segunda-feira, julho 6, 2026

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Obras no Porto de Paranaguá devem revolucionar o fluxo de milho e soja no país



Já está em andamento a maior obra pública portuária do Brasil! Começaram as escavações e a concretagem das vigas de coroamento da moega, que promete revolucionar o recebimento de cargas no Porto de Paranaguá. O Moegão terá capacidade para receber 180 vagões carregados de granéis sólidos vegetais (soja, milho e farelos de soja ou milho) A estrutura faz parte do complexo Moegão, e já tem 23% do projeto executivo contratado concluído.

O poço da moega terá 50 metros de comprimento, 17,5 metros de largura e 7 metros de profundidade. Já na área do poço do elevador da moega, onde ficará o elevador, a profundidade será de 14 metros. Parte da unidade ficará abaixo do nível do mar, por isso está sendo aplicada uma técnica chamada jet grouting, que consiste na injeção de cimento misturado com água e areia no solo.

Segundo a Portos do Paraná, empresa pública responsável pela administração do complexo portuário, foram usados mais de mil toneladas de cimento ao longo de seis meses de trabalho para fazer a contenção.

A empresa está investindo mais de R$ 600 milhões na obra, incluindo a readequação rodoferroviária que compõe a estrutura. O complexo contará com três linhas férreas independentes para o acesso das composições, sendo que, em cada uma delas, três vagões serão descarregados ao mesmo tempo.

“A agilidade no recebimento de produtos será algo inigualável, sem contar que estamos nos antecipando para atender a nova Ferroeste, que deverá aumentar ainda mais o fluxo de cargas em direção ao Porto de Paranaguá”, destacou Luiz Fernando Garcia, diretor-presidente da Portos do Paraná.

Garcia informa que a nova estrutura reduzirá de 16 para cinco o número de cruzamentos férreos nas vias da cidade. Com isso, haverá menos interrupções no trânsito e, consequentemente, uma quantidade menor de caminhões transitando na região portuária.

Prazo

Como o cronograma está sendo cumprido dentro dos prazos previstos, a expectativa é que toda a estrutura seja entregue em dezembro de 2025. “A obra está em ritmo acelerado, tanto na moega quanto nas galerias que vão distribuir a carga recebida”, avaliou Matheus Arnoni Mendes, coordenador de Fiscalização da Portos do Paraná.

A expectativa da Diretoria de Engenharia e Manutenção é de que, a partir de fevereiro, comece o içamento das galerias do complexo, e, a partir do segundo semestre, comece a instalação de parte dos equipamentos do sistema eletromecânico da moega.

*Com informações da Portos do Paraná



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O alimento pode ganhar selo de Indicação Geográfica


Foi protocolado no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) o pedido de registro de Indicação Geográfica (IG) de Procedência (IP) para o tradicional ‘Pão no Bafo de Palmeira’, município localizado na região dos Campos Gerais, Paraná.

O alimento é considerado histórico e faz parte da cultura da cidade paranaense. A receita foi introduzida na região em 1878 por imigrantes russo-alemães que se instalaram em Quero-Quero, Colônia Papagaios Novos, Santa Quitéria, Lago e Pugas.

Desde então, faz parte do dia a dia das famílias palmeirenses. A gastronomia de Palmeira se destaca por preservar sabores autênticos, e o Pão no Bafo, feito com carne suína, repolho e pães pequenos cozidos a vapor, é um exemplo perfeito dessa tradição. 

Em 2015, já havia sido reconhecido como Patrimônio Imaterial de Palmeira, mas agora, com o pedido de IG, o ‘Pão no Bafo de Palmeira’ pode alcançar um novo patamar de visibilidade e valorização. 

A conquista do selo é vista como uma oportunidade de fortalecer a economia local, promover o turismo e proteger a receita genuína contra adaptações que possam descaracterizar a sua autenticidade.

A presidente da Associação dos Produtores de Pão no Bafo de Palmeira (APAFO), Rosane Radecki, destaca que o processo de solicitação da IG contou com apoio da Prefeitura, empresários e outras entidades locais.

“Queremos despertar o interesse dos demais restaurantes da cidade com relação á importância da IG. O prato deverá seguir o Caderno Técnico de Especificações para que não seja descaracterizada a forma de ser feito, que inclui carne de porco, repolho, couve, com o pão cozido a vapor, e a forma de apresentá-lo ao cliente”, explica Radecki.

