segunda-feira, julho 6, 2026

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Empresas brasileiras enfrentam desafios na adoção de normas ESG, aponta pesquisa



47% das empresas no Brasil enfrentam dificuldades na definição de indicadores




Foto: Canva

Uma pesquisa da RSM, revelou que 65% das empresas brasileiras ainda não estão prontas para implementar as normas internacionais IFRS S1 e S2. Essas diretrizes, que exigem maior transparência na divulgação de informações sobre sustentabilidade e riscos climáticos, serão obrigatórias para companhias de capital aberto a partir de 2026.

Segundo Frederico Franco, especialista em Auditoria e Compliance e colunista do Agrolink, as normas IFRS funcionam como um “manual” global para padronizar a forma como as empresas reportam suas práticas ambientais. “O grande diferencial dessas regras é que os dados divulgados serão auditados e integrados aos relatórios financeiros, aumentando a confiabilidade das informações e reduzindo o risco de greenwashing”, explica.

Além da falta de preparo, 47% das empresas no Brasil enfrentam dificuldades na definição de indicadores de desempenho (KPIs) e na supervisão das práticas ESG. Hoje, muitas organizações utilizam o método GRI (Global Reporting Initiative), que, segundo especialistas, permite relatórios pouco transparentes e pode mascarar dados ambientais. Com a adoção obrigatória das IFRS S1 e S2, as informações precisarão ser comprovadas e auditadas, tornando a comunicação sobre sustentabilidade mais rigorosa e confiável para investidores e o mercado.

 





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Além da presidência da Câmara, FPA terá cinco membros na mesas diretoras do Congresso



Com a definição do pleito em que o senador Davi Alcolumbre (União-AP) foi eleito presidente do Senado Federal para os próximos dois anos (2025-2026) e o deputado federal Hugo Motta (Republicanos-PB), integrante da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), foi escolhido presidente da Câmara, a expectativa é de que temas relacionados ao agronegócio tenham mais destaque avaliam membros da FPA. Para o presidente da frente, deputado federal Pedro Lupion (PP-PR), os escolhidos estão alinhados às prioridades do agro brasileiro.

Senado

Eleito com 73 votos, o senador Davi Alcolumbre recebeu apoio de diversos partidos, tanto da base governista quanto da oposição. A nova Mesa Diretora também contará com membros da FPA, entre eles Eduardo Gomes (PL-TO) como 1º vice-presidente e Laércio Oliveira (PP-SE), que ocupará o cargo de 4º secretário.

Com a nova configuração da Mesa Diretora do Senado, a expectativa é de que temas estratégicos, como o licenciamento ambiental, serão um dos principais pontos de debate no Congresso.

Entre as lideranças que se manifestaram sobre a nova composição do Senado, a senadora Tereza Cristina (PP-MS), coordenadora política da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) no Senado, destacou que o licenciamento ambiental (PL 2159/2021) será uma das pautas prioritárias da bancada na Casa neste ano.

“Tenho certeza de que ele (Alcolumbre) facilitará o andamento dos trabalhos nesta Casa, promovendo um relacionamento produtivo entre governo e oposição. Precisamos de agilidade na votação de projetos fundamentais para o desenvolvimento do Brasil”, afirmou a senadora.

Tereza Cristina enfatizou que, com a eleição de Alcolumbre no Senado e de Hugo Motta na Câmara, a FPA ganha mais força para avançar com pautas de interesse do setor. “O Brasil está muito atrasado em relação à lei do licenciamento ambiental. Isso tem gerado sérios entraves à economia e ao desenvolvimento do país. Precisamos enfrentar essa questão e reduzir a burocracia”, pontuou.

A parlamentar esteve na Europa e acompanhou debates sobre o tema no Parlamento Europeu, onde há um movimento para simplificar processos burocráticos e garantir mais eficiência ao setor produtivo. “O mundo hoje é muito rápido, e não podemos ter licenciamentos que travem o desenvolvimento. É claro que devemos manter o cuidado com a sustentabilidade e as mudanças climáticas, mas precisamos aprovar esse projeto ainda no primeiro semestre”, acrescentou.

O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, parabenizou a eleição do senador Davi Alcolumbre, destacou a importância do andamento das pautas prioritárias do setor no Senado e reforçou a posição da senadora, defendendo um modelo de licenciamento que concilie proteção ambiental com eficiência produtiva.

“No ano passado, Alcolumbre assumiu compromissos com o nosso setor e com a FPA, e esperamos contar com seu apoio para avançarmos nas pautas fundamentais para o agro no Congresso Nacional,” ressaltou, destacando a necessidade de aprovar uma nova legislação sobre licenciamento ambiental que assegure a proteção do meio ambiente sem comprometer a produção agropecuária.

