terça-feira, julho 7, 2026

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Embarques de milho brasileiro registraram queda de 29%



Milho brasileiro perde competitividade, mas vendas para África dobram




Foto: Divulgação

Os embarques de milho brasileiro registraram queda de 29% em 2024 em relação ao ano anterior, reflexo de uma menor demanda asiática, especialmente da Coreia do Sul, China e Japão. Segundo informações do Itaú BBA, o volume exportado ao longo do ano totalizou 40 milhões de toneladas, resultado influenciado pelos preços do cereal brasileiro, que ficaram acima da paridade de exportação em boa parte do período, tornando o milho americano mais competitivo.

Apesar da retração no mercado asiático, os embarques para o continente africano dobraram, com destaque para o Egito, que se consolidou como o principal destino do milho brasileiro, adquirindo 14% do volume exportado. Esse número representa um aumento expressivo de 240% em relação ao ano anterior.

O relatório do Itaú BBA também revela uma queda de 16% nos preços do milho, que ficaram em média a USD 202,6 por tonelada, refletindo os desafios enfrentados pelo setor em 2024.

 





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Inflação no Brasil comanda expectativas do mercado hoje; ouça análise e projeções


Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta a queda do dólar para R$ 5,92 e o Ibovespa recuando 0,4%. Destaques foram as falas de Trump sobre relações com a China e pedido à Opep para reduzir custos do petróleo, com Brent a US$ 77.

No Brasil, o mercado reage ao IPCA-15, que deve registrar deflação de 0,09%, influenciado por energia elétrica e passagens aéreas. Alimentos seguem pressionando.

No exterior, foco nos PMIs dos EUA e na fala de Christine Lagarde.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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Plantio preciso para uma safrinha produtiva



A semente é muito importante



Essas descobertas reforçam a necessidade de investir em máquinas e tecnologias
Essas descobertas reforçam a necessidade de investir em máquinas e tecnologias – Foto: Divulgação

A safrinha de milho de 2025 traz grandes oportunidades para o setor agrícola, mas também ressalta a importância de investir no essencial: a qualidade do plantio. Segundo Leonardo Plixo, Coordenador de Marketing de Produto Plantadeiras e Tecnologia da Massey Ferguson, esse é o ponto de partida para alcançar altos níveis de produtividade e eficiência no campo.

De acordo com um estudo publicado no Journal of Agricultural Science, a uniformidade no espaçamento entre sementes pode aumentar a produtividade em até 10%, evitando competição desnecessária entre plantas e promovendo o desenvolvimento uniforme da lavoura. Além disso, a profundidade adequada de plantio desempenha um papel crucial na germinação das sementes e no estabelecimento inicial da planta, como destacado por pesquisas da American Society of Agronomy.

Essas descobertas reforçam a necessidade de investir em máquinas e tecnologias que garantam um espaçamento regular e uniforme, precisão na profundidade de plantio e a redução de falhas e sobreposições. Esses fatores impactam positivamente o stand final da lavoura, ajudando a potencializar os resultados da safra.

No campo, onde cada detalhe importa, adaptar as soluções às realidades do produtor é essencial. Seja em operações de pequeno, médio ou grande porte, equipamentos que priorizem eficiência e qualidade são fundamentais para superar os desafios da safra e garantir um futuro promissor para a produção de milho. “No campo, onde cada detalhe importa, investir em plantio de qualidade é garantir um futuro promissor para a produção”, comenta.

 





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Semana termina com chuva forte generalizada no Sul e pancadas em outras regiões



A semana termina com tempo severo em grande parte do país. Acompanhe a previsão do tempo para esta sexta-feira (24):

Sul

Tempo instável com previsão de chuva forte no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e no centro-sul e leste do Paraná. Assim, a semana termina com risco de temporais localizados. Só não há previsão de chuva no extremo norte e noroeste paranaenses.

Sudeste

Semana termina com pancadas de moderadas a fortes no estado de São Paulo. Há risco de alguns temporais isolados. Enquanto isso, o tempo fica mais aberto e ensolarado no Rio de Janeiro, centro-norte e leste de Minas Gerais e no Espírito Santo. Nessas localidades, pancadas típicas de verão entre tarde e noite. Dia mais fechado e chuvoso no Triângulo e sul mineiros.

Centro-Oeste

Semana termina abafada e com pancadas de chuva nos três estados da Região. Contudo, não chove no Distrito Federal. Dia de sol, aumento de nuvens e pancadas a qualquer hora no noroeste de Mato Grosso do Sul e no sul de Goiás. Chove em forma de pancadas no centro-leste de Mato Grosso e no interior goiano.

