sábado, junho 27, 2026

Agro

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Conflitos fundiários no Sul da Bahia mobilizam entidades



Nos últimos dias, conflitos fundiários entre supostos indígenas, trabalhadores e produtores rurais, em municípios do Extremo Sul da Bahia, estão tirando o sossego da população e agricultores do estado.

De acordo com a Federação da Agricultura e Pecuária Estado da Bahia (Faeb), foram registradas invasões armadas, disparos de arma de fogo, incêndios e a morte de uma pessoa.

Segundo o G1 Bahia, indígenas ocuparam a entrada do Parque Nacional do Descobrimento, localizado na cidade de Prado, no extremo sul da Bahia. Os indígenas chegaram no local na tarde de sábado (15) e teriam interditado o acesso na última segunda-feira (17), informou o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

A entidade mantém negociação com o grupo e disse que os indígenas pedem a homologação da Terra Indígena Comexatibá, que fica em outra parte da região e é alvo de disputa judicial há alguns anos. Diante da ação, o ICMBio decidiu suspender as atividades no local, por “segurança”.

Em nota divulgada ao G1, o grupo de indígenas, que se identifica como juventude do Território Indígena Pataxó de Comexatibá, afirmou que a ocupação foi feita em diálogo com servidores do ICMBio que estavam no parque.

Entidades se mobilizam

Diante das recentes ocorrências, a Faeb informou que notificou o Governo do Estado, através da Casa Civil e da Secretaria de Segurança Pública-SSP, sobre o perigo iminente de novos e acirrados conflitos pela disputa de terras, que poderão acarretar em mais vítimas fatais, sendo imprescindível a ampliação de ações e medidas preventivas para restabelecer a paz na Região, incluindo o aumento urgente do efetivo das forças policiais no local.

A federação disse também por meio de nota que a violência no meio rural não afeta somente a Bahia, mas também todo o território nacional e se traduz pela insegurança jurídica que envolve a ausência de definição legislativa e judiciária sobre os limites da demarcação de terra indígena e a ausência de respeito ao Marco Temporal estabelecido na Constituição Federal.

Além de cobrar representantes governamentais, a Faeb, conjuntamente com a CNA, disse que segue buscando junto à Frente Parlamentar Agropecuária (FPA), medidas legítimas para garantir a paz e a segurança no campo, de forma democrática e respeitando o Estado de Direito.

A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) se reuniu nesta terça-feira (18) para discutir o avanço das invasões de terras no Brasil, com foco no sul da Bahia e no Espírito Santo.

Durante o encontro, parlamentares relataram casos de grupos armados que invadem propriedades, roubam e expulsam produtores rurais de suas terras.

O que diz o governo

Procurado, o Ministério dos Povos Indígenas disse por meio de nota que “está acompanhando a situação por meio do Departamento de Mediação e Conciliação de Conflitos Fundiários Indígenas (DEMED).”.

A pasta diz ainda que estão sendo realizadas reuniões com representantes dos órgãos envolvidos para mediação das reivindicações dos indígenas.

No entanto, não deu mais detalhes sobre as ocorrências no Sul da Bahia. Até o momento, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), não respondeu o nosso contato.


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AgroNewsPolítica & Agro

Adubação equilibrada é essencial para altos rendimentos na cultura do arroz



Produtores devem realizar análises para determinar as quantidades de adubo




Foto: Agrolink

A nutrição do solo tem papel fundamental na produtividade das lavouras de arroz, e o uso correto de adubos pode fazer toda a diferença no desempenho das plantas. Produtores têm investido cada vez mais em estratégias de adubação equilibrada para garantir um melhor desenvolvimento da cultura e aumentar os rendimentos por hectare.

O arroz é uma cultura altamente exigente em nutrientes, principalmente nitrogênio, fósforo e potássio. O manejo adequado desses elementos favorece o crescimento das plantas, melhora a resistência a estresses ambientais e eleva a qualidade dos grãos colhidos.

Estudos recentes mostram que a aplicação parcelada de fertilizantes nitrogenados ao longo do ciclo da cultura tem proporcionado incrementos significativos na produtividade. Essa técnica permite um melhor aproveitamento dos nutrientes pela planta, reduzindo perdas por lixiviação e volatilização.

