sábado, julho 11, 2026

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Chuvas impulsionam produção de pastagens


A produção de pastagens no Rio Grande do Sul apresentou resultados positivos em diversas regiões, impulsionada por chuvas regulares e temperaturas favoráveis, conforme aponta o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na última quinta-feira (19).

Na região administrativa de Ijuí, a umidade constante no solo favoreceu a aplicação de fertilizantes em cobertura, promovendo crescimento vigoroso das plantas e aumento na produção de massa verde e forragem de qualidade.

Em Passo Fundo, o campo nativo apresenta excelente crescimento, impulsionado pela combinação de fotoperíodo favorável e chuvas recentes. No entanto, a presença de caraguatá se intensificou, levando os produtores a iniciarem roçadas para controle de invasoras e preservação da qualidade do pasto.

Na região de Pelotas, as pastagens de verão, tanto anuais quanto perenes, apresentam bom desenvolvimento, garantindo oferta de forragem para bovinos de leite, corte e ovinos. Já em Porto Alegre, as chuvas recentes proporcionaram recuperação da umidade do solo, favorecendo a brotação e o crescimento de pastagens nativas e cultivadas.

Na região de Santa Maria, os produtores mantêm o foco no aperfeiçoamento do campo nativo com práticas como roçadas e adubação, visando ampliar a oferta de forragem e fortalecer a capacidade de recuperação das pastagens.

Já em Santa Rosa, a irregularidade e o baixo volume de chuvas no período levaram os produtores a retomar a gradagem e a semeadura de espécies como capim-sudão e milheto, garantindo a produção de forragem para os meses de janeiro e fevereiro.

Na região de Soledade, as condições climáticas favoráveis favoreceram o rebrote de pastagens perenes e campos nativos, consolidando a recuperação das áreas cultivadas e oferecendo suporte para a manutenção dos rebanhos.

A combinação entre clima estável, chuvas regulares e investimentos em manejo reforça a expectativa de manutenção do crescimento das pastagens ao longo do verão, garantindo suporte alimentar para os rebanhos e contribuindo para a produtividade na pecuária.





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Frente fria estacionada provoca muita chuva; veja a previsão do tempo



Confira a previsão do tempo para todas as regiões do Brasil nesta terça-feira (24), véspera de Natal, de acordo com análise da Climatempo.

Sul

Os ventos que sopram do oceano em direção ao continente continuam favorecendo a formação de nuvens carregadas em todo litoral paranaense e catarinense e no norte gaúcho.

A previsão é de chuva em formato de pancadas, com raios e trovoadas, mas sem previsão de altos acumulados.

No interior do Paraná, Santa Catarina e norte e leste do Rio Grande do Sul, a previsão é de um céu mais encoberto, com sol aparecendo entre muitas nuvens e chuva passageira no fim do dia. As demais regiões seguem com o tempo ensolarado.

Sudeste

A frente fria continua estacionada na altura da região, causando muita chuva em Minas Gerais, Espírito Santo e grande parte do Rio de Janeiro. A chuva vem com forte intensidade, também acompanhada por raios e trovoadas.

No sul de Minas, Triângulo Mineiro, metade sul do Rio de Janeiro e em grande parte de São Paulo, o sol aparece entre muitas nuvens e a previsão é de uma chuva mais passageira e pontual, sem altos acumulados.

No litoral paulista e região metropolitana da capital, a previsão é para pancadas isoladas de chuva.

Centro-Oeste

O fluxo de umidade da região Norte em direção ao Sudeste continua intensificado sobre grande parte do Centro-Oeste. Em Mato Grosso e Goiás, a previsão é de chuva moderada, por vezes forte, com temporais pontuais. Não são descartados descargas elétricas e ventanias.

Em Mato Grosso do Sul, o sol aparece entre muitas nuvens e a chuva acontece de forma muito esporádica e passageira, sem altos acumulados.

Nordeste

Áreas de instabilidades associadas à circulação de ventos, calor e umidade, favorecem a formação de nuvens bem fortes. Bem carregadas em todo o Maranhão, metade sul do Piauí e em grande parte da Bahia. É uma chuva que cai com intensidade e volumosa.

No sertão nordestino, o tempo ainda é ensolarado com máxima chegando a 37 °C, enquanto em Salvador e Aracaju, o tempo fica bem ensolarado com chuva apenas passageira no fim da manhã.

