domingo, julho 12, 2026

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Região do Cerrado Mineiro avança no mercado global com leilão virtual


Evento online acontece nos dias 25 e 26 de novembro e conecta produtores a compradores internacionais

Com o objetivo de ampliar sua presença no mercado global e reforçar a conexão direta com consumidores nacionais e internacionais, a Federação dos Cafeicultores do Cerrado realizará, nos dias 25 e 26 de novembro, o 2º Leilão Virtual de Café da Região do Cerrado Mineiro (RCM). A iniciativa destaca a primeira Denominação de Origem (DO) de cafés no Brasil, reconhecida pela produção de grãos de altíssima qualidade.

O leilão virtual complementa o Leilão Café Solidário, realizado em 13 de novembro, durante o 12º Prêmio da Região do Cerrado Mineiro, em Uberlândia (MG). No evento, os melhores cafés da safra foram premiados e parte dos lotes agora será ofertada no pregão online, proporcionando uma oportunidade para compradores acessarem esses produtos de excelência.

Serão comercializados nove lotes de café, divididos em três categorias que evidenciam a diversidade de métodos e sabores da região: Café Natural, Cereja Descascado e Fermentação Induzida. Todos os lotes poderão ser adquiridos por meio da plataforma virtual M-Cultivo, permitindo que compradores de várias partes do mundo garantam cafés de origem certificada.

De acordo com o diretor executivo da Federação dos Cafeicultores do Cerrado, Juliano Tarabal, o evento reforça o compromisso com a produção sustentável e a entrega de cafés de alto padrão, alinhados às demandas do mercado global. “O leilão é uma vitrine para o mundo, mostrando a excelência dos cafés produzidos no Cerrado Mineiro. É uma oportunidade única para torrefadores e cafeterias renomados experimentarem a riqueza de sabores da nossa região. Os preços iniciais deste leilão virtual são os mesmos do Leilão Solidário. Distribuímos cerca de 50 kits para compradores no Brasil, Estados Unidos, Ásia (Coreia e Dubai) e Europa”, explica Tarabal.

Internacionalização da marca

A Região do Cerrado Mineiro, que reúne aproximadamente 4.500 produtores e é responsável por cerca de 14% da produção de café em Minas Gerais, tem apostado na internacionalização como uma forma de agregar valor ao seu produto.

Na edição inaugural do leilão virtual, realizada em 2023, o evento atraiu compradores dos mercados americano, canadense, europeu e brasileiro, movimentando mais de US$ 49 mil. Este ano, a expectativa é superar a marca de 50 compradores internacionais, consolidando a RCM como referência global em cafés de alta qualidade. 





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Repórter e cinegrafista do Canal Rural RS conquistam 2º lugar no Prêmio Sindilat de Jornalismo



Reportagem da jornalista Eliza Maliszewski e do cinegrafista Marcel Oliveira, do Canal Rural Afiliada Sul, ficou em 2º lugar na categoria eletrônico no 10º Prêmio Sindilat/RS de Jornalismo, um dos maiores reconhecimentos do setor de comunicação voltado à indústria de laticínios.

A matéria, intitulada “Leite: calculadora virtual ajuda produtores gaúchos a planejar preços”, de autoria da dupla, disputou com outras 41 em três categorias (impresso, on-line e eletrônico).

A produção destaca a inovadora ferramenta criada pelo Conseleite e pela Universidade de Passo Fundo (UPF) que permite, de forma gratuita, que o produtor de leite calcule quanto vai receber pelo litro no mês em questão. Assista:

Neste ano, a premiação se destacou por contemplar trabalhos que retratavam os prejuízos aos produtores rurais causados pela enchente no Rio Grande do Sul, que impactou quase 480 municípios do estado.

Eliza e Marcel já foram indicados ao prêmio em 2022 e em 2023, conquistando o 3º e 2º lugar, respectivamente.



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Seguros agrícolas podem ser “salvação”



“A crise de 2024 evidencia a necessidade de medidas urgentes”



“A crise de 2024 evidencia a necessidade de medidas urgentes"
“A crise de 2024 evidencia a necessidade de medidas urgentes” – Foto: Pixabay

O Brasil enfrenta em 2024 uma crise climática sem precedentes, com recordes de temperatura e uma seca severa que afeta 59% do território nacional, segundo o Cemaden. Intensificada pelo El Niño e pelo aquecimento global, essa situação trouxe desafios para o setor energético, reduzindo os níveis de reservatórios a 50% abaixo da média histórica e aumentando custos com o acionamento de termelétricas.  