Nordeste

Dia de sol, temperaturas em elevação e chuva forte entre Maranhão e Pará. Chove em forma de pancadas no Piauí e Ceará. Porém, há pouca chuva no sertão do Nordeste. Pancadas moderadas no leste e litoral da Bahia, no leste de Pernambuco e no litoral do Rio Grande do Norte.

Norte

Pancadas a qualquer momento no Amazonas, Acre, Pará, Tocantins e Amapá com risco alto de temporais. A chuva acontece de forma frequente no sul de Roraima e pode vir acompanhada por trovoadas.



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Região Norte lidera inadimplência no agro; Sul tem melhor desempenho


De acordo com um levantamento da Serasa Experian, 7,7% da população rural brasileira estava inadimplente no terceiro trimestre de 2024, considerando dívidas vencidas há mais de 180 dias e contraídas junto a empresas relacionadas às principais atividades do agronegócio. Em comparação ao segundo trimestre do mesmo ano, houve um aumento de 0,3 pontos percentuais na taxa.

Para Marcelo Pimenta, head de agronegócio da Serasa Experian, o quadro ainda é considerado estável, mesmo diante de adversidades como acesso ao crédito limitado, rolagem de dívidas, preços das commodities e impactos climáticos. “Apesar do leve aumento, o fato de a maioria dos proprietários rurais se manter adimplente é um reflexo positivo, considerando os desafios enfrentados no campo”, destacou.

Pequenos produtores lideram adimplência no setor

O estudo revelou que os pequenos proprietários rurais apresentam o menor índice de inadimplência, com 6,9%. Na sequência estão os produtores de médio porte (7,4%) e aqueles sem registro de cadastro rural – como arrendatários e participantes de grupos familiares – com 9,9%. Já os grandes proprietários registraram a maior taxa, atingindo 10,2%.

Região Norte Agro tem maior índice de inadimplência

Entre as regiões analisadas, a “Norte Agro” – que inclui o Norte do Brasil (com exceção de Rondônia e Tocantins) e parte do Maranhão – liderou a inadimplência no terceiro trimestre de 2024, com um índice de 11,1%. Em contraste, a região Sul se destacou com o menor percentual de inadimplentes, marcando apenas 5%.

Proprietários experientes têm maior estabilidade financeira

O levantamento apontou que a idade dos proprietários rurais influencia na capacidade de honrar dívidas. Os mais experientes registraram os menores índices de inadimplência, enquanto aqueles com idades entre 18 e 29 anos formaram a parcela mais inadimplente da população rural.

Setores do agronegócio apresentam otimismo na inadimplência

Dentre os setores onde as dívidas foram contraídas, as instituições financeiras tiveram maior participação, com 6,8% de inadimplentes. Por outro lado, setores diretamente ligados ao agronegócio, como agroindústrias, serviços de apoio, e revendas de insumos e máquinas, apresentaram taxas baixíssimas, de 0,2% e 0,1%, respectivamente.

“Os dados mostram que a cadeia agro permanece resiliente em termos de inadimplência. Se, no geral, 7,7% dos proprietários rurais estão inadimplentes, em setores diretamente relacionados ao agronegócio, os percentuais são ainda menores, o que reforça a solidez do setor”, concluiu Marcelo Pimenta.





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os fatores que impactam a aplicação de fertilizantes



A agricultura moderna é uma ciência integrada que exige precisão em cada etapa




Foto: Divulgação

A agricultura moderna é uma ciência integrada que exige precisão em cada etapa. Desde o plantio até a colheita, o sucesso de uma lavoura depende, entre outros fatores, das condições climáticas, que têm impacto direto na eficácia de operações como a aplicação foliar de fertilizantes. Ignorar essas variáveis pode significar desperdício de insumos, prejuízos financeiros e danos ambientais.

A aplicação de fertilizantes foliares, que representa até 30% dos custos totais de uma lavoura, depende de fatores como temperatura, umidade relativa do ar, direção e velocidade do vento, além de chuvas e estresse hídrico. Por exemplo, altas temperaturas e baixa umidade podem acelerar a evaporação das gotas, diminuindo sua capacidade de atingir o alvo e aumentando o risco de deriva – o movimento do produto fora da área pretendida.

Outro fenômeno climático que deve ser lembrado é a inversão térmica, quando o ar mais quente sobe e carrega as gotas pulverizadas para longe das plantas. Nessas situações, aplicações realizadas em condições inadequadas podem perder eficiência e causar impactos indesejados em áreas adjacentes, como lavouras vizinhas ou reservas ambientais.