Norte

A chuva acontece em todos os estados da região. Os maiores volumes são previstos para Tocantins, sul do Pará, Amazonas, Acre e Rondônia.

No Amapá e em Roraima, a chuva é mais esporádica e isolada, acontecendo entre a madrugada e manhã. O tempo segue bem abafado e com altas temperaturas.



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Distribuição de mudas e bulbos Impulsiona produção de flores



Produtores receberam instruções sobre o plantio pós-inverno




Foto: Divulgação

O município de Sete de Setembro, na região administrativa de Santa Rosa, recebeu impulso no embelezamento de moradias e no fortalecimento econômico local por meio do Projeto Flores para Todos, desenvolvido pela Emater/RS-Ascar. A iniciativa, detalhada no Informativo Conjuntural divulgado na última quinta-feira (19), distribuiu mudas e sementes, além de oferecer capacitação sobre cultivo e manejo.

Ao todo, foram reservadas 1.200 mudas de estatice e 896 bulbos de gladíolos, que já foram entregues aos participantes do projeto. Técnicos da Emater prestaram orientações sobre plantio, adubação e cuidados específicos para garantir o crescimento saudável das plantas e aumentar sua durabilidade.

Com foco na comercialização, os produtores receberam instruções sobre o plantio pós-inverno, de forma a programar a floração para novembro, período de alta demanda devido ao Dia de Finados. A estratégia visa fortalecer a economia local, incentivando a venda de flores ornamentais.

Além das estatices e gladíolos, foram distribuídas 500 sementes de girassol de corte. O plantio será realizado pelas mulheres integrantes dos grupos comunitários, promovendo a valorização estética de jardins e áreas residenciais, além de incentivar o engajamento feminino na produção rural.





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Produção de melancias e melões segue com boas expectativas


A produção de melancias e melões no Rio Grande do Sul segue com boas expectativas, conforme apontado pelo Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado na última quinta-feira (19). Apesar de desafios climáticos, as lavouras apresentam boa produtividade, com destaque para os municípios de Soledade, Rio Pardo, Pelotas, Santa Maria e Santa Rosa.

Na região de Soledade, a colheita das melancias continua em ritmo satisfatório, impulsionada pelo clima favorável. Em Rio Pardo, os frutos demonstram qualidade e produtividade adequadas, embora as grandes variações de temperatura tenham causado abortamento de flores e frutos em algumas lavouras. O retorno das chuvas, em 13 de dezembro, foi essencial para recuperar o crescimento das plantas e melhorar a absorção de nutrientes.

Na região de Pelotas, as plantações estão na fase inicial de frutificação, mas as fortes chuvas e as temperaturas baixas têm dificultado o avanço das culturas. Apesar disso, a safra ainda não foi comprometida. Em Santa Maria, a comercialização das melancias já ocorre em São Vicente do Sul, com variedades destacadas como PX 2007, Crimson Sweet e Colt. Os produtores enfrentam baixa incidência de doenças fúngicas, mas relatam ataques de percevejo-do-melão-de-são-caetano (Leptoglossus gonagra).

Em Santa Rosa, o cultivo para autoconsumo está praticamente concluído, com lavouras já em fase de frutificação. Os produtores comerciais praticam preços entre R$ 1,50 e R$ 2,00 por quilo, aproveitando a demanda regional.

A produção de melões na região administrativa de Santa Rosa também apresenta ótimos resultados. Produtores que utilizam o sistema mulching com irrigação por gotejamento já estão em plena colheita, garantindo alta qualidade e produtividade. O preço médio praticado é de R$ 5,00/kg, com comercialização regional consolidada.





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citricultores têm até janeiro para entregar relatório fitossanitário



CDA alerta citricultores sobre prazo para relatório de cancro e Greening




Foto: Canva

A Coordenadoria de Defesa Agropecuária (CDA) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA) do Estado de São Paulo alerta os produtores de citros para o prazo final de envio do relatório cancro/HLB (Greening). O documento deve ser entregue até o dia 15 de janeiro de 2025 por meio do sistema GEDAVE (Gestão de Defesa Animal e Vegetal).

Segundo a SAA, o relatório precisa conter os resultados das vistorias trimestrais realizadas entre 1º de julho e 31 de dezembro de 2024 em todas as plantas cítricas da propriedade. A exigência está prevista na Portaria MAPA nº 317, de 21 de maio de 2021, que regulamenta o Programa Nacional de Prevenção e Controle ao HLB (PNCHLB).

