sábado, julho 11, 2026

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Operação Verão Total monitora cargas de origem animal em trânsito



O governo do Rio Grande do Sul colocou em vigor a Operação Verão Total 2024/2025, uma iniciativa coordenada pelo gabinete do vice-governador e integrada entre secretarias e órgãos públicos estaduais, que mobiliza forças de segurança, saúde, meio ambiente e outras áreas para garantir infraestrutura e segurança aos veranistas.

O primeiro dia da ação ocorreu, em Cidreira, no litoral do estado. Servidores da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi) participaram da operação.

O Chefe da Divisão de Controle e Informações Sanitárias da Secretaria, médico veterinário Paulo Coelho de Souza, destacou que o foco do trabalho foram as fiscalizações de produtos de origem animal em trânsito. “A gente faz barreiras de trânsito abordando veículos transportadores para verificar condições de armazenamento durante o transporte, origem dos produtos, entre outros”.

Além destas ações, a Seapi também apoia as forças-tarefas de segurança alimentar realizadas pelo Ministério Público em estabelecimentos comerciais, combate ao abate clandestino em parceria com as forças de segurança e as ações de educação sanitária.

No ano passado, dentro da Operação Verão 2023/2024, a Seapi realizou 91 barreiras de fiscalização, tendo 2.100 veículos vistoriados, 680 toneladas de produtos fiscalizados entre carnes, embutidos, lácteos e ovos. Deste total, 4.500 kg foram considerados impróprios para consumo, sendo apreendidos e inutilizados. Também foram realizadas ações de educação sanitária, com cerca de 1.500 pessoas.



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Prazo para entrega do relatório Cancro/HLB está acabando



Os produtores de citros devem entregar o relatório cancro/HLB (Greening) até o próximo dia 15 de janeiro. O documento deve ser enviado através do sistema informatizado de Gestão de Defesa Animal e Vegetal (GEDAVE) e conter o resultado das vistorias trimestrais para cancro cítrico e Greening realizadas entre 1º de julho e 31 de dezembro de 2024 em todas as plantas cítricas da propriedade.

O intuito é combater as doenças mais comuns que atingem as plantações. A solicitação é da Coordenadoria de Defesa Agropecuária (CDA) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA) do Estado de São Paulo.

“As informações prestadas no relatório não são utilizadas em caráter punitivo e são necessárias para orientar as ações de Defesa Agropecuária e balizar as políticas públicas do Estado, sempre pensando em garantir a sustentabilidade sanitária do agronegócio paulista. A citricultura tem grande relevância econômica para o Estado que é o principal produtor de citros, por isso, é importante que os produtores preencham o relatório declarando de fato o resultado das inspeções”, comenta a engenheira agrônoma Veridiana Zocoler, gerente do Programa Estadual de Sanidade dos Citros.

“Além disso, com a intensificação das ações de combate ao Greening, o relatório será de extrema importância para a Defesa Agropecuária, uma vez que é uma ferramenta de diagnóstico das condições dos pomares existentes no Estado, e quanto mais precisas as informações, melhores serão os resultados”, complementa Alexandre Paloschi, diretor do Departamento de Defesa Sanitária e Inspeção Vegetal.

Doenças

O Greening é causado pela bactéria Candidatus Liberibacter spp., e disseminado pelo psilídeo (Diaphorina citri). A doença acomete todas as plantas cítricas, e não tem cura: uma vez contaminada, não é possível eliminar a bactéria da planta, que fica agindo como fonte de inóculo para contaminação de outras plantas. O Greening é hoje a doença que mais ameaça a citricultura no mundo.

Outra doença que atinge as plantações é o cancro cítrico. O distúrbio é causado pela bactéria Xanthomonas citri pv. citri que ataca todas as variedades e espécies de citros, provoca lesões em folhas, frutos e ramos e, quando em alta incidência, provoca desfolha e queda de frutos.

A Portaria MAPA nº 317, de 21 de maio de 2021, institui o Programa Nacional de Prevenção e Controle ao HLB (PNCHLB) e traz como obrigatoriedade, a eliminação de plantas sintomáticas apenas para pomares com idade inferior a oito anos. O monitoramento e o controle do psilídeo são obrigatórios em todos os pomares independente da idade.



