sexta-feira, julho 10, 2026

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Crédito rural recua no segundo semestre de 2024, mas financiamentos privados crescem



A aquisição de crédito rural no segundo semestre de 2024 caiu 22,2% em comparação ao mesmo período de 2023, totalizando R$ 203 bilhões, contra R$ 261 bilhões no ano anterior. Os dados são da matriz de crédito rural do Banco Central.

Além disso, houve uma redução de 13,5% no número total de contratos, que passou de 1,2 milhão em 2023 para 1,1 milhão em 2024. O valor médio de crédito por contrato também sofreu queda de 9,9%, diminuindo de R$ 200 mil para R$ 180 mil.

Desempenho regional

Os produtores rurais do Centro-Oeste, uma das regiões mais promissoras do agronegócio brasileiro, reduziram a contratação de crédito em 20,7%. O total caiu de R$ 68 bilhões em 2023 para R$ 45,1 bilhões em 2024, com uma redução de 16,8% no valor médio por contrato.

No Sudeste, a queda foi de 14,3%, com o valor contratado recuando de R$ 64,6 bilhões para R$ 55,3 bilhões. O valor médio por contrato permaneceu estável. No Sul, a quantidade de contratos diminuiu 7,2%, e o valor total contratado recuou de R$ 82,9 bilhões para R$ 67,8 bilhões.

Na região Norte, os produtores rurais contrataram R$ 14 bilhões em 2024, ante R$ 18,9 bilhões no ano anterior, representando uma queda de 25,5%. O número de contratos caiu 22,5%, enquanto o valor médio por contrato registrou redução de 4,3% (de R$ 341 mil para R$ 326 mil).

No Nordeste, região com o maior número de contratos, o valor total contratado caiu 20,7%, de R$ 26,4 bilhões para R$ 20,9 bilhões. O número de contratos recuou 16,2%, passando de 511 mil para 428 mil, e o valor médio por contrato diminuiu 5,4%, de R$ 51,7 mil para R$ 48,9 mil.

Financiamentos privados avançam

Enquanto o crédito rural tradicional registrou queda, os financiamentos privados ao agronegócio cresceram significativamente. De acordo com o Broadcast Agro, os títulos com recursos privados alcançaram R$ 1,2 trilhão em novembro de 2024, um avanço de 31,5% em relação ao ano anterior, conforme dados do Boletim de Finanças Privadas do Agro, do Ministério da Agricultura.

O levantamento de títulos é realizado pela Coordenação-Geral de Instrumentos de Mercado e Financiamento, do Departamento de Política de Financiamento ao Setor Agropecuário, da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura. O balanço considera informações da B3, CERC e CRDC, Anbima, Comissão de Valores Mobiliários e Banco Central do Brasil.



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Venda pública de animais no Ceará


Rebanho de Caprinos e Ovinos
Propostas devem ser entregues até o dia 10 de janeiro (imagem ilustrativa). Foto: Luiz Gonzaga Pinto

No dia 10 de janeiro, a Embrapa Caprinos e Ovinos realizará uma venda pública de 70 animais excedentes do rebanho de pesquisa. Todos estão em boas condições de saúde e possuem laudo sanitário emitido por médico-veterinário da Embrapa.

Estarão disponíveis Caprinos das raças Saanen, Anglo Nubiana, Moxotó e Canindé, além de Ovinos Morada Nova, Somalis e Santa Inês. 

Os interessados devem apresentar propostas para cada lote, sendo vencedora a de maior valor, respeitando o lance mínimo. 

Os envelopes podem ser entregues presencialmente na sede da organização (Rodovia CE-179, km 04, trecho Sobral-Groaíras) ou enviados por e-mail até as 16h do dia nove de janeiro. As informações detalhadas, incluindo os dias de visitação e preços dos lotes estão disponíveis no Termo de Referência.

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AgroNewsPolítica & Agro

queda no preço e avanço na colheita


O Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS nesta quinta-feira (2) apontou avanço na colheita do feijão 1ª safra no Rio Grande do Sul. Estima-se que 15% das lavouras já tenham sido colhidas e 18% estejam em fase de maturação. A produtividade média projetada é de 1.864 kg/ha, mas os rendimentos variam conforme o sistema de cultivo adotado, seja irrigado ou de sequeiro. Até o momento, a produtividade média tem girado em torno de 1.700 kg/ha.

O cultivo ocupa uma área estimada de 28.896 hectares no estado. Na região administrativa de Caxias do Sul, a semeadura está próxima da finalização, com germinação uniforme e bom desenvolvimento das lavouras. Os produtores aguardam para iniciar a adubação nitrogenada e os tratamentos fitossanitários.

