sexta-feira, julho 10, 2026

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exportação total de café em 2024 cresce 38% em receita para US$ 12,339 bi, diz Secex



A exportação total café pelo Brasil (verde e solúvel) acumulou de janeiro a dezembro de 2024 47,876 milhões de sacas de 60 kg, aumento de 30% em comparação com igual período de 2023 (36,838 milhões de sacas). Em termos de receita, houve crescimento de 38,3% no período: US$ 12,339 bilhões em 2024 ante US$ 8,921 bilhões em 2023.

Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (6), pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

Em dezembro de 2024 (21 dias úteis) o embarque total de café pelo país alcançou cerca de 3,536 milhões de sacas de 60 kg, o que corresponde a uma queda de 15,2% em comparação com igual mês de 2023 (4,171 milhões de sacas), com 20 dias úteis.

A receita cambial registrou aumento de 34,3% entre os dois períodos, de US$ 833,605 milhões para US$ 1,120 bilhão.



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AgroNewsPolítica & Agro

Colheita de morango tem alta demanda



A produção apresenta diferentes cenários nas principais regiões produtoras do estado




Foto: Seane Lennon

Segundo o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira (2), a colheita de morangos avança no Rio Grande do Sul, impulsionada pela demanda elevada e pela oscilação de preços durante as festas de fim de ano. A produção apresenta diferentes cenários nas principais regiões produtoras do estado.

Na região administrativa de Santa Rosa, a produção se concentra no sistema de semi-hidroponia, com colheitas em pleno andamento. Os preços variam entre R$ 15,00/kg para frutos menores e R$ 30,00/kg para os de maior tamanho e padronizados.

No entanto, as altas temperaturas exigem cuidados especiais no manejo da fertirrigação e no controle da temperatura da água. Além disso, a emissão de estolões tem afetado o rendimento, enquanto ataques de pragas, como percevejo e mosca-preta, comprometeram parte do valor comercial dos morangos.

Na região de Pelotas, as lavouras seguem em período de colheita e venda. As cultivares de dias neutros continuam em frutificação e floração, com bom estado fitossanitário. Para manter a qualidade, os produtores têm realizado podas e limpezas nas estufas, promovendo melhor ventilação e controle de pragas.

Os preços na região variam de R$ 18,00 a R$ 40,00/kg, dependendo da qualidade e do ponto de venda. A valorização do produto se deve à menor oferta e ao aumento na procura durante as festas de fim de ano. Em Santa Maria, o preço médio do morango permanece em R$ 25,00/kg. A região tem mantido bom ritmo de comercialização e produção dentro das expectativas.





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preços firmes e expectativa de continuação de alta; veja cotações



O mercado físico do boi gordo se depara com negócios acima da referência média em grande parte do país neste início de semana.

Segundo o consultor de Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, a expectativa de curto prazo remete à continuidade do movimento de alta, considerando a lentidão do mercado durante a última semana de 2024 e a primeira de 2025, o que resultou no encurtamento das escalas de abate.

“Vale destacar que o pecuarista conta com maior capacidade de retenção neste período do ano, considerando a boa condição das pastagens, permitindo uma maior cadência do ritmo de negócios”, comenta. Iglesias avalia ainda que a demanda doméstica está deprimida.

Confira os preços médios da arroba de boi gordo hoje

  • São Paulo: R$ 321,92
  • Minas Gerais: R$ 308,82
  • Goiás: R$ 309,94
  • Mato Grosso do Sul: R$ 317,73
  • Mato Grosso: R$ 303,45

Atacado

O mercado atacadista abriu a semana apresentando alguma queda das cotações. O ambiente de negócios sugere pela continuidade desse movimento, considerando o perfil da demanda para este período do ano, segundo avalia o consultor de Safras & Mercado. Com a população descapitalizada a prioridade tende a recair sobre proteínas mais acessíveis, a exemplo dos embutidos, ovo e da carne de frango, diz Iglesias.

  • Quarto dianteiro: R$ 17 o quilo.
  • Quarto traseiro: R$ 26,80 o quilo.
  • Ponta de agulha: R$ 18 o quilo.



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Valor das exportações do Brasil aos EUA aumentou 9,2% em 2024, por alta de volume



O valor exportado pelo Brasil aos Estados Unidos aumentou 9,2% em 2024, impulsionado pela alta de volume de vendas para o país, segundo Herlon Brandão, diretor de Estatísticas e Estudos de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

No acumulado de janeiro a dezembro de 2024, as exportações para os Estados Unidos atingiram US$ 40,33 bilhões. As importações cresceram 6,9% e totalizaram US$ 40,58 bilhões. A balança comercial com o país apresentou déficit de US$ -0,25 bilhões.