Parceria fortalece processo de registro

O pedido de IG para o Pão no Bafo é o resultado de uma ação coletiva entre várias organizações, incluindo o Sebrae/PR, a Prefeitura de Palmeira, o Conselho Municipal de Turismo (Comtur) e empresários locais. 

A consultora do Sebrae/PR, Nádia Joboji, comenta que a parceria foi essencial para organizar e viabilizar o pedido de registro, que visa beneficiar o desenvolvimento da cidade.

“Todos se organizaram coletivamente para que o Pão no Bafo de Palmeira possa obter o reconhecimento de IG. Será uma conquista visando o desenvolvimento territorial, com mais turistas visitando a cidade e valorizando a gastronomia, a história e a cultura de Palmeira. Além disso, essa ferramenta ajuda a proteger o produto e o serviço dessa especialidade”, comenta.”, explica Joboji.

A valorização de produtos locais por meio de Indicações Geográficas tem sido uma estratégia crescente no Paraná, que conta com 16 registros em diferentes áreas, desde alimentos típicos até bebidas e produtos artesanais. 

A IG é uma ferramenta importante para a preservação do patrimônio cultural e para impulsionar a economia regional, garantindo que produtos com características únicas sejam reconhecidos e respeitados.

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Empresária em frente a uma mesa com Pães no Bafo de PalmeiraEmpresária em frente a uma mesa com Pães no Bafo de Palmeira
Empresária Rosane Radecki trabalha com o Pão no Bafo desde 2016. Foto: Divulgação ASN

Tradição que atravessa gerações

A moradora de Palmeira, Rosemari Schweigert Schuebel, compartilha sua história pessoal com o Pão no Bafo, ressaltando que a receita passou de geração em geração em sua família. 

Sua mãe aprendeu o prato com a sogra, que era casada com um russo, e agora Rosemari também prepara o prato para a sua família e, recentemente, começou a vender nas feiras locais. Para ela, o registro de IG é uma maneira de garantir que a tradição seja preservada.

“É muito importante que o prato tenha esse reconhecimento. Ele faz parte da nossa história e da nossa identidade. O selo vai ajudar a manter essa tradição viva e a garantir que a receita continue sendo transmitida para as próximas gerações”, afirma Schuebel.

O Pão no Bafo de Palmeira é mais do que uma simples iguaria. Ele representa a união de diferentes culturas e é um exemplo claro de como a gastronomia pode ser um vetor de preservação cultural e desenvolvimento econômico. 

Com a possível conquista da Indicação Geográfica, o prato pode alcançar novos horizontes, atraindo mais turistas e garantindo que a história e a receita continuem a ser celebradas por muitas gerações.

O Paraná e o potencial das IGs

O Estado é segundo do Brasil em número de Indicações Geográficas. Fica atrás somente de Minas Gerais, que tem 20, e é seguido pelo Rio Grande do Sul, com 13 registros.. 

Esse movimento tem um impacto positivo não apenas na proteção do patrimônio cultural, mas também na economia local, ao atrair turistas e consumidores que buscam produtos com identidade e autenticidade.

Com o pedido de IG do Pão no Bafo, Palmeira se junta a um seleto grupo de municípios que têm a chance de proteger e valorizar sua história gastronômica.



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Milho, algodão e açúcar recuam com tarifas dos EUA e dólar forte



Os contratos futuros de milho, algodão e açúcar operam em queda nesta segunda-feira (3), pressionados pelo dólar forte e pela decisão dos EUA de impor tarifas comerciais ao México, Canadá e China. No caso do milho, a preocupação maior é com retaliações do México, o maior comprador do cereal norte-americano.

  • Milho: O contrato março/25 cai 1,40%, cotado a US$ 4,75 1/4 por bushel. Na sexta-feira (31), acumulou perda de 0,92% na semana, apesar da alta mensal de 5,13%.



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AgroNewsPolítica & Agro

Preços do milho sofrem queda no RS e SC


De acordo com a TF Agroeconômica, os preços do milho no Rio Grande do Sul registraram uma leve queda na última semana, com uma redução de 0,81%, passando de R$ 68,00 para R$ 67,45, conforme levantamento da Emater/RS-Ascar. As recentes chuvas na Região Oeste, que enfrentava um déficit hídrico, foram benéficas para as lavouras, especialmente para as que estavam em fase vegetativa ou no início do período reprodutivo. A expectativa para a safra de milho comercial no estado é de 4,8 milhões de toneladas, com 30% já comercializado, sendo 600.000 toneladas destinadas à exportação.