A tecnologia tem avançado para mitigar esses problemas, com equipamentos mais sofisticados e formulações que oferecem maior flexibilidade. Entretanto, a estratégia ainda começa com o planejamento. Estar atento a parâmetros climáticos antes de iniciar a pulverização é essencial para maximizar os resultados.

Boas práticas para pulverização eficiente

Prefira gotas maiores, que são menos influenciadas pelo vento e têm maior precisão.

Mantenha a pulverização em condições climáticas ideais, com ventos entre 2 e 7 km/h e umidade relativa entre 60% e 95%.

Evite operações noturnas, quando as inversões térmicas são mais intensas.

Planeje a aplicação em horários com menor risco de chuvas logo após o processo.





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Custo total do milho sobe 3,83% na safra 24/25



Custo do milho alta tecnologia aumenta no Mato Grosso




Foto: Divulgação

O Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) consolidou os dados de custo de produção do milho alta tecnologia da safra 2024/25 em Mato Grosso, destacando uma elevação no Custo Total, que alcançou R$ 6.094,19 por hectare, um aumento de 3,83% em relação à safra anterior.

Apesar do aumento no custo total, o custeio da safra apresentou redução de 1,46%, sendo consolidado em R$ 3.236,64 por hectare. Essa queda foi atribuída à redução de 11,61% nos preços de fertilizantes e corretivos em comparação com o ciclo 2023/24.

Para cobrir as despesas do custeio, o produtor modal precisará alcançar uma produtividade mínima de 79,45 sacas por hectare, considerando o preço médio de R$ 40,74 por saca. Esse rendimento é ligeiramente superior ao da safra anterior, com um aumento de 0,45%, devido à queda de 1,90% no preço médio do milho no ciclo atual.

Com base na produtividade média das últimas três safras (111,72 sacas por hectare), o produtor modal teria condições de cobrir as despesas do custeio, mesmo diante da necessidade de um rendimento maior para compensar a queda no preço do milho.





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Os pilares da produtividade no feijão: radiação, água e manejo



A colheita do feijão varia conforme o tamanho da área cultivada




Foto: Canva

A cultura do feijão, essencial para a alimentação dos brasileiros e para o agronegócio nacional, demanda práticas bem estruturadas para alcançar alta produtividade. Segundo dados divulgados pelo Blog Aegro, a produção nacional do grão chegou a 3,13 milhões de toneladas na última década, considerando as três safras anuais.

O blog destaca que as épocas de plantio variam conforme a região e as condições climáticas, com períodos ideais de semeadura distribuídos entre as estações das águas (setembro a novembro), seca (janeiro a março) e outono-inverno (maio a julho). A escolha do período deve levar em conta o ciclo curto do feijão e as peculiaridades locais, como temperatura, precipitação e solo.

Para o preparo adequado do solo, o Aegro recomenda técnicas como a calagem, adubação com nitrogênio, fósforo e potássio, além da análise química periódica do terreno. O plantio direto na palha também é enfatizado como uma prática que conserva o solo, reduz a erosão e melhora a retenção de água, especialmente em áreas vulneráveis a chuvas intensas.

Outro ponto abordado é o impacto do clima na produtividade. Temperaturas ideais entre 18 °C e 24 °C são cruciais para o desenvolvimento das plantas, enquanto extremos acima de 30 °C ou abaixo de 12 °C podem atrasar a germinação e causar abortamento de flores e vagens. Além disso, chuvas devem ser bem distribuídas durante o ciclo da planta, com volumes entre 300 mm e 400 mm sendo considerados ideais.

A colheita do feijão, por sua vez, varia conforme o tamanho da área cultivada, podendo ser manual, semimecanizada ou mecanizada. O momento ideal é logo após a maturidade fisiológica das plantas, cerca de 80 a 100 dias após a germinação, quando as vagens adquirem a cor de palha.





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Haddad defende redução de taxas de vale-refeição para baratear comida


A regulamentação de uma lei de 2022 que permite a portabilidade dos vales-refeição e alimentação ajudará a baratear o preço da comida, disse nesta quinta-feira (23) o ministro da Fazenda, Fernando Haddad.

Ao retornar de reunião na Granja do Torto, ele negou que o governo pretenda usar recursos do Orçamento para baratear o preço dos alimentos.

Segundo Haddad, o governo deve avançar com a portabilidade dos tíquetes refeição e alimentação, o que poderia baratear a taxa de 1,5% a 3% cobrada pelas administradoras dos cartões.

O ministro informou que o governo federal estuda a regulamentação da Lei 14.422, sancionada há três anos, que mudou o Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT) e cria a portabilidade, por meio da qual o trabalhador poderá escolher a empresa gestora dos tíquetes, atualmente definida pelos recursos humanos de cada empresa.