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Conforme a legislação vigente, os produtores são obrigados a eliminar plantas sintomáticas em pomares com idade inferior a oito anos. Além disso, o monitoramento e controle do psilídeo – inseto transmissor da bactéria causadora do Greening – é obrigatório em todos os pomares, independentemente da idade das plantas. No Estado de São Paulo, a entrega do relatório é exigida de todos os citricultores, independentemente da idade dos pomares.

Veja mais informações sobre fitossanidade no Agrolinkfito

O Greening, ou HLB (Huanglongbing), é causado pela bactéria Candidatus Liberibacter spp. e disseminado pelo inseto psilídeo (Diaphorina citri). A doença afeta todas as plantas cítricas e não possui cura. Uma vez infectada, a planta se torna fonte de contaminação para as demais. O Greening é considerado hoje a maior ameaça à citricultura mundial.

Outro problema grave enfrentado pelos citricultores é o cancro cítrico, causado pela bactéria Xanthomonas citri pv. citri. A doença provoca lesões em folhas, frutos e ramos, podendo levar à queda prematura dos frutos em casos de alta incidência, conforme o apontado pela Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA).





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leilões de contratos de opção negociam quase 92 mil toneladas



A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) negociou cerca de 91,7 mil toneladas de arroz nos três leilões de Contrato de Opção realizados neste mês, informou a estatal em nota. De acordo com balanço da operação realizado pela companhia, ao todo foram firmados 3.396 contratos.

“Caso os agricultores optem por vender o produto para o governo federal na data de vencimento do contrato negociado, a Conab destinará em torno de R$ 162,2 milhões”, disse.

A maior parte da negociação foi realizada no Rio Grande do Sul, principal estado produtor. As produtoras e os produtores gaúchos são responsáveis pela contratação de 58.455 toneladas do cereal, o que corresponde a 63,75% do total negociado.

“Agricultores buscaram a garantia de preço no momento da comercialização no futuro, uma vez que não há a obrigação do exercício de venda ao governo federal. A escolha será feita pelo próprio produtor, seja vender para o mercado ou para o governo, de acordo com o que for mais rentável no momento”, disse o diretor de Operações e Abastecimento da Companhia, Arnoldo de Campos. Mato Grosso foi responsável por 31,54% dos lotes arrematados nos leilões, ou aproximadamente 28,92 mil toneladas do grão.

A Conab informou ainda que, pela primeira vez, parte dos contratos foi destinada a agricultores familiares. A medida resultou na negociação de contratos de aproximadamente 5,7 mil toneladas do grão. Caso a Companhia compre todo este volume, serão destinados R$ 10,11 milhões para a aquisição de arroz da agricultura familiar.

Nos leilões realizados neste mês, a Conab ofertou Contratos de Opção de Venda de arroz para os estados de Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Tocantins. Para realizar as operações, o governo federal destinou à Companhia cerca de R$ 1 bilhão, para a aquisição de até 500 mil toneladas de arroz longo fino em casca, tipos 1 e 2 da safra 2024/25.



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Soja tem alta no Paraná e queda no Centro-Oeste e RS; confira cotações



Os preços da soja caíram nas principais praças de comercialização do Rio Grande do Sul e do Centro-Oeste, e subiram nas do Paraná nesta segunda-feira (23).

As variações foram apenas nominais, com muitos participantes fora do mercado. O dólar teve alta expressiva no dia, mas a Bolsa de Chicago caiu.

Veja o preço da saca de soja nas principais praças

  • Passo Fundo (RS): queda dede R$ 132 para R$ 131
  • Missões (RS): queda de R$ 133 para R$ 132
  • Porto de Rio Grande (RS): queda de R$ 140 para R$ 139
  • Cascavel (PR): alta de R$ 131 para R$ 132
  • Porto de Paranaguá (PR): alta de R$ 137 para R$ 138
  • Rondonópolis (MT): queda de R$ 120 para R$ 117
  • Dourados (MS): queda de R$ 131 para R$ 127,
  • Rio Verde (GO): queda de R$ 125 para R$ 122.

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a segunda-feira com preços mais baixos para o grão e o farelo; o óleo teve forte alta.

O mercado foi pressionado pela força do dólar frente a outras moedas, o que reduz a competitividade norte-americana no cenário exportador, e pela previsão de chuvas benéficas às lavouras no Brasil corroborando a expectativa de safra cheia no país.