Em Ijuí, cerca de 40% da área plantada já foi colhida. No entanto, há grande variação nos rendimentos. Nas áreas irrigadas, a produtividade média é de aproximadamente 1.500 kg/ha, com boa qualidade dos grãos. Já nas áreas de sequeiro, o baixo volume hídrico registrado em novembro impactou negativamente a produção. Nessas áreas, os grãos apresentaram enrugamento e coloração pálida.

Na região de Pelotas, 42% das lavouras estão em desenvolvimento vegetativo, 28% em florescimento, 27% em enchimento de grãos e 3% em maturação. O clima tem sido favorável, com boa umidade do solo e desenvolvimento satisfatório das plantas. Não foram registrados problemas fitossanitários e as expectativas de produtividade permanecem positivas.

Em Santa Maria, 25% das lavouras estão em maturação e mais de 30% da área já foi colhida. A produtividade média está em torno de 1.800 kg/ha, com condições favoráveis para a colheita.

Na região de Soledade, a maior parte das lavouras está em fase de maturação. A produtividade nas áreas colhidas variou entre 900 kg/ha, nas lavouras com menor tecnologia, e 1.500 kg/ha nas áreas com melhor manejo. Apesar da estiagem na primeira quinzena de novembro, a qualidade dos grãos é satisfatória. A etapa de tratos culturais foi praticamente concluída, com apenas algumas áreas de semeadura tardia ainda em desenvolvimento. Atualmente, 2% das lavouras estão em florescimento, 18% em enchimento de grãos, 50% em maturação e 30% colhidos.

O levantamento semanal da Emater/RS-Ascar apontou redução no preço médio da saca de 60 quilos. O valor caiu 14,70% em relação à semana anterior, passando de R$ 293,33 para R$ 241,67.





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o desempenho positivo do Ibovespa e a queda do dólar; ouça análise


Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca o desempenho positivo do Ibovespa e a queda do dólar. As projeções do boletim Focus indicam IPCA de 4,89% em 2024 e câmbio de R$ 6,00 em 2025. A balança comercial de 2024 fechou com superávit de US$ 96 bilhões, mas menor que 2023 devido à queda na atividade global. Hoje, inflação e política em Brasília dominam o cenário.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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Pastagens apresentam desempenho satisfatório



As pastagens apresentam bom desenvolvimento em Bagé




Foto: Canva

O Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS nesta quinta-feira (02) destaca o desempenho das forrageiras de verão no Rio Grande do Sul. Utilizadas intensivamente para pastoreio, as espécies têm enfrentado desafios decorrentes da irregularidade das chuvas, mas, de modo geral, apresentam evolução positiva em diferentes regiões administrativas do estado.

Forrageiras e Campos Nativos

As pastagens de verão, incluindo anuais e perenes, têm mostrado bom desenvolvimento, apesar da necessidade de maior intervalo entre os pastejos em áreas afetadas pela escassez hídrica. As forrageiras perenes estão apresentando resultados superiores às anuais, enquanto os campos nativos retomaram o crescimento, especialmente em solos mais rasos e rochosos, garantindo alimento suficiente para os rebanhos.

Destaques Regionais

Bagé: As pastagens apresentam bom desenvolvimento, mas a ausência de chuvas frequentes limita o potencial pleno.

Caxias do Sul: Condições climáticas favoráveis, como solo úmido e temperaturas elevadas, beneficiam forrageiras anuais, perenes e campos nativos.

Frederico Westphalen: Pastagens anuais estão em desenvolvimento, com algumas áreas já em uso para pastejo.

Ijuí: Alta produção de massa verde e forragem de qualidade, com desenvolvimento satisfatório de forrageiras anuais e perenes.

Lajeado: Regularidade das chuvas impulsiona excelente desempenho das pastagens de verão, com recuperação acima do esperado em áreas atingidas por enchentes.

Passo Fundo: O campo nativo apresenta desenvolvimento excelente, apesar da necessidade de roçadas para controle de invasoras.

Pelotas: Forrageiras anuais, perenes e campos nativos garantem boa oferta de alimento para bovinos e ovinos.

Porto Alegre: Alternância entre chuvas e dias ensolarados favorece significativamente as pastagens.

Santa Maria: Pastagens de verão como tifton, capim aruana e jiggs, além do campo nativo, se desenvolvem adequadamente com boa oferta de forragem.

Santa Rosa: Novas áreas com capim sudão estão sendo implantadas, com complementação alimentar de silagem e feno.

Soledade: Pastagens perenes e campos nativos apresentam rebrote satisfatório devido à umidade do solo, enquanto anuais demonstram ótimo desempenho vegetativo.





