domingo, julho 12, 2026

Agro

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Conab fará novo leilão de contratos de opção de venda



A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) realizará na sexta-feira (20) novo leilão de Contrato de Opção de Venda (COV) para arroz. Serão ofertados 16.241 contratos de 27 toneladas cada. Ao todo, serão realizados seis leilões com objetivo de dar a opção ao produtor de venda futura ao governo federal.

Os três primeiros serão destinados exclusivamente para a agricultura familiar, produtores rurais e cooperativas que possuem DAP (Declaração de Aptidão ao Pronaf) ou CAF (Cadastro Nacional da Agricultura Familiar). “Os demais serão de ampla concorrência, ou seja, todos os produtores e cooperativas de arroz poderão participar, inclusive agricultores familiares”, disse a estatal em nota.

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“Nos últimos 15 anos, nós perdemos área de produção de arroz para outras culturas em função de problemas de preço, rentabilidade, produtividade e até mesmo de clima, então temos que estimular a produção de determinados produtos e o governo tem diversas ferramentas para isso”, justificou o diretor de Operações e Abastecimento da Conab, Arnoldo de Campos.

“Uma delas é garantir preço no momento da comercialização, que é exatamente o que esses leilões da próxima sexta-feira vão fazer, através dos quais o produtor compra o direito de vender para o governo no ano que vem. Mas, se o mercado pagar mais, ele pode optar por vender para o mercado. É uma garantia, uma espécie de seguro, uma ferramenta super moderna”, explica o diretor.

A oferta será para os estados de Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Tocantins. Para os dois primeiros estados, os contratos terão vencimento em 30 de julho de 2025. Já para o Rio Grande do Sul e Santa Catarina, o vencimento será em 30 de agosto do ano que vem.

Para Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Tocantins, os contratos vencem em 30 de outubro de 2025. Os valores de venda também estão estabelecidos de acordo com os prazos de cada vencimento.

Até o momento, a companhia já negociou 2.325 contratos. Para realizar as operações, o governo federal destinou à Conab cerca de R$ 1 bilhão, para a aquisição de até 500 mil toneladas de arroz longo fino em casca, tipos 1 e 2 da safra 2024/25.



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Conab avalia impacto climático no café e divulga projeções para 2025



Com o objetivo de colher dados para a estimativa da produção de café em todo o Brasil, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) iniciou a coleta de dados sobre o fechamento da safra de café 2024. Além disso, a entidade começou a avaliação das previsões para a safra de 2025. A pesquisa de campo começou em 1º de dezembro e terminou no último dia 14 – a Conab também vai analisar os efeitos climáticos no café.

O levantamento deste ano envolve a coleta de informações em diversas regiões cafeeiras do Brasil. O estudo será realizado presencialmente nos estados de Minas Gerais, São Paulo, Bahia e Goiás. Já em Rondônia, Amazonas, Espírito Santo, Mato Grosso e Paraná, a coleta será de forma remota, com o uso de tecnologias para garantir a precisão das informações.

A Conab reforça a importância da pesquisa para a compreensão do impacto das condições climáticas na produção de café, para a orientação do mercado, além de fornecer dados cruciais para o planejamento agrícola no país. Dessa forma, a expectativa é que o levantamento ofereça informações detalhadas sobre a produtividade e as condições das lavouras de café em cada região.

Efeitos climáticos

O 4º Levantamento da Safra 2024 de Café ocorre em um ano que deveria ser de bienalidade positiva para o café arábica. Entretanto, as adversidades climáticas impactaram a produção. Estiagens prolongadas, chuvas esparsas e mal distribuídas, além de altas temperaturas durante as fases de desenvolvimento dos frutos, reduziram a produtividade esperada, comprometendo as projeções iniciais de safra.

Levantamentos

Em setembro, a Conab divulgou o 3º Levantamento da safra de café no Brasil, estimando uma produção de 54,8 milhões de sacas beneficiadas, queda de 0,5% em relação à safra anterior.

A área em produção aumentou 1,4%, totalizando 1,9 milhão de hectares, enquanto a produtividade caiu 1,9%, ficando em 28,8 sacas por hectare.

Os próximos resultados serão divulgados em janeiro de 2025: o 4º Levantamento da Safra de Café 2024, no dia 21, e o 1º Levantamento da Safra de Café 2025, no dia 28.



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esmagamento cai pela 2ª semana consecutiva



As chuvas volumosas ocorridas em todas as regiões acompanhadas pelo Cepea, atreladas à retração da maioria dos produtores, que já encerraram as entregas neste ano, reduziram a moagem de mandioca nas fecularias pela 2ª semana consecutiva. 