As inspeções de exportação norte-americana de soja chegaram a 1.747.037 toneladas na semana encerrada no dia 19 de dezembro, conforme relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Na semana anterior, as inspeções de exportação de soja haviam atingido 1.695.935 toneladas. Em igual período do ano passado, o total inspecionado fora de 1.119.363 toneladas. No acumulado do ano-safra, iniciado em 1o de setembro, as inspeções somam 26.998.906 toneladas, contra 22.301.265 toneladas no acumulado do ano-safra anterior.

Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao USDA a venda de 132.000 toneladas de soja em grãos para a China, a serem entregues na temporada 2024/25.

Contratos de soja

  • Os contratos da soja em grão com entrega em janeiro fecharam com baixa de 5 centavos de dólar ou 0,51% a US$ 9,69 1/2 por bushel.
  • A posição março teve cotação de US$ 9,75 1/2 por bushel, com recuo de 3,75 centavos, ou 0,38%.
  • A posição janeiro do farelo fechou com baixa de US$ 5 ou 1,69% a US$ 289,50 por tonelada.

    No óleo, os contratos com vencimento em janeiro fecharam a 40,23 centavos de dólar, com alta de 0,75 centavo ou 1,89%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 1,86%, sendo negociado a R$ 6,1845 para venda e a R$ 6,1825 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 6,1091 e a máxima de R$ 6,2011.



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veja como fecharam as cotações hoje



O mercado físico do boi gordo apresentou pouca movimentação de preços nesta segunda-feira (23).

O mercado físico segue perdendo liquidez, o que é natural para o período do ano, com agentes se retirando das negociações devido à proximidade das festividades, de acordo com o analista da Consultoria Safras & Mercado Allan Maia.

Os frigoríficos voltaram a sinalizar tranquilidade em relação à escala de abate em várias localidades do país, como é o caso de São Paulo, atuando de maneira tranquila nas compras. Em Mato Grosso, as escalas variam entre fechamento de 2024 e início do ano vindouro.

As expectativas passam agora para o início de 2025, quando as escalas poderão estar um pouco mais curtas. O movimento do dólar é ponto de atenção, apresentando forte valorização, fechando na casa de R$ 6,18. O dólar forte tende a favorecer a exportação brasileira, o que por sua vez favorece o quadro de disponibilidade doméstica.

A evolução do atacado também é variável a ser acompanhada no curto prazo, avalia Maia.

Confira os preços da arroba de boi gordo hoje

  • Em São Paulo, valores seguiram estáveis, com média entre R$ 310 e R$ 320 a prazo.
  • Em Minas Gerais, a cotação ficou acomodada entre R$ 300 R$ 310
  • Em Goiás, preços ficaram firmes, com negócios entre R$ 300 R$ 305
  • Em Mato Grosso do Sul, a arroba ficou acomodada. Em Campo Grande e Naviraí, a arroba foi precificada em até R$ 315

Atacado

O mercado atacadista registrou preços acomodados no dia. As atenções estão voltadas agora para a evolução do consumo dos próximos dias, devido ao Natal e Ano Novo, o que posteriormente pode ajudar a reposição.

Além das festividades, a capitalização das famílias devido a entrada do décimo terceiro salário na economia pode ajudar no consumo. Por outro lado, o preço elevado dos cortes bovinos pode levar uma parcela da população, de menor poder aquisitivo, a procurar opções mais acessíveis, como o frango, disse Maia.

O quarto dianteiro foi precificado a R$ 20,30 por quilo. Quarto traseiro foi sinalizado em R$ 26,80 o quilo. Ponta de agulha ficou em R$ 19,50 o quilo.



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caminhões que caíram carregavam ácido sulfúrico e defensivos; consumo de água deve ser evitado


Autoridades do Tocantins e do Maranhão lançaram um alerta para a população evitar o consumo, utilização e banhos nas águas do Rio Tocantins, na região onde caiu a ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira, que liga os dois estados.

Neste domingo (22), o vão central da ponte, com 533 metros de extensão, cedeu, derrubando pelo menos dez veículos, dos quais quatro caminhões, três veículos de passeio e três motocicletas.

O alerta foi lançado após a confirmação da presença de cargas com substâncias perigosas, incluindo defensivos agrícolas e produtos químicos corrosivos, como ácido sulfúrico.