Além do manejo do nitrogênio, a adubação com fósforo é essencial para um bom enraizamento e desenvolvimento inicial das plantas. Já o potássio desempenha um papel fundamental na resistência da lavoura a doenças e no enchimento dos grãos, garantindo maior peso e qualidade na colheita.

O uso de fertilizantes organominerais também tem ganhado espaço na cultura do arroz. Esses produtos combinam nutrientes minerais com matéria orgânica, promovendo uma liberação gradual dos elementos essenciais e melhorando a estrutura do solo a longo prazo. Os produtores devem realizar análises periódicas do solo para determinar as quantidades exatas de adubo a serem aplicadas. Um manejo nutricional bem planejado não só aumenta a produtividade, como também reduz custos e impactos ambientais, tornando a produção mais sustentável.





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Exportações de café batem recorde na safra 2024/25, apesar da queda em fevereiro



A antecipação das exportações ocorreu devido à regulamentação da União Europeia sobre a importação de produtos livres de desmatamento. Inicialmente prevista para 2025, a legislação motivou embarques acelerados antes do anúncio de seu adiamento, impulsionando os números da temporada.

Para os próximos meses, a tendência é de enfraquecimento das exportações, reflexo da entressafra e da baixa disponibilidade de grãos da safra 2024/25 para negociação. Caso a nova legislação europeia entre em vigor no futuro, o fluxo de exportações brasileiras pode ser impactado.



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Estudos auxiliam na recuperação de pastagens degradadas em nove estados



O mapeamento das pastagens de nove estados da federação, com a identificação de áreas degradadas que possuem potencial para recuperação ou conversão em sistemas produtivos sustentáveis, bem como as estimativas de investimento necessários para a implementação do Programa Nacional de Conversão de Pastagens Degradadas em Sistemas de Produção Agropecuários e Florestais Sustentáveis (PNCPD) estão disponíveis no portal do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). O “Plano de Priorização de Áreas e Estimativas de Investimentos” pode ser acessado pelo link https://repositorio-dspace.agricultura.gov.br/handle/1/6028.

Elaborado a partir do resultado obtido nas oficinas realizadas nos Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Minas Gerais, Bahia, Tocantins, Rondônia, São Paulo e Pará, o estudo traz a compreensão compartilhada e adaptada às realidades locais sobre a priorização das áreas, dos sistemas sustentáveis e investimentos relativos a cada estado. Essas informações estão disponíveis no Painel de Dados, documento que subsidiou o conteúdo dos Planos.

A conversão e a recuperação das áreas com pastagens para esses sistemas mais produtivos e sustentáveis, geram benefícios em termos de mitigação de emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE), uma vez que seu uso e manejo, possibilitam o acúmulo e manutenção do carbono no solo.

Sistemas de produção em áreas degradas

Com o uso de modelagem geoespacial multicritério, pôde-se identificar o potencial de recuperação e conversão de pastagens degradadas em seis sistemas de produção sustentável:

  • intensificação da pecuária de corte;
  • intensificação da pecuária de leite;
  • florestas plantadas (silvicultura);
  • sistemas agroflorestais (SAF);
  • sistemas integrados na modalidade integração lavoura, pecuária e floresta (ILPF)

Além disso, com modelagem econômica, foram estimados, para cada estado os custos dessa transformação para os seis sistemas de produção sustentável.

Fruto da parceria entre o Departamento de Reflorestamento e Recuperação de Áreas Degradadas do Mapa, o Instituto Clima e Sociedade (iCS), o Grupo de Políticas Públicas (GPP-ESALQ), a Agroicone, o CITE (Centro de Inteligência para Governança de Terras e Desenvolvimento Sustentável) e o Imaflora, a publicação representa uma importante ferramenta para que estados e produtores possam políticas e alternativas inovadoras, inclusivas, resilientes e de baixo carbono para a produção agropecuária e florestal.