“O produtor rural já adota boas práticas, mas não pode ser prejudicado por uma burocracia excessiva e ineficiente”, afirmou Lupion.

Mesa Diretora do Senado

O senador Eduardo Gomes, eleito 1º vice-presidente do Senado, comentou sobre a nova gestão e as pautas prioritárias. “Acredito que teremos um período produtivo no Senado, com uma administração focada no diálogo e no avanço de projetos que são essenciais para o Brasil. O licenciamento ambiental é uma dessas questões que precisam ser resolvidas com urgência, garantindo segurança para quem produz e respeitando o meio ambiente”, declarou.

O senador Laércio Oliveira, novo 4º secretário da Mesa Diretora, ressaltou a necessidade de equilíbrio na condução das pautas legislativas. “A política é a arte de construir consensos. É preciso dialogar para encontrar soluções que beneficiem a sociedade como um todo, respeitando as diferenças, mas sempre priorizando o interesse público”, afirmou.

Câmara dos Deputados

A Câmara dos Deputados terá, no próximo biênio (2025/2026), a presidência de Hugo Motta, integrante da FPA, que está em sua quarta legislatura na Casa. Além da eleição que definiu o paraibano com 444 votos, foram escolhidos os deputados que comporão a Mesa Diretora, dentre os quais o ex-presidente da FPA, Sérgio Souza (MDB-PR), atual coordenador da Comissão Tributária da bancada, que se tornou o 4º Secretário; o deputado Elmar Nascimento (União-BA), que foi eleito 2º vice-presidente e o deputado Lula da Fonte (PP-PE), o 2º secretário.

Ainda em dezembro de 2024, Motta esteve na reunião semanal da bancada do agro, quando recebeu, das mãos do presidente da FPA, Pedro Lupion, as pautas prioritárias do setor. Na ocasião, Lupion já reforçava a necessidade de um presidente da Casa baixa alinhado às prioridades do setor. Agora, reiterou a importância de posicionar o protagonismo do Brasil por meio do agro e parabenizou a eleição de Motta.

“Estamos buscando avançar em pautas que protejam o produtor rural, ampliem a segurança jurídica e fortaleçam o Brasil como líder mundial na produção agropecuária. Os temas em discussão abrangem segurança fundiária, política agrícola, questões indígenas e sustentabilidade, para posicionar o Brasil como protagonista no cenário global. Para tanto, confiamos que o deputado Hugo irá dar continuidade à atenção que o setor merece.”

Ao receber o apoio da FPA, Hugo Motta destacou o papel do setor agropecuário na economia brasileira e reafirmou seu compromisso com as demandas recebidas



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Convivência com presidentes do Legislativo será exemplo para fortalecer a democracia, diz Lula


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, nesta segunda-feira (3), que os novos presidentes das casas legislativas “não terão problema” na relação política com o Poder Executivo. Lula esteve reunido com o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e com o presidente do Senado Federal e do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), ambos eleitos no último sábado (1°) para um mandato de dois anos.

“Eu sou amigo dos dois, tenho conhecimento do compromisso democrático que os dois têm e eu quero dizer para eles que eles não terão problema na relação política com o Poder Executivo”, disse Lula em declaração à imprensa após o encontro, no Palácio do Planalto.

O presidente afirmou que manterá o diálogo com as lideranças e que não enviará projetos de interesse pessoal ou de partidos políticos, apenas projetos “de interesse vital para o povo brasileiro”. “Jamais eu mandarei um projeto para a Câmara dos Deputados ou o Senado sem antes ouvir a liderança dos partidos políticos, que é os que vão brigar, lá dentro, para aprovar esses projetos. Jamais nós iremos mandar um projeto sem que haja anuência daqueles que trabalham para que as coisas deem certo no Brasil”, declarou.

Para o presidente, as questões partidárias e ideológicas, “que dividiam [os candidatos] durante as eleições”, ficam secundarizadas. “Eu tenho certeza que a nossa convivência será um exemplo de fortalecimento da democracia brasileira”, disse.

“A normalidade de um país é a convivência tranquila e pacífica entre os poderes. O Poder Executivo, o Poder Legislativo e o Poder Judiciário, cada um sabendo a tarefa que tem”, concluiu Lula.

Senado

O senador Davi Alcolumbre foi eleito com 73 dos 81 votos dos senadores, concorrendo com os senadores Marcos Pontes (PL-SP) e Eduardo Girão (Novo-CE). O presidente do Senado é também o chefe do Poder Legislativo e, portanto, é ele quem preside o Congresso Nacional. Alcolumbre já ocupou a mesma função entre 2019 e 2021.