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chuva e calor intenso marcam clima no Brasil



Nesta terça-feira (7), o clima no Brasil será diversificado, com sol e calor predominando no Sul e no Sudeste, enquanto a Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS) e a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) influenciam condições de chuva intensa no Norte, Nordeste e Centro-Oeste.

Veja como ficam as condições em todas as regiões do país, de acordo com as informações da Climatempo.

Sul

O vento úmido proveniente do mar favorece a ocorrência de chuvas localizadas durante a tarde no litoral norte do Rio Grande do Sul, no leste de Santa Catarina e no Paraná.

A maior parte da terça-feira será ensolarada, com muito calor no interior e no oeste do Rio Grande do Sul.

Sudeste

O dia será de sol e muito calor no oeste de São Paulo, sem previsão de chuva. A frente fria estacionária na altura do Espírito Santo provoca nuvens carregadas no estado e no norte de Minas Gerais.

No Rio de Janeiro e em São Paulo, o tempo abafado traz pancadas de chuva típicas de verão entre a tarde e a noite.

Centro-Oeste

A ZCAS continua influenciando o tempo em Goiás, Distrito Federal e Mato Grosso, com dia nublado e pancadas de chuva persistentes ao longo do dia.

No norte de Mato Grosso do Sul, o clima será mais instável, com previsão de chuva moderada a forte, enquanto o centro-sul do estado permanecerá com tempo firme.

Nordeste

O tempo fica fechado e chuvoso no oeste e sul da Bahia, com alerta para temporais. A ZCAS mantém instabilidade entre Maranhão e Piauí.

Na costa norte do Nordeste, a ZCIT aumenta a umidade, provocando pancadas de chuva no litoral e interior do Ceará e do Rio Grande do Norte.

Norte

A terça-feira será instável em toda a região, com sol entre nuvens e pancadas de chuva forte. Há alto risco de temporais nos estados do Acre, Amazonas, Rondônia, Tocantins e Pará.



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Semana começou com preços estáveis no mercado do boi gordo



As escalas de abate seguem, em média, para uma semana




Foto: Pixabay

O informativo “Tem Boi na Linha”, da Scot Consultoria, apontou que o mercado do boi gordo começou a semana sem alterações significativas nos preços. Algumas indústrias permanecem fora das compras, reavaliando os valores após o período de festividades, enquanto outras relataram menor oferta, com vendedores ainda ajustando suas estratégias.

As escalas de abate seguem, em média, para uma semana. No Espírito Santo, o mercado abriu com alta de R$ 5,00/@ para vaca e novilha, enquanto as cotações do boi gordo e do chamado “boi China” permaneceram estáveis.

Atacado de Carne com Osso

O consumo no atacado apresentou desempenho positivo em comparação à semana anterior, com expectativa de normalização e aumento na procura por cortes do dianteiro.

Carcaça de Boi: A carcaça do boi capão e da novilha casada mantiveram os mesmos preços. Já a carcaça do boi inteiro registrou alta de 1,5%, enquanto a da vaca casada subiu 0,8%.

Carnes Alternativas: O mercado de carnes alternativas mostrou oscilações. A carcaça do suíno especial teve queda de 1,6%, enquanto a cotação do frango médio subiu 2,7%.





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Rio Grande do Sul finaliza a semeadura de arroz irrigado



Algumas regiões enfrentaram desafios




Foto: Pixabay

Segundo dados do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga), o Rio Grande do Sul concluiu a semeadura de arroz irrigado para a safra 2024/2025, alcançando uma área total de 927.885,90 hectares, o que representa 97,84% da intenção inicial de plantio. Apesar do bom desempenho geral, algumas regiões enfrentaram desafios que impediram o cumprimento integral das metas estabelecidas.

Impactos Regionais

  • Região Central: Foi a região mais prejudicada pelas enchentes de maio e pelas chuvas intensas subsequentes, que atrasaram a reconstrução das áreas afetadas. A região semeou 84,78% da área prevista.
  • Zona Sul e Planície Costeira Interna: Plantaram uma área ligeiramente menor do que a intenção inicial, mas mantiveram números próximos da meta.


O Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga) destacou que as equipes dos Núcleos de Assistência Técnica e Extensão Rural (Nates) realizarão novos levantamentos ao longo de janeiro. Os números finais serão apresentados durante a Abertura da Colheita do Arroz, evento agendado para os dias 18 a 20 de fevereiro, em Capão do Leão.