A conversão e a recuperação das áreas degradas com pastagens para esses sistemas mais produtivos e sustentáveis, também geram benefícios em termos de mitigação de emissões de GEE, especialmente por serem sistemas que através do seu uso e manejo, possibilitam o acúmulo e manutenção do carbono no solo, contribuindo com remoções de carbono pelo solo dessas áreas, tendo também seu potencial de remoção estimado.

Com os resultados obtidos, estima-se que o Brasil possui, hoje, aproximadamente 27,7 milhões de hectares (Mha) de pastagens com potencial para conversão, distribuídos em 1,02 milhão de imóveis rurais privados.

Desse total, 25,1 Mha apresentam potencial para a intensificação da pecuária de corte, 16,9 Mha para a pecuária de leite, 11,5 Mha para a silvicultura, 8,8 Mha para a agricultura, 7,1 Mha para sistemas agroflorestais e 2,6 Mha para sistemas integrados (ILPF). Esses números refletem a necessidade de investimentos iniciais de aproximadamente de R$139 bilhões, além de custos operacionais anuais que podem atingir R$90,8 bilhões.

PNCPD

Criado dezembro de 2023, por meio do Decreto 11.815/2023, o PNCPD tem como finalidade promover e coordenar políticas públicas destinadas à conversão de pastagens degradadas em sistemas de produção agropecuários e florestais sustentáveis.

Entre as atividades previstas estão: a adoção e manutenção das tecnologias sustentáveis; o mapeamento das áreas prioritárias para o desenvolvimento de cadeias produtivas condizentes com a sociobioeconomia local e regional; o financiamento a produtores rurais; o desenvolvimento de planos de negócios de acordo com os mapas de aptidão (áreas e culturas/práticas agropecuárias prioritárias); entre outros.



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Banco Central deve elevar em 1 ponto a taxa de juros no Brasil



Pressionado pelo preço dos alimentos e da energia, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) decide nesta quarta-feira (19) em quanto elevará a taxa básica de juros, a Selic. A reunião é a segunda sob o novo comando do presidente do BC, Gabriel Galípolo.

Esta poderá ser a quinta elevação consecutiva da Selic. Segundo a edição mais recente do boletim Focus, pesquisa semanal com analistas de mercado, a taxa básica deve subir 1 ponto percentual nesta reunião, de 13,25% para 14,25% ao ano.

No comunicado da última reunião, em janeiro, o Copom confirmou que elevará os juros básicos em 1 ponto percentual na reunião de março. Segundo o comitê, o agravamento das incertezas externas e os ruídos provocados pelo pacote fiscal do governo no fim do ano passado justificam o aumento dos juros básicos no início de 2025.

Nesta quarta-feira, ao fim do dia, o Copom anunciará a decisão. Após chegar a 10,5% ao ano de junho a agosto do ano passado, a taxa começou a ser elevada em setembro do ano passado, com uma alta de 0,25 ponto, uma de 0,5 ponto e duas de 1 ponto percentual.

Inflação

Na ata da reunião mais recente, o Copom alertou para o prolongamento do ciclo de alta da Taxa Selic. Segundo o BC, o cenário de inflação de curto prazo segue adverso, principalmente em razão do aumento nos preços dos alimentos. Mantido esse cenário, o comitê aponta que a inflação deve ficar acima da meta pelos próximos 6 meses.

Segundo o último boletim Focus, a estimativa de inflação para 2025 está em 5,66%, contra 5,6% há quatro semanas. Isso representa inflação acima do teto da meta contínua estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), de 3% para este ano, podendo chegar a 4,5% por causa do intervalo de tolerância de 1,5 ponto.

Taxa Selic

A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos emitidos pelo Tesouro Nacional no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas da economia. Ela é o principal instrumento do Banco Central para manter a inflação sob controle. O BC atua diariamente por meio de operações de mercado aberto – comprando e vendendo títulos públicos federais – para manter a taxa de juros próxima do valor definido na reunião.

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, pretende conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

Ao reduzir a Selic, a tendência é de que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.

O Copom reúne-se a cada 45 dias. No primeiro dia do encontro, são feitas apresentações técnicas sobre a evolução e as perspectivas das economias brasileira e mundial e o comportamento do mercado financeiro. No segundo dia, os membros do Copom, formado pela diretoria do BC, analisam as possibilidades e definem a Selic.