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Milho indica alta produtividade em 2024/2025



Safra de milho 2024/2025 segue avançando no Rio Grande do Sul




Foto: Divulgação

A safra de milho 2024/2025 segue avançando no Rio Grande do Sul, com 94% da área projetada já semeada. Os plantios mais tardios evoluíram nas regiões da Campanha, Sul e Vale do Rio Pardo, impulsionados por condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento das lavouras, segundo levantamento da Emater/RS-Ascar.

O bom volume de chuvas em dezembro contribuiu para a recuperação da umidade do solo, beneficiando o peso dos grãos. No entanto, o déficit hídrico registrado em novembro impactou o número de grãos por espiga em algumas áreas, especialmente nas regiões Centro, Planalto Médio e Noroeste. Apesar disso, a produtividade esperada ainda supera a da última safra.

Atualmente, 18% das lavouras estão em floração, 50% em enchimento de grãos, 12% em maturação e 1% já foi colhido. Nas áreas irrigadas e não afetadas pela estiagem anterior, a expectativa de produção é elevada, graças à alta radiação solar e à variação térmica entre dia e noite, fatores que favorecem o crescimento das plantas.

Os produtores seguem com os tratos culturais, aplicando herbicidas e fertilizantes em cobertura nas lavouras semeadas a partir de novembro. Inseticidas e Fungicidas são utilizados de forma pontual, conforme monitoramento. Um dos focos de controle é a lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda), especialmente na Região Oeste do Estado.

A Emater/RS-Ascar estima que o cultivo do milho no Estado ocupará uma área total de 748.511 hectares, com produtividade média esperada de 7.116 kg/ha. Nas regiões onde o estresse hídrico não prejudicou as lavouras, a colheita deve alcançar volumes expressivos, reforçando o potencial produtivo da safra.





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Agronegócio supera setor de mineração pela primeira vez em exportações



Pela primeira vez na história do estado de Minas Gerais, o agronegócio superou o setor de mineração nas exportações. Conforme nota da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, entre janeiro e novembro de 2024, as exportações do agronegócio mineiro alcançaram US$ 15,7 bilhões, ultrapassando em 3% o setor de mineração – tradicional líder da balança comercial de Minas Gerais -, que registrou US$ 14,5 bilhões.

Ainda conforme a pasta, o agronegócio representa, até novembro, 40,7% do valor total das vendas externas do Estado, crescimento de 19% na receita e 9% no volume exportado (16 milhões de toneladas) em comparação com igual período do ano passado. A mineração, por sua vez, representou 37,7% das exportações totais, com 14,5 milhões de toneladas embarcadas.

A secretaria diz também que, antes mesmo do fechamento do ano, o agronegócio mineiro superou o recorde anterior, de 2022, quando foram faturados US$ 15,3 bilhões em exportações pelo setor. “A taxa de câmbio nominal mais alta também contribuiu para o excelente desempenho”, cita a pasta na nota.

Embora café, produtos do complexo sucroalcooleiro e carne bovina continuem sendo os principais expoentes das exportações, a diversificação da produção tem sido um fator decisivo. “Novos produtos, como sementes, sêmen bovino, queijos, iogurte, leite condensado, batatas preparadas, água de coco, tapioca, cogumelos, inhame, azeitonas e grão de bico vêm ganhando espaço no mercado internacional”, complementa.



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Cotação do suíno alcança máximas em três anos


Segundo o Agro em Dados de dezembro da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Governo de Goiás, a cotação do suíno vivo no Brasil segue em alta nas principais praças, com a média mensal de novembro atingindo R$ 9,93 por quilo — o maior valor registrado para o período nos últimos três anos. Segundo o Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), a valorização reflete a crescente competitividade da carne suína em relação à bovina no mercado interno, apesar do aumento nos custos de produção.

Enquanto o poder de compra do suinocultor melhorou em outubro em comparação ao farelo de soja, houve perda frente ao milho, devido à valorização do cereal. Mesmo assim, a carne suína manteve vantagem competitiva frente à bovina, impulsionando as vendas domésticas e externas.

No mercado externo, as exportações brasileiras de carne suína atingiram 191,7 mil toneladas entre janeiro e outubro, movimentando US$ 438,7 milhões. Esse desempenho representou um crescimento de 98,5% em volume e 85,7% em receita em comparação ao mesmo período de 2023.