Segundo as secretarias de estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh) e da Defesa Civil Estadual do Tocantins, a Secretaria Estadual de Meio Ambiente do Maranhão (Sema) e Prefeitura de Estreito, o alerta se dá em razão do “alto risco à saúde pública e ao meio ambiente devido à possível queda de cargas com produtos químicos”.

A recomendação é para que os moradores dos municípios afetados evitem qualquer contato direto com a água do Rio Tocantins no trecho atingido pelo acidente, incluindo banhos e o consumo de água.

A orientação é destinada, especialmente, às populações dos seguintes municípios:

Tocantins

  • Aguiarnópolis
  • Maurilândia do Tocantins
  • Tocantinópolis
  • São Miguel do Tocantins
  • Praia Norte
  • Carrasco Bonito
  • Sampaio
  • Itaguatins
  • São Sebastião do Tocantins
  • Esperantina.

Maranhão

  • Estreito
  • Porto Franco
  • Campestre
  • Ribamar Fiquene
  • Governador Edison Lobão
  • Imperatriz
  • Cidelândia
  • Vila Nova dos Martírios
  • São Pedro da Água Branca

“Equipes técnicas dos dois estados, em parceria com outros órgãos competentes, estão mobilizadas para monitorar a situação. Os trabalhos incluem a avaliação da qualidade da água e possíveis impactos ambientais, planejamento e execução de ações para conter a contaminação do rio e operações para a remoção dos veículos submersos”, informou o governo do Tocantins.

A situação fez com que a Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão (Caema) determinasse a paralisação temporária dos sistemas de captação, tratamento e produção de água em Imperatriz, distante pouco mais de 120 km de Estreito.

A empresa pediu à população que economize água até que a situação seja normalizada. Segundo o governo do Maranhão, a Caema enviará caminhões-pipa para os locais afetados, que fornecerão água em locais públicos, como: unidades de saúde e delegacia.

A possível contaminação também foi responsável pela suspensão das buscas aos desaparecidos. Segundo a Defesa Civil de Estreito, até o momento 16 pessoas estão desaparecidas. Uma morreu e uma segue hospitalizada.

Agentes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) estão na região para verificar a situação da qualidade da água e também impactos sobre a flora e fauna locais, a exemplo da possível contaminação de peixes.

Reconstrução

Após sobrevoar a região do acidente, o Ministro dos Transportes, Renan Filho, disse que foi decretada situação de emergência na região e que o governo federal destinará mais de R$ 100 milhões para as obras de recuperação da ponte e retirada dos escombros.

Equipes do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) estão avaliando a situação, apurando as possíveis causas e para “tomar as medidas necessárias”, informou o ministro.

“Temos todas as condições técnicas para a reconstrução e os recursos técnicos necessários para a reconstrução para que se consiga ter esta obra no que concerne não apenas à reconstrução, mas também à retirada dos escombros, avaliação dos danos causados, acompanhamento da obra e a execução das futuras obras. Iremos reconstruir uma ponte com todos os itens de garantia de segurança”, afirmou.

Segundo o ministro, a pasta trabalha para que os recursos sejam liberados ainda este ano. “Com a emergência decretada queremos contratar a reconstrução da ponte ainda dentro do exercício de 2024. Isso será um trabalho de muita resolutividade do ministério”, completou.



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Focus tem novas projeções de altas para 2024 e 2025



A mediana do relatório Focus para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2024 passou de 3,42% para 3,49%, a quinta alta consecutiva. Um mês antes, a estimativa era de 3,17%. Considerando apenas as 68 projeções atualizadas nos últimos cinco dias úteis, a projeção passou de 3,49% para 3,50%.

A estimativa intermediária para 2025 passou de 2,01% para 2,02%, contra 1,95% um mês antes. Levando em conta apenas as 67 projeções atualizadas nos últimos cinco dias úteis, a mediana oscilou de 2,10% para 2,00%.

Os economistas do mercado revisaram a projeção de crescimento da economia para 2026, passando de 2% para 1,90%, após 71 semanas de estabilidade. Para 2027, a estimativa permaneceu em 2%, como já está há 74 semanas.

O Banco Central revisou a projeção de crescimento do PIB brasileiro em 2024 de 3,2% para 3,5%. A projeção para 2025 passou de 2,0% para 2,1%. Os números constam no Relatório Trimestral de Inflação (RTI) de dezembro, divulgado na última quinta-feira, 19.



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