos, com produtividade estimada em 41 t/ha.

Na região de Pelotas, o plantio atingiu 43% da área projetada, com maior parte das lavouras em fase vegetativa. Já em Santa Maria, o plantio alcançou 70%, mas o déficit hídrico tem causado perdas na produtividade.





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Medidas do pacote fiscal devem diminuir os recursos do Proagro, diz Daoud



O governo federal desembolsou R$ 10,3 bilhões em recursos ao Banco Central para custear o Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro) em 2023. Neste ano, a estimativa de dispêndio é de R$ 12 bilhões.

Contudo, o novo pacote de ajuste fiscal anunciado nessa quarta-feira (27) pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, coloca a ferramenta de pagamento de financiamentos rurais de custeio agrícola dentro das regras.

Em entrevista concedida à imprensa nesta quinta-feira (28), Haddad ressaltou que o Banco Central envia ao governo a conta do Proagro independentemente de limite orçamentário, o que causa constrangimento na execução orçamentária por conta do descasamento entre o que é autorizado e o que é calculado.

“Estamos eliminando esse dispositivo, ou seja, o que é autorizado tem que estar orçado previamente, não pode ser autorizado um gasto sem que ele esteja previamente orçado, então colocaremos o Proagro dentro do regime geral do orçamento da União”.

Perdas no Proagro

Diante desta realidade, o comentarista do Canal Rural Miguel Daoud alerta que haverá, dentro do Proagro, uma adequação de concessão do seguro agrícola. “Muitos dos produtores que hoje teriam esse seguro, não vão ter mais porque o Proagro passará a ter limites”.

“Assim, muitos produtores rurais ficarão fora da garantia securitária do Plano Safra, em que se precisaria ter seguro dada a intensidade dos eventos climáticos do país. Então, nesse sentido, a perda do produtor rural ao acesso às garantias vai ser muito grande”, enfatiza Daoud.



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Indicações Geográficas e Marcas Coletivas são destaques em São Paulo


Com expositores de diversas regiões do país, o VI Evento Internacional de Indicações Geográficas e Marcas Coletivas – Origens Brasileiras reúne pequenos produtores e especialistas nacionais e internacionais para fortalecer os negócios de pequenos produtores regionais, expandir o mercado brasileiro e apresentar os diversos artigos já certificados como mel, farinha de mandioca, queijos, balas de banana, artesanatos e café.

 “O nosso objetivo é conectar esses produtores ao mercado, mostrando a originalidade e o valor agregado nos produtos. É uma oportunidade de trocar conhecimentos com especialistas nacionais e internacionais no tema das origens”, destacou Paulo Renato Cabral, gerente de inovação do Sebrae Nacional.

Homem em pé com o fundo de plantas Homem em pé com o fundo de plantas
Paulo Renato Cabral, gerente de inovação do Sebrae Nacional. Foto: Ludmila Santana

Entre os participantes desta sexta edição, está Ana Trindade, cafeicultora de Minas Gerais, apresentando o Café Canastra, que é produzido pelo sistema agroflorestal e tem a Identificação Geográfica (IG) desde 2023, “quando imaginaríamos participar de uma feira como essa? Só mesmo com ajuda do Sebrae. Então, falei com o Valdemar, que é meu vizinho e também cultiva o grão, e viemos a São Paulo mostrar nossos produtos”, afirmou Trindade.

Quem também veio de longe e com muita expectativa foi o produtor de farinha de mandioca, José Oliveira do Nascimento, que também tem sua certificação da IG. Oliveira veio do Acre especialmente para apresentar o seu produto e está otimista com os futuros negócios que podem surgir na capital paulista: “Minha expectativa é divulgar o nosso produto e expandir as vendas, quem sabe até para o exterior”, afirmou o produtor, que veio da cidade de Cruzeiro do Sul.

Indicações Geográficas e as Marcas Coletivas brasileiras

Hulda Giesbrecht, gerente de projetos do Sebrae, explicou a diferença entre as certificações:  “As IGs certificam produtos de territórios específicos, garantindo características únicas relacionadas ao local de origem. Já as marcas coletivas são registradas por grupos de produtores e destacam padrões de qualidade compartilhados, sem a necessidade de uma delimitação geográfica”, afirmou  Giesbrecht.

Como é o caso de Angela Bach, que faz parte da Marca Coletiva, Queijo do Sudoeste, no Paraná. A concessão foi autorizada pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) e garante a certificação a outros 20 associados. Além disso, Bach tem também o selo ARTE:

Uma mulher segurando em pé segurando e mostrando o queijo que produzUma mulher segurando em pé segurando e mostrando o queijo que produz
Angela Bach

Origens do Café

“Nosso diferencial está na fabricação: o queijo é produzido logo após a ordenha, o que faz o gosto ficar muito melhor”, afirma a produtora, que faz parte da terceira geração familiar na queijaria. “Atualmente, produzimos cerca de 700 quilos de queijos por mês”, finalizou Angela .

