segunda-feira, julho 6, 2026

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Pequenos produtores se destacam no cenário global de carnes


A RAMAX-Group, multinacional com sede no Brasil, está transformando pequenos e médios pecuaristas brasileiros em grandes players globais, conectando-os aos mercados mais exigentes do mundo. A empresa atua com transparência e compromisso com a qualidade da produção de proteína animal, gerando oportunidades para os produtores locais e agroindústrias. No setor de carne bovina, o Brasil se destaca como o maior exportador global, com 11,9 milhões de toneladas de produção, representando 19,5% da oferta mundial, e a RAMAX-Group tem sido essencial para expandir esse protagonismo.

A companhia divide suas operações entre duas frentes principais: Global, que engloba exportação para mercados internacionais, e Ramax, com atividades de confinamento, abate e produção voltadas para o mercado interno e externo. Além disso, oferece suporte completo a seus parceiros, fornecendo consultoria para adequação às normas internacionais, gerenciamento de logística, soluções financeiras e apoio na gestão do confinamento. 

“Com a nossa expertise geramos oportunidades a todos os elos da cadeia produtiva. Por meio de parcerias, auxiliamos os pequenos produtores ou frigoríficos a se tornarem fornecedores internacionais”, destacou, Magno Alexandre Gaia, CEO da Ramax Group.

Em termos de desempenho, a RAMAX projetou um crescimento significativo, com a previsão de engordar 45 mil bois em 2024 e um faturamento projetado de R$ 1,4 bilhão, com expectativa de ultrapassar R$ 2 bilhões em 2025. O grupo também está expandindo suas operações no Brasil, com planos de abrir novas unidades em Mato Grosso e Pará nos próximos anos.

“Cuidados de toda a parte burocrática para tornar o parceiro apto, além, disso, orientamos quanto a importação e compra de insumos, atenção com a logística e documentação aduaneira, estocagem, soluções financeiras, marketing e ainda gestão do confinamento, garantindo segurança no pagamento e na entrega do produto ao destino final”, detalhou o executivo.

 





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Desaceleração econômica afeta produção agroindustrial



A análise final sugere um fechamento de ano com desafios para o setor



Apesar das dificuldades enfrentadas, a perspectiva para o próximo ano não é totalmente negativa
Apesar das dificuldades enfrentadas, a perspectiva para o próximo ano não é totalmente negativa – Foto: Pixabay

De acordo com pesquisa do FGVAgro, a produção agroindustrial em novembro de 2024 sofreu uma retração de 3,1% em comparação com o mesmo mês de 2023. Esse desempenho negativo foi observado de forma generalizada entre os principais segmentos analisados, com destaque para o setor de Produtos Alimentícios e Bebidas, que registrou a maior queda: –5%. Vale destacar que esse segmento apresenta uma trajetória de contração em três dos últimos quatro meses, o que levanta questionamentos sobre seu desempenho ao longo de 2025.

Apesar das dificuldades enfrentadas, a perspectiva para o próximo ano não é totalmente negativa. A expectativa de uma safra maior para várias matérias-primas, como soja, milho e cana-de-açúcar, pode impulsionar a produção agroindustrial. Porém, fatores como o dólar mais elevado e a desaceleração da economia brasileira, que impacta diretamente o mercado interno, geram incertezas sobre o futuro do setor em 2025.

Embora o mês de novembro tenha registrado resultados negativos, a agroindústria ainda acumula um crescimento de 2,2% no ano de 2024, o melhor resultado acumulado nos primeiros onze meses desde 2010. No entanto, com o desempenho abaixo das expectativas para novembro, o FGVAgro revisou suas projeções, e agora espera que o crescimento anual da agroindústria fique abaixo do cenário base de 2,7%, aproximando-se mais do cenário pessimista de 2%.

A análise final sugere um fechamento de ano com desafios para o setor, que dependerá de fatores internos e externos, como a recuperação econômica e a evolução do câmbio, para determinar seu ritmo de crescimento no próximo ano.

 





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Estratégia crucial na safra de grãos 2024/25



No milho, a demanda interna segue aquecida



No milho, a demanda interna segue aquecida
No milho, a demanda interna segue aquecida – Foto: Bing

A safra de grãos 2024/25 no Brasil se destaca pela produção robusta de soja e preços favoráveis para o milho, mas também traz desafios, como a oferta superior à demanda no caso da soja e gargalos logísticos. O Barter surge como uma alternativa estratégica para garantir insumos e reduzir riscos financeiros.