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Diante da oferta restrita, muitas unidades anteciparam o recesso de final de ano, levando a demanda também a recuar. Estimativas do Cepea apontam que, entre 9 e 13 de dezembro, foram esmagadas 42,8 mil toneladas de raiz pelas fecularias, queda semanal de 20,6%, com ociosidade média de 61% da capacidade instalada. 

A demanda enfraquecida pressionou os valores da mandioca na maioria das regiões, com a média nominal a prazo para a tonelada posta fecularia subindo leve 0,11% em relação à semana anterior, para R$ 700,69 (R$ 1,2186/grama de amido) nesta. Frente ao mesmo período do ano passado, a valorização é de 12,9%, em termos reais (deflacionamento pelo IGP-DI). 



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AgroNewsPolítica & Agro

Milho cai nas bolsas: Entenda


Com mercado físico paralisado e dólar apresentando baixa, os contratos de milho voltam a cair na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “As cotações caíram em face da relativa estabilidade do dólar, que hoje alcançou a máxima de R$ 6,073 para ao final do pregão fechar cotado a R$ 6,048 (-0,13%), além de um mercado físico absolutamente parado, onde indústrias já vêm se declarando compradas para o mês de dezembro. Não obstante, os anúncios de parada de final de ano vêm aumentando, o que ajuda ainda mais a pressionar as cotações no cereal”, comenta.

“Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam variações em baixa no dia: o vencimento de janeiro/25 foi de R$ 74,43 apresentando baixa de R$ 1,10 no dia, alta de R$ 0,46 na semana; março/25 fechou a R$ 73,65, baixa de R$ 0,73 no dia, alta de R$ 0,73 na semana; o vencimento maio/25 fechou a R$ 72,71, alta de R$ 0,06 no dia e alta de R$ 0,65 na semana”, completa.

Em Chicago, o milho fechou o dia e a semana em baixa com sinais da demanda chinesa. “A cotação de março, referência para a nossa safra de verão, fechou em baixa de -0,34 % ou $ -1,50 cents/bushel a $ 442,00. A cotação para maio, fechou em baixa de -0,39 % ou $ – 1,75 cents/bushel a $ 449,25”, indica.

“As cotações do cereal oscilaram muito ao longo da semana, com melhora nas condições ambientais para o plantio na América Latina e valorização do dólar pressionando o preço para baixo, mas a redução dos estoques finais do USDA dando suporto para a alta. Nesta disputa a demanda Chinesa foi decisiva para o ganho modesto do milho, que ainda apresentava saldo positivo na quinta-feira. A China aumentou a sua produção interna em 2,1% e o USDA reduziu a previsão de importação. O ritmo das vendas para exportação, apesar de altos estão reduzindo na média semana a semana”, conclui.

 





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Milho avança em dezembro com preços firmes



Os preços do milho seguem firmes na maioria das regiões acompanhadas pelo Cepea. De acordo com o centro de pesquisas, o suporte vem sobretudo da retração de vendedores.

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Já vendedores ativos pedem valores maiores, atentos à oferta limitada neste período do ano, quando parte dos armazéns, cerealistas e transportadoras entra em recesso. Do lado dos consumidores, uma parcela relata dificuldades em recompor estoques e, com isso, precisa pagar os valores maiores para conseguir adquirir o cereal, conforme explicam pesquisadores do Cepea. 

Em relação à safra 2024/25, apesar de ter iniciado atrasada e com preocupações ligadas à falta de chuvas, o retorno das precipitações trouxe otimismo quanto à produção brasileira. Relatório divulgado no dia 12 pela Conab aponta que o volume agregado de milho para 2024/25 deve somar 119,63 milhões de toneladas, o que representaria um incremento de 3,4% frente ao de 2023/24.



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Apesar das chuvas, RS avança e está perto de concluir a semeadura do arroz



Na última semana, os produtores rurais gaúchos alcançaram 96,51% da área prevista para a safra 2024/2025, o que aponta para a finalização dos trabalhos de plantio do arroz no Rio Grande do Sul. Foram semeados 915.302 hectares dos 948.356 previstos pelo Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga). O crescimento em relação ao último levantamento foi de 1,47 ponto percentual.

Além das duas regionais que já atingiram os 100% na semana passada (Campanha e Planície Costeira Externa), outras três estão concluindo a semeadura. A Fronteira Oeste registra agora 99,83% (281.056 ha dos 281.542 ha projetados). A Zona Sul está com 99,68% (165.462 ha dos 165.986 ha estimados). E a Planície Costeira Interna tem 98,69% da área semeada (141.941 ha dos 143.825 ha previstos).

Chuvas

Região mais afetada pela enchente de maio, a Central é a que está com maior atraso e aparece no relatório do Irga com 76,04% (95.700 ha dos 125.860 ha projetados).