As Filipinas ultrapassaram a China como principal destino das exportações, praticamente dobrando suas aquisições em 2024. Em outubro, o Brasil registrou o segundo melhor desempenho do ano, com o envio de 128 mil toneladas e faturamento de US$ 310,8 milhões — alta de 40,1% no volume e 56,5% na receita frente ao mesmo período do ano anterior.

O Japão também se destacou como terceiro maior destino da carne suína brasileira em 2024. Em outubro, o volume embarcado para o país aumentou em 265,3% em relação ao ano anterior. Além disso, os japoneses pagam 43% a mais por tonelada do que a média recebida pelo Brasil de outros mercados.

O estado de Goiás manteve crescimento nas exportações no segundo semestre, atingindo média mensal de 1,4 mil toneladas — um aumento de 12,3% em relação ao primeiro semestre de 2024. Destaque também para as exportações ao Haiti, que subiram de 44,8 toneladas em julho para 252,8 toneladas em outubro, posicionando o país caribenho como o quarto maior comprador da proteína goiana no mês.





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Balança comercial tem déficit de US$ 283 milhões na 3º semana de dezembro



A balança comercial brasileira registrou déficit comercial de US$ 283 milhões na terceira semana de dezembro. De acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), o valor foi alcançado com exportações de US$ US$ 5,616 bilhões e importações de US$ 5,898 bilhões. No mês, o superávit acumulado é de US$ 1,297 bilhão e, no ano, de US$ 71,153 bilhões.

Até a terceira semana de novembro, a média diária das exportações registrou baixa de 21,3% em relação à média diária do mesmo mês de 2023. O resultado se deu devido a um recuo em todos os seguimentos: queda de US$ 65,28 milhões (-25,2%) em Agropecuária; redução de US$ 190,11 milhões (-49,6%) em Indústria Extrativa; e baixa de US$ 50,05 milhões (-6,3%) em produtos da Indústria de Transformação.

Segundo o MDIC, o movimento de queda nas vendas foi puxado principalmente por produtos como soja (-61%), milho (29,4%), óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos (-53,9%), minério de ferro e seus concentrados (-46,4%), minério de cobre e seus concentrados (-43,9%), minérios de metais preciosos e seus concentrados (-94,7%), gás natural (-100%), açúcares e melaços (-47%) e Álcoois, fenóis, fenóis-álcoois, e seus derivados halogenados, sulfonados, nitrados ou nitrosados (-64,2%).

Já as importações tiveram crescimento de 7,6% na mesma comparação, com alta de US$ 4,77 milhões (25,2%) em Agropecuária; queda de US$ 0,64 milhão (-1,4%) em Indústria Extrativa e avanço de US$ 67,31 milhões (7,5%) em produtos da Indústria de Transformação.

Nos produtos, entre as altas mais expressivas se destacam trigo e centeio, não moídos (31,9%), cevada, não moída (472,6%), Medicamentos e produtos farmacêuticos, exceto veterinários (41,2%), Instrumentos e aparelhos de medição, verificação, análise e controle (58,1%), caldeiras de geradores de vapor, caldeiras de água sobreaquecida, aparelhos auxiliares e suas partes (9.418,0%) e Geradores elétricos giratórios e suas partes (104,6%).



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Preços do algodão enfrentam queda nos EUA



Cotações do algodão no mercado spot registraram queda na última semana




Foto: Canva

As cotações do algodão no mercado spot registraram queda na última semana nos Estados Unidos, com média de 126 pontos abaixo em relação à semana anterior, segundo relatório do USDA (Departamento de Agricultura dos EUA), divulgado pelo Agricultural Marketing Service’s Cotton and Tobacco Program.

De acordo com o relatório, o preço médio semanal para a qualidade base do algodão — classificação cor 41, folha 4, fibra 34, mike 35-36 e 43-49, resistência 27,0 – 28,9 e uniformidade 81,0 – 81,9 — foi de 64,07 centavos por libra na semana encerrada em 19 de dezembro de 2024. Esse valor representa uma queda em relação aos 65,33 centavos registrados na semana anterior e está abaixo dos 75,32 centavos observados no mesmo período de 2023.