Herlon Brandão também reforçou que o MDIC prevê que as exportações brasileiras somem US$ de 320 bilhões este ano a US$ 360 bilhões, ante os US$ 337 bilhões de 2024. Para as importações, é esperado um valor que varia de US$ 260 bilhões a US$ 280 bilhões

Já em relação à corrente de comércio, o MDIC projeta um valor entre US$ 580 bilhões e US$ 640 bilhões em 2025.



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Brasil anuncia entrada de novo membro pleno do Brics; saiba qual


O governo brasileiro anunciou, nesta segunda-feira (6), que a Indonésia é o primeiro membro pleno a ingressar no Brics em 2025. Com a quarta maior população do planeta, o país asiático possui mais de 284 milhões de habitantes e tem a 10ª maior economia em termos de paridade de poder de compra, segundo o Banco Mundial.

“O governo brasileiro saúda o governo indonésio por seu ingresso no Brics. Detentora da maior população e da maior economia do Sudeste Asiático, a Indonésia partilha com os demais membros do grupo o apoio à reforma das instituições de governança global e contribui positivamente para o aprofundamento da cooperação do Sul Global, temas prioritários para a presidência brasileira do Brics”, informou o Ministério das Relações Exteriores (MRE) do Brasil.

A expectativa é que nove países ingressem formalmente no Brics neste ano, entre eles, Cuba, Bolívia, Malásia e Tailândia, sejam como membros plenos ou como parceiros do grupo. O Brasil assumiu a presidência rotativa do fórum internacional no dia 1º de janeiro até o dia 31 de dezembro deste ano. 

Segundo o Itamaraty, a candidatura da Indonésia recebeu o aval do agrupamento na cúpula de Joanesburgo, em agosto de 2023, na África do Sul. Porém, somente após as eleições presidenciais da Indonésia de 2024 é que o interesse em participar do Brics foi oficializado.

“Os países do Brics, por consenso, aprovaram a entrada da Indonésia no agrupamento, em consonância com os princípios orientadores, critérios e procedimentos da expansão do quadro de membros acordados em Joanesburgo”, informou o Itamaraty.

Ao todo, 13 países foram convidados para participar do Brics. Espera-se ainda que Nigéria, Turquia, Argélia e Vietnã confirmem a participação.

Em 2024, o bloco já havia recebido cinco novos membros efetivos, chegando a dez países. Até então formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, o Brics incluiu no ano passado Irã, Emirados Árabes Unidos, Egito, Etiópia e Arábia Saudita.

A Arábia Saudita, apesar de não ter assinado a adesão ao grupo, tem participado de todos os encontros. 



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Saiba como deve ficar o mercado da soja nos próximos dias



O mercado brasileiro de soja teve alguns movimentos hoje. Conforme a Safras & Mercado, de forma geral, foram ajustes pontuais, mas que devem ganhar mais força nos próximos dias. Os preços ficaram mistos por conta de particularidades regionais.

Enquanto algumas praças ainda mostram preços firmes para a safra velha, outras já começam a se ajustar à realidade da safra nova. Além disso, o dólar em queda e a volatilidade na Bolsa de Chicago ajudaram a definir o cenário do dia.

Preços da soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): preço aumentou de R$ 132,00 para R$ 134,00
  • Missões (RS): preço aumentou de R$ 133,00 para R$ 135,00
  • Porto de Rio Grande (RS): preço aumentou de R$ 139,00 para R$ 141,00
  • Cascavel (PR): preço caiu de R$ 132,00 para R$ 130,00
  • Porto de Paranaguá (PR): preço caiu de R$ 139,00 para R$ 137,00
  • Rondonópolis (MT): preço caiu de R$ 120,00 para R$ 117,00
  • Dourados (MS): preço aumentou de R$ 124,00 para R$ 125,00
  • Rio Verde (GO): preço aumentou de R$ 121,00 para R$ 125,00

Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a segunda-feira com preços mais altos. O clima seco na Argentina e a queda do dólar frente a outras moedas ajudaram a sustentar as cotações, que, no entanto, fecharam abaixo das máximas do dia.

A ampla oferta de soja na América do Sul, com uma safra cheia no Brasil e a falta de chuvas em partes da Argentina, limitou os ganhos. Além disso, há um crescente enfraquecimento da demanda chinesa, devido às incertezas em torno de uma possível política tarifária do novo governo Trump.

As inspeções de exportação norte-americana de soja chegaram a 1.284.970 toneladas na semana encerrada no dia 2 de janeiro, conforme relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Na semana anterior, as inspeções de exportação de soja haviam atingido 1.643.202 toneladas.

Em igual período do ano passado, o total inspecionado fora de 1.040.799 toneladas. No acumulado do ano-safra, iniciado em 1º de setembro, as inspeções somam 29.956.103 toneladas, contra 24.312.449 toneladas no acumulado do ano-safra anterior.