Os impactos ambientais também são alarmantes. Biomas como Amazônia, Cerrado e Pantanal sofrem com as piores secas dos últimos 70 anos, agravando queimadas e comprometendo a biodiversidade. Na saúde pública, altas temperaturas e poluição afetam populações vulneráveis, especialmente na Amazônia, onde a navegação fluvial foi prejudicada.  

O agronegócio sente os efeitos severamente. Culturas como soja, milho e feijão registraram quedas de produtividade, impactando pequenos produtores e a pecuária, que enfrenta redução de pastagens. Nesse cenário, os seguros agrícolas emergem como aliados cruciais, oferecendo suporte financeiro em perdas e incentivando práticas sustentáveis.  

“A crise de 2024 evidencia a necessidade de medidas urgentes para mitigar os impactos das mudanças climáticas e garantir a sustentabilidade do agronegócio. No entanto, o mercado de seguros agrícolas no Brasil ainda enfrenta desafios como a baixa penetração e o custo elevado, que dificultam o acesso para pequenos produtores”, comenta.

 

“Investir em tecnologias agrícolas mais resilientes, implementar sistemas de alerta precoce, gerir os recursos hídricos de forma integrada e ampliar o acesso aos seguros agrícolas são passos fundamentais para enfrentar esses desafios. Somente com ações concretas será possível minimizar os impactos futuros, assegurando maior resiliência e competitividade ao setor agrícola brasileiro, bem como segurança alimentar e energética para o país”, conclui.

 





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Destaques do Agro 2024 mostra ações executadas pelos produtores no Oeste baiano


O próximo domingo (22) será de retrospectiva do agro baiano na tela do Canal Rural. A emissora exibirá, a partir das 8 da noite, o especial ‘Destaques do Agro 2024’, programa dedicado a apresentar as principais ações e conquistas do setor na Bahia ao longo do ano.

O presidente da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), o produtor Odacil Ranzi, participa do programa no estúdio ao lado da apresentadora Carla Letícia.

A Aiba é a principal instituição representativa do agro no Oeste da Bahia, região que concentra cerca de 90% da produção agrícola do estado.

“É uma alegria poder dividir com nossos associados, colaboradores, parceiros e todos os produtores do Brasil os resultados que colhemos este ano. Temos orgulho do trabalho feito na Aiba e dos impactos que ele promove em toda a sociedade”, afirma Odacil.

Com projetos idealizados e executados nas mais diversas esferas, como infraestrutura, sustentabilidade e educação, a Aiba reúne cerca de 1.300 produtores baianos, que representam juntos mais de 1 milhão de hectares dedicados à cultura de grãos, fibra e muitos outros produtos.

Ações e projetos

Entre os destaques do programa, estão as obras realizadas pela instituição e parceiros, que pavimentaram cerca de 260 km de estradas na Bahia em 2024.

Pontes também foram construídas e reformadas na região através dos recursos do Programa para o Desenvolvimento da Agropecuária (Prodeagro).

Os esforços se refletiram em melhorias no transporte e logística do setor, beneficiando o escoamento da produção agrícola e impactando a qualidade de vida da comunidade local.

Sede da Associação de Irrigantes e Agricultores da Bahia (Aiba) em Barreiras, no Oeste da BahiaSede da Associação de Irrigantes e Agricultores da Bahia (Aiba) em Barreiras, no Oeste da Bahia
Aiba é principal entidade representativa do agro no Oeste da Bahia | Foto: Marca Comunicação

O alcance da instituição passa ainda pela responsabilidade social e educação, por meio de programas como o Fundo para o Desenvolvimento Integrado e Sustentável da Bahia (Fundesis) e a Fazenda Modelo Paulo Mizote.

Ambos os projetos promoveram a transformação da vida de milhares de pessoas através do financiamento de projetos e oferecimento de capacitações e cursos profissionalizantes.

“O impacto promovido pelo agro, em nossa região, ultrapassa barreiras graças a união e participação de cada produtor, que é caracterizado pelo seu grande comprometimento e caráter inovador”, ressalta o presidente da Aiba, Odacil Ranzi. 

O programa traz ainda os resultados obtidos ao longo dos últimos quatro anos nos âmbitos da segurança no campo, monitoramento de lavouras e controle fitossanitário e no crescimento da Bahia Farm Show, feira realizada pela Aiba que alcançou recordes de público e negócios em 2024.