Hoje, ele afirmou que quer fazer um Poder Legislativo forte, altivo, equilibrado e que possa verdadeiramente dar as respostas à sociedade brasileira em parceria com o Poder Executivo.

Para Alcolumbre, o encontro com o presidente do país, logo após as eleições das mesas do Congresso, Senado e Câmara é um gesto de maturidade institucional. “A gente não tem tempo de criar crise aonde não existe, porque o nosso tempo tem que ser aproveitado integralmente para entregar para as pessoas”, disse.

“Nós precisamos entregar enquanto Poder Legislativo, precisamos apoiar a agenda do governo, precisamos debater na Casa do Povo, no Congresso Nacional, aprimorar todas essas agendas importantes que são prioritárias para o governo, inclusive participar mais propondo mais iniciativas a partir do parlamento”, acrescentou.

Câmara

Já o deputado federal Hugo Motta foi eleito como presidente da Câmara com 444 votos dos 513 deputados, concorrendo com Marcel van Hattem (Novo-RS) e Pastor Henrique Vieira (PSOL-RJ). Aos 35 anos, Motta será o mais jovem presidente da Casa desde a redemocratização do país.

Após o encontro com Lula, ele afirmou que estará à disposição para construir uma pauta positiva para o país. “Essa harmonia, penso eu, que é o que o Brasil precisa”, disse.

“Que nós tenhamos a capacidade de tratarmos as pautas que serão enviadas pelo Executivo, tratarmos as pautas que serão propostas [pelos parlamentares], sempre buscando termos uma agenda que seja produtiva, que temas importantes possam ser tratados e que essa harmonia, esse diálogo entre os poderes possa perseverar”, acrescentou.

Nesta segunda-feira (3), tem início os trabalhos legislativos. Sessão do Congresso Nacional já está convocada para às 16h. Entre as primeiras missões dos parlamentares está a de definir presidentes e vices das comissões temáticas permanentes.



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mercado financeiro projeta 5,51% para este ano


A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país, passou de 5,5% para 5,51% este ano. A estimativa está no Boletim Focus desta segunda-feira (3), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC), com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos. Há quatro semanas a projeção era de que a inflação fechasse o ano em 4,99%.

Para 2026, a projeção da inflação também subiu de 4,22% para 4,28%. Para 2027 e 2028, as previsões são de 3,9% e 3,74%, respectivamente.

A estimativa para este ano está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%.

PIB

Em relação ao Produto Interno Bruto (PIB), a soma dos bens e serviços produzidos no país), a projeção do mercado financeiro é de 2,06% este ano, a mesma da semana passada. Há quatro semanas, a previsão era de que o crescimento da economia fechasse o ano em 2,02%.

Para 2026, o boletim mostra uma projeção de crescimento do PIB de 1,72%. Já para 2027 e 2028, a projeção de expansão da economia é de 1,96% e de 2%, respectivamente.

Juros

Em relação à taxa básica de juros, a Selic, o Focus manteve a projeção da semana passada, de 15% para este ano, projeção que se mantém há quatro semanas.

Para 2026, a projeção do mercado financeiro é que a Selic fique em 12,5%. Para 2027, a projeção é de uma taxa de juros de 10,38% e de 10%, em 2028.

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a Selic, elevada para 13,25% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom), na semana passada.

Essa foi a quarta alta seguida da Selic, que está no maior nível desde setembro de 2023, quando também estava em 13,25% ao ano. O colegiado aumentou a Selic em 1 ponto percentual, com a justificativa de incertezas em torno da inflação e da economia global, da alta recente do dólar e dos gastos públicos.

A medida foi criticada pelo ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, durante coletiva para apresentar o resultado da geração de empregos no Brasil, que fechou o ano de 2024 com saldo positivo de 1.693.673 empregos formais.

Os juros mais altos encarecem o crédito e desestimulam a produção e o consumo. Além disso, taxas maiores dificultam o crescimento econômico.

Câmbio

Em relação ao câmbio, a previsão de cotação é de R$ 6 para este ano, a mesma projeção para 2026. Para 2027, o dólar também deve cair, segundo o Focus, para R$ 5,93, subindo novamente para R$ 6, em 2028.



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A Abertura Nacional da Colheita da Soja é nesta semana!



Falta pouco! Abertura Nacional da Colheita da Soja 2024/2025 acontece nesta semana, na próxima sexta-feira, 7 de fevereiro, a partir das 8h30 (horário de Brasília), no município de Santa Carmem, em Mato Grosso.