Os agentes também já estão posicionando suas carteiras frente ao relatório de janeiro do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, que será divulgado na sexta, às 14h.

Contratos futuros da soja

Os contratos da soja em grão com entrega em março fecharam com alta de 6,00 centavos de dólar ou 0,6% a US$ 9,97 3/4 por bushel. A posição maio teve cotação de US$ 10,08 3/4 por bushel, com ganho de 5,00 centavos, ou 0,49%.

Nos subprodutos, a posição março do farelo fechou com baixa de US$ 1,30 ou 0,43% a US$ 307,30 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em março fecharam a 40,33 centavos de dólar, com alta de 0,40 centavo ou 1%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 1,11%, sendo negociado a R$ 6,1134 para venda e a R$ 6,1114 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 6,0924 e a máxima de R$ 6,1539.



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AgroNewsPolítica & Agro

Como maximizar a fixação de N no trigo?



O modelo desenvolvido tem o potencial de melhorar a gestão da adubação



 principal estratégia é a utilização do Índice de Vegetação por Diferença Normalizada (NDVI)
principal estratégia é a utilização do Índice de Vegetação por Diferença Normalizada (NDVI) – Foto: Divulgação

André L. Vian, pesquisador da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), é um dos autores do capítulo do livro Agricultura de Precisão: Um Novo Olhar na Era Digital, onde apresenta uma metodologia inovadora para a aplicação de adubação nitrogenada na cultura do trigo. O trabalho, desenvolvido em parceria com o Grupo de Estudos em Agricultura Digital (GEAD), a Embrapa trigo e a Setrem, se baseia no uso de ferramentas da Agricultura de Precisão (AP) para otimizar o uso do Nitrogênio (N) na lavoura.

A metodologia proposta visa maximizar a eficiência do uso do N na cultura do trigo, por meio de ajustes na recomendação de adubação para lavouras comerciais, levando em consideração a variabilidade espacial dentro do campo. A principal estratégia é a utilização do Índice de Vegetação por Diferença Normalizada (NDVI) para estimar o estado e a demanda nutricional do dossel vegetal, ajustando a dose de nitrogênio conforme a real necessidade da cultura. A partir de experimentos conduzidos em quatro regiões do Rio Grande do Sul, foi possível observar uma forte correlação entre o NDVI, a biomassa, o conteúdo de nitrogênio do dossel e o modelo de adubação nitrogenada.

O modelo desenvolvido tem o potencial de melhorar a gestão da adubação, otimizando o uso do N e, consequentemente, maximizar a produtividade e a rentabilidade das lavouras de trigo. Esse trabalho representa um avanço significativo na aplicação de tecnologias digitais no setor agrícola, com o objetivo de tornar a produção mais eficiente e sustentável.

“O modelo foi construído a partir de dados oriundos de experimentos conduzidos a campo em quatro regiões do Rio Grande do Sul. A partir dos resultados obtidos, encontrou-se alta relação entre o NDVI com a biomassa, conteúdo de nitrogênio do dossel vegetal e com o modelo para adubação nitrogenada”, escreveu, na rede social LinkedIn.

 





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Chuvas volumosas previstas; saiba onde a água cai!



Nesta semana, a previsão do tempo indica uma concentração significativa de chuvas nas áreas produtoras de soja, com foco no Centro-Norte do Brasil. Embora as chuvas tragam benefícios para algumas regiões, elas também podem apresentar desafios, exigindo cautela dos produtores.

Chuvas no Matopiba

No Matopiba, a chuva será uma aliada, especialmente para as lavouras do Nordeste, onde o clima úmido favorece o desenvolvimento das plantas. O avanço da precipitação para o Pará também reforça o potencial de crescimento das lavouras na região.

Precipitações volumosas

Entretanto, em Mato Grosso, Goiás e Minas Gerais, as chuvas volumosas, com mais de 150 mm acumulados em 5 dias, são esperadas para as áreas Centro-Norte. Esse volume de precipitação pode dificultar os trabalhos de campo, como a colheita e a aplicação de insumos, gerando preocupações entre os produtores devido aos impactos nas atividades agrícolas.

No Sul e Sul de Mato Grosso do Sul, o clima será quente e seco, o que pode gerar estresse térmico nas lavouras em desenvolvimento. A falta de chuva exige um monitoramento constante, e o uso de irrigação será necessário em algumas áreas para mitigar os efeitos do calor intenso, comprometendo o crescimento ideal das plantas.

Entre os dias 12 e 16 de janeiro, a previsão aponta para chuvas contínuas em Mato Grosso e Goiás, o que pode continuar a interferir no ritmo de trabalho das lavouras. A boa notícia para Mato Grosso do Sul é que as chuvas se espalham por todo o estado, trazendo alívio ao calor extremo e favorecendo o desenvolvimento das lavouras, principalmente no Sul do estado.

