domingo, julho 12, 2026

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Boi gordo estável com a proximidade do fim de ano



13º salário pode alavancar vendas no mercado de carnes




Foto: Kadijah Suleiman

A análise do informativo “Tem Boi na Linha”, da Scot Consultoria, aponta que após a sexta-feira começou com estabilidade nos preços da arroba do boi gordo em grande parte das regiões analisadas, comportamento típico para o período. Contudo, nas regiões Oeste e de Pelotas, no Rio Grande do Sul, e em Belo Horizonte, Minas Gerais, foram registradas variações pontuais que destacam a dinâmica do mercado às vésperas das festas de fim de ano.

Com muitas indústrias fora do mercado ou limitando-se a compras pontuais para encerrar o período, o escoamento de carne permaneceu lento, contrariando a tendência usual desta época. Apesar disso, a expectativa é de melhora nas vendas com o impacto da segunda parcela do 13º salário nos próximos dias.

Na região Oeste do estado, a cotação do boi gordo registrou queda de R$ 0,10/kg, enquanto os preços para vaca e novilha permaneceram estáveis. Em Pelotas, comportamento semelhante foi observado, com queda de R$ 0,10/kg na cotação do boi gordo e manutenção nos valores das fêmeas.

Em Minas Gerais, o mercado iniciou a sexta-feira com uma queda mais acentuada: a arroba do boi gordo caiu R$ 5,00, enquanto a novilha sofreu redução de R$ 3,00/@. Para a vaca, no entanto, os preços mantiveram-se estáveis.





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Saúvas têm ‘memória coletiva’ sobre agentes causadores de doenças



Pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp) descobriram que formigas saúvas-limão (Atta sexdens) possuem características de memória imunológica, algo inédito entre insetos sociais. O estudo foi publicado na revista científica Proceedings of the Royal Society B: Biological Sciences e demonstra como as colônias são capazes de intensificar respostas higiênicas e de defesa ao serem expostas repetidamente aos mesmos patógenos.

“A formiga é capaz de reconhecer os patógenos e intensificar respostas quando confrontada novamente com uma ameaça conhecida. Esse comportamento pode ser traduzido como um tipo de memória coletiva, algo nunca observado antes em insetos sociais”, afirma André Rodrigues, orientador da pesquisa e docente do Instituto de Biociências da Unesp.

O experimento

A pesquisa envolveu 80 colônias de formigas, expostas a diferentes fungos patogênicos, como o Fusarium oxysporum e o Beauveria bassiana. Alguns fungos atacam diretamente as formigas, enquanto outros prejudicam os fungos cultivados por elas como alimento. As colônias passaram por infecções controladas em diferentes intervalos — 7, 30 e 60 dias — permitindo aos pesquisadores monitorar o comportamento de defesa.

Os resultados mostraram que as formigas conseguem se lembrar de fungos específicos, ajustando suas respostas de acordo com a ameaça. As respostas foram mais rápidas, intensas e específicas após contatos repetidos, características associadas à memória imunológica em organismos complexos.

Impactos do estudo

Os achados revelam um avanço significativo no entendimento da imunidade coletiva em insetos sociais, abrindo possibilidades para o uso de bioinsumos no controle de pragas agrícolas. Fungos como o Metarhizium anisopliae, que afetam as saúvas-limão, já são usados como agentes de controle biológico em lavouras e plantações de eucalipto.

Além disso, o estudo reforça como as colônias de formigas desenvolvem estratégias eficientes para sobreviver a patógenos, oferecendo insights que podem beneficiar áreas como ecologia, agricultura e até medicina.



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Governo libera verba para fortalecer o setor cafeeiro



O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) avançou no processo de liberação de recursos do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé) do ano safra 2024/25, utilizando valores que ainda não foram aplicados. Serão distribuídos cerca de R$ 1,117 bilhão, informa em comunicado o Conselho Nacional do Café (CNC).

O Mapa apresentou, no dia 19, os contratos para assinatura de dez instituições financeiras selecionadas. Segundo o CNC, o processo seguiu para a assinatura pelo secretário de Política Agrícola, Guilherme Campos, etapa necessária para que, com a assinatura de ambas as partes, os contratos sejam formalizados.

Assim que finalizada essa etapa, os contratos serão publicados no Diário Oficial da União, e os recursos estarão autorizados para o repasse. Dez agentes habilitados já receberam os contratos para assinatura, com previsão de início do desembolso já na próxima semana.

O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou o montante de R$ 6,88 bilhões para o Funcafé na safra 2024/25, destinado a diversas linhas de crédito. Dos valores não aplicados (cerca de R$ 1,117 bilhão), o remanejamento teve destinação de 65% do valor (cerca de R$ 729,572 milhões) para o sistema cooperativo, conforme explicou o Mapa.