A região

O Oeste da Bahia é considerado um dos maiores celeiros produtivos do país, com cerca de 12 milhões de toneladas de grãos produzidas por ano.

A região já alcançou, em diversas temporadas, recorde nacional na produtividade da soja, cultura que é o carro-chefe da área.

Na safra 23/24, a produtividade foi de 63 sacas por hectare, reduzida em relação ao ano anterior por conta dos impactos do fenômeno El Niño.

Mesmo com os desafios climáticos, a constante busca por inovação, técnicas sustentáveis e aplicação de tecnologia fazem com que a produção baiana continue crescendo ano após ano, demonstrando a resiliência e capacidade deste produtor.

Além disso, em 2024, ganhou mais força ainda a diversificação de matrizes produtivas e econômicas no Oeste, que registrou crescimento na fruticultura e na agroindústria, principalmente através da produção de cacau, banana, citros e produtos derivados.

“Temos certeza de que o Oeste da Bahia ainda tem muito a crescer e mostrar para todo o Brasil. Isso já está acontecendo a passos largos”, defende Odacil Ranzi.

Assista o Destaques do Agro 2024 no domingo, dia 22 de dezembro, a partir das 20h, na tela do Canal Rural e no Youtube.


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Votação do Orçamento de 2025 é adiada para fevereiro por impacto do ajuste fiscal



O senador Angelo Coronel (PSD-BA), relator do Orçamento de 2025 (PLN 26/24), anunciou que a votação do projeto será feita apenas em fevereiro do ano que vem, porque será necessário alterar o texto em razão da aprovação das propostas do ajuste fiscal. Ele explicou que a sanção dos projetos ainda pode trazer vetos.

“As alterações no salário mínimo, por exemplo, afetam significativamente despesas previdenciárias, benefícios sociais e metas fiscais, exigindo cálculos e projeções mais precisos”, afirmou.

O relator lembrou que a própria Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2025 ainda precisa ser sancionada.

“O objetivo não é retardar o processo, mas assegurar um documento que de fato retrate as prioridades nacionais, o equilíbrio das contas públicas e o compromisso com as metas de médio e longo prazos”,  justificou.

Execução do Orçamento

A LDO de 2025 foi aprovada na quarta-feira (18) e orienta os Poderes sobre o que pode ser executado sem o Orçamento estar publicado, como despesas com obrigações constitucionais ou legais da União, ações de prevenção a desastres ou resposta a eventos críticos em situação de emergência ou estado de calamidade pública, ações relativas a operações de garantia da lei e da ordem entre outros. 

O texto votado pelos deputados e senadores prevê uma margem de tolerância que permite um déficit de até R$ 30,9 bilhões em 2025; texto vai à sanção.



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Tecnologia busca controlar o estresse oxidativo



No café, o incremento de enzimas contribuiu para o controle de doenças foliares



Na soja, a solução combate  o “efeito guarda-chuva”
Na soja, a solução combate o “efeito guarda-chuva” – Foto: Canva

Temperaturas extremas, deficiência hídrica, salinidade do solo e a presença de patógenos podem gerar a superprodução de espécies reativas de oxigênio (EROs) nas plantas, causando danos celulares e redução de produtividade em culturas como soja, feijão, café e tomate. Para mitigar esses impactos, o Fulland se apresenta como uma solução eficiente, ativando substâncias naturais das plantas que fortalecem o metabolismo e induzem resistência.  

No feijão, sua aplicação demonstrou aumento na atividade de enzimas como a peroxidase, favorecendo a recuperação da planta e prevenindo estresses. No café, o incremento de enzimas contribuiu significativamente para o controle de doenças foliares. No tomate, o produto mostrou eficácia no manejo de enfermidades, promovendo uma resposta enzimática que reduz os danos causados por patógenos.  

Com uma formulação exclusiva à base de cobre, o Fulland age como fertilizante foliar, estimulando a produção de enzimas de autodefesa que ajudam as plantas a superar condições adversas. Essa tecnologia também potencializa a translocação de fungicidas, garantindo maior proteção nas partes mais difíceis de alcançar, como o terço inferior das plantas.  

Além de promover maior sanidade, o Fulland assegura a produtividade das lavouras, sendo uma ferramenta essencial no manejo integrado para minimizar perdas e maximizar resultados em diferentes culturas. “Diante destes resultados, é possível observar como o Fulland auxilia a planta no aumento de enzimas que combatem a EROs, ajudando a passar por estresses, manter a sanidade da lavoura e garantir a produtividade das culturas”, afirma o gerente de Inovação da Satis, Fabricio Porto.

