quarta-feira, julho 8, 2026

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Brasil se mantém refém de trigo importado, mas volume de exportação quase foi recorde



Em 2024, o Brasil atingiu a segunda melhor colheita de trigo da história, com oito milhões de toneladas. Ao se considerar as exportações e importações do produto – uma vez que o país não é autossuficiente – foram 9,48 milhões de toneladas movimentadas.

O consumo interno gira em torno de 12 a 13 milhões de toneladas e, portanto, o desafio é o de reduzir as compras e aumentar a produção. Porém, no ano passado, uma grande lacuna foi registrada: 6,65 milhões de toneladas compradas do exterior, aumento de 59% ante 2023, conforme a Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

Ainda assim, as exportações também foram significativas em 2024, com 2,83 milhões de toneladas vendidas, incremento de 20,4% ante o ano retrasado.

Qualidade do trigo

“Para reduzir a dependência das importações, cabe ao Brasil aumentar a sua produção e para 2025 a expectativa da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) é de, ao menos, repetir 2024, ou seja, produzir cerca de oito milhões de toneladas”, afirma o diretor do Canal Rural Sul, Giovani Ferreira.

Ele lembra que outro fator a mexer com a dinâmica de compra e venda do cereal é a qualidade. “Precisamos do trigo tipo pão, ou seja, não adianta aumentar a produção sem trabalhar a genética, a biotecnologia, ou seja, a qualidade do trigo”.



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Diesel comum sobe 3,85% e tipo S-10 2,79% no acumulado de 2024, segundo…


Tipo comum do combustível fecha 2024 a preço médio de R$ 6,20; já o tipo S-10 encerra o ano a R$ 6,27

De acordo com a mais recente análise do Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL), levantamento que consolida o comportamento de preços das transações nos postos de combustível, trazendo uma média precisa, os preços médios dos dois tipos de diesel encerraram 2024 em alta no Brasil, com destaque para o comum, que registrou um aumento acumulado de 3,85% ao longo do ano. Já o tipo S-10 teve uma alta de 2,79% no mesmo período, Os combustíveis encerraram o ano com preços médios de R$ 6,20 e R$ 6,27, respectivamente.

“O diesel ficou mais caro ao longo do ano, impulsionado não só pelos reajustes de preço, como também pela recente valorização do dólar em relação ao real, intensificada nas últimas semanas de 2024. Ademais, fatores como a estrutura logística também exercem um papel importante no preço final encontrado pelo consumidor nos postos”, afirma Douglas Pina, Diretor-Geral de Mobilidade da Edenred Brasil.

O IPTL é um índice de preços de combustíveis levantado com base nos abastecimentos realizados nos 21 mil postos credenciados da Edenred Ticket Log, com uma robusta estrutura de data science que consolida o comportamento de preços das transações nos postos, trazendo uma média precisa, que tem grande confiabilidade, por causa da quantidade de veículos administrados pela marca: mais de 1 milhão, com uma média de oito transações por segundo. A Edenred Ticket Log, marca da linha de negócios de Mobilidade da Edenred Brasil, conta com mais de 30 anos de experiência e se adapta às necessidades dos clientes, oferecendo soluções modernas e inovadoras, a fim de simplificar os processos diários.

 

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Fonte:

Assessoria de Imprensa





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Plantio de maçãs no sul de Minas surpreende com 30 toneladas na primeira safra


No sul de Minas, tradicionalmente reconhecido pela produção de café, uma nova cultura está despontando: a maçã. Geralmente cultivada em regiões mais frias, a fruta agora integra um projeto da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural de Minas Gerais (Emater-MG), que busca diversificar a produção agrícola e garantir renda adicional aos agricultores. A primeira safra do projeto foi concluída com sucesso, somando 30 toneladas de maçãs colhidas.

