quinta-feira, julho 2, 2026

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com R$ 6 mi de prejuízo, exportadores sofrem com atrasos em embarques



Os elevados índices de atrasos e alterações regulares nas escalas dos navios para exportação de café, além de rolagens de cargas constantes, fizeram com que o país acumulasse 672.113 sacas de 60 kg (2.037 contêineres) não embarcadas, nos portos, em janeiro de 2025. O levantamento é do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé) com 23 empresas associadas, que representam 65% dos embarques totais do Brasil.

Segundo o conselho, os gargalos logísticos nos portos brasileiros fazem com que os exportadores de café continuem acumulando prejuízos da ordem de R$ 6,134 milhões no primeiro mês deste ano e de R$ 57,7 milhões no acumulado dos últimos oito meses – junho de 2024, quando o Cecafé iniciou o levantamento, a janeiro de 2025 – por causa de gastos extras relacionados a armazenagens adicionais, detentions, pré-stacking e antecipação de gates.

Frete do café

Considerando o preço médio Free on Board (FOB) de exportação de US$ 336,33 por saca (café verde) e um dólar médio de R$ 6,0212 em janeiro, o não embarque do café implica que o Brasil deixou de receber, no mês passado, cerca de US$ 226,05 milhões, ou R$ 1,361 bilhão, nas transações comerciais do país, levando ao menor repasse de receita para os produtores.

Segundo o diretor técnico do Cecafé, Eduardo Heron, do volume total acumulado de 1,8 milhão de sacas de café que estava represado nos portos até dezembro de 2024, cerca de 1,2 milhão foi embarcado no mês passado, o que justifica o bom volume de 3,9 milhões de sacas que o Brasil exportou em janeiro.

Entressafra do café ajuda

“O (café) que estava parado nos portos até dezembro vem saindo aos poucos, pois o Brasil está em período de entressafra e com menor oferta disponível, lembrando que o país bateu um recorde anual de 50,5 milhões de sacas exportadas em 2024. Contudo, nossos associados informaram que o cenário logístico, apesar de apresentar melhoras em janeiro por conta da oferta reduzida, permanece desafiador, com muitos entraves e despesas adicionais elevadas, não previstas, e que essa pseudo sensação de melhoria deve permanecer até a chegada da nova safra”, explicou.

Ele completa que, apesar dos investimentos anunciados nos portos serem importantes para o comércio exterior brasileiro, o reflexo dessas medidas será sentido somente mais a frente e o agronegócio nacional precisa de “ações céleres e urgentes” para evitar a continuidade dos prejuízos logísticos.



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O que esperar do mercado da soja? Confira a análise detalhada



O mercado da soja vive uma semana de transição marcada por mudanças nas políticas de crédito e logística, além de desafios na precificação e movimentação do grão no mercado interno. Confira a análise da plataforma Grão Direito:

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Plano Safra

No dia 21 de fevereiro, o Governo Federal anunciou o encerramento dos subsídios do Tesouro Nacional para as linhas de crédito rural do Plano Safra 2024/2025. A medida põe fim a um ciclo de financiamento agrícola com juros reduzidos, deixando os produtores com o acesso limitado ao crédito subsidiado. A única linha ainda disponível é o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), voltado para propriedades de pequeno porte.

Com isso, os agricultores terão que se adaptar às taxas de juros de mercado, que estão em 13,25%, mais o spread bancário, que pode ultrapassar 4%. Essa mudança pode gerar impactos no custo de produção e na área plantada, o que pressiona os preços futuros da soja.

Desafios para o grão

A alta nos custos de frete e as filas nos portos têm pressionado os preços da soja no interior do Brasil, em um cenário de alta produtividade e estimativas de safra recorde. Com a colheita acelerada, o Brasil deve registrar uma safra de até 170 milhões de toneladas.

Porém, a logística apertada pode gerar um efeito negativo sobre os preços no mercado interno. Os prêmios continuam em queda, refletindo a alta oferta e os custos adicionais de transporte.