Pelo novo sistema de meta contínua em vigor a partir deste mês, a meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior é 4,5%.

No modelo de meta contínua, a meta passa ser apurada mês a mês, considerando a inflação acumulada em 12 meses. Em janeiro deste ano, a inflação desde fevereiro de 2024 é comparada com a meta e o intervalo de tolerância. Em fevereiro, o procedimento se repete, com apuração a partir de março de 2024. Dessa forma, a verificação se desloca ao longo do tempo, não ficando mais restrita ao índice fechado de dezembro de cada ano.

No último Relatório de Inflação, divulgado no fim de dezembro pelo Banco Central, a autoridade monetária manteve a previsão de que o IPCA termine 2025 em 4,5%, mas a estimativa pode ser revista, dependendo do comportamento do dólar e da inflação. O próximo relatório será divulgado no fim de março.



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AgroNewsPolítica & Agro

Cultura do algodão exige manejo nutricional



Nutrição do solo fortalece lavouras de algodão e melhora a qualidade da fibra




Foto: Canva

A cultura do algodão exige um manejo nutricional eficiente para alcançar altas produtividades e garantir fibras de qualidade superior. O uso correto de adubos tem sido um dos pilares da produção, garantindo plantas mais vigorosas e menos suscetíveis a pragas e doenças.

Dentre os nutrientes mais importantes para o algodão, o Potássio se destaca por seu papel na formação da fibra. Esse elemento influencia diretamente no comprimento e resistência do algodão, características fundamentais para a indústria têxtil. A deficiência de Potássio pode comprometer a uniformidade e a qualidade do produto final.

O Nitrogênio também é essencial para a cultura, pois está diretamente ligado ao crescimento vegetativo e ao desenvolvimento das maçãs. No entanto, o excesso desse nutriente pode causar um crescimento exagerado da planta, dificultando a colheita e aumentando a suscetibilidade a pragas.

Outro elemento importante é o fósforo, responsável por estimular o enraizamento e garantir um melhor aproveitamento da água e dos nutrientes disponíveis no solo. Além disso, micronutrientes como boro e zinco desempenham funções essenciais no metabolismo da planta, prevenindo deformações nas fibras.

Produtores têm investido em tecnologias de adubação de liberação controlada para fornecer os nutrientes de forma equilibrada ao longo do ciclo da cultura. Essas soluções evitam desperdícios e garantem que as plantas tenham acesso aos elementos essenciais no momento certo.

A adubação deve ser planejada com base em análises de solo e nas demandas específicas da lavoura. Um manejo nutricional eficiente pode ser a diferença entre uma safra rentável e um ciclo produtivo abaixo do esperado, tornando a escolha dos fertilizantes um fator estratégico para o sucesso do algodão.





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Bolsa sobe e dólar cai antes da decisão do Copom; ouça análise


Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca a quinta alta do Ibovespa, que fechou em 131 mil pontos, impulsionado pelo fluxo cambial.

Já as bolsas americanas caíram, pressionadas pela guerra tarifária de Trump e pela expectativa de um Fed mais hawkish.

No Brasil, o dólar recuou para R$ 5,67, e o Copom decide hoje sobre a Selic.

O mercado também acompanha o projeto de isenção do IR para quem ganha até R$ 5 mil.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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frente fria e chuva forte; veja áreas



A terça-feira (18) será marcada por instabilidades em várias regiões do Brasil, com pancadas de chuva intensas e risco de temporais.

A combinação de umidade, calor e circulação de ventos em diferentes níveis da atmosfera deve estimular o desenvolvimento de nuvens carregadas, afetando especialmente o Sudeste e o Centro-Oeste.

No Sul, o tempo segue mais seco, mas a umidade marítima ainda provoca chuvas no litoral.

No Nordeste, a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) mantém o tempo instável na costa norte, enquanto o Norte do país segue abafado, com pancadas de chuva ao longo do dia.

Veja os detalhes da previsão do tempo na análise da Climatempo.