A iniciativa envolve municípios como Alfenas, Guaxupé, Monte Santo de Minas, Guaranésia e Areado, promovendo a compra conjunta de mudas e assistência técnica integral aos agricultores. Desde a escolha da área de plantio até o manejo das árvores, os produtores receberam suporte especializado.

Segundo Kleso Franco Júnior, coordenador técnico da Emater-MG, as variedades escolhidas – Eva e Princesa – foram desenvolvidas pelo Instituto Agronômico do Paraná (Iapar) devido à sua adaptabilidade ao clima do Sul de Minas, onde os invernos são menos rigorosos que nas regiões produtoras tradicionais do Sul do Brasil.

“A produção de maçã exige dedicação e acompanhamento técnico. No primeiro ano de colheita, algumas plantas chegaram a produzir 15 quilos de frutos por pé, o que é muito significativo para uma cultura ainda em fase de teste”, explicou Kleso Franco.

Ao todo, foram plantados 1,5 mil pés de maçã em uma área de dois hectares. As propriedades de Alfenas e Guaxupé, além de participarem do projeto, funcionam como Unidades Demonstrativas, recebendo visitas de outros agricultores interessados em aprender sobre a nova cultura.

MAÇÃ EVA E PRINCESA MGMAÇÃ EVA E PRINCESA MG

A produção inicial abastece o mercado regional com frutas frescas e apresenta potencial para atender programas institucionais, como o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), que incentiva a agricultura familiar.

Diversificação e parcerias

A diversificação não parou na maçã. Agricultores participantes também apostaram em outras frutas de clima temperado. Em Guaranésia, o cafeicultor Luís Celso Pedroso plantou maçã, pêssego e uva em uma área de 0,5 hectare, buscando avaliar qual cultura melhor se adapta ao local.

“A área que tenho é pequena para o plantio de milho e soja, e muito sujeita a geadas, o que não favorece o café. Estou gostando da experiência com a maçã, mas ainda é um aprendizado”, afirmou Pedroso. Na primeira colheita, ele produziu 170 quilos de maçãs, vendidas a um feirante local. Com os resultados promissores, ele planeja ampliar o cultivo na próxima safra.

Em Areado, a parceria com a prefeitura garantiu mudas e insumos para 20 produtores em 2023. O sucesso inicial do projeto motivou a ampliação para 2025, beneficiando mais 20 agricultores e expandindo a área plantada. Além da maçã, o projeto incentiva o plantio de goiaba, maracujá, citros, banana e outras frutas.

Perspectivas

Os resultados iniciais mostram que o cultivo de maçãs pode ser uma alternativa viável no Sul de Minas, oferecendo maior rentabilidade aos pequenos produtores. “Além da venda da fruta in natura, já fomos procurados por agricultores interessados em processar as frutas diretamente nas propriedades, agregando valor ao produto final”, comentou o coordenador Kleso Franco.

Com apoio técnico, parcerias e diversificação, o projeto promete transformar o Sul de Minas em uma referência na produção de frutas de clima temperado, ampliando oportunidades para os agricultores da região.



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Colheita de aveia cai 30,3% no Paraná


Segundo o 4º levantamento da safra de grãos 2024/25, apresentado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a colheita da aveia-branca no Brasil, chegou ao fim no Rio Grande do Sul no mês de dezembro. A operação teve início em setembro, atingindo 1% da área cultivada, e seguiu com um ritmo crescente até dezembro, quando 2% das áreas restantes foram colhidas. A produtividade variou consideravelmente devido a fatores como o pacote tecnológico adotado pelos produtores e os eventos climáticos, que impactaram diretamente a cultura.

A semeadura da aveia teve início em maio, com término apenas em julho, o que resultou em um longo período para o plantio. Esse atraso foi causado pelas constantes e volumosas precipitações durante o período. Além disso, o desenvolvimento da cultura foi influenciado pelo excesso de chuvas no início do ciclo, especialmente nas regiões Oeste, Alto Uruguai, Missões e Fronteira Oeste, além de episódios de geadas e falta de radiação solar. A fumaça das queimadas no Centro-Oeste também afetou o crescimento das plantas.