Biodiesel e os impactos no mercado

A decisão do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) de manter a mistura de biodiesel em 14%, adiando o aumento para 15%, tem efeitos diretos sobre a demanda de soja no setor energético.

A expectativa inicial era que a elevação para 15% gerasse uma demanda de até 2 milhões de toneladas do grão, porém, a medida visa conter a inflação do diesel, afetando o volume de soja processado.

Quais as projeções para a soja?

O mercado da soja no Brasil segue um caminho de alta oferta e custos logísticos apertados, o que pode levar a uma semana de preços mais baixos e reduções nos prêmios. A previsão para a exportação brasileira de soja é de 105,5 milhões de toneladas, com um aumento de 1,33 milhão de toneladas em relação ao ano passado, segundo estimativas do USDA.



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AgroNewsPolítica & Agro

Preço da soja ainda garante lucro, mas alerta para riscos


A soja enfrenta um cenário de fundamentos predominantemente baixistas, conforme análise da TF Agroeconômica. O mercado segue pressionado pelo aumento da oferta em relação à demanda, enquanto fatores geoeconômicos e geopolíticos geram incertezas. 

A recomendação da consultoria é de venda, uma vez que os preços atuais ainda garantem margens de lucro significativas, variando de 10,90% no Paraná, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Minas Gerais e Bahia, até 25,91% para operações na Bolsa de Chicago. Além disso, o adiamento da entrada do B15 e a suspensão dos financiamentos agrícolas no Brasil adicionam incertezas ao setor.  

Entre os fatores altistas, destaca-se a substituição da soja pelo milho nos Estados Unidos, com projeção de redução de 3,57% na área plantada para 2025/2026. Além disso, as produções de Argentina e Paraguai foram revisadas para baixo, com estimativas de 47,5 milhões de toneladas e 10,7 milhões de toneladas, respectivamente. No Brasil, a demanda por óleo de soja para biodiesel sustenta os preços do produto 14,22% acima do final de 2024. No entanto, a baixa demanda pelo farelo de soja limita a valorização do grão.  

Por outro lado, os fatores de baixa incluem a realização de lucros sobre o óleo de soja, a entrada da safra brasileira no mercado e a fraqueza das exportações dos EUA. Chicago registrou perdas, com o óleo de soja recuando US$ 9,92 na posição de março, atingindo US$ 1.031,96 por tonelada. Além disso, as exportações americanas continuam fracas, com 480,3 mil toneladas vendidas na última semana, um aumento em relação ao período anterior, mas ainda 23% abaixo da média das últimas quatro semanas. A colheita no Brasil também avança, com Mato Grosso atingindo 66,16%, pressionando os preços.  

No Brasil, a decisão de adiar o B15 adiciona 2,5 milhões de toneladas ao mercado, reduzindo a necessidade de esmagamento industrial. Além disso, a suspensão do financiamento agrícola para a safra 2025/2026 gera preocupações quanto ao plantio e à formação de preços. A alta taxa de juros e a falta de garantias para compradores internacionais contribuem para um ambiente de incerteza, aumentando a pressão baixista sobre a soja.

 





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Déficit primário de 2025 e 2026 seguem em 0,60% do PIB



A mediana do relatório Focus para o déficit primário do setor público consolidado em 2025 continuou em 0,60% do Produto Interno Bruto (PIB) pela nona semana consecutiva. A meta fiscal é de déficit zero nas contas do governo federal este ano, com tolerância de 0,25 ponto porcentual do PIB para mais ou para menos.

A estimativa intermediária para o déficit primário do setor público em 2026 permaneceu em 0,60% do PIB pela quarta semana seguida. O alvo do ano que vem é de um superávit de 0,25% do PIB para o governo, também com tolerância de 0,25 ponto para mais ou para menos.