Em Santa Catarina, a área destinada à primeira safra de milho caiu 11,3% devido aos custos elevados de produção, riscos de pragas e os preços desfavoráveis. Contudo, a expectativa é de aumento da produtividade, com a média estimada de 8.594 kg/ha. Apesar disso, os preços continuam em baixa, com a cotação em janeiro apresentando retração, embora os contratos futuros da Bolsa de Chicago projetem uma leve alta. No mercado portuário, os preços variaram entre R$ 72,00 e R$ 72,50 para entregas em agosto e outubro, respectivamente.

No Paraná, a colheita do milho da primeira safra começou de forma mais lenta, mas as condições climáticas têm favorecido a formação dos grãos, o que pode resultar em uma produção superior às expectativas. A área de milho de inverno está sendo semeada de maneira irregular, com algumas dificuldades na germinação, e o replantio de algumas áreas já está sendo considerado. As ofertas no mercado local para o milho giram em torno de R$ 72,00/saca, com valores variando dependendo da entrega e do pagamento.

Em Mato Grosso do Sul, o preço da saca de milho subiu em cidades como Dourados, Maracaju e Sidrolândia, com valorização de 35,65% em comparação ao mesmo período de 2024, alcançando R$ 63,56 no final de janeiro. A comercialização da safra 2024 já atingiu 77%, um atraso de 3,55 pontos percentuais em relação ao ano passado. No mercado físico, as cotações variaram entre R$ 60,00 e R$ 65,99, com destaque para o aumento em algumas regiões do estado.

 





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Leilão da Ponte Internacional Brasil-Argentina será em abril



A Ponte Internacional de São Borja, que conecta Brasil e Argentina, terá sua concessão leiloada em 4 de abril, em Foz do Iguaçu (PR). O projeto prevê US$ 99 milhões em investimentos para modernizar a infraestrutura e otimizar o trânsito de mercadorias e pessoas.

“Após quase três décadas, a concessão representa um avanço significativo, trazendo um modelo mais moderno e eficiente para ambos os países”, declarou a secretária nacional de Transportes Terrestres, Viviane Esse.

Com 15,62 km de extensão, a ponte responde por 23% das operações comerciais entre os dois países. O novo contrato, válido por 25 anos, inclui melhorias como novas faixas de acesso, pátio para caminhões e iluminação reforçada. A concessão também contempla a operação do Centro Unificado de Fronteira (CUF), garantindo maior eficiência nas operações alfandegárias.

O modelo também inclui inovações como degraus tarifários associados ao Capex, descontos vinculados aos serviços obrigatórios e um programa de Recursos para Desenvolvimento Tecnológico (RDT), destinado ao avanço de soluções inovadoras para a infraestrutura rodoviária.



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SP mantém alerta para chuvas intensas nesta semana



Por causa do alto volume de chuvas registrado nos últimos dias, a Defesa Civil do Estado de São Paulo renovou o alerta para a continuidade de temporais nos próximos dias, com acumulados expressivos previstos até quarta-feira (5). As regiões mais afetadas incluem o Vale do Ribeira, Itapeva, Bauru, Araraquara, Presidente Prudente, Marília, a capital e a Região Metropolitana de São Paulo, além da Baixada Santista, Vale do Paraíba, Serra da Mantiqueira, Litoral Norte, Campinas, Sorocaba, Barretos, Franca, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto e Araçatuba.

A atenção está redobrada para os municípios da faixa leste paulista. Por conta disso, o gabinete de crise, anunciado na semana passada, foi prorrogado até quarta-feira, funcionando presencialmente das 14h às 22h. A intenção é continuar o monitoramento da situação e coordenar ações emergenciais.

O monitoramento funciona em tempo real e novas orientações poderão ser divulgadas conforme a evolução do cenário. Desde a noite de sexta-feira (31), a Defesa Civil emitiu alertas do cellbroadcast para seis regiões do Estado e agora monitora alagamentos e pontos críticos. Receberam alertas as cidades de São Paulo, o ABC paulista, Franco da Rocha, Guarujá, ABC e Santos.

Recomendações em caso de chuvas fortes

  • Evite transitar por locais alagados.
  • Fique atento a qualquer movimentação de solo, rachaduras ou inclinação de árvores e postes.
  • Moradores de áreas de risco devem buscar abrigo em locais seguros ao menor sinal de deslizamentos ou enchentes.
  • Acompanhe a previsão do tempo e atualizações pelos canais oficiais da Defesa Civil.