Apesar de boas condições climáticas, algumas regiões enfrentam seca, o que afeta a qualidade dos grãos, como no Rio Grande do Sul e no Paraná.“O produtor está diante de uma safra cheia, mas precisa lidar com preços menores devido à alta oferta e ao recuo do dólar, que já está na casa dos R$5,90. Além disso, os gargalos logísticos no auge da colheita encarecem o transporte e reduzem a margem de lucro no campo”, explica Christian Queiroz, analista de Operação Estruturadas da ADAMA. 

“O Barter é essencial nesse momento porque permite travar os custos com insumos antes que os preços caiam ainda mais. Assim, o agricultor reduz sua exposição às volatilidades do mercado e garante maior segurança financeira”, acrescenta.

No milho, a demanda interna segue aquecida, com preços elevados, especialmente pela indústria de ração animal e etanol. Queiroz destaca que, neste caso, o Barter pode ajudar a reduzir os riscos e garantir maior previsibilidade, mesmo com o crédito restrito e juros elevados.

A competitividade da Argentina, com a redução das taxas de exportação, pode pressionar os preços das commodities brasileiras. Além disso, as intenções de plantio nos EUA, divulgadas pelo USDA em março, também podem impactar o mercado. O Barter se consolida como uma ferramenta estratégica para o produtor navegar as incertezas e garantir segurança financeira.

 





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Selic atinge 13,25% e expectativa de inflação cresce



O Copom ajustou sua projeção de inflação no horizonte relevante da política monetária



O Copom ajustou sua projeção de inflação no horizonte relevante da política monetária
O Copom ajustou sua projeção de inflação no horizonte relevante da política monetária – Foto: Pixabay

Na primeira reunião com Gabriel Galípolo como presidente do Banco Central, o Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu, por unanimidade, elevar a taxa Selic em 100 pontos base, fixando-a em 13,25%. A decisão seguiu as expectativas do mercado, que observa uma deterioração nas projeções de inflação. Para 2025, a expectativa passou de 4,6% para 5,5%, e para o terceiro trimestre de 2026, a projeção foi ajustada de 4,0% para 4,4%. Além disso, as previsões para 2026 e 2027 também subiram, passando para 4,2% e 3,9%, respectivamente.

O Copom ajustou sua projeção de inflação no horizonte relevante da política monetária (3T26) para 4,0%, 20 pontos base acima da reunião de dezembro de 2024 e 100 pontos base acima da meta. Esse ajuste reflete as expectativas do mercado de que a Selic atingirá 15,00% até junho de 2025, com estabilidade nas taxas no segundo semestre de 2025. O Comitê continua a ver uma assimetria altista no balanço de riscos à inflação, destacando a depreciação do câmbio como risco inflacionário maior, mas também mencionando a possível desaceleração da atividade econômica doméstica como fator baixista.

O Copom manteve o guidance de alta de 100 pontos base para a próxima reunião, em março de 2025, mas não se comprometeu com ajustes nas reuniões subsequentes. O Rabobank acredita que a Selic atingirá 15,00% em 2025, com uma alta adicional de 50 pontos base em maio e 25 pontos base em junho. Cortes de juros são esperados a partir de 2026, caso as expectativas de inflação se alinhem com a meta de 3,0%. A ata da reunião, a ser divulgada na próxima terça-feira, trará mais detalhes sobre as análises do Banco Central. As informações são do Rabobank.

 





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Bebidas dos Estados Unidos serão removidas de prateleiras de atacadista canadense



O primeiro-ministro de Ontario, Doug Ford, afirmou que removerá produtos dos Estados Unidos das prateleiras do Conselho de Controle de Bebidas Alcoólicas de Ontário (LCBO, na sigla em inglês), a agência governamental responsável por vender e distribuir bebidas na maior província do Canadá.

“Como o único atacadista de álcool na província, a LCBO também removerá produtos dos Estados Unidos americanos de seu catálogo para que outros restaurantes e varejistas de Ontário não possam pedir ou repor produtos dos EUA”, disse Ford, em publicação no X (antigo Twitter).

A medida entra em vigor a partir desta terça-feira (4), mesma data em que vigorará o decreto assinado pelo presidente norte-americano, Donald Trump, de taxar importações do Canadá de produtos em 25% e da energia em 10%.

“Todo ano, a LCBO vende quase US$ 1 bilhão em vinho, cerveja, destilados e seltzers americanos. Não mais”, disse Ford.

“Nunca houve um momento melhor para escolher um produto incrível feito em Ontário ou no Canadá. Como sempre, beba com moderação.”