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Preços do milho mantêm estabilidade


Segundo dados divulgados pela Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (CEEMA), os preços do milho seguem estáveis no Brasil, com a média gaúcha fechando a semana em R$ 67,00/saca, representando um aumento nominal de 12,9% em comparação ao mesmo período do ano passado, quando o preço era de R$ 59,35/saca. Esse incremento supera a inflação anual de 4,87%, gerando um ganho real aos produtores gaúchos, diferente do que ocorre com a soja.

Nas principais praças do Rio Grande do Sul, os valores atuais giram em torno de R$ 65,00/saca, contra R$ 59,00 no ano anterior. Em outras regiões do país, as cotações oscilam entre R$ 58,00 e R$ 69,00/saca, embora muitas praças não tenham registrado preços nesta semana. No mesmo período de 2023, os valores variavam entre R$ 40,00 e R$ 66,00/saca.

A produção nacional de milho estimada para a safra 2024/25 apresenta divergências entre as projeções do setor público e privado. Enquanto a Conab estima uma produção de pouco mais de 119 milhões de toneladas, o setor privado, representado pela Pátria AgroNegócios, projeta 129,3 milhões de toneladas.

Segundo o relatório com base nos dados da Secex, nos primeiros 10 dias úteis de dezembro, o Brasil exportou 2,4 milhões de toneladas de milho, com a média diária 21,8% menor que a registrada no mesmo mês do ano anterior. Em dezembro de 2023, o país exportou um total de 6,1 milhões de toneladas.

A projeção para as exportações totais do cereal no atual ano comercial está entre 35 e 37 milhões de toneladas, uma redução significativa em relação às 55 milhões de toneladas exportadas no ciclo anterior, destaca o relatório da CEEMA.

Enquanto a ferrugem asiática preocupa os sojicultores, a cigarrinha do milho é a principal ameaça para os produtores do grão. Em Santa Catarina, a infestação do inseto segue constante, com o manejo dificultado pelo estágio reprodutivo das lavouras e pela altura das plantas, conforme divulgado pela Epagri-SC.





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Sonhando em viver do campo? Projeto abre portas para o turismo rural familiar



A Comissão de Turismo da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 1761/23, que equipara as receitas da hotelaria e do turismo rural, quando explorados em regime familiar, às da atividade rural, para fins de Imposto de Renda (IR).

A medida assegura alguns benefícios, como dedução das despesas e investimentos, reduzindo a tributação. O texto altera a Lei 8.023/90, que regulamenta a cobrança de IR na atividade rural.

O projeto, do deputado Marco Brasil (PP-PR), foi aprovado por recomendação do relator, deputado Paulo Litro (PSD-PR).

Segundo Litro, a medida contribuirá para o desenvolvimento de regiões rurais e para a formalização dos empreendimentos existentes, reduzindo a informalidade. “Os serviços de hotelaria nessas propriedades constituem receitas acessórias, mas vinculadas a atividades principais como agricultura e pecuária”, afirmou.

A proposta foi aprovada também pela Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural. O texto será analisado agora, em caráter conclusivo, pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, a medida precisa ser aprovada pelos deputados e pelos senadores.



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Ibama intensifica ações de combate ao desmatamento



Com o objetivo de coibir novos desmatamentos, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) conduziu uma nova etapa da Operação Rebote. A ação contou com a participação da Força Nacional (FN). Equipes das instituições percorreram áreas embargadas e identificaram diversas irregularidades no município de Pacajá, no sudoeste do Pará.

Entre 2 e 13 de dezembro, a Operação Rebote IV aplicou 20 autos de infração que somaram R$ 4,5 milhões em multas. Durante a fiscalização, os agentes constataram que muitas áreas já embargadas não estavam respeitando as restrições, o que impedia a regeneração da vegetação nativa.

Além disso, novas áreas desmatadas foram localizadas e receberam embargos. Houve a determinação de prazo para que os responsáveis realizem a retirada do gado criado ilegalmente das áreas autuadas. A presença de rebanhos nessas localidades é uma das principais causas da degradação contínua da floresta.

Pacajá é um dos principais focos de desmatamento no Pará e, por isso, tem recebido especial atenção nas ações de combate ao desmatamento. A região já foi, inclusive, base de Grupo de Combate ao Desmatamento na Amazônia (GCDA). A Operação Rebote IV é uma continuidade das edições anteriores para coibir esse tipo de crime ambiental.