Déficit nominal do PIB

A estimativa intermediária do Focus para o déficit nominal de 2025 passou de 8,97% para 8,96% do PIB. Um mês antes, era de 8,72%. A mediana para o rombo nominal de 2026 passou de 8,50% para 8,43%, contra 8,33% quatro semanas atrás.

O resultado primário reflete o saldo entre receitas e despesas do governo, antes do pagamento dos juros da dívida pública. O resultado nominal reflete o saldo após o gasto com juros e outras despesas financeiras.

A mediana para a dívida líquida do setor público (DLSP) como proporção do PIB em 2025 caiu de 66,10% para 65,95%. Um mês antes, era de 66,40%. A estimativa intermediária para 2026 passou de 70,73% para 70,50%. Quatro semanas atrás, estava em 70,80%.



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Perdeu o último Programa Soja Brasil? Vem assistir!



Perdeu o novo episódio do programa Soja Brasil? Não se preocupe, você pode assistir agora mesmo! Saiba tudo sobre a colheita da soja em Mato Grosso, que foi destaque no episódio. Nossa equipe acompanhou de perto a situação dos produtores, que estão otimistas com o desempenho das lavouras, mas enfrentam desafios devido ao excesso de chuvas e à falta de infraestrutura para armazenagem.

Assista:

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A umidade excessiva tem prejudicado o ritmo da colheita e comprometido a qualidade dos grãos. Além disso, a falta de armazéns na região tem causado congestionamentos, com muitas empresas fechando suas portas e dificultando a entrega dos grãos.

As condições climáticas têm sido um obstáculo contínuo para os produtores, com chuvas constantes desde outubro, fazendo com que a soja brotasse antes de ser colhida. Isso impactou a produtividade e gerou perdas. No entanto, em municípios como Feliz Natal e Vera, os resultados têm sido mais positivos, e os produtores já se preparam para a segunda safra de milho. A colheita da soja segue em andamento, com o clima sendo um fator determinante para o ritmo dos trabalhos.

Previsão do tempo para a soja

A previsão do tempo apresentada pelo meteorologista Arthur Müller indica que as regiões Norte e Oeste de Mato Grosso continuarão enfrentando chuvas intensas, o que pode prolongar a colheita. Por outro lado, o Centro-Sul do Brasil não deve ser tão impactado. No Nordeste e no Matopiba, as chuvas também podem atrasar o ritmo das colheitas, destacando a complexidade da situação climática em várias regiões produtoras de soja.

Logística

O episódio também abordou a logística da soja, destacando um plano do governo federal para melhorar o escoamento da safra, com investimentos em rodovias e ferrovias. No entanto, os desafios logísticos imediatos ainda persistem, como os altos custos de transporte. A concessão de rodovias pode ajudar, mas a execução será fundamental.

Tocantins: uma nova potência agrícola

O estado de Tocantins tem se destacado como uma nova potência agrícola, com grande crescimento na produção de soja. A região tem atraído investidores, impulsionada por boas condições climáticas e inovações tecnológicas, além de feiras que promovem novos negócios e aproximam produtores.



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Onda de calor deixa termômetros 5°C acima da média nos próximos dias; confira onde


O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) publicou hoje (24) um aviso de Perigo Potencial, por causa da onda de calor, em áreas da região Sul do Brasil, com leve risco à saúde, e com os termômetros 5ºC acima da média nos próximos três dias.

As regiões mais afetadas serão o Oeste catarinense e quase a totalidade do estado do Rio Grande do Sul, incluindo a Região Metropolitana de Porto Alegre. O Inmet pede que, em caso de emergência, a população contate a Defesa Civil através do telefone 199.

Onda de calor atinge o BrasilOnda de calor atinge o Brasil
Foto: reprodução/ Inmet

ZCIT provoca chuvas alivia o calor pelo país

A semana será marcada por pancadas de chuva e muito calor na faixa norte do país, abrangendo áreas desde o Amapá até o Ceará, além de partes das regiões Norte, Centro-Oeste e Sudeste.