“A região Central é um caso bem mais complexo em função de ainda faltar um percentual bem significativo para ser semeado. Mas isso está muito associado às enchentes. E as frequências das chuvas durante os meses de setembro, outubro e novembro também acabaram prejudicando a reconstrução dessas áreas. Os produtores estão tendo uma jornada dobrada para reconstruir as áreas e ainda conseguir semear”, comenta o gerente da Extensão Rural (Dater) do Irga, Luiz Fernando Siqueira.

O levantamento semanal com a evolução da semeadura de arroz é coordenado pela Dater a partir de informações apuradas junto aos orizicultores pelos núcleos da autarquia no interior do Estado.



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Chuvas impactam a produção agrícola no Paraná e trazem desafios ao setor



As chuvas esperadas para o mês inteiro acabaram atingindo algumas regiões do Paraná na última semana, o que ajudou algumas culturas que estavam em situação de escassez hídrica. Por outro lado, as chuvas preocupam os produtores que já estão colhendo suas culturas.

Para as lavouras de soja e de milho, as chuvas foram benéficas. Em algumas regiões já era possível observar o impacto nas plantas pela falta de chuvas. O analista do Deral Edmar Gervásio explica que, com as chuvas, há chance de uma boa safra. “A expectativa é que tanto a safra de milho como a de soja atinjam seu potencial esperado de produção, que é de 22,3 milhões de toneladas para a soja, podendo inclusive superar o recorde histórico de produção, e em torno de 2,6 milhões de toneladas de milho” afirma.

Nas lavouras de feijão, a colheita, que foi iniciada no dia 2 de dezembro, foi interrompida até o dia 9 por conta das chuvas. A recorrência das precipitações nestes últimos dias têm preocupado os produtores por conta de uma possível perda de qualidade dos grãos nas lavouras prontas para serem colhidas. Mas apesar das preocupações, em geral, as lavouras de feijão ainda encontram-se 93% em boas condições e 7% em qualidade mediana e algumas lavouras que se encontravam em situação de stress hídrico, foram beneficiadas.

As chuvas excessivas num curto período de tempo também podem ter impactado o cultivo de cebola, que na última análise encontrava-se com 85% das lavouras em boas condições e 15% em qualidade mediana e com uma produtividade inicial estimada em 39,9 mil kg/há, 21,2% superior à safra anterior de 32,9 mil kg/ha. As informações são do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná. Confira outros destaques do relatório produzido pela pasta:

LEITE

O documento também mostra que a última pesquisa de preços de varejo do Deral apontou que em novembro o preço do leite longa vida caiu 2,8% em relação ao mesmo mês do ano anterior, resultando em uma média de R$ 5,19 o litro. No entanto, o preço pago ao produtor subiu 0,94%, melhorando a situação no campo.

SUÍNOS

As Filipinas lideraram o ranking de exportação mensal de suínos paranaenses em novembro, conforme dados da Secretaria de Comércio Exterior (SECEX). 16% das 16 mil toneladas exportadas pelo Paraná foram para o país asiático, isso corresponde a 2,6 mil toneladas, gerando uma receita de US$ 6,9 milhões.

FRANGO

Dados do Agrostat Brasil / MAPA citados no boletim, mostram que o volume de carne de frango exportado de janeiro a outubro de 2024 no Paraná aumentou em 2,6% (1,8 milhões de toneladas) em relação ao ano passado (1,7 milhões de toneladas). Isso gerou também um aumento e 4,1% no faturamento (de US$ 3,2 bilhões para US$ 3,3 bilhões).



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SP lança primeiro Fiagro estadual do país com investimento de R$ 50 milhões



O Fundo de Investimento em Cadeias Agroindustriais (Fiagro), teve seu primeiro aporte anunciado. Com um valor inicial de R$ 50 milhões, a quantia é a primeira anunciada de um montante que somará meio bilhão. O investimento é feito por meio da Secretaria de Agricultura e Abastecimento e da Desenvolve SP.

O Fiagro funciona como um fundo de investimento imobiliário, mas direcionado especificamente para o setor agropecuário. Ele permite que investidores adquiram cotas em fundos que possuíam como ativos imóveis rurais, tais como fazendas, sítios, terras e benfeitorias relacionadas.

O montante será gerido pela Rio Bravo Investimentos, responsável pela estruturação e gestão. Por meio deste fundo, o governo se utilizará da estrutura de investimentos do mercado de capitais para financiar o agronegócio paulista. Além disso, investidores privados (outras Assets, Family Offices e a própria Rio Bravo) também coinvestirão no mesmo fundo, ancorado pela Desenvolve SP.

A iniciativa permitirá que os produtores rurais paulistas consigam alavancar seus negócios, gerando desenvolvimento regional, incrementando renda e emprego no interior do estado com as melhores práticas sustentáveis, além disso, o fundo prevê investimento na logística do agro paulista, com montante destinados especificamente à infraestrutura de escoamento da produção.