No evento, também foi lançada a “Plataforma Origens Controladas do Café“, uma ferramenta inovadora que garante a rastreabilidade completa do produto. “A plataforma oferece informações essenciais para produtores, compradores e consumidores, garantindo autenticidade e a valorização dos cafés certificados”, explicou Giesbrecht, destacando que o encontro vai até sexta-feira (29), com ingressos gratuitos e disponíveis na plataforma Sympla.

  • Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp.

O VI Evento Internacional de Indicações Geográficas e Marcas Coletivas em São Paulo é uma realização do Sebrae, em parceria com Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC), Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), Embaixada da França / INPI França, Associação Brasileira das Indicações Geográficas (Abrig),  Instituto da Propriedade Intelectual da União Europeia (EUIPO) / AL-INVEST Verde DPI e Organização Mundial da Propriedade Intelectual (Ompi). 



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Ministério da Agricultura intercepta 386 tartaruguinhas chinesas em aeroporto



O sistema de Vigilância Agropecuária (Vigiagro) do Aeroporto Internacional de Guarulhos interceptou nessa quarta-feira (27) uma bagagem com 386 tartaruguinhas de casco mole chinesas.

De acordo com os fiscais, elas estavam agonizantes devido ao transporte em condições indevidas. Por questões sanitárias, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) proíbe animais silvestres de ingressar no Brasil sem as devidas autorizações e certificações zoossanitárias.

A equipe do Vigiagro que localizou as tartarugas imaginou que a carga fosse de caranguejos ou peixe fresco. No entanto, ao abrir a bagagem, foi surpreendida com a grande quantidade de répteis, todos filhotes. A suspeita é que eles seriam utilizados como matéria-prima para diversos produtos pela medicina tradicional chinesa.

Durante milhares de anos, as tartarugas têm sido utilizadas nessa modalidade de medicina para tratar uma grande variedade de doenças e enfermidades. Ultimamente, com a economia do país em crescimento, aumenta a preocupação com a extinção de tartarugas no país asiático.

Para ingressar legalmente no Brasil, espécies exóticas precisam de autorização do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama). Como não havia documentação, os animais foram apreendidos e multa de R$ 72 mil foi aplicada pelo órgão. O responsável pelo transporte foi liberado.



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Bons resultados marcam produção de mandioca



Preço da mandioca chega a R$ 9,00/kg no RS




Foto: Canva

O Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (28) pela Emater/RS-Ascar destaca o vigor no desenvolvimento vegetativo das lavouras de mandioca na região administrativa de Santa Rosa. A brotação e o estande de plantas apresentam resultados satisfatórios, enquanto os produtores mantêm o controle de plantas invasoras por meio de capina manual. A maioria das lavouras é destinada ao consumo familiar.

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O preço pago ao produtor pela caixa de 25 kg de mandioca lavada e não descascada é de R$ 120,00, enquanto o quilo está sendo vendido a R$ 5,43 diretamente ao consumidor. A mandioca descascada é comercializada no varejo por R$ 6,00/kg, com valores entre R$ 7,00 e R$ 9,00/kg em feiras e vendas diretas.

Na região administrativa de Soledade, as lavouras recebem manejo com capina manual ou química. Entretanto, em Venâncio Aires e Mato Leitão, alguns produtores enfrentam desafios relacionados a bacterioses, cuja incidência está associada à procedência das manivas utilizadas. Em Mato Leitão, o preço da mandioca é de R$ 25,00 pela caixa de 22 kg.





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Preços da arroba do boi gordo ficam firmes pela ausência de frigoríficos; veja cotações


O mercado físico do boi gordo apresentou preços acomodados nesta quinta-feira (28), assim como ocorreu ontem.

No entanto, a forte movimentação da B3 que cravou limite de baixa durante o dia afetou o psicológico dos operadores, de acordo com a consultoria Safras & Mercado.

“Os frigoríficos passaram a se ausentar da compra de gado, e já pensam em sinalizar intenção de compra em patamares mais baixos. As escalas de abate estão evoluindo ao longo da semana. Soma-se a isso a informação de que haverá boa entrega de animais terminados em regime intensivo na primeira semana de dezembro, o que pode redundar em nova queda das indicações de compra”, disse o analista da empresa Fernando Henrique Iglesias.

Preços médios do boi gordo

  • Mato Grosso do Sul: R$ 341,48

Mercado atacadista

carne bovina - exportaçõescarne bovina - exportações
Foto: Wenderson Araujo/CNA

O mercado atacadista voltou a apresentar preços firmes. “Mas vale ressaltar que há dificuldade por parte da população para absorver novos reajustes da carne bovina, considerando que as altas já aconteceram de maneira contundente. A carne de frango segue como principal alternativa neste momento”, assinalou Iglesias.

O quarto dianteiro permanece precificado a R$ 20,50 por quilo. O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 26,50, por quilo. Ponta de agulha permanece no patamar de R$ 19,50, por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 1,30%, sendo negociado a R$ 5,9903 para venda e a R$ 5,9882 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,9458 e a máxima de R$ 6,0026.



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