As cotações diárias oscilaram entre 64,73 centavos na sexta-feira, 13 de dezembro, e 63,37 centavos na quinta-feira, 19 de dezembro. O volume de transações spot também recuou na comparação semanal. Foram reportados 35.749 fardos negociados até o dia 19 de dezembro, contra 42.641 fardos registrados na semana anterior. Apesar do recuo semanal, o volume superou os 28.779 fardos negociados no mesmo período do ano passado.

Desde o início da temporada, o total acumulado de vendas spot alcançou 295.246 fardos, uma queda expressiva frente aos 385.073 fardos comercializados no mesmo intervalo de 2023.

No mercado futuro, o contrato para março na ICE Futures fechou a semana cotado a 67,91 centavos por libra, abaixo dos 70,09 centavos registrados na semana anterior.





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Chuva predomina no Natal em grande parte do Brasil



O Natal deve ser chuvoso em boa parte do Brasil. A combinação de calor, alta umidade do ar e a circulação dos ventos formam muitas nuvens no céu, provocando pancadas de chuva, principalmente no período da tarde. Acompanhe os detalhes do tempo em cada região do país, segundo a Climatempo.

Sul

A circulação de ventos do oceano em direção ao continente aliado ao calor e alta umidade já presente na atmosfera favorece um dia com mais presença de nebulosidade e pancada de chuva à tarde nas regiões oeste e noroeste paranaense, litoral e região metropolitana do Paraná, região no vale do Itajaí e região metropolitana de Florianópolis e nas regiões norte e nordeste do Rio Grande do Sul. Nas demais áreas, o sol aparece sem previsão de chuva e o dia será bem ensolarado, exceto no extremo sul do Rio Grande do Sul, RMPOA e campanha gaúcha, onde tem previsão de chuva passageira, mas no fim do dia.

Sudeste

As instabilidades continuam predominando e chove em praticamente todo o estado de Minas Gerais, Espírito Santo e também no Rio de Janeiro. Em São Paulo, a chuva se concentra nas regiões oeste, noroeste, litoral, vale do Paraíba e região metropolitana – é uma chuva que acontece à tarde e não tem previsão para temporais. As demais regiões do estado seguem com o tempo bem ensolarado.

Centro-Oeste

As instabilidades predominam em todos os estados da Região Centro-Oeste do Brasil. A chuva acontece à tarde em formato de pancadas com raios e trovoadas, não descartando ocorrências de temporais. Ao longo do dia, o sol deve aparecer em alguns momentos e por isso a temperatura sobe bem. As máximas ficam mais altas e a sensação será de tempo abafado.

Nordeste

A circulação de ventos mantém as instabilidades mais intensas entre os estados Maranhão, Piauí e oeste da Bahia, enquanto entre as capitais Salvador e Natal, os ventos que sopram do oceano em direção ao continente também formam nuvens carregadas, mas a chuva acontece de forma muito esporádica. No sertão nordestino, o tempo continua bem ensolarado, com máximas elevadas.

Norte

A chuva se concentra entre o interior do Acre, sul e leste do Amazonas, Pará, Tocantins e também todo o estado de Rondônia. No Amapá, a ZCIT continua causando chuva no norte do estado, enquanto na região norte do Amazonas e em Roraima, o tempo firme predomina, com um sol parecido entre poucas nuvens.



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Chuva beneficia safras de milho


No Rio Grande do Sul, as lavouras de milho apresentam diferentes estágios de desenvolvimento e produtividade, de acordo com o boletim da Emater/RS-Ascar publicado na quinta-feira (19). As chuvas recentes contribuíram para a recuperação do potencial produtivo em várias regiões, mas a estiagem de novembro ainda reflete em perdas localizadas.

Na região administrativa de Bagé, a cultura está em estágio inicial de desenvolvimento vegetativo. Já na Fronteira Oeste, grande parte das lavouras encontra-se na fase de enchimento de grãos. Em Quaraí, chuvas volumosas sustentaram o alto potencial produtivo, embora o controle de lagartas tenha sido necessário em alguns pontos. Em Santa Margarida do Sul, agricultores familiares estão comercializando milho-verde, opção que agrega renda às pequenas produções.

Na região de Caxias do Sul, há grande variação nos estágios de desenvolvimento. Nos Aparados da Serra, a semeadura já foi concluída e as lavouras seguem em desenvolvimento vegetativo. Nos Campos de Cima da Serra, a cultura avançou para pendoamento e floração.