Destaque para áreas do Acre, Amazonas, Pará e Amapá, além de uma faixa que vai de Rondônia até o Tocantins, passando por Mato Grosso e Goiás, com precipitações que podem chegar a 100 milímetros e ventos de até 100 km/h até amanhã (25).

Tudo isso ocorre devido à atuação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT), com precipitações que podem atingir 50 mm.

Além das regiões mencionadas, há previsão de calor e chuvas – que podem ser fortes – em áreas do Espírito Santo e do Rio de Janeiro até amanhã (25). As precipitações podem alcançar 50 mm, com ventos de até 60 km.



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AgroNewsPolítica & Agro

Soja encerra semana com leve alta


A soja fechou em baixa nesta sexta-feira na Bolsa de Chicago (CBOT), mas encerrou a semana com saldo positivo, conforme dados da TF Agroeconômica. O contrato para março, referência para a safra brasileira, caiu 0,57%, fechando a US$ 1039,50 por bushel. O contrato de maio recuou 0,54%, para US$ 1057,25 por bushel. 

O farelo de soja para março teve queda de 0,41%, cotado a US$ 294,8 por tonelada curta, enquanto o óleo de soja caiu 0,95%, fechando a US$ 46,81 por libra-peso. “A soja negociada em Chicago fechou o dia em baixa, mas a semana terminou com saldo positivo. Em uma semana mais curta, o relatório de vendas para exportação foi divulgado nesta sexta-feira”, comenta.

A pressão de baixa veio do relatório semanal de vendas para exportação, divulgado nesta sexta-feira, que, apesar de melhor que o anterior, mostrou uma queda de 32% em relação à média das últimas quatro semanas. Além disso, o Brasil está avançando na colheita e compensando rapidamente os atrasos do plantio, colocando novos volumes no mercado internacional, o que também influencia os preços.  

Apesar da queda diária, o saldo da semana foi positivo para a soja, que acumulou alta de 0,34% ou US$ 3,50 cents/bushel. Já o farelo de soja recuou 0,37%, perdendo US$ 1,1 por tonelada curta. O óleo de soja, por outro lado, registrou valorização de 1,61%, subindo US$ 0,74 por libra-peso.  

O mercado segue atento aos movimentos do Brasil e às condições climáticas, que podem impactar a oferta global. A evolução da demanda chinesa e os próximos relatórios de exportação serão fundamentais para definir a tendência dos preços na CBOT nos próximos dias.

 





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Por dentro do clima

Uma das últimas notícias compartilhadas é referente ao calor intenso dos últimos dias, que tem prejudicado as lavouras de soja, milho e arroz na Região Sul do Brasil, além de plantações de café e frutas na Região Sudeste. De acordo com informações divulgadas pela Agência Brasil, os efeitos das mudanças climáticas sobre a produção de alimentos estão se intensificando ano após ano.

Com a intensificação das mudanças climáticas, os agricultores enfrentam a imprevisibilidade do clima, o que tem alterado as janelas de plantio e colheita da soja, comprometendo a produção. As ondas de calor, além disso, favorecem o aumento de insetos, fungos e bactérias, que danificam as lavouras.

Na comunidade você sabe tudo sobre o tempo!

De acordo com o meteorologista Arthur Müller, do Canal Rural, a previsão do tempo para as áreas produtoras de soja indica desafios e boas perspectivas. Até o final da semana, o Centro-Sul será favorecido para o andamento das atividades agrícolas.

Porém, a partir do último sábado (22), a previsão é de chuvas intensas no Centro-Norte, incluindo Mato Grosso, Sul de Goiás e Tocantins, com volumes de até 80 mm em cinco dias. Esse aumento nas chuvas pode desacelerar as atividades no campo, mas a expectativa é que o tempo se firme novamente na próxima semana.