Sul

O sol aparece entre nebulosidade variável ao longo do dia em todos os estados da região. A chuva seguirá associada à entrada de umidade marítima, concentrando-se no leste e litoral do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina.

O fluxo de umidade pode alimentar a formação de nuvens carregadas também no interior do Paraná.

Sudeste

A formação e desenvolvimento de uma área de baixa pressão sobre o oceano deve reforçar a condição de tempo instável na região. Ainda no período da manhã, há formação de nebulosidade no céu, e a chuva ganha força no decorrer das horas.

Existe risco para episódios de chuva forte e até mesmo temporais em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e sul do Espírito Santo.

Centro-Oeste

O fluxo de umidade que transita sobre a região deve estimular uma maior formação de nebulosidade em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e boa parte de Goiás. Ainda assim, o sol aparece em alguns intervalos ao longo do dia.

No decorrer das horas, a chuva se espalha, ainda incidindo por meio de pancadas. No Distrito Federal, as instabilidades retornam e há condições para chuva.

Nordeste

A circulação de ventos em níveis mais elevados da atmosfera deve continuar, reforçando as instabilidades no Maranhão e no Piauí. A chuva começa a avançar também para áreas do Ceará.

A Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) segue mantendo a chuva na costa norte da região.

Há condição para pancadas isoladas de chuva entre o litoral do Rio Grande do Norte e de Pernambuco.

Norte

O tempo fica abafado e carregado em todos os estados da região. O sol aparece em alguns intervalos, e a chuva ganha força no decorrer do dia.

Há risco de temporais no Amazonas, Acre e Pará. Além disso, há condição para pancadas de chuva isoladas no Tocantins.



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AgroNewsPolítica & Agro

produção de feijão sofre impacto do clima, aponta Conab



Safra de feijão enfrenta perdas com estiagem




Foto: Canva

O 6º Levantamento da Safra de Grãos 2024/25, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), apontou que a semeadura do feijão na Bahia foi concluída, mas com redução na área plantada em comparação à safra anterior. Segundo o relatório, a diminuição ocorreu principalmente devido à substituição de áreas pelo cultivo de mamona.

No oeste do estado, as condições climáticas foram mais favoráveis, com chuvas regulares ao longo do ciclo, o que permitiu o bom desenvolvimento das lavouras. Algumas áreas já iniciaram a colheita.

Nas regiões centrais, onde se concentra a maior parte da produção, a situação foi diferente. A escassez ou ausência de chuvas afetou o plantio e exigiu replantio fora da janela ideal. “A estiagem comprometeu fases críticas do cultivo, como a floração e o enchimento de grãos, impactando o potencial produtivo”, informou a Conab.

A retomada das chuvas em 2025 ajudou a amenizar as perdas, mas, segundo o levantamento, os danos já eram irreversíveis em muitas lavouras. A produtividade deve ficar abaixo do registrado na safra 2023/24, quando as condições climáticas foram mais favoráveis.





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AgroNewsPolítica & Agro

estimativa da 2ª safra cai e preço dispara no mercado



Estimativa aponta para uma área de 16,75 milhões de hectares




Foto: Divulgação

A produção brasileira de milho 2ª safra na temporada 2024/25 foi revisada para baixo, conforme o boletim informativo do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea). A estimativa atual aponta para uma área de 16,75 milhões de hectares, queda de 0,51% em relação ao levantamento anterior de fevereiro.

A redução foi puxada principalmente por retrações nas áreas cultivadas em Goiás (-5,97%), Mato Grosso do Sul (-2,54%) e Paraná (-0,20%). Já a produtividade sofreu um leve ajuste negativo de 0,05%, sendo projetada em 95,05 sacas por hectare. Com isso, a produção total foi estimada em 95,51 milhões de toneladas, uma redução de 0,55% em relação à última previsão.

O cenário de incerteza sobre a produção final da safra 2024/25, somado à menor oferta do cereal na temporada anterior (2023/24), impactou os preços no mercado interno. Na Bolsa Brasileira (B3), a saca de milho fechou a semana cotada a R$ 88,56, avanço de 2,52% em comparação com a semana anterior e alta expressiva de 41,33% frente ao mesmo período de 2023.





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