“Nosso primeiro Fiagro é voltado para logística, agricultura de precisão e armazenagem. Começamos a utilizar o mercado de capitais para financiar o agronegócio, dando maior autonomia aos investimentos do setor”, frisou o governador, Tarcísio de Freitas.

Sobre o Fiagro

O Fundo de Investimento nas Cadeias Produtivas Agroindustriais é um ativo financeiro criado por meio da Lei nº 14.130, publicada no dia 30 de março de 2021, com o objetivo de captar recursos de investidores para aplicar no desenvolvimento do setor agropecuário.

Dessa forma, o Fiagro permite a captação de recursos para financiar a aquisição e a exploração dessas propriedades, além de incentivar a modernização, a produtividade e a sustentabilidade da agricultura.

Além de impulsionar a modernização das propriedades rurais, o fundo estimula a inovação tecnológica e contribui para aumentar a competitividade dos produtos paulistas.



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Tempestade Biguá traz rajadas de 70km/h e chuva intensa nesta segunda-feira



A tempestade subtropical Biguá vai influenciar o tempo no Sul e parte do Sudeste e aumentando as instabilidades entre a deixando o céu carregado em algumas regiões. Destaque para a faixa litorânea do Paraná, a faixa centro-leste de Santa Catarina e centro-leste do Rio Grande do Sul, onde a condição será de muita nebulosidade e algumas pancadas de chuva ao longo do dia. No litoral norte gaúcho há alerta para temporais. Os ventos seguem soprando com intensidade entre o litoral norte do Rio Grande do Sul, a faixa leste do Paraná, a faixa leste do estado de SP, Rio de Janeiro e sudeste de Minas Gerais, onde as rajadas chegam até os 70 km/h.

Além disso, o deslocamento de uma frente fria, além de canalizar umidade, puxa mais umidade da faixa norte, o que deixa o tempo instável em Minas Gerais, Rio de Janeiro e a faixa oeste e sul do Espírito Santo, onde há alerta para temporais. Para a faixa norte do estado de São Paulo e o restante do Espírito Santo, a chuva também chega, mas com moderada a forte intensidade. Na faixa centro-sul do estado paulista, apenas pancadas isoladas de chuva ao longo do dia. O tempo volta a ficar firme na capital paulista. O sol aparece entre nuvens, sem chuva. A temperatura máxima será de 30ºC. Confira a previsão completa para todo o Brasil!

SUL

Com o afastamento das instabilidades, a chuva diminui em grande parte da Região Sul. No entanto, ainda chove em áreas do leste, centro-leste e nordeste do Rio Grande do Sul, no leste de Santa Catarina e no Paraná. Nas capitais Porto Alegre, Florianópolis e Curitiba, o tempo será predominantemente estável, mas com possibilidade de chuva passageira e isolada no final do dia. Não há previsão de temporais, e as temperaturas começam a subir, com máximas variando entre 28°C e 30°C.

SUDESTE

Os ventos vindos do oceano em direção ao continente mantêm o céu carregado no leste de São Paulo e em parte do interior paulista. As chuvas mais intensas se concentram entre o norte do Rio de Janeiro, Espírito Santo e a metade norte de Minas Gerais.

CENTRO-OESTE

O começo da semana será marcado por pouca chuva. Onde ocorre, será de forma isolada, especialmente entre Goiás e Mato Grosso. No extremo norte de Mato Grosso do Sul, a chuva será esporádica e sem registro de temporais. O tempo será abafado, com temperaturas máximas próximas dos 30°C.

NORDESTE

Há previsão de chuvas pontuais e isoladas no Maranhão, Piauí e oeste da Bahia. Entre as capitais São Luís e Natal, as pancadas de chuva serão rápidas e o sol predomina na maior parte do dia. No sertão nordestino, o tempo será firme e ensolarado, com temperaturas que podem alcançar os 37°C.

NORTE

A chuva permanece concentrada no Amazonas, Acre, Rondônia, Roraima e oeste do Pará. As precipitações podem ser fortes, mas de forma bastante pontual, podendo atingir algumas localidades enquanto outras permanecem secas. As temperaturas máximas ficarão entre 29°C e 30°C, mantendo a sensação de tempo abafado. Além disso, a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) segue provocando chuvas no norte e litoral do Amapá.



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ouça o que mexe com a economia hoje


Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca o impacto da decisão do Copom, que elevou a Selic para 12,25%, com projeções de até 14,75% em 2025.

O IPCA de novembro reforça pressões inflacionárias, enquanto o dólar segue acima de R$ 6.

No Congresso, o pacote fiscal e o orçamento de 2025 dominam a pauta antes do recesso.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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