De 17 a 21 de janeiro, as chuvas devem persistir em Mato Grosso do Sul, mantendo o clima favorável ao cultivo. No entanto, o cenário segue desafiador para Mato Grosso e Goiás, onde os volumes de chuva elevados (mais de 100 mm a 150 mm em 5 dias) podem prejudicar a execução das atividades no campo, exigindo dos produtores maior atenção para evitar prejuízos nas lavouras.



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Ibama confirma vazamento de ácido sulfúrico no Rio Tocantins


O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) confirmou nesta segunda-feira (6) a existência de fissuras no tanque de um dos caminhões que afundou no Rio Tocantins após o desabamento da ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira, que liga o Tocantins ao Maranhão. O veículo da empresa Pira-Quimica continha 23 mil litros de ácido sulfúrico.

A informação preliminar foi constatada por mergulhadores que identificaram, na última sexta-feira (3), a presença de duas fissuras no tanque, após a suspeita de um possível vazamento levantada pela equipe da Marinha do Brasil que atua na operação de busca e resgate das vítimas. De acordo com o Ibama, foi solicitado relatório oficial das informações obtidas no local pela equipe da Pira-Química, que deverá ser concluído até esta quinta-feira (9).

O órgão ligado ao Ministério do Meio Ambiente informou ainda que as análises da qualidade da água do Rio Tocantins não demonstram alterações consideráveis. “Até o momento, os parâmetros avaliados estão dentro da normalidade para água doce. Desde a queda da ponte, não foi constatado impacto à fauna local”, destacou, por meio de nota.

O acompanhamento da qualidade da água é realizado diariamente pela Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico com a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Naturais do Maranhão. As ações de resposta à emergência ambiental também são acompanhadas por servidores do Centro Nacional de Emergências Ambientais e Climáticas e das superintendências do Ibama no Maranhão e Tocantins.

Outras cargas

Além do caminhão da Pira-Quimica, o desabamento da ponte também levou mais dois caminhões carregados de produtos perigosos às águas do Rio Tocantins. Um deles, da empresa Videira, transportava 40 mil litros de ácido sulfúrico. A análise visual de mergulhadores constatou que o tanque permanece intacto.

O terceiro veículo, da empresa Suminoto, transportava bombonas carregadas com agrotóxico. O trabalho de sondagem da carga no fundo do rio deverá ser realizado por mergulhadores contratados pela empresa ainda hoje.

Segundo o Ibama, as empresas e o Departamento Nacional de Infraestrutura e Transporte (DNIT) foram notificadas a apresentar Planos de Atendimento à Emergência (PAEs) com análise de riscos para retirada dos caminhões e produtos depositados no fundo do rio.

Entenda o caso

A Ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira, que ligava os estados do Maranhão e Tocantins pela BR-226, desabou no fim da tarde do dia 22 de dezembro de 2024. A operação de busca e resgate teve início ainda no mesmo dia, com o reforço de várias frentes como Corpo de Bombeiros, empresas privadas e o emprego de embarcações, helicóptero e viaturas na região.

Atualmente, o trânsito de veículos entre os municípios de Aguiarnópolis (TO) e Estreito (MA), que eram ligados pela ponte na BR-226, está sendo feito por rotas alternativas com duas opções para veículos leves e três para veículos pesados.

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) estabelecerá também um fluxo de balsas no local para a travessia de carros de passeio, ambulâncias e caminhonetes, sem custo para os usuários. O serviço está previsto para começar a operar após o fim da operação de busca e resgate das vítimas, com a localização das três vítimas que ainda permanecem desaparecidas.



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Brasil exportou 97,299 milhões de t de soja em grão em 2024



A Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) informou que a exportação brasileira de soja em grão em 2024 foi de 97,299 milhões de toneladas, 3,9% abaixo das 101,312 milhões de toneladas de 2023.

Os embarques de milho para o exterior também recuaram de um ano para o outro. Foram 37,811 milhões de toneladas, 31,94% menos que os 55,559 milhões de toneladas nos 12 meses do ano anterior.

Os embarques de farelo de soja, por outro lado, cresceram. Em 2024 o volume somou 22,841 milhões de toneladas, 2,17% mais que as 22,355 milhões de toneladas de 2023. As exportações de trigo também cresceram: de 2,497 milhões de toneladas para 2,585 milhões de toneladas (+3,52%).

De 22 a 28 de dezembro, os portos brasileiros embarcaram 246.835 toneladas de soja, 243.739 toneladas de farelo de soja, 704.035 toneladas de milho e 78.725 de trigo.

Para a atual semana (29 de dezembro a 4 de janeiro), a programação prevê embarques de 250.884 toneladas de soja, 571.943 toneladas de farelo de soja, 768.398 toneladas de milho e 224.000 toneladas de trigo.



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