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Colheita de pêssego entra na reta final



Produtividade varia significativamente entre os pomares




Foto: Pixabay

De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (02) pela Emater/RS-Ascar, a colheita de pêssegos está em fase final no Rio Grande do Sul. Enquanto a região de Pelotas avança com as últimas áreas das cultivares tardias, como a Eldorado, a produtividade varia significativamente entre os pomares, refletindo os desafios climáticos e fitossanitários enfrentados nesta safra.

Na região administrativa de Pelotas, uma das principais produtoras do Estado, os valores pagos pelo quilo do pêssego variam entre R$ 2,20 e R$ 2,50. No entanto, o estado fitossanitário dos pomares é considerado preocupante, com alta incidência de pragas, como a mosca-das-frutas (Anastrepha spp.), e de doenças, como a podridão-parda (Monilinia fructicola).

O Sistema de Alerta para a Mosca-das-Frutas emitiu recomendações para mitigar os impactos, incluindo:

  • Poda verde e adubação de pós-colheita.
  • Cuidados no manejo fitossanitário e no ponto de colheita.
  • Manutenção das folhas até o outono, visando o acúmulo de reservas energéticas para a próxima safra.
  • Adubação verde, essencial para a saúde do solo.


Na região de Passo Fundo, 90% das variedades precoces já foram colhidas, enquanto 40% das tardias estão em processo de colheita. A cultura apresenta boa sanidade e a comercialização é predominantemente destinada a empresas da Serra Gaúcha.





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Petrobras lança primeira chamada pública para aquisição


A Petrobras lançou nesta segunda-feira (6) a primeira chamada de propostas para aquisição de biometano. A empresa informou que a iniciativa está alinhada aos objetivos da companhia de descarbonização das operações e atuação com um portfólio de ofertas de gás robusto e competitivo com produtos com menor pegada de carbono.

A iniciativa prevê o recebimento de ofertas para contratação com entregas a partir de 2026, prazos contratuais de até 11 anos, e recebimento em diferentes pontos de entrega, como refinarias, usinas termelétricas, na malha de transporte e na malha de distribuição. O processo busca, ainda, o levantamento das condições comerciais oferecidas pelo mercado em função da descarbonização criada pela lei 14.993/2024, conhecida como Lei do Combustível do Futuro.

“Dentro dos conceitos da transição energética justa, se a empresa obtiver sinalização positiva dos produtores quanto às condições de competitividade e oferta desse insumo, a Petrobras pode adquirir volumes três a quatro vezes maiores do que a produção média diária de biometano do país, que é de cerca de 220 mil m³/dia, conforme registros públicos da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP)”, afirma o diretor de Transição Energética e Sustentabilidade da Petrobras, Maurício Tolmasquim.

Segundo a estatal, o processo incentiva o desenvolvimento de todo o ecossistema relacionado ao biometano em diversos pontos do país, além de ter o potencial de contribuir para a viabilização de investimentos na cadeia produtiva, que envolve a agroindústria, em especial os segmentos sucroalcooleiro e pecuário, e aterros sanitários, contribuindo não somente com a geração de energia limpa, mas também com os processos de gestão de resíduos nessas áreas, com benefícios amplos a toda a sociedade.

Pré-requisitos

A primeira etapa da chamada será não vinculante e demandará a apresentação de propostas comerciais, acompanhadas de informações como a origem do biometano, o meio de movimentação, a eventual sazonalidade de produção e o cronograma previsto, no caso de projetos que ainda não estejam operando. A etapa seguinte, prevista para a  partir de maio deste ano, será de negociação comercial para aquisição de biometano.

O insumo deverá ser acompanhado do certificado de garantia de origem e atender aos requisitos e padrões de qualidade da ANP. Também serão aceitas propostas para a compra de certificados de garantia de origem, o que viabiliza a participação de produtores em pequena escala ou aqueles instalados em locais em que não exista possibilidade logística para a entrega nos pontos aceitos pela Petrobras.

Todos os termos para a participação na chamada de propostas, como os pontos de entrega, requisitos de qualificação, termos gerais do contrato, cronograma, entre outros, são descritos em regulamento disponível aqui.  O processo da chamada será realizado via Portal de Compras Eletrônicas Petronect. Empresas sem registro no Portal Petronect deverão acessar o site www.petronect.com.br, opção “Cadastre-se na Petrobras”, por meio do link poderão iniciar o cadastramento.

O biometano é oriundo do processo de purificação do biogás, produzido a partir de matéria-prima de origem orgânica, e é constituído essencialmente de metano. O produto é especificado segundo os padrões da ANP e reúne características que o tornam intercambiável com o gás natural de origem fóssil em suas diversas aplicações, podendo ser utilizado para geração de energia renovável, como insumo na descarbonização da indústria, na produção de hidrogênio de baixo carbono, bem como em processos de biorrefino e produção de fertilizantes.



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