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Verão começa com instabilidade e chuva forte por todo o país



A estação mais quente e chuvosa começou oficialmente hoje (21) e com condições climáticas variadas em todo o Brasil. No estado de São Paulo, por exemplo, uma frente fria avança pelo mar e mantém o tempo instável. O céu fica nublado com algumas aberturas de sol e há previsão de chuva a qualquer hora em diferentes períodos do dia no Vale do Ribeira, toda faixa costeira, Vale do Paraíba e região metropolitana da capital. A chuva varia em intensidade e, especialmente durante a tarde, há potencial para chuva forte com raios e rajadas de vento de 40 a 60 km/h. A situação segue vulnerável para o risco de alagamentos e danos na rede elétrica.

Há risco, também, de tempestades com chuva volumosa no sul de Minas Gerais e no oeste do Rio de Janeiro. Nas demais áreas, como a faixa central de Minas e o sul do Espírito Santo, o alerta é para temporais. Já na parte norte de Minas Gerais e no centro-norte do Espírito Santo, as chuvas serão de moderada a forte intensidade ao longo do dia. Rajadas de vento entre 40 e 50 km/h são previstas em grande parte do litoral do Espírito Santo, no Rio de Janeiro e em São Paulo. Confira os detalhes do tempo em todas as regiões do país.

Sul

O tempo segue instável, com chuvas esporádicas e isoladas de fraca intensidade. Os maiores acumulados são esperados no norte do Paraná, onde há possibilidade de pancadas de chuva acompanhadas de raios e trovoadas. Nas capitais Porto Alegre, Florianópolis e Curitiba, o dia será de sol entre nuvens, com chuvas passageiras. Já na faixa norte do Paraná, um alerta para temporais está em vigor. No oeste, Campanha e sul do Rio Grande do Sul, a chuva pode alcançar intensidade moderada a forte, enquanto ventos entre 40 e 50 km/h são esperados na faixa central de Santa Catarina e no sul do Rio Grande do Sul.

Sudeste

As instabilidades predominam em quase toda a região. Há risco de tempestades com chuva volumosa no sul de Minas Gerais e no oeste do Rio de Janeiro. Nas demais áreas, como o estado de São Paulo, a faixa central de Minas e o sul do Espírito Santo, o alerta é para temporais. Já na parte norte de Minas Gerais e no centro-norte do Espírito Santo, as chuvas serão de moderada a forte intensidade ao longo do dia. Rajadas de vento entre 40 e 50 km/h são previstas em grande parte do litoral do Espírito Santo, no Rio de Janeiro e em São Paulo.

Centro-Oeste

O início do verão traz chuvas intensas e temporais pontuais na maior parte dos estados. Durante o dia, o sol aparecerá entre nuvens, intercalado com pancadas de chuva, especialmente à tarde. Há alerta para temporais na faixa leste do Mato Grosso do Sul, no leste de Mato Grosso e no sul de Goiás. Nas demais áreas, as chuvas variam de moderada a forte intensidade, com ventos entre 40 e 50 km/h no Distrito Federal e no sul de Mato Grosso do Sul.

Nordeste

As chuvas se concentram no Maranhão, Piauí e no oeste da Bahia, onde pancadas localizadas podem ser de forte intensidade, acompanhadas de trovoadas. No entanto, no sertão nordestino, o tempo permanece estável, com céu limpo e temperaturas elevadas. Nas capitais São Luís, Natal e Salvador, o sábado será de sol entre muitas nuvens, com chuvas passageiras.

Norte

A chuva permanece forte em áreas como Rondônia, Amazonas e interior do Acre, acompanhada de raios e trovoadas. No Tocantins, chuvas são esperadas ao longo do dia, intercaladas com momentos de sol. Nas demais áreas da região, predomínio de sol, com temperaturas elevadas e sensação de abafamento.



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Cuidados no período de transição aumentam saúde e produtividade de vacas leiteiras



Nesta semana, no quadro Raio-X da Pecuária, o zootecnista Rafael Cardenas falou sobre os cuidados cruciais para o bom desenvolvimento da saúde e da produtividade do rebanho durante o período de transição das vacas leiteiras. Nessa fase, as vacas enfrentam diversos desafios, e fatores de bem-estar, como conforto e ventilação, podem ser essenciais para determinar a qualidade do leite. A jornalista Pryscilla Paiva conversou sobre o assunto com o profissional no telejornal Mercado & Companhia.

Rafael explicou que o período de transição é caracterizado pelas três semanas que antecedem o parto e pelas três semanas após o parto, na transição do período seco — quando a vaca não está produzindo leite — para o início da lactação. “É um período em que o animal passa por diversas mudanças, sejam elas hormonais ou metabólicas. Quando o animal começa a produzir leite, aumenta muito a exigência por alguns nutrientes”, disse.

Segundo o zootecnista, minimizar os impactos desse período pode afetar diretamente a saúde e a produtividade dos animais. Uma dieta balanceada com os nutrientes necessários pode evitar diversos problemas.