De setembro a outubro, as chuvas, com volumes superiores a 200 mm em algumas regiões, coincidiram com a maturação das lavouras no Oeste e o florescimento e enchimento de grãos nas regiões mais a leste, como Planalto Médio e Superior. Esse cenário resultou em uma produção de aveia de produtividade variável, com a maior parte das lavouras registrando índices entre 2.100 kg/ha e 3.000 kg/ha. A produtividade média da safra 2024 foi de 2.361 kg/ha, representando um aumento de 26% em relação à safra anterior, mas 8% inferior à de 2022, o que gerou descontentamento entre os produtores.

Em relação à área cultivada, houve um pequeno ajuste de 0,1% em comparação ao levantamento anterior, com um total de 356,8 mil hectares plantados com aveia.

Já no Paraná, a cultura foi totalmente colhida. As condições climáticas desfavoráveis, com temperaturas elevadas e falta de chuvas em momentos críticos, impactaram negativamente a safra, que apresentou uma redução de 30,3% em relação ao ciclo anterior. O clima quente e a ocorrência de duas geadas prejudicaram ainda mais a produção. A colheita paranaense foi destinada à indústria de alimentação humana (produção de flocos) e alimentação animal (ração), além de parte da produção ser destinada à semeadura para o próximo ciclo.





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Preços dos combustíveis oscilam perto de estabilidade nos primeiros dias do ano


Os preços dos combustíveis registraram variações discretas nos primeiros quinze dias de 2024, aponta o Panorama Veloe de Indicadores de Mobilidade, desenvolvido em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).

De acordo com os números nacionais, o preço médio da gasolina comum se manteve praticamente estável nesse período (-0,02%). Comparativamente, o etanol registrou uma discreta elevação de R$ 0,03 em seu preço médio (+0,71%), assim como o diesel S-10, com ajuste positivo de R$ 0,01 (+0,22%). Os resultados evidenciam um cenário de relativa estabilidade nos preços cobrados nos postos brasileiros na abertura do ano.

O cenário foi similar à apuração nas capitais, onde o destaque também ficou por conta da pequena elevação de R$ 0,03 no preço médio do etanol hidratado (proporcionalmente, +0,62%) e de R$ 0,01 no caso do diesel S-10 (que correspondeu ao acréscimo proporcional de +0,12%). Em contraste, o preço médio da gasolina comum apresentou um recuo marginal de R$ 0,01 nas capitais, o que correspondeu a um ajuste de -0,09% em relação ao valor médio apurado pelo levantamento ao final de dezembro.

Na esteira dessas oscilações observadas, a análise de custo-benefício entre etanol e gasolina, dada pelo Indicador Custo-Benefício Flex, que mede a relação entre o preço e o rendimento de ambos combustíveis, permaneceu na faixa de indiferença adotada pelo levantamento, com valor de 70,4% no âmbito nacional e 70,6% nas capitais. Assim, embora ambos percentuais tenham se situado acima do patamar de 70%, os resultados não representam vantagem significativa no abastecimento entre as duas opções.

Em todo caso, é importante ressaltar que essas diferenças podem ser mais relevantes em certas regiões ou cidades, tendo em vista os níveis de preços nessas localidades.





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Dia será marcado por temporais em grande parte do país; confira



O fim de semana começa chuvoso em grande parte do país, com risco de temporais em áreas amplas. Veja a previsão de Norte a Sul:

Sul

A chuva continua se espalhando mais sobre áreas do leste, litoral e serra do Rio Grande do Sul. Pancadas de moderada a forte intensidade em Santa Catarina e tempo mais fechado e chuvoso no norte e nordeste do Paraná, com risco de temporais. Chove a qualquer momento no litoral e interior paranaenses.