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Produção de soja e milho cai na Argentina



No milho, a semeadura avançou para 98,3% da área



A falta de umidade e as altas temperaturas impactaram a soja
A falta de umidade e as altas temperaturas impactaram a soja – Foto: Expodireto Cotrijal

A Bolsa de Cereais de Buenos Aires (BCBA) informou que a semeadura da soja na Argentina está 99,2% concluída, restando apenas áreas no norte agrícola. Apesar das chuvas recentes em Córdoba, sul de Santa Fé e Entre Ríos, as precipitações no norte de Buenos Aires foram irregulares. A condição de cultivo Normal/Boa caiu 5,6 pontos percentuais, enquanto a condição hídrica Adequada/Ótima recuou 5 pontos. 

A falta de umidade e as altas temperaturas impactaram a soja de primeira no Núcleo Sul e Centro-Leste de Entre Ríos, além da soja de segunda no Núcleo Sul e no Norte de La Pampa-Oeste de Buenos Aires. Com isso, a projeção de produção foi reduzida em 1 milhão de toneladas, para 49,6 milhões de toneladas.  

No milho, a semeadura avançou para 98,3% da área, com um progresso semanal de 3,2 pontos percentuais. A escassez de chuvas desde dezembro prejudicou a umidade do solo e limitou o potencial produtivo. As áreas mais afetadas estão no centro-leste agrícola, especialmente no Núcleo Sul e no oeste de Buenos Aires. 

Enquanto os milhos precoces semeados em setembro escaparam da estiagem, aqueles plantados entre outubro e novembro enfrentaram seu período crítico sob seca severa. Já os cultivos implantados em dezembro e janeiro mostram sinais de estresse hídrico, mas podem se recuperar caso as chuvas retornem. A estimativa de produção caiu para 49 milhões de toneladas, uma redução de 1 milhão de toneladas.  

A colheita do girassol atingiu 4,7% da área, com rendimento médio de 19,7 qq/ha. A falta de chuvas reduziu a condição hídrica Adequada/Ótima para 45%, queda de 10 pontos percentuais na semana. A condição Normal/Excelente caiu 8 pontos, com piora no Sudoeste de Buenos Aires-Sul de La Pampa e no Sudeste de Buenos Aires.

 





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China firma acordo para comprar 1,5 milhão de toneladas de soja brasileira certificada



Um acordo de cooperação estratégica para o fornecimento de 1,5 milhão de toneladas de soja certificada como sustentável do Brasil para a China foi assinado pela Cofco International, a China Mengniu Dairy e a Sheng Mu Organic Dairy neste domingo (2).

O contrato foi firmado durante evento no novo terminal de exportação da Cofco, no Porto de Santos, em São Paulo.

A soja será verificada por terceiros como livres de desmatamento e conversão (DCF) desde 31 de dezembro de 2020, com auditorias nas fazendas garantindo gestão sustentável da água, conservação da biodiversidade e padrões éticos de trabalho.

A Mengniu, uma das maiores produtoras de leite do mundo, juntamente com a Sheng Mu, pretendem receber esses volumes sob um sistema de cadeia de custódia de balanço de massa entre 2025 e 2030, intermediado pela Cofco.

“Este acordo reflete a crescente demanda da China por commodities sustentáveis – beneficiando o setor agrícola brasileiro e seus produtores”, afirmou Luiz Noto, CEO da Cofco International Brasil.

“O Brasil tem avançado significativamente em sustentabilidade, e acordos como este reforçam essas iniciativas ao mesmo tempo em que criam novas oportunidades para os produtores.”

A cooperação assinada neste domingo dá continuidade a embarques anteriores para a China, desenvolvidos no âmbito da Green Value Chain Taskforce (Grupo de Trabalho de Cadeia de Valor Verde, em tradução livre) – uma iniciativa do Fórum Econômico Mundial.

De acordo com Noto, a Cofco International está comprometida em eliminar o desmatamento de suas cadeias globais de suprimento de soja e milho até este ano de 2025.



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Soja valorizou até 11% em janeiro; possível redução de oferta deve elevar ainda mais os preços


O mercado brasileiro de soja começou o ano de 2025 com disparada nos preços domésticos, acompanhando o comportamento dos contratos futuros na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT).

Assim, com referenciais melhores, os produtores aproveitaram os momentos de pico para negociar, melhorando o ritmo da comercialização. No entanto, a queda do dólar frente ao real no final de janeiro limitou uma melhora mais consistente.