Cardenas também ressaltou que o ambiente onde os animais passam esse período precisa atender a alguns aspectos, como espaçamento de coxo adequado, sombra e ventilação. “Estratégias como banho e ventilação desses animais são importantes, inclusive no momento em que a vaca ainda não está produzindo leite. Esses 21 dias que antecedem o parto requerem o controle da temperatura do ambiente para manter a temperatura do animal sob controle”, concluiu.

Assista o quadro completo!



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Produtos da ceia de Natal têm diferenças de quase 190% em São Paulo



Diferença de até 188% nos preços dos produtos mais comuns da ceia de Natal foi constatada por pesquisa do Procon de São Paulo. O levantamento levou em conta 122 itens alimentícios pesquisados em estabelecimentos comerciais de 11 municípios paulistas, incluindo São Paulo, entre 9 e 13 de dezembro.

Na capital paulista, a maior diferença de preço encontrada foi de 126,2% no valor de um quilo de azeitonas verdes com caroço a granel – em um local o produto estava sendo vendido por R$ 69,90 e, em outro, por R$ 30,90.

No interior e litoral, a maior diferença de preços foi registrada na Baixada Santista, onde a farofa pronta tradicional da Yoki (400g), custava R$ 9,49 em um local e R$ 3,29 em outro, uma diferença de 188,4%.

Diferença no panetone

Entre os panetones e chocotones, um dos itens mais consumidos nesta época, a maior diferença de preço na capital paulista foi 109,1%: o Panettone Frutas da Seven Boys (400g) custava R$ 22,99 em um estabelecimento e R$ 10,99 em outro.

Em Bauru, no interior do estado, houve grande variação, de 142,7%, em relação ao panetone gotas de chocolate da Panco (400g), era vendido a R$ 28,89 em um estabelecimento e R$ 11,90 em outro.

“Como não há tabelamento e as oscilações refletem tanto as cotações de mercado quanto a demanda, os valores podem sofrer alterações em função da data da compra, em função de descontos, ofertas e promoções. Além disso, até lojas de uma mesma rede podem praticar preços diferentes em regiões diferentes. Por isso a, recomendação é pesquisar, porque é a melhor ferramenta para economizar”, destacou o diretor executivo do Procon-SP, Luiz Orsatti Filho.

Além da capital paulista, a coleta de preços de produtos do Natal foi realizada em Sorocaba, Presidente Prudente, Bauru, São José do Rio Preto, Ribeirão Preto, Campinas, Jundiaí e São José dos Campos. Já no litoral, os dados foram coletados em Santos e São Vicente.

Para acessar a pesquisa completa, clique aqui.



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Veja como os preços da arroba do boi gordo encerraram a semana


O mercado físico do boi gordo encerrou a semana com preços acomodados, perdendo liquidez. A consultoria Safras & Mercado lembra que esse movimento é natural para o período do ano devido a proximidade das festividades.

Isso acontece por conta dos frigoríficos ausentes das compras, das manutenções programadas e dos pecuaristas mais cautelosos nas negociações.

“Os frigoríficos sinalizam para escalas de abate confortáveis. Devido ao físico lento neste
momento, as expectativas passam para a retomada em 2025, com possível encurtamento nas
programações”, disse Allan Maia, analista da empresa.

Segundo ele, no decorrer das próximas semanas, o mercado deve prestar atenção em quatro fatores:

  • Evolução dos cortes no atacado;
  • Condições das pastagens;
  • Movimentação do dólar; e
  • Fluxo da exportação brasileira

Preços da arroba do boi (a prazo)

  • São Paulo: média entre R$ 310 e R$ 320
  • Minas Gerais: cotado entre R$ 300 e R$ 310
  • Goiás: indicação a R$ 300
  • Mato Grosso do Sul: negociada em R$ 315

Mercado atacadista

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Foto: Freepik

O mercado atacadista manteve preços inalterados no decorrer desta sexta-feira. Segundo Maia, as atenções estão voltadas para o comportamento do consumo até o fechamento de 2024, o que tende a ser favorecido pelas festas e pela capitalização das famílias devido à entrada de parte do décimo terceiro na economia.

“Por outro lado, o alto preço dos cortes bovinos podem levar uma parcela da população, as de menor poder aquisitivo, a procurarem opções mais acessíveis, como o frango. No início de 2025, os cortes mais nobres tendem a encontrar dificuldade para sustentação”, disse o analista.

O quarto dianteiro foi cotado a R$ 20,30, por quilo. Quarto traseiro foi indicado em R$ 26,80, por quilo. Ponta de agulha permaneceu em R$ 19,50, por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou em queda de 0,87%, sendo negociado a R$ 6, 0710 para venda e a R$ 6,0690 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 6,0446 e a máxima de R$ 6,1136. Na semana, a divisa valorizou 0,70%.



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