Sudeste

Pancadas mais isoladas e irregulares no centro-norte de Minas Gerais e do Espírito Santo. Risco de chuva forte concentrada entre o centro-sul, Triângulo mineiro e o estado de São Paulo. Chove de forma mais irregular no Rio de Janeiro.

Centro-Oeste

Tempo fechado e condições de novas pancadas de chuva sobre Mato Grosso e Goiás. Apesar das aberturas de sol no Distrito Federal e no sul de Mato Grosso do Sul, a chuva pode ocorrer em forma de pancadas de verão, localmente fortes. Alerta de temporais isolados no extremo norte de Mato Grosso do Sul.

Nordeste

O risco de temporais diminui em grande parte da Região. Contudo, as pancadas podem ocorrer com moderada até forte intensidade entre Maranhão, Piauí, Ceará, sul do Rio Grande do Norte, interior de Pernambuco, no litoral da Bahia e em Sergipe. O dia ainda será marcado por sol e chuva nos períodos da tarde e da noite.

Norte

Pouca chuva no Amazonas, Acre, em Roraima e no noroeste do Pará. Tempo fechado e chuvoso no Amapá e em Rondônia, com risco alto de temporais. Chove a qualquer momento em Tocantins.



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Dólar comercial recua para menos de R$ 6,04 nesta sexta



Dólar opera em baixa antecipando posses presidenciais


Foto: Pixabay

Segundo dados do InfoMoney divulgados nesta sexta-feria (17), o dólar comercial apresentava queda durante o dia, com o mercado focado na posse do presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, programada para segunda-feira, e nas perspectivas para as taxas de juros das principais economias globais. Às 13h05, a moeda norte-americana operava com baixa de 0,23%, cotada a R$ 6,038 na compra e R$ 6,039 na venda.

No mercado futuro, o contrato de dólar de primeiro vencimento registrava queda de 0,32%, a 6.047 pontos.

O Banco Central anunciou que realizará um leilão de até 15.000 contratos de swap cambial tradicional, com o objetivo de rolar o vencimento previsto para 3 de fevereiro de 2025.

Dólar comercial

  • Compra: R$ 6,038
  • Venda: R$ 6,039

Dólar turismo

  • Compra: R$ 6,133
  • Venda: R$ 6,313





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Poder de compra de fertilizantes registra alta em dezembro


O Índice de Poder de Compra de Fertilizantes (IPCF) registrou uma ligeira alta em dezembro de 2024, fechando em 1,05, superando o valor registrado no mês anterior. Esse índice reflete a relação entre os preços dos fertilizantes e das commodities agrícolas e indica que o início de 2025 será marcado por um cenário de planejamento estratégico para os produtores rurais, especialmente durante a curta janela de plantio de milho segunda safra. Produtores que realizam compras antecipadas tendem a obter preços mais favoráveis, além de evitar congestionamentos logísticos nas entregas de insumos e garantir que os fertilizantes cheguem no momento ideal para a aplicação.

No período analisado, o preço médio dos fertilizantes apresentou um aumento de cerca de 2%, impulsionado principalmente pela alta de 4% no cloreto de potássio (KCl). Por outro lado, as commodities registraram uma queda média de 6%, com destaque para a soja, que foi impactada pela valorização do dólar, que subiu cerca de 5% em relação ao mês anterior. Essa desvalorização das commodities, no entanto, não afetou a demanda interna de milho, que segue firme, especialmente devido à procura das usinas de etanol, o que tem sustentado os preços da commodity no mercado doméstico.

O mercado permanece atento ao início da colheita da soja e ao clima, com a janela de plantio do milho de segunda safra se aproximando. Aproximadamente 20% dos fertilizantes ainda precisam ser negociados para esta safra. Para os próximos meses, a orientação é que os produtores busquem antecipar suas compras para garantir melhores condições de mercado.