Variação de preços ao longo do mês

Veja como os preços da soja começaram e terminaram janeiro nas principais praças de comercialização do país. Os destaques vão para as valorizações de até R$ 13 a saca em Passo Fundo (+10,8%) e Paranaguá (+11%):

  • Passo Fundo (RS): cresceu de R$ 120 para R$ 133
  • Cascavel (PR): subiu de R$ 109 para R$ 121
  • Rondonópolis (MT): avançou de R$ 105 para R$ 113
  • Porto de Paranaguá: passou de R$ 118 para R$ 131

Soja na Bolsa de Chicago

Na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), os contratos com vencimento em março, os mais negociados, apresentaram valorização de 0,92% no período.

No fechamento de sexta-feira (31), o bushel era negociado a US$ 10,42 1/4. No pico do mês, a soja bateu nos melhores patamares desde outubro.

A recuperação em Chicago iniciou após o relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), divulgado no início do mês e que apresentou um quadro de oferta e demanda daquele país mais ajustado.

A recuperação se consolidou com os problemas climáticos na América do Sul, que estão comprometendo o desenvolvimento das lavouras na Argentina e em parte do Brasil.

“Importante ressaltar que, em geral, o cenário ainda é de ampla oferta. No entanto, o clima seco persistente no cinturão produtor argentino já está obrigando entidades a revisar para baixo a safra 2024/25”, diz avaliação da consultoria Safras & Mercado.

No Brasil, a estiagem também vai comprometer a safra gaúcha. Em Mato Grosso e em partes de outros estados das regiões Centro-Oeste e Sudeste, o problema é o excesso de chuvas, atrapalhando a colheita, que iniciou com atrasos.

Quanto aos preços, o quadro só não foi melhor para a soja brasileira em janeiro devido ao câmbio. “O dólar comercial perdeu 5,28% em janeiro, se estabilizando na casa de R$ 5,85. Mesmo que abaixo dos até R$ 6,30 atingidos no final do ano passado, o patamar ainda dá muita competitividade para a oleaginosa brasileira no exterior”, finaliza a análise.



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Você viu? China proíbe a importação de carne e animais devido a surtos de doenças



A China, maior importadora mundial de carne, anunciou a proibição da importação de ovinos, caprinos, aves e animais de dedos pares provenientes de países africanos, asiáticos e europeus, devido a surtos de doenças como varíola ovina, varíola caprina e febre aftosa. Essa foi uma das reportagens mais lidas do site do Canal Rural durante a semana.

A medida inclui tanto produtos processados quanto não processados e foi implementada após a Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgar dados sobre os surtos em diversos países, de acordo com informações da Reuters.

Os comunicados da Administração Geral de Alfândegas da China, datados de 21 de janeiro, detalham os países afetados:

  • Gana;
  • Somália;
  • Catar;
  • Congo;
  • Nigéria;
  • Tanzânia;
  • Egito;
  • Bulgária;
  • Timor-Leste; e
  • Eritreia

Além disso, a China suspendeu a importação de ovinos, caprinos e seus produtos da Palestina, Paquistão, Afeganistão, Nepal e Bangladesh, citando especificamente surtos de varíola ovina e caprina.

A restrição também foi estendida à Alemanha, com a suspensão da importação de animais de dedos pares e produtos relacionados, após a detecção de febre aftosa no país.



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Peixes ornamentais e produtos lácteos: dois países abrem novos mercados ao Brasil



A Arábia Suadita e a Turquia abriram novos mercados para os produtos agropecuários do brasileiros, informa o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa)

Em relação aos arábes, as autoridades sanitárias do país aprovaram o Certificado Veterinário Internacional (CVI) para a importação de peixes ornamentais do Brasil.

Em 2024, os embarques agropecuários nacionais para aquele país somaram mais de US$ 2,7 bilhões, com destaque para carnes, complexo sucroalcooleiro, cereais, farinhas e preparações, além de complexo soja, informa a pasta.

Já a Turquia autorizou o Brasil a exportar hemoderivados e produtos lácteos não destinados ao consumo humano. De acordo com o Mapa, os turcos importaram do Brasil mais de US$ 3,1 bilhões em produtos agropecuários no ano passado.

Os destaques dessas compras foram para complexo soja, fibras e produtos têxteis, café, carnes, produtos florestais e animais vivos (exceto pescados).

Agora, com esses dois anúncios, o agronegócio brasileiro alcança 20 aberturas de mercado em 2025, em um total de 320 novas oportunidades desde o início de 2023.



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