Pesquisas recentes comprovaram que o Fulland melhora a translocação de fungicidas, concentrando ativos no terço inferior da soja e combatendo o “efeito guarda-chuva”, quando a pulverização não atinge adequadamente essa área. O estudo foi validado em tese de doutorado na UFU com base em análises de campo.

 





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Haddad estima perdas em torno de R$ 1 bi com mudanças em pacote de corte de gastos



As mudanças do Congresso no pacote de corte de gastos farão o governo deixar de economizar cerca de R$ 1 bilhão de recursos previstos, disse nesta sexta-feira (20) o ministro da Fazenda, Fernando Haddad.

Ao apresentar o pacote de corte de gastos no fim de novembro, o governo projetava economia de R$ 71,9 bilhões em 2025 e 2026. Mesmo com mudanças significativas em alguns pontos das propostas, Haddad disse que a economia ficará em pouco mais de R$ 70 bilhões, com uma diferença “em torno de R$ 1 bilhão”, ao desconsiderar as casas decimais.

De acordo com o ministro, a economia com a limitação dos supersalários no serviço público, desidratada nas votações, não afetou a estimativa porque o projeto não atinge o resultado primário do Poder Executivo, mas de outros Poderes.

Fundo do Distrito Federal

Segundo Haddad, o maior impacto decorreu da retirada das mudanças previstas para o Fundo Constitucional do Distrito Federal (FCDF) do pacote. Ele não deu um número sobre essa perda.

O governo queria que o fundo fosse corrigido pela inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), em vez da correção atual pela receita corrente líquida da União, que permite reajustes acima da inflação.

O ministro justificou a proposta para mudar a correção do FCDF com base na reforma tributária do consumo recém-regulamentada pelo Congresso. Segundo Haddad, o Distrito Federal terá ganhos expressivos com a mudança da cobrança do futuro Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) no destino (local de consumo das mercadorias).

“Entendemos que a medida [mudança no FCDF] era justa por razão simples. O GDF [Governo do Distrito Federal] é o ente que mais ganha com reforma tributária. A partir do momento em que o imposto vai para o destino, o DF, local de alto consumo, terá ganhado com a reforma tributária. Entendemos que esse fundo teria de ficar dentro do arcabouço fiscal”, declarou Haddad.



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Esses alimentos são mais caros na Argentina



No caso do arroz, o preço argentino nas prateleiras é 58% superior ao do Brasil



“A valorização do peso e a desvalorização do real levantam temores"
“A valorização do peso e a desvalorização do real levantam temores” – Foto: Divulgação

Um estudo da Coninagro comparou os preços de 18 alimentos básicos entre Argentina e Brasil, revelando disparidades que afetam tanto consumidores quanto produtores. Entre os produtos analisados, oito são mais caros na Argentina, enquanto dez têm preços menores. No entanto, em três casos — arroz, leite e carne suína — os produtores argentinos recebem menos do que os brasileiros.  

No caso do arroz, o preço argentino nas prateleiras é 58% superior ao do Brasil, com US$ 1,94 por kg contra US$ 1,23. Apesar disso, os custos de produção são quase equivalentes nos dois países, com ligeira vantagem para o Brasil. Já no leite, a diferença no varejo é de 25% a mais na Argentina, enquanto os produtores brasileiros recebem 11% menos. A carne suína segue a mesma tendência, custando 17% a mais na Argentina, mas com produtores enfrentando custos trabalhistas mais elevados.  

A Coninagro destacou que a valorização do peso argentino e a desvalorização do real levantam preocupações sobre a competitividade do setor alimentar. A entidade também apontou que os produtores permanecem competitivos apesar dos desafios cambiais e de custos. Esses dados ressaltam como a dinâmica de mercado, influenciada por fatores cambiais e custos de produção, pode criar cenários desafiadores para produtores e consumidores em ambos os países.

“A valorização do peso e a desvalorização do real levantam temores sobre a competitividade de um dos setores mais importantes do país: o alimentar”, disse a Coninagro. “Além do câmbio, as explicações devem ser buscadas externamente, porque mesmo com valorização cambial os produtores são competitivos”, afirmou a entidade.

 





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Às 20h, acompanhe o programa Porteira Aberta Empreender na tela do Canal Rural e no YouTube


Com o tema Crédito Consciente, o apresentador Daniel Azevedo, o comentarista Miguel Daoud e a Simone Goldman, consultora de agronegócio do Sebrae, exploraram a varanda de um dos chalés da Quinta do Olivardo, em São Roque, interior de São Paulo, para uma prosa. 