No Mato Grosso do Sul, a situação segue tranquila, com pouca probabilidade de chuvas volumosas, permitindo o andamento das atividades agrícolas sem maiores interrupções. Já no Nordeste, a precipitação no Tocantins e Maranhão deve afetar os trabalhos, dificultando a colheita, mas na Bahia e no Piauí, a operação segue normalmente.

No Sudeste, a previsão indica o retorno das chuvas, especialmente em forma de temporais. As áreas de Minas Gerais e São Paulo devem registrar chuvas fortes, mas sem grandes impactos nas colheitas.

Porém, no Norte do país, especialmente no Pará e Rondônia, as chuvas devem superar os 100 mm em cinco dias, o que pode gerar dificuldades para o andamento das atividades no campo.

Já no Sul, a situação é mais delicada no Rio Grande do Sul, que enfrentará uma nova onda de calor nos próximos dias, com temperaturas acima dos 40ºC e pouca chuva. As lavouras em fase final podem sofrer com a falta de água e o estresse térmico, prejudicando a produtividade.



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Mapa firma acordo para fomentar produção sustentável de suínos



Para estimular a produção sustentável de suínos, como prevê a Instrução Normativa SDA nº 113 de 2020 – que estabelece as boas práticas de manejo e bem-estar animal nas granjas de suínos de criação comercial – o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), por meio da Secretaria de Inovação, Desenvolvimento Sustentável, Irrigação e Cooperativismo (SDI), firmou um Acordo de Cooperação Técnica (ACT) em conjunto com a Associação Brasileira de Criadores de Suínos (ABCS) e a Alianima para colocar em prática a ação.

Segundo o Mapa, a assinatura representa um marco, promovendo o esforço conjunto em prol de melhorias na produção, trazendo uma nova estratégia de fomento às boas práticas para a cadeia suinícola.

Suínocultura

Em 2016, o Mapa publicou uma resolução sobre a produção sustentável de carne suína. No documento, feito em parceria com a Embrapa, a utilização de todos os recursos de forma racional e o uso coerente dos recursos naturais são enfatizados.

No documento, a gestão racional da água e da ração no uso dos insumos básicos da produção são destacados como formas de aplicação para o bem-estar animal.

Impressões sobre a produção sustentável de suínos

O secretário da SDI, Pedro Neto, disse que a iniciativa é um passo importante para o direcionamento da suinocultura brasileira, possibilitando o emprego de boas práticas e o bem-estar animal.

“Nosso intuito agora é estimular também o reconhecimento e a premiação dos atores cuja forma de produção tem como foco a sustentabilidade e a saúde de humanos e animais. Acreditamos que esta é uma excelente oportunidade para mostrar à sociedade brasileira e aos mercados internacionais como a suinocultura nacional está alinhada com as melhores práticas para o nosso futuro comum”, afirmou.

O Secretário da SDA, Carlos Goulart, parabenizou a ação. “Muita satisfação em ver que cinco anos após a publicação da IN SDA 113, diferentes atores estão unidos em prol da inovação da suinocultura, ao buscar reconhecer formalmente as empresas que já estão pondo em prática as diretrizes para fomentar mais saúde e bem estar dos animais, que é um dos grandes alicerces da SDA, de modo geral”.

O presidente da ABCS, Marcelo Lopes, também comentou o acordo de cooperação. “Ações como essa incentivam ainda mais produtores e empresas a se engajarem, atendendo à demanda crescente dos consumidores e da sociedade por um padrão cada vez mais elevado de proteína de qualidade. A ABCS reafirma o compromisso com o desenvolvimento da suinocultura nacional, que segue em constante aprimoramento.”

De acordo com a médica veterinária e presidente da Alianima, Patrycia Sato, com o convênio, a instituição mantém compromissos com a indústria e acompanha a evolução dos produtores na implementação de melhorias na suinocultura.

“Agora, com o Acordo de Cooperação Técnica, podemos de forma mais assertiva reforçar o diálogo construtivo e reconhecer oficialmente os esforços dos produtores em se adequarem à Normativa”, afirma Sato.



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