“Penso que tem um espaço ali, regulatório, que caberia ao Banco Central, já pela lei, mas que não foi feito até o término da gestão anterior. Eu penso que há um espaço regulatório que nós pretendemos explorar no curto prazo”, afirmou o ministro, ao retornar de encontro de cerca de nove horas com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e os ministros da Casa Civil, Rui Costa, e da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Sidônio Palmeira.

Concorrência pode reduzir taxas

alimentos em feira livrealimentos em feira livre
Foto: Motion Array

Para Haddad, a maior concorrência entre as bandeiras de vale-alimentação e refeição poderá resultar na redução das taxas de cartões. De acordo com o ministro, isso, em tese, barateará o preço dos alimentos, tanto nos restaurantes quanto nos supermercados.

A lei também prevê que as máquinas serão obrigadas a aceitar todas as bandeiras de cartões, em vez de serem atreladas apenas aos estabelecimentos credenciados.

“Regulando melhor a portabilidade, nós entendemos que há espaço para queda do preço da alimentação. Tanto do vale-alimentação quanto do vale-refeição. Porque a alimentação fora de casa é tão importante quanto a compra de gêneros alimentícios no supermercado. Entendendo que, regulando bem a portabilidade, dando mais poder ao trabalhador, ele vai encontrar um caminho de fazer valer o seu recurso, daquele benefício [a] que ele tem direito”, declarou o ministro.

A regulamentação do tema depende do Banco Central, que seguirá diretrizes estabelecidas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Nesta quinta-feira, haveria a reunião de janeiro do órgão, mas o encontro foi cancelado por falta de temas a serem votados.

Sem recursos públicos

Uma nova reunião de Haddad com o presidente Lula está prevista para as 9h desta sexta-feira (24), na residência oficial da Granja do Torto para estudar medidas de redução no preço dos alimentos.

Haddad negou que o governo pretenda recorrer a subsídios, que consomem recursos do Orçamento, para intervir no mercado de alimentos.

“Ninguém está pensando em utilizar espaço fiscal para esse tipo de coisa. O que nós sabemos é que o que afetou o preço dos alimentos, especialmente leite, café, carne, frutas, é porque são commodities, são bens exportáveis, fazem parte da nossa pauta de exportações”, afirmou.

Segundo o ministro, além da regulamentação da portabilidade dos vales-refeição e alimentação, a queda do dólar e a previsão de nova safra recorde para este ano ajudarão a reduzir os preços dos alimentos. Ele atribuiu as notícias de uso de recursos públicos para intervir no mercado a boatos espalhados por quem quer que o dólar suba.

“É uma boataria que interessa a algumas pessoas. Porque uma pessoa pode fazer o que ela quiser em uma reunião. Agora, transformar isso em política pública, tem que passar por ministro, pelo presidente, pelo Congresso, tem que passar por muita gente”, afirmou Haddad.



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Lula fará reunião para discutir como baixar preço dos alimentos



O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve coordenar uma reunião nesta sexta-feira (24) com ministros para discutir formas de baixar o preço dos alimentos no país.

O tema ganhou centralidade no governo essa semana, quando o próprio presidente afirmou, em reunião ministerial, que esta é a prioridade da gestão em 2025.

A informação sobre a reunião foi dada pelo ministro do Desenvolvimento Agrário, Paulo Texeira, após participar, na tarde desta quinta-feira (23), no Palácio do Planalto, de um encontro preparatório que contou com a participação dos ministros Rui Costa (Casa Civil) e Carlos Fávaro (Agricultura), além de representantes do Ministério da Fazenda.

A expectativa é que Lula analise possíveis medidas que contribuam para conter a inflação de alimentos. Questionado por jornalistas sobre uma proposta apresentada pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras), para flexibilizar a validade de alimentos, Paulo Teixeira afirmou que a iniciativa “está fora de cogitação”.

De acordo com a Abras, a sugestão é inserir o modelo “best before”, que do inglês quer dizer que o consumo deve ser “de preferência antes de”, o que, na prática, permite que mercados mantenham produtos nas prateleiras por mais tempo.

A entidade empresarial também apresentou sugestões de mudanças no Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT), a permissão da venda de remédios sem receita em supermercados e a redução do prazo de reembolso dos cartões de crédito.

O ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa, disse, nesta quarta-feira (22), que o governo espera uma redução no preço dos alimentos a partir de uma safra maior este ano. “Nossa expectativa é de que a safra, agora, seja muito melhor, de vários produtos, contribuindo para o barateamento dos alimentos”, afirmou.



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