O bate-papo descontraído trará informações e dicas valiosas para o micro e pequeno produtor rural sobre a importância de planejar, se capacitar e principalmente buscar crédito quando necessário e de forma consciente.  

Em uma atmosfera que une gastronomia, cultura e imersão no campo, o local foi o cenário perfeito para a gravação do quadro Porteira Finanças, apresentado por Ludmila Santana, que trará orientações práticas sobre como planejar a gestão de negócios, explorar possibilidades de crédito, entre outras.

Olivardo Saqui, dono da propriedade voltada para produção de uvas e turismo rural, também compartilhou sua inspiradora trajetória de empreendedorismo. Ele também destacou a importância do Sebrae para ajudar na capacitação no meio rural. A conversa será um dos destaques da estreia do Porteira Aberta Empreender, marcada para hoje, sexta-feira,(20), às 20h.

Além das entrevistas, o programa contará histórias de produtores rurais relatando experiências com o uso do crédito. Afinal o que pode parecer um bom negócio, sem gestão e orientação, pode virar uma grande dívida. 

Queli Ávila, coordenadora da área de projetos do Canal Rural afirma que o espaço para a estreia do Porteira Aberta Empreender foi escolhido com muito carinho. 

“Para o primeiro programa, buscamos um belo cenário, mas que também mostrasse que o empreendedorismo rural é forte. A propriedade escolhida é um exemplo de como o planejamento é importante para o sucesso dos negócios. As próximas gravações, serão realizadas no estúdio construído especialmente para o Porteira Aberta Empreender.”

Com um belo parreiral, a Quinta do Olivardo conta ainda com um espaço temático conhecido como Vinho dos Mortos. Quando há evento, o local é explorado para que o cliente possa enterrar garrafas de vinho para maturação e desenterrá-las seis meses depois, com sabor ainda mais apurado.

Matheus Martins, especialista em mídias digitais, aproveitou a carona com Olivardo para contar essa e muitas outras curiosidades já disponíveis nas redes sociais do Canal Rural

  •  Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp.

“A gravação não apenas marca a estreia do programa, mas também reforça a proposta do Porteira Aberta Empreender: conectar cultura, negócios e experiências, abrindo novas oportunidades para o produtor rural. Que venham os próximos programas”, finaliza Ávila.

Acesse AQUI e assista ao programa no YouTube ou sintonize o Canal Rural na TV. Confira os canais disponíveis:

Uma arte com os canais do Canal Rural Uma arte com os canais do Canal Rural
Venha com a gente empreender





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Flávio Dino cobra do governo de SP dados sobre o combate a incêndios



O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino pediu nesta quinta-feira (19) ao Governo de São Paulo o envio de informações sobre o combate a incêndios no Cerrado e na Mata Atlântica. A Secretaria do Meio Ambiente do estado deverá apresentar um relatório com a explicação detalhada da execução orçamentária dos programas de proteção ao meio ambiente de 2023 e 2024. A pasta terá que entregar uma relação de todas as áreas ambientais que são protegidas.

Além disso, a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) deverá apresentar as autorizações expedidas nos últimos cinco anos para uso controlado do fogo na queima da palha de cana de açúcar. 

A medida foi tomada a partir de uma ação protocolada pelo PSOL. O partido alega que a devastação dos biomas é recorrente e que há omissões no combate aos recentes incêndios ocorridos neste ano. O partido afirma que há redução na verba destinada ao combate aos incêndios para o ano que vem. O caso chegou ao STF em 2020. 

“O Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) enviado à Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) prevê um orçamento de R$ 2,9 milhões para o programa São Paulo Sem Fogo, da Defesa Civil, voltado para prevenção e combate a incêndios florestais. Este valor é 10% menor do que o previsto pela PLOA do ano anterior – de R$ 3,3 milhões”, afirmou a legenda. 

O ministro entende que é indispensável que a fiscalização e controle ambiental sejam reforçados para evitar novos focos de incêndio em 2025. “Tal necessidade decorre dos persistentes desafios relacionados à contenção dessas ocorrências, os quais demandam planejamento contínuo, políticas públicas efetivas e a integração harmoniosa entre os entes federativos e os diversos setores da sociedade”, afirmou Dino.

Em março deste ano, o STF também determinou que o governo federal terá que cumprir metas contra o desmatamento na Amazônia, por meio da quinta fase do Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia (PPCDAm). As medidas de combate devem ser cumpridas.



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