Em Erechim, 20% das lavouras estão em floração e 80% em enchimento de grãos, com expectativa de produtividade superior à última safra. Em Ijuí, 70% das plantações também estão em enchimento, mas as perdas durante a estiagem de novembro reduziram o potencial inicial. Apesar disso, as chuvas subsequentes estabilizaram a umidade, favorecendo o peso das espigas.

Na região de Pelotas, 66% da área foi semeada, com 88% das lavouras ainda em desenvolvimento vegetativo, 10% em pendoamento e 2% em enchimento de grãos. Em Santa Maria, a estiagem afetou a produtividade no Vale do Jaguari, principalmente em Capão do Cipó e Santiago, onde as plantas apresentam encurtamento dos entrenós.

Em Santa Rosa, 1% das lavouras está em desenvolvimento vegetativo, 4% em floração, 65% em enchimento de grãos, 28% em maturação e 2% já foi colhido. A produtividade em áreas irrigadas chega a 13.200 kg/ha, enquanto nas áreas de sequeiro é de 6.600 kg/ha, com projeção de queda de 6% devido à estiagem de novembro.

Na região de Soledade, as lavouras precoces estão distribuídas entre os estágios de desenvolvimento vegetativo (8%), floração (25%) e enchimento de grãos (65%). As chuvas de dezembro garantiram bom enchimento, mas há perdas pontuais nas áreas afetadas pela seca anterior. Já o plantio tardio sobre resteva de tabaco está em germinação e emergência (2%).

O preço médio da saca de 60 quilos de milho recuou 1,05% na última semana, caindo de R$ 67,71 para R$ 67,00, segundo levantamento semanal da Emater/RS-Ascar.





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Goiás registra aumento de 10,1% no abate de bovinos


Segundo o Agro em Dados de dezembro da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Governo de Goiás, Goiás registrou 1,06 milhão de bovinos abatidos no terceiro trimestre de 2024, o que representa um aumento de 10,1% em comparação com o mesmo período do ano passado. O desempenho do estado contribuiu com 10,2% do total nacional de abates no período, conforme dados do IBGE. Esse crescimento na oferta de carne, somado à demanda aquecida no segundo semestre, resultou em resultados históricos nas exportações brasileiras e goianas de carne bovina, com destaque para o mês de outubro.

Em outubro, o Brasil exportou 298,3 mil toneladas de carne bovina, gerando um faturamento de US$ 1,3 bilhão. Esse volume representa um aumento de 41,9% em comparação ao mesmo mês de 2023, enquanto o valor das exportações subiu 44,6%. O preço médio por tonelada também registrou crescimento, atingindo US$ 4.560,89, um aumento de 1,9% em relação a outubro do ano passado.

Goiás, que já é um dos principais exportadores de carne bovina do Brasil, também observou aumento em suas vendas externas. Em outubro, os principais destinos da carne bovina goiana ampliaram suas aquisições, com destaque para o crescimento de 6,6% nas compras pela China, 88,7% pelos Estados Unidos, 1.860,5% pelo México e 109,8% pela Rússia. Esses números demonstram a competitividade da carne bovina goiana no mercado internacional.

A cadeia produtiva de carne bovina nos Estados Unidos enfrenta desafios, com aumento nos custos de produção, secas severas e redução no rebanho bovino. Como resultado, os preços aumentaram e houve uma maior demanda externa por carne bovina. Este cenário abre uma oportunidade para o Brasil expandir suas exportações e atender à crescente demanda norte-americana, com perspectivas de aumento no volume exportado em 2025.

No mercado interno, as cotações do bezerro, da arroba do boi gordo e de outras categorias seguem em alta. Em outubro, a média mensal foi de R$ 2.205,46, marcando uma valorização de 7,1% em relação ao ano passado. Este cenário de alta nos preços tem favorecido a retenção de fêmeas para a produção de bezerros, o que já reflete na diminuição de vacarias e novilhas enviadas ao abate. De acordo com o IBGE, no terceiro trimestre de 2024, o abate de vacas caiu 12,5%, e o de novilhas teve redução de 33,5% em comparação com o segundo trimestre deste ano.





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