O IPCF, divulgado mensalmente pela Mosaic, é um indicador que reflete a relação entre os preços de fertilizantes e as commodities agrícolas. Seu cálculo considera as principais lavouras brasileiras – soja, milho, açúcar, etanol e algodão – e é ponderado pelo câmbio. Quanto menor a relação, mais favorável é o índice e, consequentemente, a troca entre fertilizantes e commodities. A metodologia utiliza dados de preços de fertilizantes fornecidos pela CRU e de commodities apurados pela Agência Estado e CEPEA.

O índice é calculado levando em consideração os preços de fertilizantes como MAP, SSP, ureia e KCl, ponderados conforme o uso em diferentes culturas. As commodities incluem soja, milho, açúcar, etanol e algodão, com os preços ponderados pelo consumo de fertilizantes. O índice também leva em conta o câmbio, sendo que 70% do peso dos fertilizantes e 85% do peso das commodities é influenciado pela moeda estrangeira.

Dados referentes a dezembro de 2024.





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Preço do leite cai 2,29% em MT



Produção de leite cresce 8,45% em novembro




Foto: Divulgação

Segundo os dados do boletim semanal do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), divulgado nesta segunda-feira (13), o preço do leite captado em novembro de 2024 apresentou queda de 2,29% em relação ao mês anterior, fixando-se em R$ 2,31 por litro. Essa retração reflete a elevação na produção do período, impulsionada pelas chuvas sazonais que melhoraram tanto a quantidade quanto a qualidade das pastagens no estado.

O Índice de Captação do Leite (ICAP-L) atingiu 61,23% em novembro, um crescimento de 8,45 pontos percentuais em comparação ao mês anterior, evidenciando o aumento da oferta. Essa expansão também afetou os preços dos derivados lácteos no mercado atacadista: a muçarela registrou queda de 4,52%, sendo comercializada a R$ 33,24 por quilo, enquanto a manteiga apresentou recuo de 3,77%, com preço médio de R$ 36,47 por quilo.

A redução no preço do leite cru também está atrelada ao menor poder de compra dos consumidores, pressionado pelas despesas típicas do início do ano, como matrículas escolares, IPVA, IPTU e seguros. Além disso, a continuidade do período de alta produção de leite reforça a tendência de preços mais baixos para o produtor no curto prazo.

A expectativa do setor é de que as condições climáticas favoráveis continuem sustentando a boa produtividade, enquanto o mercado observa a possibilidade de estabilização de preços diante da recuperação gradual do consumo interno.





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Banco Central anuncia primeira intervenção no câmbio em 2025



Após quase três semanas sem atuar no câmbio, o Banco Central (BC) anunciou, no início da noite desta sexta-feira (17), a primeira intervenção cambial em 2025.

Na próxima segunda-feira (20), a autoridade monetária venderá até US$ 2 bilhões das reservas internacionais em leilões de linha, quando assume o compromisso de recomprar o dinheiro daqui a alguns meses.

Estão previstos dois leilões de até US$ 1 bilhão cada. O dinheiro do primeiro leilão retornará às reservas internacionais em 4 de novembro; e o do segundo leilão, em 2 de dezembro.

A última intervenção do BC no câmbio havia ocorrido em 30 de dezembro, quando a autoridade monetária vendeu US$ 1,815 bilhão das reservas internacionais à vista. Nessa modalidade, a venda é definitiva, e o dinheiro não volta às reservas.

O último leilão de linha (com compromisso de recompra) foi realizado em 20 de dezembro, quando a autoridade monetária vendeu US$ 2 bilhões. Em dezembro, o BC vendeu US$ 32,59 bilhões das reservas externas, o maior volume mensal de intervenções cambiais desde a criação do regime de metas de inflação, em 1999.

Nesta sexta-feira, o dólar comercial encerrou o dia vendido a R$ 6,066, com alta de R$ 0,012 (+0,2%). A cotação oscilou bastante durante o dia, chegando a R$ 6,08 por volta das 11h e caindo para R$ 6,03 por volta das 13h, antes de passar a subir durante a tarde e fechar em leve alta.



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