Consequências

Ontem (2), o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) acompanhou a ação do Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) da Defesa Civil de São Paulo, que atende famílias atingidas pelas fortes chuvas do fim de semana e anunciou que o governo já enviou 8.853 itens de ajuda humanitária, como cestas básicas, colchões, kits de limpeza, kits de higiene pessoal, roupas, brinquedos, calçados e água para diversas cidades afetadas pelas chuvas. As entregas começaram no sábado (1), logo após as primeiras ocorrências.



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Canadá, China, México e UE respondem às tarifas de Trump



Ontem, 2 de fevereiro, o presidente dos EUA, Donald Trump, impôs tarifas de 25% sobre produtos do México e Canadá e 10% sobre importações da China, alegando preocupações com imigração e tráfico de drogas. Essas medidas geraram respostas imediatas dos países afetados. O Canadá, por exemplo, anunciou tarifas retaliatórias de 25% sobre US$ 155 bilhões em produtos americanos, incluindo itens como bebidas alcoólicas, alimentos e eletrônicos.

O primeiro-ministro Justin Trudeau destacou que as tarifas prejudicam tanto canadenses quanto americanos, mas enfatizou que uma parceria seria mais benéfica do que medidas punitivas.

EUA x China

A China levou o caso à Organização Mundial do Comércio (OMC) e condenou a imposição da tarifa, mas sinalizou que ainda está aberto a negociações para evitar uma escalada no conflito comercial. Pequim afirmou que contestará a medida na OMC e tomará “contramedidas” não especificadas. No entanto, a resposta chinesa foi mais moderada do que as reações anteriores, sugerindo uma tentativa de manter espaço para o diálogo.

Os americanos justificam as sanções à China como uma forma de pressionar Pequim a combater o tráfico de fentanil para os Estados Unidos. Os chineses optaram por um tom mais diplomático, enfatizando que a ação dos EUA “viola seriamente” as regras internacionais de comércio e pedindo cooperação entre os países.

A China ressaltou que a crise do fentanil é “um problema dos Estados Unidos” e não uma
questão comercial. O governo chinês afirmou que já colaborou com os EUA no combate ao
narcotráfico e obteve “resultados notáveis”, rebatendo a justificativa de Trump para as novas tarifas. A declaração reforça a intenção de Pequim de separar disputas comerciais de questões de segurança e saúde pública.

OMC

Embora o gigante asiático tenha recorrido à OMC, o impacto dessa ação será limitado, já que o sistema de solução de disputas do órgão está paralisado desde 2019 devido ao bloqueio dos EUA à nomeação de juízes.

Assim, a contestação na OMC serve mais como um posicionamento simbólico para reforçar a defesa de um comércio baseado em regras, um princípio historicamente defendido pelos EUA antes da era Trump.

Acordo de Paz

Apesar das tensões, analistas acreditam que a China tentará chegar a um acordo com Trump para mitigar o impacto das tarifas, especialmente devido à fragilidade de sua economia. O superávit comercial chinês de quase US$ 1 trilhão no ano passado representa uma vulnerabilidade para Pequim, que já enfrenta dificuldades em manter a demanda interna aquecida. Por isso, o governo vem se preparando há meses para essa situação, buscando maior autossuficiência em setores estratégicos e fortalecendo laços com aliados

Vizinhos

O México também prometeu retaliar, embora não tenha detalhado as ações específicas. A
presidente Claudia Sheinbaum criticou as acusações de Trump sobre alianças com organizações criminosas e reafirmou o compromisso do México em combater o tráfico de drogas, incluindo o fentanil. Ela ressaltou a importância da colaboração entre os países, mas rejeitou qualquer forma de subordinação.

EUA x UE

A União Europeia (UE) expressou preocupação com as tarifas e afirmou que responderia
firmemente se fosse alvo de medidas semelhantes. A UE destacou que as tarifas prejudicam todos os lados, aumentando custos e inflação. Trump já havia criticado a relação comercial entre os EUA e a UE, chamando-a de injusta, e ameaçou impor tarifas adicionais. Analistas alertam que essas medidas podem desencadear uma guerra comercial global, com impactos econômicos significativos, incluindo recessão no Canadá e no México e aumento da inflação nos EUA.



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ata do Copom e Payroll nos EUA são destaques; ouça a análise


Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca que o Ibovespa teve o primeiro mês positivo desde agosto, subindo 4,86%, enquanto o dólar recuou para R$ 5,86.