O evento reunirá as Associações de Produtores de todo o Brasil e, nesta edição, será sediado em Mato Grosso, em comemoração aos 20 anos da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT). A programação começa com um café especial, além de almoço e um show sertanejo.

O vice-presidente leste da Aprosoja MT, Ilson Redivo, destacou a relevância do evento para o setor: “É importante a participação de todos, porque esse evento destaca a importância da cultura da soja para o Brasil e para o estado de Mato Grosso. Nós conclamamos todos os produtores a participarem”, afirmou.

Redivo, que também é presidente do Sindicato Rural de Sinop, ressaltou que o evento contará com painéis sobre temas importantes, como Sustentabilidade, COP 30, Biocombustíveis e Alimentos, e terá a presença de figuras de destaque, como Aldo Rebelo, o deputado Arnaldo Jardim (vice-presidente da Frente Parlamentar da Agricultura), Daniel Vargas, Fabrício Rosa da Aprosoja Brasil e presidentes das Aprosojas de diversos estados.

A Abertura será realizada na Fazenda Esperança, propriedade do produtor Invaldo Weis, que se sente privilegiado em receber o evento. “Eu me sinto privilegiado em receber esse evento na minha propriedade e acho que é um privilégio não só para mim, mas para toda a região e principalmente para o município de Santa Carmem”, afirmou.

As inscrições para a Abertura Nacional da Colheita da Soja 2024/2025 seguem abertas e são gratuitas. Além da programação e de debates estratégicos para o setor, o evento será uma excelente oportunidade de troca de experiências entre produtores, especialistas e representantes do agro. O evento também será transmitido pelo Canal Rural.



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PRF apreende meia tonelada de cocaína



A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu 525 kg de cocaína transportados em uma carga de milho de pipoca. O caso ocorreu no último domingo (2), no km 143 da BR-155, em Sapucaia (PA).

Segundo os agentes, o caminhão que levava a droga estava em alta velocidade e vinha de Campo Novo do Parecis (MT) com destino a Barcarena (PA).

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Durante a fiscalização, o condutor do veículo admitiu estar em posse de nobésio, uma anfetamina utilizada por motoristas para prolongar o tempo ao volante. Diante da confissão, a PRF intensificou a inspeção e encontrou caixas escondidas entre pacotes de milho de pipoca, contendo tabletes de cocaína.

O motorista foi preso e encaminhado, junto com a droga apreendida, à Delegacia da Polícia Federal em Marabá (PA).



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Sagui é flagrado ‘viajando’ em trem de São Paulo



Um sagui foi flagrado por passageiros em um trem da Linha 9-Esmeralda, em São Paulo, na manhã do último domingo (2).

No vídeo, é possível ver o animal se pendurando nas barras do trem. Em determinado momento, um homem tenta se aproximar do sagui para retirá-lo do vagão. Logo depois, uma mulher oferece uma banana ao animal, que foge.

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À reportagem do G1, a concessionária que administra a linha, ViaMobilidade, informou que um agente de atendimento e segurança resgatou o sagui. Segundo a empresa, o animal foi solto em uma área de mata próxima à Estação Socorro, na Zona Sul da capital.

Em nota, a ViaMobilidade orientou os passageiros sobre como agir nessa situação: “A concessionária orienta que ao avistar um animal silvestre os clientes não o alimentem e chamem um agente de atendimento e segurança”



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Milho novamente em baixa na B3


Na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), o milho fechou o dia em baixa, mas o saldo semanal e mensal foi positivo, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Semana fechou com alta de 0,47% e o acumulado de janeiro com ganhos de 3,10%. O milho da B3 sentiu a pressão da queda de Chicago no dia e na semana e a forte queda do dólar em janeiro”, comenta.

“A possível guerra tarifária dos EUA, contra, até agora, Canadá, México e China pressionaram as cotações nos EUA e tiraram a atenção dos atrasos da colheita do milho primeira safra e soja, assim como a lentidão para o plantio do milho safrinha. O milho brasileiro pode ser um grande beneficiado nesta disputa, visto que é um dos poucos países com capacidade de suprir a demanda de diversos destinos. No entanto ainda é cedo para dizer se acordos efetivos ou as tarifas sairão dessas negociações forçadas do novo governo americano. Caso a Casa Branca consiga bons acordos, as exportações brasileiras podem ser afetadas. Com isso o investidor está buscando segurança, principalmente agora que a primeira safra já está sendo colhida e retira da indústria a pressão para repor os estoques”, completa.

Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam em baixa no dia. “O vencimento de março/25 foi de R$ 75,56 apresentando baixa de R$ -0,52 no dia, alta de R$ 0,35 na semana; maio/25 fechou a R$ 75,40, baixa de R$ -0,62 no dia, alta e R$ 0,57 na semana; o vencimento julho/25 fechou a R$ 71,12, baixa de R$ -0,65 no dia e baixa de R$ -0,02 na semana”, indica.

Na Bolsa de Chicago, o milho fechou dia e semana em baixa, mas o saldo de janeiro ainda foi positivo. “A cotação de março, referência para a nossa safra de verão, fechou em baixa de -1,68 % ou $ -8,25 cents/bushel a $ 482,00. A cotação para maio, fechou embaixa de -1,69 % ou $ – 8,50 cents/bushel a $ 493,00”, conclui.

 





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Semana começa com risco de chuvas de 100 mm e ventania pelo Brasil



O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta, nesta segunda-feira (3), de chuva forte, com acumulados entre 30 e 60 mm/h ou 50 e 100 mm/dia, e ventos intensos que podem alcançar os 100 km/h.

Com isso, segundo o Inmet, há risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e de descargas elétricas.

As áreas mais afetadas serão os estados de Goiás, Minas Gerais, Sul do Pará, Paraná e o Tocantins. Outros regiões que também podem sofrer com as consequências são o Alto Paranaíba, Oeste Maranhense, Noroeste, Norte, capital e outras partes do interior de São Paulo, Grande Curitiba, Norte Catarinense, Vale do Itajaí, Oeste Baiano e o Distrito Federal, Grande Florianópolis, Sul do Amapá, Central Mineira e o Norte Mato-grossense.

Cuidados

Em caso de rajadas de vento, o Inmet informa para que as pessoas não se abriguem debaixo de árvores, pois há risco de queda e descargas elétricas e não estacionem veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda.

“Se possível, desligue aparelhos elétricos e quadro geral de energia”, informa o instituto. Mais informações podem ser obtidas junto à Defesa Civil (telefone 199) e ao Corpo de Bombeiros (telefone 193).



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Obras no Porto de Paranaguá devem revolucionar o fluxo de milho e soja no país



Já está em andamento a maior obra pública portuária do Brasil! Começaram as escavações e a concretagem das vigas de coroamento da moega, que promete revolucionar o recebimento de cargas no Porto de Paranaguá. O Moegão terá capacidade para receber 180 vagões carregados de granéis sólidos vegetais (soja, milho e farelos de soja ou milho) A estrutura faz parte do complexo Moegão, e já tem 23% do projeto executivo contratado concluído.

O poço da moega terá 50 metros de comprimento, 17,5 metros de largura e 7 metros de profundidade. Já na área do poço do elevador da moega, onde ficará o elevador, a profundidade será de 14 metros. Parte da unidade ficará abaixo do nível do mar, por isso está sendo aplicada uma técnica chamada jet grouting, que consiste na injeção de cimento misturado com água e areia no solo.

Segundo a Portos do Paraná, empresa pública responsável pela administração do complexo portuário, foram usados mais de mil toneladas de cimento ao longo de seis meses de trabalho para fazer a contenção.

A empresa está investindo mais de R$ 600 milhões na obra, incluindo a readequação rodoferroviária que compõe a estrutura. O complexo contará com três linhas férreas independentes para o acesso das composições, sendo que, em cada uma delas, três vagões serão descarregados ao mesmo tempo.

“A agilidade no recebimento de produtos será algo inigualável, sem contar que estamos nos antecipando para atender a nova Ferroeste, que deverá aumentar ainda mais o fluxo de cargas em direção ao Porto de Paranaguá”, destacou Luiz Fernando Garcia, diretor-presidente da Portos do Paraná.

Garcia informa que a nova estrutura reduzirá de 16 para cinco o número de cruzamentos férreos nas vias da cidade. Com isso, haverá menos interrupções no trânsito e, consequentemente, uma quantidade menor de caminhões transitando na região portuária.

Prazo

Como o cronograma está sendo cumprido dentro dos prazos previstos, a expectativa é que toda a estrutura seja entregue em dezembro de 2025. “A obra está em ritmo acelerado, tanto na moega quanto nas galerias que vão distribuir a carga recebida”, avaliou Matheus Arnoni Mendes, coordenador de Fiscalização da Portos do Paraná.

A expectativa da Diretoria de Engenharia e Manutenção é de que, a partir de fevereiro, comece o içamento das galerias do complexo, e, a partir do segundo semestre, comece a instalação de parte dos equipamentos do sistema eletromecânico da moega.

*Com informações da Portos do Paraná



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