A IA chinesa DeepSeek pressionou as bolsas de NY, e o Fed manteve política contracionista.

No Brasil, Hugo Motta e Davi Alcolumbre assumiram o comando do Congresso, com promessas de mais transparência fiscal.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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AgroNewsPolítica & Agro

Como se adequar fora do Simples Nacional



A exclusão do Simples Nacional pode ocorrer por vários motivos



Para uma transição eficiente, é fundamental fazer uma análise tributária para escolher o novo regime
Para uma transição eficiente, é fundamental fazer uma análise tributária para escolher o novo regime – Foto: Pixabay

A partir de fevereiro de 2025, muitas empresas brasileiras precisarão se adaptar à nova realidade tributária ao saírem do Simples Nacional. Isso pode ocorrer por não cumprimento das exigências fiscais ou pelo crescimento da empresa, que ultrapassa o limite de faturamento anual permitido, de até R$ 4,8 milhões. A transição para um novo regime, como o Lucro Presumido ou o Lucro Real, exige ajustes significativos na gestão financeira e fiscal. Richard Domingos, diretor da Confirp Contabilidade, alerta sobre a importância de planejar a mudança de regime tributário, considerando o perfil da empresa.

Para uma transição eficiente, é fundamental fazer uma análise tributária para escolher o novo regime, levando em consideração o faturamento e os custos operacionais. Além disso, é necessário revisar os preços de produtos e serviços para garantir que a competitividade seja mantida, mesmo com as mudanças fiscais. A adaptação ao novo sistema fiscal inclui a atualização dos sistemas de emissão de notas e a entrega das declarações fiscais exigidas, como a DCTF e a EFD-Contribuições. Outro ponto importante é ajustar a folha de pagamento, considerando os novos encargos previdenciários e FGTS, além de revisar os impactos do ICMS e ISS, que podem variar conforme o estado e o município. Por fim, a empresa deve repensar suas políticas comerciais, priorizando produtos com menor impacto tributário ou maior rentabilidade.

A exclusão do Simples Nacional pode ocorrer por vários motivos, como ultrapassar o limite de faturamento, não regularizar débitos tributários, realizar atividades não permitidas, ou ter sócios com restrições específicas. Empresas que enfrentam essa mudança devem estar preparadas para os desafios fiscais e buscar otimizar sua gestão financeira, repensando sua estrutura de custos e estratégias de crescimento. As informações são de Richard Domingos, diretor executivo da Confirp Contabilidade.

 





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AgroNewsPolítica & Agro

Pequenos produtores se destacam no cenário global de carnes


A RAMAX-Group, multinacional com sede no Brasil, está transformando pequenos e médios pecuaristas brasileiros em grandes players globais, conectando-os aos mercados mais exigentes do mundo. A empresa atua com transparência e compromisso com a qualidade da produção de proteína animal, gerando oportunidades para os produtores locais e agroindústrias. No setor de carne bovina, o Brasil se destaca como o maior exportador global, com 11,9 milhões de toneladas de produção, representando 19,5% da oferta mundial, e a RAMAX-Group tem sido essencial para expandir esse protagonismo.

A companhia divide suas operações entre duas frentes principais: Global, que engloba exportação para mercados internacionais, e Ramax, com atividades de confinamento, abate e produção voltadas para o mercado interno e externo. Além disso, oferece suporte completo a seus parceiros, fornecendo consultoria para adequação às normas internacionais, gerenciamento de logística, soluções financeiras e apoio na gestão do confinamento. 

“Com a nossa expertise geramos oportunidades a todos os elos da cadeia produtiva. Por meio de parcerias, auxiliamos os pequenos produtores ou frigoríficos a se tornarem fornecedores internacionais”, destacou, Magno Alexandre Gaia, CEO da Ramax Group.

Em termos de desempenho, a RAMAX projetou um crescimento significativo, com a previsão de engordar 45 mil bois em 2024 e um faturamento projetado de R$ 1,4 bilhão, com expectativa de ultrapassar R$ 2 bilhões em 2025. O grupo também está expandindo suas operações no Brasil, com planos de abrir novas unidades em Mato Grosso e Pará nos próximos anos.

“Cuidados de toda a parte burocrática para tornar o parceiro apto, além, disso, orientamos quanto a importação e compra de insumos, atenção com a logística e documentação aduaneira, estocagem, soluções financeiras, marketing e ainda gestão do confinamento, garantindo segurança no pagamento e na entrega do produto ao destino final”, detalhou o executivo.

 





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